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Sobre o Haiti



29/07/2025

Haiti (pronunciado em português europeu: [ajˈti]; pronunciado em português brasileiro: [ajˈtʃi]; em francês: Haïti, pronunciado: [a.iti]; em crioulo haitiano: Ayiti), oficialmente República do Haiti (République d’Haïti; Repiblik Ayiti), é um país do Caribe. Ocupa uma pequena porção ocidental da ilha de Hispaniola, no arquipélago das Grandes Antilhas, que partilha com a República Dominicana. Ayiti (“terra de altas montanhas”) era o nome indígena dos taínos para a ilha. 

Em francês o país é chamado de La Perle des Antilles (A Pérola das Antilhas), por conta de sua beleza natural. O ponto mais alto do país é Pic la Selle, com 2 680 metros de altitude. Tanto em área quanto em população, o Haiti é o terceiro maior país do Caribe (depois de Cuba e da República Dominicana), com 27 750 quilômetros quadrados e cerca de 10,4 milhões de habitantes, sendo que pouco menos de um milhão deles vivem na capital, Porto Príncipe. O francês e o crioulo haitiano são as línguas oficiais do país. 

A posição histórica e etno-linguística do Haiti é única por várias razões. Quando conquistou a independência em 1804, se tornou a primeira nação independente da América Latina e do Caribe, sendo o único país do mundo estabelecido como resultado de uma revolta de escravos bem-sucedida e a segunda república da América. A Revolução Haitiana, feita por escravos e negros libertos, durou quase uma década; todos os primeiros líderes do governo foram antigos escravos. O país é uma das duas nações independentes do continente americano (junto com o Canadá) que designa o francês como língua oficial; as outras áreas de língua francesa no continente são todos departamentos ou coletividades ultramarinas da França. 

O Haiti é o mais populoso membro pleno da Comunidade do Caribe (CARICOM). O país também é um membro da União Latina. Em 2012, o Haiti anunciou sua intenção de obter o estatuto de membro associado da União Africana. É o país mais pobre da América, medido pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A violência política tem ocorrido regularmente ao longo da história do país, o que levou a instabilidade no governo. Mais recentemente, em fevereiro de 2004, um golpe de Estado originário do norte do país forçou a renúncia e o exílio do presidente Jean-Bertrand Aristide. Um governo provisório assumiu o controle com a segurança proporcionada pela Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (MINUSTAH).





Lema: “L’union fait la force” (“A união faz a força”) 

Hino nacional: “La Dessalinienne” (“A Dessaliniana”) 

Capital: Porto Príncipe 

Cidade mais populosa: Porto Príncipe 

Língua oficial: Francês e Crioulo haitiano 

Governo: República semipresidencialista 
– Presidente Jovenel Moïse 
– Primeiro-ministro Joseph Joute 

Independência da França: 
– Declarada 1 de janeiro de 1804 
– Reconhecida 1825 Moeda: Gourde (HTG)




AS IMPRESSIONANTES ILHAS DE ALGAS QUE AMEAÇAM OS MAIS BADALADOS DESTINOS DO CARIBE


A presença das algas mudou um dos aspectos mais famosos das praias caribenhas: 
as águas cristalinas (Foto: Marta Garcia)

10/08/2018

Em movimento atípico, toneladas de algas estão chegando à costa da Península de Yucatán e a ilhas caribenhas; além de afetar o turismo - quem gosta de tomar banho em um mar cheio de algas? - traz riscos para o meio ambiente.

Algumas costas de países do Caribe famosas pelas praias paradisíacas com águas límpidas azul-turquesa estão tendo sérios problemas para corresponder à essa imagem e não decepcionar turistas.

Nas praias, tampouco se vê a areia branca - elas estão cobertas por um material marrom, pegajoso e malcheiroso. Sem falar da experiência do banho no mar, que perde toda a graça.

Embora seja o que mais chame a atenção, esse cenário talvez nem seja a pior parte do problema.

A paradisíaca Riviera Maya do México e várias ilhas do Caribe tiveram suas costas invadidas por sargaço - um gênero de alga castanha, que este ano chegou em quantidades sem precedentes a algumas das praias mais famosas do mundo.

