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JADE AZUL (Strongylondon macrobothrys)


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1/04/2024 

É uma exótica trepadeira excelente para cobrir estruturas fortes como pérgolas e caramanchões, pelo seu crescimento vigoroso e à natureza das flores belíssimas que se destacam como pendentes. Fornece sombra agradável durante o ano todo.

Nome popular: Jade Azul

Nome científico: Strongylondon macrobothrys

Família: Fabaceae

Origem: Ásia, Filipinas

Ciclo de vida: Perene

Folha: Possui folhas abundantes trifoliadas, com folíolos elípticos, alongados e verdes.

Crescimento da planta: Planta de crescimento rápido, pode chegar a 12 metros de altura.

Frutos: não da frutos

Quando da flores: Sua floração ocorre na primavera e no verão

Flores: Floração com a formação de longas inflorescências axilares. Suas flores apresentam o formato de garras (unhas) invertidas, com um brilho perolado espetacular e único, além de uma coloração entre o verde e o azul.

Como adubar essa planta: ➜ Preparar o substrato para cultivo com uma mistura de húmus de minhoca, composto orgânico e areia, e partes iguais, acrescentando 100 gramas de farinha de ossos. Colocar essa mistura no fundo da cova. ➜ Para manutenção adubar anualmente com esterco de gado bem curtido e farinha de osso ou adubo químico NPK 4-14-8.

Como regar essa planta: irrigação em intervalos regulares.

Vai em qual clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical

Nativa de qual clima: quente e úmido

Aceita poda? - As podas podem ser realizadas para contenção do crescimento e renovação da folhagem.

Vai na sombra? - Meia Sombra, Sol Pleno

Altura das mudas: até 40 cm

Atrai pássaros? - atrai beija-flores

Atrai borboletas? - atrai borboletas

Fonte: Sítio da Mata



ÁRVORES: JASMIM MANGA (PLUMERIA RUBRA)

 


13/12/2022

Árvore encantadora, com flores lindas e cheirosas, é muito exótica.  Planta perene que pode chegar até 6 metros de altura. Bastante ornamental, podendo ser cultivada isolada ou em grupos, em amplos espaços, preferencialmente longe de dormitórios devido ao forte perfume.

Nome popular: Jasmim Manga

Nome Ciêntífico: Plumeria rubra

Família: Apocynaceae

Origem: América Central, América do Norte, América do Sul

Ciclo de vida: perene

Folha: Perde folhas no inverno ou em época de estiagem prolongada, as folhas são grandes, brilhantes e com nervuras bem definidas, nascem na ponta dos galhos.

Crescimento da planta: O jasmim-manga é uma árvore encantadora, seu aspecto exótico e suas flores perfumadas envolvem a todos. Altura: 4.7 a 6.0 metros. Seu crescimento é considerado lento.

Frutos: não dÁ frutos

Quando da Flores? A floração inicia-se no fim do inverno e permanece pela primavera

Flores: A floração inicia-se com a sucessiva formação de flores de diversas cores e nuances entre o branco, o amarelo, o rosa, o salmão e o vinho. 

Como adubar essa planta?➜ No plantio recomenda-se usar 15 litros de esterco de curral ou de composto orgânico; ou 5 litros de esterco de galinha já curtido, mais 150 gramas de superfosfato misturados na terra retirada dos primeiros 20 centímetros da cova. Essa mistura deverá ir para o fundo da cova. Se preferir usar adubo mineral utilize NPK 4-14-8, cerca de 10 colheres na cova. ➜ Um ano após o plantio aplique de 3 a 4 vezes por ano NPK 4-14-8, começando com 3 colheres e ir aumentando conforme tamanho da planta. Aplicar o adubo na projeção da copa, nunca junto ao caule. 

Como regar essa planta? Quando jovem manter o solo ligeiramente úmido aplicando pouca água. Uma vez estabelecida, regar 1 vez por semana no caso de estiagens muito prolongada.

Vai em qual clima? Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical

Aceita poda? Quando jovem fazer poda de formação e condução, retirando brotações laterais e galhos com má formação; depois de adulta somente galhos secos. 

Vai na sombra? Sol Pleno

Planta de frio ou calor? Quente, não tolera geada.

