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BRASIL E NIGÉRIA FAZEM GRANDES CAMPANHAS DE VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AMARELA

Campanha de vacinação em curso na Nigéria. Foto: OMS

28/01/2018

Com apoio da Organização Mundial da Saúde, quase 24 milhões de brasileiros e 25 milhões de nigerianos serão vacinados; vírus é endêmico em partes da África e da América do Sul; segundo OMS, essas são as maiores campanhas do mundo.

Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque.

Com o apoio da Organização Mundial da Saúde, OMS, o Brasil e a Nigéria começaram as maiores campanhas de vacinação do mundo contra a febre amarela. Segundo a OMS, o vírus é endêmico em áreas tropicais da África e da América do Sul.

A OMS explica que 69 municípios dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo começaram esta semana a aplicar a dose fracionada da vacina, um plano criado pelo Ministério da Saúde junto com a OMS e a Organização Pan-Americana da Saúde, Opas.

Mais estoques

A dose fracionada é uma maneira de se estender os estoques das vacinas, protegendo mais pessoas e reduzindo a possibilidade da febre amarela se espalhar. Segundo a OMS, receber um quinto da dose regular da vacina fornece imunidade contra a doença por pelo menos 12 meses.

No Brasil, a expectativa é de que 23,8 milhões de pessoas sejam vacinadas em São Paulo, no Rio de Janeiro e também na Bahia, estado onde a campanha deve começar em 19 de fevereiro.

África

A OMS informa que segundo o Ministério da Saúde, 130 casos foram confirmados no país, com 53 mortes, entre 1 de julho de 2017 e 23 de janeiro de 2018.

Já na Nigéria, 25 milhões de pessoas devem ser vacinadas contra a febre amarela ao longo do ano, a maior campanha da história do país. O surto começou na nação africana em setembro e até o começo de janeiro, quase 360 casos haviam sido confirmados, com 45 mortes.

Fonte: Rádio ONU


Em parceria com OMS, Haiti vacina 729 mil pessoas contra cólera

Foto: Minustah/Logan Abassi

29/11/2016

Imunização ocorreu nos departamentos em Sud e Grand Anse, que foram arrasados pelo furacão Matthew, no início de outubro; Ministério da Saúde haitiano diz que campanha atingiu mais de 90% da população.

Monica Grayley, da Rádio ONU.

O governo do Haiti e a Organização Pan-Americana da Saúde informaram ter concluído uma campanha de vacinação contra o cólera que imunizou 729 mil pessoas no país.

As áreas da vacinação foram os departamentos de Sud e Grand Anse, afetados fortemente pela passagem do furacão Matthew no início de outubro.

Sistema de água

A iniciativa, lançada em 8 de novembro, contou com o apoio da Organização Mundial da Saúde, OMS, e outros parceiros. Ao todo foram alcançadas 16 localidades, onde há mais registros de casos de cólera devido aos danos causados aos sistemas de água e saneamento básico.

Dados do Ministério da Saúde haitiano indicam que  90% das pessoas em Sud foram vacinadas e em Grand Anse 94%.

Em algumas áreas, as equipes enfrentaram dificuldades porque várias ruas foram interditadas após a passagem do furacão. Autoridades haitianas estão fazendo um levantamento sobre o número de pessoas que não foram vacinadas.

Suspeitas

A campanha levou 1 milhão de doses orais da vacina fornecida pela Gavi e a Força-Tarefa para o Controle do Cólera.

Dentre os parceiros que apoiaram o Ministério da Saúde na campanha estão Unicef, o Programa Mundial de Alimentos, PMA, e a organização CDC.

Desde a passagem do furacão Matthew, em 4 de outubro, mais de 5,8 mil suspeitas de cólera foram notificadas ao Ministério da Saúde.

A população que ainda precisa de ajuda é de 1,4 milhão de pessoas.

Mais de 175 mil haitianos estão vivendo em abrigos improvisados desde então.

