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AS IDEIAS INUSITADAS E RADICAIS QUE CIENTISTAS VÃO TESTAR PARA CONTER AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Apenas cortar as emissões de carbono não será suficiente para combater as 
mudanças climáticas, alertam cientistas (Getty Images)

15/05/2019

O ritmo crescente das mudanças climáticas está levando pesquisadores a pensar em possíveis soluções inusitadas e radicais.

Cientistas de Cambridge, na Inglaterra, planejam montar um centro de pesquisa para explorar novas maneiras de conter as mudanças climáticas e regenerar a Terra.

Ele investigarão abordagens radicais como recongelar os polos do planeta, reciclar o dióxido de carbono (CO2) com a produção de combustível e estimular a produção de algas nos oceanos para remover este gás da atmosfera.

A decisão de criar o centro nasce dos temores de que as abordagens atuais não serão capazes de combater e reverter danos ao meio ambiente.

A iniciativa é a primeira desse tipo no mundo e busca gerar reduções drásticas nas emissões e na presença do CO2 na atmosfera. A iniciativa é coordenada pelo ex-assessor científico do governo britânico David King.

"O que fizermos nos próximos dez anos determinará o futuro da humanidade para os próximos 10 mil anos. Não há um grande centro no mundo que se concentre neste problema", disse ele à BBC News.

Algumas das abordagens descritas por King são conhecidas pelo termo "geoengenharia".

O Centro de Reparo do Clima faz parte da Iniciativa para Futuros Neutros em Carbono da universidade, liderada pela cientista Emily Shuckburgh.

Ela disse que a missão do projeto será "resolver o problema climático". "Não podemos falhar nisso", disse ela.

Urgência da questão ambiental nos obrigam a tentar viabilizar ideias antes 
impensáveis, argumentam pesquisadores (NASA)

O centro reunirá cientistas e engenheiros com especialistas em ciências sociais. "Este é um dos desafios mais importantes do nosso tempo, e sabemos que precisamos combatê-lo com uma combinação de diferentes recursos", disse Shuckburgh.

Conheça a seguir algumas das propostas que serão estudadas.

Recongelar os polos do planeta

Uma das ideias mais promissoras para recongelar os polos é "iluminar" as nuvens acima deles. A idéia é bombear água do mar até os pontos mais altos de mastros de navios por meio de tubos bem finos.

Isso produziria minúsculas partículas de sal que seriam dispersadas na atmosfera para formar nuvens capazes de refletir mais a luz do Sol e, assim, reduzir a temperatura das regiões abaixo delas.



Reciclagem de CO2

Outra abordagem possível é uma variante de uma ideia chamada captura e armazenamento de carbono (CAC).

A CAC envolve a coleta de emissões de dióxido de carbono de usinas elétricas a carvão ou a gás ou usinas siderúrgicas, armazenando-as no subsolo.

O professor Peter Styring, da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, está desenvolvendo um projeto piloto de captura e utilização de carbono (CUC) com a empresa Tata Steel em Port Talbot, no sul do País de Gales, para reciclar o CO2.



Isso envolve a instalação de uma fábrica capaz de converter as emissões de carbono da empresa em combustível usando o calor residual da usina, de acordo com Styring.

"Temos uma fonte de hidrogênio, temos uma fonte de dióxido de carbono, temos uma fonte de calor e temos uma fonte de eletricidade renovável da usina", disse ele à BBC News. "Vamos aproveitar tudo isso para fazer combustíveis sintéticos."

Estimular a produção de algas nos oceanos

Outra ideia que o centro pode explorar inclui o estímulo à produção de algas nos oceanos para que eles possam absorver mais CO2.

Isso envolve o lançamento no mar de sais de ferro para promover o crescimento de plâncton. Experimentos anteriores mostraram, no entanto, que eles não absorvem CO2 suficiente e podem prejudicar ecossistemas.



Mas, de acordo com Callum Roberts, professor da Universidade de York, na Inglaterra, são pensadas atualmente abordagens que possam tornar essa iniciativa mais eficiente, porque a alternativa de que as mudanças climáticas gerem danos potencialmente irreversíveis é considerada inaceitável.

"No início da minha carreira, as pessoas ficavam horrorizadas e rejeitavam sugestões de soluções mais intervencionistas para regenerar recifes de corais", disse Roberts.

"Agora, eles estão olhando desesperadas para um ecossistema que pode desaparecer até o fim do século, e, agora, todas as opções estão na mesa."

Isso inclui a engenharia genética para criar corais resistentes ao calor ou o despejo de substâncias químicas no mar para torná-lo menos ácido.

"No momento, acho que usar a própria natureza para mitigar as mudanças climáticas é o melhor caminho. Mas considero legítimo explorar opções [mais radicais] para buscar um futuro melhor", disse Roberts.

Pensando o impensável

Tais ideias têm muitas desvantagens em potencial e podem se revelar inviáveis.