Atrai pássaros? Atrai beija-flores

Quais pragas tem essa planta? O fungo Coleosporium plumeriae de coloração alaranjada, conhecido popularmente como “ferrugem”, encontra facilidade de propagação com a umidade. Pode ser eliminado com aplicação de fungicidas, corte de folhas e ramos infectados e queima dos mesmos.

Fonte: Sítio da Mata

BENEFÍCIOS DA HORTELÃ E DE SEU CHÁ



28/07/2019

Saiba para que serve a planta e o chá de hortelã e confira motivos pelos quais você deveria plantá-la em sua casa

A hortelã é uma erva bastante popular, estando presente em balas, chicletes, drinks como o mojito, e em diversos cosméticos. Mas você conhece os poderes dessa plantinha? A hortelã contém antioxidantes poderosos, vitaminas A, B6, C, E, K, ácido fólico e a riboflavina. Se ingerida ou apenas inalada, a hortelã proporciona muitos benefícios. Segundo estudo da University of Maryland, nos EUA, a hortelã tem poderes antibacterianos, antifúngicos e anti-inflamatórios.

De acordo com um recente estudo da Wheeling Jesuit University, o cheiro e o sabor da hortelã têm profundos efeitos em funções cognitivas. Isso inclui funções como raciocínio, resolução de problemas, formação de conceitos, julgamentos, atenção, e até mesmo memória. Confira o vídeo do Portal eCycle a respeito:


Benefícios da hortelã e para que serve o chá de hortelã

1. Melhora a digestão

Segundo um estudo da Unesp, as espécies do gênero Mentha apresentam indicação etnofarmacológica para distúrbios gastrointestinais. De acordo com o estudo, a hortelã relaxa os músculos do estômago e melhora o fluxo de bile, que o corpo usa para digerir gorduras. Para melhores resultados, beba chá de hortelã.

2. Alivia a síndrome do intestino irritado

Diversos estudos revelaram que a hortelã é muito eficiente no tratamento dos sintomas da síndrome do cólon irritado. Pesquisas comprovam que cápsulas entéricas revestidas de hortelã-pimenta podem ajudar no tratamento de sintomas como dor, inchaço, gases, e diarreia.

3. Ajuda a aliviar sintomas da asma e outros problemas respiratórios

O aroma da hortelã também proporciona benefícios, pois ajuda a "abrir" as vias aéreas. Pessoas que sofrem com asma e alergias podem se beneficiar do uso da erva. Realizar inalações com hortelã ou beber chá de hortelã pode ser bem útil para aliviar os sintomas. Asmáticos devem adicionar hortelã em suas inalações e também beber um pouco de chá. Para facilitar a respiração instantaneamente, adicione cerca de cinco folhas de hortelã em um pouco de água quente e inale.

4. Ajuda a aliviar sintomas de gripes e resfriados

O mentol que existe na hortelã é um eficiente descongestionante, além de ser um bom expectorante: ajuda a expelir muco e a diminuir a tosse. Tomar chá de hortelã é uma boa pedida para diminuir a dor de garganta e a tosse seca.

5. Alivia coceira e irritações da pele

A hortelã tem propriedades anti-inflamatórias e é antipruriginosa. Por isso pode ser utilizada para aliviar coceiras. Quando aplicada topicamente, a hortelã tem efeito calmante e refrescante em irritações causadas por urticária, hera venenosa ou carvalho venenoso.

Óleo essencial de hortelã-pimenta: 25 benefícios

6. Melhora a saúde bucal

A hortelã neutraliza o mau hálito e também combate bactérias que causam cáries. Por esse motivo ela é comumente acrescentada em produtos como creme dental, enxaguante bucal e sprays que refrescam o hálito.

7. Alivia a dor

A folhas de hortelã podem aliviar dores musculares, dores de cabeça e até mesmo dores de estômago. Para relaxar os músculos, combine uma xícara de sal marinho, um terço de xícara de azeite e cerca de oito gotas de óleo essencial de hortelã. Massageie o local por dez minutos e enxague.

8. Alivia náuseas

O cheiro de óleo essencial de hortelã ou folhas de hortelã frescas pode ajudar a aliviar a sensação de enjoo e ânsia.

