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ENERGIA SOLAR VAI ABASTECER ESCOLAS PÚBLICAS EM CIDADES DO PARANÁ


06/08/2020

Projeto-piloto do Governo do Estado vai instalar até o final deste ano sistemas de geração de energia com células fotovoltaicas em 224 instituições

Um projeto-piloto do Governo do Estado vai instalar até o final deste ano sistemas de geração de energia fotovoltaica em 224 escolas em sete municípios: Balsa Nova, Cascavel, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Maringá, Paranavaí e São José dos Pinhais. Com investimento total de R$ 46.515.944,27 o objetivo é promover a eficiência energética e reduzir custos.

De acordo com o superintendente-executivo do Paranacidade, Álvaro Cabrini, esse investimento retornará para os cofres municipais em menos de três anos, em decorrência da economia a ser gerada por equipamentos mais eficientes e pela geração da energia a ser consumida.

Uma parcela dos recursos é do Programa de Eficiência Energética (PEE), da Companhia Paranaense de Energia (Copel), a fundo perdido. O restante é complementado pelas prefeituras com recursos próprios ou obtidos pelo Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM), liberados pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas (SEDU), com operação do Serviço Social Autônomo Paranacidade.

A aprovação dos sete municípios ocorreu pelo Programa de Eficiência Energética da Copel, edital de 2019, com a liberação de 55% a 62% dos valores a serem investidos em cada município. Em Balsa Nova, também estão previstas a troca de luminárias das ruas por sistemas em LED e a implantação no prédio da Prefeitura de Projeto de Eficiência Energética com a substituição da energia hidrelétrica pela de geração fotovoltaica.

Como parte do programa de eficiência energética, também serão avaliados e substituídos equipamentos e instalações elétricas por produtos mais econômicos, como a troca de lâmpadas por unidades a LED, que oferecem a mesma iluminação com consumo menor e sem a geração de calor.

O secretário da SEDU, João Carlos Ortega, explica que o objetivo é levar esses benefícios a 180 municípios do Estado, no período de um ano. “Os municípios do Paraná já podem solicitar informações e manifestar a intenção de aderir à proposta de inovação, que promove economia e atende às normas de proteção ambiental”, disse.

As prefeituras podem usar recursos próprios para viabilizar as ações, ou de financiamento (SFM) ou aguardar a publicação do Edital de 2020, do Programa de Eficiência Energética da Copel, que definirá os projetos que receberão recursos a fundo perdido. No caso de a própria prefeitura realizar, de forma independente, a etapa que leva à maior eficiência energética, os projetos devem seguir as referências utilizadas pelo Paranacidade.

Fonte: Portal Solar

GOVERNO ZERA IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE ENERGIA SOLAR

Equipamentos de energia solar terão os impostos de importação zerados até o final de 2021.

28/07/2020 

Equipamentos entram em lista de bens de capital que terão os impostos de importação zerados até o final de 2021

Equipamentos de energia solar terão os impostos de importação zerados até o final de 2021. Entre eles, bombas para líquidos, para uso em sistema de energia solar fotovoltaico que funciona com painéis solares que captam a luz e geram energia elétrica. Também entram na lista de produtos que passam a ter as tarifas de importação zeradas os rastreadores solares, que são aproveitados em grandes usinas para acompanhar a posição do sol ao longo do dia, o que aumenta a produtividade da unidade. 

“O governo Bolsonaro zera imposto de importação de equipamentos de energia solar. As resoluções publicadas no Diário Oficial da União surgem após sequência de isenções no mesmo sentido de cerca de 539 itens ligados ao combate do covid-19”.

Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) disse que a medida, que entra em vigor em 1° de agosto, atende uma solicitação feita pelas empresas diretamente ao Governo Federal.

Segundo ele, a expectativa é haver uma redução no valor que será pago pelo consumidor. “Para as empresas que vão utilizar esses equipamentos e também para os consumidores que vão comprar sistemas com esses equipamentos existe uma expectativa de redução do preço final desses equipamentos e desses sistemas”.

