CANTO E FEZES DAS BALEIAS REVELARÃO MAIS SEGREDOS DA ANTÁRTIDA

Pinguins na Antártida em foto de janeiro de 2015 (Foto: AP Photo/Natacha Pisarenko, File)

17/02/2018 

Os efeitos da mudança climática também serão matéria de estudo da expedição feita por um grupo de cientistas até o Mar de Ross.

Um grupo de cientistas viajou recentemente para o Mar de Ross para estudar o canto e as fezes das baleias durante o inverno nesta zona protegida, com a esperança de revelar mais segredos sobre a Antártida.

Este espaço marítimo de cerca de 1,55 milhão de quilômetros quadrados declarados zona protegida desde o ano passado abriga um terço da população mundial do Pinguim-de-adélia, um quarto da dos pinguins-imperador, além de petrel da Antártida, focas de Wedell e merluza-negra.

Para a região, partiu na semana passada o navio neozelandês Tangaroa com 23 cientistas a bordo, na expedição que a cada dois anos é organizada pelo Instituto de Pesquisa Aquática e Atmosférica (NIWA) e pela Universidade de Auckland.

"Vamos tentar demonstrar que estas medidas são úteis para a conservação do meio ambiente e seus recursos", disse à Agência Efe o chileno Pablo Escobar, cientista do NIWA, antes de iniciar a expedição que percorrerá 7,8 mil quilômetros.

Um dos estudos previstos consistirá em colher à mão com uma pequena rede, desde uma lancha, as fezes das baleias para analisar como estas afetam o ecossistema antártico.

"Isso é feito para estudar os isótopos estáveis nas amostras e aprender de quais níveis tróficos (conjunto de organismos de um ecossistema) se alimentam", explicou Escobar.

A ideia parte de estudos preliminares que sugerem que o plâncton depende destes excrementos como fonte de ferro.

"Muitos animais que consomem zooplâncton e fitoplâncton transferem a energia às baleias, aos pinguins, às focas e às aves. Tudo está conectado e por isso devemos entender mais sobre estes ecossistemas", enfatizou o analista chileno.

Outra equipe utilizará boias com hidrofones para captar o som produzido pelas baleias, especialmente no inverno, quando o gelo impede o acesso à zona.

"As baleias usam os sons para se comunicar entre elas e buscar comida. Isso nos ajudará a identificar as espécies", disse Escobar, ao detalhar que nem todos os cetáceos se deslocam durante o inverno para o norte na busca de calor.

O cientista chileno já participou há dois anos de uma expedição similar na qual gravou 40 mil cantos da baleia azul, espécie da qual puderam avistar dezenas de espécimes após uma paciente busca em uma área com abundantes cadumes de krill.

Em outro estudo, Escobar se centrará em utilizar sondas de som para calcular a distribuição e abundância de peixes através de sinais acústicos.

"Todo organismo com uma densidade diferente à das colunas de água produz um eco", explicou o chileno, especialista em acústica.

As medições se centrarão nos sons dos peixes mesopelágicos, que vivem entre 200 e mil metros de profundidade, assim como do krill e o plâncton.

Estas indagações levarão os cientistas de Tangaroa a remexer nas profundezas do fundo do mar, onde tentarão captar imagens e sons das espécies que habitam esta remota e selvagem zona do planeta.

"Sempre são descobetas espécies novas", disse Escobar, que insistiu sobre a importância de conhecer a fauna e, sobretudo, a das profundezas marinhas "antes que se extingam e nunca cheguemos a ver".
Os efeitos da mudança climática também serão matéria de estudo da expedição através da observação da troca do CO2 entre a atmosfera e o oceano, que é um dos sumidouros deste dióxido de carbono, vinculado aos gases do efeito estufa.

Além disso, será elaborado um mapa do fundo oceânico na zona do Mar de Ross para determinar os efeitos da mudança climática, e será analisada a bioquímica do oceano e as comunidades microbianas, entre outros trabalhos.