Mas Peter Wadhams, professor de física oceânica da Universidade de Cambridge, disse que devem ser avaliadas adequadamente para ver se estas desvantagens podem vir a ser superadas, porque reduzir as emissões de CO2 por si só não será suficiente.

"Se apenas reduzirmos nossas emissões, conseguiremos apenas reduzir o ritmo do aquecimento global. Isso não é suficiente, porque já está muito quente e já temos muito CO2 na atmosfera", disse Wadhams.

"Assim, precisamos retirar CO2 da atmosfera. Podemos reduzir seus níveis e de fato esfriar o clima, levando-o de volta ao que era antes do aquecimento global."

Fonte: BBC

A propaganda eleitoral e seu impacto no meio ambiente



27/08/2016

A propaganda eleitoral não causa apenas aborrecimento para muitas pessoas. Ela também agride o meio ambiente

De dois em dois anos, alguns meses antes das eleições, os partidos são autorizados a começar a fazer propaganda eleitoral. Isso significa, na prática, alto-falantes, realização de comícios, e muitos panfletos nas ruas. Consequentemente, isso proporciona diversas fontes de poluição e um grande impacto no meio ambiente. É o que diz o estudo em direito ambiental de Karina Marcos Bedran, chamado “Processo Eleitoral Brasileiro: Impactos ambientais e o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado“.

“É possível verificar os impactos ambientais gerados pelo processo eleitoral na ocorrência de várias formas de poluição, decorrentes principalmente da propaganda eleitoral: poluição visual, sonora, atmosférica, eletrônica, geração de resíduos sólidos e poluição do solo, além do consumo de recursos naturais”, conta Bedran, mestre em direito ambiental e desenvolvimento sustentável.

A fonte de poluição do nosso processo eleitoral mais visível é, sem dúvida, o famoso “santinho”, aquele panfleto com o número dos candidatos que é amplamente reproduzido e distribuído nessa época. O seu destino, na maioria das  vezes, é o chão, gerando uma grande quantidade de lixo, entupindo bueiros e causando enchentes, além do consumo de recursos naturais para a sua produção.

“Para cada tonelada de papel produzido, são consumidos aproximadamente 20 árvores e 100 mil litros de água. Segundo informações do TSE*, nas eleições municipais de 2012, foi necessária a derrubada de aproximadamente 600 mil árvores e o consumo de 3 bilhões de litros de água no país para a produção desse material”, diz Bedran.

Quanto à poluição atmosférica, as eleições também contribuem para o aumento de CO2 na atmosfera. “Nas Eleições de 2012, o valor declarado na prestação de contas dos candidatos referente ao consumo de combustível e lubrificante equivaleria a mais de 110 milhões de litros de gasolina, que, consumida, geraria cerca de 250 mil toneladas de CO2 equivalente”, acrescenta. 

Além da poluição atmosférica, do consumo de recursos naturais e produção de lixo, a propaganda eleitoral também corrobora para a poluição sonora, com os comícios fora do horário permitido por lei; e visual, com a fixação de propaganda eleitoral por toda a parte, até em locais não autorizados.

Mas o que fazer para minimizar os impactos?

Pouca gente para e reflete sobre o impacto ambiental causado pelas eleições. Entretanto, para Bedran, os nossos governantes deveriam fazer isso, pois há a necessidade de uma mudança na norma eleitoral para que esse impacto seja minimizado.

“A legislação eleitoral deve ser revista para que haja uma regulamentação mais adequada sobre a propaganda eleitoral, que limite o consumo de recursos naturais e exija medidas mitigadoras ou compensatórias, assim como está previsto na legislação ambiental para atividades potencialmente poluidoras ou degradadoras do meio ambiente. Dessa forma, deveria ser incluída dentre as obrigações dos candidatos e partidos políticos a comprovação de índices de reciclagem e de recomposição de vegetação nativa em áreas degradadas, de acordo com a quantidade de material gasto na campanha.”

Se houvesse uma regulamentação mais condizente com os danos causados, talvez poderíamos ter uma eleição mais limpa. Mas, pensando em atitudes mais práticas que candidatos e eleitores podem adotar nessas eleições, aqui estão algumas ideias:

Aos candidatos

• Se for fazer panfletagem, utilize papel reciclado ou papel semente. O papel semente é um tipo de papel que se regado e plantado em terra fértil, germina, pois tem sementes dentro dele. A utilização de papéis reciclado e semente agrega conceitos de sustentabilidade a sua campanha. Outra sugestão é usar os meios digitais, que não poluem;

• Utilizará camisetas em sua campanha? Por que não fazer camisetas ecológicas? Elas são criadas a partir da reutilização de garrafas PET. Além de contribuir com o meio ambiente, você estará sendo responsável socialmente, ajudando a gerar renda aos catadores e cooperativas;

• Que tal trocar "carro de som" por "bicicleta de som"? O apelo sustentável será visível, além de reduzir emissões de CO2.

