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PESQUISADORES DESCOBREM PEGADAS DE ANIMAL MAIS ANTIGAS DA TERRA

Pegadas são de espécie que possuía membros paralelos

07/06/2018

Encontradas na China, pegadas têm pelo menos 541 milhões de anos. Cientistas não conseguiram identificar, porém, espécie que deixou os rastros que foram fossilizados em calcário.
    
Pesquisadores descobriram na China as pegadas mais antigas deixadas por um animal na Terra. Segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (06/06), os rastros têm pelo menos 541 milhões de anos.

O estudo não identificou o pequeno animal que deixou as pegadas, que são separadas por milímetros e parecem com pequenos buracos marcados no calcário escuro.

"Este é considerado o registro mais antigo de pegadas fossilizadas de um animal”, destaca o estudo publicado no jornal especializado Science Advances.

As pegadas foram encontradas na região Três Gargantas, localizada no rio Yangtzé no sul da China, e pertencem ao período Ediacarano, que está compreendido entre 630 milhões e 541 milhões de anos.

"Pegadas identificadas anteriormente tinham entre 540 milhões e 530 milhões de anos. Os novos fósseis são provavelmente ao menos 10 milhões de anos mais antigos", afirmou Zhe Chen, pesquisador da Academia Chinesa de Ciência e um dos autores do estudo.

Infelizmente, a criatura que deixou seus rastros não morreu perto do local, deixando um fóssil igualmente bem preservado que poderia ser estudado e revelar o mistério sobre o animal que deixou marcada sua passagem.

"Não sabemos exatamente que espécie deixou esses rastros, no entanto, ela tem uma simetria bilateral devido aos membros paralelos", acrescentou Chen. O pesquisador explicou que apenas três grupos de animais vivos possuem membros paralelos – artrópodes, como aranhas, anelídeos, como poliquetas, e tetrápodes, como humanos.

Chen acredita que o animal seja um ancestral de alguma espécie do grupo dos artrópodes ou dos anelídeos.

O fóssil revela ainda que a criatura parece ter feito algumas pausas durante o trajeto, pois os rastros parecem em determinados pontos estarem conectados a tocas, que poderiam ter sido cavadas para extrair alimentos ou oxigênio, especula o estudo.

Além de pesquisadores da Academia Chinesa de Ciência, cientistas da universidade americana Virgina Tech participaram do estudo.

Fonte: DW

MAIS DE 300 ANIMAIS ESTÃO EM AMEAÇA DE EXTINÇÃO NA BAHIA

Onça pintada está na lista de animais ameaçados de extinção 
Divulgação/Centro de Instrução de Guerra na Selva

16/08/2017 

Sayonara Moreno – Correspondente da Agência Brasil

Mais de 300 animais estão em níveis diferentes de ameaça de extinção no estado da Bahia. A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) publicou no Diário Oficial do Estado de hoje (16) portaria que cita uma lista de 331 espécies de anfíbios, aves, mamíferos, répteis, invertebrados continentais, peixes, invertebrados marinhos e espécies ameaçadas de  "interesse social".

Ao todo, foram avaliadas 2.607 espécies de fauna consideradas raras, endêmicas ou sob ameaça de extinção no território baiano. No entanto, os 331 animais entraram na lista, que tem variações de níveis de ameaça. São 140 espécies, que se enquadram no nível "vulnerável"; 131, no nível "perigo"; 54, no "criticamente em perigo", e cinco, em "regionalmente extintas".

Todas as espécies que constam nos níveis de ameaça passam a ter proteção integral dos órgãos de defesa do meio ambiente. A captura, transporte, armazenamento, guarda, manejo, beneficiamento e comercialização desses animais fica proibida. Entre os animais protegidos, estão espécies como Onça-pintada, Ararinha-azul, Gavião-real, Papagaio-de-peito-roxo, Águia-cinzenta, Tartaruga-de-pente, Tartaruga-verde, Aranha Caranguejeira, Cobra-coral, Cobra-verde, Pica-pau-amarelo, Estrela-do-mar, Cação, Cavalo-marinho, Piaba, Peixe-serra, Atum-azul, o Bugio-marrom.