Fonte: G1


PESQUISADOR DO AMAPÁ É HOMENAGEADO COM NOME EM NOVA ESPÉCIE DE INSETO

Foto: Divulgação / EMBRAPA

17/02/2018

Adaime estuda moscas-das-frutas e parasitoides há mais de dez anos

As identidades de duas novas espécies de parasitoides de moscas-das-frutas no Brasil foram reveladas em um artigo publicado pelo professor e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias do Amapá (Embrapa-AP) Ricardo Adaime, na revista científica Zootaxa da Nova Zelândia. As duas novas espécies foram denominadas Doryctobracon adaimei e Doryctobracon whartoni.

Doryctobracon adaimei foi designada em homenagem ao agrônomo que a descobriu, pelos estudos conduzidos há mais de dez anos com moscas-das-frutas e parasitoides na região Norte. Ele publicou juntamente com os pesquisadores Walkymário Lemos, da Embrapa Amazônia Oriental – Pará e Roberto Antônio Zucchi, da Universidade de São Paulo, o livro “Moscas-das-frutas na Amazônia brasileira: diversidade, hospedeiros e inimigos naturais”, resultante de pesquisas realizadas no âmbito da “Rede Amazônica de Pesquisa sobre Moscas-das-frutas”, projeto financiado pela Embrapa.

De acordo com Adaime, as duas espécies de parasitoides foram obtidas de frutos de Geissospermum argenteum (espécie vegetal silvestre conhecida popularmente como “quina”), coletados em municípios do Amapá. As espécies apresentavam características morfológicas diferentes das que já apareceram na América do Sul. Por isso, foram enviadas ao professor e  taxonomista da USP Roberto Antônio Zucchi, para correta identificação e descrição das novas espécies.

“O parasitoide Doryctobracon adaimei tem sido a espécie mais abundante nas amostras de ‘quina’ coletadas no Amapá e apresenta percentual de parasitismo significativo, já constatado em campo. Agora, queremos ver se ele se adapta em condições de laboratório, para estudarmos sua biologia”, explica Ricardo Adaime.

A outra espécie descrita, Doryctobracon whartoni, foi designada em homenagem a Robert Wharton, atualmente em atividade nos Estados Unidos, pela sua contribuição à taxonomia dos braconídeos parasitoides de moscas-das-frutas. O trabalho científico publicado recentemente, que contém a detalhada descrição morfológica e o estudo de biologia molecular das duas novas espécies de parasitoides.

UNEB REALIZA SEMINÁRIO PREPARATÓRIO PARA FÓRUM SOCIAL MUNDIAL



17/02/2018

Discutir com a comunidade a participação da UNEB no Fórum Social Mundial (FSM). Esse é o objetivo do seminário preparatório que a universidade vai realizar no dia 28 de fevereiro, das 8h às 18h, no teatro da instituição, no Campus I, em Salvador.

A iniciativa, gratuita e aberta ao público, visa articular e mobilizar professores, pesquisadores, técnicos e estudantes para a construção da programação da UNEB para essa edição do evento, que abordará o tema Resistir é Criar, Resistir é transformar.

A programação do seminário contará com mesa de debates com integrantes do grupo facilitador do FSM, além de atividades culturais.

Jurema Werneck vai proferir conferência sobre 
direitos humanos. Foto: Reprodução
Destaque para a conferência Direitos Humanos na Construção de outro mundo: Mulheres, Juventude, LGBT, Povos do Campo e Povos de Comunidades Tradicionais, que será proferida por Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil.

A professora Rosana Rodrigues, membro da comissão de organização do FSM na UNEB, destaca a importância do envolvimento dos departamentos nessa atividade e em outras propostas visando à articulação com a sociedade local e os territórios.

