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Governo lança edital de R$ 500 mil para pesquisa em agricultura familiar



04/08/2016

O Governo de Mato Grosso, por meio do Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) e com o apoio da Secretaria de Estado Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf-MT), lançou, nesta semana, o edital induzido para pesquisas em grupo para o desenvolvimento e transferência de tecnologias na agricultura familiar.

Além de apoiar o desenvolvimento da pequena agricultura, o edital tem como objetivo que essas as propostas apontem soluções de problemas, ferramentas e metodologias modernas e inovadoras na agricultura familiar.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos de capital e custeio, no valor global estimado em R$ 500.000,00 oriundos da Fapemat e Programa de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico.

“Sugerimos este edital em reuniões com a Secitec e Fapemat desde o ano passado, pois acreditamos que o Estado deve estimular pesquisas e estudos que visam qualificar os projetos técnicos de apoio à agricultura familiar. Estamos satisfeitos com o lançamento do edital, que muito irá ajudar a nortear políticas públicas para as cadeias produtivas que trabalhamos”, comentou o secretário de Estado de Agricultura Familiar, Suelme Fernandes.

As propostas para o edital deverão ser enviadas até o dia 02 de setembro de 2016 e devem atender às seguintes linhas temáticas:

1.  Desenvolvimento e transferência de tecnologias apropriadas à agricultura familiar na cadeia produtiva da fruticultura;

2. Desenvolvimento e transferência de tecnologias apropriadas à agricultura familiar na cadeia produtiva da olericultura;

3. Desenvolvimento e transferência de tecnologias apropriadas à agricultura familiar na criação e manejo do pirarucu;

4. Desenvolvimento e transferência de tecnologias apropriadas à agricultura familiar em sistemas agroflorestais com cafeeiro;

5. Desenvolvimento e transferência de tecnologias apropriadas à agricultura familiar nas agroindústrias de base familiar.

Segundo o analista da Seaf, professor Luciano Ferreira, que é especialista em horticultura, as cadeias produtivas e temáticas da Seaf foram priorizadas neste edital, como a cafeicultura, piscicultura, olericultura e agroindústrias. “Este é o diferencial do edital induzido”, ressaltou.

Para inscrição no edital, o grupo de pesquisa deve estar devidamente cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa da plataforma Lattes do CNPq, há pelo menos um ano, certificado por uma instituição sediada em Mato Grosso.

Além disso, obrigatoriamente, o edital prevê que no mínimo dois membros da equipe do projeto devem ser da Seaf-MT. O resultado dos projetos vencedores será divulgado no dia 24 de outubro de 2016.

Fonte: Folha Max


Ministério da Saúde anuncia edital de R$ 20 milhões para pesquisas contra o Aedes aegypti



27/03/2016
  
Também será realizada nova fase da pesquisa do mosquito com a bactéria Wolbachia, capaz de reduzir a transmissão de doenças. Ações fazem parte do Plano de Enfrentamento ao Aedes aegypti e à Microcefalia

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, anunciou nesta quarta-feira (23), em Brasília (DF), o lançamento de edital de pesquisas contra o Aedes aegypti e as doenças transmitidas pelo mosquito. No total, serão disponibilizados R$ 20 milhões para estudos na área do controle do vetor, diagnóstico, prevenção e tratamento. O anúncio ocorreu durante cerimônia com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. A medida faz parte das ações do Eixo de Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes aegypti e à Microcefalia, lançado pelo Governo Federal em dezembro de 2015.

“Estamos dentro de um esforço grande no combate ao vírus da Zika. Esse é um desafio muito importante não só do Brasil, mas de toda a comunidade internacional, que é pesquisa, desenvolvimento e inovação para auxiliar o combate em todos os níveis (...). Precisamos de novo métodos para combater o mosquito transmissor da doença. Por isso, os investimentos que estamos anunciando hoje são de extrema importância. O nosso objetivo é avançar no conhecimento sobre o vírus de zika na oferta de diagnósticos, de vacinas e de medicamentos”, destacou a presidenta Dilma Rousseff.

