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SERÁ QUE A SUA CASA É MEDALHA DE OURO EM SEGURANÇA?



15/08/2016

Foi dada a largada, já começaram oficialmente as Olimpíadas Rio 2016!

O clima dos jogos olímpicos é de competição, histórias de luta e coragem por aqueles que acreditam que o esporte pode fazer a diferença e ainda salvar vidas.

Agora, imagine se existissem as “Olimpíadas da Eletricidade”, onde uma das modalidades fosse o diagnóstico das instalações elétricas. Nessa prova, um diagnóstico seria realizado a fim de analisar o nível de segurança que sua casa oferece para os seus moradores. A pergunta é: será que sua residência ganharia essa prova?

Sabemos que para participar de qualquer competição é necessário ter disciplina, foco e força de vontade para atingir o principal objetivo: o pódio!

Para alcançar o pódio da segurança das instalações elétricas é necessário ter os mesmos quesitos dos participantes de uma olimpíada, iniciando pela disciplina de regularmente realizar um diagnóstico das instalações a fim de verificar como está a situação elétrica de sua residência.

Quer ganhar essa prova? Então, comece realizando um autodiagnóstico de sua instalação elétrica, onde  você mesmo poderá, visualmente, identificar se há algo de errado. Responda sim ou não para as perguntas e identifique os riscos:

Clique na imagem para ampliar.

Caso você tenha respondido sim para os itens que oferecem algum tipo de risco, seja um choque elétrico ou incêndio, chame agora mesmo um profissional habilitado para revisar as condições de sua instalação elétrica.

Ganhar essa prova vai muito além de ter uma medalha. Uma instalação elétrica inadequada está colocando você e sua família em risco, portanto, assim como o esporte pode salvar vidas, está em suas mãos salvar a vida de seus moradores.

Ter uma casa segura é sinal de amor pela sua vida e pela de seus familiares. #suacasasegura



Como funciona a primeira estrada elétrica do mundo, inaugurada na Suécia

Caminhões contam com sistema articulado conhecido como pantógrafo que permite 
que se conectem à rede elétrica (Foto: Scania CV AB)

29/06/2016

Objetivo é redução de emissões de dióxido de carbono; experimento deve se repetir na Califórnia.

BBC Mundo

A Suécia tem uma missão: conseguir fazer que, até 2030, o setor de transporte não utilize mais combustíveis fósseis.

No mercado já existem soluções para diminuir as emissões de automóveis privados, como os carros elétricos e híbridos.

Mas uma dos desafios é reduzir a contaminação produzida por caminhões de carga que, no país nórdico, representam 15% das emissões de dióxido de carbono.

Por isso, o país está testando uma solução inovadora: autoestradas elétricas - as primeiras dos mundo. Nelas, os veículos pesados podem ser alimentados por uma rede elétrica graças a um sistema de distribuição de energia parecido com o utilizado nas linhas de trem da Europa.

O projeto, conhecido como eHighway, acaba de ser inaugurado em um trajeto de dois quilômetros da autoestrada E16, ao norte de Estocolmo.

Utiliza veículos híbridos que contam com um mecanismo instalado no topo da boleia do caminhão, chamado de "pantógrafo inteligente", que é acionado automaticamente quando entra neste trecho da via, se conectando às linhas de eletricidade instaladas sobre a pista.

Emissões zero
Diferentemente dos ônibus elétricos tipo tróleibus, os caminhões podem se desconectar da rede quando precisam trocar de pista - para ultrapassar outro veículo, por exemplo.

Nesse caso, o caminhão volta a usar diesel.

A velocidade máxima que o veículo faz quando conectado à rede elétrica é de 90 km/h.

"O eHighway é duas vezes mais eficiente que os motores convencionais de combustão interna", explica Roland Edel, engenheiro chefe do departamento de mobilidade da Siemens, a empresa alemã responsável pelo projeto. "(Nossa) inovação consiste em alimentar os caminhões com a energia que vem das linhas (elétricas)."