“Esse seminário acontecerá na semana de abertura do semestre 2018.1 com objetivo de mobilizar, articular toda a comunidade acadêmica, na capital e no interior do estado, para a construção coletiva do FSM, aprofundando o eixo “Direitos Humanos”, pauta constante das discussões e ações da UNEB”, frisou a coordenadora.

Para participar do seminário não há necessidade de realizar inscrição prévia.

13º Fórum Social Mundial

A 13ª edição do Fórum Social Mundial será realizada em Salvador entre os dias 13 e 17 de março. A expectativa é que cerca de 150 mil pessoas de todo o mundo participem das atividades do evento, que acontecerão na UNEB e em vários outros espaços da capital baiana.

O Fórum Social Mundial (FSM) é um evento que envolve movimentos sociais de várias partes do mundo, a fim de elaborar alternativas para uma transformação social global.

As inscrições individuais e de organizações podem ser feitas até o dia 10 de março no site www.fsm2018.org ou presencialmente, durante a realização do evento. Já as inscrições para atividades e para a Feira da Economia Solidária podem ser feitas até o dia 20 de fevereiro, no mesmo endereço eletrônico.

Apenas coletivos ou organizações podem inscrever atividades que farão parte da programação do Fórum, e que serão autogestionadas. Ou seja, as organizações devem ficar responsáveis por definir os nomes de palestrantes e suas presenças em Salvador, por meios próprios e seu formato das atividades. Já a organização do FSM 2018 garantirá o espaço para a realização da atividade proposta e divulgação da mesma na programação no site do Fórum.

Resultado de um longo processo de diálogo no Coletivo Brasileiro e consultas nacionais e internacionais, as Atividades poderão ser inscritas a partir de 19 eixos temáticos.



THE COCA-COLA COMPANY ANUNCIA NOVO PLANO GLOBAL PARA AJUDAR A CRIAR UM MUNDO SEM RESÍDUOS

(Crédito:  The Coca-Cola Company)

17/02/2018

A empresa vai aplicar sua força global de marketing para ajudar a educar o público sobre o que, como e onde reciclar

A The Coca-Cola Company anunciou que está remodelando completamente sua abordagem sobre embalagem, com um objetivo global de ajudar a coletar e reciclar o equivalente a 100% de suas embalagens até 2030.


Esse objetivo é o ponto central da nova visão da companhia sobre um Mundo Sem Resíduos. O Sistema Coca-Cola pretende direcionar um investimento de longo prazo, que inclui um trabalho em curso para tornar as embalagens 100% recicláveis. Isso começa com a compreensão de que os recipientes de comida e bebida são parte importante da vida moderna das pessoas, mas que há muito mais a ser feito para reduzir os resíduos de embalagem em escala global.

“O mundo tem um problema de embalagem — e, como todas as empresas, nós temos a responsabilidade de ajudar a resolver isso”, disse James Quincey, presidente e CEO da The Coca-Cola Company. “Por meio da nossa visão sobre um Mundo Sem Resíduos, estamos investindo no nosso planeta e na nossa embalagem para ajudar a deixar esse problema no passado”.

A companhia e seus parceiros engarrafadores estão buscando diversos objetivos centrais:

Investimento no planeta: até 2030, a cada garrafa ou lata que o Sistema Coca-Cola vender, em escala global, nós pretendemos ajudar a resgatar uma de volta, para que tenha mais de uma vida. A companhia está investindo orçamento e técnicas de marketing para atingir 100% de coleta, ajudando as pessoas a entenderem o que, como e onde reciclar. Vamos apoiar a coleta de embalagens em todos os setores da indústria, incluindo garrafas e latas de outras companhias. O Sistema Coca-Cola vai trabalhar com comunidades locais, parceiros da indústria, clientes e consumidores, para ajudar a enfrentar desafios como embalagens descartadas de forma inadequada e lixo marinho.

