Mostrando postagens com marcador Carbono. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carbono. Mostrar todas as postagens

NEUTRALIZAÇÃO DE CARBONO: BRASKEM INTENSIFICA INVESTIMENTOS EM AÇÕES SUSTENTÁVEIS

(Imagem: Shutterstock)

01-12-2020

Empresa traça uma série de metas para ajudar o meio ambiente nas próximas décadas

Há algumas décadas o debate sobre a preservação ambiental vem se intensificando em todos os países. Em meio a pactos e tratados de redução de resíduos poluentes, empresas vem empreendendo esforços cada vez maiores para assegurar uma produção sustentável e com impacto cada vez menor sobre o planeta.  Com isso em mente a Braskem tem buscado ampliar suas iniciativas para se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 e engajar a indústria brasileira na direção de uma economia circular para carbono neutro nas próximas décadas.

Para alcançar este objetivo a empresa está pautada nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, que visam o controle dos impactos das mudanças climáticas e o compromisso público da companhia de construir um mundo mais sustentável.

No entendimento da Braskem, o uso de recursos renováveis é o caminho mais curto para transformar a indústria, e processos produtivos sustentáveis serão fatores determinantes para sobrevivência no mercado em um futuro bem próximo. 

Quase metade do seu consumo total de energia da empresa já é proveniente de fonte renovável, e com os novos investimentos em energia solar e eólica a meta é reduzir 15% das emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de evitar a emissão de 500 mil toneladas de dióxido de carbono até 2040.

Outra importante ação é a continuidade dos esforços para ampliar o portfólio de produtos químicos e polímeros de origem renovável, a exemplo do polietileno “I’m greenTM bio-based” produzido pela Braskem na região Sul do país, a partir da cana-de-açúcar. O material já está presente em produtos de mais de 200 marcas no mundo e tem capacidade de capturar até 3,09 toneladas de CO2 por tonelada produzida.

Os sete macro-objetivos da Braskem. (Imagem: Divulgação)

O plástico sustentável

Uma frente de investimento não menos importante para a Braskem é o estímulo à economia circular na indústria do plástico e conscientização da população à cerca do uso responsável do plástico. 

Através da valorização do plástico reciclado a Braskem conseguirá dar um destino adequado a cerca de 1,5 milhão de toneladas de resíduos do material até 2030. O plástico será reutilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de novas soluções, mais sustentáveis, para produção de calçados, móveis, utensílios domésticos e embalagens, entre outros.

Uma das principais parceiras da Braskem neste trabalho é a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, que garantirá que mais de duas mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.

Com todas essas ações, a estimativa é que a capacidade da Braskem em fabricar produtos químicos e resinas termoplásticas PCR (a partir de material reciclado) chegue a 300 mil ton/ano em 2025 e 1 milhão em 2030.

Metas da Braskem 

43% do consumo total de energia da Braskem é de fonte renovável (solar e eólica)

Volume de CO2 capturado com plástico de origem renovável

Metas para reduzir resíduos plásticos 

Gestão de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos até 2030.

Conheça os macro objetivos no site

Fonte: Jornal Correio

EM 2019, CEOS PREOCUPADOS COM MEIO AMBIENTE QUEREM GOVERNO ATENTO A DUAS QUESTÕES

A emissão de gases causadores de mudanças climáticas se tornou preocupação de 
diferentes setores empresariais (foto: Thinkstock)

31/12/2018 

Após a conferência COP24 na Polônia, empresários e executivos vão conversar com governo Bolsonaro sobre matriz energética e reuso de água

CEOs preocupados com a crise ambiental escolheram, como prioridades para atuação em 2019 junto ao governo federal, a transição energética (rumo a uma economia menos dependente de combustíveis fósseis) e o cuidado com a água, incluindo saneamento e reuso. Representantes da CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) afirmam já ter revalidado essas prioridades com a equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro.“O próximo passo é conversar com os novos ministros para que possamos entender juntos as prioridades das agendas”, afirma Ana Carolina Szklo, diretora de desenvolvimento institucional do CEBDS. A entidade reúne 60 dos maiores grupos atuantes no país, incluindo nomes como Ambev, Braskem, Itaú, Microsoft, Natura, Unilever e Votorantim.

A executiva explicou essa estratégia na primeira quinzena de dezembro, no Espaço Brasil na conferência internacional COP24, em Katowice, Polônia. O último dia de funcionamento do espaço, 13 de dezembro, foi inteiramente dedicado aos negócios. Os paineis abordaram temas como a proposta para precificação de carbono no país; iniciativas do setor privado brasileiro no âmbito da agenda sobre mudança do clima; estratégias empresariais e soluções de negócios na agenda climática para atrair investimentos.

