Mostrando postagens com marcador Terremotos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Terremotos. Mostrar todas as postagens

APLICATIVO TRANSFORMA CELULARES EM DETECTORES DE TERREMOTOS

Nos testes, o programa obteve uma taxa de 93% de sucesso na detecção de tremores

20/02/2016

Um novo aplicativo que transforma um smartphone em um sismógrafo está sendo testado por cientistas da Califórnia.

Os pesquisadores querem que as pessoas baixem o programa para ajudar a melhorá-lo. O objetivo é criar uma rede para reunir dados sobre temores e também emitir alertas quando necessário.

Os movimentos de terra destrutivos levam algum tempo para sair do epicentro de um grande tremor. E, com o aplicativo, pessoas em locais distantes poderiam receber alertas vários segundos antes em seus telefones.

"Alguns segundos de antecedência é tudo que é preciso", diz o professor Richard Allen, do Laboratório Sismológico da Universidade da Califórnia em Berkeley, à BBC.

"Baseado no que cientistas têm dito sobre terremotos, se todo mundo fosse para debaixo de uma mesa sólida, seria possível reduzir o número de feridos por causa de um tremor em 50%."

Algorítimo sofisticado

O aplicativo é baseado em um algorítimo sofisticado para analisar as diferentes vibrações que são detectadas pelo acelerômetro, um tipo de sensor, instalado no aparelho.

Esse algorítimo foi "treinado" para distinguir os movimentos humanos diários e aqueles específicos durante um terremoto. Tudo funciona sem o usuário perceber, como um programa que supervisiona a atividade física do dono do telefone.

O MyShake consegue captar um terremoto em 93% dos casos atualmente e consegue fazer isso mesmo quando o telefone está no bolso ou em uma bolsa.

Uma vez ativado, ele envia uma mensagem a um servidor central por meio da rede de dados, onde são calculadas a localização e a magnitude do tremor.

Os falsos positivos podem ser filtrados, porque o servidor está conectado às estações de vigilância sísmica e aos sistemas de GPS dos outros usuários do MyShake, o que permite comparar os dados.

Por enquanto, o aplicativo está disponível apenas para o sistema Android, do Google. Uma versão para o sistema iOS, da Apple, deve ser lançada em breve.

No futuro, aplicativo enviará alertas para seus usuários


Alertas

É importante ressaltar que esta versão ainda não envia alertas de terremotos para os usuários. Só existem alguns sistemas assim no mundo hoje, como o ShakeAlert, que também é desenvolvido por Allen na Califórnia.

Eles buscam detectar as ondas de movimento primárias geradas por um terremoto, menos destrutivas que as secundárias.

A Califórnia tem várias estações sismológicas de ponta ligados ao sistema do ShakeAlert e, em 2014, enviou um alerta para usuários em São Francisco oito segundos antes de um terremoto ocorrer no Estado.

Isso incluiu o sistema de metrô da cidade, que busca ser capaz de detectar terremotos para poder desacelerar seus trens antes deles ocorrerem. Os telefones com o MyShake receberão avisos assim no futuro.

"O aplicativo pode contribuir para sistemas de monitoramento de tremores onde eles já existem, como na Califórnia", diz Allen.

"Mas pode também enviar alertas para regiões que não têm esses sistemas, locais como a Índia e o Nepal, onde terremotos costumam ser bastante destrutivos, e isso seja talvez seja ainda mais importante."

Fonte: BBC Brasil

Sobe para 238 mortos em terremoto no Afeganistão e Paquistão

Foto: EFE

26/10/2015

O número de mortos devido ao forte terremoto que atingiu hoje (26) o Afeganistão e o Paquistão subiu para, pelo menos, 238, segundo um novo balanço das autoridades locais. O balanço anterior relatava 160 mortos e mais de mil feridos nos dois países. O abalo também foi sentido na Índia.

No Paquistão, as autoridades locais atualizaram o número de vítimas, indicando que pelo menos 154 pessoas morreram e mais de mil ficaram feridas na sequência do forte abalo de magnitude 7,5 na escala Richter. Do lado do Afeganistão, o mais recente balanço indicou a existência de pelo menos 84 mortos. As autoridades afegãs admitem, no entanto, que este número deverá aumentar quando conseguirem recuperar a comunicação com as zonas mais isoladas daquele país.