Investimento em embalagem: para alcançar o objetivo da coleta, a The Coca-Cola Company está trabalhando continuamente para tornar todas as suas embalagens 100% recicláveis globalmente. A companhia está criando garrafas melhores, seja com mais conteúdo reciclável, desenvolvendo resinas à base de plantas, seja reduzindo a quantidade de plástico em cada recipiente. Até 2030, o Sistema Coca-Cola pretende ainda fazer garrafas com 50% do conteúdo reciclável, em média. A intenção é definir um novo padrão global para embalagem de bebidas. Atualmente, a maioria das embalagens da companhia é reciclável.

Mundo Sem Resíduos é o próximo passo dos esforços já em curso da companhia, dando continuidade à bem-sucedida meta de retornar para o meio ambiente em torno de 100% da água usada nas bebidas. A companhia atingiu e excedeu sua meta de neutralidade em água em 2015, cinco anos à frente do esperado. Essas medidas são parte da ampla estratégia da companhia de crescer com consciência, tornando-se uma companhia de bebidas completa que avança na direção certa.

“Garrafas e latas não podem fazer mal ao nosso planeta, e um mundo sem lixo é possível”, disse Quincey. “Empresas como a nossa devem ser líderes. Consumidores em toda parte do mundo se preocupam com o nosso planeta, e eles querem e esperam que as empresas tomem atitudes. É exatamente isso que vamos fazer, e convidamos outros a se juntarem a nós nessa jornada”.

A The Coca-Cola Company vai trabalhar para alcançar essas metas com a ajuda de diversos parceiros globais: Ellen MacArthur Foundation, com a iniciativa New Plastics Economy, The Ocean Conservancy/Trash Free Seas Alliance e World Wildlife Fund (The Cascading Materials Vision and Bioplastic Feedstock Alliance). A Coca-Cola vai realizar, ainda, ações com novos parceiros em níveis regionais e locais, e planeja trabalhar com clientes-chaves para motivar consumidores a reciclar mais embalagens.

Sobre a The Coca-Cola Company

A The Coca-Cola Company (NYSE: KO) é a maior empresa de bebidas do mundo, oferecendo mais de 500 marcas de bebidas em mais de 200 países. Das nossas marcas de US$ 21 bilhões, US$ 19 bilhões estão disponíveis em versões com pouco ou nenhum açúcar, para ajudar as pessoas a controlarem mais facilmente o consumo de açúcar adicionado. Além da marca Coca-Cola, alguns de nossos produtos ao redor do mundo são: bebidas à base de soja AdeS, chá verde Ayataka, águas Dasani, sucos e néctares Del Valle, Fanta, café Georgia, chás e cafés Gold Peak, Honest Tea, sucos Minute Maid, bebidas esportivas Powerade, sucos Simply, smartwater, Sprite, vitaminwater e água de coco Zico. Na Coca-Cola, levamos a sério as contribuições positivas para o mundo. Isso começa com a redução de açúcar em nossas bebidas e com trazer novas e diferentes opções para pessoas de todos os lugares. Também significa trabalhar continuamente para reduzir o impacto ambiental, criar carreiras gratificantes para nossos associados, e trazer oportunidades econômicas em todos os lugares onde operamos. Com nossos parceiros engarrafadores, empregamos mais de 700 mil pessoas em todo o mundo. Para mais informações, visite nossa revista digital Coca-Cola Journey e siga The Coca-Cola Company no Twitter, no Instagram, no Facebook e no LinkedIn.

Fonte: Coca-Cola Brasil


CHINA DÁ BOAS-VINDAS A 2018, O ANO DO CÃO TERRA

Reprodução


17/02/2018 

Enquanto no Brasil se comemora o Carnaval, aqui na China começaram as celebrações do Ano-Novo Chinês.

Por Bela Lima

Para quem não sabe, essa é a festividade mais importante da China e uma referência à data de comemoração do Ano-Novo adotada por vários países da Ásia que seguem um calendário anual distinto do nosso.