Energia limpa

O Ministério de Minas e Energia informou que as fontes renováveis de energia, que incluem hidráulica, eólica, solar e bioenergia, chegaram a 46,1% de participação na Matriz da Demanda Total de Energia de 2019, aumentando 0,6 ponto percentual em relação ao indicador de 2018. A energia solar cresceu 92% e a eólica, 15,5%, fontes que, somadas, contribuíram com 50% do aumento da participação das renováveis na matriz.  

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, a instalação de equipamentos de geração de energia solar tem grande potencial no Brasil e já corresponde por cerca de 3 gigawatts em potência instalada.

Fonte: Portal Gov.br

MINAS GERAIS GANHA 4 USINAS DE GERAÇÃO SOLAR DISTRIBUÍDA

Usina Solar Jardim II Foto: Divulgação / Alsol

15/07/2020

Com investimento de R$ 70 milhões, usinas vão gerar eletricidade suficiente para abastecer 20 mil residências

A Alsol Energias Renováveis, empresa do grupo Energisa, está investindo R$ 70 milhões em quatro usinas de geração solar distribuída em Minas Gerais.

Todas estarão conectadas até julho deste ano, com capacidade de geração de cerca de 20,3 MWp (Megawtt pico) – energia suficiente para abastecer 20 mil residências.

O foco principal dos projetos – dois deles já em operação – é o atendimento a pequenas e médias empresas, com objetivo de levar energia a custo mais competitivo a empreendedores neste momento de crise provocada pela Covid-19. Juntas, as quatro obras somam 240 empregos diretos.

“Temos um compromisso com os clientes de servir, estar próximo e suprir suas necessidades, ainda mais no cenário atual. Daí, a importância de seguirmos investindo neste segmento fundamental para a energia do futuro”, afirma o presidente da Alsol e vice-presidente de Geração, Transmissão e Serviços da Energisa, Geraldo Mota.

Cronograma

No fim de maio, a Alsol conectou a usina solar fotovoltaica Capim III, em Uberlândia (MG), com capacidade de 2,3 MWp, gerando energia de forma limpa e sustentável. Em janeiro, foi inaugurada a usina Jardim II, também em Uberlândia, com capacidade de geração de 6 MW.

Usina Solar Capim III - Foto: Divulgação | Alsol

A usina Santa Rosa começou a funcionar em junho e tem capacidade de geração de 6,1 MWp. Já usina Granja Marileusa I tem conexão prevista até o final de julho, com praticamente a mesma capacidade (5,9 MWp).

Fazendas solares

Os clientes dessas usinas são majoritariamente micro, pequenas e médias empresas, que atuam em segmentos essenciais, como supermercados, farmácias, padarias e açougues.

Neste modelo, a empresa faz todos os investimentos e comercializa cotas das fazendas solares. Com as cotas, os empreendedores podem obter descontos de aproximadamente 20% na fatura de energia.

As unidades de Jardim II, Capim III e Santa Rosa já tiveram 100% de suas cotas de energia contratadas, com cerca 500 unidades consumidoras aderindo à modalidade geração compartilhada, em que clientes localizados dentro da mesma área de concessão da distribuidora local usufruem de energia gerada por um mesmo sistema, através da compensação remota.

Usina Solar Granja Marileusa - Foto: Divulgação | Alsol

Impacto ambiental

Segundo a empresa, as fazendas solares têm baixo impacto ambiental, considerando parâmetros como solo, água e ar, e reduzem a necessidade de energia proveniente da matriz elétrica convencional, mais poluente. Estima-se que as quatro usinas somadas evitarão a emissão de aproximadamente 2,3 mil toneladas de CO2 por ano, o equivalente ao plantio de 9160 árvores.

