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INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS VALORIZAM EMPRESAS EM ATÉ 4%



15/12/2017

Pesquisa aponta que no Brasil, 74% dos consumidores preferem marcas que defendem preocupação com meio ambiente

No mês em que se comemora o Dia da Consciência Ecológica (22), uma notícia animadora: uma pesquisa realizada pelo Fórum de Sustentabilidade e Governança aponta que a maioria dos executivos e gestores se preocupa com o impacto ao meio ambiente causado por suas empresas. No trabalho elaborado, 65% dos pesquisados (coordenadores, gerentes e diretores) reconheceram que bens e produtos com origem produtiva comprovadamente legal, eficiente e sustentável merecem uma diferenciação em relação aos outros produtos oferecidos no mercado.

Em um levantamento feito pela consultoria Management & Excellence, empresas com modelos sustentáveis de produção e de atuação na sociedade podem ter um aumento de 4% no valor de mercado e render até 1800% com base no valor investido. Já em outra pesquisa, da Nielsen Holdings, verificou-se que 66% dos consumidores preferem comprar produtos ou contratar serviços de empresas que tenham implantado programas de sustentabilidade. No Brasil, esta porcentagem vai para 74%.

O engenheiro ambiental Rodrigo Semeria Ruschel, reforça que estas iniciativas são importantes, mas devem estar alinhadas com os valores e ideias da empresa. "É importante também que todos sejam envolvidos, em todos os níveis hierárquicos. Simplesmente segregar o lixo e fazer campanha de conscientização interna é algo simples e barato. Medidas como mudanças na cadeia logística e de fornecedores podem ser de alto custo, porém, tudo depende do quão importante é essa mudança para a empresa", destaca.

Em 2015, a LC Restaurantes implantou seu projeto de sustentabilidade com a criação de um comitê que avalia, desenvolve e programa comportamentos dentro de suas unidades que possam fazer a diferença na rotina da empresa que contrata a marca.

Deste projeto, nasceu a Cartilha de Sustentabilidade, que orienta desde o consumo racional de água, gás e luz, até a destinação correta do óleo usado. "Existe uma empresa que fornece um recipiente para descarte de óleo usado, a LC é responsável por abastecer o coletor e esta empresa faz a coleta nos restaurantes e o descarte correto", explica a nutricionista da LC Restaurantes, Vanessa Caluete.

Para Ruschel, a questão do descarte correto do óleo usado é algo para se preocupar, já que a substância em contato com a água ou solo pode causar grandes danos à natureza. "É importante que haja a destinação correta em qualquer contexto. O despejo inadequado de óleo é um dos principais contaminantes dos cursos d'água urbanos", reforça.


Sobre a LC Restaurantes 

A empresa com sede em São Paulo nasceu em 1989 de uma parceria com o Grupo Pão de Açúcar, e atualmente possui mais de 250 unidades em todo país, oferecendo uma alimentação nutritiva e balanceada para empresas dos mais diversos portes e seguimentos. Por dia, já são mais de 125 mil serviços, atendendo 100 mil pessoas.

Os níveis de satisfação do consumidor da alimentação da LC são acima dos 90%, e a empresa se destaca no mercado pelos seus diferenciais, ao oferecer aos clientes projetos de ambientação para seus restaurantes e cardápio personalizado, pensando na rotina dos funcionários e também em qualidade de vida com produtividade. Além disso, é a única do ramo que possui um departamento específico de gastronomia, proporcionando assim refeições balanceadas, nutritivas e saborosas.

Com um projeto único de sustentabilidade que garantiu à marca o selo "Carbon Free" e um programa de conscientização de consumo, focado em reduzir desperdícios, a LC Restaurantes sai na frente quando o assunto é preocupação com o meio ambiente. Outros certificados que comprovam a qualidade da LC Restaurantes são a ISO 9001:2008.

Serviço 
LC Restaurantes 
Rua Jacques Félix, 75, Vila Nova Conceição - SP 
Telefone: (11) 3849-0439 

PGR ANUNCIA CRIAÇÃO DE INSTITUTO PARA O MEIO AMBIENTE

Raquel Dodge, procuradora geral da República (Foto: Agência Brasil)

15/12/2017

Por Redação Globo Rural

Iniciativa reunirá membros dos MPs do Brasil e de outros países para tratar de temas relacionados à proteção da água

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, anunciou, nesta terça-feira (12/12), a criação do Instituto Global do Ministério Público para o Meio Ambiente. A iniciativa, que deverá ser estruturada até o fim do primeiro semestre de 2018, tem o objetivo de congregar membros dos Ministérios Públicos do Brasil e do mundo em torno de temas ligados à proteção dos recursos naturais, sobretudo, a água.

O lançamento ocorreu durante o IV Seminário Internacional Água, Vida e Direitos Humanos, realizado em Brasília pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em parceria com a Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU).

Dodge destacou a importância de se reconhecer a água como um bem essencial à vida, que deve ser valorizado em todos os países. “O acesso à água é fonte de dignidade humana. E nessa perspectiva é muito importante que membros do Ministério Público sejam especializados neste assunto, para defendê-lo adequadamente”, afirmou. A PGR propôs ainda a instalação de um debate permanente na agenda política internacional para que a água se torne um bem acessível.

A procuradora explicou que o modelo do Instituto terá como inspiração o Instituto Judicial Global do Ambiente, criado por juízes brasileiros para atuar como fórum mundial sobre o assunto. Ela defendeu que os juízes em todo o mundo devem ser provocados para decidir questões relativas ao meio ambiente e à água e, por isso, é necessário que membros do MP façam os devidos questionamentos para que temas importantes sejam decididos em juízo.

