Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens

PROTESTO CONTRA TRUMP FECHA EMBAIXADA DOS EUA NO HAITI

© AP Photo/ Dieu Nalio Chery

23/01/2018

Protestos contra o presidente Donald Trump fechou a embaixada dos Estados Unidos no Haiti na segunda-feira (22).

Mais de mil manifestantes marcharam em direção à embaixada, mas barricadas instaladas pela polícia impediram a sua chegada. Houve confronto e bombas de gás lacrimogênio foram lançadas em direção à multidão.

Em reunião para tratar da política migratória, Trump questionou os congressistas a razão dos Estados Unidos receberem pessoas de "países de merda" como o Haiti e nações africanas.

Após repercussão, Trump negou ter se expressado nestes termos e disse ser "a pessoa menos racista que você vai entrevistar um dia" para jornalistas. O linguajar do presidente é confirmado por políticos da oposição presentes na reunião.

"O racismo de Donald Trump é a verdadeira face da política de relações exteriores dos Estados Unidos", afirmava um dos cartazes dos manifestantes.



EUA ENCERRAM REGRA QUE PERMITIA RESIDÊNCIA A MILHARES DE HAITIANOS NO PAÍS

© AFP 2017/ Hector Retamal

23/11/2017

O gabinete presidencial de Donald Trump anunciou que não vai renovar o status de proteção temporária (TPS) para mais de 50 mil haitianos com residência legal provisória nos EUA "devido aos notáveis ​​progressos realizados desde o terremoto de 2010 no Haiti".

Anteriormente, o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) explicou que a decisão de fazer mudanças na política de imigração em relação ao Haiti foi feita após uma revisão completa das condições atuais do país. Os especialistas dos EUA acreditam que as "condições causadas pelo terremoto de 2010 não existem mais".

"A Secretária interina da Segurança Interna Elaine Duke anunciou sua decisão de encerrar a designação do Estatuto de Proteção Temporária para o Haiti com uma data efetiva de 18 meses para permitir uma transição ordenada antes que a designação termine em 22 de julho de 2019", disse o comunicado do DHS.

Em maio, o Departamento decidiu fornecer uma extensão de seis meses aos refugiados haitianos. De acordo com o DHS, com a recuperação do devastador terremoto de 2010, quase 98% dos campos de pessoas deslocadas no Haiti encerraram as atividades.

Entretanto, autoridades haitianas e vários legisladores renomados dos EUA pediram que os haitianos permaneçam, citando a atual turbulência política e econômica em um dos países mais pobres do Hemisfério Ocidental.

De acordo com meios de comunicação dos EUA, a maioria das pessoas com status TPS chegou aos EUA ilegalmente. Eles evitaram a deportação de acordo com uma lei dos EUA de 1990 que permite que os imigrantes permaneçam legalmente se existir instabilidade existe em seus países de origem como resultado de catástrofes naturais ou conflitos armados.

ECLIPSE ESCURECE O SOL NOS EUA E EM OUTRAS PARTES DO MUNDO; VEJA FOTOS DO BRASIL

Eclipse solar total é assistido nos EUA e parcialmente no Brasil

22/08/2017

Versão total do fenômeno foi vista apenas por norte-americanos; região Norte brasileira foi a que melhor conseguiu assistir.

Por volta das 14h15 da tarde (horário de Brasília), os moradores de Oregon, nos Estados Unidos, tiveram a chance de observar um dos fenômenos mais raros: o eclipse solar total. O sol foi "coberto" pela lua deixando as cidades em completa escuridão.

O eclipse seguiu por uma extensa faixa de terra no país. Ele também pode ser visto de forma parcial em outros países, como o México. No Brasil, a região Norte foi a com melhor "vista" para o fenômeno. Veja algumas fotos abaixo:


Eclipse solar visto do bairro do Bongi, na Zona Oeste do Recife, Pernambuco 
(Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Eclipse solar atraiu centenas de pessoas ao ponto de observação montado 
no Parque da Cidade em Natal (Foto: Canindé Soares)

Eclipse solar em Natal, Rio Grande do Norte (Foto: Claudio Abdon)

Imagem registrada em Maceió mostra começo do fenômeno
(Foto: Adriano Aubert S. Barros / Observatório Astronômico)

Homem se equilibra em frente ao eclipse em Jackson Hole, Wyoming
(Foto: Keith Ladzinski / Red Bull Content Pool / Reuters)

Múltipla exposição cria efeito de um anel de diamante no eclipse
(Foto: Jonathan Ernst/Reuters)

Eclipse total do sol é visto em Depoe Bay, Oregon, nos EUA
(Foto: Mike Blake/Reuters)

Eclipse em sua 'quase' totalidade (Foto: Nasa/Reprodução)

Lua começa a passar em frente ao Sol. Foto tirada em parque nacional em Ross Lake,
no estado americano de Washington. (Foto: Bill Ingalls/NASA via AP)

Chapelle Saint-They, na França, é vista ao lado do eclipse parcial 
(Foto: Mal Langsdon/Reuters)

