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PRIMEIRA AGÊNCIA DA ALEMANHA PARA ÁGUA DA CHUVA

Ruas inundadas estão se tornam comuns quando chove forte em Berlim
23/05/2018

* Clarissa Neher

Criada em Berlim, agência terá papel fundamental no processo de adaptação da capital alemã às mudanças climáticas. Com aquecimento global, cidade deve sofrer com chuvas intensas e inundações.
    
Nos últimos anos, a quantidade de temporais em Berlim tem aumentado significativamente. Alagamento de ruas e porões estão se tornam algo frequente na cidade. As perspectivas para o futuro não são nada promissoras: o aquecimento global tratará consigo climas mais extremos e constantes chuvas com grande volume de precipitação em pouco tempo.

Para encontrar soluções antes de o problema se agravar ainda mais, o governo de Berlim criou a Agência da Água da Chuva, a primeira do tipo em toda a Alemanha. A agência está sediada na empresa pública de saneamento da cidade, a Berliner Wasserbetriebe.

Segundo a secretária estadual de meio ambiente, transporte e proteção climática, Regine Günther, a nova agência terá um papel central no processo de adaptação de Berlim para as mudanças climáticas.
Formada por três especialistas em técnicas ambientais, urbanismo e administração da água, a equipe terá como principal missão evitar a inundação do sistema de esgoto da cidade, que em determinadas áreas é do século 19, quando chove demais. Estratégias para aprimorar o uso da chuva e melhorar seu escoamento serão desenvolvidas com base em informações que a agência reunirá sobre precipitações na cidade.

A agência também deve ser a ponte entre as autoridades e cidadãos, prestando assessoria para colocar em práticas essas estratégias. Entre as ideias iniciais estão soluções sustentáveis, como a instalação de cisternas em futuras construções para reaproveitar a água da chuva em descargas, a criação de pequenos lagos em aéreas verdes, que contribuem para criar um microclima agradável em ondas de calor, além do planejamento de ruas e calçadas que não sejam completamente cobertas de concreto.

Clarissa Neher é jornalista freelancer na DW Brasil e mora desde 2008 na capital alemã. Na coluna Checkpoint Berlim, publicada às segundas-feiras, escreve sobre a cidade que já não é mais tão pobre, mas continua sexy.

Fonte: DW


COP23 — O QUE AVANÇOU (OU NÃO) NA REUNIÃO DE CLIMA DA ONU

(Alexis84/Thinkstock)

19/11/2017

COP 23 pecou pela falta de ambição, num momento em que a janela de oportunidade para mudar a trajetória do mundo está se estreitando

Após duas semanas de intensas negociações em Bonn, na Alemanha, chegou ao fim na noite de sexta-feira (17) a Conferência da ONU sobre Mudança Climática (COP23). No topo das agendas dos representantes de mais de 195 países estava a construção de um “livro de regras” para implementar o Acordo de Paris e atingir a meta mundial de limitar o aquecimento do Planeta a no máximo 2 graus Celsius (ºC) — e preferencialmente a 1,5 ºC — até o final do século, acima do níveis pré-industriais.

Um roteiro claro e abrangente é crucial para ajudar os governos a planejar suas economias e dar confiança aos investidores e empresas de que o mundo do baixo carbono veio para ficar. Apesar de ter avançado na construção dessa cartilha, que será finalizada na próxima reunião do clima da ONU, ano que vem na Polônia, a COP 23 pecou pela falta de ambição, num momento em que a janela de oportunidade para mudar a trajetória do mundo está se estreitando.

Relatório divulgado na primeira semana do encontro em Bonn mostrou que há uma grande lacuna entre as emissões das Contribuições Nacionalmente Determinadas, ou NDCs (Nationally Determined Contributions) — documentos que registram os principais compromissos dos países para atingir os objetivos do acordo climático — e as reduções que os cientistas julgam necessárias a fim de evitar níveis perigosos de aquecimento e efeitos ainda mais destrutivos das mudanças climáticas.

