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Detran orienta a preservar o meio ambiente no trânsito

Além de prejudicar o meio ambiente, práticas ruins agridem a saúde humana (Foto: Ascom Detran)

19/09/2016

A preservação do meio ambiente é uma responsabilidade de todos. Por isso, o Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC) orienta a população a atentar para as práticas que possam prejudicar o meio ambiente.

Uma das maiores causas da poluição é a emissão de gases produzidos pelos veículos automotores. Além de prejudicar a atmosfera, eles aumentam as chances de dano à saúde, podendo desenvolver graves problemas respiratórios, entre outras doenças.

Para evitar que o veículo emita gases poluentes, são fundamentais medidas de prevenção e cuidado, como realizar manutenção periódica do motor, controlar a pressão dos pneus, manter a bateria carregada e em boas condições, conservar o óleo do motor no nível determinado, evitar reduções constantes de marcha, acelerações bruscas e freadas em excesso e manter uma velocidade constante.

Outro contribuinte que gera a poluição do meio ambiente no trânsito é o lixo gerado pelos condutores, que na maioria das vezes é despejado nas ruas.

Para evitar essas ações, o ideal é que os motoristas tenham sempre uma pequena lixeira no veículo e os pedestres procurem o local adequado para descartar seu lixo.

“Um cidadão consciente procura sempre fazer boas ações, não só diretamente para as outras pessoas, mas para o meio ambiente como um todo. Orientamos a população a refletir um pouco mais sobre atos humanos que prejudicam nossa natureza, que é nossa maior riqueza”, aponta o diretor-geral do Detran/AC, Pedro Longo.



Obama assina decreto para reduzir 40% das emissões dos EUA até 2025

Obama assina nesta quinta-feira (19) decreto que prevê a redução das emissões 
de gases do efeito estufa pelo governo dos EUA (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)

20/03/2015

Decreto foi assinado após acordo com a China, no ano passado.
Redução será equivalente às emissões de 5,5 milhões de carros em um ano.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira (19) um decreto que fixa como meta reduzir em 40% as emissões de gases causadores do efeito estufa pelas agências federais dos Estados Unidos até 2025.

O decreto, que também prevê o investimento em energia limpa, foi assinado após acordo de coperação com a China, acertado no ano passado. Juntos, os dois maiores poluidores mundiais se comprometeram a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa na atmosfera. O acordo, que foi negociado durante meses pelos dois países, pretende promover um pacto em nível global, visando a Conferência sobre Mudança Climática que acontecerá em Paris neste ano.

"São objetivos ambiciosos, mas sabemos que é possível alcançá-los", declarou o presidente norte-americano, que visitou o teto do edifício que abriga o Departamento de Energia, em Washington, onde foram instalados painéis solares, de acordo com a agência France Presse.

"É importante dar o exemplo a nível de governo federal", ressaltou Obama, afirmando sua vontade de "fazer tudo para melhorar a eficácia energética da economia norte-americana".

Redução
Em 10 anos, a eletricidade procedente de fontes renováveis utilizada pelo governo - que dispõe de uma frota de 650 mil veículos assim como 360 mil edifícios em todo o país - deverá alcançar 30%.

Segundo os cálculos do executivo norte-americano, estas medidas, juntamente com novos compromissos de grupos privados que trabalham com o Estado, permitirão reduzir as emissões a um equivalente às emissões de 5,5 milhões de carros em um ano.

Após destacar o rápido desenvolvimento da energia solar nos Estados Unidos, Obama enfatizou que o ritmo de crescimento de empregos no setor é "dez vezes superior" ao da economia geral.

Inovação
O decreto deve "impulsionar a inovação", disse Brian Deese, conselheiro do presidente. "É uma boa notícia para o meio ambiente, para a economia e para o contribuinte norte-americano", afirmou.

Diante da feroz oposição dos republicanos no Congresso, incluídos vários que colocam em xeque a existência do aquecimento global, Obama alavanca o debate sobre a regulação nesta matéria, particularmente ao estabelecer novas normas para as usinas de carbono através da Agência de Proteção Ambiental.

Washington se comprometeu a reduzir entre 26% e 28% das emissões norte-americanas de gás de efeito estufa de hoje a 2025 em comparação com 2005.

Fonte: G1 Natureza


Xangai é 2ª cidade chinesa com mercado de emissões de CO2

Carvoaria na província chinesa de Anhui: país obtém mais de 70% de sua energia
 a partir da combustão de carvão e continua construindo várias usinas térmicas - AFP
28/11/2013

A China prevê desenvolver progressivamente um mercado nacional no setor com vistas a reduzir suas emissões e economizar em energia

Xangai lançou nesta terça-feira seu primeiro mercado de cotas de CO2, tornando-se a segunda cidade da China a estabelecer um sistema de comércio do tipo no país, maior emissor mundial de gases do efeito estufa.

Por enquanto, só 191 empresas participam destas transações em Xangai, capital econômica da China, onde vivem 23 milhões de pessoas, destacou a agência de notícias Xinhua.

Está previsto que ao longo da semana Pequim se some à lista de metrópoles chinesas que usam este sistema.

A cidade de Shenzhen (sul), que tem status de Zona Econômica Especial e é símbolo das reformas e do sucesso econômico da China, se tornou em junho a primeira metrópole chinesa a lançar uma plataforma de comércio de direitos de emissão de carbono.

A China prevê desenvolver progressivamente um mercado nacional no setor com vistas a reduzir suas emissões e economizar em energia.

Pequim tem metas ambiciosas de redução de emissões de gases-estufa, mas trava um duro combate contra a contaminação, de pelo menos 18 anos, segundo especialistas.

O meio ambiente da China, a segunda economia e o primeiro mercado automobilístico do mundo, é ameaçado pelas muitas indústrias poluentes do país, um parque automobilístico em constante expansão e tolerância na proteção de seus ecossistemas.

Além disso, o país obtém mais de 70% de sua energia a partir da combustão de carvão e continua construindo várias usinas térmicas.

Fonte: Exame

ONU e Brasil lançam ação para reduzir emissões até 2050

Audiência pública para lançamento do projeto. Carlos Nobre, secretário de Políticas e 
Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI e conselheiro do Planeta, estava 
presente no evento - Crédito: Pedro França/Agência Senado
28/05/2013

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) se uniram em mais uma parceria para lançar o projeto Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa em Setores-Chave do Brasil. 

A iniciativa, que conta com apoio financeiro do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), pretende avaliar estratégias para a redução das emissões do país até 2050 e, ainda, estimar os custos de iniciativas de mitigação. 

O programa foi dividido em três etapas. A primeira será dedicada ao estudo de setores específicos da economia - como energia, transporte, construção e agricultura. Em seguida, será feita análise coordenada de todas as áreas e, por fim, haverá capacitação de instituições estaduais e federais e da própria sociedade civil para enfrentar os desafios da redução e mitigação de emissões em dois diferentes cenários: 2013 a 2035 e 2035 a 2050. 

"O projeto reforça a colaboração entre Pnuma e governo brasileiro na atuação global pela redução de gases estufa. O Brasil tem reconhecida liderança na área e a ONU quer servir como plataforma de interação entre técnicos de diferentes setores e também com outros países. Trata-se de uma bela contribuição do país para o mundo, já que em mudanças climáticas os benefícios transcendem as fronteiras", afirmou Denise Hamú, representante do Pnuma no Brasil, durante evento de lançamento da iniciativa.



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