Mostrando postagens com marcador Estados Unidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estados Unidos. Mostrar todas as postagens

PROTESTO CONTRA TRUMP FECHA EMBAIXADA DOS EUA NO HAITI

© AP Photo/ Dieu Nalio Chery

23/01/2018

Protestos contra o presidente Donald Trump fechou a embaixada dos Estados Unidos no Haiti na segunda-feira (22).

Mais de mil manifestantes marcharam em direção à embaixada, mas barricadas instaladas pela polícia impediram a sua chegada. Houve confronto e bombas de gás lacrimogênio foram lançadas em direção à multidão.

Em reunião para tratar da política migratória, Trump questionou os congressistas a razão dos Estados Unidos receberem pessoas de "países de merda" como o Haiti e nações africanas.

Após repercussão, Trump negou ter se expressado nestes termos e disse ser "a pessoa menos racista que você vai entrevistar um dia" para jornalistas. O linguajar do presidente é confirmado por políticos da oposição presentes na reunião.

"O racismo de Donald Trump é a verdadeira face da política de relações exteriores dos Estados Unidos", afirmava um dos cartazes dos manifestantes.



TRUMP ORDENA A MAIOR REDUÇÃO DE RESERVAS NATURAIS NA HISTÓRIA DOS EUA

Donald Trump na segunda-feira em Utah. Rick Bowmer AP

15/12/2017

Presidente permite o desenvolvimento de atividades como a extração de gás e petróleo, a mineração e a exploração de madeira

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na segunda-feira em Utah a maior redução de terrenos federais na história do país. A lei afetará duas reservas do Estado, habilitando por volta de dois milhões de hectares que pertenciam ao Governo para o desenvolvimento de atividades privadas. Com essa medida Trump continua com o desmonte das proteções a esse tipo de terreno aprovadas por seus predecessores.

“Alguns acham que os recursos naturais de Utah deveriam ser controlados por uns poucos burocratas de longe, em Washington. E querem saber? Estão equivocados”, disse o presidente em um discurso no Parlamento estadual, onde anunciou que 85% da Reserva Nacional Bears Ears e metade da Grand Staircase-Escalante deixarão de ser propriedade federal. “Juntos, alcançaremos um novo futuro de maravilhas e riqueza”, afirmou Trump em Salt Lake City.

A medida abre as portas à exploração das terras por meio de atividades como a extração de petróleo e gás, a mineração e a exploração de madeira. Também fomentaria a construção e o desenvolvimento comercial. Em abril, o presidente já assinou uma ordem para levantar o veto dessas explorações em terrenos federais. O terreno de Bears Ears foi designado sob proteção federal em 2016 pelo então presidente Barack Obama. O Grand Staircase-Escalante estava protegido desde 1996.

Nem tudo está definido. Grupos de proteção ao meio ambiente e membros de cinco tribos de índios americanos que vivem nas áreas naturais, entre eles os Navajo, homenageados pelo presidente na Casa Branca semana passada, afirmaram que apresentarão recursos contra a lei de Trump. “Tentamos nos reunir com o presidente sobre esse assunto. O terreno de Bears Ears (Orelhas de Urso, em português) é de vital importância para nós. A decisão, tomada sem nos consultar, não nos deixa outra opção a não ser lutar na Justiça”, afirmou o presidente dos Navajos. Como aconteceu com outras ordens polêmicas do presidente a decisão final sobre a medida pode ficar nas mãos dos tribunais.

O anúncio de terça-feira é uma vitória dos republicanos que durante anos consideraram que o Governo possuir terras significava um abuso de poder. Não se descarta que Trump reduza os terrenos de outras reservas. Em abril, o republicano ordenou ao seu secretário do Interior a revisão dos 27 terrenos como os dois de terça que existem no país.

Fonte: EL PAÍS

EUA ENCERRAM REGRA QUE PERMITIA RESIDÊNCIA A MILHARES DE HAITIANOS NO PAÍS

© AFP 2017/ Hector Retamal

23/11/2017

O gabinete presidencial de Donald Trump anunciou que não vai renovar o status de proteção temporária (TPS) para mais de 50 mil haitianos com residência legal provisória nos EUA "devido aos notáveis ​​progressos realizados desde o terremoto de 2010 no Haiti".

Anteriormente, o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) explicou que a decisão de fazer mudanças na política de imigração em relação ao Haiti foi feita após uma revisão completa das condições atuais do país. Os especialistas dos EUA acreditam que as "condições causadas pelo terremoto de 2010 não existem mais".

