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COP 22 SERÁ PARA APOIAR PAÍSES VULNERÁVEIS, DIZ MINISTRA MARROQUINA

Neste ano, 21 líderes governamentais participaram da COP 21, em Paris.  
Foto: Agência Brasil

17/12/2015

A próxima reunião será realizada de 7 a 18 de novembro de 2016, em Marrakesh, no Marrocos

A ministra do Meio Ambiente marroquina, Hakima El Haite, disse nesta terça-feira (15/12), em Rabat que a próxima Cúpula do Clima, a COP22, que acontecerá em Marrakech, Marrocos, no ano que vem, terá como foco os estudos de mecanismos de apoio aos países mais vulneráveis.

Segundo ela, a próxima reunião será realizada de 7 a 18 de novembro e será uma oportunidade de defender os interesses dos países mais desprotegidos, especialmente os insulanos. Hakima qualificou de "histórico" o acordo assinado em 12 de novembro na COP21, em Paris, e pediu um maior compromisso dos Estados signatários.

"Não é suficiente ter um acordo, sua força está em sua operabilidade e o nível de comprometimento dos países signatários", ressaltou ela, que insistiu que o aumento do nível dos oceanos e alguns fenômenos naturais raros são de responsabilidade dos países industriais.

A ministra lamentou a pouca importância dada aos projetos na área de meio ambiente que foram depositados no chamado Fundo Verde dotado de US$ 10 bilhões e pediu aos países mais empenho em apresentar seus projetos a este fundo.

Por sua vez, a vice-ministra das Relações Exteriores do Marrocos, Mbarka Bouaida, lembrou da importância de unir forças para uma ação "urgente e solidária" em favor dos países mais sensíveis à mudança climática e para fazer da COP22 uma reunião que seja o ponta pé inicial "ao acordo histórico de Paris".

No acordo de Paris, 195 países e a União Europeia se comprometem a trabalhar de maneira conjunta rumo a uma economia de baixo carbono. No entanto, conforme o documento assinado, o tratado só entrará em vigor quando pelo menos 55 partes envolvidas, que somem o total 55% das emissões globais, tenham ratificado o escrito.

Fonte: Globo Rural


COP 21: QUEM PAGA A CONTA?



08/12/2015

Acordo global tem que ser feito esta semana

Desastres naturais e situações meteorológicas extremas podem ocorrer em todas as regiões do planeta Terra, mas pela localização geográfica, algumas áreas são mais propensas a chuvas intensas ou secas recorrentes.

Fenômenos cíclicos como El Niño e La Niña relacionados com anomalias de temperatura da água do mar influenciam o clima em escala global intensificando ou reduzindo a chuva e a temperatura em determinadas época do ano. A atuação destes fenômenos pode ser positiva ou negativa em diferentes regiões.

De certa forma, a atmosfera é até democrática, mas a atuação humana vem alterando perigosamente o padrão de temperatura média da atmosfera da Terra e esta mudança também causam alterações climáticas.

No fim de novembro, faltando poucos dias para o início da COP 21 - 21ª Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU – a Organização Meteorológica Mundial (OMM) e os principais centros de monitoramento do clima do planeta anunciaram que 2015 caminha fortemente para ser o ano mais quente da Terra superando 2014. Mas um dado especial acendeu uma luz de alerta para os climatologistas: em 2015 a temperatura média da atmosfera terrestre poderá ultrapassar a marca de 1,0°C acima do que foi registrado no período pré revolução industrial, entre 1880-1899.

O aumento da emissão dos gases que provocam o efeito estufa é um problema global. As projeções sobre o que acontecerá se a Terra continuar esquentando incluem elevação do nível médio do mar, o que colocaria muitas áreas costeiras debaixo d´água, e o aumento de eventos extremos como ondas de calor, furacões e tornados.

É preciso frear o aquecimento da atmosfera da Terra e isto vai depender de um grande empenho de todos. É o que se pretende na COP 21: chegar a um acordo sobre metas e ações que todos os países deverão ter para evitar a continuidade da elevação da temperatura. Mas o freio deve ser brusco, pois o tempo resposta é grande. Ações feitas agora vão demorar anos para serem percebidas na atmosfera.

A COP 21 acontece de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015 em Paris, na França. A jornalista Nádia Pontes comenta sobre uma das principais dificuldades para se chegar a este acordo global.