Durante o tempo em que estes veículos estão se movendo com eletricidade, eles não emitem dióxido de carbono e tem uma eficiência de 80%.

Com a tecnologia, "o consumo de energia se reduz à metade, e a contaminação ambiental local diminui", acrescenta Edel.

E a cada vez que o condutor freia, alimenta a rede elétrica com a energia cinética que é liberada.

'Complemento excelente'
Por ora, sistema funciona em um trecho de dois quilômetros

"Grande parte dos produtos que são transportados na Suécia passam por estradas. As autoestradas elétricas oferecem a possibilidade de libertar os caminhões da dependência do combustível fóssil", destacou Anders Berndtsson, chefe de estratégia da Administração Sueca de Transporte.

Quando os caminhões saem da rede, ativam o motor diesel para seguir o trajeto.

Este ano, a empresa alemã fará um piloto parecido na Califórnia, nos Estados Unidos, em um trecho de três quilômetros da estrada que conecta o porto de Los Angeles a Long Beach.

Os veículos pesados podem ser alimentados por uma rede elétrica graças a um 
sistema de distribuição de energia parecido com o utilizado nas linhas de 
trem da Europa (Foto: Scania CV AB)

Fonte: G1 Natureza


ELETRICIDADE É O SETOR CAMPEÃO NA EMISSÃO DOS GASES DO EFEITO ESTUFA



14/12/2015

As emissões dos gases do efeito estufa colocam o mundo em risco e causam as mudanças climáticas que afetam toda a fauna e flora do planeta, além de gerar eventos de secas e chuvas mais drásticos. Mas você sabe quais são os setores econômicos que mais geram esses gases? Se você pensou na indústria, pense de novo.

No ranking mundial de atividades econômicas que produzem os gases do efeito estufa, a eletricidade e o aquecimento são os campeões. A queima de carvão, gás natural e petróleo para gerar eletricidade ou aquecer representam 25% das emissões de todo o mundo. É o seu banho, a geladeira, o wi-fi. Para gerar eletricidade, os países costumam usar termoelétricas. No Brasil, inclusive, o aumento do uso dessas usinas fez nossas emissões ficarem estáveis em 2014.

Em segundo lugar no pódio estão a agricultura, silvicultura e outros usos da terra, responsáveis por 24% das emissões globais dos gases, de acordo com pesquisa divulgada pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre as Ações Climáticas) em 2014, que usou como base dados colhidos em 2010. Os gases desse setor são provenientes do cultivo de culturas e da pecuária, além do desmatamento. Este ponto é o principal emissor no país.

A indústria é a terceira no ranking de emissões dos gases do efeito estufa. O setor envolve principalmente a queima de combustíveis fósseis, mas também inclui emissões químicas, metalúrgicas, processos de transformação mineral e as emissões de atividades de gestão de resíduos. Já as emissões que vem do uso de energia elétrica industrial foram contabilizadas no setor de eletricidade.

As emissões causadas pelos transportes representam 14% do total mundial. Como na indústria, a queima de combustíveis fósseis é a principal responsável pelo alto número, pois é usada nos meios de transporte rodoviários, ferroviários, aéreos e até marítimos. Cerca de 95% da energia de transporte do mundo vem dos combustíveis à base de petróleo, em grande parte a gasolina e o diesel.

As construções emitem os gases do efeito estufa com a geração local de energia e a queima de combustíveis para o aquecimento dos prédios, ou cozinhas nas casas, e englobam 6% do total mundial das emissões.

Em último lugar na relação de setores econômicos estão outras energias, o que se refere a todas as emissões do setor de energia que não estão diretamente associadas à produção de eletricidade ou aquecimento, como a extração de combustíveis, refino e processamento. Essas atividades somam 10% das emissões mundiais.

Quais são os gases do efeito estufa?
O principal gás emitido pelas atividades humanas que geram o efeito estufa é o dióxido de carbono (CO2). Ele tem diferentes origens, como o desmatamento e uso da terra, que representam 11% do total de gases do fenômeno, e a queima de combustíveis fósseis, responsável por 65% do total.