Todas as palestras contaram com a participação do CEBDS, fundado em 1997 por um grupo de empresários brasileiros. A entidade é uma associação civil sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento sustentável nas empresas que atuam no Brasil. “Fazemos isso por meio da articulação junto aos governos e a sociedade”, explica Ana Carolina.

O faturamento das empresas participantes equivalente a cerca de 45% do PIB brasileiro e, juntas, elas respondem por mais de 1 milhão de empregos, afirma Laura Albuquerque, assessora técnica do CEBDS e coordenadora da Câmara Temática de Energia e Mudança do Clima (CTClima). O CEBDS representa no Brasil a rede do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), que conta com quase 60 conselhos nacionais e regionais em 36 países.

Na COP24, o CEBDS divulgou o relatório "Como as empresas vêm contribuindo com o Acordo de Paris", elaborado pela entidade, com a participação de 38 companhias, sendo 21 brasileiras e as demais, multinacionais que operam no Brasil. “Há números bastante expressivos, tanto em investimentos realizados em medidas de redução de gases de efeito estufa, quanto nas diminuições já alcançadas”, diz Laura.

O estudo, que detalha os cases vivenciados pelas empresas no combate aos GEE, abarca negócios em todos os nichos. “Há representantes do setor produtivo e do financeiro, demostrando iniciativas feitas por cinco bancos”, diz Laura. O relatório mostra que de 2016 a 2017, houve uma redução nas emissões de GEE de quase 1%, e 35% das empresas brasileiras diminuíram suas emissões por razões ligadas a alteração na produção e por ações de redução das emissões.

De acordo com o relatório, nos últimos três anos as empresas brasileiras implantaram 1.340 projetos, totalizando um investimento de US$ 85,8 bilhões em ações para redução de emissões, principalmente em ações de eficiência energética, otimização de processos e busca por fontes energéticas de baixo carbono.

O valor investido em projetos cresceu desde 2015, quando houveram investimentos de US$ 26,5 bilhões, seguido de uma queda expressiva para US$ 23,1 bilhões, em 2016, e do crescimento para US$ 36,2 bilhões, em 2017. Juntos, esses projetos contribuíram para uma redução de mais de 217,9 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, sendo que a maior redução de emissões de GEE desses anos, 60% da redução acumulada, foi devido aos projetos investidos em 2017.

Dentre as empresas retratadas nos cases, cinco (ou 25%) já participam de algum sistema regulado de precificação de carbono em outros países. Oito delas (38%) anunciam algum sistema regulado de precificação de carbono nos próximos três anos. E seis (29%), não têm previsão de nenhum sistema regulado nesse mesmo período. Dos negócios que fizeram parte do relatório, 57% (12 de 21) geraram ou compraram créditos de carbono em 2017, sendo que a maioria gerou créditos.

Segundo Laura Albuquerque, as corporações já envolvidas no mercado de carbono estão ansiosas pelo desenvolvimento desse comércio no Brasil. Em julho de 2017, o CEBDS estruturou uma Proposta de Precificação de Carbono para a Indústria em um modelo de mercado de carbono e vislumbra ações de curto prazo para estruturar as bases das negociações no Brasil.

Na opinião das executivas, o CEBDS vem para representar a voz do setor privado em eventos dessa magnitude. “Podemos apresentar o quanto o segmento já tem avançado no Brasil, além de olhar para o quanto ainda podemos fazer”, declara Ana Carolina Szklo. A diretora explica que é muito importante participar, em especial dessa edição, realizada três anos após a assinatura do Acordo de Paris, que representa um marco relevante nas negociações.

A Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) brasileira propõe a redução de 37% das emissões de GEE nacionais até 2025, o equivalente a reduzir 787 milhões de toneladas de CO2. Além de uma indicação de redução de 43% das emissões nacionais até 2030 (cerca de 925 milhões tCO2e), considerando como base nos níveis registrados em 2005 de emissões nacionais de 2.133 milhões de toneladas de CO2.

Ana Carolina afirma que no momento em que o Brasil publicou sua NDC, apresentando algumas metas específicas para diversos setores, o país acaba automaticamente assumindo compromissos. “As empresas precisam ficar atentas para se alinharem com essas diretrizes”. Na opinião da diretora, é importante que o governo dê sinais claros da implementação de certas medidas para que as companhias possam saber se isso mexe com seus projetos, investimentos e a concorrência com outros setores e países. “Há um reflexo interno que é bastante importante”, completa Ana Carolina.

