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Governo do Amazonas inicia nesta segunda programação em homenagem ao 'Dia do Índio'

Foto: Reprodução / Internet

17/04/2016

Para prestar justa homenagem à influência indígena nos costumes, conhecimentos e hábitos existentes em nossa sociedade, o Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, preparou uma programação especial e gratuita para a Semana do Índio.

A programação inicia no dia 18 (segunda-feira) de abril, no Centro Cultural Povos da Amazônia (Praça Francisco Pereira da Silva, antiga Bola da Suframa, s/nº, Crespo, zona sul). No local, acontecerá uma oficina de arte indígena com Miguel Lana, indígena da tribo Arawak, um dos monitores do espaço, que ensinará a fazer cestas com o trançado típico de sua etnia, Dessana.

Na terça-feira, 19 de abril, Dia do Índio, o público poderá visitar a exposição “Lendas Indígenas” durante todo o dia. Pela parte da manhã, Miguel Lana ministrará uma oficina de pinturas corporais da etnia Dessana, explicando o significado de cada desenho e sua representatividade para eles. Além disso, serão exibidas duas produções cinematográficas brasileiras: no Cine Silvino Santos, localizado no Museu do Homem do Norte, e no Auditório Gabriel Gentil.

As exibições acontecem pela manhã, com o longa-metragem “Tainá”, de Rosane Svartman e, pela tarde, o documentário “Cantos e Danças Indígenas”. Atividades para crianças – O Centro Cultural Usina Chaminé, localizado no Centro de Manaus, na avenida Lourenço Braga, também terá uma programação especial, voltada para o público infantil. No dia 19 de abril (terça-feira), além da visitação às exposições permanentes do espaço “Os sentidos da Amazônia”, “Infância Amazônica” e o Espaço Criança, os visitantes poderão também participar de atividades lúdicas.

Pela manhã, será oferecida uma oficina de reciclagem, em que os participantes aprenderão a confeccionar um instrumento musical indígena utilizando materiais como garrafas pet. Também será apresentado um espetáculo de teatro de fantoche, com personagens indígenas, retratando o cotidiano amazônico, em que as crianças aprenderão, por meio de histórias divertidas, como são os hábitos e conhecimentos que influenciaram nosso modo de vida. Pela parte da tarde, os visitantes poderão aprender as brincadeiras infantis da etnia Tikuna e, às 15h, será exibida a animação brasileira “Nossos índios, Nossas histórias”, de Carol Camanho e Jansen Raveira.

AMAZONAS SEDIARÁ ENCONTRO DE LÍDERES AMBIENTAIS, EM FEVEREIRO DE 2016

O governador José Melo defendeu, em Paris, investimentos na piscicultura e 
nas indústrias de fármacos e cosméticos como sendo essenciais para 
promover desenvolvimento sem agredir a natureza.
Foto: Divulgação/Secom

14/12/2015

O governador José Melo fez articulações com lideranças na 21ª Conferência Mundial do Clima

Paris - O Amazonas será a sede de um grande encontro de lideranças ambientais, em fevereiro do próximo ano. A intenção é levar para o Estado quem possa contribuir de fato com projetos sustentáveis que fortaleçam a economia. A articulação com os líderes começou a ser feita pelo governador do Amazonas, José Melo, durante os dias que participou da 21ª Conferência Mundial do Clima, a COP 21, em Paris, na França.

“Quero que eles olhem para o Amazonas estando entre nós. E a partir daí vamos iniciar uma ampla discussão que vai passar por temas diversos, entre eles a BR-319, a questão da água como um bem tangível capaz de gerar receita e a política de dificultar expedição de licença ambiental e com isso impedir que projetos de economia sustentável sejam executados. Não queremos destruir agora o que está preservado há muito tempo, mas não é justo continuar penalizando a população que mora na floresta”, disse Melo.

O governador, que participou de painéis e encontros para discussão durante a COP 21, foi enfático durante suas apresentações salientando o que diferencia o Amazonas dos demais Estados do Brasil e mundo afora que possuem a mesma condição de floresta tropical.  

“O meu Estado não pode ser tratado como aqueles que fizeram uma travessura e agora estão querendo se redimir e apresentam projetos para recomposição da vegetação. Nós somos diferentes. Nós não mexemos em nossa floresta, temos 97% de área preservada, intocada, mas não sabemos quanto tempo conseguiremos seguir com este número sem que haja investimentos robustos em projetos amplos porque a população precisa e tem direito de ter bons hospitais, boas escolas, qualidade de vida”, frisou Melo.

Falando durante o painel em evento do grupo Força e Tarefa dos Estados para Clima e Floresta, o governador defendeu investimentos na piscicultura e nas indústrias de fármacos e cosméticos como sendo essenciais para promover desenvolvimento sem agredir o meio ambiente.