Eclipse é visto de forma parcial na Cidade do México 
(Foto: Henry Romero/Reuters)

Multidão acompanha o eclipse solar total em Depoe Bay, Oregon
(Foto: Mike Blake/Reuters)

Trio de irmãs Isabelle, Alexandra e Eloise esperam em parque de Nova York
(Foto: AP Photo/Mark Lennihan)

Eclipse foi visto de forma parcial em Nova York
(Foto: Eduardo Munoz/Reuters)

Homem olha para sol em praia da Carolina do Sul
(Foto: AP Photo/Mic Smith)

Um avião passa em frente ao sol em Guernsey, Wyoming
(Foto: Rick Wilking / Reuters)

Grupo de jornalistas assiste ao eclipse dentro da Casa Branca
(Foto: Yuri Gripas/Reuters)

Annie Penuel e Lauren Peck usam máscaras feitas de pratos de papel em
Nashville Tennessee. (Foto: Shelley Mays/AP)

Trump olha direto para o sol durante o eclipse
(Foto: AP Photo/Andrew Harnik)

Grupo espera o início do eclipse no Central Park, em Nova York
(Foto: Ariane Marques/G1 )

Espectadores assistem aos momentos finais do fenômeno em Illinois 
(Foto: Brian Snyder/Reuters)

Donald Trump assiste ao eclipse solar na Casa Branca 
(Foto: Kevin Lamarque/Reuters)

Melania e Donald Trump se posicionam para assistir 
(Foto: Kevin Lamarque/Reuters)
Fonte: G1 Ciência e Saúde

LÍDERES DO G20 CHEGAM A ACORDO, EXCETO SOBRE QUESTÃO CLIMÁTICA; COMUNICADO JÁ FOI DIVULGADO

Angela Merkel faz pronunciamento e dá entrevista durante Cúpula do G20 (Foto: REUTERS/Wolfgang Rattay)

09/07/2017

Chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou estar muito feliz que todos os outros países, com exceção dos Estados Unidos, concordarem que o Acordo de Paris é irreversível.

Os líderes mundiais reunidos para a cúpula do G20 na Alemanha concordaram em todos os aspectos de uma declaração conjunta, exceto na seção sobre o clima, em que os Estados Unidos pressionaram por uma referência aos combustíveis fósseis, disseram autoridades da União Européia no sábado (8).

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou estar muito feliz que todos os outros países, com exceção dos Estados Unidos, tenham concordado que o Acordo de Paris é irreversível. A fala de Merkel marcou a conclusão da cúpula, que já divulgou a íntegra do comunicado final.

As autoridades disseram que os assessores trabalharam até a madrugada para finalizar o documento, superando as diferenças no comércio depois que os membros dos EUA concordaram com a linguagem sobre a luta contra o protecionismo.

"O resultado é bom. Temos um comunicado. Há uma questão pendente, que é sobre o clima, mas espero que possamos encontrar um compromisso", disse uma autoridade da UE, falando sob anonimato. "Nós temos todos os fundamentos. Temos um comunicado G20, não um comunicado G19", acrescentou.

"Eu acho que está muito claro que não conseguimos chegar a um consenso, mas as diferenças não foram escondidas, eles foram claramente afirmadas", disse.

A passagem do comunicado que cita os combustíveis fósseis, por pressão dos Estados Unidos, diz: "... os Estados Unidos da América se esforçarão para trabalhar em estreita colaboração com outros parceiros para ajudar seu acesso e uso de combustíveis fósseis de forma mais limpa e eficiente ..."

A seção climática tomou nota da decisão de Trump no mês passado de retirar os Estados Unidos do marco do acordo climático de Paris, visando a combater as mudanças climáticas, e reafirmou o compromisso dos outros 19 membros com o acordo.

 (Foto: Arte/G1)
Sucesso diplomático

Com a declaração final praticamente resolvida, a cúpula marcou um sucesso diplomático para a chanceler Angela Merkel enquanto ela contornava diferenças com o presidente dos EUA, Donald Trump, que chegou à cúpula de dois dias isolado em uma série de questões.

Trump, que na sexta-feira (7) encontrou química em sua primeira reunião presencial com o presidente russo Vladimir Putin, parabenizou Merkel por sua administração da cúpula.

"Você foi incrível e você fez um trabalho fantástico. Muito obrigado chanceler", disse ele.

Trump e Putin discutiram na sexta a suposta intervenção russa na eleição dos EUA, mas concordaram em se concentrar em laços futuros em vez de insistir do passado, um resultado que foi criticado pelos líderes democratas no Congresso.

Para Merkel, a cúpula é uma oportunidade para mostrar suas habilidades diplomáticas antes de uma eleição federal em setembro, quando ela busca um quarto mandato.

Mercados abertos

A seção comercial no comunicado que os assessores escreveram traz o seguinte trecho: "Nós vamos manter os mercados abertos destacando a importância de vantagens comerciais recíprocas e estruturas de investimento vantajosa e princípio de não discriminação, e continuaremos combatendo o protecionismo, incluindo todas as práticas injustas e o reconhecimento do papel de instrumentos legítimos de defesa neste tema".

