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Canto Passaral

Canto dos pássaros. Unsplash - Foto: Reprodução/Unsplash

01/09/2025


Sentado debaixo de uma árvore frondosa 
Fico à espera do ecoar de um canto 
Que desperte a minha alma amorosa 
Até que aparece um pássaro para alegrar o meu canto 

Cheio de cores reluzentes 
Num céu azul celestial 
Voam pássaros contentes 
Alegrando meu coração com um tom espiritual 

Na esperança de suavizar a vida 
Vem a vontade de contemplar a natureza 
Com o canto de um pássaro numa morada florida 
Fica a minha paixão querida 


Por: Carlos Nascimento



ÁRVORES: JASMIM MANGA (PLUMERIA RUBRA)

 


13/12/2022

Árvore encantadora, com flores lindas e cheirosas, é muito exótica.  Planta perene que pode chegar até 6 metros de altura. Bastante ornamental, podendo ser cultivada isolada ou em grupos, em amplos espaços, preferencialmente longe de dormitórios devido ao forte perfume.

Nome popular: Jasmim Manga

Nome Ciêntífico: Plumeria rubra

Família: Apocynaceae

Origem: América Central, América do Norte, América do Sul

Ciclo de vida: perene

Folha: Perde folhas no inverno ou em época de estiagem prolongada, as folhas são grandes, brilhantes e com nervuras bem definidas, nascem na ponta dos galhos.

Crescimento da planta: O jasmim-manga é uma árvore encantadora, seu aspecto exótico e suas flores perfumadas envolvem a todos. Altura: 4.7 a 6.0 metros. Seu crescimento é considerado lento.

Frutos: não dÁ frutos

Quando da Flores? A floração inicia-se no fim do inverno e permanece pela primavera

Flores: A floração inicia-se com a sucessiva formação de flores de diversas cores e nuances entre o branco, o amarelo, o rosa, o salmão e o vinho. 

Como adubar essa planta?➜ No plantio recomenda-se usar 15 litros de esterco de curral ou de composto orgânico; ou 5 litros de esterco de galinha já curtido, mais 150 gramas de superfosfato misturados na terra retirada dos primeiros 20 centímetros da cova. Essa mistura deverá ir para o fundo da cova. Se preferir usar adubo mineral utilize NPK 4-14-8, cerca de 10 colheres na cova. ➜ Um ano após o plantio aplique de 3 a 4 vezes por ano NPK 4-14-8, começando com 3 colheres e ir aumentando conforme tamanho da planta. Aplicar o adubo na projeção da copa, nunca junto ao caule. 

Como regar essa planta? Quando jovem manter o solo ligeiramente úmido aplicando pouca água. Uma vez estabelecida, regar 1 vez por semana no caso de estiagens muito prolongada.

Vai em qual clima? Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical

Aceita poda? Quando jovem fazer poda de formação e condução, retirando brotações laterais e galhos com má formação; depois de adulta somente galhos secos. 

Vai na sombra? Sol Pleno

Planta de frio ou calor? Quente, não tolera geada.

Atrai pássaros? Atrai beija-flores

Quais pragas tem essa planta? O fungo Coleosporium plumeriae de coloração alaranjada, conhecido popularmente como “ferrugem”, encontra facilidade de propagação com a umidade. Pode ser eliminado com aplicação de fungicidas, corte de folhas e ramos infectados e queima dos mesmos.

Fonte: Sítio da Mata

ÁRVORES NATIVAS DA MATA ATLÂNTICA


05/11/2022

Conheça a lista de espécies de árvores nativas da Mata Atlântica, considerado o segundo maior bioma depois do Bioma Amazônico

Considerada a segunda maior floresta do Brasil em tamanho, as árvores da Mata Atlântica ficam atrás apenas da Mata Amazônica.

É um bioma que foi extremamente devastado desde a colonização, restando apenas uma parte de mata nativa que está presente de forma espalhada na maioria dos estados brasileiros, sendo eles: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.

O bioma das árvores da Mata Atlântica que antes chegava a ocupar cerca de 13% até 15% do território nacional, abrangia uma área de 1.315.460 km² de extensão, hoje ocupa apenas 12,5, e é classificada como uma vegetação em extinção.

Isso ocorreu devido às atividades agrícolas e agropecuárias e pela exploração industrial realizadas pelos homens ao longo dos anos, o que resultou no crescimento da área urbana, destruindo parte deste bioma.

Clima e vegetação

Por se tratar de um bioma que está localizado em várias partes do Brasil, as árvores da Mata Atlântica possuem vários tipos de clima, predominando o tropical úmido. Sendo composta também em partes, pelo clima subtropical úmido e o semiárido. De modo geral, este bioma caracteriza-se por possuir altas temperaturas durante o ano todo e elevados níveis de umidade. 