Fonte: EXAME

FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA É DIVULGADO NA COP23

Sarney Filho divulga 8º Fórum da Água - Gilberto Soares/MMA

18/11/2018

Na Conferência do Clima, em Bonn, ministro promove encontro sobre recursos hídricos que será realizado em Brasília em março de 2018.

Os preparativos para o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em Brasília no próximo ano, foram apresentados na Conferência do Clima, a COP 23, na Alemanha. O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, destacou para a comunidade internacional como o Brasil está organizando o evento e como o encontro relacionará a questão hídrica com a questão climática. O tema foi debatido nessa segunda-feira (13/11), no Dia da Água promovido pelo Espaço Brasil na COP 23.

O ministro comentou os efeitos da mudança do clima na disponibilidade hídrica e destacou a importância da gestão para evitar prejuízos futuros. Para Sarney Filho, a articulação da sociedade no Fórum permitirá o estabelecimento de ações a nível nacional e global para os recursos hídricos. “Será uma oportunidade para engajar a sociedade e olhar para a questão da água com a seriedade que ele exige”, afirmou.

Sarney Filho encorajou, também, ações inovadoras como o programa Plantadores de Rios, que trabalha a recuperação de nascentes e áreas de preservação de cursos d’água no Brasil. Lançado em junho, o programa traz um aplicativo interativo que conectará proprietários de imóveis rurais com pessoas e instituições interessadas em investir na proteção e recuperação de florestas e outras áreas.

TEMAS

Marcado para ocorrer entre 18 e 23 de março, o Fórum trabalhará questões em temas centrais ligados a mudança do clima, populações, desenvolvimento, cidades, ecossistemas e financiamento para segurança hídrica. O tema central desta edição será Compartilhando Água, para enfatizar a importância do uso racional e sustentável da água. Questões ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) também integrarão a pauta do evento.

Além da apresentação do Fórum, o Dia da Água promovido pelo Espaço Brasil na COP 23 debateu assuntos como segurança alimentar, ações de conservação em áreas de manguezais e pagamentos por serviços ambientais. A equipe do MMA na Conferência do Clima apresentou, ainda, os resultados do Atlas Esgotos, levantamento feito pela Agência Nacional de Águas com um panorama do saneamento básico em todo o país.

COP 23 INICIA COM APRESENTAÇÃO DE CRIANÇAS E EXPECTATIVA DE AMPLIAR ACORDO DE PARIS

Foto COP23/Divulgação/JC 

06/11/2017


Um ano e meio após entrar em vigor o Acordo de Paris, tratado internacional assinado em abril de 2016 que impõe medidas de redução na emissão dióxido de carbono a partir de 2020, iniciou nesta segunda-feira (6) a 23ª Conferência do Clima (COP) das Nações Unidas, em Bonn, na Alemanha. Meses após o presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciar que retirará o país do acordo, o desafio do encontro, neste ano, é manter os esforços reunidos e definir ações práticas para o combate internacional ao aquecimento global. Na abertura do encontro, um grupo de crianças (foto) fez uma apresentação com faixas e cartazes sobre as consequências das mudanças climáticas. A COP 23 será realizada até o dia 17 de novembro e o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, representará o Brasil no evento.  

ECONOMIA E CONSERVAÇÃO NA AMAZÔNIA

Amazônia: equilíbrio climático - Gilberto Soares/MMA

01/11/2017

ESPECIAL// Ações de fiscalização e desenvolvimento na região serão apresentadas pelo Brasil na Conferência do Clima, em novembro.

LUCAS TOLENTINO

Mais de 4 milhões de km² de Floresta Amazônica contribuem para o equilíbrio do sistema climático global. A área supera em mais de 10 vezes o tamanho de um país como a Alemanha e, pela sua importância, será tema central da atuação brasileira na Conferência do Clima, a COP 23, que começa na próxima segunda-feira (06/11) na cidade alemã de Bonn. A última matéria da série sobre a o Brasil na COP 23 aborda o potencial da floresta e as ações do governo federal para a conservação do bioma.