Fonte: Terra


PARIS CANCELA EVENTOS PARALELOS DA CÚPULA DO CLIMA APÓS ATENTADOS

Operário observa montagem de galpão para a cúpula do clima de Paris 
(Foto: Benoit Tessier/Reuters)

17/11/2015

Encontro de 30 de novembro a 11 de dezembro não terá shows e festas.
Chefes de estado haviam confirmado presença para discutir novo tratado.

Os atentados de 13 de novembro em Paris levaram o governo a reduzir a programação da cúpula do clima, a COP 21, conferência marcada para selar próximo acordo global de redução dos gases do efeito estufa.

O evento continua, porém, confirmado para o período de 30 de novembro a 11 de dezembro, disse o primeiro-ministro francês, Manuel Valls.

"Todos os chefes de Estado e de Governo do planeta virão e devem passar uma mensagem mundial de apoio e solidariedade à França", disse Valls à rádio RTL. "Nenhum chefe de Estado, nenhum chefe de Governo apresentou um pedido de adiamento."

"Com certeza, uma série de eventos previstos não acontecerão. Sem dúvida, (o encontro) ficará limitado à negociação", completou o chefe de Governo. "Estamos examinando, mas toda uma série de atividades externas à COP, toda uma série de shows, de eventos do tipo festivo serão cancelados, sem dúvida nenhuma."

Chefes de estado

Até a sexta-feira em que ocorreram os atentados 117 chefes de Estado e de Governo haviam confirmado presença na abertura da COP 21, incluindo os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da China, Xi Jinping, assim como a presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

Esse número, caso seja realizado, torna a cúpula do clima de Paris o maior encontro já realizado pela ONU fora de sua sede.

Também devem participar na conferência milhares de representantes de ONGs, em fóruns paralelos às negociações sobre a redução das emissões de gases do efeito estufa.

Os atentados de sexta-feira, reivindicados pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI), deixaram pelo menos 129 mortos e mais de 350 feridos na capital francesa. Após os ataques, algumas pessoas questionaram a a manutenção da COP21, mas o presidente francês François Hollande decidiu manter o evento, e Obama reconfirmou presença.

Valls considera a COP 21 uma oportunidade de demonstrar "a vontade de combater o radicalismo e o fanatismo", mas diz que é preciso ter cautela. "Não se deve fazer nada que possa colocar em perigo as pessoas que participam em atos públicos em Paris Nós teremos que organizar este grande encontro sobre o clima e as forças de segurança terão que concentrar-se no essencial."

Fonte: G1 Natureza

UE está otimista em firmar acordo climático na COP21

Arquivo/Agência Brasil

07/11/2015

Mudanças climáticas: nesse encontro, está prevista a participação de 120 ministros de vários países para tentar "um novo impulso político" para a cúpula

Da EFE
Quito - O comissário de Ação pelo Clima e Energia da União Europeia (UE), Miguel Arias Cañete, afirmou nesta quinta-feira que está otimista com o rumo das negociações prévias à Cúpula sobre a Mudança Climática (COP21), que será realizada em dezembro na França, apesar de destacar que o "caminho não está isento de obstáculos".

Em entrevista coletiva em Quito, Arias Cañete disse que, no nível político, vê uma "enorme força na direção de um grande acordo" na reunião de Paris, que classificou como "crucial".

"Em nível técnico, o progresso foi mais lento porque temos um texto de cinquenta páginas neste momento e as negociações serão mais demoradas", comentou o comissário ao lembrar que haverá entre os dias 8 e 10 de novembro um evento prévio à reunião principal.

Nesse encontro, está prevista a participação de 120 ministros de vários países para tentar "um novo impulso político" para a cúpula.

"Estou otimista porque não há um plano B. Só temos um plano A porque não há um planeta B", disse Arias Cañete ao considerar que a presidência francesa na COP fez um grande trabalho e que houve contato permanente entre as partes ao longo do último ano.

O comissário europeu participa em Quito no seminário "Ações de combate à Mudança Climática: desafios e perspectivas de Cooperação", no qual "procura entender melhor a posição dos países da América Latina e do Caribe".

"Esse é um exercício de consenso necessário porque o planeta é que está em jogo, não as próximas eleições", destacou.

Fonte: Exame.com


Leonardo DiCaprio faz apelo a líderes globais na Cúpula do Clima

Foto: UN Photo/Mark Garten

24/09/2014

O novo “Mensageiro da Paz” da ONU, Leonardo DiCaprio, chamou a atenção do mundo, hoje, na abertura da Cúpula do Clima – ao lado do secretário geral da instituição, Ban Ki-moon –, realizada hoje na sede das Nações Unidas, em Nova York. O evento reuniu mais de 100 líderes globais, entre eles Barack Obama e Dilma Rousseff.

