ECLIPSE ESCURECE O SOL NOS EUA E EM OUTRAS PARTES DO MUNDO; VEJA FOTOS DO BRASIL

Eclipse solar total é assistido nos EUA e parcialmente no Brasil

22/08/2017

Versão total do fenômeno foi vista apenas por norte-americanos; região Norte brasileira foi a que melhor conseguiu assistir.

Por volta das 14h15 da tarde (horário de Brasília), os moradores de Oregon, nos Estados Unidos, tiveram a chance de observar um dos fenômenos mais raros: o eclipse solar total. O sol foi "coberto" pela lua deixando as cidades em completa escuridão.

O eclipse seguiu por uma extensa faixa de terra no país. Ele também pode ser visto de forma parcial em outros países, como o México. No Brasil, a região Norte foi a com melhor "vista" para o fenômeno. Veja algumas fotos abaixo:


Eclipse solar visto do bairro do Bongi, na Zona Oeste do Recife, Pernambuco 
(Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Eclipse solar atraiu centenas de pessoas ao ponto de observação montado 
no Parque da Cidade em Natal (Foto: Canindé Soares)

Eclipse solar em Natal, Rio Grande do Norte (Foto: Claudio Abdon)

Imagem registrada em Maceió mostra começo do fenômeno
(Foto: Adriano Aubert S. Barros / Observatório Astronômico)

Homem se equilibra em frente ao eclipse em Jackson Hole, Wyoming
(Foto: Keith Ladzinski / Red Bull Content Pool / Reuters)

Múltipla exposição cria efeito de um anel de diamante no eclipse
(Foto: Jonathan Ernst/Reuters)

Eclipse total do sol é visto em Depoe Bay, Oregon, nos EUA
(Foto: Mike Blake/Reuters)

Eclipse em sua 'quase' totalidade (Foto: Nasa/Reprodução)

Lua começa a passar em frente ao Sol. Foto tirada em parque nacional em Ross Lake,
no estado americano de Washington. (Foto: Bill Ingalls/NASA via AP)

Chapelle Saint-They, na França, é vista ao lado do eclipse parcial 
(Foto: Mal Langsdon/Reuters)

Eclipse é visto de forma parcial na Cidade do México 
(Foto: Henry Romero/Reuters)

Multidão acompanha o eclipse solar total em Depoe Bay, Oregon
(Foto: Mike Blake/Reuters)

Trio de irmãs Isabelle, Alexandra e Eloise esperam em parque de Nova York
(Foto: AP Photo/Mark Lennihan)

Eclipse foi visto de forma parcial em Nova York
(Foto: Eduardo Munoz/Reuters)

Homem olha para sol em praia da Carolina do Sul
(Foto: AP Photo/Mic Smith)

Um avião passa em frente ao sol em Guernsey, Wyoming
(Foto: Rick Wilking / Reuters)

Grupo de jornalistas assiste ao eclipse dentro da Casa Branca
(Foto: Yuri Gripas/Reuters)

Annie Penuel e Lauren Peck usam máscaras feitas de pratos de papel em
Nashville Tennessee. (Foto: Shelley Mays/AP)

Trump olha direto para o sol durante o eclipse
(Foto: AP Photo/Andrew Harnik)

Grupo espera o início do eclipse no Central Park, em Nova York
(Foto: Ariane Marques/G1 )

Espectadores assistem aos momentos finais do fenômeno em Illinois 
(Foto: Brian Snyder/Reuters)

Donald Trump assiste ao eclipse solar na Casa Branca 
(Foto: Kevin Lamarque/Reuters)

Melania e Donald Trump se posicionam para assistir 
(Foto: Kevin Lamarque/Reuters)
Fonte: G1 Ciência e Saúde

ECLIPSE SOLAR IRÁ COBRIR O SOL COMPLETAMENTE NOS EUA; VEJA COMO SERÁ NO BRASIL



21/08/2017

No dia 21, raro fenômeno deverá juntar milhares de pessoas na América do Norte.

Por Carolina Dantas, G1

Hoje, dia 21 de agosto, os moradores de uma faixa de terra dos Estados Unidos verão um sol negro. É o eclipse solar total, um dos fenômenos mais aguardados pela agência espacial americana (Nasa) neste ano. No Brasil, ele será visto de forma parcial -- quanto mais ao Norte, mais coberto estará o sol.

A última vez que a maioria dos norte-americanos experimentou um eclipse total foi em 1991. Neste ano, de acordo com a Nasa, o fenômeno poderá ser observado por 500 millhões de pessoas de forma total ou parcial: 391 milhões nos Estados Unidos, 35 milhões no Canadá e 119 milhões no México (além da América Central e parte da América do Sul).