A queda no desmatamento resulta das medidas voltadas para a Amazônia. A redução foi de 16% entre agosto de 2016 e julho de 2017, em relação ao período imediatamente anterior. Esse é o intervalo de tempo usado para a medição do corte raso no bioma. “Conseguimos reverter a curva de desmatamento em decorrência da recomposição do orçamento dos órgãos de fiscalização”, analisa o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.

Medidas capazes de impulsionar o desenvolvimento sustentável na região estão, agora, entre as prioridades do ministério. “O ideal é valorizar o bem ambiental de forma que a floresta em pé tenha maior valor do que a floresta derrubada”, afirma o ministro. Nesse sentido, Sarney Filho explicou que o país enfatizará, em Bonn, a necessidade de avanços nos mecanismos de pagamentos por serviços ambientais.

Em ambiente doméstico, o incentivo a uma economia florestal é um dos focos do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, o PPCDAm. Iniciada em 2016, a quarta fase do plano traz um eixo destinado a criar instrumentos normativos e econômicos para o setor produtivo sustentável. As linhas de ação incluem a ampliação de acesso ao crédito para as atividades de manejo florestal e a elaboração de acordos setoriais para combater o desmatamento.

ESPAÇO BRASIL

As políticas de conservação da Amazônia e dos demais biomas brasileiros integram a pauta de debates do Espaço Brasil na COP 23, uma área que será montada pelo governo federal na Conferência. O local abrigará extensa programação de discussões ao longo das duas semanas de realização da COP 23. O objetivo é envolver setor público, iniciativa privada, sociedade civil e academia nas diversas nos temas ligados à agenda climática.

A integração permitirá que o país cumpra sua meta no contexto do Acordo de Paris. Em relação ao papel da Amazônia nesse processo, o diretor de Florestas e Combate ao Desmatamento do MMA, Jair Schmitt, explica que todas as ações do departamento levam em conta a meta brasileira, conhecida como NDC no jargão técnico internacional. “A NDC do Brasil sinaliza o fortalecimento do Código Florestal, a recuperação da vegetação, a intolerância ao desmatamento ilegal e a promoção da economia florestal de base sustentável”, afirma.

POVOS TRADICIONAIS

Parque Estadual Chandless, reserva de proteção integral no Acre 
(Foto: Arquivo Arpa)

Os direitos e conhecimentos dos indígenas e dos povos tradicionais são respeitados nas ações de redução do desmatamento na Amazônia. A forma como isso ocorre é apresentada no Sumário de Salvaguardas. O MMA recebe, atualmente, contribuições à segunda edição do relatório, que deverá ser finalizado e entregue à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) até o fim do ano. Para participar, é necessário enviar a planilha de contribuições para reddbrasil@mma.gov.br até 15 de novembro.

O documento apresentará informações sobre a implementação das salvaguardas no andamento do PPCDAm e do Fundo Amazônia no período de 2011 a 2015. Essas salvaguardas garantem, para fins de investimentos financeiros, que aspectos como proteção dos direitos dos povos indígenas, participação social e preservação de ecossistemas naturais estão sendo respeitadas nas ações de redução de emissões provenientes do desmatamento e da degradação florestal, conceito conhecido como REDD+.

SAIBA MAIS

Entre 6 e 17 de novembro, será realizada a vigésima terceira edição da Conferência das Partes (COP 23), também conhecida como Conferência do Clima. O evento reunirá representantes dos mais de 190 países signatários da Convenção da ONU sobre mudança do clima em Bonn, na Alemanha. Apesar de ocorrer no país europeu, a Conferência será presidida pela República das Ilhas Fiji, um pequeno país insular no Pacífico que corre riscos por conta do aumento dos níveis do oceano.