A boa notícia, de acordo com Laura, é que existe um movimento voluntário das empresas brasileiras preocupadas em fazer uma transição para o baixo carbono. “A importância da COP é reforçar qual é o sinal político que agiliza os investimentos e dá segurança jurídica para as empresas continuarem no caminho e acelerar essas mudanças”, diz. Para isso, a entidade trabalha junto ao poder público por meio de um conselho de CEOs formado por líderes de algumas das corporações signatárias da CEBDS. “Eles se reúnem quatro vezes ao ano com a alta liderança do setor público”, comenta Laura.

Sendo 2018 um ano de eleição, a entidade desenvolveu uma agenda com 10 propostas do setor privado que, na opinião desses CEOs, resumem os temas prioritários da agenda de sustentabilidade que deveriam ser trabalhadas junto ao governo nos próximos anos. “É uma agenda positiva e propositiva que foi apresentada a todos os candidatos à presidência, assim como fizemos em 2014”, esclarece Laura. Uma vez definido o representante para governar o país, os executivos da entidade levam as propostas aos ministros da Fazenda e do Meio Ambiente, prioritariamente.

Ana Carolina explica que esse documento inclui dez propostas que englobam assuntos relacionados a energia, desmatamento, transporte, financiamento climático, gênero e mercado de carbono. “A ideia é trabalhar de duas a três propostas por vez e esgotar os dez temas durante os quatro anos de mandato.” 

Fonte: Época Negócios


Brasil sai na frente na agenda climática

Comissão debate participação na COP 22
Marcos Oliveira/Agência Senado
24/08/2016

Audiência no Senado Federal destaca que medidas nos setores de energia e conservação já contribuem para o cumprimento das metas nacionais.

Mesmo antes de o Acordo de Paris sobre mudança do clima entrar em vigor, o Brasil já avança no cumprimento das metas nacionais para conter o aquecimento global. Em audiência pública nesta terça-feira (23/08) no Senado Federal, representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Legislativo declararam que medidas adotadas neste ano fizeram o país sair na frente na agenda para desenvolvimento de uma economia de baixo carbono.

Além da rápida ratificação pelo Congresso Nacional do Acordo de Paris, ações na área energética alavancam a liderança brasileira no tema. O diretor de Mudanças Climáticas do MMA, Adriano Santhiago, ressaltou a aprovação da lei que aumenta os percentuais de adição de biodiesel ao óleo diesel. Segundo ele, essa legislação poderá antecipar o alcance da meta de aumentar em 18% a participação de bioenergia sustentável na matriz energética até 2030.

Os avanços nas políticas de monitoramento e controle nos biomas brasileiros também foram lembrados. Santhiago afirmou que a quarta fase do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal começa agora e está alinhada às metas internacionais do Brasil no contexto do Acordo de Paris. “A gente espera que a rapidez das respostas brasileiras influencie os demais países a terem ambição nessa agenda”, afirmou.

OTIMISMO

Os próximos passos do Brasil na agenda também foram analisados na audiência pública da Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas. A principal questão é a participação brasileira na 22ª Conferência das Partes (COP 22), marcada para novembro, em Marrakesh. “A projeção é otimista, mas depende de como os outros países vão atuar”, ponderou o subsecretário-geral de Meio Ambiente do Itamaraty, embaixador José Antonio Marcondes de Carvalho.

A COP 22 terá como desafio regulamentar o Acordo de Paris, alinhavado em dezembro do ano passado por 195 nações. Juntas, elas selaram um pacto com esforços para evitar o aumento da temperatura média do planeta e os prejuízos associados. “Os piores cenários estão se confirmando e os últimos meses foram os mais quentes da história”, alertou o diretor executivo do CBC, Alfredo Sirkis. “A situação é preocupante com incêndios e enchentes em diversos lugares.”

SAIBA MAIS

Um esforço global para conter a mudança do clima, o Acordo de Paris segue uma série de ritos para começar a valer. O pacto foi concluído pela comunidade internacional no fim do ano passado, na COP 21, e assinado em abril último. Agora, cada país que aderiu ao protocolo precisa transformá-lo em lei nacional. Para entrar em vigor, é necessário que pelo menos 55 países responsáveis por 55% das emissões globais de carbono ratifiquem o acordo.