O calendário chinês é lunissolar. Ou seja, leva em consideração tanto as fases da lua quanto a posição do sol. O Ano-Novo Chinês começa na noite da lua nova mais próxima da data em que o sol passa pelo décimo quinto grau de aquário.

Os chineses relacionam cada novo ano a um dos 12 animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião.

Na sexta-feira (16/2), despedimo-nos do Ano do Galo e damos oficialmente as boas-vindas ao Ano do Cão Terra.

Reprodução

Segundo reza a tradição, o ano que termina é de impulsividade e criatividade, enquanto o novo é de equilíbrio e tolerância.
Alguns detalhes dessa mega comemoração – o país para por 20 dias – estão me chamando muita atenção.

No apartamento onde moro, recebi um envelope vermelho e dourado, no qual devo ofertar um valor para os funcionários. A quantia deve ser par, e muitos presenteiam U$ 8, por ser considerado um número de sorte que traz abundância.
É comum os mais velhos ofertarem o mesmo envelope, mas com quantidades maiores de dinheiro, para seus netos mais novos.

Na véspera do Ano-Novo, os chineses limpam e arrumam a casa, cortam o cabelo e fazem oferendas aos deuses que protegem o lar.

Reprodução

As cores vermelho e dourado são predominantes na comemoração. O vermelho, que representa fogo e sucesso, simboliza a transformação, o movimento e a vida, por isso as mulheres preferem usar essa cor para atrair sorte e amor ao longo do ano.
Durante as festividades, lanternas vermelhas são acesas e penduradas na porta principal durante 15 dias. Lançam-se fogos de artifícios para espantar os maus espíritos, o azar e as más energias.

O jantar da véspera é quando a família se reúne para se despedir do velho ciclo e iniciar o novo. São preparados pratos que trazem sorte, riqueza e felicidade. Não faltam os bolinhos em forma de lingotes de ouro, o peixe que representa dinheiro, as tangerinas ou laranjas da sorte, e sempre é servido um prato à base de arroz e talharim, que representam prosperidade e longevidade. Todos os alimentos são servidos em bandejas vermelhas.



Nas ruas, é comum ver celebrações como as danças do dragão e do leão. A do dragão traz prosperidade, sorte e renovação. A do leão atrai sorte e prosperidade durante todo o ano.

O Ano-Novo Chinês é marcado pelos seus rituais e superstições. No primeiro dia, da lua nova, dá-se as boas-vindas aos deuses do Céu e da Terra. As pessoas costumam não comer carne, pois acreditam que assim terão vida longa e feliz.

O segundo é considerado dia de todos os cães. Assim, os chineses dão atenção aos bichos de estimação. Eles também rezam aos deuses e aos seus antepassados.

Nos terceiro e quarto dias, os genros prestam homenagem aos sogros, e os filhos, aos pais.

No quinto dia, ou Dia de Po Woo, as pessoas ficam em casa para dar as boas-vindas ao Deus da Riqueza. Já no sexto, todos saem de casa e dirigem-se aos templos para rezar por fortuna e saúde.

No sétimo dia é festejado o nascimento de todos os seres humanos, e a data também é considerada o dia dos agricultores. Assim, comem-se noodles e peixes, que simbolizam longevidade e sucesso.

Nos oitavo e nono dias, reza-se para o Deus do Céu e ao Imperador Jade, respectivamente.

Entre o décimo e o décimo segundo dias, são oferecidos banquetes. E, no décimo terceiro dia, só se come arroz, para purificar o organismo.

No décimo quinto dia, quando teremos a primeira noite de lua cheia, as pessoas saem às ruas com lanternas coloridas e celebram com seus amigos e entes queridos.

Um detalhe importante é que, na noite do Ano-Novo, todas as portas e janelas devem estar abertas à meia-noite, para deixar o velho ano sair. As dívidas devem estar pagas, para afastar o mau feng shui das finanças.