A vegetação das árvores da Mata Atlântica está relacionada com a diversidade climática de cada região, que são influenciadas por fatores como teor de oxigênio, iluminação, umidade e ainda temperatura.

Essa vegetação se caracteriza por espécies de árvores mais altas, com suas copas mais próximas umas das outras, formando um dossel que controla a quantidade de luz que irá atingir as árvores e as vegetações mais baixas. São comuns arbustos de pequeno porte, além de ervas e gramíneas, musgos e brotos, e também trepadeiras que se desenvolvem nos troncos das árvores. 

Sendo um bioma que recebe pouca luz, os solos da Mata Atlântica conseguem se manter úmidos por muito tempo, porém são, em sua maioria, pobres. Isto porque possuem altos níveis de acidez, pouco oxigênio e pouca profundidade, caracterizando solos de baixa fertilidade.

Porém, para as árvores da Mata Atlântica, existe decomposição das folhas das árvores mais altas, que geram grande acúmulo de matéria orgânica nos solos, abastecendo com nutrientes para as plantas e animais que necessitam da decomposição para sobreviver.


Conheça a principal lista de espécies características da Mata Atlântica:

Açoita Cavalo Miúdo (Luehea divaricata)
Araça Amarelo (Psidium cattleianum)
Babosa Branca (Cordia superba)
Café de Bugre (Cordia ecalyculata)
Canafistula (Peltophorum dubium)
Canela Amarela (Ocotea velutina)
Canela Guaica (Ocotea puberula)
Capixingui (Croton floribundus)
Carne de Vaca (Cletlra scabra)
Carobão (Jacaranda micrantha)
Casca D’Anta (Rauvolfia sellowii)
Castanha do Maranhão (Bombacopsis glabra)
Cedro Rosa (Cedrela fissilis)
Cereja do Mato (Eugenia involucrata)
Chuva de Ouro (Lophantera lactescens)
Embira de Sapo (Lonchocarpus cultratus)
Fedegoso (Senna pendula)
Fruta da Condessa (Rollinia mucosa)
Goiaba (Psidium guajava)
Grumixama (Eugenia brasiliens)
Guaçatunga (Casearia sylvestris)
Guajuvira (Cordia americana)
Guaramirim (Plinia rivularis)
Guarita (Astronium graveolens)
Ingá de Metro (Inga edulis)
Ingá Feijão (Inga marginata)
Jaboticaba sabará (Plinia trunciflora)
Jerivá (Syagrus romanzoffiana)
Juquiri (Mimosa regnellii)
Laranja de Macaco (Posoqueira latifolia)
Mamica de Porca (Zanthoxylum rhoifolium)
Maricá (Mimosa bimucronata)
Monjoleiro (Senegalia polyphylla)
Morototo (Schefflera morototoni)
Palmito Jussara (Euterpe edulis)
Pata de Vaca (Bauhinia forficata)
Pau Brasil Ornamental (Caesalpinia echinata)
Pau Cigarra (Senna multijuga)
Pau d’alho (Gallesia integrifolia)
Pau Ferro (Caesalpinia ferrea)
Pau Jacaré (Piptadenia gonoacantha)
Pessegueiro Bravo (Prunus sellowii)
Saboeiro (Sapindus saponaria)
Saguaragi (Colubrina glandulosa)
Tamanqueiro (Aegiphila sellowina)
Tucaneiro (Citharexylum myrianthum)
Urucum (Bixa orellana)


DIA DO CACAU RELEMBRA IMPORTÂNCIA DA PROTEÇÃO DOS CACAUEIROS

Quando maduro o cacau têm casca de cor amarela ou alaranjada. (Foto: Arquivo TG)

27/03/2018 

A fruta contém substâncias antioxidantes e antidepressivas; saiba como aproveitar as propriedades.

Com a aproximação da Páscoa, a procura pelo chocolate ganha ainda mais força. Seja amargo ou ao leite, não importa o gosto ou a cor, a fruta responsável pela produção desse alimento tão desejado em todo o mundo é a mesma: o cacau (Theobroma cacao).

O fruto, que teve sua origem na América Central, é cada vez mais produzido no Brasil. Em 2017 o país ganhou o posto de 5º maior produtor de cacau do mundo. O estado da Bahia é responsável por quase 80% da produção nacional.

Com a intenção de promover um debate para proteção dos cacaueiros, o dia 26 de março foi nomeado como “Dia do Cacau”. A árvore de pequeno porte não passa de 6 metros de altura. As flores são hermafroditas e os frutos, quando maduros, têm casca de cor amarela ou alaranjada. Do fruto se extraem sementes, que são a parte mais aproveitada. Elas possuem substâncias chamadas flavonoides, compostos bioativos que atuam na prevenção de várias doenças.

