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GOVERNO ZERA IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE ENERGIA SOLAR

Equipamentos de energia solar terão os impostos de importação zerados até o final de 2021.

28/07/2020 

Equipamentos entram em lista de bens de capital que terão os impostos de importação zerados até o final de 2021

Equipamentos de energia solar terão os impostos de importação zerados até o final de 2021. Entre eles, bombas para líquidos, para uso em sistema de energia solar fotovoltaico que funciona com painéis solares que captam a luz e geram energia elétrica. Também entram na lista de produtos que passam a ter as tarifas de importação zeradas os rastreadores solares, que são aproveitados em grandes usinas para acompanhar a posição do sol ao longo do dia, o que aumenta a produtividade da unidade. 

“O governo Bolsonaro zera imposto de importação de equipamentos de energia solar. As resoluções publicadas no Diário Oficial da União surgem após sequência de isenções no mesmo sentido de cerca de 539 itens ligados ao combate do covid-19”.

Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) disse que a medida, que entra em vigor em 1° de agosto, atende uma solicitação feita pelas empresas diretamente ao Governo Federal.

Segundo ele, a expectativa é haver uma redução no valor que será pago pelo consumidor. “Para as empresas que vão utilizar esses equipamentos e também para os consumidores que vão comprar sistemas com esses equipamentos existe uma expectativa de redução do preço final desses equipamentos e desses sistemas”.

Energia limpa

O Ministério de Minas e Energia informou que as fontes renováveis de energia, que incluem hidráulica, eólica, solar e bioenergia, chegaram a 46,1% de participação na Matriz da Demanda Total de Energia de 2019, aumentando 0,6 ponto percentual em relação ao indicador de 2018. A energia solar cresceu 92% e a eólica, 15,5%, fontes que, somadas, contribuíram com 50% do aumento da participação das renováveis na matriz.  

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, a instalação de equipamentos de geração de energia solar tem grande potencial no Brasil e já corresponde por cerca de 3 gigawatts em potência instalada.

Fonte: Portal Gov.br

MINAS GERAIS GANHA 4 USINAS DE GERAÇÃO SOLAR DISTRIBUÍDA

Usina Solar Jardim II Foto: Divulgação / Alsol

15/07/2020

Com investimento de R$ 70 milhões, usinas vão gerar eletricidade suficiente para abastecer 20 mil residências

A Alsol Energias Renováveis, empresa do grupo Energisa, está investindo R$ 70 milhões em quatro usinas de geração solar distribuída em Minas Gerais.

Todas estarão conectadas até julho deste ano, com capacidade de geração de cerca de 20,3 MWp (Megawtt pico) – energia suficiente para abastecer 20 mil residências.

O foco principal dos projetos – dois deles já em operação – é o atendimento a pequenas e médias empresas, com objetivo de levar energia a custo mais competitivo a empreendedores neste momento de crise provocada pela Covid-19. Juntas, as quatro obras somam 240 empregos diretos.

“Temos um compromisso com os clientes de servir, estar próximo e suprir suas necessidades, ainda mais no cenário atual. Daí, a importância de seguirmos investindo neste segmento fundamental para a energia do futuro”, afirma o presidente da Alsol e vice-presidente de Geração, Transmissão e Serviços da Energisa, Geraldo Mota.

Cronograma

No fim de maio, a Alsol conectou a usina solar fotovoltaica Capim III, em Uberlândia (MG), com capacidade de 2,3 MWp, gerando energia de forma limpa e sustentável. Em janeiro, foi inaugurada a usina Jardim II, também em Uberlândia, com capacidade de geração de 6 MW.

Usina Solar Capim III - Foto: Divulgação | Alsol

A usina Santa Rosa começou a funcionar em junho e tem capacidade de geração de 6,1 MWp. Já usina Granja Marileusa I tem conexão prevista até o final de julho, com praticamente a mesma capacidade (5,9 MWp).

Fazendas solares

Os clientes dessas usinas são majoritariamente micro, pequenas e médias empresas, que atuam em segmentos essenciais, como supermercados, farmácias, padarias e açougues.

Neste modelo, a empresa faz todos os investimentos e comercializa cotas das fazendas solares. Com as cotas, os empreendedores podem obter descontos de aproximadamente 20% na fatura de energia.

As unidades de Jardim II, Capim III e Santa Rosa já tiveram 100% de suas cotas de energia contratadas, com cerca 500 unidades consumidoras aderindo à modalidade geração compartilhada, em que clientes localizados dentro da mesma área de concessão da distribuidora local usufruem de energia gerada por um mesmo sistema, através da compensação remota.