Em relação às previsões do Ano do Cachorro, é um período favorável a acordos, parcerias, networking, compartilhamento e fidelidade. Devem ser evitados gastos desnecessários, estripulias e egoísmos.

O Ano do Cão é tempo de refletir sobre o coletivo, sendo favorável pensar de forma mais ecológica, na natureza.

O símbolo maior do cachorro é a fidelidade, o companheirismo, a lealdade, o serviço desinteressado, o amor incondicional.

Que o Ano do Cachorro seja bom para todos!



BRASIL AUMENTA PRODUÇÃO E PASSA PARA A OITAVA POSIÇÃO NO RANKING DA ENERGIA EÓLICA



17/02/2018

País ultrapassa o Canadá no levantamento da Global Wind Energy Council

Levantamento da Global Wind Energy Council (GWEC) divulgado nesta quinta-feira (15) coloca o Brasil entre os destaques na produção de energia eólica no mundo. Com a ampliação do parque, foi possível passar o Canadá e ocupar o oitavo lugar no ranking mundial de energia proveniente dos ventos.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), hoje o Brasil possui mais de 500 usinas eólicas que geram quase 13 gigawatts de energia elétrica. Conhecidamente uma região de ventos vigorosos, o Nordeste é responsável por 60% da produção. 

“O Brasil tem um dos melhores ventos do mundo do mundo para produção de energia eólica e nosso fator de capacidade, que é a medida de produtividade do setor, passa do dobro da média mundial. Além disso, temos uma cadeia produtiva 80% nacionalizada, que investe e gera empregos aqui”, afirma a presidente da entidade, Élbia Gannoum.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da ABEEeólica e GWEC


CORREDORES AGROECOLÓGICOS SÃO APRESENTADOS NO SUDESTE GOIANO



17/02/2018

Nos dias 27 e 28 de fevereiro, pesquisadores da Embrapa, representantes do movimento camponês e agricultores de Catalão e Silvânia (GO) vão promover a segunda edição do circuito de visitas técnicas em propriedades rurais da região Sudeste de Goiás – as Rotas Agroecológicas. O objetivo é demonstrar os corredores agroecológicos como estratégias para a produção de alimentos e sementes voltadas ao manejo da agrobiodiversidade e sustentabilidade de pequenas propriedades familiares.

As Rotas Agroecológicas são organizadas pela Embrapa Cerrados (DF), em parceria com a Associação Camponesa Nacional (ACAN) e Movimento Camponês Popular (MCP) e a Central de Associações de Minis e Pequenos Produtores Rurais do Município de Catalão (CAMPPRMC). As atividades integram o projeto “Corredores agroecológicos como estratégias para produção de alimentos e sementes, focados no manejo da agrobiodiversidade e sustentabilidade de pequenas propriedades familiares – Agrobio II”, liderado pela pesquisadora Cynthia Torres, da Embrapa Cerrados.

No dia 27, a Fazenda Corinalves, no distrito de Santo Antônio do Rio Verde, vai sediar as atividades. Serão apresentadas a estratégia do projeto Agrobio II, o corredor agroecológico, a produção de sementes agroecológicas e melhoramento participativo de milho e feijão, além da atuação e as estratégias do MCP. A visita será finalizada com uma roda de diálogo.

Já no dia 28, na comunidade Barrinha, em Silvânia, haverá visita técnica ao corredor agroecológico implantado na propriedade da família Carvalho Lima, também com uma roda de diálogo ao final.

As inscrições serão feitas no dia e local do evento. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3388-9891 e 3388-9832, ou pelo e-mail cerrados.eventos@embrapa.br.

