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CAMPANHA 'MAR NÃO ESTÁ PARA PLÁSTICO' LANÇA SEGUNDA EDIÇÃO NO DIA 14



09/09/2019

As ações de limpeza e conscientização prosseguirão até fevereiro de 2020

Permitir que cada morador da cidade se transforme num guardião da praia, evitando o descarte de lixo -  especialmente plásticos -, além de atuar como multiplicador da proposta de se responsabilizar por todo e qualquer dejeto deixado nas praias. Essa é a proposta da segunda edição da campanha O Mar Não Está para Plástico.

O lançamento oficial está marcado para o próximo dia 14, às 9h, no auditório do Sindiquímica, R. Marujos do Brasil, 20, Tororó. De acordo com o presidente da Redemar, uma das organizadoras da campanha, William Freitas, a solenidade de lançamento contará com palestras da bióloga Larissa Renate e do oceanógrafo Matheus Serra. Juntos, eles farão uma capacitação do grupo de voluntários para as ações que serão realizadas até fevereiro nas praias de São Tomé de Paripe, Praia da Barra, Praia de Jaguaribe, Praia de Jardim de Alah, Praia da Boa Viagem e Praia de Tubarão. 

“A proposta é contemplar as praias que tem um índice maior banhistas, comerciantes e ambulantes independente de sua localização, sendo cidade alta ou baixa”, explica William Freitas.

Para Matheus Serra, essa primeira parte da campanha é fundamental porque orienta os participantes e possibilita que os organizadores possam providenciar os equipamentos de proteção individual e outros detalhes fundamentais para o sucesso da ação. “O treinamento da equipe é essencial para o entendimento da ação e um aumento no resultado final”, explica Matheus Serra, orientando que para participar dos mutirões de limpeza e conscientização das praias, é importante que os voluntários interessados se cadastrem através de formulário disponibilizado no link:  encurtador.com.br/vwLY1.

“A partir deste cadastro será formada uma rede de guardiões das praias, que é o foco da campanha deste ano, além da limpeza por mergulho nas praias com condições de visibilidade com o apoio da Marinha e do GMAR do Corpo de Bombeiros do Estado da Bahia”, completa.  

No dia 21 de setembro de 2019, às 09h, a Redemar fará uma ação especial na praia de São Tomé de Paripe em comemoração ao dia mundial de limpezas de rios e praias.  

“Todas ações de limpeza nas praias acontecem sempre no período da manhã, das 9h ao meio dia”, ressalta Freitas.  A campanha conta ainda com o apoio da Marinha do Brasil, Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), Corpo de Bombeiros - através do Gmar -, Shopping da Bahia, e REDE AMO.

Na primeira edição da campanha, os participantes perceberam que a carência de ações de educação ambiental principalmente das escolas próximas a região de praia termina por criar um vazio na formação de uma cultura de proteção do meio ambiente. 

PROGRAMAÇÃO DAS AÇÕES DE LIMPEZA DE PRAIA 

21/09 – Edição Especial - Dia mundial de limpeza de praias - Praia de São Tome de Paripe 
21/12 – Praia da Barra 
11/01 – Praia de Jaguaribe 
25/01 – Jardim de Alah 
01/02 – Praia Boa Viagem 
15/02 – Praia de Tubarão

Fonte: Correio

DIA MUNDIAL ALERTA PARA CRISE SANITÁRIA NO MUNDO

Banheiro público em  Ciudad Pachacutec, no Peru. Banco Mundial/Monica Tijero

19/11/2018

Cerca de 60% da população mundial não têm banheiro, ou casa de banho, segura; ONU destaca soluções sustentáveis para marcar este  19 de novembro, Dia Mundial do Toalete.

As toaletes, ou sanitas, salvam vidas, porque o desperdício humano espalha doenças fatais. O Dia Mundial do Toalete, marcado esta segunda-feira, pretende chamar a atenção para a crise global de saneamento.

Segundo a ONU, cerca de 60% da população mundial, ou 4,5 bilhões de pessoas, não têm um banheiro seguro e 892 milhões ainda defecam a céu aberto.

Crise

892 milhões de pessoas ainda defecam a céu aberto, by Foto ONU/ Logan Abassi
As Nações Unidas dizem que o impacto da exposição a fezes humanas nesta escala tem um impacto arrasador sobre a saúde pública, as condições de vida e de trabalho, a nutrição, a educação e a produtividade econômica.

Em nota, a organização  afirma que o mundo não está no caminho certo para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 6, que determina a disponibilidade e uso sustentável de saneamento e água para todos até 2030.

Este Objetivo quer assegurar que todos tenham um banheiro seguro e que ninguém pratique a defecação a céu aberto até 2030. A ONU diz que falhar com essa meta pode ameaçar toda a Agenda 2030.

Campanha

O tema deste ano é “Quando a Natureza Chama”. A campanha explica que estamos “transformando nosso ambiente em um esgoto a céu aberto” e que é preciso “construir banheiros e sistemas de saneamento que trabalhem em harmonia com os ecossistemas.”

As Nações Unidas destacam soluções baseadas na natureza. Existem sistemas que aproveitam os ecossistemas para ajudar a tratar o desperdício antes que ele regresse ao meio ambiente. Estas alternativas ajudam a proteger a vegetação, os solos e as zonas úmidas, incluindo rios e lagos.

Alguns exemplos são latrinas de compostagem, que capturam e tratam os resíduos produzindo fertilizantes que podem ser ajudados na agricultura, ou zonas úmidas e canaviais feitos pelo homem que filtram as águas residuais antes de serem libertadas nos cursos de água.

