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DIA MUNDIAL DA BICICLETA

O embaixador da Alemanha no México, Viktor Elbling, pedala todos os dias até o trabalho.

07/06/2018
    
Por decisão da Assembleia Geral da ONU, 3 de junho passa a ser a data para promover esse meio de transporte simples, barato e bom para o meio ambiente; segundo ONU, a bicicleta é um símbolo do transporte sustentável; na Cidade do México, embaixador da Alemanha pedala ao trabalho. 

A bicicleta é um meio de transporte simples, de baixo custo e sustentável. Por isso, a Assembleia Geral da ONU criou o Dia Mundial da Bicicleta, que será comemorado pela primeira vez neste domingo, 3 de junho.

As Nações Unidas acreditam que “a sinergia entre a bicicleta e o usuário cria uma conscientização imediata sobre o meio ambiente”. Sendo um símbolo dos transportes sustentáveis, andar de bicicleta causa um impacto positivo no clima, por não poluir a atmosfera.

Praticidade

O embaixador da Alemanha no México pedala todos os dias até o trabalho. Da Cidade do México, Viktor Elbling contou à ONU News que essa foi a maneira que encontrou de ajudar a combater a mudança climática.

“É muito prático, às vezes se chega antes de bicicleta do que com carro e talvez o mais importante seja dar uma pequena contribuição ao meio ambiente, ao tema da mudança climática. Acredito que a bicicleta seja um dos meios de transporte importante do futuro.”

O embaixador alemão Viktor Elbling confirma que tem muito cuidado ao pedalar na Cidade do México, que já conta com várias ciclovias. Ele acredita que “esse é um movimento que está tomando muita força” na capital do país. 

Saúde

No Dia Mundial da Bicicleta, a ONU pede aos países que levem em conta esse meio de transporte na hora de criar medidas de infraestrutura, garantindo em especial a melhoria das rodovias e prevenindo acidentes.

Segundo as Nações Unidas, a bicicleta é utilizada há mais de dois séculos, gerando benefícios também para a saúde física e mental dos ciclistas.

Fonte: ONU News


ONU destaca papel do transporte marítimo na economia global

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.
Foto: OMI

30/09/2016

Dia Mundial é celebrado nesta quinta-feira, 29 de setembro, com o tema "Transporte marítimo: indispensável ao mundo"; segundo o secretário-geral, todas as pessoas se beneficiam da atividade, mas poucas se dão conta.

O "transporte marítimo é a espinha dorsal do comércio e das economia globais", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em mensagem sobre o Dia Mundial celebrado nesta quinta-feira, 29 de setembro.

O tema da data este ano é "Transporte marítimo: indispensável ao mundo".

Desenvolvimento Sustentável

Ban ressaltou que todos no mundo se beneficiam da atividade, no entanto, poucas pessoas se dão conta. Ele citou o envio de "comida, tecnologia, medicamentos e memórias".

Segundo o chefe da ONU, "enquanto a população mundial continua a crescer, especialmente em países em desenvolvimento, o transporte marítimo de baixo custo e eficiente tem um papel essencial a desempenhar no crescimento e desenvolvimento sustentável".

O secretário-geral afirmou que a atividade ajuda a garantir que os benefícios do comércio sejam distribuídos de forma mais uniforme.

Organização Internacional

"Nenhum país é completamente autossuficiente", disse Ban, e "cada nação conta com o comércio marítimo para vender e comprar o que precisa".

Além disso, ele lembrou que os empregos e meios de subsistência de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento e os padrões de vida nas nações industrializadas e desenvolvidas dependem de navios e do transporte marítimo.

O secretário-geral destacou o papel vital da Organização Marítima Internacional, OMI, agência especializada da ONU para segurança marítima e proteção ambiental.

Fonte: Rádio ONU


Ilhéus de Fernando de Noronha recebem bicicletas do Bike Noronha



21/07/2016

O projeto Bike Noronha dá mais um passo importante para a implantação do modal no arquipélago. Foram distribuídas as primeiras bicicletas da fase "Bike Ilhéu", que oferece gratuitamente os equipamentos aos moradores locais. O objetivo principal da iniciativa, promovida pela Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, com o apoio do Banco Itaú, é o de incentivar o transporte sustentável como principal ferramenta de locomoção na ilha.