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, também anunciou que o teste com o mosquito com a bactéria Wolbachia, pesquisa realizada em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), deve começar uma nova fase. “Vamos apoiar o desenvolvimento de pesquisas, de novas tecnologias para combate o mosquito, para diagnóstico, para prevenir a doença com a vacina. Já estamos com várias linhas de pesquisa para ter um diagnóstico mais rápido e preciso das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti. Mas também precisamos desenvolver tecnologias para combate o vetor e a contaminação do mosquito com bactéria Wolbachia é uma das mais promissoras”, ressaltou Castro.

Na próxima semana, representantes da Fundação Bill e Melinda Gates vêm ao Brasil para definir os próximos passos da pesquisa. Cidades como Rio de Janeiro e Niterói estão sendo estudadas como potenciais locais para a liberação do mosquito. Já foram feitos estudos pilotos na Ilha do Governador, do Rio de Janeiro, e no bairro de Jurujuba, em Niterói. Agora, a ideia é fazer a pesquisa contemplando toda a área territorial de uma cidade e com uma população maior.

Quando presente no Aedes aegypti, a bactéria é capaz de impedir a transmissão da dengue pelo mosquito. A proposta é usar os mosquitos como uma alternativa segura e autossustentável para o controle da dengue e de outros vírus, como Zika e Chikungunya. A iniciativa também acontece na Austrália, Vietnã, Indonésia e Colômbia.

PESQUISAS – A previsão do Ministério da Saúde é investir um total R$ 258 milhões em novas tecnologias nos próximos quatro anos dentro do eixo do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes aegypti e à Microcefalia. Até o momento, a pasta já se comprometeu com cerca de R$ 130 milhões para o desenvolvimento de vacinas, soros e estudos científicos para as doenças causadas pelo Aedes aegypti.

Diante da situação de emergência em saúde, a expectativa do governo federal é disponibilizar R$ 649 milhões para investimentos em ações de combate ao mosquito e às doenças relacionadas, diagnóstico, controle vetorial, pesquisas sobre o vírus zika, vacinas, tratamentos e inovação em gestão de serviços de saúde, saneamento e de políticas públicas. Além do Ministério da Saúde, também estão previstos recursos dos Ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação. Haverá ainda mais R$ 550 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) para o desenvolvimento, produção e comercialização de tecnologias.

Entre os projetos em andamento pelo Ministério da Saúde estão a produção de 500 mil testes nacionais de biologia molecular para a realização de diagnóstico de dengue, chikungunya e Zika pela Fiocruz. Hoje, o Brasil possui um teste para identificar cada doença, pois em cada processo são usados reagentes importados e, para descartar a presença da dengue e chikungunya, é necessário realizar cada exame separadamente.

Além disso, o Ministério da Saúde irá repassar R$ 11,6 milhões para a Fiocruz desenvolver pesquisa e vacina contra o vírus Zika. Do total, cerca de R$ 6 milhões (US$ 1,5 milhão) serão destinados para projetos de cooperação bilateral para pesquisas sobre o vírus Zika e microcefalia entre a Fiocruz e o National Institutes of Health (NIH). Os outros R$ 5,6 milhões serão para o desenvolvimento da vacina contra o vírus Zika.

Também está sendo analisada a inclusão do vírus Zika no teste NAT realizado nas bolsas de sangue em todo o país. O estudo será feito pelo Laboratório Biomanguinhos da Fiocruz, no Rio de Janeiro, que já detém a plataforma NAT no país, e a celeridade dos processos de registro ficarão a cargo de parceria firmada entre Anvisa e o FDA, agência reguladora dos EUA.

Outras parcerias entre os dois países estão em andamento, como a firmada com a Universidade Medical Branch, do Texas, para o desenvolvimento da vacina com o vírus Zika. A parceria no Brasil para desenvolvimento da vacina será com o Instituto Evandro Chagas (IEC), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. O governo brasileiro vai investir aproximadamente R$ 10 milhões nesse programa.