Seis factos sobre a crise mundial de saneamento

Um terço das escolas em todo o mundo, como esta em Timor-Leste, 
não tem instalações sanitárias, by Unicef/Antti Helin
1. Cerca de 60% da população mundial, ou 4,5 bilhões de pessoas, não têm banheiro em casa ou o sistema não gere o desperdício com segurança;

2. 862 milhões de pessoas em todo o mundo ainda defecam a céu aberto;  

3. Perto de 1,8 bilhão de pessoas usam uma fonte sem proteção contra a contaminação das fezes;

4. Um terço das escolas em todo o mundo não tem instalações sanitárias, um problema particular para as meninas durante a menstruação;

5. 900 milhões de crianças em todo o mundo não têm instalações para lavar as mãos, essenciais para evitar a disseminação de doenças mortais;

6. Em todo o mundo, 80% das águas residuais geradas pelo homem são devolvidas ao meio ambiente sem serem tratadas ou reutilizadas.

Fonte: ONU News

INPA FAZ CAMPANHA PARA COLETAR ÓLEO DE COZINHA USADO PARA SER TRANSFORMADO EM SABÃO

Foto: Genoveva Azevedo/Inpa

21/05/2018

O material arrecadado será enviado ao Instituto Água, Floresta e Vida que dará prosseguimento no processo de reciclagem do óleo

Você sabia que o óleo de cozinha pode ser transformado em sabão? Este é o objetivo da campanha lançada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), por meio do Laboratório de Psicologia e Educação Ambiental (Lapsea), de coletar o óleo de cozinha usado e transformá-lo em sabão e derivados para posteriormente ser utilizado.

O óleo residual de frituras é um grande vilão para o ambiente. Quando jogado no ralo da pia, nos vasos sanitários ou descartado no lixo comum contamina o meio ambiente. O despejo inadequado contribui para a poluição das águas, do solo e até mesmo da atmosfera. Neste sentido, o Inpa ajudará na coleta dos resíduos e encaminhamento para reciclagem.

“A coleta de óleo é ao mesmo tempo uma ação de responsabilidade ambiental e um lembrete para que se restrinja cada vez mais o uso de frituras na alimentação”, explica uma das coordenadoras da campanha, a tecnologista Genoveva Azevedo.

Essa prática não traz somente prejuízos ambientais, mas também econômicos, além de contribuir com a proliferação de doenças. O óleo usado fica incrustado nos canos e vai atraindo pragas que podem causar várias doenças, além de obstruir a passagem das águas pluviais. Para reverter há grandes gastos tanto de manutenção da rede de esgoto, como no tratamento para que a água possa ser despejada de forma correta nos mananciais.
  
“Menos frituras, menos poluição, mais saúde”, lembra Azevedo, ao conclamar a população para que seja um agente propagador de boas práticas. “Aja e estimule condutas pró-ambientais de cuidado e corresponsabilidade na proteção de nossos recursos hídricos. Informe seus familiares, amigos, vizinhos. Divulguem em condomínios, restaurantes, lanchonetes e escolas”, diz a tecnologista.

Para quem quiser doar, pode levar o óleo em um recipiente até a portaria do Bosque da Ciência do Inpa, situado na rua Bem-te-vi, s/nº - Petrópolis (próximo da avenida André Araújo,e bola do Coroado). O material arrecadado será enviado ao Instituto Água, Floresta e Vida, uma organização privada sem fins lucrativos que exerce atividades de projeto socioambiental educacional em Manaus, parceira na campanha.

Mais informações podem ser obtidas no Lapsea ou pelos telefones 3643-3361 (Genoveva), 3643-3145 (Adriana), 3643-3290 (Fernanda) no horário comercial.

Como fazer para coletar o óleo usado:

1. Espere o óleo esfriar.

2. Armazene em uma garrafa Pet.

3. Leve ao local de coleta, que é a Portaria do Bosque da Ciência do Inpa, em Manaus.

Reprodução

BRASIL E NIGÉRIA FAZEM GRANDES CAMPANHAS DE VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AMARELA

Campanha de vacinação em curso na Nigéria. Foto: OMS

28/01/2018

Com apoio da Organização Mundial da Saúde, quase 24 milhões de brasileiros e 25 milhões de nigerianos serão vacinados; vírus é endêmico em partes da África e da América do Sul; segundo OMS, essas são as maiores campanhas do mundo.

Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque.

Com o apoio da Organização Mundial da Saúde, OMS, o Brasil e a Nigéria começaram as maiores campanhas de vacinação do mundo contra a febre amarela. Segundo a OMS, o vírus é endêmico em áreas tropicais da África e da América do Sul.

A OMS explica que 69 municípios dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo começaram esta semana a aplicar a dose fracionada da vacina, um plano criado pelo Ministério da Saúde junto com a OMS e a Organização Pan-Americana da Saúde, Opas.

Mais estoques

A dose fracionada é uma maneira de se estender os estoques das vacinas, protegendo mais pessoas e reduzindo a possibilidade da febre amarela se espalhar. Segundo a OMS, receber um quinto da dose regular da vacina fornece imunidade contra a doença por pelo menos 12 meses.

No Brasil, a expectativa é de que 23,8 milhões de pessoas sejam vacinadas em São Paulo, no Rio de Janeiro e também na Bahia, estado onde a campanha deve começar em 19 de fevereiro.