Entre as potências mundiais, o Brasil é o que está mais avançado nesse processo. O Senado Federal aprovou no último dia 11 o projeto de decreto-legislativo que valida a adesão brasileira ao pacto, já apreciado, em julho, pela Câmara dos Deputados. Com isso, o país já está autorizado pelo Legislativo a depositar o instrumento de ratificação perante as Nações Unidas.

No contexto do Acordo de Paris, a meta brasileira de redução de emissões de gases de efeito estufa prevê mudanças em todos os setores da economia e, por isso, é considerada internacionalmente como uma das mais ambiciosas. O objetivo é cortar as emissões de carbono em 37% até 2025, com o indicativo de redução de 43% até 2030 – ambos em comparação aos níveis de 2005.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): (61) 2028-1227


Índia bate recorde mundial com o plantio de 50 milhões de árvores em apenas 24 horas



21/07/2016

A Índia é o país que mais cresce em todo o mundo. Com mais de um bilhão de habitantes, claro que ela deixa um rastro de poluição. No entanto, graças a  uma campanha de reflorestamento onde arrecadaram milhões de dólares, o país irá plantar mais de 50 milhões de árvores. A campanha vai ajudar a iniciar o plano ambiental para reduzir as emissões de carbono do país em 35% previsto  até 2030.

Em 24 horas mais de 800.000 voluntários da cidade de Uttar Pradesh plantaram milhões de árvores.  

O país quebrou o recorde de plantio anterior, estabelecido pelo Paquistão de apenas 847.275 árvores . 

O grupo de voluntários plantaram 80 espécies diferentes de árvores nos arredores de Uttar Pradesh. Todas as mudas foram adquiridas de viveiros locais.

“O mundo se deu conta de que são necessários sérios esforços para reduzir as emissões de carbono e assim minimizar os efeitos da mudança climática global. Uttar Pradesh tem dado o ponta pé inicial a respeito disso”. Disse um dos voluntários.





Floresta em pé, consciência em paz



17/07/2016

No Dia de Proteção às Florestas, Rede Natura destina parte das vendas a escola na Amazônia

O Dia de Proteção às Florestas é comemorado no dia 17 de julho, e a Natura preparou uma ação para reforçar o compromisso da empresa com a economia da floresta em pé e com a sustentabilidade.

Entre os dias 15 e 17 de julho, 5% do valor das vendas realizadas na Rede Natura, exceto frete, será destinado à escola de alternância Casa Familiar Rural de Cametá, situada às margens do Rio Tocantins, no Pará.

O valor arrecadado contribuirá para a construção do Centro de Formação Digital e beneficiará o aprendizado de mais de 60 jovens da Amazônia, valorizando o potencial da floresta e incentivando o desenvolvimento de toda a comunidade local.

“A cada iniciativa, reforçamos nosso compromisso com a sustentabilidade. E é um orgulho dizer que cada vez que um consumidor compra um produto Natura, além de experimentar uma sensação de beleza e bem-estar, ele também contribui para manter a floresta em pé.”, diz Murillo Boccia, diretor da Rede Natura.



Esta ação soma-se às iniciativas de longo prazo que a Natura estabelece na Amazônia.  Há mais de 15 anos, desde o lançamento da linha Natura Ekos, a empresa adotou no processo de desenvolvimento de seus produtos o uso de ativos da biodiversidade brasileira, unindo ciência e conhecimento tradicional das comunidades extrativistas, em um novo modelo de negócios sustentável que valoriza a floresta em pé.

“Ao longo dos anos, aprendemos que é possível fazer uso sustentável das riquezas amazônicas em harmonia com a natureza e em oposição ao ciclo exploratório que tem colocado a floresta em risco. E essa certeza vem do relacionamento que mantemos com as comunidades e cooperativas fornecedoras de ativos como castanha, andiroba, ucuuba, açaí, entre outros”, diz Renata Puchala, gerente de sustentabilidade da Natura.

Conheça outros programas sustentáveis da Natura

Programa Amazônia

Lançado em 2011, o Programa Amazônia tem como objetivo aumentar a geração de negócios sustentáveis como alternativa econômica para a região amazônica, acolhendo seus habitantes e conservando a floresta.

Ele está dividido em três pilares:

Ciência, Tecnologia e Inovação no Programa Amazônia – Os projetos desse pilar geram e divulgam conhecimento sobre a região amazônica e são realizados pelo NINA – Núcleo de Inovação Natura na Amazônia. Entre eles podemos destacar a parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a organização do Prêmio Ingredientes Vegetais Amazônicos e a expansão de parcerias junto às comunidades extrativistas da região.