O trecho mais intenso para a observação vai de Lincoln Beach, em Oregon, até Charleston, na Carolina do Sul. Nesta região, o sol ficará completamente preto durante pouco tempo: 2 minutos e 40 segundos -- a transição completa será de mais de 4 horas.

(Foto: Arte/G1)

A expectativa está grande. Milhares de hoteis estão lotados na faixa de terra que ocorrerá a escuridão e eventos estão com ingressos esgotados há meses. A pesquisa "eclipse 2017" no Google produziu mais de 35 milhões de acessos.

No topo do Brasil, no monte Caburaí, o eclipse será parcial: cerca de 50% de escuridão. O trecho contemplado pela penumbra chega até Brasília, mas com apenas 1,96%. Nestas regiões com baixo índice, os observadores podem, talvez, notar apenas uma diminuição do brilho do sol.

Mais de perto

Este é o segundo e último eclipse registrado neste ano: o primeiro ocorreu em 26 de fevereiro. Era do tipo anular, quando há uma faixa de luz ao redor do sol, formando uma espécie de um "anel de fogo". Ele foi visto no Pacífico, no Chile, na Argentina, na África.

Em 2018, a Terra não terá eclipses totais -- em que o sol é totalmente coberto. O próximo ocorre em 2 de julho de 2019 e mais perto: terá mais abrangência no Brasil e seu trajeto de escuridão será na América do Sul.

Eclipse solar é visto em 26 de fevereiro de 2017 em Coyhaique, no Chile 
Foto: REUTERS/Stringer

ONU MARCA DIA MUNDIAL HUMANITÁRIO COM APELO EM PROL DE CIVIS EM CONFLITOS

Funcionários na sede da ONU juntos pela campanha #NotATarget. 
Foto: ONU News/Paulina Carvajal

19/08/2017

Operações ocorrem em 40 países; registos indicam que ocorreram mais de 200 grandes ataques contra as operações de ajuda  com 101 trabalhadores humanitários mortos.

Eleutério Guevane, da ONU News em Nova Iorque.

As Nações Unidas assinalam este 19 de agosto o Dia Mundial Humanitário apelando à solidariedade aos civis afetados pelos conflitos.

Por ocasião da data, o subsecretário-geral para Assistência Humanitária, Stephen O’Brien, pediu à comunidade internacional que proteja os trabalhadores do setor que "mesmo à custa da sua vida oferecem ajuda no mundo".

Operações

Em conversa com a ONU News, em Nova Iorque, o responsável destacou não haver bem público internacional de maior valor que buscar salvar vidas e proteger civis afetados em crises.

Stephen O’Brien  defende que os funcionários humanitários não são um alvo e "a sua proteção deve ser uma prioridade" em conflitos. Segundo o responsável,  o tipo de operações ocorre em 40 países e "muitos estão nesses locais há vários anos apesar das dificuldades".

Para O’Brien, o Dia Mundial Humanitário é uma oportunidade para que os países se concentrem em proteger os trabalhadores da área, particularmente os que atuam no setor da saúde.

O Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários revela que em 2016 houve 201 grandes ataques contra as operações de ajuda, tomando como referência as informações do projeto Base de Dados de Segurança dos Trabalhadores Humanitários.

Pelo menos 101 funcionários do setor  foram mortos nesses incidentes, 98 ficaram feridos e 89 foram sequestrados.

Síria 

Na entrevista, o subsecretário geral lamentou o recente assassinato de sete voluntários socorristas na Síria, conhecidos como Capacete Brancos, destacando que "infelizmente, esses incidentes tornam cada vez mais comuns".

O’Brien enfatizou que tanto os países como os trabalhadores e coordenadores humanitários  continuam a demonstrar força, determinação, coragem e convicção para salvar vidas e proteger civis isolados em crises.

Fonte: Rádio ONU

JAPAN AIRLINES FAZ PARCERIA PARA TRANSFORMAR ROUPAS EM COMBUSTÍVEL



19/08/2017

A Japan Airlines está trabalhando em associação com a empresa de reciclagem Japan Environmental Planning (Jeplan) e o Green Earth Institute para desenvolver um processo de transformação de roupas usadas em biocombustível para aviões a partir de tecnologias de fermentação. A expectativa da companhia aérea é que esse projeto inédito de reaproveitamento tenha um impacto significativo no Japão, país que descarta 1,97 milhão de toneladas de têxteis anualmente - volume suficiente para lotar quase três estádios de beisebol.

O empresário Michihiko Iwamoto, que fundou a Jeplan em 2007, passou cinco anos desenvolvendo uma forma de criar bioetanol a partir camisetas e calças jeans, usando fermentação para quebrar os açúcares contidos no algodão em alcoóis. “Apesar dos avanços tecnológicos, a fibra têxtil continua sendo queimada ou enviada para aterros. Só no Japão são quase 2 milhões de toneladas por ano que poderiam ser reaproveitadas”, destaca Iwamoto ao comentar um dos assuntos que mais atrai seu interesse: a reciclagem. “Quero incentivar a formação de uma sociedade orientada para a reciclagem.”