Ao todo, serão entregues 400 bicicletas nesta primeira fase. A iniciativa faz parte do projeto Bike Noronha, que já alcançou bons resultados desde que começou a ser implantado, em dezembro de 2015. O projeto passou pelas vertentes do "Bike Escola", com entregas para estudantes da Escola Arquipélago Fernando de Noronha, "Bike Creche", para as creches locais, e "Bike Turista", com o oferecimento das "magrelas" para deslocamento dos turistas pela ilha a partir de 30 pousadas. Até o momento, já foram distribuídas 484 bicicletas de um universo de 1357 totais do projeto, que ainda conta com uma parte de melhoras nos espaços físicos do arquipélago para comportar o modal.

Para garantir o conforto dos ciclistas na ilha, o Bike Noronha também pensou na infraestrutura para dar apoio aos ciclistas. Os usuários terão à disposição 20 bicicletários instalados em pontos estratégicos da ilha (sete já estão prontos para uso), além de 58 placas de sinalização e indicativas na BR e nas vicinais do arquipélago. As 30 placas de sinalização servirão para informar aos motoristas a presença de ciclistas na BR. Já as 28 indicativas terão informações úteis, a exemplo da localização e nível de dificuldade da estrada para orientação do ciclista.

Para o secretário de Turismo, Esportes e Lazer do Estado, Felipe Carreras, o projeto Bike Noronha chega a uma fase importante. "A ideia de implementar as bicicletas como modais eficientes para os ilhéus é bastante significativa, pois reforça nossa tese de que as bikes são opções sustentáveis. Faremos a entrega do primeiro lote desses equipamentos para os moradores adultos, que também receberão capacitações sobre manutenção das bicicletas e educação no trânsito.”, comentou, ressaltando as diversas frentes do projeto. "Já entregamos bicicletas aos estudantes, promovemos a parceria com as pousadas para oferecer esse serviço aos turistas, além de termos diponibilizado bicicletas nas creches. Agora chegou o momento dos ilhéus e tenho certeza que, em breve, vamos crescer cada vez mais com a utilização das bikes como meios de transporte público eficientes.", finalizou Carreras.

O segundo lote das entregas do Bike Ilhéu, que contemplará 413 pessoas, está prevista para acontecer até o final deste ano.



Ônibus de SP terão suporte interno para transporte de bicicletas

Ônibus vai transportar bicicletas em São Paulo (Foto: TV Globo/Reprodução)

18/06/2016

Ciclistas poderão utilizar equipamento durante horários específicos.
Mais de 900 coletivos serão adaptados até o fim do ano.

A São Paulo Transporte (SPTrans) apresenta nesta sexta-feira (17) o primeiro ônibus da capital paulista com suporte para levar bicicleta. Até o fim do ano, 908 outros coletivos serão adaptados para transportar as bikes, quantidade que abrange todos os veículos do modelo superarticulado, com capacidade para transportar até 171 passageiros.

Os ciclistas paulistanos poderão utilizar a novidade apenas em horários específicos. Nos dias úteis, das 10h01 às 15h50 e das 19h01 às 5h59, e, aos finais de semana a partir das 14h do sábado até as 5h59 da segunda-feira. Nos feriados, o embarque das biciletas será autorizado das 19h01 do dia anterior até as 5h59 do dia posterior.

O equipamento será instalado no interior do ônibus, na parte traseira, perto da última porta de desembarque. O ciclista terá, portanto, que entrar pelos fundos do coletivo e fixar sua bicileta no suporte para então pagar sua tarifa, que terá o mesmo custo da passagem normal. O deslocamento da bike no veículo é de responsabilidade do usuário.

Os ônibus terão capacidade para levar apenas uma bicicleta por vez. Um adesivo colado na frente do veículo vai indicar se o coletivo está equipado com o suporte para bike.


Na Olimpíada do Rio, atletas vão usar ônibus ecológico

Ônibus ecológico, movido a energia e hidrogênio, será usado por atletas nos Jogos Olímpicos de 2016 
Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil

15/03/2016

Durante os Jogos Olímpicos de 2016, os atletas serão transportados pela cidade em um ônibus urbano elétrico híbrido a hidrogênio, desenvolvido pelo Centro de Tecnologia da Coppe – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O veículo pode operar com três tipos de fontes de energia, com recarga de baterias com autonomia para 150 quilômetros.