“O investimento em energia limpa é uma dupla oportunidade para empreendedores que desejam reduzir custos, como as despesas com energia elétrica, e as suas emissões de poluentes. São duas questões que ganham ainda mais relevância na economia pós-pandemia, portanto, a energia limpa é uma aliada na recuperação econômica e no desenvolvimento regional”, destaca Gustavo Malagoli Buiatti, fundador e CTO da Alsol.

Fonte: CicloVivo

BAHIA INAUGURA MAIOR USINA DE ENERGIA SOLAR DO BRASIL




21/06/2017 

A maior usina de energia solar do Brasil começou a funcionar esta semana na Bahia

Localizado no município de Bom Jesus da Lapa, o novo empreendimento solar foi construído pela empresa Enel Green Power e espera abastecer mais de 166 mil residências anualmente. 

De acordo com a empresa responsável foram investidos cerca de 630 milhões de reais na construção e a expectativa é que a usina solar traga economia na conta de luz dos consumidores e também evite a emissão de 198 mil toneladas de gases poluentes na atmosfera nos próximos anos. A usina entrou em operação dois meses antes do prazo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

Chamada de Parque Solar da Lapa, a nova usina de energia solar foi dividida em duas plantas, uma responsável por gerar 80 megawatts de potência em Bom Jesus da Lapa e outra responsável pela produção de 78 megawatts, a qual é destinada a cidade de Lapa. 

Dados da empresa ressaltam que o contrato de fornecimento de energia vale por 20 anos e uma nova estratégia de comissionamento foi implementada na construção, de modo que a mudança permitiu uma redução de 70% no tempo necessário para colocar a usina em operação. Atualmente a Enel é responsável por um total de 1091MW de produção de energia renovável no Brasil, sendo dividido em energia solar e também eólica. 

Fonte: Portal Brasil Solar

Empresa inaugura sistema fotovoltaico para agricultura familiar no Brasil



28/06/2016

Na prática, o consumidor paga apenas a tarifa mínima

A empresa Solar Energy do Brasil acaba de vender seu primeiro sistema fotovoltaico para agricultura familiar, um projeto financiado pela linha de crédito incentivada pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) que opera somente com equipamentos com código Finame. O sistema adquirido deve ser deve ser instalado até o final de julho.

Segundo dados do Censo Agropecuário, realizado pelo IBGE em 2006, a agricultura familiar tem grande representatividade para o setor. Ela é responsável por cerca de 40% da produção agrícola no Brasil, além de gerar sete em cada dez empregos no campo. O levantamento revelou que 84,4% do total de propriedades rurais do país pertencem a grupos familiares e existem aproximadamente 4,4 milhões de unidades produtivas em território nacional.

Além de representar grande parte da produção rural, a agricultura familiar favorece o emprego de práticas produtivas ecologicamente mais equilibradas. Por esse e outros motivos, a energia elétrica solar para abastecimento do setor deve ser uma grande aposta para os próximos anos. "Acredito que a geração sustentável de energia seja o futuro da agropecuária no Brasil e, por isso, esse projeto representa um grande avanço para o setor”, argumenta Hewerton Martins, sócio fundador da Solar Energy do Brasil e vice-presidente da Absolar - Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica.

O sistema será instalado em Santa Maria do Oeste, cidade do interior do Paraná, que fica a 340 km da capital, Curitiba. O proprietário, José Varteni Gomes, desde 1986, cultiva milho, feijão, batata doce, mandioca e arroz, além da criação de gado, galinhas e manejo de três mil litros de leite por mês. Para o agricultor, 70% do seu gasto de energia é direcionado para a produção de insumos e manejo dos animais. “A geração de energia elétrica solar vai representar um grande avanço para minha produção, já que vou conseguir gerar energia para abastecer 100% das instalações e gerar uma grande economia na conta de luz. A redução de gastos vai proporcionar uma renda maior, que pode ser revertida em investimento para ampliar a produção”, explica Gomes.

