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NEUTRALIZAÇÃO DE CARBONO: BRASKEM INTENSIFICA INVESTIMENTOS EM AÇÕES SUSTENTÁVEIS

(Imagem: Shutterstock)

01-12-2020

Empresa traça uma série de metas para ajudar o meio ambiente nas próximas décadas

Há algumas décadas o debate sobre a preservação ambiental vem se intensificando em todos os países. Em meio a pactos e tratados de redução de resíduos poluentes, empresas vem empreendendo esforços cada vez maiores para assegurar uma produção sustentável e com impacto cada vez menor sobre o planeta.  Com isso em mente a Braskem tem buscado ampliar suas iniciativas para se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 e engajar a indústria brasileira na direção de uma economia circular para carbono neutro nas próximas décadas.

Para alcançar este objetivo a empresa está pautada nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, que visam o controle dos impactos das mudanças climáticas e o compromisso público da companhia de construir um mundo mais sustentável.

No entendimento da Braskem, o uso de recursos renováveis é o caminho mais curto para transformar a indústria, e processos produtivos sustentáveis serão fatores determinantes para sobrevivência no mercado em um futuro bem próximo. 

Quase metade do seu consumo total de energia da empresa já é proveniente de fonte renovável, e com os novos investimentos em energia solar e eólica a meta é reduzir 15% das emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de evitar a emissão de 500 mil toneladas de dióxido de carbono até 2040.

Outra importante ação é a continuidade dos esforços para ampliar o portfólio de produtos químicos e polímeros de origem renovável, a exemplo do polietileno “I’m greenTM bio-based” produzido pela Braskem na região Sul do país, a partir da cana-de-açúcar. O material já está presente em produtos de mais de 200 marcas no mundo e tem capacidade de capturar até 3,09 toneladas de CO2 por tonelada produzida.

Os sete macro-objetivos da Braskem. (Imagem: Divulgação)

O plástico sustentável

Uma frente de investimento não menos importante para a Braskem é o estímulo à economia circular na indústria do plástico e conscientização da população à cerca do uso responsável do plástico. 

Através da valorização do plástico reciclado a Braskem conseguirá dar um destino adequado a cerca de 1,5 milhão de toneladas de resíduos do material até 2030. O plástico será reutilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de novas soluções, mais sustentáveis, para produção de calçados, móveis, utensílios domésticos e embalagens, entre outros.

Uma das principais parceiras da Braskem neste trabalho é a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, que garantirá que mais de duas mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.

Com todas essas ações, a estimativa é que a capacidade da Braskem em fabricar produtos químicos e resinas termoplásticas PCR (a partir de material reciclado) chegue a 300 mil ton/ano em 2025 e 1 milhão em 2030.

Metas da Braskem 

43% do consumo total de energia da Braskem é de fonte renovável (solar e eólica)

Volume de CO2 capturado com plástico de origem renovável

Metas para reduzir resíduos plásticos 

Gestão de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos até 2030.

Conheça os macro objetivos no site

Fonte: Jornal Correio

COCA-COLA, L’OREAL E OUTRAS 250 EMPRESAS SE UNEM PARA REDUZIR USO DE PLÁSTICO

Segundo estudo, até 2050 poderá haver mais plastico do que peixes nos mares e oceanos

19/11/18

Mobilização da Fundação Ellen MacArthur prevê substituição de materiais até 2025

Gigantes mundiais dos mais variados segmentos estão se unindo para banir o uso de plástico dos seus produtos até 2025. Nomes como Coca-Cola, H&M, L’Oreal e Unilever estão entre as 250 organizações que se comprometeram em usar materiais reutilizados, reciclados ou compostados em suas embalagens.

A mobilização foi deflagrada pela Fundação Ellen MacArthur, com sede no Reino Unido, como forma de reverter a massiva poluição marítima por embalagens e resíduos plásticos. De acordo com a entidade, até 2050, poderá haver mais plásticos do que peixes nos mares e oceanos, publicou a BBC.