As sementes são a parte mais aproveitada do cacau. (Foto: Arquivo TG)

Segundo a gerente de qualidade do Centro de Inovação do Cacau (CIC) de Ilhéus (BA), Adriana Reis, o cacau tem um longo histórico como alimento e como medicamento. “Essa fruta já foi muito usada no tratamento de doenças digestivas, dores de cabeça, inflamações e insônia”, explica. O motivo é a propriedade antioxidante, anti-inflamatória, antidepressiva da fruta, que também é benéfica para o coração.

Como consumir

Segundo a coordenadora do Setor de Tecnologia de Alimentos da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC- BA), Neide Alice Pereira, para receber todos os benefícios dos flavonoides antioxidantes, o ideal é procurar um chocolate com maior teor de cacau. “O cacau in natura tem um teor maior dessas substâncias, mas durante todo o processamento do produto acaba perdendo nutrientes. Por isso é bom procurar chocolate com 65%, 70% e 80% de cacau. É claro que isso depende do bom índice de fermentação da amêndoa também” orienta a coordenadora. Nos produtos com menor concentração de cacau, o açúcar e a gordura estão mais presentes, o que pode ser prejudicial à saúde, se consumido em excesso.

Fonte: G1


MEIO AMBIENTE REALIZA PLANTIO DE ÁRVORES NA ORLA DO GUAÍBA

As mudas são espécies nativas produzidas pelo Viveiro Municipal da Smams
Foto: Guilherme Sampaio/Divulgação PMPA

15/08/2017 

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade (Smams), em evento que contou com a presença do secretário Maurício Fernandes, realizou no sábado, 12, o plantio de nove mudas de árvores na orla da avenida Guaíba. Todas as mudas são espécies autóctones (nativas) de Porto Alegre, produzidas pelo Viveiro Municipal da Smams, multiplicadas a partir de sementes coletadas das árvores matrizes cadastradas dentro do município de Porto Alegre. sendo elas:

As espécies plantadas foram a Aguaí – Pouteria gardneriana (1), Aguaí-vermelho – Chrysophyllum marginatum (1), Bacopari – Garcinia gardneriana (1), Corticeira-do-banhado – Erythrina cristagalli (3), Ingá-banana – Inga vera (1), Mata-olho – Pouteria salicifolia (1) e Tarumã preta – Vitex megapotamica (1).

Viveiro Municipal - localizado na rua Vitorino Luiz de Fraga, s/nº, na Lomba do Pinheiro, entre as paradas 5 e 6. As atividades incluem a coleta de sementes, a produção e cultivo de mudas e folhagens e o preparo para o plantio de árvores. Atualmente, o trabalho de plantio  é realizado, pela Smams, em escolas municipais, praças, parques e vias públicas.

MUDA DA ÁRVORE DE GUERNICA NOS JARDINS VATICANOS, COMO SÍMBOLO DA PAZ

Painel "Guernica", de Picasso, imortalizou o bombardeio sobre a localidade - AFP

21/04/2017 
:
Bilbao (RV) - "Agora temos outro sonho, que é o de plantar uma muda nos Jardins do Vaticano, como símbolo da paz".

2017 é o ano que recorda os 80 anos do bombardeamento de Guernica, mais precisamente no dia 26 de abril. Em memória a estes tristes acontecimentos e também para lançar uma mensagem de esperança e paz, uma delegação basca, guiada por Ana Otaduni, plantou esta semana em Auschwitz uma muda vinda da Árvore de Guernica. O desejo, é fazer o mesmo no Vaticano, explicou ela.

"Estamos trabalhando para que se torne realidade, com a colaboração de lehendakari e do Bispo de Bilbao, Dom Mario Iceta. É um local que pode receber uma muda. No entanto, não esquecemos de outras cidades simbólicas, como Hiroshima e Nagasaki, que padeceram com os bombardeios atômicos".

Auschwitz

"Unir dois povos que, décadas após terem sofrido atrozes violações dos direitos humanos, tornaram-se exemplo de memória e reconciliação". Com este objetivo, e no âmbito dos 80 anos do bombardeio de Guernica, a delegação guiada pelo político Urkullu lehendakari e pela Presidente da Junta de Bizkaia, Ana Otadui, viajou à Polônia na última quarta-feira, para plantar uma muda da célebre Árvore no Campo de Concentração de Auschwitz.

A Árvore de Guernica é o símbolo mais universal do povo basco, que após o bombardeio, tornou-se o símbolo de seu desejo de paz.

"Com o plantio da muda, queremos unir os símbolos de Guernica e Auschwitz - explica Ana Otadui. Guernika representa o início das atrocidades da Segunda Guerra Mundial, como um ensaio do bombardeamento massivo contra a população civil. E Auschwitz, sem sombra de dúvidas, representa o maior expoente da máquina de matar nazista, das atrocidades que o ser humano é capaz de chegar a cometer", acrescenta.