Cadeias Produtivas da Sociobiodiversidade – uma das ações dessa frente foi o lançamento do Ecoparque, em 2014. O parque industrial tem como objetivo atrair outras empresas e indústrias que queiram desenvolver negócios sustentáveis a partir da biodiversidade amazônica, aumentando assim a demanda pela economia da Floresta em Pé.

Fortalecimento Institucional - O apoio às Escolas de alternância faz parte dessa frente de atuação e contribui para a capacitação de jovens apresentando uma alternativa de geração de renda e evitando a necessidade do êxodo rural e florestal.       

Compensação de Carbono na Amazônia

A Natura também tem o Programa Carbono Neutro, que nasceu em 2007 com o objetivo de reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e apoiar projetos que contribuem para a manutenção das florestas em pé e sua regeneração na Amazônia - os benefícios climáticos destes projetos são convertidos em créditos de carbono que são adquiridos para neutralizar as emissões.

Quer conhecer outras ações que a Natura apoia? Acesse a página de Sustentabilidade.

Fonte: Natura



China quer reduzir 50% do consumo de carne até 2030

29/06/2016

A corrida pela diminuição global de emissões já está em andamento e se intensificou em dezembro, durante a COP de Paris, quando 196 países assumiram publicamente o compromisso de manter o aumento da temperatura global em no máximo 2oC (com esforços para limitar em 1,5o C) em relação aos níveis pré-industriais.

Como forma de contribuir para o processo, a China, terceira maior consumidora de carne do planeta, anunciou esta semana que pretende cortar 50% de seu consumo de carne bovina, com o objetivo de reduzir os impactos no clima.

A campanha chinesa, encabeçada por um novo guia de alimentação saudável, incentiva as pessoas a diminuírem pela metade a carne nas refeições e traz o ator norte-americano Arnold Schwarzenegger e o diretor James Cameron – além de especialistas chineses – advogando sobre as vantagens de se diminuir este consumo.

De acordo com o coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur, “o movimento é ousado e muito bem-vindo”.

Nahur cita que cerca de 15% das emissões de gases de efeito estufa no planeta vêm da pecuária, sendo que a metade é causada somente pela produção de carne (boi, porco e frango) – e isso sem considerar as emissões do desmatamento relacionado. 

Estudos recentes divulgados pelo jornal The Guardian demonstram que, sem cortes drásticos nas emissões do setor, em 2050 o setor agropecuário sozinho já seria responsável pelo equivalente a toda meta prevista para o ano no planeta (o que deixa de fora transportes, energia e desmatamento). A pecuária de corte seria a principal fonte destas emissões.

“Diminuir o consumo e o desperdício de carne e de outros alimentos pode representar, além da redução significativa das emissões de CO2 equivalente do setor, uma menor demanda por conversão de novas áreas e, possivelmente, maior disponibilidade de grandes áreas para ações de conservação da natureza”, diz Nahur.

A China ocupa atualmente a terceira posição no ranking de importadores de carne bovina do Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. De janeiro a abril deste ano, a potência asiática investiu US$213 milhões na compra de carne in natura. Hong Kong, região que pertence à China, voltou a ser a porta de entrada da carne brasileira na Ásia, ocupando a primeira posição, com investimentos na ordem de US$280 milhões.

Oportunidades para produção de baixo carbono
A discussão sobre o consumo, o desperdício de alimentos e os modelos produtivos vão, cada vez mais, fazer parte do nosso futuro. Essa discussão será chave no contexto de crescimento populacional e necessidade de conter o aquecimento global e a preservação serviços ecossistêmicos, como explica o coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil, Edegar Rosa.

De acordo com ele, o Brasil tem uma oportunidade ímpar de mostrar ao mundo como é possível conciliar a expansão da produção de alimentos com a preservação dos recursos ambientais.

Nosso país ainda mantém 60% da sua área coberta com vegetação natural e é um dos maiores produtores de alimento do mundo. Intensificar a produção de forma sustentável (em um contexto de agricultura de baixo carbono), recuperando áreas degradadas e excluindo a conversão de ecossistemas naturais da produção de commodities, é uma estratégia possível para o Brasil atender a expectativa em relação à produção de alimento para o mundo e, ao mesmo tempo, promover uma economia de baixo carbono a partir da produção agropecuária.  