África

A OMS informa que segundo o Ministério da Saúde, 130 casos foram confirmados no país, com 53 mortes, entre 1 de julho de 2017 e 23 de janeiro de 2018.

Já na Nigéria, 25 milhões de pessoas devem ser vacinadas contra a febre amarela ao longo do ano, a maior campanha da história do país. O surto começou na nação africana em setembro e até o começo de janeiro, quase 360 casos haviam sido confirmados, com 45 mortes.

Fonte: Rádio ONU


Campanha “Respeitar Proteger Garantir” – Voluntários da campanha atuam nas Paralimpíadas Rio 2016



10/09/2016

Dando continuidade às ações da campanha conjunta “Respeitar Proteger Garantir - Todos Juntos pelos Direitos das Crianças e Adolescentes”, voluntários da iniciativa estão atuando também nas Paralimpíadas Rio 2016. A competição teve início no dia 7 setembro e vai até o dia 18.

A ação dos voluntários segue a metodologia aplicada durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, realizados de 5 a 21 de agosto. O grupo atuará, de 8 a 11 e de 15 a 18 de setembro, na abordagem de visitantes, entregando folders explicativos e esclarecendo dúvidas quanto à prevenção das cinco violações de direitos de crianças e adolescentes consideradas as mais recorrentes em grandes eventos: a exploração sexual infantojuvenil, o trabalho infantil, o uso de álcool e outras drogas, crianças e adolescentes em situação de rua e crianças e adolescentes perdidos ou desaparecidos.

Os voluntários da campanha trabalham também na conscientização sobre o Disque 100 e o aplicativo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) Proteja Brasil, canais de denuncia do Sistema de Garantia de Direitos (SGD). Para promover o engajamento, a campanha está nas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram) e o público também é convidado a postar usando as hashtags #EuRespeito #EuProtejo #EuGaranto.

Durante as Olimpíadas, 71 voluntários participaram da campanha. Em média, quase 1500 abordagens foram feitas diariamente. 

Campanha conjunta

A campanha “Respeitar Proteger Garantir” tem como foco a proteção integral das crianças e adolescentes. A expectativa é que as ações de mobilização e engajamento, que tiveram início nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e seguem agora nas Paralimpíadas, ultrapassem o período da competição e sejam replicadas e disseminadas em mais eventos de grande porte. Para atingir essa meta, as ações visam envolver o máximo de instituições, governos e organizações da sociedade civil.

O projeto

A campanha faz parte do projeto “Rio 2016: Olimpíadas dos Direitos da Criança e do Adolescente”, uma continuidade da ação promovida para a Copa do Mundo FIFA 2014 que, à época, tinha como meta o combate à exploração sexual infantil. O programa de voluntariado do projeto para os Jogos Olímpicos tem como base a experiência do Grupo de Apoio em Mega Eventos (G.A.M.E.), realizada em Porto Alegre, em 2014, durante a Copa.

A realização é da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), com cofinanciamento da União Europeia (UE) e parceria do Viva Rio, da italiana ISCOS Piemonte, da Rede Internacional End Child Prostitution, Pornography and Trafficking (ECPAT) (França), das prefeituras de Porto Alegre (RS) e do Rio de Janeiro (RJ) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

A iniciativa também conta com o apoio do governo federal, por meio da Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Cidadania, da Rede Mercocidades, do Programa de Cooperação 100 Cidades para 100 Projetos Brasil-Itália, da Childhood Brasil, do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), da ECPAT Brasil, do Centro de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes do Rio de Janeiro (Cedeca-RJ), do Comitê de Proteção Integral a Crianças e Adolescentes nos Megaeventos do Rio de Janeiro, do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e da Rede de Gestores formada por representantes das cidades de Fortaleza/CE, Rio de Janeiro/RJ, Porto Alegre/RS, Natal/RN, Recife/PE, Salvador/BA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Cuiabá/MT, São Paulo/SP, Curitiba/PR, Manaus/AM, São Luís/MA.

Também colaboram com o projeto: o Ministério Público do Trabalho, a Fundação Abrinq, a AccorHotels, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do estado de São Paulo/SP (ABIH-SP), a Associação Brasileira de Agentes de Viagens do Rio de Janeiro (ABAV-Rio), o Shopping Madureira, a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), o Instituto Invepar, a Lamsa, a VIA 040 e o GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo, a Ancar Invanhoe Shopping Centers, a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), a Happy Child, a Latam, a Brasil Saúde & Ação (Brasa), o Sistema Nações Unidas no Brasil, a ANDI – Comunicação e Direitos, o Canal Futura e o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB).

Empresas, instituições da sociedade civil e governos estaduais e municipais interessados em aderir à campanha devem entrar em contato com a FNP, pelo e-mail: projetos@fnp.org.br.

Fonte: FNP


Governo lança campanha para conscientizar população sobre combate a queimadas


04/08/2016

Em pronunciamento, ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, chama a atenção para aumento dos incêndios e alerta para riscos à fauna e à flora

Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão nesta terça-feira (2), o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, fez um alerta à população para que evitem queimadas desnecessárias em áreas de matas, o que pode contribuir para elevar os casos de incêndios florestais principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País.

“A seca dos dois últimos anos fez com que o Brasil tivesse, nos últimos meses, a maior quantidade de incêndios registrada até hoje para essa época. Este, que é um período tradicionalmente seco, está apenas começando. A situação tende a piorar. Corremos o risco de enfrentar uma grande tragédia, já que os incêndios prejudicam a saúde, a produção agropecuária e de água, a distribuição de energia elétrica, o solo, a atmosfera, a fauna e a flora”, diz o ministro, no pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão.

