Mostrando postagens com marcador BRICS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BRICS. Mostrar todas as postagens

PAÍSES DO BRICS VÃO COOPERAR NAS ÁREAS DE MEIO AMBIENTE E AVIAÇÃO

Um dos entendimentos é em favor da aplicação da Agenda 2030 de desenvolvimento 
sustentável - Foto: Cesar Itiberê/PR

26/07/2018 

Objetivo é impulsionar a integração das economias emergentes nesses setores

Os países-membros do Brics – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – assinaram nesta quinta-feira (26) memorandos de entendimento para desenvolver as áreas de meio ambiente e aviação regional.

No caso do meio ambiente, a proposta dessas economias emergentes é atuar em cooperação para implementar a Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável e dar prioridade a assuntos como clima, água potável, biodiversidade, tratamento de resíduos, entre outros pontos.

Já no caso da aviação, foi firmado um entendimento para desenvolver a aviação regional nessas economias. Entre os pontos destacados de cooperação, estão o compromisso de facilitar a integração das agências de aviação dos países do Brics e incentivar a interação entre o setor privado e empresas estatais desses países.

Fonte: Planalto, com informação do Brics.

BRICS REALIZA TERCEIRA REUNIÃO DE MINISTROS DO MEIO AMBIENTE NA CHINA



26/06/2017

Tianjin, (Xinhua) -- Os ministros do Meio Ambiente e altos funcionários dos países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) se reuniram em Tianjin, no norte da China. Eles prometeram fazer esforços para promover o desenvolvimento sustentável e a prevenção da poluição.

Altos funcionários do meio ambiente do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul discutiram importantes desafios e oportunidades existentes para alcançar o desenvolvimento sustentável em três dimensões: econômica, social e ambiental a nível nacional, regional e mundial, assinala um comunicado publicado na sexta-feira.

"Enfatizamos a necessidade de meios para cumprir o Acordo de Paris, incluindo a transferência de tecnologia de países desenvolvidos aos países em desenvolvimento", de acordo com o documento.

"Apreciamos que a conservação e o uso sustentável da abundante biodiversidade de países do BRICS sejam de significado especial para o ambiente global e para obter objetivos e metas concordados internacionalmente", acrescentou.

Também reiteraram sua intenção de promover a cooperação dentro do BRICS na área de prevenção da poluição.

Fonte: Portuguese.people

Brasil, China, Índia e África do Sul exigem verba por mudança climática

30/06/2015 

Brics criticaram falta de investimento de 'ricos' no combate ao aquecimento.
Comunicado foi feito em Nova York neste domingo.

Brasil, China, Índia e África do Sul manifestaram neste domingo (28) na ONU que estão decepcionados com os países ricos pela incapacidade de não manter seus compromissos de ajuda às nações pobres para combater o aquecimento global.

Ministros e negociadores desses quatro países se reuniram em Nova York em preparação para a Conferência Mundial sobre o Clima, a COP 21, que acontece em dezembro, em Paris.

Em um comunicado conjunto, os representantes do grupo Brics (mas sem a Rússia) expressaram sua "decepção frente à constante ausência de um plano de ação claro para que os países desenvolvidos aportem US$ 100 bilhões anuais até 2020 e para que aumentem substantivamente seu apoio financeiro depois dessa data".

Em 2010, os países desenvolvidos concordaram em mobilizar esse montante nesse período para ajudar os países pobres a se adaptarem ao impacto da mudança climática e reduzir suas emissões poluentes. Esses compromissos caíram, porém, para cerca de US$ 70 bilhões anuais, de acordo com o Banco Mundial.

Medo do fracasso
A ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que os quatro países se comprometem a trabalhar duro para evitar que se repita o fracasso da última conferência do clima, realizada em Copenhague, em 2009. "Não podemos adiar essa agenda, esse acordo", frisou.

Já o enviado da China para o tema, Xie Zhenhua, comentou que "ainda há expectativas e espero que os países desenvolvidos possam honrar seus compromissos antes do encontro em Paris".

O negociador-chefe da Índia, Ravi Prasad, destacou que os países desenvolvidos devem compartilhar suas tecnologias de energia limpa com as nações pobres para que elas possam embarcar nos esforços globais de combate à mudança climática.

"Se não receberem um fluxo de apoio tecnológico, para muitos países em desenvolvimento e economias pobres será impossível percorrer esse caminho no futuro próximo", alegou Prasad.

"Adaptar-se requer muito dinheiro", afirmou a ministra sul-africana de Meio Ambiente, Edna Molewa.

O que está em jogo?
Segundo um painel internacional de cientistas ligado à ONU, o IPCC, é preciso diminuir entre 40% e 70% do total de gases lançados até 2050 e zerar essa taxa até 2100. Somente assim é que será possível conter o aumento da temperatura global em 2ºC até o final deste século.

Gases-estufa como o dióxido de carbono (CO2) são liberados principalmente na queima de combustíveis fósseis, mas também com o desmatamento e outras atividades humanas.

Caso isso não seja reduzido, segundo o IPCC, fenômenos extremos como secas, enchentes, degelo dos polos e aumento do nível dos mares serão mais frequentes. A temperatura média da Terra já subiu 0,85ºC com relação à era pré-industrial.