A implantação do sistema só foi possível graças ao financiamento do Pronaf, que destina-se a incentivar projetos individuais ou coletivos, que gerem renda aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária. O programa possui as mais baixas taxas de juros dos financiamentos rurais, além das menores taxas de inadimplência entre os sistemas de crédito do país. “Vi a opção de gerar energia elétrica solar no jornal e meu filho encontrou a Solar Energy do Brasil na internet. Depois de entender como funcionava, fiz o pedido de financiamento ao Pronaf e em 45 dias estava aprovado”, explica o agricultor.

Para o processo funcionar como deve e garantir o abastecimento e a economia na conta de luz, a Solar Energy apresenta um estudo preliminar, considerando a área disponível, a incidência de luz e a média de consumo de energia pelo cliente. Com o orçamento aprovado, a empresa parte para o processo regulatório junto à concessionária local e depois para a instalação dos painéis fotovoltaicos e do inversor, que vai converter a energia gerada pelo sol para uso final.

O sistema é simples. Durante o dia, com a incidência da luminosidade solar, a energia é gerada. Aquilo que não é consumido origina um crédito junto à concessionária. Durante a noite, o usuário utiliza a energia que vem da rede, mas como tinha créditos, não paga por ela. Se produzir mais do que consumir, fica com bônus. Dá até para transferir para outras instalações e terrenos, desde que seja de uma mesma concessionária.

Na prática, o consumidor paga apenas a tarifa mínima. Um ponto importante é que a energia elétrica solar não tem nada a ver com aquecimento solar, que apenas aquece água. “Geramos energia elétrica comum, capaz de abastecer qualquer eletrodoméstico, eletroeletrônico, maquinário industrial ou, como no caso do sr. José, os equipamentos de plantio e manejo das terras. Dessa forma, não há nenhuma limitação para uso. Por isso, é tão vantajosa”, garante Hewerton.

Fonte: eCycle, com informações Rural Centro

COP21: COZINHAS SOLARES PARA O HAITI



09/12/2015

O projeto “Cozinhas Solares para Mont-Organisé” de AFNonlus na Conferência mundial sobre o clima de Paris, entre as 100 mil “Italian Energy Stories” de Enel e Fundação Symbola.

O projeto Cozinhas solares para Mont-Organisé (Haiti) «nasceu da necessidade de ajudar o Haiti a enfrentar a crise social e ambiental ligada ao desmatamento, introduzindo cozinhas de energia solar. Estes dispositivos baseiam-se na concentração de energia solar: geram energia térmica da luz do sol que passa através de uma lente.

A energia é armazenada numa ‘bateria’ térmica que pode manter calor por 20 horas, permitindo cozinhar até de noite. Os materiais escolhidos para realizar as cozinhas são sustentáveis e biodegradáveis e o dispositivo, obviamente, não necessita de combustível», explica o relatório realizado em vista da conferência sobre o clima de Paris (30 de novembro – 11 de dezembro de 2015). O relatório é dedicado a uma série de experiências excelentes na transformação italiana da eletricidade para produzir ou otimizar a energia sem emissões. O projeto foi destacado entre as “100 Italian energy stories” de Enel e Fundação Symbola.

O projeto Cozinhas solares para Mont-Organisé (Haiti) foi apresentado no dia 4 de julho na Expo 2015 de Milão pela AFNonlus, em colaboração com o Ente Nacional para o Microcrédito, o Departamento de Economia Agrária da Universidade de Nápoles Federico II, Tesla IA srl e PACNE ONG. Agora chega à Conferência mundial sobre o clima (Cop21) de Paris, onde líderes políticos e especialistas de 190 países estão empenhados em ajustar um programa capaz salvar o planeta.

