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ONU e Brasil lançam ação para reduzir emissões até 2050

Audiência pública para lançamento do projeto. Carlos Nobre, secretário de Políticas e 
Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI e conselheiro do Planeta, estava 
presente no evento - Crédito: Pedro França/Agência Senado
28/05/2013

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) se uniram em mais uma parceria para lançar o projeto Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa em Setores-Chave do Brasil. 

A iniciativa, que conta com apoio financeiro do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), pretende avaliar estratégias para a redução das emissões do país até 2050 e, ainda, estimar os custos de iniciativas de mitigação. 

O programa foi dividido em três etapas. A primeira será dedicada ao estudo de setores específicos da economia - como energia, transporte, construção e agricultura. Em seguida, será feita análise coordenada de todas as áreas e, por fim, haverá capacitação de instituições estaduais e federais e da própria sociedade civil para enfrentar os desafios da redução e mitigação de emissões em dois diferentes cenários: 2013 a 2035 e 2035 a 2050. 

"O projeto reforça a colaboração entre Pnuma e governo brasileiro na atuação global pela redução de gases estufa. O Brasil tem reconhecida liderança na área e a ONU quer servir como plataforma de interação entre técnicos de diferentes setores e também com outros países. Trata-se de uma bela contribuição do país para o mundo, já que em mudanças climáticas os benefícios transcendem as fronteiras", afirmou Denise Hamú, representante do Pnuma no Brasil, durante evento de lançamento da iniciativa.



Banco Mundial libera US$ 16 milhões para Amazônia


24/02/2012  

Da Redação

O Banco Mundial aprovou uma doação de US$ 15,9 milhões do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) para o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

Com a verba, a segunda fase do programa deve possibilitar a proteção de mais 13,5 milhões de hectares no bioma. O dinheiro também será usado para consolidar 32 milhões de hectares de áreas protegidas já existentes.

Durante sua primeira fase, o programa criou 24 milhões de hectares de áreas protegidas e consolidou 8,5 milhões. A estimativa do governo é que essa proteção ajudou a reduzir o Desmatamento na região em 37%, entre 2004 e 2006.Makhtar Diop, diretor do Banco Mundial para o Brasil, disse que a meta é atingir no futuro – sem dizer exatamente quando – um total de 100 milhões de hectares protegidos na Amazônia, “promovendo simultaneamente o crescimento econômico e serviços sociais através do uso sustentável de recursos”, diz.

O GEF é uma agência internacional criada após a conferência Rio-92 para reunir verbas e fundos de concessão para promover benefícios ambientais em seis áreas foco – Mudanças Climáticas, diversidade biológica, águas internacionais, poluentes orgânicos persistentes e destruição da camada de ozônio.

Fonte: Odocumento.com
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