9. Melhora a memória

Em 2008, pesquisadores ingleses examinaram o poder do óleo essencial de hortelã no cérebro e descobriram que ele aumenta o estado de alerta e a memória.

10. Previne o câncer

A hortelã contém mentol, uma substância cuja propriedades têm sido associadas a prevenção de diferentes tipos de câncer, especialmente o câncer de próstata.

Opte por utilizar o óleo essencial de hortelã na sua forma 100% pura, pois alguns podem conter compostos nocivos que prejudicam a saúde da pele, como por exemplo os parabenos. Para comprar visite a Loja eCycle e encontre o óleo de hortelã.

A hortelã não é uma erva difícil de achar e nem de plantar; você pode encontrá-la fresca em qualquer supermercado ou plantá-la em um vasinho em casa. Confira no vídeo um tutorial de como plantar hortelã na sua casa.


Fonte: Ecycle

ÁGUA QUE ORQUÍDEA NÃO BEBE



21/04/2017

Famosas por suas flores diferentonas, essas plantas são exigentes e não devem ser regadas com água encanada

Por Marina Gabai

Se você não bebe qualquer água para matar a sede, por que suas orquídeas deveriam? Delicadas e exigentes, elas podem ter a saúde afetada pelo simples fato de serem regadas com água inadequada. Daí a importância de dar uma atenção especial a esse quesito na hora de cuidar dessas plantas.

A água encanada, que normalmente é usada para a irrigação do jardim como um todo, tem uma quantidade muito grande de sais minerais, que interferem no desenvolvimento das orquídeas: eles prejudicam a absorção dos nutrientes da adubação e, consequentemente, afetam o crescimento e o florescimento da planta. Como se não bastasse, o cloro aplicado no tratamento da água faz mal para as raízes das orquídeas.

Segundo o orquidófilo Erwin Bohnke, a melhor água para molhar essas plantas é a da chuva. ” Ela não contém grandes quantidades de sais minerais e ainda é uma opção sustentável. Basta coletá-la em um tonel ou balde, armazená-la em um recipiente fechado e usar quando necessário”, explica ele.
Na falta da água da chuva, a sugestão é usar água mineral. Ela tem sais minerais, mas em menor quantidade que a água da torneira.

Quem não puder usar a água da chuva ou mineral em todas as regas, deve tentar fazer isso pelo menos na hora de dissolver o adubo. Assim, a absorção dos nutrientes não é prejudicada. Nas demais irrigações, recorra à água encanada, e tome o cuidado de replantar a orquídea anualmente.

Assim, o substrato, que retém boa parte dos compostos que fazem mal à planta, será renovado antes de se esgotar.

COMO PLANTAR GIRASSOL

Girassol - Imagem original: Yovko Lambrev

05/12/2015

O girassol (Helianthus annuus) é uma planta nativa da América do Norte que normalmente atinge de 1 m a 4 m de altura, embora existam cultivares com menor tamanho e cultivares que podem atingir maior altura, podendo chegar a quase 8 m. Seus grandes capítulos florais o tornam uma planta apreciada em jardins e como flor de corte, existindo um bom número de cultivares para estes objetivos. Os frutos secos (cipselas) contêm sementes que podem ser consumidas cruas ou assadas, e podem ser usadas para fazer farinha ou para a extração de óleo vegetal. As sementes, o farelo resultante da extração de óleo e a folhagem podem ser utilizados na alimentação de aves e outros animais.

O girassol pode ser cultivado em uma ampla gama de regiões climáticas, 
embora cresça melhor com temperaturas entre 20°C e 30°C 
Imagem original: National Rural Knowledge Exchange 

Clima

A temperatura mínima durante o ciclo de cultivo não deve ser inferior a 5°C, sendo melhor que não fique abaixo de 10°C. O Girassol também cresce bem com temperaturas elevadas, podendo tolerar até mesmo temperaturas próximas a 40°C. No entanto, ventos fortes e tempestades podem causar danos as plantas, diminuindo a produtividade.

Luminosidade

Cultive com iluminação solar direta. Esta planta precisa receber luz solar direta ao menos por algumas horas diariamente.