Na China, Apple assume compromisso com o meio-ambiente



11/05/2015

A China atualmente é um dos países mais poluidores do mundo, sendo responsável por 25% de toda a emissão de carbono do planeta. E isso, em grande parte, se deve ao surto de produção do país, que se tornou destino certo de grandes empresas para fabricação de artigos dos mais diversos tipos. No mundo dos eletrônicos, claro, não poderia ser diferente. E, agora, a Apple parece estar disposta a mudar esse cenário pelo menos um pouco.

A empresa anunciou nesta segunda-feira (11) o lançamento de uma iniciativa para proteger o meio-ambiente no país. A ideia, criada em parceria com o World Wildlife Fund, é reduzir as remessas de carbono e proteger mais de um milhão de acres de florestas chinesas. Além disso, claro, está nos planos a implementação de energia sustentável nas fábricas de parceiros, fazendo com que elas operem de forma sustentável.

O projeto representa uma das etapas mais complicadas dos planos da Apple, que pretende ter uma operação 100% baseada em meios renováveis. Isso envolve não apenas seus próprios trabalhos, mas também a atuação de fornecedores e parceiros, justamente onde a coisa fica difícil. Esse setor levou muita gente a criticar a empresa por alardear seus esforços nesse sentido, na mesma medida em que não fazia nada para mudar a situação em seus setores mais poluidores.

A mudança de atitude começou neste ano. Em abril, por exemplo, a empresa anunciou uma parceria para construção de duas usinas de energia solar na província chinesa de Suchuan. Depois de prontas e em operação, as unidades serão capazes de, sozinhas, fornecer toda a eletricidade necessária para os escritórios e lojas da Apple no território, deixando apenas os parceiros de fabricação como foco.

Além disso, a proteção das florestas tem a ver com um plano de tornar as embalagens que têm a Maçã totalmente sustentáveis. Os locais são utilizados para produção de celulose, papel e produtos em madeira e, assim como aconteceu nos Estados Unidos, devem ser alteradas para que “trabalhem” sem prejudicar o meio-ambiente.

Em comunicado oficial, o CEO da Apple, Tim Cook, elogiou o trabalho e disse estar empolgado com o suporte que tem recebido dos diretores das empresas que atuam como fornecedoras da Maçã. Para ele, este é o momento de aplicar uma “transformação verde” na China, de forma que o título citado no início desta notícia não mais pertença ao país.

Fonte: Canaltech



ONU e Brasil lançam ação para reduzir emissões até 2050

Audiência pública para lançamento do projeto. Carlos Nobre, secretário de Políticas e 
Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI e conselheiro do Planeta, estava 
presente no evento - Crédito: Pedro França/Agência Senado
28/05/2013

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) se uniram em mais uma parceria para lançar o projeto Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa em Setores-Chave do Brasil. 

A iniciativa, que conta com apoio financeiro do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), pretende avaliar estratégias para a redução das emissões do país até 2050 e, ainda, estimar os custos de iniciativas de mitigação. 

O programa foi dividido em três etapas. A primeira será dedicada ao estudo de setores específicos da economia - como energia, transporte, construção e agricultura. Em seguida, será feita análise coordenada de todas as áreas e, por fim, haverá capacitação de instituições estaduais e federais e da própria sociedade civil para enfrentar os desafios da redução e mitigação de emissões em dois diferentes cenários: 2013 a 2035 e 2035 a 2050. 

"O projeto reforça a colaboração entre Pnuma e governo brasileiro na atuação global pela redução de gases estufa. O Brasil tem reconhecida liderança na área e a ONU quer servir como plataforma de interação entre técnicos de diferentes setores e também com outros países. Trata-se de uma bela contribuição do país para o mundo, já que em mudanças climáticas os benefícios transcendem as fronteiras", afirmou Denise Hamú, representante do Pnuma no Brasil, durante evento de lançamento da iniciativa.



Separar o lixo pode render descontos na conta de luz

Programa Recicle Mais, Pague Menos da AES Eletropaulo dará descontos na conta de luz 
para quem separar o lixo reciclável
28/05/2013

Lixeiras plásticas de coleta seletiva: iniciativa convida os cidadãos a separar os recicláveis de papel, plástico, vidro e metal e os levar para postos de coleta da empresa

São Paulo - Medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff deixaram a energia mais barata no Brasil, mas em São Paulo a redução na conta de luz dos consumidores pode ser ainda maior. A AES Eletropaulo - concessionário responsável pela distribuição de energia no Estado - lança, em maio, o programa Recicle Mais, Pague Menos.

A iniciativa convida os cidadãos a separar os recicláveis de papel, plástico, vidro e metal e os levar para postos de coleta da empresa. Em troca, recebem descontos na conta de luz, que equivalem ao preço que os materiais valem no mercado de reciclagem.

Para participar, basta ir a um posto de coleta, com uma conta de luz em mãos, e se cadastrar. O cidadão ganha um cartão personalizado, em que será computado o valor de todo o material reciclável que ele levar ao local. A quantia é, então, descontada da próxima fatura.

Segundo a AES Eletropaulo, não há limite para o desconto. Se o preço dos recicláveis levados pelo cidadão aos postos de coleta superar o valor da sua conta de luz, ele fica com créditos para a fatura do mês seguinte.

Por enquanto, a concessionária instalou um ponto de coleta na comunidade de Vila Guacuri, na zona sul de São Paulo. Outros três postos devem ser criados até o final do ano, sendo um deles na comunidade de Heliópolis. Até 2014, a meta da AES Eletropaulo é ter 10 pontos de coleta espalhados por São Paulo.

Fonte: Exame


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