Sistemas de monitoramento mostram "ilhas" de sargaço de vários quilômetros de extensão que se aproximam das costas.

As regiões de Cancún, Quintana Roo e Playa del Carmen, no México, bem como as ilhas de Bonaire, Antígua e Barbuda e Guadalupe estão entre as áreas afetadas.

Entre 29 de junho e 31 de julho, por exemplo, nas praias de sete municípios de Quintana Roo, foram coletados 119 mil metros cúbicos de sargaço, segundo autoridades locais.

O problema foi tão incômodo que obrigou um resort em Antígua a fechar as portas até 30 de setembro.

Quando o sargaço morto se acumula na praia entra em decomposição e gera um mau 
cheiro que tamém tem afastado os turistas (Foto: Marta Garcia)

Para alguns especialistas, além de afetar consideravelmente o turismo - e a economia da região - esta "invasão" atípica tem potencial de se tornar uma "catástrofe ambiental", na avaliação da diretora do Laboratório da Marinha Botânica da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), Brigitta I. van Tussenbroek.

Mas o que é sargaço?

O sargaço é uma alga flutuante que "viaja" à deriva impulsionada pelas correntes oceânicas.

Funciona como uma "ilha" viva que serve de alimento e casa para várias espécies marinhas.

Tradicionalmente, esta alga começa sua vida no Golfo do México e é empurrada pelas correntes até o Atlântico Norte, onde flutua no Mar dos Sargaços, perto das ilhas Bermudas.

Desde 2011, no entanto, cientistas detectaram a criação de um novo "mar de sargaço" entre as costas da África e do Brasil, que é de onde vêm as algas que agora estão chegando ao Caribe.

Existem registros das ilhas de sargaço há séculos, mas em 2015 foi registrada uma chegada atípica deles à costa - e ela continua.

A partir de março deste ano também foi identificado que sua presença aumentou na área.

Segundo especialistas, o aumento atípico da presença de algas pode estar 
relacionado, por exemplo, a mudanças climáticas (Foto: Marta Garcia)

O Laboratório de Botânica Marinha da UNAM calcula que a quantidade de sargaço que chegou em 2015 já foi duplicada em 2018 e prognósticos mostram que esse movimento poderá se prolongar até outubro.

Por que aumentou?

Os especialistas não sabem ao certo a que se deve o aumento do sargaço, mas eles têm várias hipóteses.

Uma delas tem a ver com o aumento da temperatura das águas, causado pelas mudanças climáticas.

Outra possibilidade é o aumento de nutrientes na água, o que favorece o crescimento das algas.

Haver mais nutrientes parece bom, mas não é.

A água cristalina do Caribe se deve, na verdade, ao fato de possuir poucos nutrientes. Mas a atividade humana está levando fertilizantes poluidores até ela e esses produtos desequilibram o ecossistema.

Esse aumento de nutrientes faz com que o sargaço se expanda mais rapidamente.

De acordo com estimativas de laboratório, o sargaço que está sob monitoramento tem a capacidade de dobrar seu peso em apenas 18 dias.

Catástrofe ambiental

Além de afastar os turistas, especialistas alertam que a chegada maciça do sargaço pode criar uma catástrofe ambiental.

O problema é que sua presença impede que a luz chegue a águas mais profundas, o que dificulta a fotossíntese de outras plantas - ou seja, o processo pelo qual produzem a energia necessária para sobreviver. Essa presença maior também reduz a quantidade de oxigênio na área.

Isso se traduz na mortalidade de pastos marinhos, corais e também da fauna.

Além disso, quando o sargaço morto se acumula na praia, produz gases que, em altas concentrações, podem afetar as pessoas.

Como lidar com o sargaço?

"Se não forem adotadas ações coordenadas para impedir que grandes quantidades de sargaço cheguem às praias do Caribe mexicano, há o risco de as águas azul-turquesa e as praias brancas deixarem de existir em poucos anos", alerta o Laboratório de Botânica Marinha da UNAM.

