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Brasil reconhece que combate ao desmatamento da Amazônia está estagnado

Floresta queimada na Amazônia (Foto: Erika Berenguer)

20/11/2016 

Durante Conferência do Clima em Marrakesh, o governo diz que as taxas de desmatamento pararam de cair – e promete monitoramento no Cerrado

Durante os últimos anos, o mote do governo brasileiro em reuniões internacionais sobre meio ambiente era mostrar como o Brasil conseguiu, com sucesso, reduzir drasticamente o desmatamento. Com razão. Em dez anos, o país reduziu em 78% o desmatamento na Amazônia. Só que, recentemente, esse progresso ficou estagnado. Pior, os dados de 2015 mostram aumento no desmate.

Em evento durante a Conferência do Clima da ONU em Marrakesh, no Marrocos, o governo brasileiro reconheceu que as taxas de desmatamento pararam de cair. O secretário de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Everton Lucero, disse que estamos há quatro anos sem redução na derrubada de árvores na Amazônia.

"Estamos engajados no combate contínuo ao desmatamento da Amazônia, que, nos últimos quatro anos, parece ter chegado a uma planície. Não está mais caindo, como esperávamos. Nós precisamos então olhar para isso e fortalecer as medidas de comando e controle e, ao mesmo tempo, criar alternativas econômicas viáveis e sustentáveis para os 25 milhões de pessoas que vivem na região."

O secretário também disse que o governo deve lançar em breve um programa para o monitoramento do Cerrado. "Estamos comprometidos em reduzir o desmatamento também nos demais biomas brasileiros. Vamos em breve começar um sistema de monitoramento no Cerrado", disse. O Cerrado tem hoje taxas de desmate tão altas quanto os da Amazônia, e é também menos protegido pela legislação.

Lucero disse que o Brasil ampliará os esforços no combate ao desmatamento ilegal e fará programas de compensação para repor áreas desmatadas dentro da lei. Além disso, ressaltou que o Brasil se comprometeu, no Acordo de Paris, a restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2020. O secretário não mencionou as críticas feitas pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que também está em Marrakesh. Maggi tem dito à imprensa que o setor agropecuário não pode se comprometer com a restauração florestal por conta do custo, que ele julga muito alto.

Apesar dos sinais de esgotamento da política atual para a Amazônia, os esforços do Brasil foram reconhecidos por ministros de vários países, como o ministro do Meio Ambiente da Noruega, Vidar Helgesen. "O que é uma implementação bem-sucedida de política florestal? A resposta mais simples é: o que o Brasil fez", disse. Segundo ele, as medidas de monitoramento e combate ao desmatamento permitiram reduzir "massivamente" o desmate no Brasil na última década, ao mesmo tempo que melhorou a vida da população local. Helgesen defendeu que outros países incluam políticas para as florestas em seus compromissos firmados no Acordo de Paris.

* O repórter viajou a convite da Earth Journalism Network

Fonte: Época


FAO e Google querem criar nova era de informações sobre o ambiente

Curso de formação da Google Earth. Foto: FAO

24/04/2016

Informações geoespaciais sobre florestas seriam o primeiro passo para manejo dos recursos naturais em tempo real; agência da ONU e companhia trabalham para popularizar imagens de satélite em alta resolução.

A empresa Google firmou uma parceria com a agência da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, para que dados de satélites de alta resolução sejam ferramenta diária para o manejo dos recursos naturais.

A iniciativa em prol do desenvolvimento sustentável foi firmada pelo diretor da FAO, José Graziano da Silva e a gerente de engenharia do Google Earth, Rebecca Moore.

Tempo Real

A colaboração permite a administradores de recursos e a investigadores avaliar mudanças no solo. O método oferece um salto de qualidade para melhorar a capacidade de armazenamento de carbono de uma floresta ou para uma nação planejar estratégias ligadas à emissão de gases de efeito estufa.

A FAO explica que dados de satélite que são facilmente acessíveis e atualizados rapidamente permitem mudanças na gestão florestal, que poderá ser feita praticamente em tempo real.

Mapeamento

Graziano da Silva declarou que a FAO e o Google estão criando um nível sem precedentes de informações ambientais. O foco inicial é o setor de florestas. Após treinamento, especialistas poderão utilizar o software da FAO e os dados de arquivo do Google Earth para conduzir, em poucas horas, o mapeamento ou classificação de floresta – trabalho que antes, poderia durar semanas ou meses.

O diretor da agência da ONU explica que "entender os efeitos da mudança climática, planejar melhorias na produção e distribuição de comida e medir progressos requer dados frequentes e precisos sobre o meio ambiente e possíveis mudanças".

O Google disponibiliza os dados e a FAO orienta sobre a melhor maneira de extrair informações úteis. Uma pesquisa sobre desertificação já está em andamento e os resultados serão publicados no final do ano. Já a unidade de controle de pragas da FAO utiliza os dados de satélite para melhorar as previsões e controlar surtos.