Há muitos cultivares de girassol, que variam no tamanho 
da planta e no tamanho, na forma e na cor das flores 
Imagem original: Nociveglia

Solo

O solo deve ser bem drenado, profundo, fértil e rico em matéria orgânica. Esta planta é bastante tolerante quanto ao pH do solo, mas o ideal é que esteja entre 6 e 7,5.

Girassol ornamental "Teddy Bear" - Imagem original: Digital Cat 

Irrigação

Irrigue com a frequência necessária para que o solo seja mantido úmido, mas sem que permaneça encharcado. Contudo, plantas bem desenvolvidas podem suportar breves períodos de seca.

Mudas de girassol. Embora seja possível semear em sementeiras, o recomendado 
é semear o girassol diretamente no local definitivo do cultivo 
Imagem original: Energyandintensity

Plantio

Embora as sementes de qualquer cultivar de girassol sejam comestíveis, deve-se escolher um cultivar de acordo com o objetivo do plantio. Por exemplo, para a produção de óleo vegetal, deve-se escolher cultivares apropriados para esse fim, que possuem um maior teor de óleo nas sementes. Cultivares ornamentais muitas vezes são menos produtivos que os cultivares selecionados para a produção de sementes.

As sementes geralmente são semeadas diretamente no local definitivo, a uma profundidade de 2 a 4 cm, pois as mudas de girassol geralmente não toleram bem o transplante. Caso sejam semeadas em sementeiras ou em copinhos feitos de papel jornal, faça o transplante assim que as mudas possam ser manuseadas sem sofrer danos, mas antes que as raízes ocupem todo o volume do contêiner. As sementes germinam normalmente em uma ou duas semanas.

O espaçamento entre as plantas varia conforme o cultivar e as condições locais de cultivo, mas geralmente pode ser usado um espaçamento de 80 cm entre as linhas de plantio e 40 cm entre as plantas. Para cultivares ornamentais pequenos, 20 a 30 cm entre as plantas é o suficiente, e para cultivares gigantes pode ser necessário um espaçamento de até 1 m entre plantas.

O girassol pode ser cultivado em vasos grandes, mas neste caso o ideal é plantar apenas cultivares ornamentais anões ou os cultivares de menor tamanho.

Capítulo floral do girassol. Note a grande quantidade de pequenas flores 
presentes em um capítulo floral, que são avidamente visitadas por abelhas 
Imagem original: Jespahjoy 

Tratos culturais

Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes no início do plantio.

Dependendo da região e do tamanho da plantação, pode ser necessário colocar alguma proteção contra as aves, pois estas podem se alimentar das sementes e diminuir ou mesmo arruinar a colheita.

Do mesmo modo que para muitas outras culturas agrícolas, não é aconselhado plantar o girassol consecutivamente no mesmo local, devido a maior probabilidade de surgirem problemas com doenças quando o plantio é feito seguidamente na mesma área.

Capítulo floral do girassol com suas sementes - Imagem original: Brusselsfarmer2

Colheita

A colheita pode ser feita geralmente de 70 a 90 dias após o plantio, embora isso possa variar com o cultivar e as condições de cultivo.

A colheita manual dos capítulos florais pode ser feita quando estes estão com uma coloração castanho-clara. É possível atrasar a colheita, mas é preciso levar em conta que o consumo das sementes por aves e outros animais podem levar a perdas significativas.

Sementes de girassol - Imagem original: Phil Hawksworth 
Fonte: Hortas.info

5 PLANTAS QUE A NASA RECOMENDA PARA PURIFICAR O AR DA SUA CASA

02/12/2015

Além de deixarem o ambiente de qualquer casa mais alegre, as plantas são ideias para filtrar o ar do local.

Mas nem todas cumprem essa tarefa com a mesma eficácia.

Em 1989, a Nasa fez um estudo para determinar quais as mais indicadas para cumprir essa missão em um ambiente fechado.

A pesquisa levou em consideração vários poluentes do ar, além das características das plantas e da facilidade de se obtê-las.

Os poluentes mais comuns e que as plantas se encarregam de filtrar são: benzeno, xileno, amoníaco, tricloroetileno e formaleído.

A BBC Mundo entrou em contato o autor do estudo, Bill Wolverton, que hoje dirige a ONG Wolverton Environmental Services, para ver se as recomendações da época continuam valendo.

