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Revenda Mocellin é a melhor da América Latina no Prêmio Respeito ao Meio Ambiente 2016



22/08/2016

Distribuidora de produtos agrícolas de Sinop (MT) foi reconhecida pela excelência de sua estratégia no desenvolvimento de boas práticas agrícolas

A Liderança Global da DuPont Proteção de Cultivos reconheceu a revenda brasileira Mocellin Comércio de Produtos Agrícolas, de Sinop (MT), como a melhor da América Latina no 26º Prêmio DuPont Respeito ao Meio Ambiente. A solenidade oficial do evento aconteceu nos últimos dias, na sede da DuPont, em Wilmington, Del., nos Estados Unidos.

A iniciativa é uma parceria da DuPont com a revista Crop Life Internacional e tem por objetivo reconhecer anualmente as revendas e cooperativas agrícolas que mantêm no mundo as melhores práticas de gestão ambiental envolvendo agroquímicos, da armazenagem à aplicação.

A Mocellin foi premiada, sobretudo, pela excelência de sua estratégia no desenvolvimento de boas práticas agrícolas. A revenda concorreu ao prêmio na modalidade Top América Latina com outras quatro empresas, sendo duas da Argentina.

“Ter uma empresa brasileira vencedora da edição latino-americana demonstra o comprometimento dos distribuidores de produtos da companhia no País”, ressalta o vice-presidente da DuPont Brasil Proteção de Cultivos, Mario Tenerelli.



PROGRAMA DA ONU ESTIMULA CONSUMO EFICIENTE NA AMÉRICA LATINA



04/05/2016

Você sabe o quanto de energia um ar-condicionado consome? Um dos vilões do consumo, o eletrodoméstico está passando por um aumento de vendas em toda a América Latina, junto com o aumento da demanda por eletricidade. Esse é o aviso que o Pnuma, Programa da ONU para o Meio Ambiente faz. Com mais pessoas alcançando a classe média, também cresce o consumo – e a preocupação com a eficiência.

O programa reconhece que é importante democratizar o acesso à eletrodomésticos, mas ressalta a importância de que eles sejam eficientes. Em caso contrário, a emissão de poluentes na produção de energia irá apenas aumentar, causando danos ambientais graves para os países emergentes e todo o globo. Por isso, o programa criou a parceria Unidos por Eficiência. O programa tem o objetivo de acelerar a transição de produtos de alto consumo energético para outros que sejam mais eficientes, como lâmpadas, refrigeradores e o famoso ar-condicionado. Com as ações, o programa pode reduzir o consumo global de eletricidade em 10%, o que gera uma economia de até U$ 350 bilhões. Além disso, as emissões de CO2 seriam reduzidas em 1.25 bilhão de toneladas.

O programa atua em diferentes frentes: com os governos, busca dar assistência para criação e implementação de estratégias com o objetivo de facilitar a adoção e popularização de tecnologias eficientes; com empresas e fabricantes, procura incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias e técnicas que economizem energia.

Segundo o programa, se todos os países da América Latina e do Caribe adotassem os padrões de eficiência energética sugeridos pelo programa para os eletrodomésticos de alto consumo, só na região o consumo seria reduzido em 11%. Em termos energéticos, isso é uma grande mudança: a redução na emissão de gases equivale a 44 milhões de toneladas, o que equivale a 24 milhões de carros fora das ruas.

Ministros da América Latina e Caribe debatem questões ambientais e de desenvolvimento na Colômbia

Para o diretor-executivo do PNUMA, Achim Steiner, a América Latina e o
Caribe estão na “vanguarda” da luta contra o efeito estufa, buscando fontes
renováveis de energia para alcançar o desenvolvimento sustentável. Foto: PNUMA

02/04/2016

Região foi elogiada pelo chefe do PNUMA, Achim Steiner, por estar na vanguarda do combate ao efeito estufa. Brasil, Costa Rica, Nicarágua, México, Chile e Uruguai foram citados pelo dirigente. Em Fórum intergovernamental, ministros do Meio Ambiente debatem estratégias e prioridades em comum.

Nesta semana, ministros do Meio Ambiente dos 33 países da América Latina e do Caribe se reúnem em Cartagena, na Colômbia, para debater estratégias e prioridades voltadas para as questões ambientais abordadas pela Agenda 2030. Em maio, a região vai presidir a 2ª Sessão da Assembleia Geral para o Meio Ambiente (UNEA), que acontece em Nairóbi.

Durante a abertura do XX Fórum de líderes da pasta, nesta quarta-feira (30), o ministro colombiano Gabriel Vallejo López destacou que “cerca de 86 das 169 metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão relacionadas à sustentabilidade ambiental”.

Embora a América Latina e o Caribe sejam responsáveis por menos de 10% do total de emissões globais de gases do efeito estufa, eles estão “na vanguarda dos esforços para enfrentá-las”, ressaltou o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner.

Em 2015, toda a eletricidade da Costa Rica veio de fontes renováveis. A Nicarágua deu início a um ambicioso programa de energias limpas e acaba de concluir um grande projeto de energia eólica. Desde 2013, no Brasil e no Uruguai, todas as novas licitações para a produção de energia elétrica foram concedidas a tecnologias de energia eólica e solar.

Steiner chamou atenção também para mecanismos fiscais que reforçam a gestão ambiental e enviam sinais ao mercado, promovendo a mudança de comportamentos. Em 2017, o Chile implementará um imposto sobre o gás carbônico gerado na produção de eletricidade. Medidas semelhantes estão sendo adotadas por outros países, como o México.

Os debates desta quarta-feira incluíram questões sobre mudanças climáticas, cooperação sul-sul, biodiversidade, saúde e meio ambiente. A Iniciativa de Desenvolvimento Sustentável da América Latina e Caribe também foi tema de conversas e foi atualizada.

Ministros discutiram ainda as contribuições que a região poderá levar para a 2ª Sessão da UNEA, evento considerado “crítico” pelo chefe do PNUMA, pois implicará decisões fundamentais sobre temas que vão desde o comércio ilegal de animais silvestres até o manejo do desperdício e a qualidade do ar.

“A experiência da região deve ser amplamente compartilhada a fim de contribuir com eficiência para a promoção do crescimento de baixo carbono, para reduzir a desigualdade e erradicar a pobreza”, afirmou Steiner.

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