Dame Ellen MacArthur, fundadora da Fundação MacArthur, disse que o compromisso oferece uma “visão clara do que precisamos para criar uma economia circular para o plástico.”

Estima-se que 8,3 bilhões de toneladas de plástico tenham sido produzidas desde o início dos anos 1950. Segundo os estudos, 60% desses materiais acabaram em aterros sanitários ou na natureza.

Desde 2010 a instituição milita junto às empresas e governos para reduzir a produção e consumo de plástico. Entre as diretrizes propostas está a substituição por embalagens que possam ser utilizadas mais de uma vez, garantir que o plástico utilizado seja de fácil reciclagem ou compostagem e aumentar a porcentagem de material reciclado nas novas embalagens.

Fonte: IstoÉ

PLANETA OU PLÁSTICO: ONU MEIO AMBIENTE, NATIONAL GEOGRAPHIC E ABSTARTUPS DEBATEM LIXO NOS OCEANOS

Imagem: ONU Meio Ambiente/National Geographic/Abstartups

05/06/2018

No Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), a ONU Meio Ambiente convida a National Geographic para debater o problema do plástico que toma conta do planeta. O diálogo será recebido pelo Comitê Cleantech da Abstartups, no auditório do Cubo Itaú, espaço de coworking do Itaú, em São Paulo, a partir das 18:30. Evento é aberto ao público e a participação é gratuita.

No Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), a ONU Meio Ambiente convida a National Geographic para debater o problema do plástico que toma conta do planeta. O diálogo será recebido pelo Comitê Cleantech da Abstartups, no auditório do Cubo Itaú, espaço de coworking do Itaú, em São Paulo, a partir das 18:30.

Ao divulgar a capa da edição de junho, a revista National Geographic causou grande reação nas redes sociais, trazendo a impactante imagem de uma sacola plástica em formato de iceberg seguida da informação de que “8 milhões de toneladas de plástico chegam até os oceanos todos os anos – e isso é só a ponta do iceberg”. A revista chega às bancas em meio às celebrações do Dia Mundial do Meio Ambiente, que, esse ano, tem como tema a poluição plástica.

Para a ONU Meio Ambiente, ter o tema abordado por uma renomada publicação como a National Geographic demonstra que o problema está cada vez mais presente na agenda global. Segundo Denise Hamú, representante da ONU Meio Ambiente no Brasil, “a poluição plástica é um dos maiores desafios ambientais do nosso tempo”.

“Ela afeta não só o meio ambiente como a saúde das pessoas. Precisamos ter uma mudança de comportamento e visão para enfrentar esse problema o mais rápido possível”, afirma.

As ações em torno do Dia Mundial do Meio Ambiente este ano querem alertar a população mundial e instigar discussões sobre possíveis soluções. O evento “Planeta ou Plástico?” contará com apresentações de Fernanda Daltro, gerente de campanhas da ONU Meio Ambiente, que irá falar sobre a campanha Mares Limpos, e da enviada especial da National Geographic, Paulina Chamorro, compartilhando os dados e descobertas da edição internacional.

Em seguida, as palestrantes receberão convidados para falar de soluções: o vereador Reginaldo Trípoli, autor do projeto de lei para o banimento de canudos na capital paulista, Paulo Pompílio, vice-presidente da Associação Paulista de Supermercados, que falará da redução no consumo de sacolas plásticas na cidade, Fernando Eccaplan, da consultoria ambiental Eccaplan, que irá falar sobre as cooperativas e práticas de hotéis e shoppings para reduzir os resíduos, e um representante da startup Oka, que produz embalagens feitas de amido.

O evento é aberto ao público e a participação é gratuita, mas o número de vagas é limitado. Inscreva-se em: www.bit.ly/PlanetaouPlastico.