"A Secretária interina da Segurança Interna Elaine Duke anunciou sua decisão de encerrar a designação do Estatuto de Proteção Temporária para o Haiti com uma data efetiva de 18 meses para permitir uma transição ordenada antes que a designação termine em 22 de julho de 2019", disse o comunicado do DHS.

Em maio, o Departamento decidiu fornecer uma extensão de seis meses aos refugiados haitianos. De acordo com o DHS, com a recuperação do devastador terremoto de 2010, quase 98% dos campos de pessoas deslocadas no Haiti encerraram as atividades.

Entretanto, autoridades haitianas e vários legisladores renomados dos EUA pediram que os haitianos permaneçam, citando a atual turbulência política e econômica em um dos países mais pobres do Hemisfério Ocidental.

De acordo com meios de comunicação dos EUA, a maioria das pessoas com status TPS chegou aos EUA ilegalmente. Eles evitaram a deportação de acordo com uma lei dos EUA de 1990 que permite que os imigrantes permaneçam legalmente se existir instabilidade existe em seus países de origem como resultado de catástrofes naturais ou conflitos armados.

NOVE PAÍSES COM PODER NUCLEAR TÊM UM ARSENAL DE 14.934 ARMAS

Kim Jong Um observa o lançamento de um míssil Hwasong-12 nesta foto sem data. 
Reuters Carlos Torralba

19/11/2017

Países que possuem armas reduziram reservas nucleares nos últimos anos, mas multiplicaram investimento

As armas nucleares estão em poder de nove países. Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido, Índia, Paquistão, China, Israel e Coreia do Norte armazenavam no começo de 2017 quase 15.000 dispositivos desse tipo, de acordo com dados do Instituto de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (SIPRI).

Esses Estados reduziram suas reservas atômicas nos últimos anos, mas multiplicaram o orçamento e estão em um ambicioso processo de renovação. O Escritório de Orçamentos do Congresso norte-americano anunciou um investimento de 400 bilhões de dólares (1,26 trilhão de reais) durante o próximo decênio e o Parlamento britânico aprovou há um ano, com respaldo de 80% dos deputados, a renovação de seu envelhecido arsenal com um custo inicial de 40 bilhões de libras (165 bilhões de reais).

Os norte-americanos e os russos são, de longe, os que acumulam mais armas desse tipo (6.800 e 7.000 respectivamente). Depois vêm os arsenais da França, com 300; China, com 270, e o Reino Unido, com 215. Mas nem todas essas armas estão ativadas (ou seja, colocadas em mísseis e localizadas em bases com forças operativas). De fato, somente quatro países (Estados Unidos, Rússia, Reino Unido e França) contam, segundo dados do SIPRI, com alguma mobilização nuclear. Esse é o cenário no qual o Comitê Nobel Norueguês premiou com o Nobel da Paz de 2017 a ICAN, a campanha para se proibir esses dispositivos.

O arsenal nuclear ativo se reduziu a 9.425 ogivas nucleares no começo do ano, o número mais baixo desde 1959, mas as armas modernas são muito mais precisas e letais. A tendência iniciada em meados dos anos oitenta – o máximo histórico foi de 64.500 em 1986 – e diminuída nos últimos anos contrasta com o maior investimento dos Estados com armamento nuclear para renovar seu material atômico. A Rússia e os Estados Unidos têm 93% de todas as ogivas nucleares.




Apesar de nenhum dos nove Estados com capacidade nuclear ter dado indícios de querer desmantelar seu arsenal, a Comissão de Desarmamento da ONU apresentou em maio um projeto inicial de um tratado global para se proibir todas as armas nucleares.

A redução constante do total de armas nucleares se deve principalmente a três acordos pactuados entre Moscou e Washington desde 1991. Apesar do número ter caído a níveis dos anos cinquenta, a capacidade de destruição das armas atômicas cresceu exponencialmente e têm uma balística muito mais refinada. Há sete anos os EUA e a Rússia não mantêm conversas de desarmamento, apesar dos esforços de especialistas dos dois países.




A ameaça nuclear mais importante vem atualmente do último país a entrar na corrida bélica nuclear, a Coreia do Norte, que começou a acumular armas em 2006 e que em 2017 aumentou a quantidade de testes e ameaças aos EUA e seus aliados.