Aos eleitores

• Aceite apenas panfletos que utilizará na sua votação. Caso pegue algum santinho de candidato que não lhe interessa, guarde-o até encontrar um lixo para descartá-lo. O ideal é procurar por lixeiras de coleta seletiva;

• Procure candidatos engajados em causas ambientais. Hoje, é impossível pensar em administração pública sem pensar em sustentabilidade.

Leve tudo isso em conta na hora do voto. O país e o meio ambiente agradecem.

*Os dados apresentados pela mestra em direito ambiental Karina Marcus Bedran estão de acordo com informações fornecidas pelo Dr. Paulo Tamburini, juiz auxiliar da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral, no painel “Impacto ambiental da propaganda eleitoral”, apresentado no Congresso do TSE de 07 de dezembro de 2012.

Fonte: Ecycle

PROGRAMA DA ONU ESTIMULA CONSUMO EFICIENTE NA AMÉRICA LATINA



04/05/2016

Você sabe o quanto de energia um ar-condicionado consome? Um dos vilões do consumo, o eletrodoméstico está passando por um aumento de vendas em toda a América Latina, junto com o aumento da demanda por eletricidade. Esse é o aviso que o Pnuma, Programa da ONU para o Meio Ambiente faz. Com mais pessoas alcançando a classe média, também cresce o consumo – e a preocupação com a eficiência.

O programa reconhece que é importante democratizar o acesso à eletrodomésticos, mas ressalta a importância de que eles sejam eficientes. Em caso contrário, a emissão de poluentes na produção de energia irá apenas aumentar, causando danos ambientais graves para os países emergentes e todo o globo. Por isso, o programa criou a parceria Unidos por Eficiência. O programa tem o objetivo de acelerar a transição de produtos de alto consumo energético para outros que sejam mais eficientes, como lâmpadas, refrigeradores e o famoso ar-condicionado. Com as ações, o programa pode reduzir o consumo global de eletricidade em 10%, o que gera uma economia de até U$ 350 bilhões. Além disso, as emissões de CO2 seriam reduzidas em 1.25 bilhão de toneladas.

O programa atua em diferentes frentes: com os governos, busca dar assistência para criação e implementação de estratégias com o objetivo de facilitar a adoção e popularização de tecnologias eficientes; com empresas e fabricantes, procura incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias e técnicas que economizem energia.

Segundo o programa, se todos os países da América Latina e do Caribe adotassem os padrões de eficiência energética sugeridos pelo programa para os eletrodomésticos de alto consumo, só na região o consumo seria reduzido em 11%. Em termos energéticos, isso é uma grande mudança: a redução na emissão de gases equivale a 44 milhões de toneladas, o que equivale a 24 milhões de carros fora das ruas.

ELETRICIDADE É O SETOR CAMPEÃO NA EMISSÃO DOS GASES DO EFEITO ESTUFA



14/12/2015

As emissões dos gases do efeito estufa colocam o mundo em risco e causam as mudanças climáticas que afetam toda a fauna e flora do planeta, além de gerar eventos de secas e chuvas mais drásticos. Mas você sabe quais são os setores econômicos que mais geram esses gases? Se você pensou na indústria, pense de novo.

No ranking mundial de atividades econômicas que produzem os gases do efeito estufa, a eletricidade e o aquecimento são os campeões. A queima de carvão, gás natural e petróleo para gerar eletricidade ou aquecer representam 25% das emissões de todo o mundo. É o seu banho, a geladeira, o wi-fi. Para gerar eletricidade, os países costumam usar termoelétricas. No Brasil, inclusive, o aumento do uso dessas usinas fez nossas emissões ficarem estáveis em 2014.

Em segundo lugar no pódio estão a agricultura, silvicultura e outros usos da terra, responsáveis por 24% das emissões globais dos gases, de acordo com pesquisa divulgada pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre as Ações Climáticas) em 2014, que usou como base dados colhidos em 2010. Os gases desse setor são provenientes do cultivo de culturas e da pecuária, além do desmatamento. Este ponto é o principal emissor no país.

A indústria é a terceira no ranking de emissões dos gases do efeito estufa. O setor envolve principalmente a queima de combustíveis fósseis, mas também inclui emissões químicas, metalúrgicas, processos de transformação mineral e as emissões de atividades de gestão de resíduos. Já as emissões que vem do uso de energia elétrica industrial foram contabilizadas no setor de eletricidade.

As emissões causadas pelos transportes representam 14% do total mundial. Como na indústria, a queima de combustíveis fósseis é a principal responsável pelo alto número, pois é usada nos meios de transporte rodoviários, ferroviários, aéreos e até marítimos. Cerca de 95% da energia de transporte do mundo vem dos combustíveis à base de petróleo, em grande parte a gasolina e o diesel.

As construções emitem os gases do efeito estufa com a geração local de energia e a queima de combustíveis para o aquecimento dos prédios, ou cozinhas nas casas, e englobam 6% do total mundial das emissões.