Fonte: Rádio ONU

MSF saúda decisão da GSK de reduzir preço da vacina pneumocócica para algumas das crianças mais vulneráveis do mundo

MSF faz apelo para que a Pfizer acompanhe a decisão da GSK e ofereça à comunidade 
humanitária o menor preço global disponível - Foto: Yann Libessart/MSF

21/09/2016

A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) saúda a decisão da GlaxoSmithKline (GSK) de reduzir os preços de sua vacina pneumocócica conjugada (PCV, na sigla em inglês) para as organizações humanitárias que atendem crianças refugiadas e afetadas por crises. Nos últimos sete anos, MSF tem mantido conversações com a GSK e a Pfizer – as duas únicas produtoras da vacina contra a pneumonia – para ter acesso à vacina por um preço mais barato. A redução do preço da GSK é um passo muito significativo em direção à proteção de crianças vulneráveis que são atendidas por organizações humanitárias como MSF. MSF espera, agora, que a Pfizer siga o exemplo da GSK e que as duas empresas também reduzam os preços da vacina para os governos de países em desenvolvimento, que ainda não podem arcar com o custo de incluir a PCV em seu calendário padrão de imunização infantil.

Campanha de vacinação de MSF contra pneumonia em Uganda 

Foto: Sydelle Willow Smith / MSF

“A GSK deu um passo fundamental em favor das crianças que se encontram em situações de emergência”, diz a dra. Joanne Liu, presidente internacional de MSF. “Com essa redução de preço, nossas equipes finalmente poderão expandir seus esforços para proteger as crianças contra essa doença mortal. Agora, a GSK deve redobrar seus esforços para reduzir o preço, também, para os muitos países em desenvolvimento que ainda não podem arcar com o custo de proteger suas crianças contra a pneumonia.”

A pneumonia é a principal causa da mortalidade infantil no mundo, matando quase 1 milhão de crianças por ano. Crianças afetadas por crises, como conflitos ou outros tipos de emergência humanitária, são particularmente suscetíveis a contrair pneumonia. Equipes médicas de MSF frequentemente constatam os efeitos mortais da pneumonia – uma doença evitável por meio de vacinação – nas crianças vulneráveis a que prestam atendimento.

Até agora, nem MSF nem outras organizações humanitárias podiam adquirir as vacinas contra a pneumonia por um preço acessível; neste ano, MSF pagou 60 euros (cerca de US$ 68) por uma dose do produto da Pfizer para vacinar crianças refugiadas na Grécia – 20 vezes mais que o menor preço oferecido pela GSK e pela Pfizer. São necessárias três doses para imunizar uma criança.

Em maio, MSF entregou uma petição com mais de 416 mil assinaturas de pessoas de 170 países, pedindo que a Pfizer e a GSK reduzissem os preços da vacina contra a pneumonia para US$ 5 por criança (pelas três doses) para as populações afetadas por crises e para todos os países em desenvolvimento.

Com seu comunicado do dia 19 de setembro, a GSK agora se comprometeu a oferecer a vacina a US$ 9 por criança (3,05 dólares por dose) às organizações humanitárias. O anúncio da GSK rompe uma enorme barreira no acesso da comunidade humanitária à vacina contra a pneumonia, mas a vacina da Pfizer (PCV13) ainda é indispensável para muitos países onde MSF e outras organizações oferecem assistência. A Pfizer, porém, continua se recusando a oferecer às organizações humanitárias um preço mais barato por sua vacina.

“A Pfizer deveria acompanhar a decisão da GSK e ajudar a criar uma solução mais ampla para a comunidade humanitária oferecendo, também, o menor preço global pela vacina”, diz Liu. Em vez de diminuir o preço do produto para a comunidade humanitária, a Pfizer apenas ofereceu um programa de doações. MSF prefere ter acesso a vacinas por um preço econômico, de forma que crianças em situação vulnerável não precisem depender da boa vontade voluntária das empresas farmacêuticas.



Brasil realiza vacinação contra a pólio neste sábado



15/08/2015

Ministério da Saúde espera vacinar 12 milhões de crianças de seis meses a menores de cinco anos, até 31 de agosto

Mais de 100 mil postos de vacinação funcionarão neste sábado (15) para garantir a proteção de crianças contra a paralisia infantil. Além das salas de vacinação nas unidades de saúde, o “Dia D” da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite terá postos volantes em escolas, praças e outros locais públicos. Até o dia 31 de agosto, o Ministério da Saúde espera vacinar, pelo menos, 12 milhões de crianças na faixa etária de seis meses a cinco anos incompletos, o que representa 95% do público-alvo.