“O mundo precisa de proteína. As práticas de criação de gado já deram provas do quanto degradaram, logo, não dá para insistir nelas. Temos um manancial de água doce e espécies ricas de peixe, precisamos de investimento em larga escala para concretizar esse projeto. Unindo ao conhecimento tecnológico que já possuímos temos chance de mudar a realidade econômica do interior do Estado. O mesmo acontecerá se houver investimentos nas áreas de fármaco e cosméticos. Nossa floresta tem riquezas que podem ser usadas sem destruí-la”.

José Melo salientou, ainda, que o Amazonas está pronto para receber investimentos e destacou a Lei de Serviços Ambientais, sancionada recentemente por ele. “Nossa legislação está pronta, temos regras rígidas e técnicos comprometidos e competentes para levar adiante e tornar concreto qualquer projeto”.

 Fonte: D24am.com


ÍNDIOS AMAZÔNICOS LEVAM SEUS CONHECIMENTOS SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS PARA COP-21

Paulo Junqueira, do ISA, apresenta o evento

02/12/2015

Em evento realizado pelo ISA, na tarde dessa terça-feira (1º), indígenas do Alto Rio Negro (AM) e do Parque Indígena do Xingu (MT) falam de suas percepções sobre as mudanças no tempo e no meio ambiente

Nesta terça-feira (1º), a realidade dos povos indígenas no Brasil chegou à COP-21 com depoimentos de quatro lideranças do Alto Rio Negro (AM) e do Parque Indígena do Xingu (MT). Em um evento com mais de 60 participantes, realizado pelo Instituto Socioambiental, no Espaço do Clima da Sociedade Civil na COP, o site Ciclos anuais do Rio Tiquié e o filme “Para onde foram as andorinhas?” apresentaram em detalhe os impactos das mudanças climáticas que os povos indígenas na Amazônia brasileira estão sentindo em seus territórios.

André Baniwa, vindo do Rio Içana, no noroeste amazônico, foi o primeiro a falar: “Os Estados Nacionais já levam mais de 20 anos discutindo o problema da questão climática, um problema que aponta o fim do planeta, mas não encontram solução. E os povos indígenas conhecem e entendem que sua relação com a natureza é de respeito. Milenarmente os povos indígenas estão trabalhando para o bem-viver. O mundo inteiro precisa aprender”.

O líder Baniwa cobrou atenção dos chefes de Estado para os conhecimentos indígenas, denunciando os ataques do Estado brasileiro aos direitos territoriais indígenas – que já conta com 22 anos de atraso nas demarcações de Terras Indígenas. Para o seu povo, o que se avizinha é um tempo de silenciamento do mundo: “Os xamãs do povo Baniwa dizem que esse mundo vai parar daqui a algum tempo e não haverá sinal de vida. Será um período silencioso, na nossa previsão”.

André Baniwa à direita alertou para a previsão dos xamãs de seu povo de que haverá um silenciamento no mundo

No Rio Negro, onde vivem 22 povos indígenas diferentes, um projeto de pesquisa colaborativa está permitindo registrar as formas tradicionais de manejo ambiental e traduzí-los para os não indígenas. Com base em uma metodologia simples, o registro em diários, a pesquisa ganhou um formato inovador – um site com gráficos interativos. Os infográficos contam com medições de nível do rio e a pluviometria, além das estações do ano informadas por pesquisadores indígenas do Rio Tiquié de acordo com as constelações conhecidas pelos Tukano.

Dagoberto Azevedo, do Rio Negro e Yapatsiama Waura, do XIngu

Segundo o pesquisador e estudante de Antropologia Dagoberto Tukano, que participou dessa pesquisa por oito anos, o trabalho começou pela constatação de que estavam acontecendo mudanças na região e que o crescimento de certas espécies vegetais ou a piracema dos peixes não estavam acontecendo no tempo certo: “As coisas não aconteciam conforme os conhecimentos dos pajés. Abacaxi, pupunha, mandioca não nasciam no tempo certo”, contou Dagoberto . Aloisio Cabalzar, antropólogo do ISA responsável pelo projeto, explicou: "No Rio Negro são os conhecedores indígenas os responsáveis pela manutenção dos ciclos anuais, por meio de benzimentos e rezas”.

Dois graus a menos

O evento contou também com a primeira exibição de um documentário sobre a realidade do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, uma ilha de floresta em pé cercada pela produção agropecuária de soja e milho. “Para onde foram as andorinhas?”, feito em parceria com o Instituto Catitu, trouxe a perspectiva dos principais anciãos dos povos do Parque, entre eles, Yapatsiama Waura, que participou do evento.