Em último lugar na relação de setores econômicos estão outras energias, o que se refere a todas as emissões do setor de energia que não estão diretamente associadas à produção de eletricidade ou aquecimento, como a extração de combustíveis, refino e processamento. Essas atividades somam 10% das emissões mundiais.

Quais são os gases do efeito estufa?
O principal gás emitido pelas atividades humanas que geram o efeito estufa é o dióxido de carbono (CO2). Ele tem diferentes origens, como o desmatamento e uso da terra, que representam 11% do total de gases do fenômeno, e a queima de combustíveis fósseis, responsável por 65% do total.

O metano (CH4) e o óxido nitroso (N20) também colaboram para efeito estufa e ambos podem ser originados de atividades agrícolas e queima de biomassa. O metano está ligado a gestão de resíduos, uso de energia e soma 16% do total de gases do fenômeno. Enquanto o óxido nitroso é liberado com o uso de fertilizantes e fica com 6% da parcela.

Além deles, os gases fluorados, que vêm de processos industriais e da refrigeração, colaboram para o efeito, mesmo representando apenas 2% do total de gases.

Fonte: UOL


FRANÇA QUER LANÇAR SATÉLITE EM 2020 PARA MEDIR DIÓXIDO DE CARBONO NA TERRA

França anuncia lançamento de satélite para medir distribuição de dióxido 
de carbono - Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

10/12/2015 

A França quer lançar em 2020 um satélite para medir a distribuição de dióxido de carbono (CO2) na superfície da Terra, anunciou a ministra do Meio Ambiente francesa, Ségolène Royal, na 21ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), em Paris. Mais um projeto para a construção de outro satélite, franco-alemão desta vez, foi também anunciado, para medir com precisão sem precedentes as concentrações de metano na atmosfera.

O CO2 é o principal gás de efeito estufa gerado pela atividade humana. O metano, produzido pela decomposição da matéria orgânica, é o segundo mais importante gás de efeito estufa, mas a sua contribuição para o aquecimento global é 25 vezes maior do que a do CO2, ou seja, uma unidade de metano equivale a 25 unidades de CO2.

O satélite francês, que faz parte do projeto MicroCarb, do Centro Nacional de Estudos Espaciais francês (Cnes), será inicialmente financiado em 25 milhões de euros pelo governo, sendo que o custo total passa de 175 milhões de euros. O projeto franco-alemão é denominado Merlin e o satélite será fabricado pela Airbus, estando prevista uma despesa de 250 milhões de euros.

MicroCarb e Merlin serão os “vigias do clima", mas não irão “se fazer de polícias”, disse ontem (8) o presidente do Cnes, Jean-Yves Le Gall, considerando que não cabe aos cientistas monitorar se os países estão cumprindo os compromissos de redução de gases de efeito estufa.

A COP21, que ocorre até sexta-feira (11) em Paris, reúne representantes de 195 países. Eles buscam um acordo legalmente vinculativo sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa que permita limitar, até 2100, o aquecimento da temperatura média global da atmosfera a 2 graus Celsius acima dos valores registrados antes da Revolução Industrial.

Quanto às medidas para evitar o superaquecimento da Terra, o presidente do México, Enrique Peña Nieto, anunciou que vai investir US$ 23 bilhões em seis refinarias nos próximos três anos, para  torná-las mais eficientes e reduzir as emissões de gases poluentes.

Fonte: EBC

BRASIL VAI APRESENTAR ESTUDO SOBRE ETANOL CELULÓSICO NA COP 21

Unidade de produção de etanol celulósico da GranBio, em Alagoas 
Foto: Divulgação/GranBio

05/12/2015

Presente do BNDES, Luciano Coutinho, falará sobre a viabilidade do biocombustível e sobre a capacidade de produção do País

O Brasil vai apresentar neste sábado (5/12), na Conferência do Clima de Paris (COP 21), um estudo sobre a viabilidade do etanol celulósico (etanol de segunda geração ou EG2) para contribuir com a queda nas emissões de gás carbônico (CO2) e com o aquecimento global, tema do encontro que está sendo realizada na capital francesa.

Realizado em conjunto pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), pelo Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e pela Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI), o estudo será pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

O presidente da ABBI, Bernardo Silva diz que o estudo é uma análise de ciclo de vida da produção do etanol celulósico. “Achamos que seria uma excelente oportunidade para mostrar os baixos impactos ambientais que a tecnologia pode ter”. 

Hoje, o Brasil tem duas fábricas de etanol de segunda geração, com capacidade para produzir 140 milhões de litros por ano. “Os resultados do estudo mostram que a substituição da gasolina pelo etanol celulósico reduz as emissões em no mínimo 80%. Com a cana energia, podemos chegar a 90%”, diz Bernardo Silva.

De olho no Brasil

Para o presidente da ABBI, o mundo todo olha para o mercado de bioenergia do Brasil. “Se não acontecer no Brasil, não acontece em nenhum lugar do mundo”, diz. O uso do etanol de segunda geração (2G) é um compromisso reconhecido pelo governo brasileiro em seu INDC (sigla em inglês para “pretendida contribuição nacional determinada”) divulgado para a COP21.