O gesto é marcado por uma simbologia de esperança. "A Árvore do desejo de paz do povo basco lança raízes na terra que conheceu o maior dos horrores que se poderia imagina. O anseio pela paz, a luta pelos direitos humanos", ressalta.

Os horrores na Espanha foram imortalizados por Picasso na sua célebre obra "Guernica", que poderia  chamar-se a "Aleppo" de hoje, observa Ana.

A delegação basca também encontrou-se com sobreviventes do Holocausto, oportunidade em que foi debatido o significado dos dois acontecimentos: Gernika e Auschwitz, recordando também memória dos espanhóis que também conheceram os horrores dos Campos de Concentração.

A Árvores de Guernica é um símbolo respeitado por todos os bascos dos sete territórios. A primeira muda em 2017 foi plantado em Sartaguda, Navarra.

O Bombardeio de Guernica ocorreu durante a Guerra Civil espanhola, em 26 de abril de 1937, por  aviões alemães da Legião Condor.

O ataque destruiu a maior parte da localidade, na época com 5.000 à 7.000 habitantes, procando centenas de vítimas. Foi considerado um ataque terrível na época e usado como uma propaganda amplamente difundida no Ocidente, levando a acusações de "atentado terrorista" e de que 1.654 pessoas teriam morrido no ataque. Estimativas modernas avaliam no entanto, como entre 300 e 400 o número de mortos. Alguns estudos espanhóis recentes, porém, limitam a não mais de 160 o número de mortos.

O ataque, que serviu também para testar aviões de guerra e ganhar experiências no combate aéreo, apoiou as forças de Francisco Franco que invadiram a cidade poucos dias depois do bombardeio. (JE)

BRASIL TEM MAIOR DIVERSIDADE DE ÁRVORES DO PLANETA, DIZ ESTUDO INÉDITO

Digitalização de dados permitiu fazer levantamento inédito de espécies (Crédito: BGCI)

06/04/2017

Mark Kinver
Repórter de Meio Ambiente da BBC News

O Brasil é o país com a maior biodiversidade de árvores do mundo, aponta um levantamento inédito.

Há 8.715 espécies de árvores no território brasileiro, 14% das 60.065 que existem no planeta. Em segundo na lista vem a Colômbia, com 5.776 espécies, e a Indonésia, com 5.142.

Publicado no periódico Journal of SustainableForestry, o estudo foi realizado pela Botanical Gardens Conservation International (BGCI na sigla em inglês), uma organização sem fins lucrativos, com base nos dados de sua rede de 500 jardins botânicos ao redor do mundo.

A expectativa é que a lista, elaborada a partir de 375,5 mil registros e ao longo de dois anos, seja usada para identificar espécies raras e ameaçadas e prevenir sua extinção.

Ameaça

A pesquisa mostrou que mais da metade das espécies (58%) são encontradas em apenas um país, ou seja, há países que abrigam com exclusividade, certas espécies - podem ser centenas ou milhares -, o que indica que estão vulneráveis ao desmatamento gerado por atividade humana e pelo impacto de eventos climáticos extremos.

Trezentas espécies foram consideradas seriamente ameaçadas, por terem menos de 50 exemplares na natureza.

Também foi identificado que, com exceção dos polos, onde não há árvores, a região próxima do Ártico na América do Norte tem o menor número de espécies, com menos de 1,4 mil.

Trezentas espécies estão seriamente ameaçadas, por terem menos de 50 
exemplares na natureza (Crédito: BGCI)

O secretário-geral da BGCI, Paul Smit, disse que não era possível estimar com precisão o número de árvores existentes no mundo até agora porque os dados acabam de ser digitalizados.

"Estamos em uma posição privilegiada, porque temos 500 instituições botânicas entre nossos membros, e muitos dos dados não estão disponíveis ao público", afirma.

"A digitalização destes dados é o auge de séculos de trabalho."

Uma parte importante do estudo foi estabelecer referências e coordenadas geográficas para as espécies de árvores, o que permite a conservacionistas localizá-las, explica Smith.

Pesquisa mostrou que mais da metade das espécies de árvores são encontradas em um único país (Crédito: BGCI)

"Obter informações sobre a localização dessas espécies, como os países em que elas existem, é chave para sua conservação", diz o especialista.

"Isso é muito útil para determinar quais devemos priorizar em nossas ações e quais demandam avaliações sobre a situação em que se encontram."

Conservação

Entre as espécies em extinção identificadas pela BGCI está a Karoma gigas, nativa em uma região remota da Tanzânia. No fim de 2016, uma equipe de cientistas encontrou apenas um único conjunto formado por seis exemplares.