Várias lições sobre como lidar com o sargaço foram aprendidas após as invasões mais recentes. E, em alguns casos, existem orientações sobre como removê-lo.

Em Barbados, por exemplo, os tratores usados ​​para carregar cana-de-açúcar em caminhões têm se mostrado bons para recolher o sargaço sem retirar a areia das praias.

Em Guadalupe, uma empresa desenvolveu um barco que recolhe o sargaço com um sistema de correia transportadora.

No México, foi criado um comitê composta por entidades governamentais e o setor privado para discutir formas de coletá-lo e removê-lo de forma segura.

Uma de suas estratégias é instalar barreiras dentro do mar, semelhantes às que são usadas para deter derramamentos de petróleo.

Mas também há quem tente, por sua vez, encontrar um uso comercial para a presença maciça das algas na área.

Em Barbados, está sendo desenvolvido um projeto para transformar as algas em fertilizantes e, no México, um grupo de jovens tem transformado o sargaço em produtos ecologicamente corretos.

Fonte: G1 Natureza


Furacão Matthew causou cerca de US$ 2 bilhões em danos no Haiti

A passagem do devastador furacão Matthew pelo sul do Haiti, em 4 de outubro, 
causou cerca de US$ 2 bilhões em danos - anunciaram autoridades do país na sexta-feira (28).

31/10/2016

Perdas representam 20% do PIB do país; mais de 175 mil perderam casas.
População reclama de lentidão na distribuição de ajuda humanitária.

Segundo estudos realizados com apoio de instituições financeiras internacionais (Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento), o montante das perdas foi de 124,8 bilhões de gourdes haitianos, o equivalente a US$ 1,9 bilhão.

A catástrofe, que deixou 546 mortos, segundo o último balanço oficial, debilita a já frágil economia do país mais pobre do Caribe, uma vez que representa mais de 20% do seu Produto Interno Bruto.

Considerada o celeiro do país, a região sul do Haiti foi devastada por rajadas de ventos de mais de 250 km/h e chuvas torrenciais.

O setor agrícola sofreu danos no valor de cerca de US$ 600 milhões, e mais de 175 mil pessoas perderam suas casas, destruições avaliadas igualmente em US$ 600 milhões, segundo economistas.

A urgência para alimentar e dar abrigo a dezenas de milhares de pessoas surge em um momento em que o país está em plena crise política.

O primeiro turno da eleição presidencial de 2015 foi anulado devido a fraudes generalizadas e reprogramado para o último 9 de outubro. A chegada do furacão poucos dias antes obrigou um novo adiamento da votação. Agora, deve acontecer em 20 de novembro, e o segundo, em 29 de janeiro de 2017.

O desafio consiste em encontrar lugares para abrigar as zonas eleitorais, visto que mais de 500 escolas normalmente usadas para as eleições ficaram danificadas, ou totalmente destruídas.

O ministro haitiano da Economia e das Finanças, Yves Romain Bastien, denunciou o uso da ajuda humanitária com fins políticos e eleitoreiros.

"Nós concordamos que estamos em um país polarizado e tivemos um momento difícil, porque as pessoas pensavam em polarizar a ajuda que enviamos para as pessoas carentes, que precisavam de tudo", reconheceu o ministro, acrescentando que as autoridades estavam "tomando todas as medidas para mudar isso".

No entanto, cerca de um mês depois da passagem do furacão, a raiva aumenta entre os afetados, que reclamam da lentidão da chegada da assistência.

Na terça-feira, uma adolescente morreu, e outras três pessoas ficaram feridas, por tiros em Dame-Marie, pequena cidade do sudoeste do país, durante uma distribuição de ajuda humanitária que derivou em incidentes.

Fonte: G1


Papa pede solidariedade mundial ao Haiti após furacão

Foto: EFE

09/10/2016

O Papa Francisco expressou neste domingo (9) "confiança no sentido de solidariedade" das comunidades internacional e católicas para ajudar a população do Haiti, devastada pela passagem do furacão Matthew.

