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PAPA FRANCISCO LEVANTA DEBATE SOBRE MEIO AMBIENTE NO PERU

Região visitada pelo papa sofre com o desmatamento e a mineração ilegal (Foto: Flickr)

23/01/2018

Papa visitou a Amazônia peruana no fim de semana e conversou com indígenas sobre a importância de preservar o meio ambiente

O Papa Francisco desembarcou na Amazônia peruana no último fim de semana para falar da defesa da terra com milhares de indígenas, em um espaço que sofre constantemente com desmatamento e mineração ilegal. No Chile, ao longo da última semana, o pontífice já havia se encontrado com integrantes da tribo Mapuche e destacado os laços entre o meio ambiente e os povos indígenas.

Logo em sua chegada, o papa foi recebido com gritos de “Francis, Francis, você é agora amazônico”. Em seu primeiro evento oficial, a bordo do papamóvel, ele dirigiu-se a uma multidão indígena do Peru e países vizinhos, e falou sobre problemas ambientais que a Amazônia tem enfrentado, incluindo agronegócio, mineração, exploração madeireira e a perfuração de petróleo e gás.

“Nós temos que romper com o paradigma histórico que vê a Amazônia como uma fonte inesgotável de suprimentos para outros países, sem preocupação para seus habitantes. A defesa da Terra não tem outro objetivo que não a defesa da vida. Há que definir limites para ajudar a nos preservar de todos os planos para uma destruição maciça do habitat que nos torna quem somos”, apontou o pontífice, durante um discurso de 20 minutos.

A visita do papa se baseia em seu tratado inovador sobre o meio ambiente: a encíclica de Laudato Si (2015), que orienta fiéis e clérigos sobre as questões ambientais fundamentais. Além disso, a viagem pelos países sul-americanos também serve como planejamento para uma conferência de bispos da Bacia Amazônica, convocada para outubro de 2019. O Papa Francisco, porém, não entrou em assuntos como demarcação territorial ou títulos de propriedade.

“A Amazônia é nossa casa, mas também são os pulmões do mundo. Temos que trabalhar muito mais para parar o desmatamento. Há planos para a soja. Você pode imaginar o que isso fará? Seria devastador”, apontou o reverendo Juan Elias, um sacerdote da selva da Bolívia, em Pando, falando também das intenções do agronegócio com a expansão da Soja.

Indígenas brasileiros

Angelton Arara, do povo indígena brasileiro Arara do Pará, fazia parte da delegação que representava 32 povos indígenas do Brasil, que viajaram ao Peru para apresentar as suas queixas ao papa.

“A igreja tem que fazer com que nossos governos vejam que suas políticas estão destruindo o meio ambiente e nós com isso. Queremos mais apoio da igreja, e queremos que nossos governos sigam o que a igreja diz. Não podemos mais falar. Precisa haver uma ação real, porque estamos sendo mortos enquanto esperamos”, explicou o indígena.

Apenas em 2016, mais de 100 indígenas foram mortos no Brasil, segundo o Conselho Missionário Indígena. Em setembro de 2017, 10 pessoas de um grupo que vive em isolamento voluntário perto da fronteira com o Peru foram assassinadas.

Segundo o papa, os indígenas que vivem em isolamento são os mais vulneráveis, e não devem ser considerados um “tipo de museu de um modo de vida passado”. A maior parte das pessoas que vivem em isolamento voluntário é encontrada na fronteira entre Peru e Brasil.

Mineração ilegal

O diretor do World Wildlife Fund para o clima e energia, Manuel Pulgar-Vidal, que foi ministro do Meio Ambiente do Peru por quase cinco anos, espera que os depoimentos indígenas ajudem a fundamentar a encíclica em questões cotidianas. Além disso, Pulgar-Vida disse que Puerto Maldonado e a floresta amazônica do sudeste da Amazônica oferecem exemplos trágicos sobre a visão do papa.

“É preciso que os sacerdotes sejam capazes não só de falar sobre o meio ambiente, mas de ancorar em problemas reais. Isso não foi feito, e é por isso que a mensagem [da encíclica] não teve o impacto que deveria ter”, apontou Pulgar-Vidal.