O metano (CH4) e o óxido nitroso (N20) também colaboram para efeito estufa e ambos podem ser originados de atividades agrícolas e queima de biomassa. O metano está ligado a gestão de resíduos, uso de energia e soma 16% do total de gases do fenômeno. Enquanto o óxido nitroso é liberado com o uso de fertilizantes e fica com 6% da parcela.

Além deles, os gases fluorados, que vêm de processos industriais e da refrigeração, colaboram para o efeito, mesmo representando apenas 2% do total de gases.

Fonte: UOL


Dica de iluminação: uso de dimmers


12/04/2015

O dispositivo tem dupla função: proporcionar conforto ao permitir o ajuste da intensidade de iluminação e economizar energia. Saiba como escolher no vídeo do Minuto Programa Casa segura.



Verão: a estação dos raios! Evite tragédias…

09/01/2015

Com a chegada do verão, aumentam a intensidade das chuvas e os riscos envolvendo a rede elétrica. A alta frequência de queda de raios traz preocupações em dobro para a população. O Programa Casa Segura indica procedimentos e atitudes fundamentais para a segurança pessoal e do imóvel nestas situações.



Queda de raios: Durante a ocorrência de raios, forma-se uma sobretensão – tensão (“voltagem”) acima da normal, que se propaga pela rede elétrica da rua e pode chegar às residências. Neste cenário, a rede que normalmente funciona em 110 ou 220 volts pode receber uma descarga da ordem de milhares de volts (por exemplo, 5 mil volts ou até mais). É esse pico de energia que pode percorrer a rede elétrica do imóvel e queimar os aparelhos que estejam conectados nas tomadas, independente de estarem funcionando ou não.

> No momento de chuva forte com raios, retire todos os aparelhos da tomada até que a intensidade da chuva diminua.

> Evite usar o telefone, a TV e a internet por cabo durante a chuva com raios, uma vez que uma descarga elevada pode também percorrer essas fiações.

> No caso de chuveiro elétrico, evite tomar banho quando houver chuva com raios, pois, caso haja uma sobretensão no circuito elétrico do chuveiro, uma parte da descarga elétrica elevada pode ser transferida para a água, colocando a pessoa em risco de choque elétrico grave. Embora a possibilidade deste tipo de acidente seja remota, não custa nada prevenir.


Um bom Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas

> Os condutores de descida são distribuídos ao longo do perímetro da edificação, de acordo com o nível de proteção, com preferência para as quinas principais.

> Em edificações acima de 20 metros de altura, os condutores das descidas e dos anéis intermediários horizontais devem ter a mesma bitola dos condutores de captação, devido à presença de descargas laterais.

> Para minimizar os danos estéticos nas fachadas e no nível dos terraços, pode-se utilizar condutores chatos de cobre.

> A malha de aterramento deve ser com cabo de cobre nu de 50mm² e instalado na profundidade de 0,5m no solo, interligando todas as descidas.

> Os eletrodos de aterramento tipo copperweld devem ser de alta camada (254 microns). Os eletrodos de baixa camada não são permitidos.

> As conexões enterradas devem ser preferencialmente com solda exotérmica. Se forem usados conectores de aperto, instala-se uma caixa de inspeção de solo para proteção e manutenção do conector.

> As equalizações de potenciais devem ser executadas no nível do solo e a cada 20 metros de altura, onde são interligadas todas as malhas de aterramento, bem como todas as prumadas metálicas, além da própria estrutura da edificação.

> As tubulações de gás com proteção catódica não podem ser vinculadas diretamente. Neste caso deve-se instalar um DPS tipo centelhador.

> Lembre-se que o cobre é o melhor condutor de energia e tem papel fundamental na instalação dos para-raios que protegem o seu patrimônio da sua vida.