Usina Solar Granja Marileusa - Foto: Divulgação | Alsol

Impacto ambiental

Segundo a empresa, as fazendas solares têm baixo impacto ambiental, considerando parâmetros como solo, água e ar, e reduzem a necessidade de energia proveniente da matriz elétrica convencional, mais poluente. Estima-se que as quatro usinas somadas evitarão a emissão de aproximadamente 2,3 mil toneladas de CO2 por ano, o equivalente ao plantio de 9160 árvores.

“O investimento em energia limpa é uma dupla oportunidade para empreendedores que desejam reduzir custos, como as despesas com energia elétrica, e as suas emissões de poluentes. São duas questões que ganham ainda mais relevância na economia pós-pandemia, portanto, a energia limpa é uma aliada na recuperação econômica e no desenvolvimento regional”, destaca Gustavo Malagoli Buiatti, fundador e CTO da Alsol.

Fonte: CicloVivo

ESTA TINTA PODE TRANSFORMAR PAREDES EM USINAS DE ENERGIA INFINITA

Pesquisadores australianos encontraram um novo método de geração 
de energia. (Reporter/Thinkstock)

26/06/2017

Pesquisadores desenvolvem tinta "solar" capaz de absorver vapor d'água e dividi-lo para gerar hidrogênio, considerado o combustível do futuro

Por Vanessa Barbosa 

São Paulo – Já pensou se as paredes da sua casa pudessem gerar energia limpa? Pelo menos em laboratório isso já é possível. Pesquisadores da Universidade RMIT (Royal Melbourne Institute of Technnology), na Austrália, desenvolveram uma tinta “solar” capaz de absorver o vapor de água do ar e dividi-lo para gerar hidrogênio, uma fonte de energia limpa e inesgotável

A tinta contém um composto recém-desenvolvido que atua como gel de sílica, aquele material comumente usado em saquinhos para absorver a umidade de medicamentos, bolsas e caixas de sapato e mantê-los sempre secos. Mas, além de absorver umidade do ar, o novo material, a base de sulfureto de molibdênio sintético, também atua como um semicondutor.

É aí que a mágica acontece. Na presença de luz solar, esse composto catalisa a divisão do vapor de água em oxigênio e hidrogênio. Para captar a luz solar, os pesquisadores misturaram dióxido de titânio no composto.

“O óxido de titânio é o pigmento branco que já é comumente usado na pintura de parede, o que significa que a adição simples do novo material pode converter uma parede de tijolos em uma usina de energia”, diz o pesquisador principal do estudo Dr. Torben Daeneke, em comunicado.

Os pesquisadores Kourosh Kalantar-zadeh e Torben Daeneke com um frasco 
da tinta “solar”. (RMIT University/Divulgação)

A invenção tem uma série de vantagens, segundo ele. “Não há necessidade de água limpa ou filtrada para alimentar o sistema. Qualquer lugar que tenha vapor de água no ar, mesmo áreas remotas longe da água, pode produzir combustível“, afirma.

O passo seguinte para avançar no processo é encontrar uma forma de armazenar o combustível hidrogênio na prática, o que de forma alguma afeta o caráter extraordinário da descoberta. Os resultados da pesquisa foram publicados no periódico científico ACS Nano, da American Chemical Society.

Fonte: Exame.com

TRUMP SE PREPARA PARA ACABAR COM PLANO DE ENERGIA LIMPA DE OBAMA

O governo Trump quer suprimir o plano de Energia Limpa adotado pelo governo 
Obama em 2015 - GETTY/AFP/Arquivos

28/03/2017

O presidente Donald Trump assinará na terça-feira uma ordem executiva para acabar com o plano de seu antecessor Barack Obama que limita a emissão de gases do efeito estufa nas centrais elétricas alimentadas com carvão.

De acordo com o diretor da Agência de Proteção Ambiental (EPA), Scott Pruitt, suprimir o plano Energia Limpa de Obama, de 2015, devolverá postos de trabalho à indústria do carvão.

“Esta é uma promessa que (Trump) está mantendo ante o povo americano e afirma que podemos colocar as pessoas novamente para trabalhar”, explicou ao canal ABC.

O apresentador do programa “This Week”, George Stephanopolous, rebateu e lembrou que a maioria dos postos de trabalho no setor do carvão foi suprimida uma década antes, durante o governo do antecessor de Obama, George W. Bush, já que o avanço do gás natural substituiu o carvão.

Mas Pruitt minimizou as preocupações de que Trump teria feito uma promessa que não pode cumprir.

“Por muito tempo nos últimos anos aceitamos a narrativa de que se você é pró-crescimento e pró-trabalho, você é contra o meio ambiente”, disse, ao culpar a administração Obama de fazer “esforços para matar postos de trabalho ao longo de todo o país com seu plano de energia limpa”.

Também disse que a ordem de Trump reduzirá os custos de energia elétrica para os americanos.