Ele resumiu a lista e recomendou as cinco melhores plantas para limpar o ar de um casa. E também sugeriu "ter variedade, já que algumas são melhores que outras para eliminar substâncias químicas específicas do ar".

Essa é a seleção feita por Wolverton:


Jibóia (Epipremnum aureum)



Um planta folhosa bem popular e fácil de ser obtida. É muito resistente e não requer grandes cuidados. Por isso é bastante utilizada em escritórios, comércio e outros locais públicos.

Se adapta facilmente a temperaturas entre 17ºC e 30ºC, e só é preciso regá-la quando a terra estiver seca.

É eficaz na absorção de formaleído, xileno e benzeno.

Lírio da paz (Spathiphyllum)



É uma planta que sobrevive com pouca luz e pouca água. Ela cresce em temperaturas superiroes a 18ºC e é bastante longeva.

Recomenda-se que ela seja mantida longe de correntes de ar.

Ela absorve os cinco contaminantes de ar analisados pela Nasa.

Palmeira-dama (Raphis excels)



Também conhecida como palmeira-ráfis, ela é originária da Ásia e pode chegar a até 3 metros de altura.

Seu cultivo é melhor em áreas com temperaturas medianas e sem luz direta.

De acordo com a agência especial Americana, ela se encarrega de eliminar do ar o formaleído, xileno e amoníaco.

Espada-de-São-Jorge (Sansevieria trifasciata)



De origem africana, é bastante utilizada na decoração de interiores, até por ter a vantage de sobreviver bem em condições desfavoráveis.

Pode aguentar temperaturas bem altas (até 40ºC) e bem baixas (-5ºC), se esses extremos ocorrerem de maneira esporádica.

É boa para eliminar benzeno, xileno, formaleído e também o toluene e o tricloroetileno.

Árvore-da-borracha (Ficus elastica)



É muito resistente e, como tem um alto índice de transpiração, ajuda a manter a umidade do ar.

Em poucos anos, ela pode crescer muito rápido. É eficiente na eliminação do benzeno, xileno e toluene e também age contra o formaleído e o tricloroetileno.

Fonte: UOL


Cientistas querem usar plantas para carregar celular

Foto: Reprodução/Facebook

18/07/2015

Ao armazenar elétrons produzidos pela fotossíntese das plantas, pesquisadores querem carregar bateria de celular.

Cientistas da universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, estudam formas de transformar a energia produzida por plantas em "paineis solares biológicos". Assista ao vídeo aqui.

O grupo também investiga como algas marinhas podem ser usadas como fonte de energia.

Por enquanto, o processo, que aproveita os elétrons armazenados pela fotossíntese, ainda é muito lento.

Mas no futuro, cientistas acreditam que será possível criar jardins que fornecerão energia renovável e barata.


"A HISTÓRIA DA MINHOCA" NARRADA POR ELA MESMA

     


     Os que gostam de esbanjar conhecimento chamam-me oligoqueto. Também me tratam por anelídeo.  Para os ingleses, sou carthworm (verme da terra). Não gosto que me chamem verme – símbolo da insignificância e até de más intenções. Apesar disso, criaram até um neologismo: vermicompostagem, para definirem a transformação da matéria orgânica sob minha digestão e movimentos.  Outros mais sensíveis, preferem minhocultura.  A estes, obrigada.  E há os que me exploram: sabendo que apareço fácil (como por milagre) em todo o lugar úmido que tenha matéria bruta, resolveram confinar-me – e às minhas milhares de colegas – em caixotes onde nos amamos, multiplicamo-nos adoidadas; e de onde nos expulsam, vendendo-nos a quem tem terras pobres, rãs para tratar, peixes para fisgar.

     Sou hermafrodita: masculino-feminina.  Mas, quem for me comparar às flores batizadas em memória de Hermes e Afrodite, pensando que sou auto-suficiente (que me fecundo quando bem quero), terá uma surpresa. É que preciso de uma parceria (ou parceiro, se preferirem os mais ortodoxos em questões sexuais).  Tal parceria também é hermafrodita, mas (com o eu) não se basta, Precisamos nos unir – nos amar, fazendo intercâmbio de sêmen.  Assim garantimos a perpetuação de nossa laboriosa espécies.

