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Inscrições abertas para seminário sobre água

Gilberto Soares/MMA

03/01/2018

Com o tema “Águas pela Paz”, evento será realizado nos dias 11 e 12 de janeiro em Brasília. Participação é gratuita.

Estão abertas as inscrições para o II Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade — “Águas pela Paz”, promovido pela Unesco com apoio da Agência Nacional de Águas (ANA), do Ministério do Meio Ambiente e parceiros. Nos dias 11 e 12 de janeiro, o evento reunirá especialistas no Museu Nacional da República, em Brasília, para discutir a importância dos recursos hídricos para as relações entre comunidades e nações. Participação é gratuita.

Para o coordenador de Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Fábio Eon, “além de ser um evento preparatório para o 8º Fórum Mundial da Água, o seminário Águas pela Paz inova e contribui para trazer ao debate uma visão mais humanista da água, que vai além do recurso natural a ser preservado”. “O seminário analisa a água como um direito de todos e um valor a ser compartilhado. Assim, pode ajudar a pautar algumas discussões do Fórum, que acontece em março”, completa o especialista.

Entre os temas abordados pelo encontro na próxima semana, estão educação, arte e cultura; saberes e tradições; direitos da natureza, pesquisa e inovação na perspectiva transdisciplinar; gestão de territórios e mediação de conflitos. O seminário promoverá ainda a realização de oficinas diversas.

Para os painéis de discussão, estão confirmados palestrantes de diversas nacionalidades e áreas do conhecimento. Entre eles, o líder espiritual e humanitário brasileiro Sri Prem Baba, que vai ministrar a Palestra Magna; Beverly Rubik, doutor em Biofísica; Anivaldo Miranda, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco; Álvaro Tukano, diretor do Memorial dos Povos Indígenas; Moema Libera Viezzer, socióloga, educadora e escritora; Massimiliano Lombardo, oficial de Meio Ambiente do Setor de Ciências Naturais da UNESCO no Brasil; e o Cardeal Dom Sergio da Rocha, arcebispo metropolitano de Brasília.

Ao final do evento, um documento produzido durante o seminário encaminhado como contribuição ao debates do oitavo Fórum Mundial da Água e do Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA 2018).





8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA - PLATAFORMA SUA VOZ



22/06/2017

Em 2018, o 8º Fórum Mundial da Água acontecerá em Brasília/DF e reunirá os principais especialistas, gestores e organizações envolvidas com a questão da água no mundo.

Você poderá participar do Fórum contribuindo com ideias, experiências, discussões por meio da Plataforma Sua Voz.

Essa ferramenta on line de consulta aberta, permite que cidadãos de qualquer lugar do planeta deem sugestões que poderão ser debatidas no maior encontro mundial sobre água.

Essa é oportunidade de expressão de diferentes pontos de vista para enriquecer os debates sobre os rumos da gestão das águas no mundo.



Está aberta a segunda rodada de discussão que tratará de temas transversais nos seguintes períodos:

 São 6 salas de debate em que os temas
transversais serão discutidos: 



A Plataforma Sua Voz está disponível em português e inglês no site http://www.worldwaterforum8.org/ e conta com ferramenta de tradução para mais 90 idiomas,  de modo a facilitar a participação de pessoas da  maioria dos países do mundo.

O objetivo é fazer do 8º Fórum um evento plural e democrático, em alinhamento com o tema da próxima edição: “Compartilhando Água”.

Fonte: ABRH

MANAUS RECEBE EVENTO PREPARATÓRIO DO FÓRUM MUNDIAL DAS ÁGUAS

Foto:Diego Oliveira/Portal Amazônia

13/05/2017

O Fórum Mundial da Água acontece a cada quatro anos. A última edição aconteceu na Coreia do Sul

As soluções para  problemas hídricos são um dos principais temas do Fórum Mundial das Águas. O Amazonas sediou neste quarta-feira (10), um dos eventos preparatórios do encontro que acontece em março de 2018, em Brasília. Em Manaus, participaram do encontro profissionais da engenharia, agronomia, pesquisadores, cientistas, políticos e estudantes. 

O Fórum Mundial da Água acontece a cada quatro anos. A última edição ocorreu na Coreia do Sul. O principal objetivo do encontro é mostrar os impactos que a poluição faz com os recursos hidrográficos do planeta. "O Brasil participou desse debate e chamou a atenção para a prosperidade que temos, afinal possuímos a maior reserva hídrica do planeta, então a responsabilidade do país passa a ser bem maior. Queremos que as pessoas saibam que existem profissionais engajados em solucionar esses problemas", disse o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil José Tadeu da Silva.