"Algumas redes de comunicações móveis estão danificadas e estamos tentando descobrir como podemos contatar com as províncias com as quais não conseguimos estabelecer, até agora, contato", informou o chefe do governo afegão, Abdullah Abdullah, durante uma reunião de emergência do Executivo.

Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro do terremoto foi em Jurm, nas montanhas da província de Badakhshan, no extremo Nordeste do Afeganistão, a uma profundidade de 213,5 quilômetros. O abalo durou pelo menos um minuto e foi sentida pelo menos uma réplica pouco depois de magnitude 4,8, segundo o instituto geológico.

Fonte: Terra


Ban: "ajuda humanitária está fazendo a diferença no Nepal"


Criança nepalesa no meio de destroços. Foto: Unicef

17/05/2015

Em plenária na Assembleia Geral, secretário-geral da ONU disse que "é preciso fazer mais"; evento debateu o fortalecimento da coordenação de ajuda humanitária de emergência.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.*

Em evento na sede da ONU nesta sexta-feira, o secretário-geral afirmou que a "ajuda humanitária está fazendo a diferença no Nepal".

No entanto, Ban Ki-moon disse que "é preciso fazer mais". A plenária, na Assembleia Geral, discutiu o fortalecimento da coordenação de assistência humanitária em caso de desastres.

Terremotos

O chefe da ONU disse que nas últimas três semanas, as vidas de oito milhões de nepaleses foram colocadas em risco. Primeiro com o terremoto de 7,8 graus na escala Richter que atingiu o país em 25 de abril.

O tremor deixou 8 mil mortos e mais de 16 mil feridos. Duas semanas depois, Ban disse que o país foi atingido por um novo terremoto, desta vez de 7,3 graus, que matou dezenas e feriu mais de 2 mil.
Segundo ele, 400 mil casas foram destruídas e 280 mil sofreram danos. Centenas de milhares de pessoas estão desabrigadas e necessitam de ajuda de emergência urgente, como abrigos, comida, água e assistência de saúde.

O secretário-geral afirmou que os terremotos atingiram 39 dos 75 distritos do Nepal e alguns dos mais afetados estão em áreas remotas, nas montanhas da região.

Equipes de Emergência

Ban declarou que as operações estão sendo intensificadas e a ajuda está entrando mais rápido no país. As estradas estão mais acessíveis e os trabalhadores humanitários estão conseguindo chegar aos mais necessitados.

Ele explicou que até agora, as equipes de emergência levaram comida para mais de 1 milhão de pessoas e água para 350 mil. Além disso, mais de 150 mil famílias receberam tendas para se abrigar.
O chefe da ONU disse que do apelo de US$ 423 milhões feito para apoiar as operações de emergência no Nepal, a organização recebeu apenas 14% desse total.

Ban disse que o dinheiro é insuficiente e pediu maior participação da comunidade internacional.

*Apresentação: Edgard Júnior

Fonte: ONU


Terremoto no Nepal: Campanha de vacinação de emergência para centenas de milhares de crianças em risco


10/05/2015

COMO DOAR:
Enviando a palavra "UNICEF" para o SMS 27146. Neste caso, o UNICEF entrará em contato para acolher a doação.
Pela central de atendimento, no número 0800 605 2020.

Um ensaio fotográfico de uma menina de 4 anos que foi vacinada após sua casa em Lalitpur ser destruída está disponível para download aqui: http://uni.cf/1EMeQPP

Fotos e histórias das crianças da unidade de vacinação contra o sarampo no vale de Kathmandu estão disponíveis aqui http://uni.cf/1I24Gvs, com fotos e vídeos adicionais aqui: http://uni.cf/1HH6SbO

Katmandu, 4 de maio de 2015 – Mais de um milhão de criança estão sendo alvo de uma campanha de vacinação de emergência no Nepal – à medida que cresce o medo de um surto de sarampo nos acampamentos informais que surgiram desde o terremoto do dia 25 de abril.

A campanha foi lançada pelo Ministério da Saúde e População do Nepal, com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A falta de abrigo e saneamento são fatores de enormes riscos de doenças – à medida que o número de pessoas que abandonaram seus lares continua aumentando, com muitas pessoas vivendo agora perto de suas casas danificadas.

Segundo os dados disponíveis antes do terremoto, cerca de uma em cada dez crianças no Nepal não está vacinada contra o sarampo.