Além da proteção contra a paralisia infantil, a campanha será a oportunidade para colocar a vacinação em dia. Para isso, é fundamental que os pais levem a caderneta  das crianças para ser avaliada. As vacinas em atraso podem ser administradas, na hora, pelo profissional de saúde.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembra que, apesar do Brasil não apresentar casos da doença desde 1990, é importante dar continuidade à imunização das crianças, para evitar que a poliomielite volte a circular no país. A doença foi erradicada em 1994.

“Nos últimos dois anos, a doença infectou pessoas em nove países, da África e Ásia, por isso é extremamente importante seguir a orientação da Organização Mundial da Saúde e vacinar o máximo possível de crianças. Vamos aproveitar também para colocar a caderneta das crianças em dia com a atualização de outras vacinas", reforçou Chioro.

Com a campanha de atualização, o Ministério da Saúde busca aumentar a cobertura vacinal e diminuir o risco de transmissão de doenças que podem ser evitadas, além de reduzir as taxas de abandono. Serão disponibilizadas vacinas contra tuberculose, rotavírus, sarampo, rubéola, coqueluche, caxumba, varicela, meningites, febre amarela, hepatites, difteria e tétano, entre outras.  

Crianças que nunca foram vacinadas contra a poliomielite não receberão as gotinhas na campanha. Por estarem iniciando o esquema vacinal, elas devem ser imunizadas com a vacina inativada poliomielite (VIP injetável), aplicada aos dois e quatro meses de vida. Já aos seis meses, a criança deve receber uma dose da vacina oral e outra de reforço aos 15 meses (confiram tabela abaixo).

A campanha nacional conta com uma infraestrutura composta por mais de 100 mil postos espalhados por todo o país, 350 mil profissionais de saúde e 42 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais).

APLICATIVO – O Ministério da Saúde disponibiliza o aplicativo Vacinação em Dia para facilitar o gerenciamento das cadernetas de vacinação para toda a família. A ferramenta é uma forma fácil de acompanhar o calendário de vacinação de crianças e adultos, marcando a data da imunização e agendando a próxima. Estão disponíveis informações sobre todas as vacinas ofertadas pelo SUS e o usuário poderá cadastrar até 10 carteiras de vacinação.

O aplicativo tem também a função de lembrete, com notificações sobre as campanhas sazonais de vacinação. É possível calcular ainda, a partir da inserção da primeira vacina no calendário, quando o usuário deve comparecer ao posto para uma nova imunização. Os calendários de vacinação cadastrados no aplicativo Vacinação em Dia também podem ser enviados via e-mail para impressão. A ferramenta funciona em tablets e smartphones, que utilizem sistemas operacionais iOS e Android.

Com o slogan “Você é o protetor do seu filho”, a campanha publicitária já está sendo veiculada desde domingo (9). As peças mostram a responsabilidade dos pais de levar as crianças para serem vacinadas. Até o dia 31 de agosto, as mensagens serão veiculadas na TV aberta e fechada, rádio, internet, redes sociais e aplicativos de mobile.

SEGURANÇA - A vacina é extremamente segura e protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Não existe tratamento para a poliomielite e a única forma de prevenção é a vacina. Ela é recomendada, até mesmo, para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. Já, para crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, o Ministério da Saúde recomenda aos pais que consultem um médico para avaliar se a imunização é indicada.  

POLIOMIELITE - O Brasil está livre da poliomielite desde 1990 e, em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território. Entretanto, nove países registraram casos em 2014 e 2015. Em três países - Nigéria, Paquistão e Afeganistão - a poliomielite é endêmica. Nos outros seis (Somália, Guiné Equatorial, Iraque, Camarões, Síria e Etiópia) os casos registrados da doença foram decorrentes de importação do poliovírus selvagem. Por isso, a vacinação é fundamental para que casos de paralisia infantil não voltem a ser registrados no Brasil.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.

O Brasil é referência mundial em vacinação e o Sistema Único de Saúde (SUS) garante à população brasileira acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o país, 17 vacinas que integram o Calendário Nacional e combatem mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.

Esquema sequencial de vacinação contra a poliomielite


Por Carlos Américo e Camila Bogaz, da Agência Saúde


Terremoto no Nepal: Campanha de vacinação de emergência para centenas de milhares de crianças em risco


10/05/2015

COMO DOAR:
Enviando a palavra "UNICEF" para o SMS 27146. Neste caso, o UNICEF entrará em contato para acolher a doação.
Pela central de atendimento, no número 0800 605 2020.