Merkel escolheu acolher a cúpula em Hamburgo, a cidade portuária onde nasceu, para enviar um sinal sobre a abertura da Alemanha ao mundo, incluindo a sua tolerância a protestos pacíficos.

Fonte: G1

TRUMP SE PREPARA PARA ACABAR COM PLANO DE ENERGIA LIMPA DE OBAMA

O governo Trump quer suprimir o plano de Energia Limpa adotado pelo governo 
Obama em 2015 - GETTY/AFP/Arquivos

28/03/2017

O presidente Donald Trump assinará na terça-feira uma ordem executiva para acabar com o plano de seu antecessor Barack Obama que limita a emissão de gases do efeito estufa nas centrais elétricas alimentadas com carvão.

De acordo com o diretor da Agência de Proteção Ambiental (EPA), Scott Pruitt, suprimir o plano Energia Limpa de Obama, de 2015, devolverá postos de trabalho à indústria do carvão.

“Esta é uma promessa que (Trump) está mantendo ante o povo americano e afirma que podemos colocar as pessoas novamente para trabalhar”, explicou ao canal ABC.

O apresentador do programa “This Week”, George Stephanopolous, rebateu e lembrou que a maioria dos postos de trabalho no setor do carvão foi suprimida uma década antes, durante o governo do antecessor de Obama, George W. Bush, já que o avanço do gás natural substituiu o carvão.

Mas Pruitt minimizou as preocupações de que Trump teria feito uma promessa que não pode cumprir.

“Por muito tempo nos últimos anos aceitamos a narrativa de que se você é pró-crescimento e pró-trabalho, você é contra o meio ambiente”, disse, ao culpar a administração Obama de fazer “esforços para matar postos de trabalho ao longo de todo o país com seu plano de energia limpa”.

Também disse que a ordem de Trump reduzirá os custos de energia elétrica para os americanos.

As pessoas que apoiam o plano de Obama afirmam que o projeto ajuda a criar milhares de empregos no setor de energia limpa.

Cético a respeito da mudança climática, Pruitt afirmou no início do mês não acreditar que o dióxido de carbono é a principal causa do aquecimento global, declaração que vai contra as afirmações dos cientistas há várias décadas.

Fonte: ISTOÉ.com

A eleição de Trump e o meio ambiente

06/12/2016

O presidente eleito dos EUA quer tirar seu país de acordos internacionais do clima. Essa atitude poderá ser má influência para outras nações.

Artigo de Ricardo Ernesto

Depois de Donald Trump ter sido confirmado como o 45º presidente dos Estados Unidos, analistas de diversas áreas vêm tentando prever as conseqüências para o país e o mundo. Tal expectativa se deve ao fato de Trump ter dado as mais inesperadas declarações sobre diversos assuntos, enquanto candidato. Da construção de um muro entre o México e os Estados Unidos ao fechamento das fronteiras americanas aos imigrantes muçulmanos, até a imposição de taxas de importação aos produtos chineses. Isto sem falar dos comentários preconceituosos contra imigrantes latinos, até declarações machistas e a perspectiva do relativo fechamento da economia americana. Se o novo presidente americano colocar efetivamente em prática o que prometeu fazer em diversas áreas, o impacto sobre seu país e o restante do planeta será muito grande.

Nosso tema neste artigo são as perspectivas de desenvolvimento do setor ambiental sob a administração de um governo Trump. Em sua campanha pré-eleitoral o candidato fez diversas declarações sobre temas relacionados à questão ambiental. Entre outras coisas, afirmou não acreditar na existência das Mudanças Climáticas e que se eleito iria tirar os Estados Unidos do Acordo sobre o Clima. Internamente, o candidato declarou que limitará o poder da agência ambiental americana (EPA) e abrirá diversas áreas federais para a exploração do petróleo, gás natural e carvão. Também prometeu paralisar programas de redução de emissões instituídos pela atual administração.

Neste contexto, vamos lembrar que os Estados Unidos são a nação que, pelo menos nos últimos sessenta anos, mais influenciou a economia mundial. Novas tecnologias, novos produtos e maneiras de produzir, técnicas de administração e de marketing, enfim, a América influenciou, apoiou e em parte financiou a expansão do moderno capitalismo. Até as primeiras leis ambientais e grupos ambientalistas surgiram em solo americano. Assim, mesmo sendo o maior consumidor de recursos naturais e gerador de emissões – e até mesmo por isso – a atitude dos Estados Unidos em relação ao meio ambiente é importante para o mundo.

Por isso, se o governo americano reduzir internamente o controle ambiental, desenvolver ações que beneficiem o uso de combustíveis fósseis e internacionalmente se colocar em uma posição contrária à redução global das emissões, isso certamente terá uma influência sobre os outros países, a começar pela China. Trata-se de um bom negócio para governos, principalmente de países em desenvolvimento ainda às voltas com grandes problemas ambientais, reduzirem seus investimentos nesta área sob a alegação de que “a nação mais rica do mundo está fazendo o mesmo”.