De acordo com o presidente da ABBI, apesar das usinas já estarem produzindo em escala comercial, ainda faltam incentivos do governo com a criação de mecanismos de fomento para que novas usinas possam ser estabelecidas. “Tanto a Raízen [de Piracicaba, interior de São Paulo] quanto a Granbio [localizada em São Miguel do Gostoso, em Alagoas] já anunciaram intenção de investir em mais unidades de produção e colocar no mercado cerca de cinco bilhões de litros do biocombustível nos próximos dez anos”, comenta Silva.

Fonte: Globo Rural


INDÚSTRIA DO TRANSPORTE ESTIMULA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA BARRAR CRESCIMENTO DE EMISSÕES

Crédito da Foto: Bruno Maia © NaturezaFotos.org

05/12/2015 

Reconhecendo que o transporte tem o maior crescimento de emissões de CO2 do que qualquer área industrial, representantes do setor apresentaram 10 iniciativas na COP 21, em Paris, para reduzir as emissões e construir sistemas mais sustentáveis de transporte.

Com a previsão de que as emissões de CO2 relacionadas à energia aumentem de 1/4 do total que é registrado hoje para 1/3 até 2050, muitos estão procurando mudanças significativas que possam ser feitas no transporte para integrar o esforço global de manter o crescimento médio da temperatura abaixo dos 2ºC.

O esforço é uma demanda para que o transporte público e de mercadorias seja projetado para crescer rapidamente, sobretudo nos países emergentes e em desenvolvimento do mundo.

No entanto, as projeções revelam uma redução de 50% das emissões de CO2 no setor de transportes, se comparado a cenário “transporte comum” que pode ser alcançado até 2050, sem prejudicar o crescimento econômico sustentável.

Grandes iniciativas incluem:

65 países comprometidos em melhorar a eficiência de veículos, uma oportunidade de alto impacto!

Em 2015, 40 países aderiram à Iniciativa Global de Economia de Combustível (GFEI) lançada pela Fundação FIA, ITF, IEA e PNUMA, o que eleva para 65 o número de países comprometidos com o desenvolvimento de políticas e regulamentações sobre eficiência energética dos veículos. Isto representa uma forte aceleração em direção ao objetivo da Cúpula do Clima da ONU de 100 países em 2016. A GFEI visa dobrar a eficiência de combustível da frota mundial de veículos ligeiros até 2050, o que resultará em uma redução acumulada de mais de 30 giga toneladas de CO2 .

Planos de Mobilidade Urbana Sustentável em 100 cidades e 20 países

Lançado hoje, o MobiliseYourCity - Mobilize Sua Cidade tem como finalidade apoiar 100 cidades e 20 países em desenvolvimento até 2020 para o desenvolvimento e a implementação de Planos de Mobilidade Urbana Sustentável e Políticas Nacionais de Transporte Urbano. Cada cidade engajada nesta iniciativa está comprometida com o alcance de 50 a 75% de redução nas emissões relacionadas a transporte urbano até 2050. Uma fase piloto a ser lançada em 2016 apoiará 20 cidades em 13 países da África, Ásia, América do Sul e Oriente Médio). Parceiros doadores já prometeram 5,5 milhões de Euros para apoiar esta iniciativa transformadora.

50 parceiros embarcam na transformação de cargas, as maiores contribuidoras para as emissões de transportes:

O Global Green Freight Action Plan – Plano de Ação Global para Cargas Verdes, da Coalizão para o Clima e o Ar Limpo (CCAC, em inglês), é uma parceria múltipla que fornece um modelo global para a redução de emissões de dióxido de carbono, carbono negro e outros poluentes do setor de cargas até 2015. Treze novos países se comprometeram a estabelecer um programa de cargas verdes, dobrando a resposta desde a Cúpula do Clima de Nova York, em 2014.

Novos esforços nas iniciativas de transporte público anunciadas na Cúpula do Clima de Nova York

Para estabilizar as emissões da indústria de aviação até 2020, 74 planos de ação para avançar a implementação de medidas de mitigação pelos Estados foram recebidos pela Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO, na sigla em inglês), contabilizando 80,6% das emissões globais de CO2 pela aviação internacional. Os membros do Grupo de Ação para o Transporte Aéreo (ATAG, na sigla em inglês) – que representam mais de 1.860 aeroportos, 258 companhias aéreas internacionais e outras entidades – estão implementando programas e comprometendo bilhões de dólares em recursos para novas aeronaves, eficiência operacional no ar e no solo e fontes de energia alternativas. A Organização Internacional para o Transporte Público (UITP, na sigla em inglês), agregou 125 novos comprometimentos ao seu objetivo de duplicar a fatia de mercado do transporte público até 2025. Como parte da iniciativa da União Internacional de Estradas de Ferro (UIC, na sigla em inglês), um crescente número de CEOs vem comprometendo suas empresas a desenvolverem planos para a redução do consumo final de energia e das emissões de CO2 por parte de operações de trem.