Programação:

18h30 – 19h: recepção dos participantes
19h: Fernanda Daltro, gerente de campanhas da ONU Meio Ambiente, com a palestra “Mares Limpos”
19:20: Paulina Chamorro, enviada da National Geographic, com a palestra “Planeta ou plástico”
19:40: Mesa redonda com palestrantes, Vereador Reginaldo Trípoli, autor do projeto de lei de banimento de canudos, Paulo Pompílio, vice-presidente da Associação Paulista dos Supermercados, Fernando Eccaplan, da consultoria ambiental Eccaplan, e Oka Bioembalagens.

Serviço
Local: CUBO Itaú – 919, R. Casa do Ator – Vila Olímpia, São Paulo
Horário: 18:30-21h

Sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente

Desde que foi instituído, em 1974, o Dia Mundial do Meio Ambiente se tornou uma plataforma global para a conscientização pública sobre questões ambientais. É um dia para se fazer algo positivo para o meio ambiente. Há diversas formas de pessoas, escolas, empresas e governos celebrarem o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Saiba mais e acesse nosso toolkit em português em https://nacoesunidas.org/meioambiente/.
Acesse o site global da campanha em http://worldenvironmentday.global/.

Sobre a ONU Meio Ambiente

A ONU Meio Ambiente é a principal voz global em temas ambientais. Ela promove liderança e encoraja parcerias para cuidar do meio ambiente, inspirando, informando e capacitando nações e pessoas a melhorarem a sua qualidade de vida sem comprometer a das futuras gerações. A ONU Meio Ambiente trabalha com governos, com o setor privado, com a sociedade civil e com outras instituições das Nações Unidas e organizações internacionais pelo mundo. Descubra mais em http://unep.org/americalatinacaribe/br.



POR ENGANO, CIENTISTAS DESENVOLVEM ENZIMA QUE COME PLÁSTICO

Enzima descoberta acidentalmente poderá facilitar reciclagem de plástico
Foto: DW / Deutsche Welle

19/04/2018

Pesquisadores produzem por acidente proteína capaz de degradar plásticos PET e que pode ajudar a reduzir poluição causada pelo material.

Pesquisadores nos Estados Unidos e no Reino Unido produziram por acidente uma enzima que consome plásticos, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (16/04). A descoberta poderá ajudar a reduzir o grave problema da poluição causada pelo produto derivado do petróleo.

Cientistas da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos EUA decidiram concentrar seus esforços numa bactéria de ocorrência natural descoberta no Japão há alguns anos.

Pesquisadores japoneses acreditam que a bactéria Ideonella sakaiensis se desenvolveu nas últimas décadas num centro de reciclagem, uma vez até os anos 1940 o plástico ainda não tinha sido inventado. O organismo parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como Politereftalato de etileno (PET), amplamente utilizado na fabricação de garrafas.

Os cientistas buscavam compreender o funcionamento de uma das enzimas dessa bactéria, denominada PETase, analisando sua estrutura. "Eles acabaram avançando um passo à frente e acidentalmente desenvolveram uma enzima que consegue desmembrar ainda melhor os plásticos PET", afirma o relatório divulgado na publicação científica americana Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Utilizando um raio-X de brilho dez bilhões de vezes mais forte do que o Sol, eles conseguiram elaborar um modelo tridimensional de alta resolução da enzima.

Cientistas da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade do Sul da Flórida desenvolveram através de computadores um modelo que demonstrava que a PETase era bastante semelhante a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma área da PETase, porém, apresentava algumas diferenças, levando os cientistas a deduzir que esta seria a parte que permitiria a degradação do plástico. Ao modificar essa enzima, tornando-a mais semelhante à cutinase, os pesquisadores descobriram acidentalmente que a enzima mutante conseguia degradar o plástico com eficácia ainda maior do que a PETase.

Os cientistas trabalham agora em melhorias nessa enzima, para que possa, no futuro, ser desenvolvida em grande escala e utilizada no setor industrial. O objetivo ao quebrar o plástico em partes menores seria permitir que ele seja reutilizado de maneira mais eficiente.