     O azar nosso é que vivemos pouco: um, dois anos no máximo. Felizmente somos precoces.  Nasci à 40 dias.  Já sou adulta.  Já posso procriar.  Fecundada, porei ovos (casulos) que contêm cada ovinho se transformará em minúscula minhoca, só visível em microscópio.  Mas isso em termos máximos. A média fica bem abaixo: cada uma das minhas amigas adultas gera dois casulos por semana. Cada casulo acaba contendo só 2,5 ovos fecundados. Acontece que, de cada 100 ovos, 18 costumam gorar. Ainda assim, não há problema: nosso período de vida fecunda estende-se por até nove meses. Contaram-me por exemplo que quatro “casais” de minhocas adultas e bem nutridas geram 1.500 descendentes em seis meses.  Nada mal, convenhamos.

     Quem me chama de verme ignora, em seu desprezo, que tenho muitas exigências.  Uma delas: temperatura entre 13 e 22 graus.  De nada adianta quererem que habite uma pilha de compostos em fase de curtimento ativo, quente.  Ou fujo para baixo (em busca de terra), ou morro (se não escapar a tempo).  Outros, sabendo que não tenho olhos, acreditam que tolero a luz intensa.  Nada disso. Minha epiderme (se assim posso chamá-la) detesta muita claridade – e, pior que tudo, o calor direto do Sol. Mas tem suas defesas: produz uma substância que protege e garante minha sobrevivência quando algum engraçadinho revolve o esterco, expondo-me a todos os riscos: aves que me adoram, terra seca que me sapeca a pele.  Protegida pela substância, consigo voltar ao meu mundo subterrâneo.

     Meu olfato não é dos melhores.  Todavia, quem quiser garantir a perpetuação da minha espécie fique sabendo: detesto cheiro de alho, cebola, pimenta; não gosto de temperos, óleos, gorduras.  Para viver bem e procriar, preciso ficar na base da pilha de matéria orgânica em fermentação e ir cavando, subindo para o miolo, na medida em que este esfria. A pilha pode conter restos vegetais picadinhos, estercos, terra fértil, folhas coadas de chá, papel triturado, sobras de cozinha, borra de café. Explicando melhor: não abro mão de substâncias minerais (contidas no solo), carbono (representado por amidos e açúcares) e nitrogênio (dos materiais proteicos). Mas prefiro tudo em estado semibruto, semidigerido por bactérias e fungos.  Não me venham com adubo químico pensando que me alimentam: matam-me ou põem-me em fuga, para as profundezas.

     Detalhe: não devoro húmus, produzo-o.  Minha digestão feita por meio de fermentos e contrações, resulta num húmus puro, com pequeno teor de argila.  E, uma vez que não sou prófaga (não como o excreto), chego fatalmente a um compasse: acelerando a transformação da matéria orgânica em húmus – por meio das perfurações, secreções e dejeções – apresso meu fim.  Quando o húmus do adubo orgânico chega a 70 por cento, passo fome – e morro.  Mas (desculpem-me confessá-lo) também sou canibal.  Meu recurso extremo: papar os filhotes de minhas companheiras...

     Se morro, de fome ou de velhice, continuo prestando benefícios à matéria orgânica e ao solo agora enriquecido: elevo seu teor de nitrogênio, ao me decompor.  E faço como nada o faria, porque – contaram-me – meu corpinho seco contém até 72 por cento de proteína.

     Voltemos às minhas exigências.  Engana-se quem supõe que basta transferir minha colônia (milhares de companheiras) para um solo pobre ou árido a fim de melhorá-lo.  Aí morremos de fome ou de sede, quando não conseguimos debandar.  Região onde cai menos de 370 milímetros de chuva por ano não nos serve.  E chão fraco em matéria orgânica só nos serve de cemitério.

     Digo nós: é que formamos uma vasta comunidade de 3 mil espécies conhecidas em todo o mundo, embora os homens falem que só umas poucas têm “importância econômica”.  Tudo bem. Vejamos as mais prestigiadas.