Para saber mais sobre todas as iniciativas apresentadas no evento Foco no Transporte, acesse o Press Kit online da LPAA: http://newsroom.unfccc.int/media/509508/lpaa-primer.pdf

• Global Fuel Economy Initiative - Iniciativa Global de Economia de Combustível (GFEI)

• Paris Declaration on Electro-Mobility and Climate Change & Call to Action – Declaração de Paris sobre Eletromobilidade e Mudança do Clima

• MobiliseYourCity – Mobilize Sua Cidade

• Global Green Freight Action Plan (CCAC) – Plano de Ação Global para Cargas Verdes

• Zero Emission Vehicles (ZEV) Alliance – Aliança de Veículos de Emissão Zero

• C40 Clean Bus Declaration – Declaração da C40 para Ônibus Limpos

• Worldwide Taxis Initiative – Iniciativa Global de Táxis

• Low Carbon Rail Transport Challenge by the International Union of Railways (UIC) – Desafio do Transporte de Baixo Carbono pela União Internacional das Estradas de Ferro (UIC)

• UITP Declaration on climate leadership, (The International Association of Public Transport, UITP) – Declaração sobre a Liderança do Clima  da Associação Internacional de Transporte Público (UITP)

• Collaborative Action Across the Air Transport World by ICAO and ATAG – Ação Colaborativa pelo Transporte Aéreo Mundial, pela ICAO e ATAG.

• Airport Carbon Accreditation Initiative – Iniciativa de Acreditação de Carbono em Aeroportos

Sobre a LPAA

A Agenda de Ação Lima-Paris (LPAA, na sigla em inglês) é uma junta que engloba as presidências da COP no Peru e na França, o escritório do Secretário-Geral da ONU e o Secretariado do UNFCCC. O objetivo da iniciativa é fortalecer a ação para o clima ao longo de 2015, em Paris em Dezembro e muito além: mobilizar uma ação global robusta para sociedades resilientes e de baixo carbono, fornecendo apoio aperfeiçoado para iniciativas existentes, como as lançadas durante a Cúpula do Clima de Nova York, em setembro de 2014; mobilizar novos parceiros e fornecer uma plataforma para a visibilidade de suas ações, compromissos e resultados no caminho para a COP21. Saiba mais no link (em inglês): http://newsroom.unfccc.int/lpaa/about/

Para mais informações:

Programação do evento: http://newsroom.unfccc.int/lpaa/cop-21/

Plataforma de comprometimentos Nazca - mais de 10.000  ações concretas de cidades, empresas, investidores, fundações e ONGs: http://climateaction.unfccc.int/

Oficial de Imprensa da LPAA: Diane Gaillard | +33 6 99 62 49 79 | presse@cop21.gouv.fr

Contatos de Imprensa sobre o evento: melanie.ben@fr.michelin.com ou patrick.oliva@fr.michelin.com ou cornie.huizenga@slocatpartnership.org

Twitter da UNFCCC: @UNFCCC

Twitter da LPAA: @LPAA_Live | #LPAA


Fonte: PNUMA


Citigroup promete 100 bilhões de dólares para projetos ecológicos



18/02/2015

O banco americano Citigroup prometeu 100 bilhões de dólares ao longo de dez anos para financiar projetos de combate ao aquecimento global, duplicando o pacote anterior apresentado em 2007.

O estabelecimento bancário apoiará iniciativas sobre energias renováveis, redução de emissões de CO2 e transporte ecológico.

Não é a primeira vez que o Citigroup participa de projetos a favor do meio ambiente. Em 2007, havia desbloqueado 50 bilhões de dólares para projetos similares. Nesta quarta-feira afirmou ter alcançado em 2013, com três anos de antecedência, os objetivos propostos.

Além do Citigroup, outros bancos americanos também estão comprometidos em projetos verdes.

O Bank of America, segundo banco dos Estados Unidos, anunciou em 2012 que concederia empréstimos de um montante total de 50 bilhões de dólares e financiaria projetos relacionados com a defesa do meio ambiente nos próximos dez anos.

Já o Goldman Sachs propôs como objetivo investir 40 bilhões de dólares em projetos compatíveis com o meio ambiente desde agora até 2022.

Fonte: EM.com


Empresa de pneus reduzirá emissão de CO2

17/12/2013

A partir do mês de junho do próximo ano, a empresa Pirelli começará a reduzir a emissão de aproximadamente 2 mil toneladas de CO2 (dióxido de carbono) dentro de cinco anos, evitando a combustão de gás natural. Esta mudança será possível graças à instalação do primeiro equipamento solar de grande dimensão, na sede da empresa em Feira de Santana.

 O equipamento será responsável pela produção direta de vapor a uma temperatura média para utilização no ciclo de produção de uma fábrica. O projeto é uma parceria com o Ministério do Meio Ambiente italiano e colaboração do Fórum das Américas. A iniciativa foi apresentada ao secretário municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Semmam), Roberto Tourinho, na manhã de ontem, na sede da secretaria.