Fonte: Rádio ONU

ROCK IN RIO PROMOVE CAMPANHA PARA RESTAURAR AMAZÔNIA



06/04/2016

O Rock in Rio, maior festival de música e entretenimento do mundo, lançou o Amazônia Live, um projeto social da marca a ser realizado em edições do festival até 2019.

O objetivo da campanha é mobilizar a população a abraçar a causa do meio ambiente com o slogan “Mais do que Árvores, Vamos Plantar Esperança”.

De 1500 a 1977, cerca de 4,7% da Amazônia foi desmatada, segundo dados da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (Raisg). Nos últimos 36 anos, esse percentual subiu para 18%. O Brasil já perdeu, de acordo com dados coletados até 2013, 632 mil km2 de florestas, o que afeta o clima e o equilíbrio das chuvas e a vida de quem vive perto e, também, longe da floresta.

O Rock in Rio resolveu se engajar na questão por considerar a música uma linguagem universal capaz de emocionar as pessoas. O festival tem um pilar de sustentabilidade criado em 2011: “Por um mundo melhor”.

Objetivamente, a organização do evento inicia um movimento global de restauração da Amazônia chamando a atenção das pessoas para o consumo consciente dos recursos naturais e para a mudança de seu comportamento.

Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, explica que “pela primeira vez estamos adotando globalmente uma mesma causa que será promovida em todos os países onde o Rock in Rio está, e não só, e se estenderá por várias edições do evento. Estamos garantindo o plantio de um milhão de árvores e, com a ajuda de marcas parceiras e dos fãs do festival, queremos chegar a cerca de três milhões de novas árvores na região. Com esta ação, vamos chamar a atenção do mundo inteiro para um problema urgente e mostrar que é possível plantar, sobretudo, esperança. Para se ter uma ideia da importância disso, segundo dados do ISA, uma floresta com três milhões de árvores transpira a cada dia cerca de 48 milhões de litros de água. Outro dado importante e que merece a nossa atenção é que a Amazônia tem 20% de toda a água doce do planeta e isso não pode se perder”.

A ideia começou em 2015, quando a Prefeitura de Manaus procurou a equipe do Rock in Rio para ajudar a chamar atenção para a importância da floresta no equilíbrio do planeta.

Além da campanha publicitária sobre a importância da floresta, o Rock in Rio promoverá o plantio de árvores, contando já com parceiros, como Itaú, Manaus Luz, Manaus Ambiental, Banco Mundial, Universidade Estácio de Sá, e Gol. O festival garantiu o plantio de um milhão de árvores e os parceiros se comprometeram com a causa elevando este número para 2,1 milhões.

Segundo Claudia Romano, diretora de responsabilidade social e parcerias da Estácio, a universidade vai doar 100 mil árvores, além de trabalhar na mobilização de seus alunos e colaboradores para fazerem o mesmo. “Se cada um plantar uma árvore já será um grande feito. Nossa missão de educar para transformar se expressa também na formação de profissionais e cidadãos conscientes e comprometidos”, disse.

O Banco Mundial e o ARPA (Programa Áreas Protegidas da Amazônia) também se comprometeram com a causa. “Estamos construindo uma parceria com o Banco Mundial, no âmbito do Programa Áreas Protegidas da Amazônia – ARPA, onde serão plantadas, no mínimo, 1 milhão de árvores junto ao Amazônia Live em áreas protegidas da floresta Amazônica”, garante Adriana Moreira, que trabalha para ambos os grupos.

Para o plantio, será usado um mix de sementes através de uma técnica, desenvolvida pelo Instituto Socioambiental (ISA) com o objetivo de reproduzir o processo natural da floresta, que aproveita a experiência de plantadores de árvores do Xingu-Araguaia. Essa experiência comprova que o melhor método para as árvores é serem plantadas as suas sementes diretamente no chão, no seu local definitivo. Tal ação visa a recuperar as nascentes e matas às margens dos rios, além de gerar renda de forma colaborativa e inclusiva para as comunidades locais.

Todo o processo poderá ser acompanhado durante os três primeiros anos do plantio por meio de relatórios técnicos e notícias que avaliarão a situação das árvores e da recuperação da floresta.

A ação é celebrada pelo ISA e pelos plantadores de semente. Segundo Rodrigo Junqueira, do ISA, "as melhores soluções são criadas de maneira compartilhada e em Rede. Este é o aprendizado do nosso grande parceiro, a Rede de Sementes do Xingu. Nós do ISA e os mais de 420 coletores de sementes estamos animados com o desafio de plantar um milhão de árvores no coração do Brasil. Mas também muito empenhados em levar o alerta sobre os riscos que a Amazônia está enfrentando neste momento e o papel de cada pessoa nas questões socioambientais”.