Tukupe Waura lembrou ao final que seu povo depende da floresta e que 
"dinheiro não compra floresta e dinheiro não se come"

Yapatsiama lembrou da primeira vez que se viu uma grande queimada no Xingu, em 2005: “Quando nós jovens não estávamos acreditando, entendendo o que é que estava acontecendo, os pajés explicaram para nós que algo estava errado”. Agora, as mudanças estão claras inclusive para ele: “Está muito quente demais e as flores não estão conseguindo florescer. É muito quente. Nós estamos muito tristes”.

O ancião do povo Waura falou também do impacto de grandes empreendimentos, como hidrelétricas, sobre as Terras Indígenas: “O rio, a cada ano que passa, está sendo barrado. Agora diminuiu o fluxo do rio e os peixes estão morrendo. Vai morrer mais ainda. Vai morrer tudo o que tem no nosso território”.

Fechando os debates, o jovem agente de saúde indígena Tukupe Waura deixou uma mensagem de indignação diante da tentativa de barrar o aumento de 2°C na temperatura global nos próximos 100 anos: “As aldeias de vocês são diferentes. As nossas estão esquentando. Nós estamos aqui para diminuir ao contrário. Por isso meu apelo aqui ao mundo. É para diminuir ao contrário: dois graus a menos!”

O evento foi realizado a convite da Embaixada da França e aconteceu na sala no Espaço da sociedade civil. Ainda durante a COP-21 haverá mais três edições.


Tatiane Klein
ISA



Manaus é sede do Fórum Social Mundial da Biodiversidade 2015



20/01/2015

Na quarta-feira, 07/01, ocorreu o Lançamento do Fórum Social Mundial da Biodiversidade na Assembleia Legislativa do Amazonas – FSMBIO 2015. O evento tem como foco a reflexão sobre o clima, agroecologia, meio ambiente, mercado de trabalho, biodiversidade e água. O Brasil através de seus movimentos sociais tem sido palco destes debates e mobilizações, sendo a etapa Manaus preparatória ao Fórum Social Mundial na Tunísia em março de 2015 e o próximo COP na França em dezembro de 2015.

O evento contou com a participação de militantes da causa ambiental, pesquisadores, professores e estudantes. “A participação neste Fórum trás um olhar significativo para a Amazônia, para Manaus e nós estudantes que estamos em constante debate nas Universidades devemos nos dispor a construir juntos/as as políticas públicas necessárias com ações transformadoras para o novo mundo possível”, afirmou Samara Daniele, Diretora de Meio Ambiente da União Estadual dos Estudantes – UEE/AM.

O evento que teve seu lançamento oficial nesta quarta-feira (07/01) na Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas, ocorrerá nos dias 26 a 30 de janeiro em Manaus -AM. A abertura no dia 26 será às 19h (Manaus) no Auditório do Parque do Mindú.

As inscrições estão divididas em três categorias: pessoas físicas no valor de R$ 10,00, movimento e instituições locais no valor de R$100,00, movimentos e instituições nacional no valor de R$ 150,00 e movimentos e instituições internacionais no valor de R$200,00. O depósito deve ser realizado na conta Banco do Brasil, Agência 1249-1, conta corrente 048.338-9.

Conheça um pouco mais sobre o FSMBIO

O Fórum Social Mundial da Biodiversidade – Manaus 2015 é um espaço aberto de encontro para a reflexão, do debate democrático de ideais, a formulação de propostas, troca de experiências e da articulação para ações eficazes, de entidades e movimentos da sociedade empenhadas na construção de uma sociedade planetária orientada a uma relação fecunda entre os seres humanos e destes com a Terra.

O encontro articula demandas dos movimentos sociais com foco nas seguintes ações 1- Mudanças Climáticas e Direitos Humanos; 2 – Bacias Hidrográficas como base de planejamento; 3 – Agroecologia; Segurança e Soberania Alimentar; 4 – Biodiversidade; Bioética e o outro mundo possível 5 – Trabalho Decente e Transição Justa: Meio Ambiente sob a perspectiva sindical.

O Fórum estimula as entidades e movimentos que dele participam a situar suas ações, do nível local ao nacional e buscando uma participação ativa nas instâncias internacionais, como questões de cidadania planetária, introduzindo na agenda global as práticas transformadoras que estejam experimentando na construção de um mundo novo solidário.

O Brasil através de seus movimentos sociais tem sido palco destes debates e mobilizações. Sendo a etapa Manaus preparatória ao FSM da Tunísia em março de 2015 e o próximo COP na França em dezembro de 2015.

Contatos:
Christian Braga – (92) 99100-3466
Paulo Trindade – (91) 99258-5219
Contatos: www.facebook.com/2015manaus
fsma.am2015@gmail.com
Telefones: (55.92) XX 98280-6457; 99421-3993; 99235-2759; 99924-4088; 99465-5110
Fórum Social Mundial da Biodiversidade Manaus 2015
26 a 30 de janeiro de 2015 – Manaus/Amazonas/Brasil
OUTRO MUNDO POSSÍVEL!
Rumo à Tunísia






No Amazonas, filhotes órfãos ganham cuidados de 'mães de pelúcia'

Campanha quer incentivar a doação de bichos de pelúcia a animais 
de verdade (Foto: Diogo Lagroteria/ Ibama)
29/01/2014

Campanha do Ibama e Ipaam quer arrecadar bichos de pelúcia.
Tratamento utiliza objetos como 'mães postiças'.