A próxima edição do evento está marcada para ocorrer em 2018, em Brasília. A capital brasileira venceu a disputa com Copenhague (Dinamarca). "O Governo Brasileiro conseguiu trazer o Fórum para o país. Queremos dar enfoque para a Amazônia e dessa forma sensibilizar as autoridades brasileiras e mundiais sobre a importância de preserva essa riqueza. Entendo que esse evento pode trazer muitos benefícios para o Brasil, porque somos o país mais qualificado para trazer essa discussão ao mundo", afirmou Silva.

Em 2016, Brasília sediou a Conferência Internacional das Águas que foi promovida pelo Confea e pela Federação Brasileira de Engenharia. O evento contou com a participação de duas entidades mundiais, a União Pan-americana de Associações de Engenheiros e a  World Federation of Engineering Organisations (WFEO). Na opinião de Silva, essa conferência chamou a atenção das autoridades. "O Brasil mostrou ali potencial para sediar o Fórum Mundial, não só voltado para a água, mas na cadeia que implica a questão. De lá também saiu a ideia de fazer o evento preparatório no Amazonas", revelou.

 
Foto:Diego Oliveira/Portal Amazônia

Durante a Conferência Internacional das Águas, uma carta foi escrita em três línguas (português, espanhol e inglês), nela as autoridades colocaram várias questão que precisam ser abordadas em relação a água no mundo. Ele revelou que existem vários projetos sendo estudados no momento. “Teremos os maiores especialistas para palestrar no Fórum Mundial da Água, e também temos uma ótima quantidade de materiais que podem ser utilizados como projetos no futuro. Ainda não conseguimos colocar nada em prática, mas os pesquisadores estão trabalhando para editar tudo da melhor maneira possível. Precisamos nos preparar e planejar cada passo”, afirmou. 

Evento preparatório

Segundo o presidente da Crea-AM, engenheiro civil Cláudio Guenka, a importância de Manaus sediar o evento vai além das questões ambientais. "É importante não apenas para a cidade, mas para toda região Amazônica. Hoje iniciamos a conferência falando sobre os impactos das mudanças climáticas, então estamos alertando ao mundo que o Amazonas seja visto de uma maneira diferente. Queremos que as nossas águas sejam tratadas com as particularidades que nós temos aqui, então dessa maneira eu vejo que o Conselho Federal de Engenharia acertou em trazer o evento para a cidade. Espero que possamos apurar todos os saldos desse encontro, os positivos e negativos também", falou.

Foto:Diego Oliveira/Portal Amazônia

Para o engenheiro, a questão hídrica é muito importante na região Norte. Ele acredita que ainda é necessário trazer a tona questão como a qualidade da água, preservação de nascente e que o próprio amazônida possa trabalhar em harmonia com a natureza. “Temos que fazer uma reflexão sobre como todas as coisas estão interligadas, levar em consideração, por exemplo, a água enquanto recurso necessário para a sobrevivência de toda especie humana. São questão fortes, mas ao mesmo tempo necessárias”, disse Guenka.

Guenka acredita que o encontro mostra a coletividade das pessoas, não só para dividir recursos hídricos, mas para focar em ideias. “O Fórum tenta inserir nos participantes o espirito coletivo. O nosso objetivo é mostrar que apesar de haver água em abundância na Amazônia existem lugares que sofrem com a escassez da mesma. Por isso, o encontro torna-se primordial para a resolução desses problemas, pois, envolvemos os técnicos de engenharia e agronomia para pensar essa grande discussão, claro que não podemos tratar a água de maneira tão comercial, então a coletividade surge também como forma de ideias”, destacou o presidente da Crea-AM.

Ao ser questionado sobre os problemas de abastecimento de água em alguns pontos de Manaus, Guenka, afirmou que o desenho urbano da cidade é de conhecimento dos engenheiros. Ele também parabenizou o esforço que é feito para levar o abastecimento para os contribuintes. "Temos aqui a participação da concessionaria Amazonas Ambiental que entra nessa discussão para mostrar tudo o que está sendo feito para a população, e saber também de qual forma podem contribuir para o Fórum", destacou.

Pessoas do mundo todo podem ajudar a definir os debates para 8º Fórum Mundial da Água



21/02/2017

A partir do dia 13 fevereiro, pessoas do mundo todo já podem começar a participar do 8º Fórum Mundial da Água, cujo tema será Compartilhando Água, e contribuir para preparar o evento, que acontece de 18 a 23 de março de 2018, em Brasília. Iniciativa inédita do Comitê Diretivo Internacional do Fórum, a plataforma Sua Voz foi criada para favorecer o amplo debate sobre os temas centrais do evento e está disponível no site do 8º Fórum Mundial da Água.

A ferramenta permite que cidadãos de qualquer lugar do planeta com acesso à internet compartilhem ideias, experiências e soluções e façam sugestões que poderão ser incluídas no encontro mundial. Os diálogos vão acontecer em salas de discussões com seis diferentes temas: clima, desenvolvimento, ecossistemas, finanças, pessoas e urbano.