Mitos e verdades sobre os raios

> Um raio não cai duas vezes em um mesmo lugar: Quantas vezes já ouvimos isso! Pois saiba que é uma grande bobagem!!! É comprovado que um raio pode cair mais de uma vez no mesmo lugar.

> Outras crenças populares contribuem para que as pessoas tenham dúvidas sobre este assunto e continuem se arriscando. Uma das mais comuns é a de se achar que estamos protegidos pelo para-raios do vizinho. Grande erro.

> Há uma confusão ainda maior. Muitos acreditam que os para-raios possam atrair os raios para suas edificações e, por medo, se recusam a instalá-los. Na realidade o para-raios é um caminho seguro para conduzir a energia gerada pelo raio à terra.

> Mais uma dúvida comum. Os para-raios não protegem os equipamentos eletroeletrônicos. Para isso devem ser usados o aterramento elétrico (fio terra) e supressores de surto. Todo o sistema de aterramento deve ser equipotencializado.



Programa Casa Segura: Evite a fuga de corrente e economize na conta de luz



17/09/2014

A necessidade da redução do consumo de energia é cada vez maior. Além de medidas comuns como a utilização de equipamentos mais eficientes e o desligamento de aparelhos sem uso das tomadas, é importante ficar atento à fuga de corrente elétrica.

Este é um problema comum nas edificações, porém pouco conhecido e em geral um dos principais motivadores do aumento na conta de luz. Pode causar ainda danos ao equipamento, choques elétricos e até mesmo um incêndio.

Mas como saber se há fuga de corrente elétrica? Uma maneira simples de comprovar é desconectar todos os equipamentos da casa da tomada e desligar todas as lâmpadas e acompanhar o relógio medidor de energia. Se não houver fuga, o marcador apontará o índice zero. Se houver fuga, o marcador registrará algum consumo de energia.

No caso das instalações elétricas, a fuga da corrente elétrica pode ser provocada, por exemplo, por um cabo sem isolamento em contato com alguma parte metálica. “Essa situação não reflete necessariamente um curto-circuito clássico, uma vez que a intensidade da corrente elétrica pode ser relativamente pequena quando comparada a um curto-circuito franco. Por exemplo, um cabo de fase que tenha uma parte de sua isolação muito envelhecida ou danificada está em contato com uma parte metálica de uma tubulação qualquer. Em um caso como este, a corrente elétrica originada não é suficiente para acionar a proteção do fusível ou disjuntor, mas pode ser importante o suficiente para aumentar o consumo de energia, provocar choques elétricos muito perigosos e, em situações extremas provocar incêndios ”, explica Hilton Moreno, engenheiro eletricista e consultor do Programa Casa Segura.

E como se proteger desses problemas e do gasto adicional de energia e de dinheiro? Seguem algumas dicas de economia e de segurança:

* Certifique-se de que a instalação elétrica não tem fuga. Para isso apague todas as luzes, desconecte todos os equipamentos elétricos (incluindo relógios) e verifique se o medidor de energia para de girar (modelos antigos) ou seu display não indica consumo algum (medidores mais novos). Caso o medidor continue a indicar consumo, é necessário revisar a instalação;

* Nunca conecte vários equipamentos em uma mesma tomada, pois essa medida pode provocar sobrecarga na instalação e perigo de superaquecimento. Também provoca uma operação deficiente, possíveis interrupções de energia, curtos-circuitos e danos a longo prazo;

* Em caso de curto-circuito, desconecte imediatamente o equipamento que o causou e todos os demais, apague todas as lâmpadas e chame imediatamente um profissional qualificado;

* O equipamento causador do curto deve ser reparado antes de ser colocado em uso novamente;

* Jamais utilize moedas, fios, lâmina de estanho ou alumínio no lugar de fusíveis e disjuntores;

* Antes de fazer qualquer reparo, é importante que seja desligada a chave geral;

As instalações elétricas precisam passar por revisão e manutenção preventiva realizada por profissional qualificado no mínimo a cada 10 anos.