Para financiamento da terceira e última fase da pesquisa clínica para a vacina da dengue do Instituto Butantan, o Ministério da Saúde investirá R$ 100 milhões nos próximos dois anos para o desenvolvimento do estudo. Além da pasta, outros órgãos do governo federal devem colocar mais R$ 200 milhões. Também foi assinado, na mesma ocasião, investimento por parte do Ministério da Saúde de mais R$ 8,5 milhões no desenvolvimento de soro contra o vírus Zika.


Gabrielle Kopko, da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-2918 / 3580


Edital FNMA 01/2015 - Recuperação de Áreas de Preservação Permamente para Produção de Água



28/10/2015

Fundo Nacional do Meio Ambiente lançou o Edital FNMA 01/2015 – Recuperação de Áreas de Preservação Permanente para a Produção de Água, em 22 de setembro de 2015 (errata publicada em 19/10/2015). O edital tem como o objetivo promover a seleção de propostas que receberão recursos financeiros, não reembolsáveis, para realização de ações de recuperação florestal em áreas de preservação permanente localizadas em bacias hidrográficas cujos mananciais de superfície contribuem direta ou indiretamente para o abastecimento de reservatórios de regiões metropolitanas com alto índice de criticidade hídrica.

As propostas deverão ser apresentadas no Sistema de Convênios do Governo Federal – SICONV, até 08/11/2015. 

As seguintes instituições poderão apresentar propostas em atendimento ao Edital FNMA 01/2015: 

- Instituições públicas municipais;

- Instituições públicas estaduais;

- Instituições privadas sem fins lucrativos, conforme informações no edital;

- Concessionárias de abastecimento de água, conforme informações no edital.


Apresentações da Capacitação Presencial: 




Vídeos da Web Conferência:

Visão Global


Aspectos Financeiros e Siconv


Critérios de Pontuação e Check List


Os recursos do edital, no valor total de R$ 45 milhões, resultam da parceria entre o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Justiça e a Caixa Econômica Federal, por intermédio de seus órgãos de fomento e de apoio à gestão dos recursos hídricos no país. São eles:

Fundo Nacional do Meio Ambiente/MMA

Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal/SFB

Fundo Nacional sobre Mudança do Clima/MMA

Fundo de Defesa de Direitos Difusos/Ministério da Justiça

Fundo Socioambiental Caixa/CEF

Agência Nacional das Águas


Para mais informações, confira:





Quer gerar a sua própria energia solar?

Há um ano um projeto piloto da Caixa Econômica Federal e da empresa Brasil 
Solair instalou painéis fotovoltaicos nos condomínios Morada do Salitre e 
Praia do Roderadouro, em Juazeiro, BA. (©Carol Quintanilha / Greenpeace)

15/09/2015

Greenpeace abre edital para instalar painéis fotovoltaicos no telhado de uma instituição beneficente no Brasil

Se dependesse dos jogadores Solariza, os telhados brasileiros já produziriam energia suficiente para substituir a produção de duas usinas termelétricas e uma nuclear no Brasil. Em menos de quinze dias de jogo, os usuários já solarizaram o equivalente a mais de meio milhão de casas e prédios. Para comemorar o alcance desta meta e estimular as pessoas a seguir solarizando o país, o  Greenpeace irá presentear uma instituição beneficente com a instalação de um sistema fotovoltaico de aproximadamente 2kWp.

Os organizações interessadas em gerar sua própria energia, limpa e barata, podem se inscrever até o dia 31 de outubro de 2015, de acordo com as orientações do edital.

Cinco dessas entidades serão selecionadas por uma equipe técnica, levando em conta critérios divulgados no mesmo documento. E três delas serão escolhidas e apresentadas no site e nas redes sociais do Greenpeace até o dia 20 de novembro de 2015, para votação popular on-line. A organização que tiver mais votos até o dia 7 de dezembro de 2015 será anunciada dois dias depois como ganhadora.

O Solariza também vai presentear o melhor jogador com um sistema fotovoltaico em sua própria casa, como forma de reconhecimento por ter colaborado para mapear o potencial solar do Brasil.

Talvez, dessa forma, o governo federal e os parlamentares percebam que a revolução energética pode se tornar realidade – só precisa ser apoiada por eles.

Fonte: Greenpeace




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