Por causa disso, países tentam negociar um acordo global para frear as emissões e que obrigue ações de todos os governos, principalmente de nações desenvolvidas, historicamente responsáveis pela maior parte dos gases já lançados na atmosfera.

IPCC - arte (Foto: G1)

Fonte: G1 Natureza


Brics definem plano conjunto de desenvolvimento sustentável

Evento em Moscou reuniu autoridades do setor ambiental dos cinco membros do Brics 
Foto: Press Photo

24/04/2015 

Viatcheslav Óssipov, especial para Gazeta Russa

Mecanismos para criar ‘economia verde’ foram discutidos em reunião entre ministros do Meio Ambiente.

Reunidos em Moscou, os ministros do Meio Ambiente dos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) debateram sobre o desenvolvimento da chamada “economia verde” em prol da sustentabilidade e competitividade. Entre os participantes do evento, que aconteceu nos dias 21 e 22 de abril, houve consenso de que grandes mudanças serão insuficientes se os problemas associados à proteção do meio ambiente forem ignorados.

“Tendo em conta que nos países do Brics vive 40% da população do planeta, a importância das decisões tomadas e do trabalho posterior de proteção do meio ambiente não é está sendo de modo algum sobrestimada”, declarou Francisco Gaetani, secretário-executivo do Meio Ambiente do Brasil, que definiu o encontro como “histórico”.

“Os Brics podem resolver conjuntamente e ter influência sobre os problemas ambientais globais”, disse Gaetani, já em entrevista exclusiva à Gazeta Russa. “Temos uma prática comum de resolução de questões complexas e mecanismos concretos para a implementação de projetos conjuntos.”

Segundo ele, o caminho para o desenvolvimento sustentável está na reciclagem segura de resíduos, na redução das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera e no cuidado com a água. Brasil e Rússia são líderes em termos de volume de água potável, recursos hidrelétricos e florestas. “E agora estamos trabalhando para criar mecanismos para a proteção desses recursos, para a sua preservação e valorização:, acrescentou Gaetani.

Ao final do encontro, os membros do Brics assinaram uma Declaração Ministerial que define as principais áreas de cooperação no domínio da proteção ambiental e combate aos efeitos das mudanças climáticas. Também foram criados dois grupos de trabalho, um dos quais irá preparar propostas para alterar o quadro regulamentar e outro, propostas de áreas específicas de cooperação ambiental.

As delegações brasileira e russa se propuseram ainda a criar uma espécie de plataforma para a parceria público-privada no domínio da proteção ambiental.

Brics na liderança

Em discurso na abertura da reunião, o subsecretário-geral da ONU e diretor-executivo do UNEP, Achim Steiner, ressaltou que a “Organização das Nações Unidas reconhece que, em um futuro próximo, os países do Brics irão definir o rosto do mundo” e influenciar os mecanismos para criação de um plano global de desenvolvimento sustentável.

Também referindo-se ao caráter construtivo da cooperação, o ministro dos Recursos Naturais da Rússia, Serguêi Donskoi, declarou que “os países do Brics devem se tornar locomotivas do desenvolvimento mundial também na área do meio ambiente”.

“A proteção dos recursos hídricos, a conservação das florestas, a melhoria da atmosfera – tudo isso requer novas abordagens. ‘Tecnologia verde’ que pode ser criada em conjunto. O desenvolvimento sustentável é a passagem das declarações para as ações concretas”, finalizou.

Fonte: Gazeta Russa


ENERGIA, TURISMO, INTEGRAÇÃO E MEIO AMBIENTE NO BRICS!

23/07/2014

Hércules Góes, diretor e editor chefe do Grupo Ecoturismo 
junto com Rafael Correa presidente do Equador 
Crédito foto: Miguel Romero
O proveitoso encontro destes dois últimos dias em Brasilia dos presidentes do BRICS, que também contou com a presença de alguns presidentes da América Latina e Caribe, rendeu pautas inigualáveis na direção das energias renováveis, do turismo e integração interregional e sustentabilidade para os próximos anos.

Com promessa de investimentos de bilhões de dólares pelo governo chinês, principalmente, a América Latina passa a ser uma região de muitas perspectivas econômicas, sociais e ambientais inclusive com a criação do Banco do BRICS.

Dentro do cronograma de promoção do meio ambiente e turismo sustentável, com as energias renováveis, o Jornal e Revista Ecoturismo, promotor do XIII Seminário Internacional de Sustentabilidade, entrevistou e convidou alguns dos presidentes para o encontro de 31 de outubro em Rondônia que visa promover ações para a COP 20 no Peru, em dezembro.

Buscando falar a um público leitor e internauta, constituído de formadores de opinião, entre: engenheiros, arquitetos, professores e acadêmicos a Revista Ecoturismo teve encontros especiais nestes dias com os presidentes da Juan Manuel Santos da Colômbia, Nicolas Maduro da Venezuela, Xi Jinping da China, primeiro Ministro Gaston Browne da Antígua e Barbuda, Raul Castro de Cuba e na foto com o presidente do Equador Rafael Correa.

O editor chefe do Grupo Ecoturismo, Hércules Góes, que também preside a Câmara de Comércio Brasil-Venezuela, aposta muitas fichas nestes encontros para o futuro das relações do turismo e meio ambiente do Brasil, notadamente para a região amazônica onde tem forte atuação.



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...