Um ensaio fotográfico de uma menina de 4 anos que foi vacinada após sua casa em Lalitpur ser destruída está disponível para download aqui: http://uni.cf/1EMeQPP

Fotos e histórias das crianças da unidade de vacinação contra o sarampo no vale de Kathmandu estão disponíveis aqui http://uni.cf/1I24Gvs, com fotos e vídeos adicionais aqui: http://uni.cf/1HH6SbO

Katmandu, 4 de maio de 2015 – Mais de um milhão de criança estão sendo alvo de uma campanha de vacinação de emergência no Nepal – à medida que cresce o medo de um surto de sarampo nos acampamentos informais que surgiram desde o terremoto do dia 25 de abril.

A campanha foi lançada pelo Ministério da Saúde e População do Nepal, com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A falta de abrigo e saneamento são fatores de enormes riscos de doenças – à medida que o número de pessoas que abandonaram seus lares continua aumentando, com muitas pessoas vivendo agora perto de suas casas danificadas.

Segundo os dados disponíveis antes do terremoto, cerca de uma em cada dez crianças no Nepal não está vacinada contra o sarampo.

"O sarampo é muito contagioso e pode ser potencialmente fatal. E tememos que a doença possa se espalhar rapidamente pelos acampamentos improvisados, muitas vezes superlotados, onde muitas crianças estão vivendo", disse o representante do UNICEF no Nepal, Tomoo Hozumi.

"Nós estamos trabalhando há décadas para eliminar o sarampo no Nepal. A menos que ajamos agora, há um risco real de que a doença volte a emergir como uma grande ameaça para as crianças – o que também seria um retrocesso para todos os nossos esforços coletivos."

Na primeira onda da resposta de emergência, as equipes estão imunizando as crianças menores de 5 anos que se encontram em assentamentos informais nos três distritos densamente povoados do Vale de Katmandu – Bhaktapur, Katmandu e Lalitpur. Essa campanha vai prosseguir nas próximas semanas nos 12 distritos mais duramente atingidos pelo terremoto.

"Estamos trabalhando com os nossos parceiros para tomar medidas práticas que são urgentes para colocar em circulação dezenas de milhares de vacinas, bem como os equipamentos de armazenamento a frio que são precisos para armazená-las à temperatura adequada a fim de que conservem a sua eficácia", afirmou Tomoo Hozumi.

"Estamos fazendo todo o possível para minimizar o perigo para estas crianças que já passaram por tanta coisa."

Cerca de 1,7 milhão de crianças continuam necessitando urgentemente de ajuda humanitária nas áreas mais atingidas pelo terremoto no Nepal.

Além de providenciar vacinas para eliminar o risco de doenças, o UNICEF está dando prioridade ao acesso a água potável e saneamento para as crianças nas áreas mais afetadas do país.

As mais recentes intervenções incluem:

> O UNICEF alcançou quase 90 mil pessoas em Kavrepalanchok, Lalitpur e Katmandu com água adequada para beber, cozinhar e lavar.
> Quase 80 mil pessoas em sete distritos duramente afetados (Gorkha, Dhading, Dolakha, Sindhupalchok, Kavrepalanchok, Lalitpur e Katmandu) receberam materiais de higiene e informativos sobre esse tema.
> Suprimentos que chegaram a Katmandu por via aérea, incluindo kits de saúde, cobertores e tendas, estão a caminho para as crianças que vivem nas áreas mais remotas e de mais difícil acesso.

O UNICEF lançou um apelo de US$50 milhões para financiar a sua resposta humanitária ao terremoto no Nepal durante os próximos três meses, com parte de um amplo apelo interagencial.

Os brasileiros também podem contribuir para esta mobilização global. Os recursos arrecadados no Brasil serão integralmente utilizados para atender crianças, adolescentes e famílias mais afetados na tragédia.

Quem quiser efetuar uma doação, pode fazê-lo por três canais:

> Enviando a palavra "UNICEF" para o SMS 27146. Neste caso, o UNICEF entrará em contato para acolher a doação.
> Pela central de atendimento, no número 0800 605 2020.

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Sobre o UNICEF – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Com seus parceiros, trabalha em 190 países e territórios para transformar esse compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente os nossos esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.

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Pedro Ivo Alcantara
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