A empresa vem pesquisando também o reaproveitamento de outros materiais. Um exemplo é a fibra de poliéster. Segundo dados da Jeplan, essa fibra é usada na fabricação de cerca de 60% do vestuário produzido hoje e grande parte de sua matéria-prima é derivada do petróleo. A reciclagem começa com a dissolução da fibra de poliéster que é purificada e transformada em uma resina de poliéster utilizada novamente como matéria-prima para fabricar fibra de poliéster.

A Jeplan está agora construindo uma planta para produzir combustível aeronáutico experimental em uma de suas unidades fabris. Embora o algodão produza apenas uma pequena quantidade de combustível, os benefícios de desviar roupas usadas dos aterros são bastante promissores. Estima-se que 100 toneladas de algodão gerem cerca de 10 quilolitros de combustível. A reciclagem de todo o algodão usado do Japão poderia produzir 70.000 quilolitros de combustível por ano, o que representa menos de 1% do consumo do país. Vale notar, porém, que a tecnologia que está no radar da Jeplan também poderá ser aplicada para outros tipos de resíduos, incluindo papel. Ou seja, o vestuário pode ser apenas o começo.

A Jeplan já está trabalhando com 12 varejistas - como as gigantes Aeon e Muji - para coletar itens em mais de 1.000 lojas em todo o país. A empresa planeja iniciar voos de teste usando uma mistura de combustível convencional e derivado de algodão em 2020, antes de estabelecer uma fábrica comercial até 2030.

Para saber mais: 

http://www.jal.com/en/ 
https://www.jeplan.co.jp/en/

Fonte: CEMPRE

ACORDO FORTALECERÁ RECURSOS HÍDRICOS NO PAÍS

19/07/2017

Cooperação firmada entre Ministério do Meio Ambiente e Itaipu Binacional apoiará ações de revitalização de bacias e de educação ambiental.

Sarney Filho e Vianna: cooperação
Alexandre Marchetti/ Itaipu
O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, assinou nesta sexta-feira (18/08), em Toledo (PR), acordo que implementará ações voltadas para a gestão de recursos hídricos no país. A cooperação firmada entre o governo federal e a Itaipu Binacional tem como foco a revitalização de bacias hidrográficas e inclui, ainda, atividades de formação de gestores ambientais locais e de educação ambiental em escolas da região.

O acordo de cooperação técnica promoverá a interação entre o Programa de Revitalização de Bacias Hidrográficas, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), e o programa Cultivando Água Boa, da Itaipu Binacional. O objetivo é que a experiência do programa executado pela hidrelétrica seja implantado em ações socioambientais desenvolvidas pelo governo federal em outras regiões do país, como o Vale do Rio São Francisco.

A importância dos recursos hídricos foi apontada como prioridade pelo ministro. No evento de assinatura do acordo, Sarney Filho destacou a necessidade de medidas como a revitalização de bacias diante da crise hídrica atual e dos efeitos da mudança do clima. O ministro fez sobrevoos no oeste paranaense para conhecer as ações do Cultivando Água Boa na Bacia Hidrográfica do Paraná 3 e visitou os trabalhos de recuperação de nascentes em São José das Palmeiras (PR).

PUBLICAÇÃO

A cooperação também engloba ações de educação ambiental. Nesse contexto, o ministro Sarney Filho e o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, lançaram o caderno Fontes de Financiamento para Educação Ambiental. Além da publicação, as ações de educação previstas incluem a formação de educadores e gestores ambientais, realização de cursos e atividades educativas e de mobilização em escolas da região.

As atividades no oeste paranaense contaram também com a participação do diretor-presidente da Agência Nacional das Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo, da diretora de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão, de diretores e técnicos da usina e de prefeitos da região.
      
Acordo prevê ações em educação ambiental (Foto: Alexandre Marchetti)

*Com informações da Itaipu Binacional

Fonte: Ascom/MMA

COMO AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS VÃO MUDAR O MUNDO DOS NEGÓCIOS E O MERCADO DE TRABALHO

As mudanças climáticas estão nos forçando a adotar energias renováveis, como a eólica

19/08/2017

Amanda Ruggeri
Da BBC Future

Quando falamos em mudanças climáticas, a maioria das pessoas pensa em consequências ambientais como aumento do nível do mar, temperaturas elevadas e derretimento de geleiras.