Na mensagem, Sarney filho reforça que a prevenção dos incêndios é prioridade para o governo federal e pede a contribuição de cada brasileiro para combater os incêndios. “Evite acender fogueiras, soltar balões, jogar pontas de cigarros acesa e fazer queimadas, por menores que sejam”.

O ministro diz, ainda, que o governo federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, do Ibama e do Instituto Chico Mendes, está fiscalizando queimadas criminosas e, principalmente, orientando os produtores rurais no preparo da terra, utilizando as melhores práticas.

Por fim, o ministro reforça o número da Linha Verde (0800 618080) para que a população tire dúvidas sobre como fazer prevenção e combate aos incêndios, e dá um alerta: “Fogo no mato, prejuízo de fato”, conclui.



Unicef lança campanha de proteção às crianças

Foto: Unicef/Sokol

03/08/2016

Iniciativa tem como objetivo arrecadar doações para os menores de idade; agência da ONU quer mobilizar fãs dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio 2016 a participarem de uma corrida de 5 Km a pé ou em cadeira de rodas.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lançou esta quarta-feira, uma campanha para ajudar crianças.

A iniciativa esportiva global quer mobilizar os fãs dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 a participarem da Team UNICEF Get Active for Children, em tradução livre, "Equipe Unicef, se Exercite pelas Crianças". Essa é uma campanha para arrecadar doações para os menores de idade.

5 Km

O sistema funciona da seguinte forma: os participantes que se inscreverem devem completar um percurso de 5 Km a pé ou em cadeiras de rodas, para pessoas com deficiência. Para cada um que terminar a corrida será feita uma doação de cinco reais por um grupo de empresas.

Os participantes podem acumular um sistema de pontos realizando várias atividades, incluindo o preenchimento de um questionário no site da Equipe do Unicef.

A pessoa que registrar o maior número de pontos vai ganhar uma viagem para acompanhar o trabalho da agência da ONU no Brasil.

O representante do Fundo para a Infância no país, Gary Stahl, disse que a agência "quer que todos entrem no espírito esportivo e se exercitem pelas crianças". A meta é ajudar na arrecadação de dinheiro para os menores mais vulneráveis do mundo.

Homicídio

Calcula-se que 30 crianças e adolescentes sejam mortos diariamente no Brasil. Mais de uma em cada três mortes de adolescentes no país é resultado de homicídio, comparado com a taxa de uma para cada 20 no caso da população em geral.

Para ajudar a prevenir e responder à violência contra criança durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o Unicef lançou também uma nova versão da campanha Proteja Brasil. Esse é um aplicativo que permite às vítimas e testemunhas denunciarem casos de violência, abuso ou exploração às autoridades.

O representante do Unicef afirmou que o aplicativo Proteja Brasil "dá a oportunidade a cada pessoa de agir para ajudar as crianças".

Fonte: Rádio ONU


Índia bate recorde mundial com o plantio de 50 milhões de árvores em apenas 24 horas



21/07/2016

A Índia é o país que mais cresce em todo o mundo. Com mais de um bilhão de habitantes, claro que ela deixa um rastro de poluição. No entanto, graças a  uma campanha de reflorestamento onde arrecadaram milhões de dólares, o país irá plantar mais de 50 milhões de árvores. A campanha vai ajudar a iniciar o plano ambiental para reduzir as emissões de carbono do país em 35% previsto  até 2030.

Em 24 horas mais de 800.000 voluntários da cidade de Uttar Pradesh plantaram milhões de árvores.  

O país quebrou o recorde de plantio anterior, estabelecido pelo Paquistão de apenas 847.275 árvores . 

O grupo de voluntários plantaram 80 espécies diferentes de árvores nos arredores de Uttar Pradesh. Todas as mudas foram adquiridas de viveiros locais.

“O mundo se deu conta de que são necessários sérios esforços para reduzir as emissões de carbono e assim minimizar os efeitos da mudança climática global. Uttar Pradesh tem dado o ponta pé inicial a respeito disso”. Disse um dos voluntários.





China quer reduzir 50% do consumo de carne até 2030

29/06/2016

A corrida pela diminuição global de emissões já está em andamento e se intensificou em dezembro, durante a COP de Paris, quando 196 países assumiram publicamente o compromisso de manter o aumento da temperatura global em no máximo 2oC (com esforços para limitar em 1,5o C) em relação aos níveis pré-industriais.

Como forma de contribuir para o processo, a China, terceira maior consumidora de carne do planeta, anunciou esta semana que pretende cortar 50% de seu consumo de carne bovina, com o objetivo de reduzir os impactos no clima.

A campanha chinesa, encabeçada por um novo guia de alimentação saudável, incentiva as pessoas a diminuírem pela metade a carne nas refeições e traz o ator norte-americano Arnold Schwarzenegger e o diretor James Cameron – além de especialistas chineses – advogando sobre as vantagens de se diminuir este consumo.

De acordo com o coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur, “o movimento é ousado e muito bem-vindo”.

Nahur cita que cerca de 15% das emissões de gases de efeito estufa no planeta vêm da pecuária, sendo que a metade é causada somente pela produção de carne (boi, porco e frango) – e isso sem considerar as emissões do desmatamento relacionado. 