O Acordo de Paris é um esforço mundial para conter o aquecimento global. O pacto foi concluído em 2015, na COP 21, e tem o objetivo de limitar o aumento da temperatura média global a bem abaixo de 2ºC. Nesse contexto, cada país tem uma meta específica a cumprir. A meta do Brasil é considerada uma das mais ambiciosas e propõe a redução de 37% das emissões de gases de efeito estufa até 2025, com indicativo de cortar 43% até 2030. Para isso, são propostas ações para o conjunto da economia.

LÍDERES DO G20 CHEGAM A ACORDO, EXCETO SOBRE QUESTÃO CLIMÁTICA; COMUNICADO JÁ FOI DIVULGADO

Angela Merkel faz pronunciamento e dá entrevista durante Cúpula do G20 (Foto: REUTERS/Wolfgang Rattay)

09/07/2017

Chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou estar muito feliz que todos os outros países, com exceção dos Estados Unidos, concordarem que o Acordo de Paris é irreversível.

Os líderes mundiais reunidos para a cúpula do G20 na Alemanha concordaram em todos os aspectos de uma declaração conjunta, exceto na seção sobre o clima, em que os Estados Unidos pressionaram por uma referência aos combustíveis fósseis, disseram autoridades da União Européia no sábado (8).

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou estar muito feliz que todos os outros países, com exceção dos Estados Unidos, tenham concordado que o Acordo de Paris é irreversível. A fala de Merkel marcou a conclusão da cúpula, que já divulgou a íntegra do comunicado final.

As autoridades disseram que os assessores trabalharam até a madrugada para finalizar o documento, superando as diferenças no comércio depois que os membros dos EUA concordaram com a linguagem sobre a luta contra o protecionismo.

"O resultado é bom. Temos um comunicado. Há uma questão pendente, que é sobre o clima, mas espero que possamos encontrar um compromisso", disse uma autoridade da UE, falando sob anonimato. "Nós temos todos os fundamentos. Temos um comunicado G20, não um comunicado G19", acrescentou.

"Eu acho que está muito claro que não conseguimos chegar a um consenso, mas as diferenças não foram escondidas, eles foram claramente afirmadas", disse.

A passagem do comunicado que cita os combustíveis fósseis, por pressão dos Estados Unidos, diz: "... os Estados Unidos da América se esforçarão para trabalhar em estreita colaboração com outros parceiros para ajudar seu acesso e uso de combustíveis fósseis de forma mais limpa e eficiente ..."

A seção climática tomou nota da decisão de Trump no mês passado de retirar os Estados Unidos do marco do acordo climático de Paris, visando a combater as mudanças climáticas, e reafirmou o compromisso dos outros 19 membros com o acordo.

 (Foto: Arte/G1)
Sucesso diplomático

Com a declaração final praticamente resolvida, a cúpula marcou um sucesso diplomático para a chanceler Angela Merkel enquanto ela contornava diferenças com o presidente dos EUA, Donald Trump, que chegou à cúpula de dois dias isolado em uma série de questões.

Trump, que na sexta-feira (7) encontrou química em sua primeira reunião presencial com o presidente russo Vladimir Putin, parabenizou Merkel por sua administração da cúpula.

"Você foi incrível e você fez um trabalho fantástico. Muito obrigado chanceler", disse ele.

Trump e Putin discutiram na sexta a suposta intervenção russa na eleição dos EUA, mas concordaram em se concentrar em laços futuros em vez de insistir do passado, um resultado que foi criticado pelos líderes democratas no Congresso.

Para Merkel, a cúpula é uma oportunidade para mostrar suas habilidades diplomáticas antes de uma eleição federal em setembro, quando ela busca um quarto mandato.

Mercados abertos

A seção comercial no comunicado que os assessores escreveram traz o seguinte trecho: "Nós vamos manter os mercados abertos destacando a importância de vantagens comerciais recíprocas e estruturas de investimento vantajosa e princípio de não discriminação, e continuaremos combatendo o protecionismo, incluindo todas as práticas injustas e o reconhecimento do papel de instrumentos legítimos de defesa neste tema".