As pessoas que apoiam o plano de Obama afirmam que o projeto ajuda a criar milhares de empregos no setor de energia limpa.

Cético a respeito da mudança climática, Pruitt afirmou no início do mês não acreditar que o dióxido de carbono é a principal causa do aquecimento global, declaração que vai contra as afirmações dos cientistas há várias décadas.

Fonte: ISTOÉ.com

Japão: Protegendo o Meio Ambiente Global

Energia limpa - Foto: Cortesia de Getty Images

24/09/2016

Eliminação de Resíduos e Reciclagem

A quantidade de resíduos comuns (não-industriais) se tornou um problema para o Japão a partir de 1990, quando excedeu 50 milhões de toneladas por ano. Os aterros sanitários devem alcançar sua capacidade máxima de armazenamento dentro de poucos anos e a queima de resíduos resultaria em poluição por dioxina, tornando a reciclagem uma importante solução para reduzir a quantidade de lixo acumulado. A proporção de resíduos (lixo) reciclados em 2009 foi de 20,5%. 

A quantidade de papel descartado em 2011 foi de 77,9% do volume produzido, e a taxa de reutilização (porcentagem de papel usado que é reprocessada nas indústrias de produção) foi de 63%, uma das maiores taxas de reciclagem de papel do mundo.

Com a implementação da Lei de Reciclagem de Embalagens, de abril de 1977, a responsabilidade pela reciclagem de garrafas de vidro e de polietileno tereftalato (PET) passou a ser dos fabricantes. Essas embalagens compreendem entre 20-30% do peso total do lixo comum residencial; mas, devido ao volume dos vasilhames, eles representam 60% do volume total dos resíduos. Essa lei baseia-se na divisão dos custos de eliminação de resíduos entre empresas, consumidores e municípios, em contraste com quando esses custos eram cobertos inteiramente pelos impostos. Quando os consumidores descartam uma embalagem, eles devem separar o lixo para os depósitos de coleta seletiva do município, onde essas embalagens são recolhidas para reciclagem pelos fabricantes. A partir de abril de 2000, as embalagens de plástico e papel também entraram no programa de coleta seletiva de acordo com essa lei.

Produtos elétricos descartados pelas residências japonesas são quase sempre levados para aterros sanitários. Uma lei específica sobre reciclagem de aparelhos eletrodomésticos entrou em vigor em 1998 como parte dos esforços para reduzir o volume desse tipo de resíduo que é descartado nos aterros.

Movimentos pela Proteção Ambiental

Em comparação com grupos de proteção ambiental de países ocidentais, os grupos desse tipo no Japão têm uma escala bem menor e uma história mais recente. O maior grupo ambiental do Japão, chamado Sociedade dos Pássaros Selvagens do Japão (Wild Bird Society of Japan), possui cerca de 43 mil membros. O Fundo Mundial do Japão para a Natureza também tem cerca de 40 mil membros, incluindo parceiros empresariais; e a Sociedade de Conservação Ambiental do Japão tem em torno de 24 mil membros. O Japão tem mais de cinco mil grupos de preservação ambiental de pequeno porte. Esses grupos, que auxiliam na execução de ações estruturais, possuem um número reduzido de membros, mas devem alcançar grandes avanços no futuro. Essas ONGs ambientais também têm atuação no exterior.

Existe, ainda, o fundo do movimento nacional, no qual um grupo de pessoas se reúne para dividir os custos de aquisição e preservação de terrenos localizados em áreas em processo de degradação ambiental. Algumas vezes, esses pedaços de terra também são doados para o grupo. Esse movimento se espalhou por todo o país a partir de grupos iniciais em Shitetoko, em Hokkaido, e em Tenjinzaki, no Distrito de Wakayama. A preservação não se limita a florestas e marismas, mas também engloba áreas verdes das cidades. Em fevereiro de 1996, grupos individuais, empresas privadas, associações comunitárias locais e a Agência Ambiental (atualmente o Ministério do Meio Ambiente) formaram uma rede para estimular as compras de produtos, materiais e serviços com responsabilidade ambiental. Os consumidores foram orientados a dar prioridade a produtos e serviços que não prejudicam o meio ambiente.

Os municípios de cada localidade estão fazendo seu melhor para encorajar um desenvolvimento regional que leve o meio ambiente em consideração, por exemplo, por meio da reciclagem e economia de energia. Yakushima, uma ilha da província de Kagoshima que é designada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, está tentando preservar o meio ambiente por meio de medidas como a redução do volume de resíduos ao mínimo por meio da compostagem do lixo orgânico e da reciclagem do óleo de cozinha como combustível automotivo.