Estudos recentes divulgados pelo jornal The Guardian demonstram que, sem cortes drásticos nas emissões do setor, em 2050 o setor agropecuário sozinho já seria responsável pelo equivalente a toda meta prevista para o ano no planeta (o que deixa de fora transportes, energia e desmatamento). A pecuária de corte seria a principal fonte destas emissões.

“Diminuir o consumo e o desperdício de carne e de outros alimentos pode representar, além da redução significativa das emissões de CO2 equivalente do setor, uma menor demanda por conversão de novas áreas e, possivelmente, maior disponibilidade de grandes áreas para ações de conservação da natureza”, diz Nahur.

A China ocupa atualmente a terceira posição no ranking de importadores de carne bovina do Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. De janeiro a abril deste ano, a potência asiática investiu US$213 milhões na compra de carne in natura. Hong Kong, região que pertence à China, voltou a ser a porta de entrada da carne brasileira na Ásia, ocupando a primeira posição, com investimentos na ordem de US$280 milhões.

Oportunidades para produção de baixo carbono
A discussão sobre o consumo, o desperdício de alimentos e os modelos produtivos vão, cada vez mais, fazer parte do nosso futuro. Essa discussão será chave no contexto de crescimento populacional e necessidade de conter o aquecimento global e a preservação serviços ecossistêmicos, como explica o coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil, Edegar Rosa.

De acordo com ele, o Brasil tem uma oportunidade ímpar de mostrar ao mundo como é possível conciliar a expansão da produção de alimentos com a preservação dos recursos ambientais.

Nosso país ainda mantém 60% da sua área coberta com vegetação natural e é um dos maiores produtores de alimento do mundo. Intensificar a produção de forma sustentável (em um contexto de agricultura de baixo carbono), recuperando áreas degradadas e excluindo a conversão de ecossistemas naturais da produção de commodities, é uma estratégia possível para o Brasil atender a expectativa em relação à produção de alimento para o mundo e, ao mesmo tempo, promover uma economia de baixo carbono a partir da produção agropecuária.  

Segundo Edegar, mudar hábitos alimentares será cada vez mais importante, mas também precisamos pensar na forma que produzimos. “A enorme população chinesa é sempre vista como um dos desafios para a produção de alimentos e esse mercado tem uma fatia significativa não só da exportação de carne brasileira, mas também de soja e outras commodities. Porém, este recente posicionamento chinês pode ser um incentivo para buscar alternativas para uma produção mais sustentável, com menos emissões e melhor uso do solo”, explica.

Fonte: WWF.org

Campanha Passaporte Verde incentiva turismo sustentável

Desde 2008, a campanha apresenta medidas simples para que os viajantes tornem o 
turismo uma atividade sustentável - Jorge Cardoso/Ministério do Meio Ambiente

04/05/2016

O objetivo é estimular os viajantes a respeitar a natureza e promover o desenvolvimento local

Com o objetivo de incentivar turistas a adotarem atitudes sustentáveis durante a viagem, representantes dos ministérios do Turismo, do Esporte, do Meio Ambiente e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) firmaram no sábado (30) uma parceria para divulgar a campanha Passaporte Verde.

A cerimônia promovida no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, prevê a realização de ações específicas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e também no revezamento da Tocha que percorrerá mais de 300 cidades do País.

Desde 2008, a campanha apresenta medidas simples para que os viajantes tornem o turismo uma atividade sustentável, respeitando o meio ambiente e a cultura ao mesmo tempo em que promove o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais. O objetivo é sensibilizar o turista quanto ao seu potencial de contribuir com o desenvolvimento sustentável local por meio de escolhas responsáveis.

"A campanha Passaporte Verde é extremamente importante para a sensibilização tanto de empresários quanto de turistas para o desenvolvimento de um turismo mais responsável", afirmou a coordenadora-geral de turismo responsável do Ministério do Turismo, Isabel Barnasque. 

Já a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ressaltou que esta é uma oportunidade para fazer da Olimpíada um marco para a sustentabilidade no Brasil. "Essa nova agenda tem que envolver tanto o setor público quanto o privado para que a atitude de cada um frente ao meio ambiente seja pautada pela melhoria da qualidade de vida", afirmou.

Para o diretor-executivo PNUMA, Achim Steiner, o Passaporte Verde é um meio de mobilizar a partir de pequenas decisões tomadas durante a viagem, como o hotel ou tipo de transporte a ser usado.

Sobre a campanha

A campanha Passaporte Verde, coordenada pelo PNUMA, é uma iniciativa que busca promover práticas de produção e consumo sustentáveis na atividade turística, tanto na prestação de serviços quanto na conscientização dos turistas para que adotem comportamentos responsáveis em suas viagens.

Lançada em 2008, em uma parceria entre o PNUMA, os ministérios do Meio Ambiente e do Turismo do Brasil, o Ministério Francês do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e outros parceiros, a campanha também atua em diversos países como Costa Rica, Equador e África do Sul.

Em 2015, foi lançada a edição Passaporte Verde nos Jogos Rio 2016, oferecendo novas dicas e roteiros aos turistas que desembarcarão no Rio de Janeiro para acompanhar os eventos. A campanha também dá um novo salto, trabalhando com temas como acessibilidade e proteção da criança e do adolescente, além da ecoeficiência, que já vinha sendo trabalhado em edições anteriores.