Animais resgatados no Amazonas estão recebendo cuidados de "mães postiças". Por meio da iniciativa de um veterinário, filhotes de macacos, preguiças, tamanduás, entre outros resgatados em Manaus são tratados com a adoção de bichinhos de pelúcia. A campanha do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebe doações de voluntários na capital.

A ação "Doe um Bichinho de Pelúcia a um Bichinho de Verdade" é realizada pelo Centro de Triagens de Animais do Ibama, em parceria com a Gerência de Fauna (GFAU) do Ipaam. Todos os anos, o Cetas recebe dezenas de animais órfãos, que precisam de cuidado intensivo.Os filhotes passam por essa fase da vida agarrados e pendurados a seus pais, por quem são carregados.

Bichos de pelúcia são utilizados durante tratamento (Foto: Diogo Lagroteria/ Ibama)

De acordo com o Ipaam, o veterinário Diogo Lagroria lançou a campanha porque encontrou nos bichos de pelúcia a figura materna que representa a proteção e conforto que os filhotes necessitam.

A bióloga Natalia de Souza Lima que atua no Cetas explicou que os animais resgatados recebem cuidados no centro de triagens e que as equipes trabalham para deixar os animais mais próximos do habitat real.

Segundo Natalia, a campanha também pretende chamar a atenção da sociedade para a caça ilegal das espécies. "É importante destacar que a campanha não quer despertar nas pessoas o desejo de se ter um filhote em casa. Queremos, além de coletar o material para o manejo dos filhotes, despertar o que está levando ao recebimento desses animais. Desejamos despertar o que está por trás disso, destacando a questão da captura para fins de criação, contrabando, maus-tratos e, a partir disso, criar um debate sobre esse tema", ressaltou a bióloga.

A campanha solidária busca arrecadar animais de pelúcia para auxiliar no tratamento e cuidados dos filhotes. Podem ser doados bichinhos de pelúcia, toalhas de rosto ou banho, lençóis, cobertores ou travesseiros. Os materiais podem ser deixados no Cetas do Ibama, situado na Rua Ministro João Gonçalves de Souza, s/nº - Km 01- Br 319, Distrito Industrial de Manaus. Outra opção para doação é procurar um dos tratadores ou servidores, do núcleo de fauna do Ipaam, localizado na Rua Mário Ypiranga Monteiro, 3280, Parque 10 de Novembro.

Outras informações sobre as doações podem ser obtidas pelo telefone (92) 2123-6774.

Fonte: G1 Natureza

Fundação Amazonas Sustentável


30/03/2012

Em uma parceria com o governo do estado do Amazonas, o Bradesco tornou-se um dos cofundadores da Fundação Amazonas Sustentável (FAS) , instituição constituída para valorizar a Floresta Amazônica e melhorar a qualidade de vida das comunidades ribeirinhas.

O aporte inicial foi de R$ 20 milhões para constituir um fundo permanente. O governo do estado do Amazonas também contribuiu com R$ 20 milhões. Apenas os rendimentos desses recursos são investidos, o que torna os programas da FAS financeiramente sustentáveis a longo prazo. Na condição de mantenedores da instituição, comprometemo-nos a entregar, além do aporte inicial, outros R$ 50 milhões em cinco anos (R$ 10 milhões por ano, de 2008 até 2012). Os valores que repassamos à entidade são obtidos com a venda de produtos voltados à iniciativa: cartões de crédito e títulos de capitalização. A FAS contribui para a manutenção do conjunto de 35 unidades de conservação ambiental no estado do Amazonas que cobrem 16,4 milhões de hectares. Outras organizações privadas também destinam recursos financeiros e técnicos para a Fundação.

A FAS é responsável pela implementação e gestão do Programa Bolsa Floresta. Seu objetivo é recompensar as populações tradicionais pela manutenção dos serviços ambientais prestados pelas florestas tropicais. A iniciativa possui quatro categorias: Bolsa Floresta Renda (geração de renda sustentável), Bolsa Floresta Social (melhorias de educação, saúde, transporte e comunicação), Bolsa Floresta Associação (promoção do empoderamento e participação comunitária dos moradores das reservas) e Bolsa Floresta Familiar (uma recompensa em dinheiro às famílias, via cartão eletrônico, pelo uso sustentável dos recursos naturais, conservação e proteção ambiental). Até dezembro de 2010, o programa Bolsa Floresta beneficiou 7,2 mil famílias no Amazonas.

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