Concurso de redação e desenho: Eletricidade com segurança



29/07/2014

Uma boa dica para a volta às aulas. A Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade, entidade sem fins lucrativos e econômicos, promove um concurso nacional que visa estimular crianças e jovens a desenvolver um pensamento de segurança no uso da eletricidade e sua cidadania.

As inscrições estão abertas e vão até o dia 29 de agosto de 2014. Então ainda há tempo para participar.

O 3º Concurso Nacional de Redação e Desenho Abracopel – Eletricidade com Segurança é voltado para estudantes da rede pública de ensino de todo o Brasil.

Mais informações no regulamento. Clique aqui.



Geladeira criada por indiano dispensa eletricidade e custa R$ 135

Geladeira-filtro armazena frescos legumes, verduras, frutas, leite e outros alimentos
Foto: Eco Desenvolvimento

25/01/2014

Além de representar uma das fatias da conta mensal de luz, a geladeira é um eletrodoméstico que não é acessível a 100% da população, sobretudo nas regiões mais afastadas e vulneráveis de muitos países. Ao pensar nisso, o artesão indiano Mansukhbai Prajapati idealizou um refrigerador que dispensa a eletricidade para funcionar. Batizado de MittiCool, o aparelho funciona à base do mesmo princípio de resfriamento dos velhos filtros de cerâmica

. A inovadora geladeira, cuja temperatura pode chegar a 8ºC, consegue deixar frutas, legumes, leite e verduras frescos por até três dias, por meio de uma câmara de água na parte superior do produto. A evaporação escorre pelas laterais da parede de cerâmica da geladeira (quatro tipos diferentes de argila), o que faz com que os mantimentos continuem frescos. Já á torneira na parte frontal disponibiliza água para o consumo.

E quanto ela custa?
O valor médio de venda da MittiCool é de R$ 135,00, o que a torna acessível a uma boa parcela da população, levando-se em conta o preço de uma geladeira convencional (que ainda por cima gasta energia). "Em 1997 eu havia lançado com sucesso um mini filtro de água. Então, a partir de 2002 eu comecei a trabalhar nessa pequena geladeira", relata Prajapati em seu site.

Segundo ele, a geladeira-filtro tem até pedidos de encomenda de outros países.O artesão, 49 anos, nasceu na aldeia Wankaner, onde aprendeu a trabalhar com argila. "Meu objetivo é fornecer todas as versões mais acessíveis em escala nacional para as pessoas que não possam pagar por produtos eletrodomésticos", completa o inventor.

Fonte: Terra



Férias: cuidados redobrados com a criançada!


12/07/2013

Durante as férias escolares, aumenta a permanência das crianças no quarto, em meio a seus games e computadores. A reunião de amigos eleva o número de crianças no espaço confinado. É neste período que os pais devem ter cuidado redobrado com os riscos de acidentes com choques elétricos, aumentando a cautela quanto à instalação elétrica do local.

Os pequenos são curiosos e um ponto importante é a proteção das tomadas. “No caso de crianças, o grande problema é colocar o dedinho ou um objeto metálico no buraco da tomada, que pode ser fatal”, alerta o engenheiro Hilton Moreno, consultor do Programa Casa Segura.

Ele recomenda tampar todas as tomadas não utilizadas com um protetor plástico comum, à venda em qualquer loja de materiais elétricos ou home center. “Isso é válido, obviamente, desde que a criança não tenha força e habilidade suficientes para tirar o protetor. Para resolver o problema de uma vez por todas, independentemente da criança, deve-se usar tomadas com bloqueadores (obturadores) que já vêm de fábrica. Esse modelo é ainda pouco conhecido e usado no Brasil, mas deveria ser usado sempre por aqueles que têm ou recebem crianças pequenas em casa”, complementa.