Se, aliado a esse posicionamento em relação às questões ambientais os Estado Unidos ainda adotarem uma atitude de isolacionismo econômico, vão provocar atitudes semelhantes em outros países, o que acabará reduzindo os investimentos globais. A rarefação dos investimentos externos significa, para países como o Brasil, menos investidores para projetos de infraestrutura, como saneamento e energia, e paralisação de projetos de novas indústrias – todos envolvendo grandes investimentos em tecnologias de proteção ambiental. A relativa importância que a eleição de um presidente americano possa ter, neste caso poderá aumentar e exercer forte influência sobre o setor de meio ambiente em todo o planeta.



Trump arquiteta plano para tirar Estados Unidos do Acordo de Paris

15/11/2016

Myron Ebell é um nome que os ambientalistas que estavam em Paris no ano passado para a Conferência das Partes que conseguiu o Acordo Climático histórico, não  esquecem. Ele dirige a política ambiental do Competitive Enterprise Institute, uma organização em parte financiada pela indústria do carvão, e teve sua foto estampada em postes da capital francesa, apontado como um dos ‘sete crimtnosos contra o clima”. Pois foi justamente essa figura que o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escolheu para ser uma espécie de liderança em seu governo para lidar com a questão das mudanças climáticas.

Em seguida ao anúncio, a agência Reuters publicou uma reportagem na qual uma fonte diz, sob anonimato, que Donald Trump deu à sua equipe de governo a tarefa de procurar retirar, o mais cedo possível, a assinatura dos Estados Unidos do Acordo Climático incômodo, já que vai contra todas as suas convicções.  A equipe vai ter trabalho para fazer isso porque, segundo um editorial do jornal “La Vanguardia”  espanhol,  Barack Obama fez constar salvaguardas no Acordo, como a impossibilidade de qualquer dirigente do país renunciar ao compromisso adquirido antes de três anos a partir da data em que foi ratificado. Estados Unidos e China, os dois maiores poluidores,  fizeram o anúncio do compromisso oficial assumido no dia 3 de setembro .

Segundo a fonte ouvida pela Reuters, o novo presidente da nação mais poderosa achou imprudente ratificar o Acordo pouco antes das eleições, sabendo que ele tem uma posição contrária.  Para Trump, o aquecimento global é uma fraude que foi inventada pela China para assumir o poder econômico mundial enquanto os Estados Unidos estancariam seu desenvolvimentismo em nome da limpeza do ar e das águas. A alternativa para o imbróglio será uma ordem presidencial que simplesmente exclua a assinatura dos Estados Unidos do Acordo.

Não custa lembrar que o Protocolo de Kyoto, um tratado assumido em 1997 para forçar os países industrializados a baixarem suas emissões de gases poluentes, não foi ratificado pelos Estados Unidos. E que em 2009, quando a Conferência do Clima realizada em Copenhague tinha tudo para conseguir, já ali, o acordo que só foi assumido seis anos depois, o presidente Barack Obama lançou um banho de água fria sobre as expectativas de todos, pois não conseguira o apoio no Congresso para lançar as bases de um acordo para baixar emissões e consumo de combustíveis fósseis. Logo, é muito provável que a decisão de Trump seja aplaudida por grande parte dos norte-americanos que não querem abandonar um padrão de vida baseado no consumo excessivo.

Não há menção direta sobre a reportagem da Reuters no site oficial da Conferência do Clima que está acontecendo no Marrocos até o dia 18 de novembro.  A atual responsável pelo Acordo Climático na ONU, Patricia Espinosa, se recusou a comentar a reportagem. Em entrevista coletiva, limitou-se a dizer que já há credibilidade suficiente no tratado ratificado até agora por 106 países.

Assim como há também maiores evidências de que, de fato, o aquecimento global está atingindo diretamente 82% da vida na Terra, segundo estudo publicado pela revista “Science” .  A Conferência do Clima que está acontecendo tentará definir, justamente, as normas de execução do Acordo de Paris e estabelecer um plano viável para fornecer pelo menos US$ 100 bilhões por ano aos países em desenvolvimento para apoiar a ação climática. É esta a maior questão, já que os impactos causados pelas mudanças climáticas, queiram ou não, serão sempre mais sentidos pelos países mais pobres.

Um estudo lançado sexta-feira (11) pelo Greenpeace Brasil, justamente para aproveitar o momento em que o tema está à tona por causa da COP-22, reforça esta convicção. Depois de analisarem dados de 46 relatórios, pesquisadores da ONG concluíram que “o combate às mudanças climáticas é, antes de tudo, uma questão de justiça social e a inação ou adoção de medidas insuficientes só farão aumentar ainda mais a terrível desigualdade que já assola o país”.