"O acaso muitas vezes tem um papel significativo na pesquisa científica fundamental, e nossa descoberta não é exceção", afirmou o autor do estudo, o professor John McGeehan, da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth.

"Ainda que modesta, a descoberta inesperada sugere que há espaço para desenvolver ainda mais essas enzimas, nos aproximando de uma solução para reciclar as montanhas de dejetos de plástico que não param de crescer", observou.

Mais de oito milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos oceanos, enquanto aumenta a preocupação com os problemas causados à saúde humana e ao meio ambiente. Apesar dos esforços globais para reciclar essa matéria-prima, a maior parte dos produtos plásticos sobrevive durante centenas de anos.

Fonte: Terra


Conheça o processo de logística reversa de embalagens plásticas



28/12/2017

Para evitar a poluição ambiental é fundamental a realização da reciclagem e a logística reversa de embalagens plásticas.

Com o aumento da população mundial nas últimas décadas, o descarte correto de resíduos deixou de ser uma política de incentivo a boas práticas e se tornou uma verdadeira necessidade para empresas e cidadãos que se preocupam com a preservação ambiental por meio da sustentabilidade.

Para se ter ideia da gravidade da questão, dados apontam que, em 2012, 40% dos resíduos sólidos urbanos não foram descartados da maneira correta. Isso significa que mais de 24 milhões de toneladas de lixo foram parar na natureza, prejudicando o solo, a água e a saúde pública.

Nesse contexto preocupante, a logística reversa surge como uma importante ação para reduzir o descarte irregular de produtos. Este é um processo que diz respeito ao gerenciamento do fluxo físico dos produtos e embalagens, fazendo com que eles retornem a seu local de origem após serem consumidos. O objetivo é fazer com que esses resíduos recebam o tratamento mais adequado, de modo a reduzir os impactos ambientais relacionados ao descarte.

Processo de logística reversa de embalagens plásticas

Por serem baratas e resistentes, as embalagens de plástico são amplamente utilizadas pela indústria, sobretudo nos segmentos de alimentos e bebidas. Porém, este é um tipo de material que pode ser altamente tóxico à natureza, uma vez que leva muitos para se decompor naturalmente e, enquanto isso, acaba poluindo o ambiente.

Para minimizar o impacto causado por esses itens, é essencial que as empresas se dediquem à reciclagem e a processos de logística reversa de embalagens plásticas. De maneira geral, este processo é composto por cinco etapas principais:

- Coleta das embalagens, que passam por um processo de lavagem para retirada de resíduos, seguida de pesagem;
- Na sequência, as embalagens são trituradas, gerando flocos de plástico;
- Os flocos gerados passam por um processo em que são transformados em grãos;
- Dos grãos é possível obter outros produtos, como fios de poliéster, que são utilizados em tecidos;
- Na última etapa da logística reversa de embalagens, os produtos produzidos podem ir para as indústrias e receberem novas aplicações para a geração de outros produtos industriais.

Requisitos e produtos gerados

É importante destacar que a logística reversa de embalagens plásticas não pode ser realizada com qualquer tipo produto plástico, por questões de qualidade e aplicabilidade. Canos de PVC, para-choques de carros, brinquedos produzidos com plástico, garrafas PET, tampa de embalagens, copos descartáveis e embalagens de produtos de limpeza estão entre os principais materiais que podem passar por este processo.

Em relação à aplicação industrial, os produtos gerados pela logística reversa de embalagens são muitos. Na construção civil podem ser utilizados para a fabricação de bancos, conduítes, telhas, tijolos e mesmo pisos com pegada sustentável. O mesmo é valido para a arquitetura, pois vasos de planta, pallets e mesmo móveis também podem ser construídos a partir dos produtos gerados pela logística reversa embalagens.

Dinâmica Ambiental

Especializada em gerenciamento de resíduos, a Dinâmica Ambiental é uma empresa que atua na área de engenharia reversa de aerossóis, produtos inservíveis e embalagens. A empresa, que faz parte do Grupo Fragmaq, oferece soluções para descaracterização e destinação correta de cosméticos, produtos farmacêuticos, produtos alimentícios e embalagens plásticas. 