Fonte: EL PAÍS

ECLIPSE SOLAR IRÁ COBRIR O SOL COMPLETAMENTE NOS EUA; VEJA COMO SERÁ NO BRASIL



21/08/2017

No dia 21, raro fenômeno deverá juntar milhares de pessoas na América do Norte.

Por Carolina Dantas, G1

Hoje, dia 21 de agosto, os moradores de uma faixa de terra dos Estados Unidos verão um sol negro. É o eclipse solar total, um dos fenômenos mais aguardados pela agência espacial americana (Nasa) neste ano. No Brasil, ele será visto de forma parcial -- quanto mais ao Norte, mais coberto estará o sol.

A última vez que a maioria dos norte-americanos experimentou um eclipse total foi em 1991. Neste ano, de acordo com a Nasa, o fenômeno poderá ser observado por 500 millhões de pessoas de forma total ou parcial: 391 milhões nos Estados Unidos, 35 milhões no Canadá e 119 milhões no México (além da América Central e parte da América do Sul).

O trecho mais intenso para a observação vai de Lincoln Beach, em Oregon, até Charleston, na Carolina do Sul. Nesta região, o sol ficará completamente preto durante pouco tempo: 2 minutos e 40 segundos -- a transição completa será de mais de 4 horas.

(Foto: Arte/G1)

A expectativa está grande. Milhares de hoteis estão lotados na faixa de terra que ocorrerá a escuridão e eventos estão com ingressos esgotados há meses. A pesquisa "eclipse 2017" no Google produziu mais de 35 milhões de acessos.

No topo do Brasil, no monte Caburaí, o eclipse será parcial: cerca de 50% de escuridão. O trecho contemplado pela penumbra chega até Brasília, mas com apenas 1,96%. Nestas regiões com baixo índice, os observadores podem, talvez, notar apenas uma diminuição do brilho do sol.

Mais de perto

Este é o segundo e último eclipse registrado neste ano: o primeiro ocorreu em 26 de fevereiro. Era do tipo anular, quando há uma faixa de luz ao redor do sol, formando uma espécie de um "anel de fogo". Ele foi visto no Pacífico, no Chile, na Argentina, na África.

Em 2018, a Terra não terá eclipses totais -- em que o sol é totalmente coberto. O próximo ocorre em 2 de julho de 2019 e mais perto: terá mais abrangência no Brasil e seu trajeto de escuridão será na América do Sul.

Eclipse solar é visto em 26 de fevereiro de 2017 em Coyhaique, no Chile 
Foto: REUTERS/Stringer

Cientistas britânicos preocupados pela pesquisa sobre o clima com chegada de Trump

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, na Trump Tower, 
em Nova York, no dia 13 de janeiro de 2017 - AFP

16/01/2017

Mais de 100 dos climatologistas mais reconhecidos do Reino Unido pediram nesta segunda-feira à primeira-ministra britânica, Theresa May, que atue para que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, mantenha a pesquisa pública sobre o aquecimento global.

“Estamos prontos a apoiar e ajudar nossos colegas dos Estados Unidos (…) a resistirem contra qualquer tentativa política de frear ou interferir nas pesquisas vitais sobre as mudanças climáticas”, escreveram os cientistas em uma carta aberta para May, à qual a AFP teve acesso.

O presidente eleito americano afirmou que o aquecimento global é um mito e nomeou para seu futuro gabinete personalidades que compartilham essa visão ou que se opõem às políticas de proteção do meio ambiente.

No final de novembro, após a eleição, um de seus conselheiros pediu o fim dos programas de pesquisa sobre o clima da Nasa, que fornece dados essenciais a cientistas do mundo inteiro.

May deve pressionar Trump para que este “reconheça as evidências científicas sobre os riscos das mudanças climáticas” e apoie o acordo de Paris adotado no final de 2015, afirmam os cientistas britânicos na carta.

Sob este acordo, a comunidade internacional se comprometeu a limitar o aquecimento global abaixo de 2ºC, em relação aos níveis pré-industriais, e a ajudar financeiramente os países mais pobres a desenvolver energias limpas e lidar com os impactos das mudanças climáticas.

O Reino Unido “deve se preparar para responder de forma resoluta” em caso de que o novo governo Trump adote medidas contra as pesquisas sobre o clima, acrescentam os cientistas.

Em entrevistas a dois jornais europeus publicadas nesta segunda-feira, Trump reafirmou sua intenção de se reunir com May logo após sua posse, que ocorrerá na próxima sexta-feira.