Em algumas partes do mundo, como o sul da Flórida ou as montanhas da Suíça, essas mudanças já estão afetando a vida diária. Em Miami, por exemplo, estações de tratamento de esgoto estão sendo reconstruídas em um nível mais alto, os quebra-mares estão sendo elevados e os estacionamentos de carros, planejados com estruturas contra inundação - não só uma resposta às de hoje, mas de olho na previsão do nível do mar no futuro.

Especialistas dizem que esses efeitos podem ser apenas a ponta do iceberg derretendo: as mudanças climáticas estão transformando tudo, das finanças até a saúde.

Como resultado, não são apenas os responsáveis pelo planejamento urbano em áreas de risco que terão de mudar seus projetos para o futuro. De agentes financeiros até fazendeiros, engenheiros civis e médicos, um número cada vez maior de profissionais verão seus mercados mudarem.

Isso significa que pode haver outra consequência da mudança climática que muitas vezes passa despercebida: o que isso significa para a sua carreira.

"Todo mundo vai precisar entender (as mudanças climáticas) da mesma forma que você assumiria que todos no ramo de negócios precisam ter alguma fluência em redes sociais hoje ou que todo mundo seria capaz de usar um computador 20 anos atrás", diz Andrew Winston, autor do livro The Big Pivot: Radically Practical Strategies for a Hotter, Scarcer, and More Open World ("O Grande Pivô: Estratégias Práticas Radicais para um Mundo Livre Mais Aberto, Quente e Com Menos Recursos", em tradução livre).

Transformações em curso

Já que é difícil saber exatamente quão dramáticos serão os efeitos das mudanças climáticas, é difícil saber exatamente quanto elas afetarão diferentes ramos. Mas algumas das transformações já podem ser observadas. Desastres relacionados ao clima como secas e furacões, por exemplo, estão afetando bolsos e seguradoras - com impactos em pessoas e negócios em lados opostos do mundo.

Enquanto isso, as complicadas redes de abastecimento de uma indústria de confecção globalizada indica que uma interferência em um lugar pode causar consequências em outros. Isso foi comprovado recentemente, quando terremotos atingiram o Japão em abril de 2016, causando estragos em fábricas que vendiam partes automotivas para a Toyota e forçando a empresa a suspender a produção.

As mudanças climáticas estão nos forçando a adotar energias renováveis como 
a solar, o que tem aumentado a demanda nesses setores - Crédito: ALAMY

Até mesmo a indústria da saúde pode ser afetada. Além de afetar a disponibilidade de água limpa e de alimentos, um clima mais quente está aumentando a vulnerabilidade das áreas cujos moradores já estão sob o risco de doenças como malária e dengue.

A recente epidemia de zika pode ter sido exacerbada por causa do clima mais quente. Entre 2030 e 2050, a Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que as mudanças climáticas causarão 250 mil mortes a mais por ano.

"Uma das coisas mais interessantes que não se fala a respeito, mas que há muito trabalho sendo feito na OMS, é o que está chegando até nós em termos de doenças e como o clima está mudando e espalhando doenças e epidemias mais rápido", diz Michelle DePass, decana da Faculdade Milano de Assuntos Internacionais, Administração e Políticas Urbanas na New School, em Nova York.

"Podemos ouvir a BBC falando sobre ebola e outras coisas e não entender que estamos muito, muito vulneráveis a esse tipo de epidemia aqui nos Estados Unidos também por causa do que está acontecendo com o clima."


O presidente francês Emmanuel Macron demonstrou interesse em atrair cientistas e 
pesquisadores à França para combater as mudanças climáticas 
Crédito: Getty Images

Aliás, este ano, o Relatório de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial, que é baseado em análises de 750 especialistas, descobriu que um dos cinco maiores riscos enfrentados pelo mundo em 2017 em termos de impacto em potencial são as armas de destruição em massa.

Todos os outros são relacionados ao clima: acontecimentos climáticos extremos, crises de água, desastres naturais de grande escala e fracasso no abrandamento e na adaptação às mudanças climáticas.

Apesar do tamanho do desafio, menos funcionários que o necessário são treinados para incorporar padrões climáticos nos seus planejamentos para o futuro, segundo Daniel Kreeger, diretor-executivo da ONG Association of Climate Change Officers (Associação Empresarial de Mudanças Climáticas, em tradução livre).

Uma das iniciativas da ACCO é organizar treinamentos e programas de credenciamento em habilidades relacionadas ao clima. "Nós não temos as pessoas certas com as habilidades certas nos lugares certos", diz ele.

Um dos exemplos apontados por Kreeger é a engenharia civil. "Nós não esperamos ter inundações monstruosas e então seca por seis meses. Esperamos ter quantidades pequenas e periódicas de chuva. Logo, nossos sistemas não estão equipados para lidar com grandes temporais", afirma.