Base de dados será fundamental para conservar espécies, diz especialista 
(Crédito: KYLE DEXTER)

Eles recrutaram habitantes da área para proteger essas árvores e monitorá-las para que sejam alertados caso produzam sementes.

Assim, as sementes poderão serão levadas para jardins botânicos da Tanzânia, o que abre caminho para sejam reintroduzidas na natureza depois.

A BGCI diz esperar que o número de árvores da lista cresça, já que cerca de 2 mil novas plantas são descritas todos os anos.

A GlobalTreeSearch, uma base de dados online criada a partir do levantamento, será atualizada toda vez que uma nova espécie for descoberta.

Neste Natal, adote uma árvore. Conheça o projeto Dá Pé

Iniciativa do programa 'Um pé de quê?' tem apoio da Coca-Cola Brasil
(Crédito:  Reprodução)

06/12/2016

O que você pode comprar com R$ 20 para dar um presente inesquecível neste Natal? Que tal uma árvore que vai proteger um curso d’água e limpar o ar que você respira? E nem será necessário cuidar dela, porque o valor inclui cinco anos de acompanhamento. Achou bacana? Então você tem até o próximo dia 22 para acessar o site do projeto Dá Pé e garantir a sua mudinha. Se quiser, ainda pode participar do plantio: no dia 11 de dezembro, às margens do Rio Una, em Taubaté, interior de São Paulo, e no dia 18, na Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro – área historicamente conhecida como sucesso de reflorestamento.

Essas ações fazem parte de uma iniciativa do programa “Um pé de quê?” em parceria com a SOS Mata Atlântica e apoio da Coca-Cola Brasil. Vinte mil árvores e um ano depois da primeira ação, realizada em Taubaté em 2015, o diretor Estevão Ciavatta e a atriz Regina Casé retomam a campanha. O objetivo agora é plantar três mil mudas em uma área de 1,5 hectare danificada por um incêndio, na Floresta da Tijuca, e assegurar mais 17 mil mudas às margens do Rio Una e em áreas próximas, nas quais há nascentes e olhos d’água que formam esse rio.

Ciavatta e Regina começaram essa história há 16 anos, quando lançaram o programa de televisão “Um pé de quê?”. Na época, algumas pessoas chegaram a dizer que seria legal eles fazerem uns três episódios, porque depois disso não teriam mais assunto, sabe como é, falar de árvore... Um engano do tamanho de um jequitibá-rosa adulto! “Um pé de quê?” virou livro, enciclopédia visual e um dos maiores acervos de imagens sobre árvores de que se tem notícia.

O diretor Estevão Ciavatta retoma a campanha ao lado de Regina Casé
Reprodução

“No ano passado, quando o programa de TV completava 15 anos, veio uma vontade de fazer uma ação concreta de reflorestamento e plantio em áreas degradadas. O Dá Pé vem de um desejo e da meta do ‘Um pé de quê?’ de aproximar as pessoas das árvores.  Nossa ideia é fazer florestas eternas”, explica o diretor.

Isso quer dizer o seguinte: os R$ 20 ou mais que forem doados durante a campanha contemplam as mudas e o plantio, a plataforma para o financiamento coletivo, os valores relacionados à comunicação e a parte jurídica de todas as terras – com esse dinheiro serão pagas todas as taxas exigidas pelo Cadastro Ambiental Rural e pelo Código Florestal. E tem cinco anos de manutenção garantidos pelo SOS Mata Atlântica. “É uma estrutura bem completa. Nós queremos florestas eternas, então constituímos áreas de reserva, de proteção permanente, tudo certo do ponto de vista legal”, destaca Ciavatta.

A Coca-Cola Brasil apoiou a campanha do ano passado e, agora, participa com um diferencial: a cada árvore que você plantar com a sua doação, a empresa planta outra, até chegar a cinco mil árvores. “O projeto Da Pé está alinhado com nosso compromisso de devolver às comunidades e à natureza toda a água usada em nosso processo de fabricação. Essa iniciativa se soma aos mais de 103 mil hectares onde já implementamos programas socioambientais de geração e retenção de água em bacias hidrográficas por meio de reflorestamento e conservação, em parcerias com outras organizações. Graças a esses programas e ao esforço contínuo por mais eficiência nas fábricas que hoje conseguimos devolver à natureza o dobro de água que utilizamos”, diz Pedro Massa, diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil.

Ciavatta conta que o projeto mudou sua vida e que, hoje, anda pela cidade reconhecendo árvores. Mas o objetivo da iniciativa vai muito além do plantio. “É um projeto de comunicação. No ano passado, alcançamos 3,8 milhões de pessoas pelas redes sociais. Queremos discutir, trazer as pessoas, porque sem árvores não teremos água, não teremos nosso planeta em condições de nos dar vida”, ele reforça.