Dicas para ser um turista responsável:

Evitar o uso desnecessário de água e de produtos químicos, utilizando por mais de um dia suas toalhas de banho e rosto;

Ligar o ar condicionado sempre com portas e janelas fechadas e ventiladores apenas quando necessário;

Recolher todo o lixo produzido e separar materiais recicláveis de restos orgânicos;

Utilizar sacolas reutilizáveis de pano ou papel ao invés dos saquinhos plásticos nas compras;

Na praia, utilizar protetor solar resistente à água para não poluir o mar e prejudicar a fauna marinha;
Apagar as luzes e desligar os equipamentos do ambiente ao sair;

Fechar a torneira enquanto escova os dentes. Assim, é possível gastar apenas dois litros de água em vez de 60;

Não retirar plantas, nem levar “lembranças” do ambiente natural para casa. Deixar pedras, flores, frutos, sementes e conchas onde foram encontradas para que outros também possam apreciá-los;
Jamais comprar animais selvagens;

Ajudar na educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade de disseminar essa atitude responsável.

Apple irá doar parte das vendas de apps para o meio ambiente

A ação, intitulada como Apps for Earth, receberá os lucros de 27 aplicativos desenvolvidos para a companha do grupo de conservação do meio ambiente.

Na quinta-feira (14), a Apple disse que irá doar a venda de alguns aplicativos selecionados para a World Wildlife Fund (WWF), em razão ao crescente apoio em questões ambientais. 

Ação promovida pela Apple irá contribuir com a doação da venda de aplicativos
para o apoio em questões do meio ambiente. 

A ação, intitulada como Apps for Earth, receberá os lucros de 27 aplicativos desenvolvidos para a companha do grupo de conservação do meio ambiente. 

A campanha está marcada para ocorrer em 24 de abril e é uma das primeiras que irá acontecer na App Store. A iniciativa reflete os registros dos recentes esforços ambientais da Apple e também na responsabilidade social que o CEO da Maçã, Tim Cook, tem apresentado na empresa. 

A ação deverá acontecer em 24 de abril e 27 aplicativos serão oferecidos. Os lucros serão revertidos para questões ambientais. O CEO da Apple, cada vez mais, mostra interesse em contribuir com o meio ambiente através de programas sociais.
  
"Temos colocado bastante ênfase nos últimos anos nas iniciativas ambientes na Apple, realmente tentando trilhar a jornada com respeito às nossas próprias operações e como fazemos e reciclamos nossos produtos", disse a vice-presidente de ambiente, política e iniciativas sociais da Apple, Lisa Jackson. "Isto é sobre engajar nossos clientes em nosso trabalho".

ROCK IN RIO PROMOVE CAMPANHA PARA RESTAURAR AMAZÔNIA



06/04/2016

O Rock in Rio, maior festival de música e entretenimento do mundo, lançou o Amazônia Live, um projeto social da marca a ser realizado em edições do festival até 2019.

O objetivo da campanha é mobilizar a população a abraçar a causa do meio ambiente com o slogan “Mais do que Árvores, Vamos Plantar Esperança”.

De 1500 a 1977, cerca de 4,7% da Amazônia foi desmatada, segundo dados da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (Raisg). Nos últimos 36 anos, esse percentual subiu para 18%. O Brasil já perdeu, de acordo com dados coletados até 2013, 632 mil km2 de florestas, o que afeta o clima e o equilíbrio das chuvas e a vida de quem vive perto e, também, longe da floresta.

O Rock in Rio resolveu se engajar na questão por considerar a música uma linguagem universal capaz de emocionar as pessoas. O festival tem um pilar de sustentabilidade criado em 2011: “Por um mundo melhor”.

Objetivamente, a organização do evento inicia um movimento global de restauração da Amazônia chamando a atenção das pessoas para o consumo consciente dos recursos naturais e para a mudança de seu comportamento.

Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, explica que “pela primeira vez estamos adotando globalmente uma mesma causa que será promovida em todos os países onde o Rock in Rio está, e não só, e se estenderá por várias edições do evento. Estamos garantindo o plantio de um milhão de árvores e, com a ajuda de marcas parceiras e dos fãs do festival, queremos chegar a cerca de três milhões de novas árvores na região. Com esta ação, vamos chamar a atenção do mundo inteiro para um problema urgente e mostrar que é possível plantar, sobretudo, esperança. Para se ter uma ideia da importância disso, segundo dados do ISA, uma floresta com três milhões de árvores transpira a cada dia cerca de 48 milhões de litros de água. Outro dado importante e que merece a nossa atenção é que a Amazônia tem 20% de toda a água doce do planeta e isso não pode se perder”.

A ideia começou em 2015, quando a Prefeitura de Manaus procurou a equipe do Rock in Rio para ajudar a chamar atenção para a importância da floresta no equilíbrio do planeta.

Além da campanha publicitária sobre a importância da floresta, o Rock in Rio promoverá o plantio de árvores, contando já com parceiros, como Itaú, Manaus Luz, Manaus Ambiental, Banco Mundial, Universidade Estácio de Sá, e Gol. O festival garantiu o plantio de um milhão de árvores e os parceiros se comprometeram com a causa elevando este número para 2,1 milhões.

Segundo Claudia Romano, diretora de responsabilidade social e parcerias da Estácio, a universidade vai doar 100 mil árvores, além de trabalhar na mobilização de seus alunos e colaboradores para fazerem o mesmo. “Se cada um plantar uma árvore já será um grande feito. Nossa missão de educar para transformar se expressa também na formação de profissionais e cidadãos conscientes e comprometidos”, disse.