"Quando esses parâmetros mudarem, você precisará de uma mão de obra para lidar com essas mudanças. Bem, nossos engenheiros civis não foram treinados para lidar com mudanças climáticas durante o treinamento. Nossos planejadores urbanos, nossos administradores de cidades, nossos arquitetos. Ninguém aprendeu essas coisas."

Empregando o clima

Agora, as dez habilidades mais desejadas para conseguir um contrato de emprego, de acordo com uma análise de dados do LinkedIn, têm a ver com tecnologia: pense em computação em nuvem, marketing SEO e arquitetura web.

Mas da mesma forma que a tecnologia transformou a mão de obra de hoje, alguns dizem que as mudanças climáticas podem transformar o amanhã.

Uma indústria que já mostra sinais dessa evolução é a de energia. De acordo com dados do sistema de buscas de emprego Indeed, no primeiro trimestre de 2014 no Reino Unido, as ofertas de empregos no setor de energia renovável - bioenergia, geotérmica, hidroelétrica, solar e eólica - representavam um terço (32,9%) de todas as ofertas de emprego do setor de energia desse período de 2014.

Em 2017, isso aumentou para mais da metade de ofertas de todo o setor de energia, ou 51,5%.

Apesar desses números serem específicos do Reino Unido, o mesmo padrão de inclinação às renováveis tem ocorrido mundialmente, diz Tara Sinclair, uma integrante sênior da Indeed e economista na Universidade George Washington.

Essas mudanças foram o resultado de uma variedade de fatores, incluindo a queda nos preços de petróleo e a competitividade pelo gás natural: durante três anos, as ofertas de emprego de petróleo e carvão no Reino Unido caíram de dois terços (66,5%) do setor de energia para menos da metade (47,7%).

Mas também são consequência de como empregadores e pessoas buscando emprego estão se interessando em diminuir emissões e as mudanças climáticas, diz Sinclair. Depois da queda do preço de petróleo anos atrás, afirma ela, os empregos na indústria de petróleo diminuíram, assim como o interesse das pessoas que procuram empregos nesse ramo.

"Parte disso é que há menos oportunidades e as pessoas reagem ao que elas sabem que é a situação do mercado de trabalho em termos gerais", afirma ela. "Mas também parece existir essa atratividade cada vez maior em empregos na economia verde."

Da mesma maneira que muitas pessoas das indústrias de gás e petróleo conseguiram mudar para a energia verde, diz Sinclair, muitos empregados já deveriam ter habilidades transferíveis a assuntos específicos de mudanças climáticas, como cadeias de demanda e produção.

"De maneira geral, o planejamento de produção diversificado a respeito de fenômenos voláteis de clima será uma parte da habilidade que você deverá ter", diz Sinclair. "Mas eu não vejo porque isso seria muito diferente de fazer planejamento a respeito de outros fenômenos destrutivos, seja ele político ou qualquer outra coisa. Eu não acho que essa seja uma habilidade que não vimos antes."

Quebra-mares estão sendo reconstruídos em litorais que enfrentam o aumento do 
nível do mar como consequência das mudanças climáticas - Crédito: ALAMY

O poder do dinheiro

Ainda não se sabe o quanto as mudanças climáticas vão afetar as habilidades esperadas de empregados em indústrias menos afetadas imediatamente pelas mudanças climáticas do que, digamos, a engenharia civil ou seguradoras.

Mas até mesmo companhias ou ramos que pareciam ser menos afetados diretamente estão se interessando pela questão. Winston, que dá consultoria para vários negócios para ajudá-los a se manter à frente de tendências globais - inclusive a das mudanças climáticas - cita a Unilever.

A megacorporação, que faz tudo desde o sabonete Dove até o picolé Magnum, exigiu ações sérias em uma variedade de iniciativas sustentáveis - incluindo ter 100% de sua energia de produção advinda de fontes renováveis até 2030 (ela já cortou suas emissões de carbono em 43% de 2008 para 2016).

Outras companhias também têm iniciativas ambiciosas: Coca-Cola, Ikea e Walmart também se comprometeram a ter 100% de energia renovável.

Pode parecer estranho empresas adotarem discursos que parecem mais com os de ONGs, mas não é. Em primeiro lugar, é atraente para os consumidores. Uma pesquisa recente da Cone Communications, uma empresa de Relações Públicas para marcas, descobriu que 87% dos americanos dizem que eles comprariam um produto por causa do alinhamento da companhia a uma questão com a qual eles se importam.

E também atrai potenciais funcionários: cerca de dois terços dos millennials - a geração que formará metade da mão de obra dos Estados Unidos até 2020 - dizem que eles levam em consideração os compromissos sociais e ambientais de uma empresa ao considerar uma oferta de trabalho.