O ônibus é abastecido com cilindros de hidrogênio gasoso, instalados no teto. Na traseira, fica a pilha combustível, que converte o nitrogênio em eletricidade quando em contato com oxigênio do ar.  “Isso quer dizer que temos o domínio total dessa tecnologia. Ele é um produto que está pronto para ser comercializado”, contou o professor Paulo Emílio de Miranda, coordenador do Laboratório de Hidrogênio da Coppe. “Será uma boa vitrine [a Olimpíada]”, destacou o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, que conheceu o ônibus ontem (7), 

Além desse projeto, o laboratório também desenvolveu um ônibus híbrido movido a etanol e, outro 100% elétrico. “O objetivo é que se torne um padrão de uso de ônibus escolar em ambiente urbano brasileiro”, acrescentou o professor.

Trem de levitação

Outro projeto desenvolvido pelo Coppe é o trem de levitação magnética. A composição tem 1,5 metro de comprimento e capacidade de transportar 30 passageiros. No teste de ontem, o trem fez trajeto de 200 metros, alcançando velocidade de 20 Km/hora. Mas pode chegar a 100 km/h em percursos mais longos. “Vemos neste veículo muito mais que um veículo para transporte. Vemos nele a possibilidade de arrastar uma série de desenvolvimento tecnológico, ímã, supercondutor veículo leve”, apontou o professor Richard Stephan, coordenador do projeto desenvolvido no Laboratório de Aplicações de Supercondutores do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe.

O trem de levitação tem custo menor em comparação a outros veículos. Pelos cálculos dos pesquisadores, corresponde a cerca de 1/3 do valor de implantação do metrô. A levitação ocorre com a interação de ímãs permanentes com supercondutores.

A expectativa do professor Stephan é que o projeto Maglev-Cobra seja certificado no ano que vem e em 2020 entre em operação com uma linha de 5 quilômetros de distância, fazendo a ligação entre a Estação de BRT Aroldo Melodia ao Parque Tecnológico da UFRJ. “Este protótipo é sem ar- condicionado, que é grande vilão de consumo energético”, disse o professor.

LabOceano

Já no Laboratório de Pesquisas Oceânicas da Coppe (LabOceano), o ministro Pansera conheceu o tanque que faz simulações de condições de mar, com capacidade de armazenar 23 milhões de litros de água pura da Companhia de Companhia Estadual de Água e Esgotos (Cedae). “Existem necessidades de requerimentos técnicos no fundo do mar que apenas a pesquisa e os ensaios exaustivos podem resolver”, disse o professor José Carlos Pinto, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ.

Na avaliação do diretor, os projetos do trem de levitação e do ônibus ecológico podem ser usados em ambientes urbanos, mas reconheceu que é preciso engajamento do Poder Público e da iniciativa privada. “O Brasil hoje discute a crise energética e a produção de energias limpas e estes são exemplos daquilo que se pode tratar como energia limpa e solução para crise energética”, avaliou.


Ônibus movidos a hidrogênio entram em circulação em São Paulo

Veículos a hidrogênio ajudam a impulsionar uso de tecnologia limpa para o transporte no Brasil
Foto: Emtu/SP

05/03/2016

Passageiros que utilizam transporte público entre as regiões de Santo André e Diadema, em São Paulo, terão a oportunidade de contribuir para a redução da emissão de gases no meio ambiente. Entraram em circulação na quarta-feira, 2 de março, no Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD), dois novos ônibus movidos a hidrogênio.

Os ônibus, desenvolvidos com tecnologia brasileira, são resultado de um projeto em parceria entre o Pnud, o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. (Emtu/SP), com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e da Agência Brasileira de Inovação (Finep).

Em junho de 2015, três ônibus foram entregues ao Estado de São Paulo e ativados para teste. Na manhã de terça-feira, dois deles foram integrados à frota dos ônibus intermunicipais gerenciada pela Emtu/SP. Os trabalhos começaram pontualmente às 5h20 e às 5h40, ambos operando na Linha 287P Piraporinha a Santo André, em trajeto bastante demandado por usuários.