Merkel escolheu acolher a cúpula em Hamburgo, a cidade portuária onde nasceu, para enviar um sinal sobre a abertura da Alemanha ao mundo, incluindo a sua tolerância a protestos pacíficos.

Fonte: G1

Brasil e Alemanha assinam acordos de € 15 mi para o clima

Ações do Projeto Terramar serão executadas na Costa dos Corais, em Pernambuco 
e Alagoas, e no Banco de Abrolhos, na Bahia e no Espírito Santo
Divulgação/MMA

29/06/2016

Investimentos serão destinados ao projeto TerraMar e ao Programa Planos Setoriais, ambos do ministério do Meio Ambiente
  
Brasil e Alemanha assinaram, nesta terça-feira (28), dois acordos na área de meio ambiente, que garantirão 15 milhões de euros (R$ 55 milhões) para medidas voltadas à mudança do clima e a gestão da zona costeira do Brasil.

Os recursos serão doados pelo governo alemão e financiarão o projeto de Proteção e Gestão Integrada da Biodiversidade Marinha e Costeira (TerraMar) e o Programa Planos Setoriais. A Alemanha é parceira histórica do Brasil há mais de 45 anos.

Ambos os projetos durarão cinco anos e incentivarão o desenvolvimento ambiental, econômico e social do País. Em relação à mudança do clima, o Programa Planos Setoriais destinará 9 milhões de euros para gestão do conhecimento e para ações de redução de emissões de gases de efeito estufa em setores como energia e combate ao desmatamento na Amazônia.

O programa também permitirá a elaboração de um registro nacional de emissões e sumidouros de carbono, além de apoiar a execução do Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima. A intenção é ajudar o Brasil no cumprimento da meta de redução de emissões assumida no contexto do Acordo de Paris, firmado no fim de 2015 entre mais de 190 países. “Internamente, vamos tentar encurtar os prazos e ampliar as metas”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. 

Gestão integrada

O Projeto TerraMar garantirá 6 milhões de euros para o planejamento ambiental e territorial e para a gestão integrada da zona marinha e costeira. As ações serão executadas na Área de Preservação Ambiental (APA) Costa dos Corais, em Pernambuco e Alagoas, e no Banco de Abrolhos, na Bahia e no Espírito Santo. “O projeto completará nosso trabalho voltado para a biodiversidade”, analisou o embaixador da Alemanha no Brasil, Dirk Brengelmann. 

Ações de capacitação, desenvolvimento de metodologias e ferramentas para a gestão costeira também fazem parte do Projeto TerraMar. O objetivo é realizar o planejamento ambiental territorial e fomentar e medidas de proteção e uso sustentável da biodiversidade.

“Os projetos consolidarão a cooperação entre o Brasil e a Alemanha e para promover o objetivo comum de estabelecer o desenvolvimento sustentável”, afirmou o diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), embaixador João Almino.  

Fonte:  Portal Brasil, com informações do Ministério do Meio Ambiente

Extinta desde 2000, ararinhas-azuis voltam de Berlim para habitat natural5

Casal de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) nasceu na Alemanha
ACTP/Dvulgação

05/03/2015

O nome é inspirado no filme Rio2. E, assim como os irmãos da animação, Carla e Tiago, receberam nesta terça-feira tratamento de estrela ao desembarcarem no Brasil. Ararinhas-azuis, o casal nasceu em Berlim, graças a um projeto feito em parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação e a Agência Federal Alemã de Conservação da Natureza. Agora, com um ano, eles vêm ao Brasil para uma nova etapa da parceria. Dentro de três anos, quando entrarem na vida adulta, eles deverão reproduzir para, aos poucos, aumentar a população da espécie, que, atualmente, só existe em cativeiro.

"Nosso sonho é ver esses animais voando novamente em seu habitat, próximo dos fazendeiros da região", disse o presidente do conselho diretor da ONG alemã Associação para Conservação de Papagaios em Extinção, Jürgen Dienst. A reprodução é feita em cativeiro, com parceiros escolhidos pelos pesquisadores a partir de critérios específicos. O chamado "par ideal".