Mas não é apenas uma questão de marketing. Como a Unilever afirma em seu site, diminuir o uso e o desperdício de energia, por exemplo, significa cortar tanto custos quanto exposição à volatilidade de preços - a empresa diz que já cortou 700 milhões de euros (R$ 2,6 bilhões) em custos somente nessa área desde 2008.

O interesse corporativo na contenção das mudanças climáticas também é, obviamente, devido à preocupação com a saúde econômica do planeta. Um estudo de 2016 apontou que o simples efeito do aumento das temperaturas sobre a produtividade dos trabalhadores, especialmente em climas quentes como na Ásia ou na África, pode custar mais de US$ 2 trilhões (R$ 6,3 trilhões) à economia global até 2030.

"A mudança nas discussões em conselhos executivos e em companhias em geral sobre clima tem sido bastante profunda", diz Winston. "Não há uma grande companhia no mundo que não esteja falando sobre sustentabilidade ou clima. Apenas não é possível operar nossos negócios sem falar sobre isso."
Muitos fatores podem explicar por que executivos de companhias como Goldman Sachs ou Facebook expressaram raiva em relação ao anúncio de Donald Trump sobre a retirada dos Estados Unidos do Acordo Climático de Paris. Alguns CEOs americanos, incluindo Bob Iger da Walt Disney e Elon Musk da Tesla, retiraram-se do conselho de assessoria do presidente como protesto.

Outro aspecto que mostra como as corporações não estão apenas levando as mudanças climáticas a sério, mas também valorizando habilidades relacionadas a elas, é o salário pago àqueles com esse tipo de especialidade.

Em 2016, uma pesquisa sobre funcionários trabalhando no setor de responsabilidade e sustentabilidade corporativa, a maioria deles na América do Norte ou na Europa, descobriu que o salário médio anual deles era de 61 mil libras (R$ 251 mil) - 12% dos participantes da pesquisa ganhavam 100 mil libras (R$ 412 mil) ou mais.

Até mesmo no Reino Unido, onde o salário médio estava abaixo de 57 mil libras (R$ 235 mil), a média do salário do profissional de responsabilidade corporativa era o dobro da média recebida pelo funcionário emprego em tempo integral no Reino Unido - que em 2016 ganhava 28 libras (R$ 115 mil).
Ainda assim, 64% dos mesmos profissionais do estudo tinham um mestrado ou doutorado. "Sinceramente, eles recebem menos do que deveriam em relação ao conhecimento e ao valor que oferecem", diz o diretor da SystemiQ, Jeremy Oppenheim, no estudo.

Uma explicação, diz ele, é que "as companhias ainda não apreciam completamente o valor econômico que as equipes de sustentabilidade trazem aos seus negócios".

Da mesma forma, diz Winston, em sua busca por funcionários em potencial, a maioria dos departamentos de recursos humanos, especialmente nos Estados Unidos, parecem ficar para trás em termos do quanto eles valorizam as competências em mudanças climáticas dos funcionários.

"Está defasado considerando o tamanho do desafio. Isso ocorre porque por muitos anos as pessoas achavam que era algo político. Você não se meteria em uma encrenca se dissesse 'ei, todos deveriam receber um treinamento em redes sociais', mas poderia se dissesse 'ei, todo mundo deveria ser treinado em mudanças climáticas'", afirma ele.

Mas, acrescenta Winston, "isso está mudando". E essa transformação já está acontecendo, completa - com ou sem a participação dos Estados Unidos no Acordo de Paris.

GANHADORA DO PRÊMIO NOBEL DA PAZ, MALALA YOUSAFZAI VAI ESTUDAR EM OXFORD

Malala Yousafzai: "estou muito feliz de ir para Oxford!", tuitou a jovem, 
de 20 anos (Foto/Getty Images)

18/08/2017

Jovem sobreviveu a um atentado por defender o direito das mulheres à educação em seu país

A jovem paquistanesa Malala Yousafzai, ganhadora do Nobel da Paz que sobreviveu a um atentado por defender o direito das mulheres à educação em seu país, anunciou nesta quinta-feira (17) que fará a graduação na Universidade britânica de Oxford.

“Estou muito feliz de ir para Oxford!”, tuitou a jovem, de 20 anos, junto com uma fotografia da mensagem da universidade, confirmando sua admissão em filosofia, política e economia.



O anúncio foi feito no dia em que os estudantes do Reino Unido, onde Malala encontrou refúgio após o atentado sofrido no Paquistão, receberam as notas do grande exame que acontece no final do Ensino Médio e que determina para qual universidade cada um terá condições de ir.

Malala não revelou suas notas, mas parabenizou todos os que fizeram a prova, desejando-lhes “o melhor na vida”.