Gostou da dica? Então vá lá no site para saber direitinho como participar. Se, além de contribuir com a campanha, você quiser ir pessoalmente plantar as mudas, mande um e-mail para dape@umpedeque.com.br. Para doar no exterior, basta acessar o site em inglês.



Com vasos de bambu e plantio de floresta, Olimpíada no Brasil começa com pé direito

Atleta planta semente em tubetes no Maracanã

06/08/2016

Além do legado de uma nova área verde, a maior preocupação dos organizadores da festa de abertura, foi transmitir uma mensagem de responsabilidade mundial

Tecnologia, luzes, dança, música e muitos fogos de artifício. Esses são ingredientes comuns à todas as festas de abertura de uma Olimpíada. Na cerimônia dos Jogos Rio 2016, no entanto, uma mensagem - com certeza - chamou a atenção.

Cada um dos 10,5 mil atletas que desfilaram na cerimônia desta sexta-feira, 5, plantou - literalmente - uma semente no Rio de Janeiro. Na prática, a intenção é a de se criar uma nova área verde na cidade maravilhosa.

Ao entrar no Maracanã, cada atleta recebeu uma semente que foi plantada ali mesmo, em tubetes espalhados pelo estádio. Dali, os tubetes seguirão para um viveiro onde - pelo menos parte - devem germinar mudas de 208 espécies nativas, representando as delegações e uma para os refugiados.

As árvores deverão ser plantadas daqui um ano no Parque Radical, em Deodoro, e formar a Floresta dos Atletas, um legado ambiental que simbolizará a biodiversidade do planeta.

Arbustos formam aros olímpicos

Responsabilidade global

Além do legado de uma nova área verde, a maior preocupação dos organizadores da festa de abertura, foi transmitir uma mensagem de responsabilidade mundial com o aquecimento global.

Cenas e gráficos projetando os efeitos do aquecimento prepararam o público para um momento lúdico: a poesia "A flor e a náusea" de Carlos Drummond de Andrade recitada pela atriz Fernanda Montenegro e pela britânica Judi Dench.

Ao mesmo tempo, um menino, no centro do Maracanã, plantava um árvore em um vaso de bambu.

Olímpiadas 2016, oficialmente aberta nesta sexta-feira, 5

Arbustos Olímpicos

No fim, o ápice da festa. As torres espelhadas - que guardavam os tubetes - se abriram num toque de mágica para revelar uma verdadeira floresta. Os arbustos formaram os aros olímpicos que, desta vez, não tiveram as tradicionais cinco cores.

Todos verdes, lembraram a ideia de que o plantio de florestas deve ser universal e espalhada pelos cinco continentes.



Dia da Araucária será comemorado com um evento especial no Jardim Botânico

Dia da Araucária Dia da Araucária - Foto: José Fernando Vargas

12/06/2016

O Dia Nacional da Araucária, celebrado em 24 de junho, terá atividades educativas no Jardim Botânico, em Porto Alegre.

Serão exibidos os documentários “Araucária” (26 minutos) e “Bosque de Canela na escola” (5 minutos), ambos dirigidos por Júlia Aguiar, do coletivo gaúcho Catarse.

Após a exibição haverá um bate papo sobre conservação e uso sustentável da araucária. O mediador será Cilon Estivalet que, desde 1989, é ativista, administrador da RPPN Bosque de Canela, mediador do programa “Bosque de Canela na Escola” e voluntário da ASSECAN (Associação Ecológica Canela-Planalto das Araucárias).

Para encerrar a tarde haverá exposição de artesanato em nó de pinho do artista Zé do Passarinho e visita à coleção botânica que representa a Mata com Araucária no Jardim Botânico.

A atividade é uma realização da Associação Ecológica Canela-Planalto das Araucárias (ASSECAN) e da Reserva Particular de Patrimônio Natural Bosque de Canela em parceria com o Jardim Botânico.

SERVIÇO

Quando: 24 de junho às 14 horas
Local: Auditório do Centro de Visitantes do Jardim Botânico
Inscrições: gratuitas, sem necessidade de inscrição antecipada
Observação: será cobrado ingresso no Jardim Botânico (R$ 6,00 para adultos e R$ 3,00 para estudantes e pessoas acima de 60 anos)


Dia Internacional da Terra marca assinatura de "pacto histórico"

Dia Internacional da Terra. Foto: Pnuma

22/04/2016

Para secretário-geral da ONU, o fato de mais de 170 países assinarem o Acordo de Paris em um único dia é um sinal claro de determinação; em 2016, celebração foca na importância das árvores para o planeta.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

Como em todos os anos, 22 de abril é o Dia Internacional da Terra. Mas nesta sexta-feira, a celebração ainda é mais especial: líderes de mais de 170 países estarão reunidos na sede da ONU, em Nova York, para assinar o Acordo de Paris.