A Amazônia é responsável pelo controle climático global e pela renovação atmosférica da poluição. Preservá-la é preservar várias espécies animais e vegetais – incluindo a espécie humana.

GreenMe

AMAZONAS SEDIARÁ ENCONTRO DE LÍDERES AMBIENTAIS, EM FEVEREIRO DE 2016

O governador José Melo defendeu, em Paris, investimentos na piscicultura e 
nas indústrias de fármacos e cosméticos como sendo essenciais para 
promover desenvolvimento sem agredir a natureza.
Foto: Divulgação/Secom

14/12/2015

O governador José Melo fez articulações com lideranças na 21ª Conferência Mundial do Clima

Paris - O Amazonas será a sede de um grande encontro de lideranças ambientais, em fevereiro do próximo ano. A intenção é levar para o Estado quem possa contribuir de fato com projetos sustentáveis que fortaleçam a economia. A articulação com os líderes começou a ser feita pelo governador do Amazonas, José Melo, durante os dias que participou da 21ª Conferência Mundial do Clima, a COP 21, em Paris, na França.

“Quero que eles olhem para o Amazonas estando entre nós. E a partir daí vamos iniciar uma ampla discussão que vai passar por temas diversos, entre eles a BR-319, a questão da água como um bem tangível capaz de gerar receita e a política de dificultar expedição de licença ambiental e com isso impedir que projetos de economia sustentável sejam executados. Não queremos destruir agora o que está preservado há muito tempo, mas não é justo continuar penalizando a população que mora na floresta”, disse Melo.

O governador, que participou de painéis e encontros para discussão durante a COP 21, foi enfático durante suas apresentações salientando o que diferencia o Amazonas dos demais Estados do Brasil e mundo afora que possuem a mesma condição de floresta tropical.  

“O meu Estado não pode ser tratado como aqueles que fizeram uma travessura e agora estão querendo se redimir e apresentam projetos para recomposição da vegetação. Nós somos diferentes. Nós não mexemos em nossa floresta, temos 97% de área preservada, intocada, mas não sabemos quanto tempo conseguiremos seguir com este número sem que haja investimentos robustos em projetos amplos porque a população precisa e tem direito de ter bons hospitais, boas escolas, qualidade de vida”, frisou Melo.

Falando durante o painel em evento do grupo Força e Tarefa dos Estados para Clima e Floresta, o governador defendeu investimentos na piscicultura e nas indústrias de fármacos e cosméticos como sendo essenciais para promover desenvolvimento sem agredir o meio ambiente.

“O mundo precisa de proteína. As práticas de criação de gado já deram provas do quanto degradaram, logo, não dá para insistir nelas. Temos um manancial de água doce e espécies ricas de peixe, precisamos de investimento em larga escala para concretizar esse projeto. Unindo ao conhecimento tecnológico que já possuímos temos chance de mudar a realidade econômica do interior do Estado. O mesmo acontecerá se houver investimentos nas áreas de fármaco e cosméticos. Nossa floresta tem riquezas que podem ser usadas sem destruí-la”.

José Melo salientou, ainda, que o Amazonas está pronto para receber investimentos e destacou a Lei de Serviços Ambientais, sancionada recentemente por ele. “Nossa legislação está pronta, temos regras rígidas e técnicos comprometidos e competentes para levar adiante e tornar concreto qualquer projeto”.

 Fonte: D24am.com


Torre Eiffel será transformada em floresta virtual em conferência do clima

Torre Eiffel, em Paris, iluminada em rosa para celebrar campanha de combate ao câncer de mama
Jacques Demarthon/ AFP

06/11/2015

Símbolo de Paris para todo o mundo, a torre Eiffel se transformará no fim de novembro em uma floresta virtual, no âmbito de uma série de manifestações artísticas por ocasião da Conferência Mundial sobre o Clima (COP21), que a capital francesa sediará.

Todas as noites, entre 28 de novembro e 3 de dezembro, a iniciativa "One Heart One Tree" (Um coração, uma árvore), concebida pela artista "digital" Naziha Mestaoui, convidará os visitantes a, usando seus smartphones, "plantar ma semente de luz" no monumento.

Concretamente, um aplicativo especialmente desenvolvido registrará os batimentos cardíacos de cada um dos participantes e neste ritmo, a semente se tornará uma árvore virtual que terá sua imagem projetada durante alguns segundos, junto de milhares de outras, na torre.

Os nomes dos participantes também aparecerão brevemente. Além disso, cada árvore virtual custará entre 3 e 10 euros segundo a espécie, e uma verdadeira será plantada em alguma parte do mundo, no âmbito de um projeto associativo de reflorestamento.

Cada participante-doador receberá um certificado e poderá seguir a evolução de sua árvore.