O Reino Unido tem várias instituições líderes no mundo para o estudo do aquecimento global e seus impactos, incluindo o Centro Tyndall de Pesquisas sobre as Mudanças Climáticas e o Instituto de Mudanças Ambientais da Universidade de Oxford.

A ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher foi a primeira líder mundial a reconhecer publicamente os riscos das mudanças climáticas, em 1988, observaram os cientistas.

Fonte: ISTO É

Exibição de fotos da natureza reduziu violência em presídio, diz estudo



10/09/2016

O experimento foi realizado em uma prisão de segurança máxima no estado americano de Oregon chamada The Snake River

Manter contato com a natureza é uma estratégia muito usada por quem precisa diminuir o estresse acumulado no dia a dia. Cenários como matas, cachoeiras e campos abertos têm uma comprovada capacidade de acalmar as pessoas. Agora, um estudo apresentado recentemente na 124ª Convenção Anual da Associação de Psicologia Americana sugere que o poder tranquilizante dessas paisagens se mantém mesmo quando elas são admiradas pela tela de um vídeo. Para testar a hipótese, cientistas recorreram a um dos espaços mais tensos da contemporaneidade: uma penitenciária.

Segundo os pesquisadores, vídeos que mostram imagens de oceanos, florestas, rios, cenas de aquário e da Terra vista do espaço parecem reduzir a agressividade e o mau comportamento de detentos. “Nós precisamos da natureza para o nosso equilíbrio físico e psicológico. Ainda que o contato direto com o meio ambiente seja mais eficaz, estudos têm mostrado que a exposição indireta a ele pode proporcionar um alívio temporário do estresse psicológico na vida diária”, explica, em um comunicado, Patricia Hasbach, coautora do estudo e psicoterapeuta do Instituto Northwest Ecotherapy, nos Estados Unidos.

O experimento foi realizado em uma prisão de segurança máxima no estado americano de Oregon chamada The Snake River. Foram avaliados 48 presos abrigados em um bloco com celas e condições de vida iguais. Metade do grupo continuou com suas atividades normais, mas os outros 24 detentos passaram a contar com a exibição dos vídeos durante seu tempo de recreação, o que ocorria de três a quatro vezes por semana.

A intervenção durou um ano. Nesse período, constatou-se que, nos homens expostos às imagens de natureza, uma redução do comportamento agressivo em relação ao outro grupo de prisioneiros. “Levantamentos internos e entrevistas de estudo de caso com os presos sugeriram que emoções e comportamentos negativos, como agressão, angústia, irritabilidade e nervosismo, foram reduzidos após a visualização de vídeos. E isso durou até por horas após a visualização”, detalha Hasbach.

A autora destaca que até problemas recorrentes dentro da instituição, como brigas violentas e discussões apresentaram uma diminuição considerável. “Descobrimos que os presos que assistiram aos vídeos de natureza tiveram uma redução de 26% em suas infrações violentas”, informa. “Isso representa 13 incidentes violentos a menos ao longo do ano, uma redução substancial, uma vez que quase todos esses eventos resultam em lesões de presos ou funcionários”, complementa.

Lembranças

Na avaliação de Bernardo Cherulli, psicólogo especialista em terapia cognitiva, o estudo foi bem conduzido, o que o torna confiável, e traz resultados interessantes. “O assunto escolhido é de alta relevância, já que se trata de um problema real, para o qual são necessárias novas soluções. A pesquisa mostra como uma intervenção simples e barata pode melhorar a qualidade de vida tanto dos prisioneiros quanto de quem trabalha nas prisões”, opina o especialista, que não participou do estudo.

Cherulli também acredita que as imagens vistas pelos presos podem ter trazido tranquilidade por invocar sensações boas. “Mesmo que um indivíduo seja criado em um contexto urbano, imagens desse tipo são desde cedo relacionadas à paz e à tranquilidade. Comerciais de tevê, filmes e histórias contatadas na infância trazem uma ideia de que, quando estamos em uma praia ou próximos a uma floresta, ficamos em paz. Com isso, emparelhamos esses ambientes com momentos agradáveis ou de conquista, como se fosse um prêmio poder usufruir desses momentos. Assim, imagens da natureza podem ativar memórias e crenças, evocando bons sentimentos que levam a bons comportamentos”, considera.

