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PAÍSES DO BRICS VÃO COOPERAR NAS ÁREAS DE MEIO AMBIENTE E AVIAÇÃO

Um dos entendimentos é em favor da aplicação da Agenda 2030 de desenvolvimento 
sustentável - Foto: Cesar Itiberê/PR

26/07/2018 

Objetivo é impulsionar a integração das economias emergentes nesses setores

Os países-membros do Brics – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – assinaram nesta quinta-feira (26) memorandos de entendimento para desenvolver as áreas de meio ambiente e aviação regional.

No caso do meio ambiente, a proposta dessas economias emergentes é atuar em cooperação para implementar a Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável e dar prioridade a assuntos como clima, água potável, biodiversidade, tratamento de resíduos, entre outros pontos.

Já no caso da aviação, foi firmado um entendimento para desenvolver a aviação regional nessas economias. Entre os pontos destacados de cooperação, estão o compromisso de facilitar a integração das agências de aviação dos países do Brics e incentivar a interação entre o setor privado e empresas estatais desses países.

Fonte: Planalto, com informação do Brics.

Ministros latino-americanos reúnem-se na República Dominicana para discutir Agenda 2030

Secretária-executiva da CEPAL, Alicia Bárcena, durante apresentação na 
abertura do fórum ministerial na República Dominicana. Foto: CEPAL

06/11/2016

Governantes latino-americanos e caribenhos reúnem-se até esta terça-feira (1) em Santo Domingo, na República Dominicana, para discutir progressos em políticas sociais, particularmente em economia e meio ambiente, desafios para a implementação da Agenda 2030 e estratégias para uma rota sustentável de erradicação da pobreza.

O Fórum Ministerial, encontro anual que ocorre pela primeira vez na República Dominicana, é organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com o governo local e com o apoio da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

Neste ano, o encontro coincide com o I Encontro de Cúpula da Conferência Regional sobre Desenvolvimento Social na América Latina e Caribe. O objetivo é propor a ministros e tomadores de decisões um espaço para discutir experiências em políticas sociais e identificar respostes aos novos desafios da região.

O evento deste ano teve a participação de mais de 20 vice-presidentes, ministros e deputados de Argentina, Brasil, Equador, Guiana, Haiti, Costa Rica, Honduras e Paraguai, entre outros países que discutiram, ao longo de dois dias, os rumos das políticas sociais para responder mais efetivamente aos desafios do desenvolvimento.

Os participantes analisaram os desafios e oportunidades da Agenda 2030 para a América Latina e Caribe, considerando o progresso multidimensional como uma abordagem para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Contexto

O Fórum Ministerial sobre Desenvolvimento na América Latina é organizado anualmente pelo Escritório Regional do PNUD para a América Latina e o Caribe com o apoio da Agência Espanhola para o Desenvolvimento Internacional e Cooperação (AEDIC).

O propósito do encontro é criar uma plataforma para autoridades discutirem experiências em políticas sociais e obterem um insight sobre possíveis respostas aos novos desafios da região.

Em 2007, o primeiro fórum foi aberto pelo prêmio Nobel Amartya Sen. O segundo, em 2008, teve foco especificamente em jovens e o Nobel Joseph Stiglitz fez a abertura. No terceiro, de 2010, foi a vez do Nobel Muhammad Yunus, quando o foco esteve nas respostas sociais da América Latina à crise global.

O quarto fórum, em 2011, contou com a presença do magnata dos negócios mexicano Carlos Slim e focou no combate às desigualdades. Já o quinto fórum, em 2012, foi inaugurado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com foco no desenvolvimento social dos pobres, tendo incluído à discussão ministros da África e da América Latina.

O sexto fórum, em 2013, contou com a participação do especialista em competitividade da Universidade Harvard, Michael Porter, e discutiu os desafios desenvolvimentistas da região, transcendendo a redução da pobreza.

O sétimo fórum, em 2014, teve lugar na Cidade do México. O principal discurso foi do diretor da Iniciativa pelo Desenvolvimento Humano e Pobreza, da Universidade Oxford, Sabina Alkire.

Mais de 30 ministros e ministras, entre outros especialistas dos governos da região, discutiram como medir a pobreza por uma abordagem que vá além do foco em renda.



Diretor-geral da OMC acredita em maior aproximação dos países lusófonos

Ilustração: Cplp

31/10/2016

Brasília recebe a partir desta segunda-feira a Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp; Roberto Azevêdo destaca potencial de parcerias comerciais.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

Começa nesta segunda-feira, em Brasília, a 11ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Cplp, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O encontro de dois dias terá debates sobre a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Os ministros das Relações Exteriores dos países lusófonos também se reúnem na capital federal. Mas para além da apromiação diplomática, a conferência oferece a chance das nações firmarem parcerias comerciais.

Aproximação

Quem faz a avaliação é o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, OMC. Em Genebra, Roberto Azevêdo declarou à Rádio ONU que o encontro da Cplp é muito importante.

"Leva à aproximação desses países. A Cplp tem um papel muito importante promovendo a cooperação entre os membros e eu acho que é muito estimulante ver que cada vez mais se fala dentro do grupo sobre temas comerciais. Eu acho que isso é muito positivo. São ideias que são discutidas para promover o comércio entre os membros, facilitar a circulação de pessoas, até mesmo o reforço de iniciativas de assistência técnica. Isso tudo é muito importante."

Segundo Roberto Azevêdo, existe uma vontade dos países de língua portuguesa de estreitarem as relações com a OMC. Recentemente, ele recebeu em seu gabinete o secretário-executivo da Cplp, Murade Murargy, e afirma ter ficado claro pela conversa a possibilidade de aprofundar o diálogo e a cooperação entre as duas entidades.

Fonte: Rádio ONU

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