"Estamos na interseção dos caminhos de um projeto virtual e outro real", explicou à AFP Bruno Julliard, prefeito adjunto de Paris e secretário da Cultura, enaltecendo esta iniciativa civil, "que permite plantar árvores de verdade e mostrar que as ações individuais também podem influenciar a luta contra o aquecimento global".

A operação "One Heart, One Tree" se inscreve em um programa mais amplo da cidade de Paris que tem o objetivo, durante toda a COP21, de "propor obras de arte espetaculares sobre a Torre Eiffel para que os artistas conscientizem parisienses e turistas sobre a importância de se mobilizar contra as mudanças climáticas", destacou Julliard.

Entre 5 e 12 de dezembro, a Human Energy, uma iniciativa do artista francês Yann Toma, convidará o público a se transformar diariamente em "geradores humanos", caminhando, dançando, remando ou pedalando bicicletas e outros dispositivos produtores de energia, instalados ao pé da torre.

A energia acumulada desta forma será registrada em um gigantesco contador e, a cada hora, a Torre Eiffel será iluminada durante alguns instantes com ela.

Antes da inauguração da COP21, um afresco gigante, ilustrando as ameaças contra o meio ambiente, será pendurado entre 20 e 28 de novembro entre o primeiro e o segundo andares da torre. O mesmo terá a assinatura de um grande artista americano de 'street-art', mas seu nome ainda não foi revelado.

Fonte: UOL


WWF-BRASIL E INSTITUTO PROJETO NEYMAR JR. FIRMAM PARCERIA PELA PRESERVAÇÃO DA AMAZÔNIA



04/09/2015

O WWF-Brasil e o Instituto Projeto Neymar Jr. fazem um apelo pela maior floresta tropical do mundo, patrimônio da humanidade. No próximo sábado (5/9), Dia da Amazônia, será lançado um vídeo onde o craque alerta a população sobre algumas das principais ameaças à região, e pede sua ajuda para que ela seja preservada para as próximas gerações.

“Eu acho que é dever de todo brasileiro e de todo ser humano olhar pela Amazônia, cuidar de nossas florestas. Precisamos devolver para a natureza tudo o que ela nos deu até hoje e é através da preservação que precisamos nos unir. Eu e o meu Instituto estamos apoiando o Dia da Amazônia, porque nos preocupamos com o futuro de nossas crianças”, afirma o craque Neymar Jr.

A iniciativa faz parte de diversas ações desenvolvidas pelo programa de conservação da Amazônia do WWF-Brasil. “Acreditamos que seja uma parceria que trará visibilidade e mostrará aos brasileiros a importância que a Amazônia tem não só para o país, mas para o mundo”, diz o superintendente de Políticas Públicas e Relações Externas do WWF-Brasil, Henrique Lian.

A parceria contemplará o Instituto Projeto Neymar Jr. com a doação de materiais educativos voltados para as questões ambientais, além da capacitação dos educadores para sua utilização. Além disso, serão realizadas palestras para a comunidade na região onde se localiza o Instituto, no município de Praia Grande (SP), sobre temas importantes para a conservação ambiental local e a melhoria da qualidade de vida das pessoas como água, mudanças climáticas, pegada ecológica, entre outros.

Sobre a Amazônia

A Amazônia é um dos patrimônios naturais mais valiosos de toda a humanidade e a maior reserva natural do planeta. Com sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco Foto: Diego Sanches/Grupo NR Sports milhões e meio de florestas, o bioma é fundamental para o equilíbrio ambiental e climático do planeta e a conservação dos recursos hídricos.

Apesar de sua incalculável importância para o planeta, – como o habitat de inúmeras espécies animais, vegetais e arbóreas, e como fonte de matérias-primas alimentares, florestais, medicinais e minerais –, a Amazônia tem sido constantemente ameaçada por inúmeras atividades predatórias.

Sobre WWF-Brasil

É uma organização não governamental brasileira, dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Sobre Instituto Projeto Neymar Jr

O Instituto Projeto Neymar Jr. é uma associação privada sem fins lucrativos dedicada às causas sociais. É um complexo educacional e esportivo no Jardim Glória, na Praia Grande, para crianças carentes e seus familiares. Todas as atividades são ministradas no complexo situado na área cedida pela prefeitura da cidade, em um sistema de concessão de 30 anos, inicialmente, e renováveis por mais 30 anos. O local tem 8.400 metros quadrados e atende aproximadamente 2.400 crianças, dos 7 aos 14. Os responsáveis por estas crianças também são atendidos, o que totaliza um alcance inicial de 10 mil pessoas. O Instituto foi construído com recursos próprios e patrocínios privados. Nas atividades são utilizados recursos advindos de incentivos fiscais de pessoas físicas, jurídicas e também doações espontâneas para dar à comunidade o que Neymar Jr. não pôde usufruir no espaço em que cresceu.



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