Segundo Letícia Guedes, psicóloga da clínica Vivencialle, em Goiânia, efeitos semelhantes foram observados em outros grupos. “Algumas pesquisas, por exemplo, descrevem a melhora de pacientes internados quando entram em contato com a natureza”, diz. “Sem dúvida alguma, a natureza é capaz de reduzir o estresse e a ansiedade, melhorar a criatividade e, consequentemente, afetar a produtividade, além de causar sensação de bem-estar e felicidade”, acrescenta.


Dia da Terra em Newark será celebrado com reciclagem de eletrônicos

O lixo eletrônico (E-waste), caso seja jogado fora com o lixo comum, pode provocar 
a liberação de elementos químicos nocivos ao meio-ambiente (Detalhe)

17/04/2016

Este ano, as comemorações serão marcadas pelo recolhimento gratuito de equipamentos eletrônicos (E-waste) no Ironbound

Todo mês de abril, o Vereador Augusto Amador celebra o “Dia da Terra no Ironbound”, em Newark. Durante a ocasião, ativistas e voluntários informam os moradores no bairro sobre a importância da preservação do meio-ambiente e seus recursos naturais. Esse ano, as comemorações serão realizadas com o recolhimento gratuito de aparelhos eletrônicos (E-waste) para reciclagem apropriada. Entre 18 a 22 de abril, serão aceitos no Little City Hall, na 113 Monroe St., os seguinte itens: Computadores, laptops, monitores, aparelhos de televisão, rádios, estéreos, copiadoras, máquinas de fax, CD players, impressoras, fornos de micro ondas, eletrodomésticos, aparelhos telefônicos e celulares, máquinas fotográficas e vídeo câmeras, jogos eletrônicos, entre outros artigos.

Entretanto, não serão aceitos para reciclagem os seguintes itens: Líquidos, pilhas avulsas, cartucho de impressoras, lâmpadas fluorescentes, lavadoras e secadoras de roupas, fogões, ar condicionado, refrigeradores e etc.

. O lixo eletrônico:

Na última década, vem aumentando por parte das autoridades a preocupação com o acúmulo de lixo eletrônico (E-waste), pois a área de informática não era vista anteriormente como uma indústria poluidora, fato que mudou nos últimos anos. Ao serem jogadas no lixo comum, as substâncias químicas presentes nos componentes eletrônicos, como mercúrio, cádmio, arsênio, cobre, chumbo e alumínio, penetram no solo e nos lençóis freáticos contaminando plantas e animais por meio da água, podendo provocar a contaminação da população através da ingestão desses produtos.

O avanço tecnológico tem encurtado o período de vida útil dos equipamentos de informática, o que pode gerar sérios impactos ambientais com o lixo eletrônico derivado do processo de produção e consumo, consequentemente, causando danos ao meio-ambiente e seres humanos.

. Colaboração dos moradores:

A brasileira Cláudia Garzesi, assistente do vereador, encorajou todos os moradores no Ironbound a participarem da campanha.

No último dia da campanha, 22 de abril, das 7:00 am às 2:00 pm, chova ou faça sol, o recolhimento dos eletrônicos será feito no Parque Peter Francisco, localizado entre o Edison Place e a Ferry St., próximo à Penn Station. O evento tem o apoio da Panasonic, Ironbound Improvement District, Covanta, Prefeitura de Newark, URC e o Vereador Augusto Amador.

Mais informações sobre o recolhimento dos eletrônicos podem ser obtidas através dos tel.: (973) 733-3665, (973) 733-5309, (973) 491-9191 ou do website: www.goironbound.com

Brazilian Voice

SUPREMO DOS EUA SUSPENDE PLANO DE CORTE DE EMISSÕES POLUENTES PROPOSTO POR OBAMA

Foto: Doutíssima
11/02/2016

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos suspendeu nessa terça-feira (9) um ambicioso programa de redução de emissões poluentes por centrais térmicas proposto pelo presidente norte-americano, Barack Obama.

A intervenção da mais alta instância judicial dos Estados Unidos foi requerida por 27 estados - a maioria governada pelo partido Republicano -, que contestam o programa de promoção de energias limpas, assumido por Obama como um dos pilares de sua política de combate às alterações climáticas.

A decisão suspende a aplicação do Clean Power Plan (Plano da Eenergia Limpa), concebido pela Agência de Proteção ambiental (EPA) dos Estados Unidos e que impõe às centrais elétricas reduções drásticas das emissões de dióxido de carbono (um dos principais agentes do efeito estufa), de 32% até 2030, em relação aos níveis de 2005.