Em 2016, o Peru perdeu quase 407 mil hectares de floresta tropical, 5,2% a maios do que em 2015. Entre 2001 e 2016, o país perdeu aproximadamente 4,9 milhões de acres por causa do desmatamento causado pela agricultura, construção de estradas e mineração ilegal. Madre de Dios, o estado no qual Puerto Maldonado é a capital, perdeu mais de 42 mil acres de floresta em 2016.

A mineração ilegal de ouro é a principal responsável pelo desmatamento das florestas em Madre de Dios, causando a contaminação do solo, da água e do ar devido ao uso de produtos tóxicos, como o mercúrio, que é utilizado para extrair ouro do rio. Já quando a mineração ocorre em terra, normalmente o local fica estéril, com poucas plantas retornando depois que os mineradores movimentam.

Mesmo não tendo minas de ouro em larga escala, Madre de Dios produziu 12 toneladas de ouro nos primeiros 11 meses de 2017, segundo o ministério de Minas e Energias, representando pouco mais de 9% da produção de ouro no Peru, que é o sexto maior produtor do minério do mundo. Em 2017, o governo destruiu 284 campos de mineração ilegais, sendo a maioria em Madre de Dios.

“Existe outro assalto devastador a vida ligada a esta contaminação ambiental favorecida pela mineração ilegal. Estou falando de tráfico de seres humanos: trabalho escravo e abuso sexual”, apontou o Papa Francisco. Ainda em 2017, o governo peruano lançou dezenas de investigações criminais ligadas à mineração ilegal, inclusive de tráfico de humanos.

TEATRO: MISSÃO ÁGUA

Foto: Jéssica Barbosa

24/08/2016

A peça MISSÃO ÁGUA faz parte de um projeto maior chamado Pachamama (que significa mãe terra em quéchua, língua originária do Peru). Tanto esta peça, quanto o projeto como um todo, abordam questões fundamentais sobre nossa relação com o meio ambiente, no caso desta peça a água. A base do projeto é o livro Pachamama – O Resgate do Planeta escrito por crianças do mundo todo e editado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

MISSÃO ÁGUA não tem uma história. Têm várias, e todas tratam da questão da água: da sua utilização, do seu desperdício, da sua poluição e da sua importância na vida do planeta e de seus habitantes. O texto é um pretexto para um mergulho profundo na relação do homem com este precioso elemento: a água. Pretendemos trazer à tona um debate sobre esta que é uma questão crucial para o futuro do nosso planeta. 

A peça se desenvolve a partir de sete cenas que se fundamentam na ludicidade dos movimentos e de um repertório de brincadeiras para criar imagens plásticas poderosas que possam permanecer como marcas indeléveis na consciência da criança que assiste ao espetáculo. Assim, cada cena tem um mote relacionado ao tema geral: 

(1) a simbologia da água, ou seja, aquilo tudo que este elemento representa desde tempos imemoriais;

(2) as mais variadas utilizações da água em nossa vida cotidiana e no desenvolvimento das atividades humanas na Terra; 

(3) as várias entidades e os muitos habitantes da água (seres e pessoas que vivem da água, na água e através da água); 

(4) o ciclo hidrológico e sua importância para a manutenção dos mananciais e da vida aquática; e 

(5) uma pequena lembrança dos mais importantes itens da declaração dos direitos da água. O elenco, formado por quatro atores, usa como conteúdo a água, utiliza-se das linguagens da dança, do teatro, da música e da poesia, para dar uma forma plástica e lúdica, pois a partir das ações dos atores pretendemos levar o público à conscientização.

Ficha Técnica:

Direção: Roberto Salerno de Oliveira
Dramaturgia: Modesto Fortuna
Elenco: Cris Eifler, Elisa Heidrich, Luiz Manoel, Manu Goulart
Contra-regra: Humberto Böck
Iluminação: Fabiana Santos
Cenário: Modesto Fortuna
Figurinos:Modesto Fortuna
Adereços: Jony Pereira e Julia Kieling
Trilha Sonora: Carina Levitan
Produção Áudio Visual: O Grupo
Fotografia e Arte Gráfica: Jéssica Barbosa
Assessoria de Imprensa: Liane Strapazzon
Divulgação nas redes sociais: O grupo
Produção executiva: Sue Gotardo
Produção Geral: Depósito de Teatro

Confirme presença no evento do facebook.