Os participantes têm a oportunidade de expressar suas opiniões e contribuições para enriquecer os debates sobre os rumos da gestão da água no mundo em três rodadas de discussões, que vão durar oito semanas cada. A primeira etapa da consulta pública começa dia 13 de fevereiro e será encerrada em abril. Em seguida, haverá uma votação mundial para identificar as questões mais relevantes a respeito da água. As discussões online são coordenadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) em articulação com o Secretariado e demais instâncias de organização do Fórum.  

Cada sala temática vai contar com três ou quatro moderadores, sendo ao menos um brasileiro. Na temática do clima serão abordadas segurança hídrica e mudanças climáticas. Quando o tema for pessoas, as discussões serão em torno de saneamento e saúde. A água no contexto do desenvolvimento sustentável estará em pauta na sala sobre desenvolvimento. No tema urbano, a gestão integrada da água e dos resíduos urbanos conduzirá os debates. Na sala sobre ecossistemas, os fios condutores serão a qualidade da água e a subsistência e biodiversidade dos ecossistemas. Também haverá uma sala dedicada a discutir mecanismos de financiamento para o setor.

A plataforma Sua Voz estará disponível em português e inglês no site http://www.worldwaterforum8.org/ e contará também com tradução para mais 90 idiomas de modo a facilitar a participação de pessoas da maioria dos países do mundo. O objetivo é fazer do 8º Fórum Mundial da Água um evento plural e democrático, em alinhamento com o tema da próxima edição: “Compartilhando Água”.

Tradicionalmente o Fórum conta com a participação dos principais especialistas, gestores e organizações envolvidas com a questão da água no planeta. Com a plataforma Sua Voz, o Comitê Diretivo Internacional do Fórum pretende trazer para o evento as contribuições de toda a sociedade, inclusive das vozes não ouvidas usualmente, já que a água está presente na vida de todos.

O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos com os objetivos de aumentar a importância da água na agenda política dos governos e promover o aprofundamento das discussões, troca de experiências e formulação de propostas concretas para os desafios relacionados aos recursos hídricos. Será a primeira vez que o maior encontro mundial sobre água vai acontecer no hemisfério Sul.   

O 8° Fórum é realizado e organizado pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal e Conselho Mundial da Água, com apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). As edições anteriores do Fórum Mundial da Água aconteceram em Marraquexe, Marrocos (1997); Haia, Holanda (2000); Quioto, Shiga e Osaka, Japão (2003); Cidade do México, México (2006); Istambul, Turquia (2009); Marselha, França (2012); e Daegu e Gyeongbuk, Coreia do Sul (2015).

Acompanhe as novidades sobre o 8º Fórum Mundial da Água no Facebook (fb.me/WorldWaterForum8) e no Twitter (https://twitter.com/WaterForum8).

Fonte: ANA

Brasília sedia fórum que financia conservação do meio ambiente

Ações para o meio ambienteAções para o meio ambiente Santa Rosa / CC BY 2.0 / Flirck

03/11/2016

Fotógrafo Sebastião Salgado participa da abertura do evento

Quem diria que um grande contador de histórias no cinema iria se deixar encantar por um famoso plantador de sementes que, na luta para salvar a floresta do lugar onde nasceu, já conseguiu  recuperar mais de 7.500 hectares numa das regiões mais degradadas do Brasil e que, há um ano, foi palco do maior desastre ambiental de nosso país, no Vale do Rio Doce!

Era uma vez um rio...

E parte dessa triste história foi contada ontem (2), em Brasília, na abertura oficial da RedLAC, o maior fórum de representantes de fundos que financiam os mais importantes projetos de conservação do meio ambiente, na América Latina e no Caribe, pelo fotógrafo Sebastião Salgado, que, nas palavras do cineasta Fernando Meirelles, que também participou do primeiro dia do evento num painel sobre comunicação, é um grande contador de histórias.

Em sintonia com as palavras de  Fernando Meirelles, a secretária-geral do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Rosa Lemos de Sá, responsável pela organização do  encontro, fala sobre a felicidade da escolha de Sebastião Salgado, para a abertura da RedLAC, e elenca as razões para isso.

Desde o início da década de 80, as mulheres sabem: têm voz no rádio brasileiro. Com mais de 30 anos dedicados à defesa dos direitos da mulher, o Viva Maria apresenta temas relevantes e entrevistas com personalidades que contribuem para a melhoria da vida da mulher. Em formato de programete, o Viva Maria é presença garantida na programação das Rádios EBC.

Apresentação e Produção: Mara Régia 
Produtor: Sandra Torres

Fonte: EBC

Diretor-geral da OMC acredita em maior aproximação dos países lusófonos

Ilustração: Cplp

31/10/2016

Brasília recebe a partir desta segunda-feira a Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp; Roberto Azevêdo destaca potencial de parcerias comerciais.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

Começa nesta segunda-feira, em Brasília, a 11ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Cplp, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O encontro de dois dias terá debates sobre a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Os ministros das Relações Exteriores dos países lusófonos também se reúnem na capital federal. Mas para além da apromiação diplomática, a conferência oferece a chance das nações firmarem parcerias comerciais.