     Uma gosta do solo com doses maciças de matéria orgânica.  É noctívaga e a maior de todas: a Lumbricus terrestris. Outra é a minhoca vulgar, que prefere muita umidade.  É mais encontrada do que a noctívaga.  Aceita solos menos férteis.  Chama-se Allolobophora caliginosa.  Terceira: pequena, delgada, que se dá bem em solos pobres de matéria orgânica.  Mas como faz túneis minúsculos, exerce pouco efeito sobre a constituição do solo.  É a Diplocardia verrucosa.  Agora, uma preguiçosa de nascença: a minhoca verde, curta e grossa.  Trabalha pouco.  Prefere enrodilhar-se e assim viver.  Seu nome, Allolobophora chlorotica.  Grande apreciadora dos estercos é a Eisenia foetida, também chamada anelídeo vermelho.  Tem anéis de tom amarelo e marrom cuja contração e distensão alteram muito o comprimento total da minha coleguinha.  Não gosta de terra cultivada. Finalmente, a Lumbricus rubellus, mais robusta que a minhoca dos estercos; tem cor marrom, mas sem os anéis amarelos.  Também gosta de estercos; não de terras cultivadas, a menos que estas recebam muito esterco semicurtido.

     São duas as que atacam (e transformam) o composto em fase de curtimento: a vulgar (também chamada “minhoca de campo”) e a noctívaga (ou “minhoca da noite”).  Mas não esqueçamos outras coleguinhas, capazes de atuar em solos pouco propícios.  Sei por experiência própria que um chão só é árido por ser impermeável: as águas apenas lambem sua superfície, escorrem e se acumulam em depressões distantes.  Não se infiltram. Daí a pouco, sob o efeito do Sol e ventos, o chão está seco de novo.  Mas, recebendo seu quinhão de matéria orgânica, torna-se meio de vida – e de proliferação – para minha família e outras semelhantes.  A infiltração das substâncias enriquece a camada inferior da terra.  Nós a atacamos, abrindo túneis de quilômetros.  E por aí hão de penetrar mais facilmente a água das chuvas e caldos orgânicos, para felicidade nossa.  A partir de então, começa este ciclo interminável: matéria orgânica + minhoca = maior porosidade = maior retenção de água = maior atividade da minhoca = melhor desenvolvimento das plantas que, morrendo, fornecerão mais cobertura à terra e a nós...

     Dizem-me que um cavalheiro chamado Hopp teve a pachora de verificar: em chão pobre e sem a nossa presença, a água tem a capacidade inicial de se infiltrar apenas 5 milímetros a cada minuto de chuva.  E chão fértil, bem povoado por nós, é infiltrado até a uma profundidade de 2,25 centímetros em um minuto!

     Somos portanto arados vivos.  E aramos cada vez mais fundo, na medida em que encontramos condições favoráveis.  Quanto mais penetramos, mais criamos tais condições.  Mas somos meio trapalhonas: de vez em quando perdemos o senso de orientação.  Somos enganadas pelo frio e umidade de superfície, pela pouca luz dos dias nublados.  Aramos para cima – e, antes de sairmos à superfície, causamos algum estrago em sementeiras que germinam.  Aí se explica por que, em tempos de total ignorância, os hortelãos moviam intensa guerra contra nós, irrigando a terra com querosene ou água de barrela.  É o único deslize que come temos – e ainda assim só nos longos períodos de chuva mansa.

     Pior para nós, que às vezes pagamos caro o engano de ir espiar a luz: encerramos a carreira no papo de algum pássaro.

     Faltaria contar como nos criam em caixotes e nos obrigam a fugir para o fundo sob o efeito da luz e calor de lâmpadas de 40 watts: Confinam-nos na base, que se torna um superpovoado campo de concentração.  Removem a terra de superfície.  Depositam-nos um pouco de matéria orgânica e nos exportam – para agricultores, pescadores de rãs... 

     Não vale a pena entrar em detalhes tão sombrios.  Sou uma independente minhoca do campo, sábia o bastante para dizer: ninguém precisa semear minhoca.  Basta que semeie bastante matéria orgânica semicurtida uma, das vezes ao ano. Aí apareço, como por milagre.  Por isso alguém até supõe que transgrido todas as leis da Ciência – que sou produto de geração espontânea...