“Até 2099, a maior parte do território brasileiro estará sob estresse muito forte ou extremo em função do calor, caso haja um aumento médio da temperatura global de, no mínimo, 4 o C49.  Os impactos da elevação das temperaturas serão diversos para os brasileiros. Vários níveis de estresse por calor podem ocorrer devido a exposição a tempe - raturas acima de 38 oC, e as con - sequências podem envolver desde náuseas, dor de cabeça, vertigens, fraqueza, sede e tontura, até casos mais graves, como os de insolação e ataques cardíacos. Se a temperatura da Terra aumentar entre 2 e 5,4 graus até o fim do século, a Região Norte do Brasil sofrerá uma redução entre 242 mil e 15 milhões de hectares aptos e disponíveis para agricultura já em 2030.  A Região Nordeste, com exceção do Maranhão, teria em média poucos meses de chuva ao ano e baixa pluviosidade nos meses com mais chuva até 2040, o que significaria períodos mais secos com valores elevados de temperatura, valores baixos de umidade do ar e alta demanda hídrica. A Região Sudeste poderia sofrer leve redução de 349 mil hectares em sua área agricultável em 2030 e a Região Sul pode sofrer redução entre 4,9 milhões e 2,6 milhões de hectares aptos e disponíveis para agricultura em 2030”, diz o estudo.

O artigo escrito pelos ativistas ambientais Nicolas Haeringer e Tadzio Muller para o blog “New Internationalist” dá o tom do que virá daqui para a frente no campo de guerra entre os céticos e os não céticos do aquecimento global. É preciso, segundo eles, uma união cada vez mais fortalecida da sociedade civil no sentido de travar empreendimentos que precisem do uso abusivo de combustíveis fósseis. Exemplo desse tipo de tática, na prática, é o das 3.5 mil pessoas que conseguiram  fechar a mina de carvão a céu aberto Welzow-Süd e a usina Schwarze Pumpe, décima maior emissora de gás poluente da Europa, ambas na Alemanha.

As manifestações bem-sucedidas (até agora, ao menos)  foram bonitas, não houve violência. Mas também deixaram bem claro a diferença abissal de propostas entre ativistas de países que já têm sua economia mais ou menos resolvida e a de outros que lutam ainda para acabar com a miséria do povo. É disso que se trata, inclusive lá na Conferência que está acontecendo no continente africano, onde uma seca severa causou recentemente a morte de pelo menos 30 mil crianças e afetou um total de 12 milhões de pessoas, sobretudo na Somália. Consequência direta de fenômenos associados com a mudança climática. A luta, nesses países, é outra. E, até agora, não há registros de que tenha tido batalhas bem-sucedidas.

Fonte: G1


Atingido por furacão Matthew, Haiti busca ajuda

Furacão arrasou o sul do Haiti (Foto: Nicolas Garcia / AFP / CP)

09/10/2016

A magnitude da devastação que deixou o furacão Matthew no Haiti ficou nítida neste sábado, três dias após a passagem do fenômeno que arrasou o sul do país e deixou centenas de mortos. Enquanto o Matthew ameaçava o litoral dos Estados Unidos, o presidente Barack Obama pediu aos americanos que fizessem doações ao Haiti, onde milhões de pessoas precisam de assistência depois desse último desastre atingir o país mais pobre das Américas.

A passagem do furacão levou ao adiamento das demoradas eleições presidenciais e legislativas previstas para este domingo. Embora Porto Príncipe, capital e principal cidade haitiana, quase não tenha sofrido danos, o sul do país ficou devastado. Imagens aéreas da zona atingida pelo furacão mostram uma paisagem em ruínas, com moradias arrasadas e sem teto, árvores caídas e o solo coberto pelo lodo dos rios inundados.

Herve Fourcand, senador do departamento Sul, disse que vários povoados permanecem ilhadas por inundações e deslizamentos de terra. Jeremie, um município de 30.000 habitantes que ficou inacessível desde a sexta-feira, recebia os visitantes com cenas de desolação, sem energia elétrica pela destruição dos cabos e com as as comunicações interrompidas. Praticamente todas as casas de alumínio foram destruídas e apenas poucas construções de concreto ficaram de pé.

"É como se alguém tivesse um controle remoto e só apertasse o botão do vento para aumentar mais e mais", disse Carmine Luc, uma mulher de 22 anos. "Quando o teto da minha casa voou, me segurei na parede com a mão esquerda e com a direita agarrei com todas as minhas forças o meu filho de três anos, que gritava", contou. Um barco com nove contêineres de comida e medicamentos foi enviado a Dame Marie, no departamento de Grand'Anse, no oeste. "Provavelmente foi o departamento mais duramente atingiu e as condições não permitem o pouso de helicópteros", disse à AFP o ministro do Interior, Francois Anick Joseph. "Fazemos o melhor que podemos para ajudar os afetados", afirmou.

Comboios de ajuda foram enviados por terra, ar e mar a outras zonas atingidas de Grand'Anse, incluindo helicópteros militares que transportaram 50 toneladas de água, comida e medicamentos.