Na categoria das espécies ameaçadas de "interesse social", foram incluídos os animais alvos de uso sustentável por comunidades tradicionais, ou para subsistência. Assim, pode ser permitida a exploração, desde que regulamentada e autorizada pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), a partir de critérios específicos. Entre as espécies de "interesse social" ameaçadas estão abelhas sem ferrão (Uruçu, Mandaçaia e Jandaíra), Caranguejo-Uça, uaiamun, Pitu, Aratu, peixe Bagre, Badejo-Amarelo, Mero, Tubarão Martelo, entre outros.

Planos de Ação

Segundo a secretaria, a publicação da lista dos animais em extinção coloca o estado como o sétimo do país com a iniciativa. A Lista Vermelha, como chamada pelo órgão, é considerada importante, porque incentiva o início “de ações e políticas que possam reverter o quadro de ameaça a essas espécies”.

Conforme previsto em lei estadual, a lista deve ser periodicamente revisada e atualizada. O próximo passo é a conclusão dos Planos de Ação das espécies ameaçadas e a listagem da flora ameaçada, que está em fase de desenvolvimento e, segundo a SEMA, será publicada “em breve”.

O levantamento das espécies em extinção foi um trabalho conjunto que envolveu, principalmente, a SEMA, o Instituto Dríades de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade, universidades federais e estaduais, na Bahia e o Inema, totalizando 115 especialistas de 40 instituições.

ANÁLISE GENÉTICA REVELA SEGREDOS DA CRIATURA MAIS RESISTENTE DO MUNDO

Para pesquisadores, tardígrados estão mais próximos das minhocas do que dos insetos 
(Foto: Kazuharu Arakawa and Hiroki Higashiyama)
01/08/2017

Por G1 Natureza

Conhecidos como ursos d'água, os tardígrados são capazes de sobreviver à radiação, ao congelamento, à desidratação extrema e até mesmo ao vácuo do espaço

Uma análise genética dos tardígrados revelou alguns segredos sobre suas notáveis habilidades de sobrevivência.

As criaturas microscópicas - também conhecidas como ursos d'água - são capazes de sobreviver à radiação, ao congelamento, à desidratação extrema e até mesmo ao vácuo do espaço.

Em estudo publicado na revista científica PLOS Biology, pesquisadores decodificaram o DNA de duas espécies de tardígrados e descobriram os genes que permitem a esses seres se regenerarem após a dessecação.

Com apenas um milímetro ou menos de tamanho, os tardígrados são considerados as criaturas mais resistentes na Terra. Uma pesquisa recente descobriu que eles sobreviveriam a quase todos os desastres cósmicos que poderiam atingir o planeta.

Esses animais são encontrados geralmente em locais que secam, como pântanos e lagos. Ao longo do tempo, eles adquiriram a habilidade de sobreviver à desidratação extrema e voltar à vida anos mais tarde, ao ter contato com a água.

Nesse novo estudo, cientistas descobriram que a chave para a sobrevivência dessas criaturas está na genética.

Em condições de seca, alguns genes dos tardígrados são acionados para produzir proteínas que substituem a falta de água nas células. Uma vez que a água está disponível novamente, as células são recarregadas, dissolvendo as proteínas.

De acordo com os pesquisadores, entender essa capacidade inata de sobrevivência dos tardígrados pode trazer benefícios para os seres humanos, como permitir que vacinas vivas sejam distribuídas em todo o mundo e armazenadas sem refrigeração.

"Os tardígrados, com suas habilidades incríveis, podem nos oferecer novas maneiras de lidar com problemas do mundo real, como o transporte de vacinas", afirma Mark Blaxter, coautor do estudo e professor da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Mais próximo de quem?

Decifrar o modelo de DNA dessas criaturas resistentes também permitiu que a equipe avançasse em uma antiga polêmica. Os tardígrados são mais próximos dos insetos, das aranhas e seus parentes ou das minhocas?

Sua aparência curiosa, com oito pernas e garras, indica uma semelhança maior com os insetos do que com as minhocas, mas a análise genética diz o contrário.

Os genes HOX controlam o desenvolvimento da cabeça e da cauda, além do posicionamento dos membros.

A maioria dos animais tem dez desses genes, mas os tardígrados apresentam apenas cinco, assim como a maioria das minhocas.

É improvável que isso seja uma coincidência - o que sugere que eles têm mais afinidade com as minhocas.

