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RESERVA NO AMAZONAS ZERA DESMATAMENTO E É CONSIDERADA MODELO NO PAÍS E NO MUNDO


05/09/2017 

Por Bianca Paiva - Agência Brasil

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Juma, localizada às margens da BR-319, no Amazonas, é considerada modelo no país e no mundo. Além de zerar o desmatamento, o projeto desenvolvido na área tem promovido a geração de renda e a defesa da floresta pela comunidade local.

Na contramão do crescimento do desmatamento, a reserva vem registrando nos últimos anos redução das taxas de devastação. Os dados mais atualizados do governo federal são de 2015 e mostram que não foi registrado nenhum novo desmatamento. A redução é atribuída à implantação na área, em 2008, do primeiro projeto brasileiro de Redd, que significa Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa provenientes do Desmatamento. No mesmo ano, a iniciativa, idealizadas pela organização não governamental (ONG) Fundação Amazonas Sustentável (FAS), foi a primeira do país e do Continente Americano a receber um certificado internacional por desmatamento evitado.

No Dia da Amazônia, comemorado hoje (5), o coordenador do programa Soluções Inovadoras da FAS, Victor Salviati, fala sobre a reserva. “A gente desenvolveu vários estudos. A gente viu que se nada fosse feito, de 2008 a 2050, que é o nosso cenário, seriam desmatados quase 66% da área e seria emitido algo em torno de 189 milhões de toneladas de carbono. Esse desenho foi feito com três eixos para tratar os vetores do desmatamento: primeiro um investimento estruturante em geração de renda, programas comunitários e geração de emprego, o segundo, investimento em capacitação e educação formal e o terceiro, desenvolvimento científico e monitoramento”, explica.

Por meio do Redd, empresas nacionais e internacionais apoiam atividades de redução de desmatamento e de emissões na Reserva do Juma, que é um mecanismo financeiro para geração de créditos de carbono. Atualmente, o projeto beneficia 476 famílias, cerca de 2 mil pessoas, divididas em 38 comunidades em áreas remotas. De acordo com Victor Salviati, elas recebem apoio para produção, principalmente, de farinha, açaí, castanha e pesca artesanal e ainda um pagamento pelos serviços ambientais, por meio do Programa Bolsa Floresta.

“Além dos investimentos estruturantes, há os investimentos nas pessoas. A fundação acredita muito que a conservação da floresta está ligada às pessoas, são os guardiões da floresta. A gente dando oportunidade a essas pessoas de sonhar, dando educação de qualidade, infraestrutura produtiva, capacitação, comunicação e transporte, elas conseguem viver melhor. E quem vive melhor faz a melhor gestão desses recursos naturais”, afirma Salviati.

A Reserva do Juma foi criada em 2006 pelo governo do Amazonas e é gerenciada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente. Ela está situada em uma área de alto risco de desmatamento, no município de Novo Aripuanã, a 227 quilômetros de Manaus.

“Há um empoderamento dos benefícios da biodiversidade da unidade de conservação, tanto que eles estão sempre vigilantes. Sempre que há uma ameaça à integridade daquilo de que tanto zelam, eles acionam o órgão ambiental para fazer a fiscalização. Isso nos deixa muito satisfeitos com os resultados até aqui alcançados”, ressalta o secretário de Meio Ambiente, Antônio Stroski.

Rosângela dos Santos Ribeiro é moradora e representante da comunidade São Félix. Ela tem 47 anos, é casada, tem oito filhos e trabalha na cadeia produtiva da farinha. Dona Rosa, como é conhecida, tem muito orgulho de viver na reserva e de contribuir com a preservação da floresta.

“Aqui na nossa reserva (esse projeto) é muito importante, muito mesmo porque ajudou muitas pessoas financeiramente a cuidar de onde mora. Vieram muitos projetos para os jovens também. Isso daqui é nosso. A gente tem que cuidar. Eu me sinto bem morando na minha comunidade”, destacou a moradora.

A expectativa do projeto de Redd na Reserva do Juma é conter, até 2050, a emissão de aproximadamente 190 milhões de toneladas de gás carbônico e evitar o desmatamento de 366 mil hectares de floresta. Até 2015, cerca de 6 milhões de toneladas de gases de efeito estufa deixaram de ser emitidas na atmosfera por meio da iniciativa.

WWF chama a atenção do mundo para conservação da Amazônia

Crédito: Marco Antônio Teixeira/WWF-Brasil

05/09/2015

Na noite deste sábado (5), Dia da Amazônia, o Cristo Redentor, localizado no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, foi iluminado com imagens da Amazônia para chamar a atenção da população brasileira e do mundo para a importância das áreas protegidas. A ação, promovida pelo WWF-Brasil, contou com fotos produzidas por destacados fotógrafos brasileiros como Adriano Gambarini, Edward Parker, Zigg Koch e Leonardo Milano.