"Conheci com dor as graves consequências provocadas pelo furacão que nos últimos dias afetou o Caribe, principalmente o Haiti, deixando várias vítimas e deslocados, além de danos materiais", disse após a reza do Ângelus dominical.

O pontífice enviou condolências às pessoas desabrigadas e convidou o mundo a se "unir à oração por estes irmãos e irmãs, tão duramente afetados".

O furacão Matthew arrasou o Haiti, onde segundo a apuração provisória morreram 336 pessoas, apesar de diversas autoridades indicarem que o número de mortos já passa de 870. Além disso, foram registrados 211 feridos e 61.537 pessoas permanecem deslocadas.

Após a passagem pelo Caribe, o furacão Matthew voltou a tocar a terra nos Estados Unidos, no estado da Carolina do Sul.

Fonte: Terra


Ministros da América Latina e Caribe debatem questões ambientais e de desenvolvimento na Colômbia

Para o diretor-executivo do PNUMA, Achim Steiner, a América Latina e o
Caribe estão na “vanguarda” da luta contra o efeito estufa, buscando fontes
renováveis de energia para alcançar o desenvolvimento sustentável. Foto: PNUMA

02/04/2016

Região foi elogiada pelo chefe do PNUMA, Achim Steiner, por estar na vanguarda do combate ao efeito estufa. Brasil, Costa Rica, Nicarágua, México, Chile e Uruguai foram citados pelo dirigente. Em Fórum intergovernamental, ministros do Meio Ambiente debatem estratégias e prioridades em comum.

Nesta semana, ministros do Meio Ambiente dos 33 países da América Latina e do Caribe se reúnem em Cartagena, na Colômbia, para debater estratégias e prioridades voltadas para as questões ambientais abordadas pela Agenda 2030. Em maio, a região vai presidir a 2ª Sessão da Assembleia Geral para o Meio Ambiente (UNEA), que acontece em Nairóbi.

Durante a abertura do XX Fórum de líderes da pasta, nesta quarta-feira (30), o ministro colombiano Gabriel Vallejo López destacou que “cerca de 86 das 169 metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão relacionadas à sustentabilidade ambiental”.

Embora a América Latina e o Caribe sejam responsáveis por menos de 10% do total de emissões globais de gases do efeito estufa, eles estão “na vanguarda dos esforços para enfrentá-las”, ressaltou o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner.

Em 2015, toda a eletricidade da Costa Rica veio de fontes renováveis. A Nicarágua deu início a um ambicioso programa de energias limpas e acaba de concluir um grande projeto de energia eólica. Desde 2013, no Brasil e no Uruguai, todas as novas licitações para a produção de energia elétrica foram concedidas a tecnologias de energia eólica e solar.

Steiner chamou atenção também para mecanismos fiscais que reforçam a gestão ambiental e enviam sinais ao mercado, promovendo a mudança de comportamentos. Em 2017, o Chile implementará um imposto sobre o gás carbônico gerado na produção de eletricidade. Medidas semelhantes estão sendo adotadas por outros países, como o México.

Os debates desta quarta-feira incluíram questões sobre mudanças climáticas, cooperação sul-sul, biodiversidade, saúde e meio ambiente. A Iniciativa de Desenvolvimento Sustentável da América Latina e Caribe também foi tema de conversas e foi atualizada.

Ministros discutiram ainda as contribuições que a região poderá levar para a 2ª Sessão da UNEA, evento considerado “crítico” pelo chefe do PNUMA, pois implicará decisões fundamentais sobre temas que vão desde o comércio ilegal de animais silvestres até o manejo do desperdício e a qualidade do ar.

“A experiência da região deve ser amplamente compartilhada a fim de contribuir com eficiência para a promoção do crescimento de baixo carbono, para reduzir a desigualdade e erradicar a pobreza”, afirmou Steiner.

Países do Caribe contabilizam destruição causada pelo furacão Sandy

Crédito: Divulgação
04/10/2012

Fenômeno também deixou rastros de destruição no Caribe e mais de 70 pessoas morreram. A ONU teme pelo desabastecimento de alimentos em Cuba e no Haiti. Já nos EUA, outro furacão poderá atingir o país na próxima semana.