 O equipamento solar vai ser conectado diretamente às linhas de vapor utilizadas para a produção de pneus, e o campo dos coletores solares terá uma superfície espelhada de aproximadamente 2,4 mil metros quadrados. A potência de pico do equipamento poderá chegar a 1,4 MW térmicos, garantindo uma cota de armazenagem térmica do ciclo de produção regular da fábrica.

“Este é um processo inovador, onde vamos aproveitar os raios solares para gerar energia térmica, ou seja, vapor, para utilização diretamente no processo de fabricação de pneu. Já apresentamos este trabalho ao Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos) para contar com a parceria, porque é um trabalho a quatro mãos”, disse coordenador de Segurança e Meio Ambiente da empresa no município, Reginaldo Silveira.

 “Já foi fechado o acordo junto ao Ministério e aprovada a verba para a implementação do sistema. Nesse momento, a gente está fazendo os trâmites de licenciamento, provavelmente em janeiro e fevereiro a gente começa a instalação da obra, e a partir de junho de 2014 a gente está com a estação trabalhando”, acrescenta o coordenador.

O secretário de Meio Ambiente, Roberto Tourinho, observa que vindo a funcionar, a empresa será a primeira no mundo a adotar esse tipo de mecanismo. “Trata-se de uma modalidade ecologicamente correta, onde traz impactos positivos ao meio ambiente. Nós estamos apoiando por entender que todas as ações ecologicamente corretas recebem o apoio do poder público”, declara.


Xangai é 2ª cidade chinesa com mercado de emissões de CO2

Carvoaria na província chinesa de Anhui: país obtém mais de 70% de sua energia
 a partir da combustão de carvão e continua construindo várias usinas térmicas - AFP
28/11/2013

A China prevê desenvolver progressivamente um mercado nacional no setor com vistas a reduzir suas emissões e economizar em energia

Xangai lançou nesta terça-feira seu primeiro mercado de cotas de CO2, tornando-se a segunda cidade da China a estabelecer um sistema de comércio do tipo no país, maior emissor mundial de gases do efeito estufa.

Por enquanto, só 191 empresas participam destas transações em Xangai, capital econômica da China, onde vivem 23 milhões de pessoas, destacou a agência de notícias Xinhua.

Está previsto que ao longo da semana Pequim se some à lista de metrópoles chinesas que usam este sistema.

A cidade de Shenzhen (sul), que tem status de Zona Econômica Especial e é símbolo das reformas e do sucesso econômico da China, se tornou em junho a primeira metrópole chinesa a lançar uma plataforma de comércio de direitos de emissão de carbono.

A China prevê desenvolver progressivamente um mercado nacional no setor com vistas a reduzir suas emissões e economizar em energia.

Pequim tem metas ambiciosas de redução de emissões de gases-estufa, mas trava um duro combate contra a contaminação, de pelo menos 18 anos, segundo especialistas.

O meio ambiente da China, a segunda economia e o primeiro mercado automobilístico do mundo, é ameaçado pelas muitas indústrias poluentes do país, um parque automobilístico em constante expansão e tolerância na proteção de seus ecossistemas.

Além disso, o país obtém mais de 70% de sua energia a partir da combustão de carvão e continua construindo várias usinas térmicas.

Fonte: Exame

Obama anuncia que vai apresentar plano de ação contra alterações climáticas

24/06/2013

O presidente dos Estados Unidos vai apresentar um plano de ação contra as alterações climáticas, na terça-feira, em Washington, retomando a iniciativa num dossier que abandonou no primeiro mandato.


"Na terça-feira, apresentarei a minha visão do caminho que, penso, devemos seguir: um plano para reduzir a poluição pelo carbono no nosso país, preparar o nosso país para os impactos das alterações climáticas e lançar uma iniciativa mundial para combater" essas alterações, explicou Barack Obama, num vídeo publicado no 'site' da Casa Branca e na rede de partilha de vídeos YouTube.

"Vamos precisar de cientistas para inventar novos combustíveis, e de agricultores para os cultivar", declarou. "Vamos precisar de engenheiros para encontrar novas fontes de energia e de empresas para as fabricar e vender".

Após a eleição de Obama, em 2009, o Congresso bloqueou um projeto de lei sobre energia e clima, que visava reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) dos Estados Unidos, segundo país emissor de gases com efeito de estufa, depois da China.

Desde que foi reeleito em novembro, Obama afirmou, em várias ocasiões, que pretende retomar a iniciativa.

Em fevereiro, no discurso sobre o estado da União, pediu ao Congresso para "fazer mais para combater as alterações climáticas", advertindo que, na ausência de avanços significativos sobre a matéria, ele atuaria através de decretos.

No início de junho, a questão foi abordada com o presidente da China, Xi Jinping, durante uma cimeira informal na Califórnia (costa oeste dos EUA). Os dois líderes comprometeram-se a limitar a produção e utilização de hidrofluorcarbonos (HFC), gases industriais considerados como os "super" gases com efeito de estufa.