O Banco Mundial e o ARPA (Programa Áreas Protegidas da Amazônia) também se comprometeram com a causa. “Estamos construindo uma parceria com o Banco Mundial, no âmbito do Programa Áreas Protegidas da Amazônia – ARPA, onde serão plantadas, no mínimo, 1 milhão de árvores junto ao Amazônia Live em áreas protegidas da floresta Amazônica”, garante Adriana Moreira, que trabalha para ambos os grupos.

Para o plantio, será usado um mix de sementes através de uma técnica, desenvolvida pelo Instituto Socioambiental (ISA) com o objetivo de reproduzir o processo natural da floresta, que aproveita a experiência de plantadores de árvores do Xingu-Araguaia. Essa experiência comprova que o melhor método para as árvores é serem plantadas as suas sementes diretamente no chão, no seu local definitivo. Tal ação visa a recuperar as nascentes e matas às margens dos rios, além de gerar renda de forma colaborativa e inclusiva para as comunidades locais.

Todo o processo poderá ser acompanhado durante os três primeiros anos do plantio por meio de relatórios técnicos e notícias que avaliarão a situação das árvores e da recuperação da floresta.

A ação é celebrada pelo ISA e pelos plantadores de semente. Segundo Rodrigo Junqueira, do ISA, "as melhores soluções são criadas de maneira compartilhada e em Rede. Este é o aprendizado do nosso grande parceiro, a Rede de Sementes do Xingu. Nós do ISA e os mais de 420 coletores de sementes estamos animados com o desafio de plantar um milhão de árvores no coração do Brasil. Mas também muito empenhados em levar o alerta sobre os riscos que a Amazônia está enfrentando neste momento e o papel de cada pessoa nas questões socioambientais”.

A Amazônia é responsável pelo controle climático global e pela renovação atmosférica da poluição. Preservá-la é preservar várias espécies animais e vegetais – incluindo a espécie humana.

GreenMe

CAMPANHA ARRECADA MATERIAL ESCOLAR USADO PARA RECICLAGEM E TRANSFORMA LUCRO EM DOAÇÕES

Fonte: Shutterstock

20/02/2016

Escolas e ONGs viram pontos de coleta de material escolar e ainda colaboraram com causas sociais

Início de ano letivo é a hora certa para organizar o armário e retirar todo material escolar antigo ou em mau estado. O projeto “Faxina nos Armários”, uma iniciativa da empresa Faber-Castel, tem o objetivo de coletar e reciclar materiais de escrita por todo o Brasil, além de promover a consciência ambiental nos estudantes do País.

A campanha foi lançada em 2013, com o intuito de intensificar o compromisso com o meio ambiente em épocas de aumento de consumo desse tipo de produto, que acontece no início das aulas escolares. Além disso, o projeto faz parte de um programa contínuo de coleta e reciclagem de materiais de escrita, tocado em parceria com a TerraCycle, especializada em objetos de difícil reciclagem.

Para participar da “Faxina nos Armários” os alunos, com mais de 13 anos, professores, pais e responsáveis devem inscrever sua escola, ONG ou equipe no site oficial do programa. Em seguida, é só mobilizar toda a família e os amigos para arrecadar a maior quantidade de material possível, que podem ser lápis, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, marca textos, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco, quebrados ou em desuso, independente da marca.

Os materiais recolhidos deverão ser armazenados em caixas e enviados por correio à TerraCycle, sem nenhum custo, até o dia 31 de maio de 2016. Para isso, basta imprimir etiquetas pré-pagas no site da instituição e colar nas caixas.

Para cada 12 gramas de resíduo enviados, o time de colaboradores receberá 2 pontos, que equivalem a R$ 0,02. O montante arrecado poderá ser revertido em doações para entidades sem fins lucrativos ou uma escola de escolha do grupo.

No ano passado, a iniciativa recolheu 107.673 itens em apenas três meses.


Brasil realiza vacinação contra a pólio neste sábado



15/08/2015

Ministério da Saúde espera vacinar 12 milhões de crianças de seis meses a menores de cinco anos, até 31 de agosto

Mais de 100 mil postos de vacinação funcionarão neste sábado (15) para garantir a proteção de crianças contra a paralisia infantil. Além das salas de vacinação nas unidades de saúde, o “Dia D” da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite terá postos volantes em escolas, praças e outros locais públicos. Até o dia 31 de agosto, o Ministério da Saúde espera vacinar, pelo menos, 12 milhões de crianças na faixa etária de seis meses a cinco anos incompletos, o que representa 95% do público-alvo.

Além da proteção contra a paralisia infantil, a campanha será a oportunidade para colocar a vacinação em dia. Para isso, é fundamental que os pais levem a caderneta  das crianças para ser avaliada. As vacinas em atraso podem ser administradas, na hora, pelo profissional de saúde.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembra que, apesar do Brasil não apresentar casos da doença desde 1990, é importante dar continuidade à imunização das crianças, para evitar que a poliomielite volte a circular no país. A doença foi erradicada em 1994.

“Nos últimos dois anos, a doença infectou pessoas em nove países, da África e Ásia, por isso é extremamente importante seguir a orientação da Organização Mundial da Saúde e vacinar o máximo possível de crianças. Vamos aproveitar também para colocar a caderneta das crianças em dia com a atualização de outras vacinas", reforçou Chioro.

Com a campanha de atualização, o Ministério da Saúde busca aumentar a cobertura vacinal e diminuir o risco de transmissão de doenças que podem ser evitadas, além de reduzir as taxas de abandono. Serão disponibilizadas vacinas contra tuberculose, rotavírus, sarampo, rubéola, coqueluche, caxumba, varicela, meningites, febre amarela, hepatites, difteria e tétano, entre outras.  