"O sarampo é muito contagioso e pode ser potencialmente fatal. E tememos que a doença possa se espalhar rapidamente pelos acampamentos improvisados, muitas vezes superlotados, onde muitas crianças estão vivendo", disse o representante do UNICEF no Nepal, Tomoo Hozumi.

"Nós estamos trabalhando há décadas para eliminar o sarampo no Nepal. A menos que ajamos agora, há um risco real de que a doença volte a emergir como uma grande ameaça para as crianças – o que também seria um retrocesso para todos os nossos esforços coletivos."

Na primeira onda da resposta de emergência, as equipes estão imunizando as crianças menores de 5 anos que se encontram em assentamentos informais nos três distritos densamente povoados do Vale de Katmandu – Bhaktapur, Katmandu e Lalitpur. Essa campanha vai prosseguir nas próximas semanas nos 12 distritos mais duramente atingidos pelo terremoto.

"Estamos trabalhando com os nossos parceiros para tomar medidas práticas que são urgentes para colocar em circulação dezenas de milhares de vacinas, bem como os equipamentos de armazenamento a frio que são precisos para armazená-las à temperatura adequada a fim de que conservem a sua eficácia", afirmou Tomoo Hozumi.

"Estamos fazendo todo o possível para minimizar o perigo para estas crianças que já passaram por tanta coisa."

Cerca de 1,7 milhão de crianças continuam necessitando urgentemente de ajuda humanitária nas áreas mais atingidas pelo terremoto no Nepal.

Além de providenciar vacinas para eliminar o risco de doenças, o UNICEF está dando prioridade ao acesso a água potável e saneamento para as crianças nas áreas mais afetadas do país.

As mais recentes intervenções incluem:

> O UNICEF alcançou quase 90 mil pessoas em Kavrepalanchok, Lalitpur e Katmandu com água adequada para beber, cozinhar e lavar.
> Quase 80 mil pessoas em sete distritos duramente afetados (Gorkha, Dhading, Dolakha, Sindhupalchok, Kavrepalanchok, Lalitpur e Katmandu) receberam materiais de higiene e informativos sobre esse tema.
> Suprimentos que chegaram a Katmandu por via aérea, incluindo kits de saúde, cobertores e tendas, estão a caminho para as crianças que vivem nas áreas mais remotas e de mais difícil acesso.

O UNICEF lançou um apelo de US$50 milhões para financiar a sua resposta humanitária ao terremoto no Nepal durante os próximos três meses, com parte de um amplo apelo interagencial.

Os brasileiros também podem contribuir para esta mobilização global. Os recursos arrecadados no Brasil serão integralmente utilizados para atender crianças, adolescentes e famílias mais afetados na tragédia.

Quem quiser efetuar uma doação, pode fazê-lo por três canais:

> Enviando a palavra "UNICEF" para o SMS 27146. Neste caso, o UNICEF entrará em contato para acolher a doação.
> Pela central de atendimento, no número 0800 605 2020.

#################

Sobre o UNICEF – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Com seus parceiros, trabalha em 190 países e territórios para transformar esse compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente os nossos esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.

Acompanhe nossas ações no Facebook, Twitter, Instagram e Youtube.


Mais informações:
Assessoria de Comunicação do UNICEF no Brasil
Pedro Ivo Alcantara
Telefones: (61) 3035 1947 e (61) 8166 1636
E-mail: pialcantara@unicef.org
Estela Caparelli
Telefones: (61) 3035 1963 e (61) 8166 1648
E-mail: mecaparelli@unicef.org


Número de mortos após terremoto no Nepal ultrapassa os 7 mil

Homem em área destruída por terremoto no Nepal (Foto: Danish Siddiqui/Reuters)

03/05/2015

Tremor de 7,8 graus destruiu grande parte de Katmandu e vilarejos.
Mais de 14 mil pessoas ficaram feridas, segundo último balanço oficial.

O forte tremor que atingiu o Nepal no dia 25 de abril deixou mais de 7 mil mortos e pelo menos 14 mil feridos, segundo balanço do Centro Nacional de Operações de Emergência do país, divulgado neste domingo (3). No sábado (2), o governo do Nepal já tinha informado não ter esperanças de encontrar mais sobreviventes do terremoto.

Os números oficiais são 7.040 mortos e 14.123 feridos.