Em mensagem especial enviada para a ocasião, o papa Francisco disse que estava alegre com a iniciativa de chamar a atenção da sociedade para a necessidade de proteger a maior floresta tropical do mundo. Citando sua inovadora encíclica Laudato SI’, o pontífice afirmou:

“Possa o Santuário do Cristo Redentor, com a imagem de Jesus com seus braços abertos sobre a exuberante paisagem da natureza servir de lembrança que – Não somos Deus. A Terra existe antes de nós, e foi-nos dada. Isto implica uma relação de reciprocidade responsável entre o ser humano e a natureza. Cada comunidade pode tomar da bondade da Terra aquilo de que necessita para sua sobrevivência. Mas tem também o dever de proteger e garantir a continuidade da sua fertilidade para as gerações futuras”.

No mesmo dia, como parte da campanha, O WWF-Alemanha também chamou a atenção para as áreas protegidas do Brasil em uma celebração próxima à Catedral de Colônia, uma das mais importantes da Europa.

Lá, foram projetadas 150 fotos do brasileiro Sebastião Salgado, coletadas por ele em expedições pela Amazônia e que integram sua “Gênesis”. O fotógrafo, conhecido por sua paixão em defender a natureza e a relação de respeito do homem com o meio ambiente, participou do evento em apoio ao WWF.

As manifestações nas duas cidades ocorrem em um momento em que o mundo se prepara para as discussões sobre o acordo global para enfrentar as mudanças no clima da Terra – um tema em que as florestas têm papel crucial. A ação só foi possível graças à parceria entre o WWF-Brasil, a Arquidiocese do Rio de Janeiro e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio).

“O Dia da Amazônia foi uma forma que encontramos para chamar a atenção sobre a importância das áreas protegidas, entre as quais estão as unidades de conservação e as terras indígenas. A maior parte destas áreas fica na região amazônica. Protegê-las é a garantia de água, alimentos, biodiversidade e segurança climática para milhões de brasileiros”, destacou Carlos Nomoto, secretário-executivo do WWF-Brasil durante a celebração no Rio.

O superintendente executivo de Políticas Públicas e Relações Externas do WWF-Brasil, Henrique Lian, completou, lembrando que que a mensagem do papa Francisco indica o quanto a conservação das florestas tropicais tornou-se uma preocupação mundial.

“O papa já havia se manifestado sobre esse tema na sua encíclica, que trouxe para a vida do cidadão comum um sentimento proximidade e de respeito com a natureza. Agora ele reforça essa mensagem para esta ação e pede que ajudemos a cuidar da nossa casa comum”, ressaltou Lian.

Futuro 

Entre unidades de conservação (parques, reservas, estações ecológicas) e terras indígenas, as áreas protegidas brasileiras somam cerca de 2,6 milhões de quilômetros quadrados. Essas áreas representam o futuro climático, a garantia de água para as cidades e importantes ativos ambientais para a economia brasileira. Também são a certeza da manutenção de ciclos hídricos fundamentais para a garantia de água que irá abastecer cidades e a agricultura.

O Cristo Redentor, um dos ícones brasileiros, e maior santuário a céu aberto do país, está situado em uma área protegida, o Parque Nacional da Tijuca, o mais visitado do país. A história desta unidade de conservação é um exemplo da importância da conservação das florestas.

“É simbólico que este evento aconteça no Parque Nacional da Tijuca. Há 150 anos a sociedade percebeu que o desmatamento dessas montanhas era a causa das secas no Rio de Janeiro e foi iniciado o reflorestamento. Ainda hoje, essa é uma lição que precisa ser aprendida. A conservação e a recuperação das florestas são fundamentais para manter condições ambientais adequadas para a nossa vida", disse o chefe do parque Ernesto Viveiros de Castro.

Unidades de conservação e terras indígenas também estocam quantidades gigantescas de carbono, que se fossem liberadas para a atmosfera, tornariam o clima terrestre caótico. Além dos serviços ecossistêmicos que as áreas protegidas prestam à humanidade, elas funcionam como barreiras ao avanço do desmatamento, da fronteira agrícola e dos incêndios florestais.

Apesar de sua importância e de serem legalmente constituídas, as áreas protegidas estão ameaçadas por uma série de fatores econômicos e políticos. Dezenas de projetos de lei e iniciativas no Congresso Nacional colocam essas áreas em risco ou impedem o desenvolvimento de mecanismos que ampliem a proteção às unidades de conservação e terras indígenas.