Por cinco votos a quatro, o Supremo norte-americano decidiu manifestar publicamente o seu desacordo com a decisão.


CENTENAS DE CRIANÇAS IMIGRANTES PASSARÃO NATAL EM CENTROS DE DETENÇÃO NOS EUA

24/12/2015

Centenas de mães e crianças centro-americanas passarão este Natal em frios e pouco acolhedores centros de detenção, enquanto cerca de 600 menores que cruzaram sozinhos a fronteira terão uma "Noite Feliz" em albergues juvenis.

Embora para muitas crianças o Natal seja a melhor época do ano onde se reúnem com sua família para jantar e abrir seus presentes, para centenas de menores e famílias imigrantes este será um Natal no qual ficarão fechados em um centro de detenção, sob a custódia de autoridades migratórias a quilômetros de distância de seus lares, por terem cruzado a fronteira ilegalmente.

"Eles (os detidos) nos perguntam se achamos que poderão passar o Natal com sua família, mas é uma coisas para a qual não temos a resposta, porque cada caso tem um tempo diferente, o que sabemos é que muitos passarão o Natal em um centro de detenção, as mães com seus filhos", disse à Efe Ian Philabaum, representante do projeto CARA.

Essa iniciativa agrupa a Associação Americana de Advogados de Imigração (AILA) e outras organizações que oferecem ajuda legal para representar e defender as famílias nos centros residenciais Dilley e Karnes, no Texas.

"Não sabemos se terão uma celebração ou se não farão nada para eles. Sabemos que os oficiais sabem que o dia 24 é uma data importante para eles, muitos conservam a esperança de sair até o Natal", acrescentou Philabaum, assinalando que há cerca de 1.200 pessoas, mães com crianças, detidos nos centros.

Outros como a Rede Católica Legal de Imigração (CLINIC) considerou que este será um Natal frio para todas as crianças e famílias que deverão passar a noite acomodados em frias celas à espera de que seu caso seja escutado por um juiz e ter uma oportunidade de permanecer no país, enquanto outros comemorarão em seus lares com jantares e presentes.

"O advento e a temporada do Natal trará muitas lembranças de Maria e José, sua luta para encontrar um local para o nascimento de seu filho Jesus. Inclusive, mais pertinente com a história dos que cruzam a fronteira hoje, é a história que a igreja lembra da fuga da sagrada família para o Egito", disse à Efe Jeanne Atkinson, diretora-executiva da CLINIC.

Atkinson assinalou que as famílias que estão chegando ao país e que permanecem detidas nos centros de detenção no Texas, vêm na busca de refúgio fugindo das gangues, da pobreza e de outras ameaças em seus países de origem e da mesma forma que José e Maria merecem um lugar de segurança, amparo e refúgio.

O Escritório de Controle de Imigração e Alfândegas (ICE), que tem sob sua responsabilidade os centros residenciais familiares, enviou um comunicado à Efe dizendo que as famílias terão uma celebração do Natal dentro destes centros.

"O ICE organizou um calendário de vários eventos para os dias de festa para as famílias que estão nos centros residenciais. As atividades da temporada programados incluem um programa natalino para as crianças e uma visita de Papai Noel que vai tirar fotos e distribuirá presentes. Os residentes também terão a opção de participar de um serviço religioso no dia do Natal", assinalou um comunicado do órgão migratório.

As organizações religiosas no Texas e representantes de consulados centro-americanos no Arizona recolheram donativos para entregar presentes às crianças nos albergues e fazer deste Natal um pouco mais agradável, apesar das circunstâncias difíceis.

Para isto, o governo entregou uma lista específica dos presentes que as crianças podem receber.

Enquanto isso, o governo segue de perto o movimento de migração de crianças sozinhas e famílias pela fronteira sul, especialmente por Texas e Arizona.

"Estamos monitorando os números para saber se é necessário abrir o (albergue) da Califórnia. Até agora não temos data para isso, tudo depende de como vai ser o fluxo", declarou à Efe Andrea Helling, diretora de Comunicação do Departamento de Saúde e Serviços Humanos.

Helling assinalou que na sexta-feira passada aumentou para 700 a capacidade de um dos albergues provisórios abertos no Texas, onde já há cerca de 500 crianças.