Para auxiliar os estudantes no desenvolvimento independente da conscientização pela preservação ambiental e na realização de estudos sobre o meio ambiente, em junho de 1995, a Agência Ambiental convidou estudantes do ensino primário e fundamental para participarem do Junior Eco Club. As atividades independentes do grupo incluem observação da vida aquática, observação astronômica, reciclagem de latas vazias e intercâmbios financiados por escritórios de administração de todo o país. Em 2010, havia 3000 grupos desse tipo, envolvendo 170 mil pessoas nessas iniciativas.

Reserva Ambiental de Tenjinzaki - Foto: Cortesia do Fundo Nacional Tenjinzaki

O fundo do movimento nacional do Japão começou graças a iniciativas de preservação do meio ambiente no cabo de Tenjinzaki, na província de Wakayama

Projeto da ODA para matas - Foto: Cortesia de JICA

A cooperação Ambiental do Japão

O programa japonês da Ajuda Oficial para o Desenvolvimento – ODA (Official Development Assistance) cobre diversas questões ambientais. Alguns exemplos são o tratamento de água e esgoto, a eliminação de resíduos e medidas contra a poluição ambiental como a prevenção de desastres, a preservação das florestas e a prevenção contra a poluição da água e da atmosfera. A economia de energia e as novas tecnologias energéticas estão entre os pontos focais da cooperação ambiental do Japão. De acordo com a Iniciativa pelo Desenvolvimento Sustentável no Século XXI, que foi anunciada pelo governo em 1997, o Japão tem se engajado em diversos esforços de cooperação ambiental como, por exemplo, no estabelecimento de uma rede de monitoramento de chuvas ácidas no Leste Asiático. Para lidar com questões relacionadas à conservação global que não podem ser resolvidas por meio da cooperação bilateral, o Japão também tem participado ativamente de diversas organizações internacionais como uma das principais nações parceiras, incluindo no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, na Organização Internacional de Madeiras Tropicais – ITTO (International Tropical Timber Organization), e na Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO (Food and Agriculture Organization).

As preocupações e o interesse de empresas japonesas no florestamento e na reciclagem têm crescido tanto no Japão como internacionalmente. Por sua vez, isso também tem contribuído para uma maior conscientização do público em geral. A Mitsubishi Corporation, uma das principais empresas comerciais do Japão, está atualmente desenvolvendo projetos experimentais na Malásia e no Brasil voltados para a restauração das florestas tropicais. Quando uma floresta é destruída pelo desmatamento, seu solo é erodido pelas fortes chuvas. Estima-se que demore entre 300 e 500 anos para que esses lugares sejam restaurados a seu estado original; mas pesquisas recentes sobre técnicas de reflorestamento baseadas em um conceito introduzido por Miyawaki Akira, professor emérito da Universidade Nacional de Yokohama, tem deixado claro que a recuperação poderá ser alcançada em menos tempo.

Além disso, muitas empresas comerciais e indústrias de papel têm se comprometido ativamente com o florestamento no exterior.

Ecoturismo - Foto: Cortesia da Mitsubishi Corporation


Espinafre é promessa de energia limpa e renovável

Getty Images

17/08/2014

Em estudo publicado na revista Science pesquisadores avaliam o potencial das proteínas envolvidas na fotossíntese da hortaliça para produção de energia

O espinafre é famoso na cultura popular por ser o elixir da superforça do marinheiro Popeye. Mas, para um grupo de cientistas, a hortaliça guarda um poder ainda maior: a capacidade de converter a luz solar em um combustível renovável, limpo e ultra eficiente.

Em estudo recentemente publicado na revista científica Science pesquisadores avaliam o potencial das proteínas envolvidas na fotossíntese, o processo pelo qual as plantas convertem a energia solar em hidratos de carbono, base alimentar dos processos celulares.

Cientistas da Universidade de Purdue, nos EUA, um dos centros envolvidos no estudo, extraíram de um espinafre comum, encontrado em supermercados, um complexo de proteína chamado fotossistema II.

Em laboratório, os pesquisadores "excitaram" este complexo de proteína com um laser (que faz as vezes da luz solar) e registraram as mudanças na configuração eletrônica das moléculas.

"As proteínas que estudamos são parte do sistema mais eficiente já construído, capaz de converter a energia do sol em energia química, com uma inigualável eficiência de 60 por cento", disse Yulia Pushkar, professora assistente de física envolvida na pesquisa.

Ao compreender melhor como a fotossíntese natural funciona, os pesquisadores esperam alavancar o desenvolvimento de tecnologias limpas a partir da fotossíntese artificial, gerando combustíveis renováveis e limpo.

Não é a primeira vez que o espinafre aparece como promessa energética. Em 2012, cientistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos,  turbinaram a produção de energia solar com esse tipo de hortaliça.

Fonte: EXAME.com


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