"Vamos pedir a Deus que ajude nossa sociedade a tomar consciência sobre a importância dessas áreas, para que elas possam durar para sempre, em nome das futuras gerações”, salientou o padre Omar Raposo, Reitor do Santuário Cristo Redentor, representante da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Crédito: Marco Antônio Teixeira/WWF-Brasil

Crédito: Marco Antônio Teixeira/WWF-Brasil

Crédito: Marco Antônio Teixeira/WWF-Brasil

Crédito: Marco Antônio Teixeira/WWF-Brasil

Fonte: WWF-Brasil



MCTI investe para preservar a floresta e melhorar a vida nas comunidades na Amazônia

Crédito: Ascom do MCTI
05/09/2015

No dia 5 de setembro é comemorado o Dia da Amazônia, a maior floresta tropical do Planeta.

O 5 de setembro foi escolhido como Dia da Amazônia para homenagear a criação da Província do Amazonas por D. Pedro II, em 1850. Por sua imensa biodiversidade, a preservação da Amazônia é importante para a estabilidade climática da Terra, para a pesquisa científica e para as comunidades tradicionais. O País comemora a queda no desmatamento e amplia pesquisa científica. Por isso, em 2015, o Brasil comemorou a redução de 82% da taxa anual de desmatamento da Amazônia Legal em uma década. Isso significa que, entre 2004 e 2014, a taxa anual de desmatamento caiu de 27.772 quilômetros quadrados para 5.012.

"Acho que é a demonstração de um êxito da política ambiental do País, que deve ser mais do que registrado, mas celebrado", disse o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, em agosto, durante a divulgação dos números levantados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI) a partir das imagens de satélite.

Clima

Para estudar o impacto da Amazônia sobre o clima, o MCTI aportou recursos no Observatório da Torre Alta, uma construção de 325 metros, no meio da floresta, a 150 quilômetros de Manaus. Inaugurada em agosto deste ano, a Torre vai ampliar o campo de pesquisa e coletar dados sobre a interação entre vegetação e atmosfera. Equipada com sensores e radares a laser, vai estudar o fluxo de vapor de água e de aerossóis, que são importantes para a formação de nuvens. Os dados vão ajudar a melhorar os sistemas de previsão do clima.

"Os trabalhos desenvolvidos aqui serão para preservar a vida no Planeta e dar alternativas para o desenvolvimento sustentável da humanidade", disse o ministro Aldo Rebelo, durante a inauguração da Torre Alta da Amazônia.

O projeto, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), recebeu R$ 26 milhões em investimentos do MCTI, Ministério Federal de Educação e Pesquisa da Alemanha e governo do Amazonas.

Ação variada

Outro investimento do MCTI para ampliar a pesquisa científica e melhorar as ferramentas de preservação e combate ao desmatamento é o programa Amazônia Conectada, que vai levar internet em alta velocidade para 52 municípios. A meta é estender as redes ópticas subfluviais por 7,8 mil quilômetros, alcançando as regiões mais remotas da Amazônia, beneficiando 3,8 milhões de pessoas. Executado pelo Exército Brasileiro, o programa vai criar cinco infovias para atender os municípios das calhas dos rios Negro, Solimões, Purus, Juruá e Madeira. Hoje, a rede de fibra óptica conecta apenas a cidade de Manaus.

O MCTI também atua na Amazônia através do Museu Paraense Emílio Goeldi, Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e através de ações do CNPq, convênios com universidades, dentre outras ações.

Fonte: MCTI

WWF-BRASIL E INSTITUTO PROJETO NEYMAR JR. FIRMAM PARCERIA PELA PRESERVAÇÃO DA AMAZÔNIA



04/09/2015

O WWF-Brasil e o Instituto Projeto Neymar Jr. fazem um apelo pela maior floresta tropical do mundo, patrimônio da humanidade. No próximo sábado (5/9), Dia da Amazônia, será lançado um vídeo onde o craque alerta a população sobre algumas das principais ameaças à região, e pede sua ajuda para que ela seja preservada para as próximas gerações.

“Eu acho que é dever de todo brasileiro e de todo ser humano olhar pela Amazônia, cuidar de nossas florestas. Precisamos devolver para a natureza tudo o que ela nos deu até hoje e é através da preservação que precisamos nos unir. Eu e o meu Instituto estamos apoiando o Dia da Amazônia, porque nos preocupamos com o futuro de nossas crianças”, afirma o craque Neymar Jr.