Ela acrescentou que abriram outra instalação em Sabino Creek Ranch, um acampamento de verão dirigido por membros de uma igreja cristã, onde abrigarão até 300 crianças.

"Este é somente a segunda instalação temporária que estamos abrindo", disse Helling.

Fonte: Terra

Vazamento tóxico tinge rio cor de mostarda nos EUA

Vazamento teve início nesta piscina da mina Gold King, que chegou ao rio Animas

12/08/2015

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) disse que um vazamento que tingiu de cor mostarda as águas do rio Animas, no Estado do Colorado, é três vezes maior do que a estimativa inicial.

O rio, no oeste dos EUA, está interditado desde 5 de agosto, quando cinco funcionários da agência despejaram, acidentalmente, água tóxica armazenada na piscina da mina desativada Gold King.

Chumbo, cádmio, alumínio e arsênico estão entre os metais pesados no lodo que contamina o Animas.

Fazendas e populações ribeirinhas que dependem do rio para irrigação e subsistência foram alertadas para não usar a água.

A EPA diz agora que mais de 11 milhões de litros de águas residuais chegaram ao rio – inicialmente, a agência afirmou que o vazamento teria sido de cerca de 4 milhões de litros.

Ambientalistas criticaram duramente as autoridades por sua suposta lentidão na diagnose e combate ao vazamento tóxico.

Incidente teve início quando funcionários da Agência de Proteção Ambiental 
liberaram acidentalmente a água tóxica ao rio

Rio de cor mostarda atingiu diversas cidades ao longo de 160 km

Autoridades realizam testes para proteger fontes de água potável 
mas poços podem ter sido afetados

População foi aconselhada a ficar longe do rio, e agência faz testes 
para verificar possíveis danos à saúde

Autoridades têm realizado testes para proteger fontes de água potável, mas mais de mil poços podem ter sido afetados pela água amarelo-escuro, que se espalha por 160 km, até o Estado vizinho do Novo México.

A agência ambiental diz que ainda está realizando testes para verificar os danos que o vazamento pode causar à saúde e que a vida selvagem não corre "perigo significante".

O rio Animas também costuma ser usado por empresas e esportistas para atividades de canoagem – que foram suspensas até segunda ordem.

Fonte: BBC Brasil


Brasil e Estados Unidos fecham acordo sobre combate à mudança do clima

O acordo prevê investimentos em fontes renováveis de energiaRoberto Stckert Filho/PR

01/07/2015

O Brasil e os Estados Unidos fecharam acordo bilateral de compromissos para mitigar as causas da mudança do clima. O Brasil se comprometeu a acabar com o desmatamento ilegal de florestas. O documento informa que o Brasil pretende restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030.

Os países pretendem atingir a meta de 20% de participação de fontes renováveis em suas matrizes energéticas. O acordo foi fechado na visita da presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos.

A Declaração Conjunta Brasil-Estados Unidos sobre Mudança do Clima afirma que o governo brasileiro implementará políticas para eliminação do desmatamento ilegal, em conjunto com o aumento ambicioso de estoques de carbono por meio de reflorestamento e da restauração florestal.

Os presidentes afirmam, no comunicado, que reconhecem a necessidade de acelerar o emprego de energia renovável para ajudar a mover as economias e propõem a adoção de “ações ambiciosas”. Os dois países pretendem atingir, individualmente 20% de participação de fontes renováveis – além da geração hidráulica – em suas respectivas matrizes elétricas, até 2030.

Dilma e Obama se comprometeram a trabalhar em cooperação para gerar energia 
nuclear seguraRoberto Stuckert Filho/PR

Dilma e Obama expressaram compromisso de trabalhar para superar potenciais obstáculos a um acordo na Conferência de Paris sobre Mudança do Clima, no final deste ano, na França. Eles afirmaram no comunicado que buscam um acordo ambicioso que reflita o princípio das responsabilidades comuns, mas diferenciadas por causa das circunstâncias de cada país.

Os presidentes lançaram uma Iniciativa Conjunta sobre Mudança do Clima, que será implementada por meio de um novo grupo de trabalho. O objetivo é ampliar a cooperação bilateral em questões relacionadas ao uso da terra e da energia limpa, bem como diálogos políticos sobre a questão climática nacional e internacional.

Também foi acertada a promoção de ações sobre o uso sustentável da terra. A declaração conjunta afirma que os dois países querem promover ações em florestas, na agricultura e no uso da terra, e contribuir para mitigar a mudança do clima, assim como estimular o crescimento econômico.