Esta semana, no discurso que proferiu junto à Porta de Brandemburgo, em Berlim, Obama prometeu que os Estados Unidos "iam fazer mais".

"A nossa geração deve avançar em direção a um pacto mundial de luta contra as alterações climáticas, antes que seja demasiado tarde", declarou.

Já que os adversários republicanos de Obama controlam metade do Congresso, o presidente norte-americano deverá contornar os deputados e atuar através de decretos para reforçar, por exemplo, as normas relativas às emissões de carbono que são, normalmente, aplicadas às centrais de carvão nos Estados Unidos.



Neutralize a emissão de carbono do seu blog! Grátis!

07/03/2013

Sabia que um blog produz quase 3,6 kg de dióxido de carbono por ano? A maioria dos blogueiros não sabe.

Nosso objetivo é plantar 500 árvores nativas no Brasil, e para isso precisamos da participação de 500 blogueiros.  Participe agora, e garanta o plantio de uma árvore para que seu blog seja neutro em CO2.  Quanto mais blogueiros como você participam, mais árvores são plantadas.

Colocando o selo “O meu blog é neutro em CO2″, você colabora com a restauração da biodiversidade brasileira e neutralize a emissão de carbono do seu blog. Para cada blog que coloca o nosso selo, uma árvore é plantada. Em parceira com o  Programa Plante Árvore do Instituto Brasileiro de Florestas (IBF), o objetivo do Guiato é restaurar áreas desmatadas através do plantio de mudas nativas na região de Apucarana, no Paraná. Além disso, a Gesto Verde faz parte de uma rede internacional de iniciativas baseadas no mesmo model, as quais já plantaram mais de 3 mil árvores na Europa.

A sua ação virtual de neutralizar as emissões de CO2 do seu blog representa um gesto real na direção certa. A preservação ao meio ambiente é uma atitude não só necessária, mas também possível - e sem muito esforço.

Nós plantamos uma árvore para neutralizar a emissão de CO2 do seu blog - grátis!

Clique abaixo para plantar um árvore para o seu blog na Floresta Gesto Verde





Como uma árvore pode neutralizar as emissões de CO2 do seu blog?

Ao participar da campanha “Meu blog é neutro em CO2,” você estará contribuindo para aliviar os impactos das mudanças climáticas, já que uma árvore é capaz de neutralizar as emissões de CO2 do seu blog. Faça a sua parte!

Quanto CO2 é produzido pelo meu blog?

De acordo com um estudo realizado pelo ambientalista e físico da Harvard University, Dr. Alexander Wissner-Gross, um internauta produz, em média, cerca de 0,02 gramas de CO2 por exibição de página. Considerando que um blog geralmente recebe em torno de 15 000 visitas por mês, isso resulta em 3,6 kg de CO2 emitidos por ano. Este total é gerado principalmente pelo grande consumo de energia, devido à refrigeração necessária para o funcionamento de computadores e servidores.

Seu blog recebe mais de 15.000 visitantes por mês? Então escreva para nós CO2neutro@guiato.com.br! Nós podemos neutralizar o seu blog.

Qual é a quantidade de CO2 absorvida por uma árvore?

Infelizmente não é possível dar uma resposta exata à essa pergunta . A absorção de CO2 varia muito. A quantidade de CO2 que uma árvore pode absorver depende da sua espécie, da sua exposição à luz, do tempo necessário para o seu crescimento, e de características locais, tais como o solo, recursos hídricos disponíveis e a latitude onde a árvore se encontra.

Existem várias maneiras de calcular o total de CO2 que uma árvore é capaz de absorver. Totais aceitos pela comunidade científica variam entre 10 a 30kg de absorção de CO2 por árvore por ano. O que se sabe com certeza é que a absorção de CO2 é relativamente baixa durante os primeiros dois a três anos de vida de uma árvore. Depois essa fase, a taxa de absorção aumenta significativamente, e a árvore absorve uma porção considerável de CO2. A taxa de absorção começa a cair uma vez que a árvore atinge 18 anos de  idade.

Conhecido como a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), o tratado ambiental internacional das Nações Unidas calcula que uma árvore absorve cerca de 10kg de CO2. Com a sua campanha “Meu blog é neutro em CO2″, o Guiato supõe que uma árvore absorve 5 kg de CO2 por ano, o que é uma estimativa muito conservadora.

Uma árvore neutraliza as emissões de CO2 do seu blog

Como mostra a declaração acima, o plantio de uma árvore absorve uma média média de 5 kg de CO2 lançados na atmosfera por ano. Um blog normal emite anualmente cerca de 3,6 kg de CO2. Uam árvore é então capaz de neutralizar as emissões de CO2 de um blog. Já que uma árvore vive cerca de 50 anos, as emissões de CO2 do seu blog são totalmente neutralizadas durante este período .



Informações: Floresta Gesto Verde

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