"Foi uma surpresa que não esperávamos", disse Blaxter.

"Sou fascinado por esses animais minúsculos e encantadores há duas décadas. É maravilhoso finalmente ter seus verdadeiros genomas e começar a compreendê-los", acrescenta.

Os cientistas também descobriram um conjunto diferente de proteínas que podem proteger o DNA dos tardígrados, o que talvez explique como essas criaturas podem sobreviver à radiação.

Morre Pan Pan, o panda macho mais velho do mundo

O panda Pan Pan comemorou 30 anos em 21 de setembro de 2015
AFP

30/12/2016

Pan Pan, o panda macho mais velho do planeta, morreu na quarta-feira na China aos 31 anos, deixando cerca de 130 descendentes, o que representa um quarto dos pandas que vivem em cativeiro no mundo.

O animal, qualificado de "pai heroico", morreu de câncer, anunciou o Centro de Pesquisa e Conservação do Panda Gigante, que era responsável por Pan Pan, na província de Sichuan.

"Seu estado se deteriorou rapidamente. Perdia a consciência e não conseguia se mover ou comer. (...) Os socorristas não conseguiram salvá-lo", acrescentou o centro na sua conta de uma rede social.

Se os pandas são conhecidos por suas dificuldades para se reproduzir em cativeiro, Pan Pan (cujo nome significa "esperança"), se distinguiu por sua prolífica descendência, com filhotes que se reproduziram ao longo dos anos.

A esperança de vida dos pandas em estado selvagem geralmente não ultrapassa os 20 anos. Os animais em cativeiro costumam viver mais tempo, mas a longevidade de Pan Pan foi excepcional.

"Sua idade correspondia a cerca de 100 anos para um ser humano", disse à imprensa chinesa Tan Chengbin, guarda da reserva onde Pan Pan passou seus últimos anos.

Pan Pan nasceu em 1985 em liberdade em Sichuan (sudoeste da China), mas foi recolhido quando tinha poucos meses e passou o resto da vida em cativeiro.

O panda mais velho do mundo é um fêmea de 36 anos, Basi, que em outubro passado sucedeu à decana dos pandas, Jia Jia, falecida em Hong Kong aos 38 anos.

Atualmente restam menos de 2.000 pandas em liberdade, ameaçados pelo desaparecimento drástico se seu habitat nos últimos 50 anos.

A China fez muitos esforços para preservar a espécie e seu entorno, principalmente com a criação de uma dúzia de reservas naturais, replantando bambu e impulsando programas de reprodução.

O trabalho deu frutos, visto que o número de pandas gigantes em liberdade na China aumentou 16,8% entre 2003 (1.596) e 2013 (1.864), segundo a administração florestal chinesa.

Em setembro, a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) retirou o panda da lista de espécies mais ameaçadas de extinção, algo que o governo chinês considera "prematuro".

Fonte: UOL

Brasil terá santuário de elefantes na Chapada dos Guimarães

19/09/2016 

Heloisa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil

A história de décadas de maus-tratos de Maia e Guida, duas elefantas da espécie asiática, terá um desfecho diferente a partir de outubro. Elas serão as primeiras moradoras do Santuário de Elefantes Brasil, uma instituição inédita no país, localizada na Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros da capital de Mato Grosso. A fazenda, que abrigará os animais tem 1,1 mil hectares e foi adquirida por meio de doações de organizações internacionais especificamente para abrigar elefantes.

O espaço vai receber animais da espécie resgatados em situação de risco e 
oferecerá os cuidados necessários para que possam se recuperar física e 
emocionalmente do período de cativeiro
Divulgação/ Santuário de Elefantes Brasil

As duas elefantas foram confiscadas de um circo na Bahia e vivem, há seis anos, em Paraguaçu, cidade ao sul de Minas Gerais. Com idades avaliadas de forma aproximada, Maia, 44 anos, e Guida, 42 anos, serão cuidadas por veterinários e especialistas do primeiro santuário de elefantes da América Latina. O espaço vai receber animais da espécie resgatados em situação de risco e oferecerá os cuidados necessários para que possam se recuperar física e emocionalmente do período de cativeiro.