O ator americano falou da necessidade de enfrentar os perigos da acelerada mudança climática para a sobrevivência humana e destacou que fala como cidadão preocupado – e não especialista -, em busca de soluções para a crise climática.

Lembrou a realização da Marcha pelo Clima que aconteceu em diversas cidades do mundo, no último domingo, inclusive em NY, onde ele se juntou a outras 400 mil pessoas (Tasso Azevedo, curador deste blog, estava lá e escreveu a respeito em post publicado ontem).

“Como ator, meu trabalho é fingir. Interpreto personagens fictícios, que muitas vezes precisam resolver problemas fictícios”, comentou DiCaprio. “Eu acredito que a humanidade tem olhado para as mudanças climáticas da mesma forma – como se fosse uma ficção, como se fingindo que a mudança climática não é real faria, de alguma forma, o problema ir embora. Mas acredito que muita gente pensa diferente agora”, afirmou.

Secas intensas, acidificação dos oceanos, aumento do número de eventos extremos do clima, derretimento de geleiras foram alguns dos exemplos de efeitos da alteração do clima citados por ele. “Nada disso é retórica. Nada disso é histeria. É fato”, concluiu.

Segundo DiCaprio, é urgente tomar medidas agora. “Não se trata apenas de pedir às pessoas que troquem lâmpadas ou comprem carros híbridos. Esse desastre já cresceu além das escolhas que os indivíduos fazem. Agora, dependemos de indústrias e governos ao redor do mundo tomarem ações decisivas e em grande escala. Este deve ser nosso momento de agir”, falou.

Assista ao discurso completo de Leonardo DiCaprio, abaixo (em inglês):


Brasil não assina documento da Cúpula do Clima para zerar desmatamento até 2030

Barrado. Urso Polar no meio dos manifestantes na Conferência do Clima, 
em Nova York - Timothy A. Clary / AFP

24/09/2014

Conferência em Nova York determina compromissos, mas ministra do Meio Ambiente diz que país ‘não foi convidado a participar’

Dono da maior floresta tropical do mundo, o Brasil surpreendeu a comunidade internacional e não assinou ontem um acordo de combate ao desmatamento apresentado durante a Cúpula do Clima, em Nova York, um encontro que reuniu mais de 120 chefes de Estado. O documento propõe reduzir pela metade o corte de florestas até 2020 e zerá-lo na década seguinte. Com esta medida, entre 4,5 bilhões e 8,8 bilhões de toneladas de CO2 deixariam de ser liberadas para a atmosfera — o equivalente à remoção de um bilhão de carros das ruas até 2030.

A Declaração de Nova York, como foi batizada foi elaborada por um grupo de países europeus e endossado por 32 Estados — entre eles EUA, Canadá, Noruega, Inglaterra e Indonésia —, além de empresas, entidades civis e comunidades indígenas. O documento segue aberto para adesões até dezembro de 2015, quando acontece a Conferência de Paris. A exemplo do Brasil, China e Índia, que também estão entre os maiores desmatadores do mundo, rejeitaram o documento.

Embora tenha considerado o acordo importante e criticado o Brasil por rejeitá-lo, o Greenpeace também não o assinou por considerá-lo vago demais. Segundo a ONG, os compromissos voluntários não substituem ações governamentais.

— Precisamos de leis fortes para proteger florestas e pessoas, assim como de uma melhor aplicação das leis existentes — explicou o diretor-executivo internacional do grupo, Kumi Naidoo. — Deter a perda global de florestas em 2030 no máximo significaria que anos de desmatamento ainda estariam à nossa frente.

De acordo com uma fonte próxima à negociação, a Missão Brasileira na ONU recebeu o texto há cerca de um mês e o enviou a Brasília, que teria apontado trechos incompatíveis com o novo Código Florestal:

— Entramos em contato com esse grupo de países por trás da iniciativa e pedimos algumas modificações no texto final, pois não podemos nos associar a uma declaração que vá de encontro a uma lei nossa. Ponderamos essa questão e pedimos que o texto fosse ajustado, mas eles disseram que não podiam, porque já estava fechado. E o Brasil obviamente não se associou.

A presidente Dilma Rousseff durante seu discurso na Cupula do Clima - Timothy A. Clary / AFP

Em entrevista a agências internacionais, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que o texto do acordo pode colidir com a legislação brasileira.