Fonte: FRAGMAQ


Cidade holandesa será a primeira do mundo com uma estrada feita com plástico reciclado

Crédito: VolkerWessel

14/07/2015

O composto feito com garrafas plásticas recicladas é mais resistente e barato do que uma estrada de asfalto, segundo seus inventores

A Holanda pode se tornar o primeiro país do mundo a pavimentar suas ruas com garrafas plásticas, após a prefeitura da cidade de Roterdã afirmar que está considerando implantar um novo tipo de cobertura para suas ruas, considerado por seus criadores como uma alternativa mais sustentável ao asfalto.

A empresa VolkerWessels apresentou nesta sexta-feira (10) os planos para uma superfície feita inteiramente com plástico reciclável, que precisaria de menos manutenção do que o asfalto e poderia aguentar grandes variações de temperatura, entre -40 C e 80 C.

As estradas poderiam ser construídas em questão de semanas, ao invés de meses, e durar três vezes mais, segundo seus inventores.

A produção de asfalto é responsável pela emissão de 1,6 milhão de toneladas de CO2 por ano no mundo todo, quase 2% de toda poluição gerada nas estradas e ruas do planeta.

"O plástico oferece todos os tipos de vantagem, comparando-se ao modo como as ruas e estradas são feitos atualmente, tanto na construção das ruas como na manutenção delas", afirma Rolf Mars, executivo da VolkerWessels.

As estradas de plástico são mais leves, reduzindo o impacto no solo, e ocas, tornando mais simples a instalação de cabos e encanamentos embaixo da superfície.

Cada pedaço de estrada pode ser pré-moldado em uma fábrica e transportado até onde eles serão instalados, reduzindo o transtorno causado pela construção de estradas. Ou seja: menos congestionamento por causa das obras na pista.

Mars afirma que o projeto PlasticRoad ainda está em um estágio conceitual, mas a empresa espera conseguir construir a primeira estrada completamente reciclada em até três anos. A cidade de Roterdã já assinou um acordo para realizar o primeiro teste da tecnologia.

Fonte: Info, com informações de The Guardian


Abiplast lança selo que reconhece boas práticas

20/05/2014

Com o novo selo, recicladoras podem destacar sua adequação aos critérios socioambientais e econômicos.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) lançou, em janeiro, o Selo Nacional de Plásticos Reciclados - Senaplas. 

A proposta é identificar, valorizar e certificar as empresas do segmento de reciclados plásticos que atuam conforme os critérios socioambientais e econômicos exigidos pela lei.

“Esses critérios abrangem toda a legislação ambiental, incluindo, por exemplo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos e as licenças estaduais e municipais. Do ponto de vista social e econômico, abordamos a aplicação de toda a legislação trabalhista, em especial o cuidado com o trabalho infantil, além da legislação previdenciária e dos cuidados com saúde e segurança, entre outros”, detalha Gilmar do Amaral, consultor da Abiplast.

A indústria de reciclagem plástica reúne 815 empresas que faturam R$ 2,394 milhões por ano e contam com 22.705 empregados diretos. “O selo vai incentivar e valorizar a formalização dos recicladores, demonstrando que há empresas e produtos adequados e de qualidade no segmento, fortalecendo toda a cadeia”, explica o coordenador da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos da Abiplast, Ricardo Hajaj.

A certificação também procura diferenciar as empresas da competição desleal. Os compradores, por sua vez, ganham segurança jurídica, respaldandose em relação à responsabilidade compartilhada que integra a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e comercial, garantindo a origem e a qualidade do produto adquirido.

São elegíveis ao selo as produtoras de matéria-prima reciclada que comercializam resinas recuperadas e produtos transformados pelos recicladores. O processo de verificação será realizado pelos sindicatos estaduais e a certificação será oferecida pela Abiplast, com vigência de 24 meses.

Fonte: CEMPRE


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