Para o secretário-geral Ban Ki-moon, o "pacto histórico" de combate à mudança climática tem o poder de transformar o mundo. Ban acredita que tantos líderes assinando o acordo em apenas um dia é um "sinal claro da solidariedade e da determinação".

Brasil 

Estão confirmadas as presenças da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, do presidente da França, François Hollande, do secretário de Estado americano, John Kerry, entre outros líderes.

Antes da assinatura do acordo, a Rádio ONU conversou, em Nova York, com a ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira.

"O Acordo de Paris tem uma história e uma urgência de fazer acontecer. E assinar imediatamente é algo que está sendo construído entre sucessos de interlocução política que nos possibilitará de fato ter uma ambição maior e novos caminhos de implementação de economia de baixo carbono, de redução de emissões, enfim. No Brasil, eu tenho a firme convicção de que a sociedade brasileira pressiona para que a gente faça de maneira acelerada essa transição para o desenvolvimento de baixo carbono, com um olhar mais inclusivo e do ponto de vista da sustentabilidade ambiental."

Efeito Estufa 

O secretário-geral da ONU vai inaugurar a sessão de assinaturas por volta das 8h30 da manhã, hora local em Nova York. O chefe da ONU lembra a importância de garantir, nas próximas décadas, a redução das emissões dos gases que causam o efeito estufa e melhorar a capacidade de adaptação aos efeitos do clima.

Ban Ki-moon lembra que a liderança vinda do topo é crucial, mas cada habitante do planeta também pode fazer sua parte. Entre as sugestões dele estão: dar prioridade para a eficiência energética, acabar com o desperdício de alimentos, reduzir as pegadas de carbono e aumentar os investimentos em sustentabilidade.

Árvores 

Na avaliação de Ban, pequenas ações, multiplicadas por bilhões de pessoas, vão gerar uma "mudança dramática" no planeta.

Neste ano, o tema do Dia da Terra foca na importância das árvores para o planeta, que são essenciais para a absorção de gás carbônico, armazenamento de água e para filtrar poluentes. Existe uma meta global de plantar 7,8 bilhões de árvores nos próximos cinco anos.

PESQUISADORES COMPROVAM QUE O MAIOR CAJUEIRO DO MUNDO É DO PIAUÍ

Turistas visitam cajueiro do Piauí (Foto: Gilcilene Araújo/G1)

07/02/2016

Sequenciamento genético e medições geográficas comprovam o título.
Cajueiro do Piauí é 300 m² mais extenso que o do Rio Grande do Norte.

Pesquisadores da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e da Universidade Federal do Piauí (UFPI) comprovaram esta semana que o cajueiro do Piauí, mais conhecido como 'Cajueiro Rei', é o maior do mundo. Diferente do que se tem registrado no Guinness Book, que dá o título para o cajueiro do município de Parnamirim, no estado do Rio Grande do Norte.

Desde julho do ano passado, uma equipe de especialistas tem se debruçado sobre os dois cajueiros para comprovar que de fato, o Cajueiro da Praia é o maior.

Cajueiro no Piauí quer o título de o maior do mundo 
Foto: Reprodução/TV Clube

Para isso, uma equipe do laboratório de biologia molecular e de estudos de injúrias biológicas (LABMIMBIO) da Uespi, que chefia a equipe que investiga o caso, identificou através de um sequenciamento genético que os dois cajueiros são da mesma espécie.

Além disso, duas medições geográficas comprovaram que a extensão do cajueiro do Piauí é de 8.800 m² contra 8.500 m² do Rio Grande do Norte. Um total de 300 m² de diferença.

O secretário de Turismo do Piauí, Flávio Nogueira Júnior, contou que a pesquisa foi solicitada já com a certeza de que o cajueiro do Piauí seria o maior do mundo. O trabalho de pesquisa, segundo ele, foi apenas para se ter uma amostra mais fidedigna sobre a extensão do 'Cajueiro Rei'.

Como comprovada, o próximo passo, segundo o secretário, será contatar o Guinness Book para que o título que foi dado ao cajueiro do Rio Grande do Norte seja revisto.

"Nós temos que tratar esse título com carinho, até porque isso vai trazer muitos benefícios tanto para o setor turístico quanto para a economia do estado. A ideia é colocar para frente projetos para fazer de lá um grande centro de lazer e turismo", disse.

Fonte: G1 Piauí

"Árvore falante" de 2,8 m "conversa" com crianças sobre preservação ambiental

Última apresentação foi em escola municipal de Nova Alvorada do Sul (Foto: Divulgação)

24/07/2015

Uma árvore com 2,8 metros e um jardim só para ela dentro de um caminhão que viaja o país. Tudo isso já chama a atenção da garotada, que fica impressionada mesmo quando descobre que a “árvore é falante” e gosta de "conversar" sobre si mesma, porque assim consegue fazer as crianças pensarem na preservação do meio ambiente. O projeto é de dois paranaenses e fica até domingo (26) em Campo Grande.