De acordo com a presidente do Santuário e uma das idealizadoras do projeto, Junia Machado, o espaço terá estrutura para receber até 50 elefantes provenientes de toda a América do Sul. Inicialmente, a estrutura abrigará até seis elefantes. O custo mensal é estimado em até R$ 20 mil, nesta primeira fase. Todo os gastos do santuário são mantidos por doações e organizações não governamentais internacionais.

“Há 5 mil elefantes vivendo em locais de risco, como zoológicos e circos. Por melhor que seja um zoológico, em geral, ele isola o animal e causa um sofrimento agudo. Os elefantes são animais extremamente inteligentes, que vivem em grandes clãs, têm sociedades organizadas. Em alguns deles que encontramos em situações críticas, é possível perceber, a olho nu, o abalo emocional, por meio de movimentos repetitivos da cabeça e do corpo, e comportamento diferente dos elefantes que vivem na natureza. O santuário é um local criado e estruturado para dar proteção a esses animais”, explica Junia Machado.

A iniciativa aguarda a liberação do licenciamento ambiental da Secretaria 
de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso para começar a funcionar
Divulgação/Santuário de Elefantes Brasil

A primeira etapa do santuário terá um centro de cuidados veterinários e piquetes para abrigar os elefantes, que serão separados por espécie (asiáticos e africanos) e sexo (machos e fêmeas).

A iniciativa aguarda a liberação do licenciamento ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso para começar a funcionar. De acordo com o órgão, o projeto já obteve as autorizações e as licenças prévia e de instalação. Nas próximas semanas devem ser liberadas a autorização de uso e manejo e a licença de operação.

A coordenadora de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema), Danny Moraes, disse que haverá controle sanitário na origem do animal e também na chegada a Mato Grosso. No Santuário, o elefante passará por uma fase de quarentena, acompanhada por veterinários e especialistas. “Ele fica cerca de 40 dias em um piquete individual, se não apresentar nenhum sintoma, vai para um espaço maior”, afirmou.

Danny Moraes ressalta que para a liberação do licenciamento, a secretaria também avalia aspectos sanitários dos animais, como a possibilidade de transmissão de doenças.

“Há uma avaliação nesse aspecto para garantir a segurança da região. O estado de Mato Grosso é uma zona livre de febre aftosa, mas a doença atinge outro tipo de animais, como bovinos, ovinos e caprinos. O elefante não é hospedeiro de febre aftosa, então não é uma fonte de preocupação. Tuberculose é uma possibilidade de transmissão, tanto para os animais quanto para o ser humano, mas o espaço não compreende os fatores de risco e já tem os controles sanitários de origem. Também é analisada a possibilidade de transmissão de animais nativos para os elefantes. Tudo é avaliado para não termos riscos”, disse.

Atividades

O Santuário não será aberto para visitação pública, mas será mais do que um espaço de reabilitação dos elefantes. Segundo Junia Machado, a instituição terá, futuramente, um centro de visitantes na cidade, com dados sobre aspectos biológicos, físicos e comportamentais dos elefantes. Além de fornecer informações para pesquisas e estudos, ocorrerão palestras e acesso à imagens das câmeras, que transmitirão ao vivo, das áreas internas do santuário. Essas imagens estarão também disponíveis na internet.

A primeira etapa do santuário terá um centro de cuidados veterinários e 
piquetes para abrigar os elefantes, que serão separados por espécie 
(asiáticos e africanos) e sexo (machos e fêmeas)
Divulgação/Santuário de Elefantes Brasil

O formato do santuário é inspirado em um exemplo criado há 20 anos, no Tennesse, nos Estados Unidos. O cofundador do The Elephant Sanctuary ins Tennesse, Scott Blais, é também um dos administradores e idealizadores do santuário brasileiro. O Santuário de Elefantes Brasil é um projeto conduzido pelo Global Sanctuary for Elephants (GSF) e pela ElephantVoices, organizações internacionais dirigidas por especialistas em elefantes.

Edição: Aécio Amado



Bichos ‘fora do zoológico’ são atração sem igual para quem vem de fora

Araras são encontradas diariamente pelas ruas da cidade.(Foto: Marcos Ermínio)
31/08/2016

Animais silvestres chamam a atenção de quem não mora na 
Capital (Foto Arquivo Pessoal Leandro Miniussi)
A riqueza da fauna campo-grandense é, certamente, um diferencial da cidade que completa 117 anos hoje (28/8). O contato direto com animais silvestres como capivaras, quatis, araras e até serpentes faz parte da rotina de quem mora por aqui, mas para quem adotou a cidade, poder ver tudo isso de perto tem um gosto especial.