Segundo informações do Pnud e da Emtu, a tecnologia utilizada de propulsão é totalmente livre de emissões de poluentes. No lugar de dióxido de carbono e outras emissões dos carros comuns, somente vapor d’água é eliminado pelo escapamento dos ônibus.

Além de contribuir para mitigar a mudança global do clima, os novos ônibus também ajudam a impulsionar o uso de tecnologias limpas para transporte no país. “O desenvolvimento da tecnologia, em território nacional, de veículos movidos a hidrogênio ainda é um processo restrito a um grupo seleto de países. Isso deixa o Brasil em uma posição de destaque mundial na área”, ressalta a oficial de programa de Desenvolvimento Sustentável do Pnud, Rose Diegues.

Os dois ônibus reforçam a preocupação com o meio ambiente. Eles são decorados com pássaros representativos da fauna brasileira e recebem nomes de aves. Um deles é o Ararajuba, ave da região Amazônica que representará as regiões Norte e Nordeste, e outro o Sabiá Laranjeira, considerada por Decreto Presidencial como um dos quatro símbolos nacionais.

Fonte: EcoD

INDÚSTRIA DO TRANSPORTE ESTIMULA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA BARRAR CRESCIMENTO DE EMISSÕES

Crédito da Foto: Bruno Maia © NaturezaFotos.org

05/12/2015 

Reconhecendo que o transporte tem o maior crescimento de emissões de CO2 do que qualquer área industrial, representantes do setor apresentaram 10 iniciativas na COP 21, em Paris, para reduzir as emissões e construir sistemas mais sustentáveis de transporte.

Com a previsão de que as emissões de CO2 relacionadas à energia aumentem de 1/4 do total que é registrado hoje para 1/3 até 2050, muitos estão procurando mudanças significativas que possam ser feitas no transporte para integrar o esforço global de manter o crescimento médio da temperatura abaixo dos 2ºC.

O esforço é uma demanda para que o transporte público e de mercadorias seja projetado para crescer rapidamente, sobretudo nos países emergentes e em desenvolvimento do mundo.

No entanto, as projeções revelam uma redução de 50% das emissões de CO2 no setor de transportes, se comparado a cenário “transporte comum” que pode ser alcançado até 2050, sem prejudicar o crescimento econômico sustentável.

Grandes iniciativas incluem:

65 países comprometidos em melhorar a eficiência de veículos, uma oportunidade de alto impacto!

Em 2015, 40 países aderiram à Iniciativa Global de Economia de Combustível (GFEI) lançada pela Fundação FIA, ITF, IEA e PNUMA, o que eleva para 65 o número de países comprometidos com o desenvolvimento de políticas e regulamentações sobre eficiência energética dos veículos. Isto representa uma forte aceleração em direção ao objetivo da Cúpula do Clima da ONU de 100 países em 2016. A GFEI visa dobrar a eficiência de combustível da frota mundial de veículos ligeiros até 2050, o que resultará em uma redução acumulada de mais de 30 giga toneladas de CO2 .

Planos de Mobilidade Urbana Sustentável em 100 cidades e 20 países

Lançado hoje, o MobiliseYourCity - Mobilize Sua Cidade tem como finalidade apoiar 100 cidades e 20 países em desenvolvimento até 2020 para o desenvolvimento e a implementação de Planos de Mobilidade Urbana Sustentável e Políticas Nacionais de Transporte Urbano. Cada cidade engajada nesta iniciativa está comprometida com o alcance de 50 a 75% de redução nas emissões relacionadas a transporte urbano até 2050. Uma fase piloto a ser lançada em 2016 apoiará 20 cidades em 13 países da África, Ásia, América do Sul e Oriente Médio). Parceiros doadores já prometeram 5,5 milhões de Euros para apoiar esta iniciativa transformadora.

50 parceiros embarcam na transformação de cargas, as maiores contribuidoras para as emissões de transportes:

O Global Green Freight Action Plan – Plano de Ação Global para Cargas Verdes, da Coalizão para o Clima e o Ar Limpo (CCAC, em inglês), é uma parceria múltipla que fornece um modelo global para a redução de emissões de dióxido de carbono, carbono negro e outros poluentes do setor de cargas até 2015. Treze novos países se comprometeram a estabelecer um programa de cargas verdes, dobrando a resposta desde a Cúpula do Clima de Nova York, em 2014.