O primeiro encontro será nesta sexta (24), na Lagoa Itatiaia, no Bairro Tiradentes, a partir das 14h. É de graça, basta chegar e participar da “conversa” perto do pé de Tarumã, símbolo de resistência da lagoa, que já teve até o tronco queimado, mas permanece ali, firme e forte. A “árvore falante” vem justamente para chamar atenção quanto a preservação do entorno da lagoa.

O local precisa de ações do poder público para combate ao despejo de esgoto clandestino, contenção do desbarrancamento das margens, colocação de lixeiras, restauração da escultura do peixe cará, segundo o vereador Eduardo Romero (PT do B), que trouxe o projeto para a Capital. “Os moradores relatam que várias espécies de aves, como garças viviam na lagoa, mas agora só há uma garça solitária que pesca ali pra sobreviver. Não dá mais pra ficar do jeito que está e a população também precisa fazer sua parte”, destaca o vereador.

Interação - A ideia da árvore, feita de material reciclável, nasceu quando os amigos Sérgio Lopes, 50 anos e Moisés Magalhães, 65 anos, viram uma dessas num shopping. “Só que ela era parada, simples, sem rosto. Aí nos batemos foto e pensamos: que tal fazer uma árvore com olho, boca e nariz, que fale”, conta Sérgio.

A dupla, que já trabalhava com eventos, pediu a uma companhia de teatro para confeccionar o jardim com papelão, isopor, cola e resina. “A primeira apresentação foi em Caarapó, montada na praça, embaixo de uma tenda. Aí deu certo e eu montava ela sempre parada fixa. Muitas pessoas queriam que montasse em outro lugar, mas a logística ficava cara e dava trabalho. Então, tivemos ideia de montar dentro do caminhão”. 

Árvore fica dentro de um caminhão e surpreende crianças com a
abertura da cortina (Foto: Fátima News)

Programação: No sábado, a partir das 8h, a árvore interativa estará na Avenida Santo Eugênio, às margens do Córrego Bálsamo.

Domingo, o projeto estará na feira do Bairro Universitário, na Rua Brigadeiro Tiago, entre a Elvira Matos de Oliveira e Elvira Pacheco, a partir das 8h.

O projeto fica a disposição de prefeituras, escolas, supermercados e outros estabelecimentos, que queiram chamar a atenção das crianças. A árvore "fala" também sobre saúde, bullying e todos os assuntos que precisam de conscientização. Os telefones para contato são (67) 9939-8010 e (44) 9156-0157. 


Drone é capaz de plantar 1 bilhão de árvores em 1 ano

Drone de reflorestamento da BioCarbon Engine: resposta à altura da destruição 
"industrial" das florestas (Crédito: BioCarbon Engine)

18/04/2015

Frear o desmatamento e recuperar tudo o que foi destruído por ele é um dos maiores desafios do nosso tempo. 

Atenta ao problema, uma startup britânica resolveu apostar no poder dos drones para plantar um bilhão de árvores por ano, uma solução à altura da devastação "industrial" das florestas.

Segundo a BioCarbon Engine, o uso de drones seria mais eficiente e preciso que os métodos tradicionais adotados no mercado, como o plantio manual de árvores ("lento e caro") e a distribuição de sementes secas por via aérea ("de baixas taxas de fixação").

"Nossa solução equilibra esses dois métodos. Em primeiro lugar, por meio do plantio de sementes germinadas, utilizando técnicas de agricultura de precisão. Em segundo lugar, por ser escalável e automatizada, a nossa tecnologia reduz significativamente os requisitos de mão de obra e custos.", diz a empresa em seu site. 

Mapeamento

Em um primeiro momento, com ajuda de um drone, a BioCarbon reúne dados detalhados do terreno, a fim de produzir mapas 3D de alta qualidade sobre as terras agrícolas, plantações e áreas a serem restauradas.

Plantio

Usando os dados de mapeamento, os drones realizam as atividades de plantio de precisão. A esperança vem do alto na forma de pequenas cápsulas que se rompem ao atingir o solo, liberando, assim, as sementes germinadas.

Monitoramento

Outra importante parte do projeto é o monitoramento do plantio. Esta informação ajudará a fornecer avaliações da saúde do ecossistema ao longo do tempo.

Fase do projeto

O projeto de reflorestamento em escala industrial a partir de drones ainda não está completamente pronto para uso comercial, mas o seu protótipo, que ganhou R $ 20 mil em fundos do Centro de Empreendedorismo Skoll no ano passado, deve entrar em pleno funcionamento até o final do ano. 

Veja um vídeo sobre o projeto abaixo:


Fonte: Exame.com

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