— É diferente ter deflorestamento legal e deflorestamento ilegal. Nossa política nacional é combater o desmatamento ilegal — explicou.

O Brasil quer, por exemplo, debater os pontos do texto com outras nações florestais e ver se há compatibilidade entre a proposta europeia e tanto as negociações climáticas correntes quanto a política ambiental brasileira. O país também não quer perder as rédeas desta discussão, que compartilha com outros pares, pois, como descreveu um observador, “se tem uma coisa que em clima está dando certo é floresta, a queda de desmatamento”.

DECISÃO PODE SER ESTRATÉGICA

Diretor executivo da Agência de Investigação Ambiental (EIA, na sigla em inglês), Alexander Von Bismarck diz que na prática o país tem tido uma ação extremamente positiva, o que é mais importante do que assinar uma declaração:

— A questão é: o que acontece depois? Esses documentos são úteis e importantes, mas as florestas precisam de ação. O Brasil adotou medidas importantes para combater o desmatamento ilegal, mas aqui nos EUA as pessoas ainda estão comprando madeira extraída ilegalmente do Brasil.

Diretor do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, Osvaldo Stella avalia que a rejeição brasileira ao acordo pode ser “estratégica”.

— Talvez este não seja o melhor momento para assinar um documento — explica. — O desmatamento é uma importante fonte de emissões de CO2 do Brasil, mas irrelevante em outros grandes países. Então, o melhor, para nós, seria negociar simultaneamente todas as causas do aquecimento global. Desta forma, não perdemos peso nas conversas das próximas conferências.

O acordo novaiorquino propõe ainda a formação de um fundo global de combate ao desmatamento, no valor de pelo menos US$ 1 bilhão, destinado a países pobres que preservem as suas florestas. Também lembra que cerca de 500 milhões de pequenos fazendeiros, especialmente na África e no Sul da Ásia, estão vulneráveis a eventos extremos que afetariam a produção de alimentos, como a escassez de água e grandes tempestades.

O presidente dos EUA, Barack Obama, durante discurso na ONU - Saul Loeb / AFP

Grandes empresas também aderiram ao documento, entre elas petrolíferas, prometendo reduzir a emissão de gases-estufa na geração de energia.

A secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, acredita que as dificuldades em conseguir um engajamento total da iniciativa privada e dos governos contra as mudanças climáticas impediram que a cúpula obtivesse melhores resultados.

— Por enquanto, estamos apenas na linha das promessas. O duro é comprar uma briga contra o lobby do petróleo e conseguir uma economia de baixo carbono em todas as áreas. Este é um plano muito complexo — admite. — Este encontro foi importante, porque provocou uma mobilização no mundo inteiro e mostrou como a opinião pública e até os investidores estão preocupados. Mas só teremos um dia histórico quando um acordo amplo for assinado pelos governantes.

BRASIL ANUNCIA CONQUISTAS NA AMAZÔNIA

Em um discurso de quase oito minutos, a presidente Dilma Rousseff revelou que o desmatamento no Brasil diminuiu 79% em oito anos. Esta seria uma amostra de que o crescimento econômico não é incompatível com a adoção de medidas de preservação ambiental.

— O Brasil não anuncia promessas. Mostra resultados — ressaltou. — Ao mesmo tempo em que diminuímos a pobreza e a desigualdade social, protegemos o meio ambiente. Nos últimos 12 anos, temos tido resultados extraordinários.

Já o presidente americano, Barack Obama, usou seu discurso no evento para assumir a responsabilidade de seu governo e, também, pressionar a China a tomar atitudes. Segundo ele, os países têm que “deixar de lado nossas velhas diferenças”. Já o vice-premier chinês, Zhang Gaoli, revelou que o país teria como objetivo limitar as emissões ou atingir o seu pico “o mais cedo possível”. Alguns conselheiros de Pequim avaliam que isso só deve acontecer depois de 2030.

Durante a Cúpula, Coreia do Sul, Dinamarca e Suíça anunciaram a doação de cerca de US$ 270 milhões para o Fundo Verde para o Clima, criado em 2010 pela ONU. França e Alemanha prometeram doar US$ 1 bilhão “nos próximos anos”.

PREFEITOS FAZEM PACTO GLOBAL

Ao lado do secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon, o prefeito Eduardo Paes, presidente do C40 — o grupo das 69 maiores cidades do mundo — anunciou o Pacto Global dos Prefeitos. Com o acordo, 228 cidades, que abrigam quase meio bilhão de pessoas, assumem o compromisso de reduzir a emissão de gases-estufa em até 13 milhões de toneladas até 2050.