Local: Teatro Renascença
Av. Erico Verissimo, 307 - Porto Alegre/RS

Fones: 51 3289 8066/8067

Datas: de 20 de agosto a 4 de setembro, sábados e domingos

Horário: 16h

Duração:  50 min.

Classificação Indicativa: dos 3 aos 10 anos

Ingressos:

inteira R$ 30,00

meia R$15,00 (idosos, professores, classe teatral e estudantes mediante comprovação)

Fonte: Mais Teatro


MACHU PICCHU PASSA A SER VISTA PELO GOOGLE STREET VIEW

Cidade inca de Machu Picchu, no Peru, entra no Google Street View 
Foto: Reprodução/ Google Street View

05/12/2015

Templos, terraços e praças da lendária cidade inca estão em mapa virtual.
Machu Picchu foi construída no século XV sobre a cordilheira dos Andes.

A lendária cidadela inca de Machu Picchu, na região peruana de Cusco, agora pode ser percorrida por milhões de pessoas virtualmente através da ferramenta Street View, depois de um acordo entre o Google e o ministério da Cultura do Peru.

"A cidadela de Machu Picchu agora, pela primeira vez, poderemos visitá-la pelo Google Maps, descobrindo templos, terraços e praças que permaneceram intactas desde o século XV", informou nesta quinta-feira (3) o ministério em comunicado.

Segundo o governo, os internautas poderão apreciar o templo Principal, situado na parte mais alta de Machu Picchu, e percorrer a praça onde se encontram os jardins cerimoniais mais sagrados do local, que uma vez abrigaram celebrações sociais e religiosas para os incas.

A cidadela de Machu Picchu foi construída no século XV pelo imperador inca Pachacutec num território de bosques, sobre a zona oriental da cordilheira dos Andes, entre as montanhas Machu Picchu e Wayna Picchu. Recebe cerca de 3.500 visitantes por dia, segundo informações das autoridades turísticas.

Está na lista do Patrimônio Mundial da Unesco desde 1963.

O Google Street View é uma ferramenta que propicia imagens panorâmicas no nível da rua (360 graus de movimento horizontal e 290 graus do movimento vertical), permitindo aos usuários ver partes das cidades selecionadas e suas áreas metropolitanas adjacentes.

Fonte: G1


Colômbia e Peru anunciam fundo de proteção para Amazônia no valor de 600 milhões de dólares

Vista aérea da Amazônia. Foto: Flickr/CIAT/ Neil Palmer (cc)

02/11/2015

Na sexta – feira (30), Colômbia e Peru anunciaram, a criação de um fundo de 600 milhões de dólares para a proteção da Amazônia, compartilhada por ambos os países, do qual o Brasil também participará.

Segundo informações da AFP, o anúncio foi feito durante um encontro binacional de presidentes em Medellín,a reunião desta sexta-feira marca a 10ª vez que Peru e Colômbia discutem assuntos binacionais desde fevereiro de 2014.



“Com o Peru e o Brasil, estamos trabalhando em um programa regional para proteger a Amazônia”, declarou o anfitrião, Juan Manuel Santos, junto a seu colega peruano, Ollanta Humala.
“É a primeira vez que um programa terá uma abordagem integrada para a proteção do ecossistema amazônico”, completou.
O programa, que será apresentado na próxima Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (COP21) em Paris, buscará proteger a biodiversidade dessa vasta região sul-americana, com políticas sobre o uso sustentável da terra, gestão de áreas protegidas e restauração da cobertura vegetal.Dos 600 milhões de dólares, 113 milhões virão do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF, na sigla em inglês), um organismo internacional que financia projetos de proteção ambiental.

Em setembro passado , Santos e a presidente Dilma Rousseff já haviam antecipado, que participariam da COP21 com uma agenda conjunta sobre o meio ambiente.



Ministro peruano quer ajuda de Brasil na Amazônia

11/08/2014

O ministro de Meio Ambiente do Peru, Manuel Pulgar Vidal, gostaria de replicar os planos de desenvolvimento sustentável que estão sendo criados no Brasil, em especial no Acre.