A ararinha-azul é considerada extinta na natureza desde 2000. Atualmente, existem cerca de 90 animais em criadouros no Brasil, Catar e Alemanha. No Brasil existem 11. Carla e Tiago deverão se juntar ao grupo dentro de duas semanas. Até lá, permanecem num período de quarentena, na cidade de Cananeia, próximo de São Paulo. O projeto tem como meta reintroduzir os animais no habitat, Caatinga, em 2021. É esse o prazo estimado para que haja pelo menos 150 espécies da ave. "Há planos mais audaciosos, para tentar antecipar o calendário", disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A taxa de crescimento populacional é de 5% ao ano.

Enquanto a população de ararinhas não chega ao patamar considerado mínimo, outros trabalhos são realizados na região onde será feita a reintrodução da espécie. "É preciso fazer um trabalho de conscientização com a população local", contou o presidente do ICMBio, Roberto Vizentin. O projeto prevê que as aves sejam soltas um uma área de conservação. A ministra Izabella pediu hoje rapidez para a apresentação dos preparativos para a criação da unidade. O projeto prevê que a unidade terá 44 mil hectares, na Bahia.

Fonte: UOL


Zoológico lança concurso para escolher nome de irmão de Knut

Irmão de Knut nasceu em dezembro e já dá seus primeiros passos (Crédito: Divulgação)

12/02/2015

Nova atração de Rostock tem pouco mais de dois meses de vida e ainda não foi batizado. Zoológico lança concurso na internet e procura nomes fáceis de pronunciar e, de preferência, tão nórdicos como Knut.

A nova sensação do zoológico de Rostock, na Alemanha, tem pouco mais de dois meses de vida, pesa cerca de oito quilos e vive com a sua mãe, Vilma. Seu sexo foi descoberto há apenas alguns dias. O pequeno urso polar parece um clone do Knut, e isso não é coincidência. Os dois são irmãos por parte de pai.

O filhote nasceu em 3 de dezembro de 2014, pesando apenas 600 gramas. Ele era quase do tamanho de um porquinho-da-Índia. A alegria com o nascimento foi grande no zoológico de Rostock. Há dez anos não nascia um urso polar no local.

O irmão caçula de Knut está crescendo saudável e já ganhou peso. Na maior parte do tempo, o filhote brinca com sua mãe, correndo em sua volta e subindo na ursa polar, que tem 12 anos. Só que o pequeno ainda não tem nome.

Zoológico de Rostock espera que filhote faça tanto sucesso quanto o irmão (Crédito: Divulgação)

Com a confirmação, em 6 de fevereiro, de que o filhote era macho, o diretor do zoológico Udo Nagel lançou um concurso para escolher o nome do irmão de Knut. Todos que se interessarem podem enviar sugestões que sejam fáceis de pronunciar. Nomes nórdicos, como Knut, são bem-vindos. As sufgestões podem ser enviadas até 10 de março para o e-mail presse@zoo-rostock.de.

Depois da escolha do nome virá o batismo. A nova sensação do zoológico, no entanto, só poderá receber visitas a partir do final de março. Durante os três primeiros meses de vida a pequena família precisa de muita tranquilidade. Mãe e filhote estão isolados para evitar estresses desnecessários. Até lá, os passos do pequeno podem ser acompanhados no site do zoológico.

Seu irmão famoso, o Knut, nasceu em dezembro de 2006 em Berlim. Ele se tornou uma estrela mundial, mas sua vida foi curta. Ele faleceu em 2011, em decorrência de uma encefalite.

Fonte: DW




Líderes mundiais se reúnem para tentar resolver conflito entre Ucrânia e Rússia



08/02/2015

Os líderes mundiais se reuniram, na Alemanha, para debaterem sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia. Putin deixou claro que não pretende entrar em guerra com ninguém. Veja!

Fonte: R7


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