Para Josefh Kief, 26, que é dos Estados Unidos mas se mudou para Campo Grande, o contato com os animais além de uma experiência única é a possibilidade de ver as espécies fora do zoológico. "Sempre que posso reservo um tempo para observar os animais, pois infelizmente, nos Estados Unidos os nossos animais tropicais ficam só em zoológicos".

Josefh é nascido na Califórnia e a vontade de se mudar para o Mato Grosso do Sul surgiu a partir do contato com a namorada, que é campo-grandense. Ele conta que veio conhecer, gostou do lugar e se mudou há 1 ano e oito meses. Hoje, ele trabalha como professor de inglês aqui.

Joe encontrou uma capivara pela primeira vez no 
Lago do Amor (Foto Alcides Neto)
Sua primeira experiência com os animais silvestres aqui foi no Lago do Amor, próximo à UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Foi lá que ele conheceu a capivara, animal típico do Brasil, mas que encanta os estrangeiros. "Quase gritei dizendo: Nossa! que bicho é esse? Parecia um rato grandão e eu até quis fazer um carinho nele, mas a minha namorada disse que não podia".

A impressão de Josefh não é incomum. Durante as Olimpíadas realizadas no Rio de Janeiro, as capivaras foram um show a parte. O animal chegou a virar notícia na imprensa internacional, descrito como “mega rato” ou “hamster gigante".

Atualmente o Pantanal abriga 652 espécies de aves, entre elas araras 
canindé. (Foto Marcos Ermínio)

Em Mato Grosso do Sul, espécies como a arara-azul correm o risco de 
desaparecer da região (Foto Marcelo Calazans)

De passagem - Leandro Miniussi, tem 30 anos e há seis meses decidiu viajar pelo mundo. Brasileiro do interior de São Paulo, ele colocou Mato Grosso do Sul como prioridade na lista de desejos porque queria ter contato com os animais silvestres.

Ao visitar a Capital ele conta que se surpreendeu com o tamanho da cidade e a quantidade de árvores que existem por aqui. Leandro comenta que se espantou com tantos grupos grandes de capivaras e relata, feliz, que esteve muito próximo de algumas delas.

"Eu estava muito ansioso para ver de perto esses animais e ter um contato com eles. E quando visitei o Parque das Nações vi corujas e muitas capivaras, como nunca havia visto antes", afirma.

Número de animais atropelados nas rodovias é crescente (Arte Thiago Mendes)

Em números - A quantidade de animais silvestres por aqui se deve as matas preservadas e também, a proximidade com o Pantanal, região que abriga 264 espécies de peixes, 652 de aves, 102 de mamíferos, 177 de répteis e 40 anfíbios.

Apesar da riqueza da fauna, a população de animais tem diminuindo. Segundo o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) as causas são a crescente ocupação humana e redução de seus habitats através da destruição das matas.

Estima-se que 12 milhões de animais silvestres sejam retirados de seu habitat todos os anos. Em Mato Grosso do Sul, espécies como a arara-azul, o tamanduá-bandeira e a onça-pintada estão correndo o risco de desaparecer para sempre da região.

A preservação do meio ambiente é importante para que os animais tenha um 
habitat equilibrado (Foto Arquivo Pessoal Leandro Miniussi)

De acordo com o Major Queiroz da PMA (Polícia Militar Ambiental) para que haja uma preservação das espécies animais e não ocorra a extinção, é preciso existir uma discussão sobre a importância da fauna e de todos os problemas enfrentados como: tráfico de animais, caça, atropelamento, invasões e introdução de fauna.

Ele explica também que uma forma de manter a fauna preservada, é através do aproveitamento das carcaças encontradas mortas nas estradas e realizar a taxidermia, para que então eles sejam utilizados durante atividades de educação ambiental.