Aproximação

Quem faz a avaliação é o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, OMC. Em Genebra, Roberto Azevêdo declarou à Rádio ONU que o encontro da Cplp é muito importante.

"Leva à aproximação desses países. A Cplp tem um papel muito importante promovendo a cooperação entre os membros e eu acho que é muito estimulante ver que cada vez mais se fala dentro do grupo sobre temas comerciais. Eu acho que isso é muito positivo. São ideias que são discutidas para promover o comércio entre os membros, facilitar a circulação de pessoas, até mesmo o reforço de iniciativas de assistência técnica. Isso tudo é muito importante."

Segundo Roberto Azevêdo, existe uma vontade dos países de língua portuguesa de estreitarem as relações com a OMC. Recentemente, ele recebeu em seu gabinete o secretário-executivo da Cplp, Murade Murargy, e afirma ter ficado claro pela conversa a possibilidade de aprofundar o diálogo e a cooperação entre as duas entidades.

Fonte: Rádio ONU

Governo federal e DF se unem pelo Cerrado

10/09/2016

Serviço Florestal Brasileiro apoiará programa de recuperação e conservação do bioma com recursos e suporte técnico.

Deusdará e Rollemberg: parceria
Gilberto Soares/MMA
No dia 11 de setembro é comemorado o Dia Nacional do Cerrado. Para celebrar a data, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Governo do Distrito Federal (GDF) estabeleceram, nesta sexta-feira (09/09), uma parceria para a conservação do bioma. A iniciativa será realizada por meio do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), órgão vinculado ao MMA.

A parceria foi formalizada pelo governador do DF, Rodrigo Rollemberg, e pelo diretor do SFB, Raimundo Deusdará Filho, representando o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. O pacto foi firmado durante evento de lançamento do Programa Piloto Recupera Cerrado DF, na Virada do Cerrado.

Na cerimônia de lançamento do programa, o diretor do SFB fez uma entrega simbólica da base georreferenciada do Cadastro Ambiental Rural (CAR) do DF ao governador Rollemberg. O intuito é subsidiar a definição das áreas prioritárias de recuperação e a formulação de políticas públicas.

No contexto do programa, o SFB apoiará com recursos e com conhecimento, contribuindo em três frentes: no cadastramento rural, na regularização ambiental e com a realização do Inventário do Cerrado. Segundo Deusdará, o Serviço Florestal, juntamente com o GDF, formalizará um edital para o plantio e recuperação de áreas alteradas nas bacias do Descoberto e São Bartolomeu.

CONTRIBUIÇÃO

Recursos de compensação ambiental passarão a ser depositados em um fundo para preservação e conservação do Cerrado, a ser criado no edital. A cada real obtido por compensação, o SFB contribuirá com mais um real. “É o governo federal apoiando o fortalecimento de uma política de recuperação do Cerrado. Mas só teremos sucesso se contarmos com o apoio da população”, afirmou o governador.

O SFB auxiliará ainda no fortalecimento de cadeias produtivas de sementes e mudas do Cerrado, gerando emprego, renda e inclusão social. Foi colocado também à disposição do governo local o Inventário Florestal Nacional no DF, publicado neste ano pelo órgão, iniciativa que será ampliada. “Com recursos de 16 milhões de dólares do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), iremos realizar, nos próximos cinco anos, o inventário nacional de todo o bioma”, destacou Deusdará.

Para o secretário do Meio Ambiente do DF, André Lima, a contribuição do MMA é fundamental. “Por meio dela, vamos incluir no Programa outras modalidades de preservação do Cerrado, indo além do plantio de mudas”, destacou. “O governo federal está contribuindo não só com aporte de recursos como também com a expertise do SFB e de seu corpo técnico. Reconhecemos a liderança do SFB na agenda florestal brasileira”, afirmou.

Além do lançamento do Programa Recupera Cerrado, durante o evento, o governador Rodrigo Rollemberg assinou o projeto de lei que regulamenta ações da Fundação Jardim Botânico e um decreto criando o Comitê Distrital da Reserva da Biosfera do bioma.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): (61) 2028-1227

AGÊNCIA DA ONU DE ENERGIA ATÔMICA DISCUTE COMBATE AO AEDES EM REUNIÃO NO BRASIL

Especialistas de vários países estudam roteiro para controle do Mosquito 
Aedes aegypti (Arquivo Agência Brasil)

10/02/2016

Em resposta à epidemia do vírus Zika na América Latina, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) realiza este mês uma reunião para tratar do uso de técnicas nucleares para o controle de mosquitos. O encontro deve acontecer nos dias 22 e 23 de fevereiro em Brasília, conforme anunciou o diretor-geral da entidade, Yukiya Amano.