«O desafio do clima, que de 30 de novembro a 11 de dezembro vê o mundo reunido em Paris para a COP21, não se refere apenas ao ambiente», sublinha o Relatório, «mas é um desafio geopolítico, tecnológico, econômico e social. Um desafio para o futuro, que podemos vencer. O compromisso é assumir com decisão a estrada do green economy, da eficiência e da energia limpa.

Enel e Symbola contam um novo percurso de inovação e de qualidade, de pesquisa e competitividade no estudo de ‘100 Italian Energy Stories’. Um percurso rumo à energia sustentável iniciado no nosso país [Itália] por empresas, agências de pesquisa e associações».

AFNonlus (Associação Ações para Famílias Novas onlus), inspirando-se nos princípios do Movimento dos Focolares, há mais de 30 anos trabalha em 50 países no apoio às famílias e às crianças desfavorecidas, por meio de projetos de cooperação para o desenvolvimento.




Quer gerar a sua própria energia solar?

Há um ano um projeto piloto da Caixa Econômica Federal e da empresa Brasil 
Solair instalou painéis fotovoltaicos nos condomínios Morada do Salitre e 
Praia do Roderadouro, em Juazeiro, BA. (©Carol Quintanilha / Greenpeace)

15/09/2015

Greenpeace abre edital para instalar painéis fotovoltaicos no telhado de uma instituição beneficente no Brasil

Se dependesse dos jogadores Solariza, os telhados brasileiros já produziriam energia suficiente para substituir a produção de duas usinas termelétricas e uma nuclear no Brasil. Em menos de quinze dias de jogo, os usuários já solarizaram o equivalente a mais de meio milhão de casas e prédios. Para comemorar o alcance desta meta e estimular as pessoas a seguir solarizando o país, o  Greenpeace irá presentear uma instituição beneficente com a instalação de um sistema fotovoltaico de aproximadamente 2kWp.

Os organizações interessadas em gerar sua própria energia, limpa e barata, podem se inscrever até o dia 31 de outubro de 2015, de acordo com as orientações do edital.

Cinco dessas entidades serão selecionadas por uma equipe técnica, levando em conta critérios divulgados no mesmo documento. E três delas serão escolhidas e apresentadas no site e nas redes sociais do Greenpeace até o dia 20 de novembro de 2015, para votação popular on-line. A organização que tiver mais votos até o dia 7 de dezembro de 2015 será anunciada dois dias depois como ganhadora.

O Solariza também vai presentear o melhor jogador com um sistema fotovoltaico em sua própria casa, como forma de reconhecimento por ter colaborado para mapear o potencial solar do Brasil.

Talvez, dessa forma, o governo federal e os parlamentares percebam que a revolução energética pode se tornar realidade – só precisa ser apoiada por eles.

Fonte: Greenpeace




Apple construirá usina de energia solar ao custo de US$ 850 milhões

12/02/2015

Planta ficará na Califórnia e produzirá energia para abastecer 60 mil casas.
Objetivo é alimentar data centers, escritórios e até lojas com energia limpa.

A Apple formalizará uma parceria com a empresa First Solar para construir uma usina de energia solar de US$ 850 milhões, afirmou Tim Cook, presidente-executivo da empresa, nesta terça-feira (10) durante o congresso anual de tecnologia do banco Goldman Sachs, segundo o site “Venture Beat”.

A planta será construída em Monterey County, na Califórnia (EUA). Segundo a Apple, a construção vai gerar energia para abastecer 60 mil casas. A fabricante do iPhone já produz energia solar na Carolina do Norte e em Nevada.

A fonte de energia renovável abastece, diz Cook, as centrais de dados da Apple. Agora, segundo o executivo, o objetivo é abastecer também os escritórios e as lojas varejistas. E a matriz energética não deve se concentrar apenas nos raios do Sol. Geração de energia a partir do vento, da água e até geotermal, estão na mira da Apple.

O mais novo data center da Apple, anunciado na semana passada, também será alimentado com energia solar. Ficará no Arizona e custará US$ 2 bilhões.

Fonte: G1


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