“Seria interessante ouvir mais e trazer pessoas do Acre sobre toda sua estratégia de carbono e desenvolvimento sustentável, assim como outras pessoas do Brasil para que nos contem como estão tratando de reverter esse tipo de processo [a destruição da Amazônia]“, disse em entrevista concedida à equipe de InfoAmazonia.org em Lima na última quinta, dia 08.

Pulgar Vidal será o presidente da COP 20, a Cúpula do Clima da ONU que 
ocorre em Lima. Foto: InfoAmazonia.org

Embora em volume o desmatamento no Brasil seja mais alto, a taxa de crescimento no Peru é a mais elevada da região amazônica. Um dos principais problemas é a mineração ilegal de ouro em Madre de Dios. Para Vidal, a única forma de reverter o processo é apresentar alternativas econômicas para os milhares de migrantes que chegam à Amazônia em busca de riqueza.

“A estratégia do Peru de combate à mineração ilegal, é inteligente. Será difícil, acho que nos tomará anos para chegar a uma solução completa, mas está bem orientada. A ideia de contar com um plano de desenvolvimento é fundamental'', explicou.

Por esta razão, o ministro mencionou o Acre, que adotou a “economia da floresta em pé''. Mais recentemente, o governo acriano apresentou um plano de créditos de carbono que é visto como modelo a ser seguido por outras regiões.

Às vésperas de sediar a 20ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP 20, Vidal acredita que poderá dar maior relevância ao tema da amazônia nas negociações multilaterais.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista


Neste momento, existem pressões sobre a Amazônia peruana vindas da mineração ilegal de ouro. Como a política do governo aborda esta pressão?

Em toda a Amazônia, as políticas foram elaboradas a partir do mito de que é infinita, desocupada e vai nos ajudar a sair da pobreza e muitos outros mitos que hoje, felizmente, já começamos a quebrar. No passado estes mitos ajudaram a criar processos migratórios, principalmente de gente muito pobre, que saíram dos Andes e buscavam na Amazônia uma alternativa. Além disso, foram processos muito perversos, incentivados pela crença de que a floresta não é produtiva, mas que uma fazenda era a forma de dar à terra produtividade. A mesma ideia que existe no Brasil: a mata tem que se derrubar para se produzir.

Em nossos países existem zonas que expulsam aos que são pobres e as zonas que são receptoras, que muitas vezes não têm capacidade, serviços, para receber tanta gente. Isso leva a impactos como a mineração ilegal em Madre de Dios, que são regiões que tiveram, por décadas, padrões de ocupação bastante desordenados. Muita gente que chega ali não encontra alternativa econômica e que quando sabe que se pode encontrar ouro nos barrancos dos rios, o único que faz é dinamizar a mineração ilegal.

Embora possa receber críticas, a estratégia do Peru de combate à mineração ilegal, é inteligente. Será difícil, acho que nos tomará anos para chegar uma solução completa, mas está bem orientada. No caso de Madre de Dios, a ideia de contar com um plano de desenvolvimento é fundamental. Foi anunciada pelo presidente da República [Ollanta Humala]. Seria interessante ouvir mais e trazer pessoas do Acre sobre toda sua estratégia de carbono e desenvolvimento sustantável, assim como outras pessoas do Brasil para que nos contem como estão tratando de reverter esse tipo de processo.

Outras pressões vêm do incentivo à investimentos na atividade petroleira. É possível conter pressões sobre Amazônia deste setor?

No caso do petróleo, houve momentos distintos de aproveitamento do recurso. A exploração petroleira na Amazônia vem desde os anos 70. Há algumas experiências ruins principalmente porque não existia regulação. Mas também outras experiências interessantes, inclusive muito destacadas pela revista The Economist, como Camisea [projeto de exploração de gás], onde não houve a construção de quase nenhuma infraestrutura. Foi uma ilha que não gerou processos migratórios. Portanto o que creio que temos que fazer é estabelecer todos os standards. Me refiro às regras ambientais e sociais que permitam compatibilizar o aproveitamento de hidrocarbonetos com a fragilidade do ecossistema amazônico. Nós não acreditamos que se deva banir a atividade totalmente, mas tem que se fazer uma transição para um situação de maior ordenamento.

Como Peru vai se posicionar sobre o tema dos combustíveis fósseis durante a COP20?