A paquistanesa tinha 15 anos quando um talibã atirou em sua cabeça, dentro do ônibus que a levava para a escola no vale de Swat, no Paquistão.

Ela foi levada para um hospital da cidade inglesa de Birmingham, onde passou a viver com sua família, seguindo seus estudos e seu ativismo.

Em 2014, quando tinha 17 anos, foi agraciada com o Prêmio Nobel da Paz junto com o indiano Kailash Satyarthi. Este último ganhou reconhecimento por sua defesa dos direitos das crianças.

Fonte: Exame.com

MI QICYCLE: XIAOMI LANÇA BICICLETA 'INTELIGENTE' PARA TRILHAS; PREÇO ACESSÍVEL GANHA DESTAQUE



17/08/2017

Como sabemos, a Xiaomi possui uma gama infinita de produtos, que incluem até mesmo purificadores de água, patinetes motorizados, segways, guarda chuvas, canetas e até mesmo bicicletas.

Agora, o portfólio de produtos fora do ramo de smartphones e tablets da fabricante chinesa acaba de ganhar um novo integrante.

Chamada de Mi Qicyle, a Moutain Bike foi projetada para aqueles que gostam de fazer trilhas, por isso, a marca se empenhou em entregar um produto com recursos úteis para esse público.

Pesando cerca de 13,6 kg, graças a seu corpo feito de alumínio, a bicicleta traz dimensões de 1650 x 235 x 785 mm, com rodas de 27,5" de diâmetro.

Na parte mecânica temos um sistema de transição com 11 velocidades, disco de freio hidráulico da Shimano, bem como um sistema hidráulico de absorção de choques, que ajuda bastante quando andando em terrenos sem estabilidade.

Mas a Mi Qicycle é bem mais do que uma bike normal, ela também traz recursos inteligente,s incluindo um módulo que conta com serviços de localização baseada (LBS), GPS e A-GPS (fora uma versão com 4G que funciona com operadoras chinesas).

O módulo conta com uma bateria de 2600 mAh, e pode ser recarregado via USB ou seja, com um simples Power Bank; a fabricante garante até 15 dias de uso com uma única carga.



Através de um app é possível monitorar o caminho percorrido bem como o tempo decorrido no percurso; também podemos configurar um alerta ao alcançar determinada distância.

Como de costume, a Xiaomi oferece o produto por preços camaradas; o modelo, que encontra-se atualmente em projeto de crowdfunding na Mi Home, será comercializado por 1999 Yuan, que dá algo em torno de R$955.

Confira as imagens:









PESQUISA IDENTIFICA EXTRATOS NATURAIS CONTRA NEMATOIDES

Foto: Dulce Mazer

17/08/2017 

Cientistas também desenvolveram material sustentável para liberação controlada de agroquímicos

A Embrapa dispõe de dois novos ativos tecnológicos voltados ao mercado de defensivos agrícolas: uma formulação natural contra nematoides e outra para liberação controlada de produtos. As duas tecnologias, que estão em fases intermediárias de desenvolvimento, utilizam resíduos das cadeias produtivas de biocombustíveis e de celulose como matérias-primas. A Empresa busca, agora, parceiros para as próximas etapas do desenvolvimento, a serem feitas em conjunto com Embrapa Agroenergia e Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.

A primeira tecnologia aproveita o resíduo da extração de óleo de grãos para conseguir extratos capazes de controlar nematoides, especialmente os do gênero Meloidogyne, que ameaçam a produtividade das lavouras no Brasil e no mundo. Estimativas da Sociedade Brasileira de Nematologia apontam que o prejuízo causado por nematoides na agricultura chega a R$ 35 bilhões, quase metade disso só na cultura da soja.

A pesquizadora Vera Polez, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, explica que o controle de nematoides é difícil e exige a constante renovação dos produtos utilizados para esse fim, já que os organismos acabam desenvolvendo resistência. No Brasil, esse controle é feito principalmente com defensivos químicos, potencialmente causadores de danos ao meio ambiente e à saúde humana e animal.

Nematicida natural, menor impacto ambiental

Os primeiros testes, realizados em laboratório por Polez e pelo pesquisador Thales Lima Rocha, comprovaram que os extratos naturais obtidos pela Embrapa têm efeito nematicida e nematostático. Isso quer dizer que eles são capazes de controlar a população de nematoides ou de paralisá-los de forma a reduzir a infestação e evitar prejuízos à produção.