Uma semana após a passagem do furacão Sandy, a dimensão da destruição nos países caribenhos agora está sendo contabilizada. Além dos desabrigados e da destruição de plantações, Sandy causou a morte de mais de 70 pessoas na região – grande parte no Haiti.

Funcionários das Organizações das Nações Unidas (ONU) na capital cubana, Havana, descreveram Sandy como o pior furacão que já passou pela ilha nos últimos 50 anos. De acordo com dados do governo, 11 pessoas morreram. Mas fontes extra-oficiais falam em mais vítimas.

O furacão destruiu e danificou seriamente mais de 200 mil casas, hospitais e escolas. Além disso, Sandy arruinou cerca de 100 mil hectares de plantações e, consequentemente, as colheitas dos próximos meses. O escritório da ONU em Genebra, na Suíça, teme pela segurança alimentar em toda a ilha.

Ajuda insuficiente
Cuba sofre frequentemente com a passagem de furacões. Porém, esta foi a primeira vez que uma catástrofe natural atingiu um centro urbano do país: a cidade de Santiago de Cuba, com 500 mil habitantes, a segunda maior do país. De acordo com dados de um diplomata europeu, o governo cubano prestou ajuda rápida às vítimas, mas hesitou em receber a oferta de ajuda da ONU e de outros países.

Com isso, a ajuda de organizações religiosas teve um importante papel. A organização Caritas disse que já recebeu apoio financeiro dos Estados Unidos, da Suíça e da Alemanha. Países politicamente próximos de Cuba – como Bolívia, Venezuela e Rússia – encaminharam também ajuda humanitária.

Haiti: "Um desastre de grande dimensão"
Há também preocupações com a falta de alimentos no Haiti. O governo decretou estado de emergência no país para, assim, conseguir implementar um plano de ajuda eficaz para a população.

Haiti decretou estado de emergência e há preocupação
com a falta de alimentos
O primeiro-ministro haitiano, Laurent Lamothe, qualificou os estragos causados por Sandy como "um desastre de grande dimensão". Os números da ONU, em Genebra, na Suíça, confirmam que 60 haitianos morreram, 20 mil ficaram desabrigados e 70% da colheita no sul do país ficou comprometida. No total, 1,8 milhão de habitantes no país sofreram as consequências do furacão e, de acordo com o governo, houve prejuízo de 100 milhões de dólares.

O Haiti é o país mais pobre do continente americano e já foi atingido, no passado, por várias catástrofes naturais. Ainda não foram recuperados os estragos por causa do terremoto ocorrido no início de 2010.
Na época, 300 mil pessoas morreram. Desde então, uma epidemia de cólera levou à morte 7 mil pessoas. É bem possível que a tempestade Sandy possa ter espalhado o vírus da cólera na região.
Onda de frio nos EUA

Após a passagem do furacão na costa leste dos Estados Unidos, milhões de pessoas ainda estão sem fornecimento de energia elétrica e de combustível.

Muitos permanecem em casas sem aquecimento e teme-se, agora, uma onda de frio nas regiões afetadas por Sandy. Até a próxima semana são esperadas temperaturas de até seis graus.

Pessoas aguardam para comprar combustível
em um posto em Nova York
Ainda de acordo com meteorologistas, um outro furacão – porém mais fraco do que Sandy – se forma sobre o Oceano Atlântico e poderá atingir a costa leste dos Estados Unidos já na próxima semana.
De acordo com informações da emissora CNN, o número de vítimas do furacão aumentou e chegou a 106 somente nos Estados Unidos e duas no Canadá.


Eleições
Cidadãos norte-americanos das regiões atingidas pelo furacão deverão, mesmo assim, votar nas eleições desta terça-feira (06/11). Eles deverão efetuar o voto em caminhões do Exército ou em acampamentos montados por militares, segundo informou o jornal The New York Times. De acordo com a emissora CNN, eventualmente os eleitores poderão votar por e-mail ou pelo envio de fax.

FC/epd/dpa
Revisão: Mariana Santos

Fonte: DW


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