Crianças que nunca foram vacinadas contra a poliomielite não receberão as gotinhas na campanha. Por estarem iniciando o esquema vacinal, elas devem ser imunizadas com a vacina inativada poliomielite (VIP injetável), aplicada aos dois e quatro meses de vida. Já aos seis meses, a criança deve receber uma dose da vacina oral e outra de reforço aos 15 meses (confiram tabela abaixo).

A campanha nacional conta com uma infraestrutura composta por mais de 100 mil postos espalhados por todo o país, 350 mil profissionais de saúde e 42 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais).

APLICATIVO – O Ministério da Saúde disponibiliza o aplicativo Vacinação em Dia para facilitar o gerenciamento das cadernetas de vacinação para toda a família. A ferramenta é uma forma fácil de acompanhar o calendário de vacinação de crianças e adultos, marcando a data da imunização e agendando a próxima. Estão disponíveis informações sobre todas as vacinas ofertadas pelo SUS e o usuário poderá cadastrar até 10 carteiras de vacinação.

O aplicativo tem também a função de lembrete, com notificações sobre as campanhas sazonais de vacinação. É possível calcular ainda, a partir da inserção da primeira vacina no calendário, quando o usuário deve comparecer ao posto para uma nova imunização. Os calendários de vacinação cadastrados no aplicativo Vacinação em Dia também podem ser enviados via e-mail para impressão. A ferramenta funciona em tablets e smartphones, que utilizem sistemas operacionais iOS e Android.

Com o slogan “Você é o protetor do seu filho”, a campanha publicitária já está sendo veiculada desde domingo (9). As peças mostram a responsabilidade dos pais de levar as crianças para serem vacinadas. Até o dia 31 de agosto, as mensagens serão veiculadas na TV aberta e fechada, rádio, internet, redes sociais e aplicativos de mobile.

SEGURANÇA - A vacina é extremamente segura e protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Não existe tratamento para a poliomielite e a única forma de prevenção é a vacina. Ela é recomendada, até mesmo, para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. Já, para crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, o Ministério da Saúde recomenda aos pais que consultem um médico para avaliar se a imunização é indicada.  

POLIOMIELITE - O Brasil está livre da poliomielite desde 1990 e, em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território. Entretanto, nove países registraram casos em 2014 e 2015. Em três países - Nigéria, Paquistão e Afeganistão - a poliomielite é endêmica. Nos outros seis (Somália, Guiné Equatorial, Iraque, Camarões, Síria e Etiópia) os casos registrados da doença foram decorrentes de importação do poliovírus selvagem. Por isso, a vacinação é fundamental para que casos de paralisia infantil não voltem a ser registrados no Brasil.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.

O Brasil é referência mundial em vacinação e o Sistema Único de Saúde (SUS) garante à população brasileira acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o país, 17 vacinas que integram o Calendário Nacional e combatem mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.

Esquema sequencial de vacinação contra a poliomielite


Por Carlos Américo e Camila Bogaz, da Agência Saúde


Wagner Moura apoia campanha da ONU contra o trabalho escravo

Wagner Moura nos estúdios da ONU. Foto: Rádio ONU/Denise Costa

05/07/2015

Em Nova York, ator declarou que casos são exemplo da "exploração do homem pelo homem levada à potência mais cruel"; 21 milhões de pessoas são escravizadas, um negócio que gera ilegalmente US$ 150 bilhões por ano.

Uma nova campanha da Organização Internacional do Trabalho, OIT, busca erradicar o trabalho escravo no mundo todo. E o ator Wagner Moura está apoiando o projeto "50 for Freedom" (50 pela Liberdade).

Nesta semana, Moura visitou a sede das Nações Unidas, em Nova York, pela primeira vez e aproveitou para conversar com a Rádio ONU sobre os detalhes da campanha.

Lucros

Para o ator, ainda choca a escravidão ser uma realidade em pleno século 21 e ele chama a atenção para os dados da OIT, sobre o total de pessoas no mundo  exploradas pelo trabalho forçado. 

"A gente não tem noção hoje em dia de que no mundo moderno, 21 milhões de pessoas são escravizadas, numa coisa que gera US$ 150 bilhões (por ano) de ganância ilegal. São dados tão contundentes, tão fortes. Eu acho que serve principalmente para informar as pessoas de que isso é uma realidade. Há gente trabalhando em condições análogas as da escravidão. É a exploração do homem pelo homem levada a sua potência mais cruel e sinistra."

Apoio Político

Na entrevista à Rádio ONU, Wagner Moura contou que além de conscientizar a população, a campanha "50 for Freedom" busca o apoio dos chefes de Estado e de governo para a erradicação do trabalho escravo.

Leda Letra entrevista Wagner Moura. Foto: Rádio ONU/Denise Costa

"E agora no final de julho eles vão lançar a campanha como um todo e eu vou representar a campanha, anunciando a campanha no mundo inteiro. Essa campanha, o objetivo é fazer com que até 2018, 50 líderes mundiais, 50 países se comprometam com o novo protocolo sobre a erradicação do trabalho escravo no mundo."

Wagner Moura também divulgou em Nova York seu novo projeto de trabalho, a série "Narcos", onde vive o traficante colombiano Pablo Escobar. O seriado de 10 episódios estreia pelo Netflix em agosto.

Fonte: Rádio ONU


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