Não ficou nada

Mais ao sul, Les Cayes, o terceiro povoado do Haiti, ficou muito danificado. Em Sous-Roches, um tranquilo bairro em frente à praia, se transformou em um caos de lodo e árvores destruídas. O nível do rio começou a baixar, mas a água ficou revolta pelas inundações do mar. "Pensei que iria morrer. Vi a cara da morte", disse Yolette Cazenor, mulher de 36 anos, parada em frente a uma casa partida em duas por um coqueiro que caiu sobre ela.

Durante 10 horas, as fortes rajadas do Matthew e uma chuva forte arrasaram também os cultivos nos campos da comunidade, o que sugere meses ainda mais difíceis para o país. Mais de 80% dos cultivos se perderam em algumas áreas, de acordo com o escritório de Assuntos Humanitários das Nações Unidas. Cerca de um milhão de pessoas precisam de ajuda urgente, disse a organização humanitária CARE France: "As pessoas não têm nada exceto a roupa que vestem".

As promessas de ajuda se multiplicaram enquanto os Estados Unidos anunciaram o envio de um buque com 300 efetivos especializados em emergências médicas, assistência e reconstrução, além de três helicópteros, que se somarão a a mais 250 homens e nove outros helicópteros já prontos para serem deslocados para o Haiti. O grupo de ajuda humanitária International Relief Teams, com sede na Califórnia, disse ter doado 7 milhões de dólares em materiais médicos, junto com as organizações internacionais MAP International e Hope for Haiti.

A França, por sua vez, anunciou o envio de 32 toneladas de ajuda humanitária e equipe para purificação de água. A Venezuela, que sofre uma grave crise econômica e desabastecimento, enviou três cargas de ajuda e alimentos. Mais um desastre natural devasta o Haiti, que em janeiro de 2010 foi devastado por um terremoto que destruiu grande parte da capital e deixou mais de 250.000 mortos.



Furacão atinge Haiti e Cuba com severidade e segue para os EUA

Carros atravessam rua inundada na capital haitiana após as fortes chuvas 
ocasionadas pelo furacão Matthew (Hector Retamal/AFP)

05/10/2016

Considerado pela ONU a pior crise humanitária a atingir o Haiti desde o terremoto de 2010, o furacão assolou Cuba e o Haiti com ventos de mais de 240 km/h

O furacão Matthew, a tempestade mais forte a atingir o Caribe em quase uma década, avançou para as Bahamas e a costa dos Estados Unidos no início desta quarta-feira, depois de atingir o Haiti e Cuba com chuvas torrenciais, prejudicando a já sofrida população haitiana.

Considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) a pior crise humanitária a atingir o Haiti desde o terremoto devastador de 2010, o furacão assolou Cuba e o Haiti com ventos de mais de 240 km/h na terça-feira, golpeando cidades, terras de cultivo e balneários turísticos.

Centenas de milhares de pessoas foram retiradas da trajetória da tempestade, que provocou grandes inundações e matou quatro pessoas na República Dominicana, além de ao menos duas no Haiti, os dois países que dividem a ilha de São Domingos.

Furacão de categoria 4 durante a terça-feira, o Matthew foi rebaixado para a categoria 3 no princípio desta quarta-feira, informou o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC), que tem sede em Miami.

Destruição — O Matthew cortou os meios de comunicação em muitas das áreas mais afetadas, incluindo a principal ponte que liga a maior parte do Haiti à península do sul, o que torna mais difícil avaliar a severidade de seu impacto no Haiti. O país caribenho causa preocupação em especial porque dezenas de milhares de pessoas ainda vivem em barracas e habitações improvisadas desde o tremor de 2010, que matou mais de 200 mil pessoas.

Mourad Wahba, vice-representante especial do secretário-geral da ONU para o Haiti, disse que “a maior parte da população” foi deslocada pelo Matthew e que pelo menos 10 mil pessoas estão em abrigos. “O Haiti está enfrentando o maior evento humanitário testemunhado desde o terremoto seis anos atrás”, disse.

A Heifer International, organização sem fins lucrativos que trabalha com famílias de agricultores na nação, disse que as terras de cultivo e os negócios no caminho do Matthew foram devastados pela tempestade. O governo dos EUA disse estar pronto para ajudar os aflitos, e cerca de 300 fuzileiros navais partiram no navio USS Mesa Verde para levar socorro ao Haiti, informaram os fuzileiros no Twitter.

(Com agência Reuters)

Fonte: Veja.com


Barack Obama se reúne com DiCaprio para debater sobre o clima

Leonardo DiCaprio recebe Oscar de melhor ator por 'O regresso'' 
Foto: REUTERS/Mario Anzuoni

04/10/2016

Ator fez documentário sobre os efeitos devastadores do aquecimento global.
Encontro faz parte de festival organizado nos jardins da Casa Branca.

O ator Leonardo DiCaprio comparecerá nesta segunda-feira (3) à Casa Branca para debater a questão do clima com o presidente Barack Obama. O encontro acontece antes da exibição de seu novo documentário sobre os efeitos devastadores do aquecimento global.