Uma das medidas a serem discutidas é a adoção da chamada Técnica do Inseto Estéril, um tipo de controle de peste que utiliza radiação ionizante para esterilizar insetos machos, produzidos em larga escala em instalações especiais. Segundo a AIEA, a estratégia tem sido utilizada com sucesso em todo o mundo há mais de 50 anos para o controle de diversos insetos que comprometem a agricultura.

Durante o evento, em Brasília, especialistas de países como China, México, Suécia, Tailândia, Trinidad e Tobago, Estados Unidos e Brasil, além de técnicos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), vão desenvolver um roteiro para o controle da população de Aedes aegypti na região a curto e médio prazo.

Até o momento, o vírus Zika foi identificado em 23 países das Américas. Há, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), fortes indicativos de que a infecção esteja associada ao aumento de casos de malformação congênita em bebês e da Síndrome de Guillain-Barré.


Abril Indígena destaca preservação do meio ambiente e da cultura

24/04/2015

Sayonara Moreno

Para lembrar a passagem do Dia do Índio, no último dia 19, o Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, recebe a campanha Abril Indígena. A programação inclui exposições, palestras, seminários e eventos ligados ao papel dos índios na preservação da cultura e do meio ambiente.

Durante os eventos, indígenas de várias etnias do Brasil participam dos debates e trazem questões relacionadas à identidade cultural, a políticas públicas e também sobre a demarcação de áreas indígenas.

Às vésperas do Abril Indígena, líderes de cerca de 200 etnias protestaram, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra a Proposta de Emenda Constitucional, PEC 215, que transfere do Poder Executivo para o Legislativo, a atribuição de demarcar as terras indígenas.

Piracumã, da etnia Iaualapití, veio do Parque Indígena do Xingu, no estado do Mato Grosso, para participar do evento e diz que o debate sobre a demarcação é importante para qualquer etnia.

Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), no Brasil, existem 462 terras indígenas regularizadas, que representam cerca de 12,2% do território nacional.

O lançamento da campanha Abril Indígena aconteceu na sede da Funai, no dia 7 deste mês, com o slogan "Um mês para homenagear aqueles que protegem o meio ambiente o ano inteiro". As atividades ocorrem no Memorial dos Povos Indígenas, até a próxima sexta-feira (24).

Fonte: EBC


Ministra assina documento do Fórum Mundial da Água

Ministra discursa sobre a importância do Fórum
Martim Garcia/MMA
10/04/2015

Maior evento sobre recursos hídricos do planeta será realizado em março de 2018, na capital federal

Por Melissa Silva - Edição: Sérgio Maggio

Em março de 2018, Brasília sediará o 8º Fórum Mundial da Água. Será a primeira cidade do Hemisfério Sul a receber o maior evento de recursos hídricos, cujo tema será Compartilhando água. Nesta terça-feira (7/4), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, assinaram memorando de entendimentos visando a realização do Fórum.

O documento define a participação do Conselho Mundial da Água e do governo do Distrito Federal na preparação, organização e acompanhamento dos resultados do Fórum, que reúne estudiosos, governos, empresas e a sociedade para, juntos, compartilharem problemas e soluções relacionadas aos recursos hídricos.

Os próximos anos devem servir não apenas para a preparação do evento, mas principalmente para realizar discussões acerca da gestão dos recursos hídricos no País. “Precisamos preparar o debate, mas também soluções, antecipando a visão de acabar com o desperdício de água, não só para enfrentarmos momentos de crise de escassez, mas, principalmente, para adotarmos um comportamento permanente de uso racional da água. Entender que a água é um elemento estratégico para desenvolvimento econômico e sustentável do nosso País”, destacou a ministra Izabella Teixeira.

O Governo Federal apoiará todas as iniciativas de engajamento no Fórum, sobretudo, as relacionadas à demanda urbana e que dialoguem com os Planos Nacionais de Segurança Hídrica e de Adaptação de Mudanças do Clima. ”Os Planos estão sendo elaborados pelo Governo Federal e devem ser lançados ainda este ano”, destacou a ministra.

O PAPEL DE BRASÍLIA

A expectativa é que Brasília sedie esse conjunto de debates preparatórios. “A capital do País imprime uma simbologia diferenciada em sua organização urbana, é uma cidade jovem e tem obrigação de mostrar novos caminhos de desenvolvimento sustentável para as cidades, sem pressionar nascentes e os grandes berços de água que abastecem as populações urbanas”, reforçou a Izabella Teixeira.

Durante a cerimônia, a ministra lembrou que a escolha de Brasília para o Fórum é resultado de um processo de mais de dois anos de negociação, que disputou a vaga com a cidade dinamarquesa de Copenhague, e foi eleita em fevereiro de 2014, durante a 51ª Reunião do Conselho Mundial da Água.