Sete métodos de pesquisa alternativa ao uso de animais são reconhecidos no Brasil



27/08/2016

A clássica imagem da pesquisa científica feita em uma sala cheia de ratos presos em gaiolas pode ficar desatualizada com o avanço de métodos alternativos. Novas técnicas que, em vez de animais do filo dos cordados, utilizam para testes larvas de insetos ou até mesmo culturas de células criadas em laboratório vêm sendo desenvolvidas ao redor do mundo. No Brasil, mais sete desses métodos foram reconhecidos e deverão substituir definitivamente alguns procedimentos tradicionais para testar a possível agressão de um produto aos olhos, à pele, ao sistema reprodutor e a reação térmica do organismo.

Um dos testes a ser trocado é o que avalia o potencial de irritação e corrosão ocular. Cada novo lote de colírio fabricado, por exemplo, é testado no olho de coelhos ou outra espécie antes de ser comercializado. Agora é feita a mesma avaliação em uma cultura de células, in vitro. Nem sempre, porém, os métodos alternativos substituem totalmente os testes em seres vivos. Alguns deles apenas deixam os experimentos mais precisos, de forma a diminuir o número de seres expostos ao teste.

Como explica a professora Nilza Maria Diniz, especialista em bioética da Universidade Estadual de Londrina e da Sociedade Brasileira de Bioética, a discussão sobre o uso de animais em pesquisas, além de ciência, envolve questões morais e filosóficas. “Qual o interesse de todo mundo? Não ter dor.” A professora defende que isso deve ser um objetivo em relação a não humanos também, mas não vislumbra um cenário em que os animais não sejam mais necessários às pesquisas.

Talvez “quando o mundo estiver todo virtual”, avalia ela, evocando filmes de ficção científica e fazendo um exercício de imaginação. “Sinto que a gente tem uma forma maniqueísta de ver as coisas”, comenta, se referindo a setores da sociedade que defendem o fim imediato das pesquisas com animais e outros que pensam apenas no progresso da ciência.

A discussão, esclarece o professor Marcel Frajblat, do Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é bastante recente. Vem da década de 70. “Nas aulas eu comparo com a preocupação com o meio ambiente.” Antes disso, praticamente ninguém questionava. Hoje, segundo ele, há uma pressão enorme da sociedade em relação ao sofrimento dos animais usados nos laboratórios. O professor também explica que a grande maioria dos métodos alternativos é teste de segurança, havendo uma infinidade de outros experimentos que ainda não contam com técnicas parecidas.

Além destes sete métodos alternativos reconhecidos recentemente, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) já havia aprovado outras 14 técnicas em 2014. Essas aprovações têm força de lei, e os institutos de pesquisa têm cinco anos para se adequar.

Segundo o Conselho, existem diversos outros métodos, mas que ainda não foram validados. Do ponto de vista do custo, o CONCEA diz que não há grande diferença entre os procedimentos tradicionais e os alternativos já que a manutenção de grandes biotérios com vários animais nas condições ideias para pesquisa é muito cara.

Fonte: IstoÉ


Florianópolis cria ‘Samu’ para socorrer animais acidentados



15/08/2016

Santa Catarina sempre parte na frente quando o assunto é proteger animais indefesos. Depois da cidade de Araquari sancionar uma lei que dá desconto no IPTU para quem adotar animais abandonados, Florianópolis acaba de criar o Samuvet, serviço de emergência veterinária para socorrer cães, gatos e cavalos acidentados.

Criado à base de doações, o Samuvet custou aos cofres públicos R$ 853. O carro para salvar animais atropelados, que era da prefeitura, foi resgatado de um ferro-velho por Eduardo Cavallazzi, diretor do Bem-Estar Animal (Dibea). Ele pagou a reforma do próprio bolso, assim como as luzes de emergência.


O carro foi equipado com uma caixa de transporte, para animais menores, uma maca, para os maiores, e uma mala de primeiros-socorros. Uma carreta pode ser acoplada ao veículo para possibilitar o transporte de até dois cavalos ao mesmo tempo. O carro permitiu que as ocorrências com animais sejam atendidas 24 horas por dia em um dos primeiros serviços do tipo no Brasil. São Paulo, Salvador e Recife têm projetos parecidos, mas ainda não implantados.

A ideia surgiu pela necessidade da padronização dos atendimentos da Polícia Militar em situações como de animais que sofrem ou provocam acidentes, explicou o diretor, que também é da corporação. Por desconhecimento, agentes da segurança pública acabavam não entrando em contato com o Bem Estar Animal. “Resolvemos padronizar esse tipo de atendimento”, disse o diretor.