Novos esforços nas iniciativas de transporte público anunciadas na Cúpula do Clima de Nova York

Para estabilizar as emissões da indústria de aviação até 2020, 74 planos de ação para avançar a implementação de medidas de mitigação pelos Estados foram recebidos pela Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO, na sigla em inglês), contabilizando 80,6% das emissões globais de CO2 pela aviação internacional. Os membros do Grupo de Ação para o Transporte Aéreo (ATAG, na sigla em inglês) – que representam mais de 1.860 aeroportos, 258 companhias aéreas internacionais e outras entidades – estão implementando programas e comprometendo bilhões de dólares em recursos para novas aeronaves, eficiência operacional no ar e no solo e fontes de energia alternativas. A Organização Internacional para o Transporte Público (UITP, na sigla em inglês), agregou 125 novos comprometimentos ao seu objetivo de duplicar a fatia de mercado do transporte público até 2025. Como parte da iniciativa da União Internacional de Estradas de Ferro (UIC, na sigla em inglês), um crescente número de CEOs vem comprometendo suas empresas a desenvolverem planos para a redução do consumo final de energia e das emissões de CO2 por parte de operações de trem.

Para saber mais sobre todas as iniciativas apresentadas no evento Foco no Transporte, acesse o Press Kit online da LPAA: http://newsroom.unfccc.int/media/509508/lpaa-primer.pdf

• Global Fuel Economy Initiative - Iniciativa Global de Economia de Combustível (GFEI)

• Paris Declaration on Electro-Mobility and Climate Change & Call to Action – Declaração de Paris sobre Eletromobilidade e Mudança do Clima

• MobiliseYourCity – Mobilize Sua Cidade

• Global Green Freight Action Plan (CCAC) – Plano de Ação Global para Cargas Verdes

• Zero Emission Vehicles (ZEV) Alliance – Aliança de Veículos de Emissão Zero

• C40 Clean Bus Declaration – Declaração da C40 para Ônibus Limpos

• Worldwide Taxis Initiative – Iniciativa Global de Táxis

• Low Carbon Rail Transport Challenge by the International Union of Railways (UIC) – Desafio do Transporte de Baixo Carbono pela União Internacional das Estradas de Ferro (UIC)

• UITP Declaration on climate leadership, (The International Association of Public Transport, UITP) – Declaração sobre a Liderança do Clima  da Associação Internacional de Transporte Público (UITP)

• Collaborative Action Across the Air Transport World by ICAO and ATAG – Ação Colaborativa pelo Transporte Aéreo Mundial, pela ICAO e ATAG.

• Airport Carbon Accreditation Initiative – Iniciativa de Acreditação de Carbono em Aeroportos

Sobre a LPAA

A Agenda de Ação Lima-Paris (LPAA, na sigla em inglês) é uma junta que engloba as presidências da COP no Peru e na França, o escritório do Secretário-Geral da ONU e o Secretariado do UNFCCC. O objetivo da iniciativa é fortalecer a ação para o clima ao longo de 2015, em Paris em Dezembro e muito além: mobilizar uma ação global robusta para sociedades resilientes e de baixo carbono, fornecendo apoio aperfeiçoado para iniciativas existentes, como as lançadas durante a Cúpula do Clima de Nova York, em setembro de 2014; mobilizar novos parceiros e fornecer uma plataforma para a visibilidade de suas ações, compromissos e resultados no caminho para a COP21. Saiba mais no link (em inglês): http://newsroom.unfccc.int/lpaa/about/

Para mais informações:

Programação do evento: http://newsroom.unfccc.int/lpaa/cop-21/

Plataforma de comprometimentos Nazca - mais de 10.000  ações concretas de cidades, empresas, investidores, fundações e ONGs: http://climateaction.unfccc.int/

Oficial de Imprensa da LPAA: Diane Gaillard | +33 6 99 62 49 79 | presse@cop21.gouv.fr

Contatos de Imprensa sobre o evento: melanie.ben@fr.michelin.com ou patrick.oliva@fr.michelin.com ou cornie.huizenga@slocatpartnership.org

Twitter da UNFCCC: @UNFCCC

Twitter da LPAA: @LPAA_Live | #LPAA


Fonte: PNUMA


Transporte e Meio Ambiente: a influência dos impactos

24/08/2013

De uma forma geral existem quatro tipos de impactos na prática de transporte ao meio ambiente. São eles:

• Relações Sociais;

• Acidentes no Trânsito;

• Congestionamento;

• Poluição.