Segundo Edegar, mudar hábitos alimentares será cada vez mais importante, mas também precisamos pensar na forma que produzimos. “A enorme população chinesa é sempre vista como um dos desafios para a produção de alimentos e esse mercado tem uma fatia significativa não só da exportação de carne brasileira, mas também de soja e outras commodities. Porém, este recente posicionamento chinês pode ser um incentivo para buscar alternativas para uma produção mais sustentável, com menos emissões e melhor uso do solo”, explica.

Fonte: WWF.org

Owens Illinois é certificada no Programa Pegada de Carbono da ABNT



03/05/2016

A maior produtora de vidro do mundo busca produzir de forma eficiente e sustentável

A Owens Illinois (O-I), a maior produtora de vidro do mundo, acaba de ser certificada no Programa Pegada de Carbono, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Pegada de carbono é a quantidade total de emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa (GEE) que são emitidos de maneira direta ou indireta por um determinado produto ao longo do seu ciclo de vida.

O Sistema de Medição e Certificação da Pegada de Carbono de Produtos foi desenvolvido pela ABNT em parceria com a Carbon Trust, organização sem fins lucrativos, sediada em Londres (Reino Unido), que tem como missão promover a transição para uma economia sustentável e de baixo carbono. O projeto também conta com o apoio da Embaixada Britânica no Brasil e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC). A O-I aderiu ao programa em 2014.

Segundo Aline Borges dos Reis, analista de Meio Ambiente da O-I, a empresa optou por fazer a medição da pegada de carbono da tonelada de vasilhames de alimentos e bebidas, pois, dessa forma, seria possível avaliar o processo de produção de todos os produtos da fábrica. As medições foram feitas com base em dados de abril de 2014 a março de 2015. “Todo o processo foi muito instigante. Visitamos a sede da Carbon Trust, em Londres, onde recebemos treinamento e conhecemos casos de sucesso de grandes empresas ao redor do mundo. Depois, começamos a preencher os dados requisitados na calculadora de CO2”, explica Aline Borges dos Reis.

Diversos setores da companhia participaram do projeto e a coordenação ficou sob a responsabilidade da equipe de Saúde, Segurança e Meio Ambiente. “Implementar o projeto na fábrica foi simples pois todos os dados solicitados já estavam disponíveis no sistema da empresa, era necessário apenas recolhê-los com as respectivas áreas e inseri-los na calculadora de CO2”, comenta a analista de Meio Ambiente da O-I.

Eficiência de forma sustentável

O processo de medição e certificação da pegada de carbono permite que a empresa identifique pontos de ineficiência, busque soluções para aperfeiçoar seus processos e reduza custos e riscos, agindo de acordo com as melhores práticas internacionais.

Para a Owens Illinois, o principal benefício desse projeto foi a oportunidade de identificar quais processos da fábrica emitem maior quantidade de carbono e se estão ocorrendo falhas. “Quando observamos que há muito gasto de energia em um processo, podemos avaliar se isso é normal à atividade ou se está havendo desperdício devido a algum equipamento que necessita de manutenção, por exemplo. Assim, podemos traçar estratégias para melhorar nossa eficiência energética”, explica Isabela Malpighi Maraucci, diretora de Saúde, Segurança e Meio Ambiente para a América Latina da O-I.

Após um ano de medições, a ABNT concedeu à Owens Illinois, em 2016, o Certificado de Conformidade da Pegada de Carbono de Produtos (Vasilhame de Vidro de Alimento e Bebida). A participação nesse programa está alinhada à estratégia global da empresa, que tem compromisso com a sustentabilidade e busca minimizar o impacto de suas atividades no meio ambiente. Agora, a O-I está analisando os dados das medições e preparando um plano de ação, com o objetivo de reduzir sua pegada de carbono e atingir, cada vez mais, eficiência em seus processos.

Sobre a O-I

A Owens-Illinois, Inc. (NYSE: OI) é a maior fabricante de embalagens de vidro do mundo e a parceira preferida de marcas líderes de produtos alimentícios e bebidas. Com uma receita de US$ 6.2 bilhões em 2015, a empresa é sediada em Perrysburg, Ohio, EUA, e emprega mais de 27.000 pessoas em 80 fábricas distribuídas por 23 países. A O-I oferece soluções de embalagem de vidro seguras, sustentáveis, puras, únicas e rentáveis em um mercado global crescente. Para obter mais informações, acesse www.o-i.com

Fonte: SEGS
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...