Para os filhos maiores, o perigo de choque pode ser maior, pois eles têm acesso fácil aos plugues dos aparelhos, correndo o risco ao colocá-los ou tirá-los da tomada. “Sobretudo nos modelos antigos de tomadas, esse risco era um pouco maior do que no novo padrão de tomadas”, comenta Moreno. É comum a retirada do aparelho da tomada puxando pelo cabo elétrico e não pelo corpo do plugue, o que aumenta o risco de danificar a extremidade do condutor, o qual pode se romper com o tempo, perfurando a isolação do cabo e, então, provocando o choque. “Em ambas as situações anteriores, deve-se orientar a criança para que insira e retire os plugues das tomadas tocando-os apenas no corpo do plugue e nunca puxando o fio. Isso é o mesmo que ensinar a uma criança que ela não deve colocar a mão no fogo da boca do fogão”, explica.

Outro alerta para os pais é orientar os filhos a não brincar com aparelhos que estão dando choque. “Às vezes a criança acha engraçado levar choque de baixa intensidade, que ocorre por defeitos internos nos aparelhos. Isso é muito perigoso e pode ser fatal dependendo do percurso da corrente elétrica pelo corpo”, afirma Moreno.

Além disso, o uso de benjamins (ou tês) deve ser evitado para reduzir a ocorrência de sobrecargas. “Fios soltos pelo chão no meio do caminho da criançada podem resultar em danos aos fios e consequentes choques elétricos, além do risco da criança tropeçar, cair e se machucar”, informa o engenheiro.

Mas o aviso serve também para outras medidas que evitam choques e acidentes em qualquer época do ano. O uso do fio terra e do dispositivo DR – este, popularmente conhecido por fazer desligar a energia elétrica. Esses dispositivos, associados ao bom uso dos aparelhos, podem reduzir o consumo de energia, além de evitar possíveis acidentes elétricos domésticos que, em alguns casos, podem ser fatais.

Todos os circuitos elétricos, sejam de iluminação, tomadas ou outros equipamentos devem ser protegidos contra choques elétricos. Em particular, o DR de alta sensibilidade é especialmente usado em áreas molhadas como banheiro, lavanderia e cozinha e tem como missão desligar automaticamente o circuito no momento em que ocorre uma descarga elétrica para a terra ou pelo corpo das pessoas.

Além de provocar incêndios, as instalações elétricas mal dimensionadas ou sem a manutenção adequada podem causar queimaduras de até terceiro grau, coagulação do sangue, lesão nos nervos, contrações musculares e reação nervosa de estremecimento (a sensação de choque).



Dicas de segurança para download


07/03/2013

A Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade) lançou em seu portal na Internet um livreto com dicas sobre segurança no uso da eletricidade, que pode ser baixado gratuitamente.

O material adota uma linguagem bem simples e lúdica e foi ilustrado com desenhos feitos por crianças que participaram de um concurso nacional realizado pela entidade e que teve o apoio do Programa Casa Segura.

Pode ser usado e divulgado à vontade, desde que não haja fins lucrativos e que seja citada a fonte.

Baixe aqui.


Visite o site da entidade. www.abracopel.org.br


PROGRAMA CASA SEGURA

Foto: Divulgação/PCS
SEGURANÇA

Nada é mais importante do que a vida. Mas em muitos casos as pessoas só se dão conta disso quando o pior acontece…

Com eletricidade não se brinca! Estamos sujeitos a levar choques elétricos ou causar acidentes devido ao mau uso da energia elétrica.

Para evitar tudo isso, o Programa Casa Segura indica aqui algumas medidas bem simples.

Veja aqui algumas histórias e relatos e também dados interessantes sobre o assunto

Fique ligado!

Cuidados em casa

Não sobrecarregue as instalações elétricas. Elas devem ser projetadas de modo que seja possível prevenir perigos como incêndios e curtos-circuitos devido ao superaquecimento dos fios.

Não faça gambiarras. Instalações elétricas provisórias ou precárias podem provocar choques elétricos e incêndios.

Evite o uso de “benjamins” ou “Ts” para evitar sobrecarga. Prefira sempre instalar mais tomadas.
Instale o fio terra e dispositivos DR. Evite choques elétricos.