Programação

27/02/18: Visita técnica à Fazenda Corinalves – Comunidade Olhos d’Água, distrito de Santo Antônio do Rio Verde, Catalão - GO

9h30 – Recepção e credenciamento dos agricultores – Técnicos da ACAN (Associação Camponesa Nacional)/ MCP (Movimento Camponês Popular)

10h30 – Boas vindas - Jamil Corinto e Lucimar Alves – agricultores associados ao MCP e ACAN e proprietários da Fazenda

· Estratégia do projeto Agrobio II – Cynthia Torres (Embrapa Cerrados)
· Produção de sementes agroecológicas e melhoramento participativo de milho e feijão – Altair Machado (Embrapa Cerrados)
· Atuação e estratégias do Movimento Camponês Popular – Sandra Alves (MCP e ACAN)

10h50 – Lanche: degustação de produtos de milho – variedade Sol da Manhã

11h – Início das visitas às experiências:
· Corredor agroecológico – Cynthia Torres e Jamil Corinto
· Programa de desenvolvimento de sementes agroecológicas de milho e feijão – Altair Machado

14h – Almoço e Roda de Diálogo

16h – Encerramento do dia

28/02/18: Visita técnica à propriedade da Família Carvalho Lima – Comunidade Barrinha, Silvânia - GO

10h30 – Boas vindas – Sra. Benedita Carvalho, Adair dos Santos Lima e Joselina Maria R. S. Santos – agricultores associados ao MCP e ACAN e proprietários da Fazenda

11h – Visita ao Corredor Agroecológico – Adair Lima e Cynthia Torres

13h – Almoço e Roda de Diálogo

15h – Encerramento


BIKE DELIVERY. UM CAMINHO MAIS SUSTENTÁVEL

BRUNO DE OLIVEIRA, da Bike Vegan: a galera acha massa e a gente pode se 
exercitar" Foto: Julio Caesar

09/02/2018

O hábito de andar de bicicleta em Fortaleza passou a ser mais difundido com o surgimento do projeto Bicicletar em 2014, e com a reestruturação das ciclovias na Capital. Mas não é apenas no contexto da mobilidade que as bikes ganharam espaço. Agora, elas se destacam também no serviço de entrega.

Bruno de Oliveira, que é um dos membros da rede de comida vegana Bike Vegan, diz que a escolha pelo bike delivery foi feita pela perspectiva ecológica. Para ele, o diferencial é não poluir a cidade e ser mais rápido, além da “galera achar massa e a gente pode se exercitar”.

Ele explica que as entregas são feitas por meio de agendamento prévio, e que os valores das taxas são calculados a partir da quilometragem percorrida pelo entregador. “5 km é até R$ 5, 10 km até R$ 10”. Bruno acredita que esse modelo de negócio tende a crescer, pois a cidade “começa a se voltar para o ecológico”.

Miguel Andrade também aposta num “mercado verde”. Ele é fundador do aplicativo de entregas Vruuum, que há oito meses adotou a opção do serviço realizado por magrelas. A condição é que as encomendas caibam dentro da mochila do ciclista.

Miguel acredita que em Fortaleza a cultura do bike delivery ainda não é tão difundida porque o trânsito é “tranquilo” se comparado ao de outras cidades do País. Assim, a moto ainda pode ser mais rápida. Nem por isso mais interessante.

Ele destaca que o bike delivery é um “serviço limpo, e que retira um veículo das ruas, contribuindo para reduzir o engarrafamento”. Ressalta também que, em horário de pico, o bikeboy pode fugir do trânsito de forma mais ágil e fácil.

O baiano Pablo Martinez criou Leve de Bike Courier, em Salvador, quando decidiu ter uma vida mais sustentável. Ele avalia que na capital baiana, esse modelo de serviço ainda soa com certa desconfiança entre os consumidores.

O problema, no entanto, é contornado logo após o primeiro contato. O empresário garante que as pessoas ficam encantadas ao receber entregas de um ciclistas.

Para ele, nem mesmo o possível atraso em relação a outros meios de transporte é um problema. “Se cinco minutos a mais em uma entrega for considerado desvantagem, então esse é o defeito”, diz.