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, espera que, ao final do Fórum, Brasília seja exemplo de desenvolvimento sustentável. “Temos grandes desafios ambientais pela frente, como acabar com o lixão, implantar o aterro sanitário, empoderar os catadores de materiais recicláveis, organizar a ocupação territorial e vamos revestir a cidade na mobilização pelo Fórum, que terá relevância para agenda mundial e será um marco para o tratamento e uso da água na cidade”, apontou.

Também participaram da cerimônia de assinatura o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu; e o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Paulo Salles.

PARA SABER MAIS:

Fórum Mundial da Água

O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos e a 7ª edição será realizada na próxima semana (de 12 a 17 de abril), nas cidades de Daegu e Gyeongbuk, da Coreia do Sul, e a temática dos debates será Água para nosso futuro. Na edição anterior, em 2012, o evento aconteceu em Marselha, na França, e recebeu cerca de 35 mil pessoas para 400 sessões temáticas, debates, conferências sobre os recursos hídricos. Desde 1997, o Conselho Mundial da Água realiza o Fórum Mundial da Água. A primeira edição aconteceu em Marrakesh, Marrocos. 

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) – (61) 2028.1173




A candidatura do Brasil e de Brasília para sediar o 8º Fórum Mundial da Água em 2018

01/04/2014

O Conselho Mundial da Água promove, a cada três anos, o Fórum Mundial da Água, o mais importante evento técnico relacionado ao tema da água no planeta. O Fórum contribui para aumentar a importância desse tema na agenda política internacional e cria um consenso para solucionar problemas relacionados à água e saneamento, contribuindo para a formulação de políticas públicas nas questões afetas à gestão integrada e ao uso racional dos recursos hídricos.

Já foram realizadas seis edições deste importante evento: Marrakesh, Marrocos, em 1997; Haia, Holanda em 2000; Kyoto, Japão em 2003; Cidade do México, México em 2006; Istambul, Turquia em 2009; e Marselha, França em 2012. A sétima edição será realizada na cidade de Daegu, Coréia do Sul, de 12 a 17 de abril de 2015.

Em sua sexta edição, realizada na cidade de Marselha, França, o Brasil teve destacada atuação política e técnica, apresentou um dos pavilhões mais originais e sua presença mobilizou quase setenta instituições brasileiras, dentre as quais destaco os representantes de órgãos de governo – federal, estadual e municipal; do parlamento, da academia, de empresas, de associações profissionais e de setores usuários.

Em um contexto mais amplo, é notório o crescimento técnico, político e institucional do país no setor de recursos hídricos.

Aliado a isto, o Brasil dispõe de um amplo conjunto de boas práticas em gestão de recursos hídricos e tem desempenhado um papel relevante em ações de cooperação internacional, além de participar ativamente dos mais importantes fóruns internacionais de recursos hídricos e temas correlatos.

Esta mobilização se traduz na estruturação e atuação da Seção Brasil do Conselho Mundial da Água que reúne atualmente quarenta e quatro membros que representam os principais nichos institucionais que atuam no setor de recursos hídricos.

Sendo o Fórum Mundial da Água o mais importante evento sobre o tema da água e tendo em vista o crescente interesse das instituições e técnicos brasileiros nesse evento, foi iniciada, sob a coordenação da Seção Brasil, uma mobilização para a apresentação de candidatura brasileira para sediar o 8º Fórum, em 2018.

A escolha do país e da cidade para sediar o 8º Fórum Mundial da Água, a ser realizado em 2018, coordenada pelo Conselho Mundial da Água, contou com a apresentação de nove candidaturas que, numa primeira fase, foi reduzida para quatro e, finalmente, para duas candidaturas: Brasil e Dinamarca.

O Brasil e a cidade de Brasília submeteu proposta baseada em dois pilares. O primeiro, o do compartilhamento de experiências exitosas, boas práticas e intercâmbio e cooperação em instituições, regiões, e nações. O segundo, o pilar da Sustentabilidade, entendendo que qualquer iniciativa envolvendo água deve considerar o seu uso racional e consciente.

Além disso, sediar o 8º Fórum Mundial da Água em 2018 no Brasil apresenta algumas vantagens comparativas: o potencial hídrico do país, o fortalecido cenário técnico, institucional e legal afeto ao setor e um ineditismo extremamente favorável em tempos de globalização, pois será a primeira edição do fórum no hemisfério Sul.

A figura abaixo, ilustra de forma inequívoca este desequilíbrio em termos de distribuição geográfica das sedes dos eventos anteriores e do próximo, distribuição que deveria ser equitativa em termos geopolíticos para um evento que se pretende, e de fato é, planetário.



Esta característica geopolítica, por si só, já justifica a escolha do Brasil e de Brasília. Sinaliza a alternância política e um reconhecimento ao fortalecimento e participação de países em desenvolvimento nas discussões de âmbito global, notadamente no que se refere ao uso dos recursos hídricos e a temas correlatos tais como governança da água, mudanças climáticas e recursos hídricos, reuso e uso racional da água, água e energia, água e saneamento, água e segurança alimentar, entre outros.