Para entender melhor os impactos, suas influências no nosso meio, e principalmente as possíveis formas de mitiga-los, é essencial analisar o meio natural, ou seja, aquilo que não foi modificado pelo homem. Do mesmo modo, é necessário observar e entender o meio construído, ou seja, cidades e demais áreas modificadas pelo homem.

Meio natural
A atuação do transporte no meio físico natural se dá basicamente através do consumo de recursos provenientes da natureza, como por exemplo: áreas para instalação de infraestrutura de transporte; materiais para construção das vias de transporte (rochas asfáltica, ferro, dentre outros); e ainda recursos naturais utilizados para operação (petróleo, energia dentre outros).

Figura 1 – Meio natural: produção de energia elétrica - hidrelétrica
Meio Construído
A aglutinação de pessoas em meios construídos (cidades) convergiu em uma nova visão dos impactos ambientais considerando assim os ambientes de convivência humana como meio impactante. Sendo que, os impactos de transporte estão diretamente relacionados à poluição atmosférica, sonora dentre outro. Sabendo que todos estes são consequência da interação das pessoas com o espaço que vivem.

Figura 2 – São Paulo: capital financeira do Brasil
Outro impacto relevante no meio construído são os acidentes de trânsito que por sua vez só foram considerados impactos ambientais quando o ambiente construído foi incorporado ao mesmo. Para que esta relação fosse aceita foi preciso identificar que a forma com que o ambiente é construído e consequentemente utilizado tem uma enorme relevância nos níveis de conflito de trânsito como, por exemplo, no congestionamento e nos acidentes.

Vale ressaltar que nós influenciamos diretamente o ambiente construído e consequentemente somos responsáveis pelo nível de impacto que ocorre nele, todos estes impactos negativos são consequências de ações do poder público, privado e da comunidade como um todo. Sendo assim, também é de nossa responsabilidade a modificação deste meio construído e então diminuição dos impactos.

Referência
VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara de. Transporte e meio ambiente: conceitos e informações para análise de impactos. São Paulo: Edição do Autor, 2006.

Fonte: Portogente

Bicicletas elétricas podem ser alternativa para transporte

O videomaker Alexandre Paschoalini, que há seis meses utiliza uma bicicleta elétrica

20/11/2011

Bicicleta verde é capaz de percorrer distâncias médias, de forma econômica, sem fazer barulho e sem emitir gases poluentes

São Paulo - A recente e polêmica implantação de ciclofaixas na cidade de São Paulo pode abrir espaço – a médio prazo – para a utilização de um novo tipo de meio de transporte: as bicicletas elétricas, veículos capazes de percorrer distâncias médias, de forma econômica, sem fazer barulho e sem emitir gases poluentes.

De acordo com um estudo da empresa de pesquisa de mercado americana Pike Research, os veículos elétricos de duas rodas irão vender mais do que os de quatro rodas nos próximos anos. Dentro desse filão, as bicicletas elétricas corresponderão por 56% do mercado, contra 43% das motocicletas, e cerca de 1% de scooters.

Por enquanto, o maior mercado consumidor desse tipo de veículo é o asiático, impulsionado pela China, responsável por 95% das aquisições. Segundo estimativas, a China produz cerca de 21 milhões de bicicletas elétricas anualmente. O uso é tão comum que o código de trânsito local classificou as bicicletas elétricas como bikes comuns, o que isenta os usuários de carteira de habilitação para seu uso.

Entretanto, Oriente Médio e África lideram em crescimento, aponta a Pike Research. A expectativa é que o número de bicicletas elétricas vendidas na África cresça 56% anualmente até 2016. A empresa não possui números sobre o mercado brasileiro.

Além do preço, outra vantagem que justifica o número maior de vendas das bicicletas em relação aos carros elétricos é a eficácia energética. Enquanto uma bike precisa 2 kWh para percorrer 100 quilômetros, um carro elétrico exige de 15 a 20kWh - ou seja, um ciclista precisa de cerca de 10% da energia de um motorista.

Fonte: EXAME.com
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