CRONOMETRADO

A Associação dos Ciclistas Urbanos (Ciclovida) já realizou cinco edições do Desafio Intermodal de Fortaleza. Em três edições, a bicicleta rápida foi considerada o meio que levava mais vantagem no tempo de deslocamento. A motocicleta levou a melhor nas outras duas edições.

Os voluntários saem todos do mesmo ponto e têm o mesmo destino. Cada um segue o percurso que considera mais conveniente, desde que respeite as regras do trânsito.

Em 2017, a moto foi o veículo mais rápido. Confira o resultado da última edição:

MODAL / TEMPO

MOTOCICLETA 24 minutos

BICICLETA RÁPIDA 29 minutos

MOTOTÁXI 30 minutos

BICICLETA ELÉTRICA 33 minutos

TÁXI 35minutos

CARRO 35minutos

BICICLETA URBANA 36 minutos

UBER 40 minutos

PEDESTRE CORRENDO 46 minutos

ÔNIBUS 50 minutos

BICICLETA COMPARTILHADA + ÔNIBUS 52 minutos

PEDESTRE CAMINHANDO 95 minutos 

Fonte: O Povo

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PROTÓTIPO DE VEÍCULO MOVIDO A BIOMETANO PROMETE REDUZIR CUSTOS NA AGRICULTURA FAMILIAR

(Reprodução)

09/02/2018

Novidade foi apresentada durante show rural em Cascavel e processo de industrialização deve começar no próximo ano

O protótipo CH4PA, veículo utilitário movido a biometano, foi oficialmente lançado nesta terça-feira (6), durante o 30° Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), pela Itaipu Binacional e o Centro Internacional de Energias Renováveis-Biogás (CIBiogás).

Resultado de uma parceria internacional voltada à inovação e ao desenvolvimento sustentável no agronegócio, o CH4PA surgiu após pesquisas indicarem a necessidade de um veículo com a capacidade de transporte dos tratores, mesclada com a mobilidade das caminhonetes. O objetivo é facilitar o transporte de cargas e reduzir custos, principalmente para os agricultores familiares.

O utilitário foi desenvolvido em parceria pelo CIBiogás com a empresa austríaca Spirit Design, recursos da Agência de Desenvolvimento Austríaca (ADA) e o apoio da Itaipu Binacional e da Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI).

Diferencial do veículo é o abastecimento com biometano, oriundo do refino do biogás

A expectativa é que no final de 2019 tenha início o processo de industrialização do CH4PA. “É um protótipo que ainda está em fase de pesquisa, mas a expectativa é que ele possa gerar novos negócios na região”, explicou o superintendente de Energias Renováveis da Itaipu Binacional, Paulo Afonso Schmidt.

O grande diferencial do veículo é o abastecimento com biometano, oriundo do refino do biogás, que pode ser produzido a partir da decomposição anaeróbica de dejetos de animais ou outros resíduos orgânicos. O uso do biocombustível ajuda a reduzir a emissão de gases de efeito estufa.

Para o diretor presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis, o desenvolvimento de veículos movidos a biometano é um passo importante. “O CH4PA está aqui no Show Rural para apresentarmos a agricultura do futuro. Sem dúvida nenhuma, no futuro veremos o agronegócio usando como matéria prima para o desenvolvimento os biocombustíveis”, acrescentou.

Mobilidade e capacidade

O novo veículo recebe esse nome ao fazer referência à fórmula química do metano: o CH4, principal componente do biogás. O protótipo criado para aplicações no meio rural pode executar ações como o transporte cargas e a utilização de implementos agrícolas. O CH4PA consegue carregar até uma tonelada, com uma autonomia de 200 quilômetros e uma velocidade máxima de 60 km/h. Os próximos passos do projeto são a construção do segundo protótipo com tecnologia nacional ou tropicalizada e a produção em escala no Brasil.

Fonte: InfoMoney

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