Temos que lembrar que a COP é um espaço de negociação e onde provavelmente não vamos discutir o tema do petróleo. O que vamos discutir é a relevância que tem o ecossistema amazônico, a relevância que têm seus serviços ambientais. Ou ainda a importância de se manter a floresta em pé e porque isso significa uma alternativa às ameaças de desmatamento. Felizmente, o REDD+ [mecanismo de redução de emissões florestais] avançou muito em Varsóvia (COP 19), mas que ainda precisa avançar com todas as salvaguardas. Espero que em Lima avancemos muito com isso e que tenhamos já para Paris [onde se realizará a COP21] um REDD+ consolidado. Mas reconheçamos uma coisa: os mercados de carbono para florestas não estão ainda suficientemente maduros para designar um valor significante. Não pode estar tão baixo o valor da tonelada de carbono vinculada à floresta, porque o nível de investimento e o custo de manutenção é provavelmente mais alto do que se recebe. E quando se luta contra uma atividade como a mineração ilegal sustentada pelo preço do ouro – 1200 dólares a onça versus 5 ou 6 dólares a tonelada de carbono, se pode entender imediatamente o desafio.

Em 2010, Brasil e Peru assinaram um acordo de cooperação energética. Qual o status deste acordo?

Este acordo não prosperou no Congresso da República, que em todo o seu direito e autonomia o rejeitou. Portanto não sei que futuro pode ter. Eu pessoalmente não estou lidando com esta questão.

Entrevista completa em espanhol


Fonte: Infoamazonia



ENERGIA, TURISMO, INTEGRAÇÃO E MEIO AMBIENTE NO BRICS!

23/07/2014

Hércules Góes, diretor e editor chefe do Grupo Ecoturismo 
junto com Rafael Correa presidente do Equador 
Crédito foto: Miguel Romero
O proveitoso encontro destes dois últimos dias em Brasilia dos presidentes do BRICS, que também contou com a presença de alguns presidentes da América Latina e Caribe, rendeu pautas inigualáveis na direção das energias renováveis, do turismo e integração interregional e sustentabilidade para os próximos anos.

Com promessa de investimentos de bilhões de dólares pelo governo chinês, principalmente, a América Latina passa a ser uma região de muitas perspectivas econômicas, sociais e ambientais inclusive com a criação do Banco do BRICS.

Dentro do cronograma de promoção do meio ambiente e turismo sustentável, com as energias renováveis, o Jornal e Revista Ecoturismo, promotor do XIII Seminário Internacional de Sustentabilidade, entrevistou e convidou alguns dos presidentes para o encontro de 31 de outubro em Rondônia que visa promover ações para a COP 20 no Peru, em dezembro.

Buscando falar a um público leitor e internauta, constituído de formadores de opinião, entre: engenheiros, arquitetos, professores e acadêmicos a Revista Ecoturismo teve encontros especiais nestes dias com os presidentes da Juan Manuel Santos da Colômbia, Nicolas Maduro da Venezuela, Xi Jinping da China, primeiro Ministro Gaston Browne da Antígua e Barbuda, Raul Castro de Cuba e na foto com o presidente do Equador Rafael Correa.

O editor chefe do Grupo Ecoturismo, Hércules Góes, que também preside a Câmara de Comércio Brasil-Venezuela, aposta muitas fichas nestes encontros para o futuro das relações do turismo e meio ambiente do Brasil, notadamente para a região amazônica onde tem forte atuação.



Terremoto de 5,9 graus no Peru é sentido em Cruzeiro do Sul


Imagem: Divulgação
11/11/2012

Um terremoto de 5,9 graus na escala Richter atingiu neste sábado Aguaytia, província de Padre Abad, no Peru, informou o Serviço Geológico dos EUA (USGS).

Segundo a Rádio del Peru, o tremor foi sentido por pessoas de várias partes do país como em Huanuco, San Martin, Ancash e na capital Lima.

O epicentro do terremoto foi localizado a 45 quilômetros a leste de Aguaytia, a uma profundidade de 146 quilômetros, diz o USGS.

Não há relatos de vítimas ou danos materiais. No município de Cruzeiro do Sul (AC) na fronteira com o Peru várias pessoas sentiram o abalo, mas não houve registros de danos.

Na sexta-feira, Pucallpa, na região de Ucayali sofreu um terremoto de 4,6 graus.




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