Os dois países querem adotar novos e melhores modelos de gestão de suas florestas, terras agrícolas e pastagens. Também está prevista a troca de informações e de conhecimento com outras nações.

Em busca de uma cooperação em energia limpa, o Brasil e os Estados Unidos fortalecerão mecanismos de cooperação bilateral sobre o setor. Os países querem ampliar as pesquisas sobre oferta de energia de fontes renováveis, tais como energia eólica, solar e combustíveis renováveis de transporte. Pretendem, também, ampliar as pesquisas em desenvolvimento e inovação na área de energia e promover a cooperação entre universidades e instituições nos dois países.

O comunicado conjunto diz que o Brasil e os Estados Unidos vão trabalhar em cooperação na geração de energia nuclear segura e sustentável. Além disso,  também compartilharão experiências para criar resiliência aos impactos da mudança do clima em áreas como biodiversidade e ecossistemas, infraestrutura, produção agrícola e segurança alimentar, e recursos hídricos.

Das 100 maiores empresas do país, 82% já adotam ações de mitigação ou de adaptação às mudanças climáticas, revela pesquisa do Instituto Datafolha para o Observatório do Clima e para o Greenpeace, feita nos meses de março e abril deste ano.

As iniciativas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas são variadas:  vão desde soluções para reduzir o consumo de água e energia (apontado por 40% das empresas) até ações para diminuição de poluentes (23%) e campanhas de educação e conscientização (12%).

“Muitas empresas adotam medidas para lidar com os desafios da mudança climática ou se preparam para adotar medidas para lidar com esses impactos e suas consequências, tal como a escassez de insumos como a água”, disse Carlos Rittl, secretário executivo do Observatório do Clima.

Fonte: EBC


Obama assina decreto para reduzir 40% das emissões dos EUA até 2025

Obama assina nesta quinta-feira (19) decreto que prevê a redução das emissões 
de gases do efeito estufa pelo governo dos EUA (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)

20/03/2015

Decreto foi assinado após acordo com a China, no ano passado.
Redução será equivalente às emissões de 5,5 milhões de carros em um ano.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira (19) um decreto que fixa como meta reduzir em 40% as emissões de gases causadores do efeito estufa pelas agências federais dos Estados Unidos até 2025.

O decreto, que também prevê o investimento em energia limpa, foi assinado após acordo de coperação com a China, acertado no ano passado. Juntos, os dois maiores poluidores mundiais se comprometeram a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa na atmosfera. O acordo, que foi negociado durante meses pelos dois países, pretende promover um pacto em nível global, visando a Conferência sobre Mudança Climática que acontecerá em Paris neste ano.

"São objetivos ambiciosos, mas sabemos que é possível alcançá-los", declarou o presidente norte-americano, que visitou o teto do edifício que abriga o Departamento de Energia, em Washington, onde foram instalados painéis solares, de acordo com a agência France Presse.

"É importante dar o exemplo a nível de governo federal", ressaltou Obama, afirmando sua vontade de "fazer tudo para melhorar a eficácia energética da economia norte-americana".

Redução
Em 10 anos, a eletricidade procedente de fontes renováveis utilizada pelo governo - que dispõe de uma frota de 650 mil veículos assim como 360 mil edifícios em todo o país - deverá alcançar 30%.

Segundo os cálculos do executivo norte-americano, estas medidas, juntamente com novos compromissos de grupos privados que trabalham com o Estado, permitirão reduzir as emissões a um equivalente às emissões de 5,5 milhões de carros em um ano.

Após destacar o rápido desenvolvimento da energia solar nos Estados Unidos, Obama enfatizou que o ritmo de crescimento de empregos no setor é "dez vezes superior" ao da economia geral.

Inovação
O decreto deve "impulsionar a inovação", disse Brian Deese, conselheiro do presidente. "É uma boa notícia para o meio ambiente, para a economia e para o contribuinte norte-americano", afirmou.

Diante da feroz oposição dos republicanos no Congresso, incluídos vários que colocam em xeque a existência do aquecimento global, Obama alavanca o debate sobre a regulação nesta matéria, particularmente ao estabelecer novas normas para as usinas de carbono através da Agência de Proteção Ambiental.

Washington se comprometeu a reduzir entre 26% e 28% das emissões norte-americanas de gás de efeito estufa de hoje a 2025 em comparação com 2005.

Fonte: G1 Natureza


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...