DiCaprio, vencedor do Oscar de melhor ator por "O Regresso", participará em um debate com a cientista Katharine Hayhoe e com o presidente Obama, para fez da luta contra a mudança climática uma das prioridades em seus dois mandatos à frente dos Estados Unidos.

O encontro acontecerá como parte de um festival organizado nos jardins da Casa Branca seguindo o modelo do South by Southwest, que é organizado todos os anos em Austin (Texas) e que mistura novas tecnologias, cinema e música.

Quase 10 anos depois de seu primeiro documentário sobre o desafio do clima, "The 11th hour" ("A Última Hora"), o ator retorna com o filme "Before the Flood", no qual Barack Obama e o papa Francisco fazem uma rápida aparição.

"Sejam corajosos. Somos capazes de resolver os maiores desafios quando encontramos a vontade de trabalhar juntos", afirmou DiCaprio em dezembro do ano passado em Paris, durante a conferência COP21 sobre o clima.

Em março, Obama se tornou o primeiro presidente dos Estados Unidos a participar no festival South by Southwest.

Ele anunciou que a Casa Branca organizaria sua própria versão do evento, chamada de South By South Lawn, para celebrar a criatividade e o espírito de inovação.

Fonte: G1 Natureza


Coreia do Norte desafia ONU e promete fortalecer capacidade nuclear

O ministro do Exterior da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, discursa na Assembleia 
Geral da Onu, em Nova York, na sexta (23) (Foto: Reuters/Eduardo Munoz)

24/09/2016

Ministro afirma que armas são 'medida justificada' por ameaças dos EUA.
Ri Yong Ho diz que península coreana é lugar mais perigoso do mundo.

A Coreia do Norte prometeu nesta sexta-feira (23) fortalecer ainda mais a sua capacidade em armas nucleares, apesar da condenação e das sanções da Organização das Nações Unidas, e disse que não abandonaria a sua força de dissuasão enquanto fosse ameaçada por países com armas atômicas.

Num discurso à Assembleia Geral da ONU, o ministro do Exterior da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, descreveu as armas nucleares do seu país como “uma medida justificada de autodefesa” contra “ameaças nucleares constantes dos Estados Unidos”.

"Tornar-se armado com dispositivos nucleares é a política do nosso estado”, afirmou ele. “Enquanto houver um estado com armas nucleares em relação hostil conosco, a nossa segurança nacional e a nossa paz na península coreana só podem ser defendidas com dissuasão nuclear confiável”, declarou ele.

Ri disse que a Coreia do Norte “vai continuar a tomar medidas para reforçar a capacidade nuclear das suas forças tanto em quantidade quanto em qualidade”.

Ri afirmou que a península coreana era o “lugar mais perigoso” do mundo, “que poderia até iniciar a deflagração de uma guerra nuclear”, e que a culpa disso era “diretamente” dos EUA.

Fonte: G1


Patrimônio Imobiliário e Meio Ambiente é tema de palestras da Semana de aniversário da DPIMA



10/09/2016

Na quarta-feira, dia 31 de agosto, foi realizado, no auditório do Departamento de Engenharia e Construção (DEC), um ciclo de palestras com os temas “Patrimônio Imobiliário” e “Meio Ambiente”. A atividade, inserida na semana de aniversário da Diretoria de Patrimônio Imobiliário e Meio Ambiente (DPIMA), teve por objetivo conhecer as boas práticas de alguns órgãos públicos federais e de Exércitos de Nações Amigas na condução da gestão do patrimônio imobiliário e do meio ambiente.

Representantes da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), do Tribunal de Contas da União (TCU), do Exército dos Estados Unidos da América (EUA), do Exército da França e a Cooperação Alemã para Desenvolvimento Sustentável (GIZ) compartilharam seus conhecimentos acerca dos temas abordados.

A SPU foi representada pelo Diretor do Departamento de Caracterização e Incorporação da Secretaria do Patrimônio da União, Sr Washington Gultenberg de Moura Luke, que apresentou as ações da Secretaria no controle e fiscalização dos imóveis da União.

O Secretário de Agricultura e Meio Ambiente do TCU, Sr Junnius Marques Arifa, apresentou a palestra “O TCU e as licitações sustentáveis”, na qual foram abordados assuntos como processos de contratação, critérios de sustentabilidade e boas práticas do Tribunal.

O Exército dos EUA foi representado pelo Major Wallace Marquart Mattos, Engenheiro Civil e Adjunto do Centro de Operações de Engenharia, no 1º Grupamento de Engenharia em João Pessoa (PB), o Maj Wallace Mattos apresentou a estrutura do Exército Americano e o “Corpo de Engenheiros”, enfatizando como eles atuam na gestão do patrimônio imobiliário e do meio ambiente do Exército dos EUA em operações militares.

Também estiveram representados na atividade o Exército Francês, na pessoa do Tenente-Coronel Martinez, e a Cooperação Alemã para Desenvolvimento Sustentável (GIZ), pela Sra Luciana Alves.
        