No contexto do processo de seleção, em agosto passado a cidade de Brasília recebeu a visita do Comitê de Avaliação do Conselho Mundial da Água, composto por quatro membros, que avaliou as condições políticas, institucionais, técnicas e as características de infraestrutura da cidade de Brasília para sediar o Fórum em 2018.

Manifestações preliminares indicam que a visita foi exitosa e atingiu plenamente os seus objetivos de avaliar o interesse e apoio político e as potencialidades do Brasil e de Brasília para sediar o evento.



Contribuiu para o sucesso da missão, a participação da Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, das mais altas autoridades do Governo do Distrito Federal, Governador Agnelo Queiroz e Vice-Governador Tadeu Filippelli, e dos Senadores Rodrigo Rollemberg, Jorge Viana e Sergio Souza, além de diversos secretários de estado e dirigentes de órgãos e setores estratégicos do GDF, dirigentes do Governo Federal, diretores da ANA e representantes de importantes instituições brasileiras que representam os mais diversos setores usuários de recursos hídricos e compõem a Seção Brasil do Conselho Mundial da Água.

Outro aspecto importante foi Brasília confirmar, durante a visita, as condições para sediar tão importante evento. Foram visitados os locais sugeridos – Centro de Convenções e Estádio Nacional, e apresentados sua moderna infraestrutura e aspectos logísticos únicos – concentração hoteleira e mobilidade urbana adequada, fazendo com que “o fórum aconteça num raio de dois quilômetros”.

Agora, resta-nos aguardar a escolha final entre Brasília e Copenhague, a ser realizada pelos Governadores do Conselho Mundial da Água em 2014.

Temos a sensação de dever cumprido. O potencial do Brasil como 6ª maior economia do mundo, sua importância geopolítica no cenário internacional, nosso maravilhoso potencial hídrico, o fato de Brasília ser o coração político do país, o potencial urbanístico moderno da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade, e, principalmente, por propiciar ao Conselho Mundial da Água a realização do primeiro fórum no hemisfério Sul, são algumas das razões pelas quais entendemos que a candidatura do Brasil e de Brasília atende todos os requisitos e expectativas do Conselho e da comunidade internacional.

Sediar a realização do 8º Fórum Mundial da Água em 2018 trará ganhos inquestionáveis para o Brasil e para Brasília.

Ricardo Medeiros de Andrade

ricardo.andrade@ana.gov.br
Engenheiro Civil, graduado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 1993. Atualmente é Superintendente de Implementação de Programas e Projetos da Agência Nacional de Águas e desde 2009 é Governador-Suplente do Brasil junto ao Conselho Mundial da Água e é o Coordenador da Seção Brasil do Conselho Mundial da Água para o período 2012-2015.




FestFlor Brasil chega a 4ª edição, em novo local


01/10/2013

Entre os dias 3 e 6 de outubro, será realizada no Pátio Brasil Shopping, a 4ª edição da FestFlor Brasil – Feira Nacional de Flores, Decoração e Plantas Ornamentais. O evento reúne toda a cadeia produtiva do setor insumos, equipamentos e acessórios para floricultura e paisagismo, flores e plantas ornamentais com venda direta do produtor e artigos para decoradores. O objetivo da Feira é fortalecer o vínculo entre produtores e consumidores, e incrementar o mercado que movimenta cerca de R$ 120 milhões por ano no Distrito Federal.

As três edições anteriores mostraram resultados surpreendentes, que impulsionaram ainda mais o segmento. Em 2012, a FestFlor Brasil atraiu 30 mil pessoas e movimentou R$ 2 milhões de reais em negócios. O sucesso da Feira se deve ao potencial de expansão do setor de produção de flores e plantas ornamentais do DF – um dos centros urbanos do mundo com mais área verde por habitante e a maior concentração de jardins planejados do Brasil. A capital federal é o terceiro maior mercado consumidor de flores e plantas ornamentais do país e o primeiro no consumo per capita. Contudo, somente 20% desta demanda é coberta pela produção local e regional. O Distrito Federal atualmente conta com 131 produtores de flores, plantas ornamentais em cerca de 500 hectares de produção, divididas em flores e folhagens de corte tropical, flores de corte temperadas, flores e plantas para vasos, forração, plantas para jardins, palmeiras e gramas.

A Feira

Desta vez, a FestFlor Brasil acontece no Pátio Brasil Shopping, um dos maiores centros comerciais de Brasília, por onde passam mais de 50 mil pessoas por dia. Entre as atrações deste ano, além de oficinas e palestras, os visitantes poderão conhecer a produção de flores e plantas ornamentais do DF e de outros segmentos rurais. “Tivemos o cuidado de selecionar oficinas que realmente atendem as necessidades do mercado, valorizando a arte e as pessoas que trabalham neste segmento”, afirma o organizador do evento, Fernando Miranda.