Use circuitos separados para iluminação e tomadas.

O quadro de luz deve estar sempre limpo, ventilado e desimpedido, longe de botijões de gás.

Não deixe aparelhos elétricos ao alcance das crianças.

Quando for trocar uma lâmpada, desligue o disjuntor.

Feche a água pelo registro antes de mudar a chave seletora quente/frio do chuveiro ou da torneira elétrica.

Nunca puxe o fio para desligar um aparelho da tomada.

Leia atentamente as instruções do fabricante ao instalar aparelhos elétricos.

Limpe os eletrodomésticos só depois de retirá-los da tomada.

Verifique se os aparelhos elétricos não estão com os fios desencapados.

Se as lâmpadas ou aparelhos elétricos de sua residência queimam com freqüência, os disjuntores desarmam ou as tomadas e os fios estão ficando quentes, chame um eletricista qualificado.

Jamais coloque roupas na parte traseira do seu refrigerador.

Não mexa na parte interna de uma TV ou vídeo cassete, mesmo que eles estejam desligados. A carga elétrica fica acumulada em algumas partes do aparelho.

Ao usar cortador de gramas elétrico fique atento ao fio de energia do aparelho para que ele não seja atingido pela hélice.

Cuidado com instalações elétricas em lugares úmidos, como lavanderias, garagens e jardins.

Quando houver tempestade com descargas atmosféricas (raios), desligue os aparelhos das tomadas e evite atender ao telefone.

Somente pessoas com conhecimento técnico devem executar trabalhos em instalações elétricas.

Perigos fora de casa

Reformas e obras civis, poda de árvores e trabalhos próximos à rede elétrica só devem ser realizados por pessoas com conhecimento técnico.

Não entre em áreas de instalações de energia elétrica. Se precisar pegar alguma coisa que tenha caído neste local, solicite a uma pessoa responsável pela guarda, operação ou manutenção dessa instalação.
Respeite os avisos de “Perigo – Alta Tensão” ou “Perigo de Morte”. Se foram colocados ali, certamente estão lá para protegê-lo.

Nunca suba nos postes de energia e nas torres de alta tensão. Além do choque elétrico, poderá sofrer uma queda.

Não atire arames, pedras ou outros objetos nos cabos, isoladores e equipamentos das redes de energia elétrica.

Ao soltar pipas procure lugares longe de redes de energia elétrica. E se uma pipa enroscar nos cabos da rede, não tente tirá-la. Chame um profissional da empresa de energia elétrica de sua cidade.

Instale antenas ou outros objetos metálicos longe da rede de energia elétrica.

Quando encontrar um cabo partido no chão, não toque. Fique longe e chame um profissional da empresa que presta serviços em sua cidade para resolver o problema.

Se encontrar uma pessoa que foi eletrocutada, não toque nela. Afaste o cabo ou o fio da pessoa com um pedaço de madeira seca ou outro objeto que não conduza a energia elétrica e chame socorro.

Fogueiras e queimadas debaixo dos cabos de rede de energia elétrica podem danificá-los e provocar falta de energia e acidentes.

Não suba nem encoste em árvores que estejam tocando os cabos das redes de energia elétrica.

Em acidentes automobilísticos envolvendo postes de energia elétrica, se estiver dentro do veículo procure não sair até chegar o socorro. Se não for possível esperar, salte para longe do carro com os dois pés juntos, evitando encostar-se ao veículo e ao chão ao mesmo tempo.

Caminhões com cargas muito altas podem ficar presos nos cabos da rede elétrica. Se isto ocorrer, não toque no veículo.

Em uma tempestade com descargas atmosféricas (raios), não fique debaixo de árvores, principalmente em lugares abertos.

Antes de iniciar qualquer trabalho na rede elétrica, o profissional deve interromper a corrente e deixar um aviso para que os outros não a liguem.

Fonte: http://www.programacasasegura.org

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