EUA se unem à China e assinam acordo sobre clima de Paris

Obama entrega documento em que ratifica o Acordo do Clima de Paris
Carolyn Kaster/AP

03/09/2016

A conferência de Paris onde foi alcançado um acordo sobre o clima "foi o momento em que decidimos salvar o planeta", declarou na sexta-feira (2) o presidente Barack Obama depois de anunciar a ratificação do texto, juntamente com a China.

Em uma cerimônia com seu colega Xi Jinping na cidade chinesa de Hangzhou, onde é realizado o G20, os dois líderes entregaram ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, os documentos que oficializam a ratificação.

"Deram um grande impulso para que o acordo entre em vigor. Sou otimista sobre o fato de que poderemos alcançar isso antes do fim do ano", disse Ban.

O acordo tem o objetivo de limitar o aumento da temperatura no planeta a um máximo de dois graus centígrados em relação aos níveis pré-industriais.

Para que entre em vigor em 2020, como está previsto, ao menos 55 países que representem 55% das emissões mundiais precisam ratificá-lo.

Estados Unidos e China são os dois países que mais poluem o planeta (juntos representam 40% das emissões de CO2) e sua ratificação pode agir como convocação para os demais signatários.

Fonte: UOL


Obama chega a Cuba para visita histórica de três dias

20/03/2016 

É a primeira vez que um presidente americano visita a ilha em 88 anos.
Encontro com Raúl Castro acontece nesta segunda-feira (21).

O presidente americano Barack Obama chegou a Cuba na tarde deste domingo (20) para a história visita de três dias a ilha. É a primeira vez que um presidente dos Estados Unidos visita Cuba em 88 anos. O Air Force One, avião presidencial americano, pousou em Havana por volta das 17h20, horário de Brasília.

Obama deixou a Base Aérea de Andrews Air Force Base, em Washington, pouco depois das 14h30 (horário de Brasília). O presidente americano fica em Cuba até a próxima terça-feira (22).

O presidente dos EUA, Barack Obama, publicou mensagem no Twitter ao pousar em Cuba
neste domingo (20) para uma visita histórica de três dias (Foto: Reprodução/Twitter/POTUS)

Assim que chegou a Havana, Obama postou em sua conta oficial do Twitter: "¿Que bolá Cuba? Just touched down here, looking forward to meeting and hearing directly from the Cuban people."

Ainda neste domingo, Obama, a primeira-dama, Michelle Obama e as duas filhas do casal visitaram a parte velha da capital e devem ser recebidos na Catedral de Havana pelo cardeal Jaime Ortega, que apoiou, junto com o Papa Francisco, as conversas para o acordo de normalização da relação entre EUA e Cuba.

O encontro com o presidente de Cuba, Raúl Castro, está previsto para segunda-feira (21). Obama já adiantou que falará "diretamente" com seu colega sobre os "obstáculos" para o exercício dos direitos humanos na ilha.

Aproximação entre os países

A visita a Cuba era impensável até que Obama e o presidente de Cuba, Raúl Castro concordaram, em dezembro de 2014, em acabar com um distanciamento que começou quando a revolução cubana derrubou um governo pró-norte-americano em 1959.

Em julho, EUA e Cuba retomaram suas relações diplomáticas e abriram embaixadas nos respectivos territórios depois de vários meses de negociações que puseram um ponto final a mais de meio século de ruptura.  anúncio de que os dois países retomariam suas relações foi feito em dezembro do ano passado.

Apesar da reaproximação histórica, o embargo econômico imposto à ilha ainda vigora. Seu levantamento, defendido por Obama, depende da aprovação do Congresso dos EUA.

Air Force One, avião presidencial dos Estados Unidos, chega em Havana,
para visita histórica a Cuba (Foto: Reprodução / Globo News)

Dissidentes são detidos

A poucas horas da chegada do presidente Barack Obamaa Havana, dezenas de opositores e ativistas das Damas de Branco que protestavam contra o governo foram detidos e levados em veículos por agentes do Estado na capital cubana, constataram jornalistas da AFP.

Os manifestantes, que como em todos os domingos se concentraram perto de uma igreja para exigir respeito aos direitos humanos, foram encurralados por agentes oficiais e grupos a favor do governo ao término do protesto.

Obama vê retrato do ex-presidente americano Abraham Lincoln em visita
ao centro histórico de Havana (Foto: Jonathan Ernst/Reuters)

Obama caminha por centro histórico de Havana, em primeira visita de um
presidente americano a Cuba em 88 anos (Foto: Reuters)

Barack Obama visita embaixada em Havana. Visita a Cuba é a primeira de
um presidente americano ao país em 88 anos (Foto: AP)

Obama chega a Cuba (Foto: Carlos Barria/Reuters)

Obama chega a Cuba com a família (Foto: Carlos Barria/Reuters)

GNews - Barack Obama desembarca em Cuba (Foto: Reprodução/GloboNews)

Uma mulher membro do grupo "Damas de Branco" grita enquanto é levada por
policiais horas antes da chegada do presidente dos EUA, Barack Obama, para
uma visita histórica em Havana, Cuba (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Fonte: G1

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...