A iniciativa faz parte de diversas ações desenvolvidas pelo programa de conservação da Amazônia do WWF-Brasil. “Acreditamos que seja uma parceria que trará visibilidade e mostrará aos brasileiros a importância que a Amazônia tem não só para o país, mas para o mundo”, diz o superintendente de Políticas Públicas e Relações Externas do WWF-Brasil, Henrique Lian.

A parceria contemplará o Instituto Projeto Neymar Jr. com a doação de materiais educativos voltados para as questões ambientais, além da capacitação dos educadores para sua utilização. Além disso, serão realizadas palestras para a comunidade na região onde se localiza o Instituto, no município de Praia Grande (SP), sobre temas importantes para a conservação ambiental local e a melhoria da qualidade de vida das pessoas como água, mudanças climáticas, pegada ecológica, entre outros.

Sobre a Amazônia

A Amazônia é um dos patrimônios naturais mais valiosos de toda a humanidade e a maior reserva natural do planeta. Com sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco Foto: Diego Sanches/Grupo NR Sports milhões e meio de florestas, o bioma é fundamental para o equilíbrio ambiental e climático do planeta e a conservação dos recursos hídricos.

Apesar de sua incalculável importância para o planeta, – como o habitat de inúmeras espécies animais, vegetais e arbóreas, e como fonte de matérias-primas alimentares, florestais, medicinais e minerais –, a Amazônia tem sido constantemente ameaçada por inúmeras atividades predatórias.

Sobre WWF-Brasil

É uma organização não governamental brasileira, dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Sobre Instituto Projeto Neymar Jr

O Instituto Projeto Neymar Jr. é uma associação privada sem fins lucrativos dedicada às causas sociais. É um complexo educacional e esportivo no Jardim Glória, na Praia Grande, para crianças carentes e seus familiares. Todas as atividades são ministradas no complexo situado na área cedida pela prefeitura da cidade, em um sistema de concessão de 30 anos, inicialmente, e renováveis por mais 30 anos. O local tem 8.400 metros quadrados e atende aproximadamente 2.400 crianças, dos 7 aos 14. Os responsáveis por estas crianças também são atendidos, o que totaliza um alcance inicial de 10 mil pessoas. O Instituto foi construído com recursos próprios e patrocínios privados. Nas atividades são utilizados recursos advindos de incentivos fiscais de pessoas físicas, jurídicas e também doações espontâneas para dar à comunidade o que Neymar Jr. não pôde usufruir no espaço em que cresceu.



Dia da Amazônia tem programação especial no Centur, em Belém

05/08/2012

Evento será realizado no dia 5 e faz parte do projeto “Pará da Amazônia”.
Programação traz atrações da cultura paraense como literatura e shows.

Do G1 PA

A Amazônia será homenageada nesta quarta-feira (5), pela Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves. É que nesta data é comemorado o Dia da Amazônia, área de mais de sete milhões de km² que guarda um dos mais ricos biomas mundiais. A programação faz parte do projeto “Pará da Amazônia”, que será realizada na Praça do Artista e no Hall Ismael Nery, em Belém. A entrada é franca.

Palhaços Trovadores se apresentam para o público
infanto-juvenil. (Foto: Divulgação)
O evento será realizado das 14h às 22h30 e reunirá diversos elementos da cultura paraense como literatura, mostra de audiovisuais, contação de histórias, dança circular, além de shows como do teatro de bonecos.

A programação para o público infanto-juvenil inicia às 14h com uma mostra audiovisuais. Às 15h, é a vez da apresentação do Teatro de Bonecos do In Bust, seguida da contação de história “O caçador das palavras amazônicas”. Às 16h, acontece uma roda de dança circular indígena e quem encerra a primeira parte do evento é o grupo Palhaços Trovadores, às 17h.

Os escritores paraenses Alfredo Garcia, Luiz Peixoto, Eliana Barriga, Nazaré Melo e Walcyr Monteiro, participam do evento. Eles são as atrações do projeto “Troca de palavras”, em que serão doados 600 livros de literatura paraense ao público presente, com sessão de autógrafos ao final.

Pinduca, o rei do carimbó, faz homenagem à Amazônia
(Foto: Cristino Martins/ O Liberal)
A noite haverá ainda a apresentação do Ballet Folclórico da Amazônia, às 18h. Às 19h30, o Arraial do Labioso faz apresentação. O grupo traz uma mistura de ritmos regionais como lundu, carimbó e boi bumbá aliados ao rock, reggae e maracatu. A programação encerra com show do rei do carimbo, Pinduca às 21h.

Serviço: O evento “Pará da Amazônia” acontece na próxima quarta-feira (05), a partir das 14h, na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves.



Dia 05 de setembro é comemorado o Dia da Amazônia. (Foto: AFP)
Fonte: G1

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