O tremor de 7,8 graus de magnitude destruiu grande parte de Katmandu e muitos vilarejos próximos ao epicentro, registrado a 70 km da capital do Nepal.

"Uma semana passou desde o desastre. Estamos fazendo todo o possível em termos de salvamento e assistência, mas já não acredito na possibilidade de encontrar sobreviventes sob os escombros", declarou à AFP o porta-voz do ministério do Interior, Laxmi Prasad Dhakal.

Prosseguem as buscas para localizar quase mil europeus, a maioria praticantes de alpinismo que estavam nas regiões do Everest e de Langtang no momento do tremor.

"Estão desaparecidos, mas não sabemos exatamente qual a sua situação", afirmou Rensje Teerink, embaixadora da UE no Nepal, à imprensa.

O Consórcio de Redução de Riscos no Nepal, uma entidade na qual participam organismos das Nações Unidas, calcula que o terremoto causou o deslocamento de 2,8 milhões de cidadãos (a população do país é de 28 milhões pessoas).

A mesma fonte assinalou que o terremoto destruiu 160.786 casas e outras 143.673 ficaram danificadas, e reivindicou de maneira urgente US$ 415 milhões para enfrentar a crise humanitária vivida pelo país do Himalaia.

Sobreviventes esperam por alimentos

Em várias regiões, os sobreviventes esperam por alimentos e por transporte para um local seguro. "Em muitas áreas, as pessoas não têm acesso à ajuda e é normal que estejam irritadas", admitiu Rameshwor Dangal, diretor da agência nacional de gestão de catástrofes.

"Calculamos que quase mil pessoas precisam de auxílio nas regiões de Rasuwa e Sindhupalchowk", disse. Na capital Katmandu, dezenas de milhares de pessoas continuam dormindo nas ruas. De acordo com as Nações Unidas, 600 mil casas foram destruídas ou danificadas.

De acordo com a Reuters, inspeções alfandegárias no aeroporto de Katmandu estão retendo ajuda para sobreviventes do terremoto no Nepal.

O Unicef alertou para a situação de milhares de crianças desabrigadas, com a saúde em risco, traumatizadas pela tragédia e sem acesso à água potável ou alimentos. "Os hospitais estão lotados, a água começa a faltar, muitos corpos continuam sepultados sob os escombros e as pessoas continuam dormindo nas ruas. É uma situação perfeita para a proliferação de doenças", advertiu Rownad Khan, funcionário do Fundo das Nações Unidas para a Infância.

Acampamentos

Segundo fontes militares, cerca de 75% das vítimas do terremoto de há uma semana que tinham se refugiado nos acampamentos provisórios instalados pelo governo nepalês em Katmandu abandonaram as tendas.

O maior acampamento da capital nepalesa, o de Thudikel, dá refúgio ainda a entre 1.200 e 2.000 pessoas, embora na segunda-feira passada abrigasse entre 9.000 e 12.000, assegurou uma fonte militar que preferiu manter o anonimato.

A fonte assegurou que essa situação se repete em outros 15 acampamentos instalados em diferentes pontos de Katmandu, onde segundo os últimos dados oficiais divulgados pelo Ministério do Interior nepalês, 22.905 casas foram destruídas e outras 60.855 ficaram danificadas.

Muitos dos desabrigados pela tragédia que abandonaram os acampamentos retornaram para suas casas ou ao restante delas para retirar os escombros ou tentar concertar os danos.

Fonte: G1


Terremoto de 5,9 graus no Peru é sentido em Cruzeiro do Sul


Imagem: Divulgação
11/11/2012

Um terremoto de 5,9 graus na escala Richter atingiu neste sábado Aguaytia, província de Padre Abad, no Peru, informou o Serviço Geológico dos EUA (USGS).

Segundo a Rádio del Peru, o tremor foi sentido por pessoas de várias partes do país como em Huanuco, San Martin, Ancash e na capital Lima.

O epicentro do terremoto foi localizado a 45 quilômetros a leste de Aguaytia, a uma profundidade de 146 quilômetros, diz o USGS.

Não há relatos de vítimas ou danos materiais. No município de Cruzeiro do Sul (AC) na fronteira com o Peru várias pessoas sentiram o abalo, mas não houve registros de danos.

Na sexta-feira, Pucallpa, na região de Ucayali sofreu um terremoto de 4,6 graus.




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...