O pesquisador Clenilson Rodrigues, da Embrapa Agroenergia, explica que a primeira vantagem dos extratos obtidos em comparação aos produtos já disponíveis no mercado é o fato de ter origem vegetal e não petroquímica. “Queremos colocar no campo um produto natural e que seja mais específico. Os nematicidas sintéticos normalmente têm amplo espectro e acabam afetando a microbiota de que as espécies vegetais necessitam para se desenvolver. Com isso, acaba-se eliminando outros organismos que poderiam auxiliar o desenvolvimento da lavoura, além de provocar contaminação de solo, lençol freático, etc”, explica. Polez complementa que há uma tendência mundial de utilizar tecnologias verdes, que causam menor impacto ao meio ambiente. “Existem muitas estratégias para isso e uma delas é usar produtos naturais, explorar a biodiversidade”, pontua.

Além de trabalhar com o próprio extrato, outra possibilidade é fazer pequenas modificações na estrutura química do princípio ativo, para potencializar a atividade nematicida. “Em busca dessa alternativa, processos de isolamento estão sendo desenvolvidos para se chegar ao princípio ativo, o qual será empregado como molécula precursora para inclusão de grupos funcionais que irão conferir maior eficiência e especificidade ao produto, além da estabilidade necessária para ser aplicado em campo”, pontua Clenilson. Nesse sentido, o grupo de trabalho já está em fase avançada de desenvolvimento dos processos envolvidos na separação dos compostos ativos.

Lignina para liberação controlada de produtos

A segunda tecnologia para o mercado de agroquímicos aproveita um resíduo muito abundante no Brasil: a lignina kraft, gerada na indústria de papel e celulose. Com esse material, os pesquisadores conseguiram microencapsular um composto para manejo integrado de pragas, de forma que ele passasse a ser liberado lentamente no campo.

A vantagem dessa tecnologia em relação às já disponíveis no mercado para liberação controlada de produtos é o uso de uma matéria-prima abundante, residual e, portanto, de baixo custo. O pesquisador Silvio Vaz Júnior, da Embrapa Agroenergia, destaca também que a equipe desenvolveu um processo simples, para facilitar a produção industrial. “O que nós estamos fazendo é propor a lignina como matriz para liberação lenta de produtos no campo. É um resíduo que tem um valor baixo de mercado e possui boas propriedades para microencapsulamento e nanoencapsulamento, por exemplo, a facilidade de interação com moléculas semioquímicas”, afirma Vaz.

Semioquímicos são substâncias produzidas por seres vivos e utilizadas por eles para comunicação, a exemplo dos feromônios. Nos ensaios com a tecnologia, a Embrapa utilizou uma substância dessa classe, o cis-jasmone. A pesquisadora Maria Carolina Blassioli Moraes, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, conta que, embora ainda não seja usado comercialmente, esse composto já é sabidamente capaz de atrair inimigos naturais dos insetos que prejudicam a lavoura, controlando a população sem utilizar produtos tóxicos.

Nos testes em laboratório, os pesquisadores mediram a quantidade de cis-jasmone liberada diariamente durante 30 dias e verificaram que o microencapsulamento com a lignina conseguiu manter a liberação do produto estável, como se esperava. Também foram realizados testes no campo, espalhando armadilhas com o cis-jasmone microencapsulado em uma lavoura de algodão. Nesse experimento, verificou-se que efetivamente os inimigos naturais desejados foram atraídos para a área. Além da Embrapa Agroenergia e Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, esse trabalho contou com a colaboração da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e com recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

De acordo com Moraes, a agricultura precisa de novas tecnologias para a liberação controlada de produtos voltadas ao manejo integrado de pragas. Atualmente, os materiais mais utilizados para essa finalidade são feitos de borracha e funcionam bem, mas têm limitações. A principal dificuldade é conseguir liberar diferentes moléculas nas mesmas proporções e com a mesma eficiência com que os seres vivos fazem naturalmente.

O mercado de semioquímicos está em expansão. Em âmbito mundial, estimativas apontam que o uso de feromônios tenha atingido valor de mercado superior a 300 milhões de dólares em 2013. No Brasil, não há dados disponíveis, mas o crescimento do número de empresas trabalhando com semioquímicos indica aumento do consumo pelos agricultores.

Vitrine de tecnologias

Tanto o nematicida natural quanto a formulação para liberação controlada a partir de lignina kraft estão na Vitrine de Tecnologia da Embrapa Agroenergia e integram o eixo de “Química de renováveis” das pesquisas da Unidade. O chefe-geral Guy de Capdeville lembra que a Unidade atua além da agroenergia, desenvolvendo soluções para a conversão eficiente e sustentável de biomassa em biocombustíveis, produtos químicos de origem renovável e biomateriais. Assim, com a Química Renovável, também são eixos da pesquisa e desenvolvimento: biomassa para fins industriais, biotecnologia industrial e materiais renováveis.

Para receber o material completo da Vitrine de Tecnologias, entre na página da vitrine. Empresas interessadas nessas tecnologias podem entrar em contato pelo telefone (61) 3448-1581.

Fonte: Embrapa
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