Fonte: O Globo


Hoje, dia 23: ONU convida jornalistas para conversa com especialistas sobre clima direto de Nova York

Foto: ONU

23/09/2014

No dia 23 de setembro mais de 120 chefes de estado e de governo se reúnem na sede da ONU em Nova York no maior encontro já organizado para discutir as mudanças climáticas, a Cúpula do Clima. Durante a Cúpula, os líderes nacionais, e os representantes em nível ministerial dos países, anunciarão o que estão fazendo em suas nações nessa área e apresentarão suas ideias para conter o impacto da mudança climática.

“Cabe a cada governo decidir o que vai trazer para a Cúpula”, explica o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Na ocasião, os governos podem anunciar “novos níveis de emissões, novo financiamento do clima, novas ações climáticas ou todas as anteriores”.

Para colaborar com a cobertura jornalística do evento, a ONU convida os jornalistas a acompanharem a transmissão online da conferência e a participarem de uma série de conversas com especialistas que, direto da sede em Nova York, compartilharão com a mídia as últimas informações sobre os resultados do evento. As conversas acontecerão entre 12h e 15h, à medida que os chefes de estado e outras autoridades forem se pronunciando.

O evento virtual será em inglês, na sede do Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio), no Palácio Itamaraty, na Avenida Marechal Floriano 196, no centro do Rio de Janeiro, entre 12h00 e 15h00, de terça-feira, 23 de setembro.

Os jornalistas interessados em participar devem confirmar presença com Vanessa Oliveira, no email vanessa.oliveira@unic.org ou no telefone 21-2253-2211, até terça, dia 22 de setembro, às 17h.

O programa completo da Cúpula está disponível aqui e a lista de participantes pode ser obtida clicando aqui.

Ao vivo

O Departamento de Informação Pública (DPI) da ONU terá cobertura ao vivo da Cúpula do Clima de 2014, com o vídeo ficando registrado posteriormente, através do site da TV ONU: webtv.un.org. A cobertura ao vivo estará disponível nos seis idiomas oficiais das Nações Unidas – árabe, chinês, espanhol, francês, inglês e russo. Todos os links de transmissão estão organizados em www.onu.org.br/webcast

Sobre a Cúpula do Clima

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, convocou a Cúpula do Clima para engajar os líderes mundiais no avanço da agenda climática. A Cúpula servirá como uma plataforma pública para que os líderes mundiais – Estados-membros da ONU, setor privado, sociedade civil e líderes locais dos setores público e privado – mostrem o que estão fazendo e possam compartilhar os passos que irão tomar nas áreas mais críticas para que a temperatura do mundo suba menos de 2 graus Celsius.

O evento focará nas ações e soluções adotadas por governos trabalhando sozinhos ou em conjunto com uma variedade de atores do setor privado e da sociedade civil para acelerar a redução das emissões e reforçar as resiliências nacionais em áreas como energia; poluentes climáticos de curta duração; cidades e transporte; agricultura e silvicultura sustentável; adaptação e redução de riscos de desastres; e financiamento climático.

A Cúpula não faz parte do processo de negociação da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), mas pretende promover ações nesta área – um ano antes do acordo que será alcançado em Paris – e pretende mostrar que líderes de todos os setores e em todos os níveis estão tomando medidas para reduzir os fatores que provocam as mudanças climáticas.

O encontro terá um formato diferente: seu foco estará nas ações tangíveis. Após uma sessão de abertura, os chefes de estado e de governo terão a oportunidade de anunciar novas ações que estejam implementando em nível nacional, especialmente nas áreas de financiamento; eficiência energética; energias renováveis; adaptação; redução do risco de desastres e resiliência; florestas; agricultura; transporte; poluentes climáticos de curta duração; e cidades.


Também haverá Sessões da Plataforma de Ação para anunciar novas iniciativas em áreas críticas em que os governos, empresas e organizações da sociedade civil estejam se unindo para encontrar soluções. As discussões sobre políticas e práticas sobre a ação climática acontecerão durante Sessões Temáticas.

Como resultado serão apresentados os anúncios feitos pelos líderes do governo, setor privado e da sociedade civil sobre as ações que serão tomadas para enfrentar as mudanças climáticas. O secretário-geral apresentará estas iniciativas na conclusão da Cúpula.

Fonte: ONU


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