O Salão Saberes, Cores e Sabores é o espaço temático do Sistema Agricultura do Distrito Federal, que resgata a cultura do campo por meio das músicas caipiras, danças folclóricas como a catira e das histórias dos contadores de causos. Ainda faz uma viagem pelas delícias da culinária típica da região do Centro-Oeste, aguçando lembranças e despertando a curiosidade. Lá, também serão apresentados os projetos e programas rurais desenvolvidos pelo Sistema Agricultura do DF.

Depois disso, que tal passar na vendinha para levar para casa uns mimos do campo? Pois no armazém típico montado na Feira, o público poderá comprar artesanato, doces, compotas, embutidos, biscoitos e hortaliças produzidos aqui no entorno. Além disso, ainda conhecerão de perto o processo de fabricação de diversos alimentos nas mini-fábricas de farinha, rapadura e melado, pasteurização do leite e tecelagem.

O Salão dos Produtores de Flores e Plantas Ornamentais é outro destaque da 4ª FestFlor Brasil. São 600m² de área com cerca de 80 stands. A Cooperativa Multiflor participará com mais de 30 pequenos produtores e 45 mulheres rurais, que vão comercializar cachepôs feitos com fibra de bananeiras. A Associação Central Flores terá 14 produtores presentes e, nos espaços individuais, outros 30 produtores de flores e plantas ornamentais expõem e comercializam seus produtos. São crisântemos, gérberas, boca-de-leão, áster, copo-de-leite, lisiantus, petúnias, samambaias, pimentas, palmeiras e muitas outras flores, folhagens e plantas ornamentais cultivadas por famílias rurais.

Palestras e oficinas

Na FestFlor Brasil profissionais, visitantes e produtores rurais ainda podem participar de palestras e oficinas.  Arranjo floral, Ikebana, orquídeas, bonsai, bambu, manutenção de gramados e de plantas de interiores, cultivo de flores e plantas ornamentais e vitrinismo serão alguns dos temas abordados. Durante todo o evento, os artistas florais de Brasília Cadmo Cotta, Rodrigo Resende, Paulo Yoshida e Naiane Feitosa Carvalho farão demonstrações de arte floral em quatro palcos interativos.

Quem procura ajuda para decoração de pequenos espaços ou do seu jardim terá a oportunidade de ver ambientes temáticos e aprender dicas práticas para arranjos florais e ambientação. Também estarão disponíveis, em mais de 100 stands novidades e lançamentos de produtos e serviços para floricultura, decoração e paisagismo.

Entre as novidades para esta edição estão as performances com profissionais da Academia Brasileira de Artistas Florais (ABAF), realizadas durante o desfile de lançamento da coleção primavera/verão do Pátio Brasil Shopping, que acontece nos dias 04, 05 e 06 de outubro, na praça central do shopping, sempre às 18h. Os visitantes serão recepcionados por casais que vão representar os Estados Brasileiros vestindo roupas e acessórios customizados com flores naturais e plantas ornamentais.

Como na edição passada, quem visitar a FestFlorBrasil, vai assistir a um casamento de verdade, no dia 03/10, às 16h, com juiz, noivos, padrinhos e convidados reais, em uma igreja temática decorada com plantas produzidas na cidade.

Dados do setor

O principal mercado para a agrofloricultura brasileira é o interno. Embora o Brasil já exporte para mais de quarenta países, o mercado externo é ainda incipiente e está por ser conquistado. Holanda, Estados Unidos, Itália, Japão, Reino Unido e Alemanha respondem pela maior parte das exportações do setor, que chegam a 35 milhões.

No Brasil, o setor gera 3,8 empregos diretos por hectare. Agrega cerca de cinco mil produtores e 120 mil postos de trabalho, dos quais 48% na produção e o restante nos outros elos da cadeia produtiva (atacado, varejo, entre outros). A floricultura permite um faturamento entre R$ 50 mil a R$ 100 mil por hectare/ano, dependendo do tipo de cultura e toda a cadeia produtiva movimenta em torno de 1,8 bilhão de reais por ano.

A 4ª edição da FestFlor Brasil é uma promoção da Neo Eventos e Sempre Promoções & Eventos e tem como parceiros institucionais o Governo do Distrito Federal, Ceasa, Emater e a Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural do DF.

Apoio: Brasília Patrimônio da Humanidade, Secretaria de Turismo do Distrito Federal, Pátio Brasil Shopping, Revista Natureza e Escola de Paisagismo de Brasília (EPB).

Serviço: FestFlor Brasil
Local: Pátio Brasil Shopping - Brasília-DF
Data: De 3 a 6 de outubro.
Horário: 10h às 22h. Entrada Franca

Programação completa: www.festflorbrasil.com.br

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