Referência: 

DADONAS, M. A horta orgânica em seu quintal. São Paulo: Ground, 1987. 174 p. 

Paraguai declara 'adoçante natural' como patrimônio genético do país


Site paraguaio mostra imagem da planta Ka'a He'e
(Stevia Rebaudiana Bertoni) (Foto: Reprodução)
13/11/2012

Planta 'Stevia Rebaudiana Bertoni' é considerada de interesse nacional.
Substância extraída da planta é usada em produtos alimentícios.

Da EFE

A planta Stevia Rebaudiana Bertoni, originária do Paraguai e de onde é possível extrair um adoçante natural, foi declarada patrimônio genético do país pelo presidente Federico Franco, que anunciou a decisão nesta terça-feira (13) durante abertura do VI Simpósio Internacional de "Ka'a He'e" (Stevia, em guarani), realizado em Assunção.

A denominação de patrimônio genético faz parte de um decreto presidencial que também declara de "interesse nacional a promoção, o fomento e o incentivo para o desenvolvimento da pesquisa, produção, industrialização e comercialização" da Stevia, informou a agência pública "IP Paraguay".

O governo emitiu o decreto que corresponde a um pedido da câmara paraguaia da Stevia (Capaste), organização que procura outorgar o selo de origem do produto, também cultivado e comercializado em países como a Argentina, Brasil e Japão.

O ministro da Agricultura, Enzo Cardozo, disse durante o ato que o país prevê investir 10 bilhões de guaranis (cerca de US$ 2,2 milhões) no fim de 2012 e parte de 2013 para potencializar a produção do "Ka'a He'e".

Em 2011, a exportação paraguaia de folhas de Stevia registrou um aumento de 27,3% ante o índice de 2010. A exportação do "glicosídeo do esteviol", composto extraído da planta, registrou no ano passado alta 107,23% na comparação com 2010, segundo dados do Rediex, órgão técnico do Ministério da Indústria.

No final de novembro de 2011, a Comissão Europeia (CE) autorizou a comercialização do "Ka'a He'e" em 27 países, tanto para seu uso em bebidas como em alimentos, segundo informou a Chancelaria paraguaia.

Antes dessa aprovação, a CE anunciou em 14 de novembro de 2011 a admissão do uso do "glicosídeo do esteviol" em 31 tipos de produtos alimentícios ao constatar que esta substância obtida a partir da folha de Stevia não representa risco para a saúde abaixo de certo limite.

A norma da CE se soma a outras como a do Comitê Conjunto da Organização Mundial de Alimentação (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), que através de sua Comissão de Código Alimentício, em julho de 2011, também aprovou a proposta de níveis máximos de utilização do 'glicosídeo do esteviol' em bebidas e alimentos.

O "Ka'a He'e" é obtido de uma planta usada pelos nativos como adoçante e para fins medicinais, que foi descoberto cientificamente pelo botânico suíço estabelecido no Paraguai Moisés Bertoni (1857-1929). A determinação e o isolamento dos princípios ativos se deve a Ovidio Rebaudi, químico paraguaio, por isso a denominação científica da planta é Stevia Rebaudiana Bertoni.

Fonte: G1 Natureza



Alyssum Compactum Branco

Hoje eu cultivei a Alyssum Compactum Branco e aqui vão algumas dicas:
ÉPOCA DE PLANTIO:
Agosto a Fevereiro

MODO DE PLANTIO:
Prepare bem o canteiro levantando-o 15 cm de altura.
Use 300g de adubo NPK de uma fórmula comercial ou 1,5 Kg de esterco bem curtido para cada 10 metros quadrados de canteiro.
Misture bem.
Plante direto deixando 30 cm entre linhas numa profundidade de aproximadamente 1 cm.
Cobre sempre com um solo leve ou com serragem fina.

IRRIGAÇÃO:
Irrigue pelo menos uma vez por dia, preferencialmente ao início da manhã ou no fim da tarde.

GERMINAÇÃO: 7 dias

OBSERVAÇÕES:
Ciclo até o início da floração (dias): 60 Verão
Número aproximado de sementes por grama: 2.450
Ótimo para bordaduras de canteiros, pois fecha completamente o solo
Recomendadas para saquinhos e vasos
Boa para atrair abelhas
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