Com o Samuvet, as ocorrências serão numeradas. Somente as polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros e a Guarda Municipal poderão chamar o serviço. Para atender às ocorrências, foi modificado um automóvel Zafira. O carro foi equipado com uma caixa de transporte, para animais menores, uma maca, para os maiores, e uma mala de primeiros-socorros. Uma carreta pode ser acoplada ao veículo para possibilitar o transporte de até dois cavalos ao mesmo tempo.



Cães já podem ir com os donos ao cinema

Foto: Michael Reynolds/EPA

04/08/2016

Uma sala de cinema em Madrid, Espanha, vai abrir as portas aos espetadores e aos seus animais de estimação. O evento vai marcar a estreia do filme "Animais".

Cada vez mais os animais têm sido integrados nos espaços públicos. Em Portugal já existem praias e até restaurantes que permitem o acesso aos amigos de quatro patas. No entanto, foi em Espanha que surgiu algo novo: os cães vão poder ir ao cinema.

A iniciativa, que juntou a empresa de exibição cinematográfica "Cinesa" e a "Fundação Affinity", permite que os donos levem os seus cães ao cinema. A primeira sessão irá realizar-se esta sexta-feira, pelas 17.30 horas.

O grande objetivo deste projeto é promover a convivência entre animais e pessoas. Em Espanha, já foram dados alguns passos nessa direção. Desde há um mês que é permitido viajar com cães no metro e as únicas regras impostas são o uso de uma trela de 50 centímetros e a obrigatoriedade de viajar no último vagão.



COSTA RICA VAI FECHAR ZOOLÓGICOS E LIBERTAR ANIMAIS CATIVOS

Em uma década todos os parques e zoológicos do país vão ser fechados pelas autoridades

27/06/2016

O país tem uma das biodiversidades mais ricas do planeta, com 4% de todas as espécies conhecidas

Os animais vem ganhando cada vez mais o respeito dos humanos. Seja pelos pet cafés pelo mundo, pela inclusão dos bichinhos no roteiro das férias ou libertação de bichos que ainda vivem em cativeiro, a sociedade parece estar mudando, em grande parte, o pensamento sobre isso. Após a anunciação do fim de shows com animais no Sea World, que sempre exibiu baleias orca em espetáculos para o público, agora foi a vez da Costa Rica mostrar solidariedade com o reino animal e dar um exemplo de humanidade para os próprios seres humanos. As autoridades do país vão fechar todos os parques e zoológicos do país.

Não é a primeira vez que o destino da América Central mostra sua preocupação com os animais. O Instituto das Preguiças da Costa Rica, criado em 2013, cuida de mais de cem bichinhos que foram encontrados sob perigo na natureza. Além disso, o país tem uma das mais ricas biodiversidades do planeta, com 4% de todas as espécies conhecidas.

Agora a expectativa é que em até uma década todos os parques e zoológicos do território nacional sejam fechados pelas autoridades locais. O prazo é por conta dos contratos com as instalações, que têm mais dez anos de funcionamento garantido pela Justiça.

Os animais que não tenham condições de sobreviver sozinhos na natureza serão 
atendidos em instalações próprias para resgate e refúgio da vida silvestre

Segundo o ministro do Meio Ambiente da Costa Rica, René Castro, o país está conseguindo "desmontar as jaulas e reforçar a ideia de interação com a biodiversidade em parques botânicos, de uma maneira natural". Ele afirmou ainda que animais em cativeiro e encarcerados só serão permitidos no caso de resgate para protegê-los.

Com a mudança, os animais que estiverem em cativeiro e que não tenham condições de sobreviver sozinhos em um ambiente natural serão atendidos em instalações próprias para resgate e refúgio da vida silvestre.


Urso polar preso em rede de plástico demonstra ameaça humana ao meio ambiente



03/05/2016

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

O impacto ambiental causado pelos seres humanos não é novidade. Nenhum outro animal consegue transformar paisagens inteiras e interferir na vida de milhões de outras espécies, de forma tão destrutiva. Apesar disso, poucas pessoas se dão conta do seu papel nesse cenário.

Basta considerar que todos os anos, mais de 300 milhões de toneladas de plástico são produzidas ao redor do mundo e cerca de 8.8 milhões acabam descartadas no oceano. Os números impressionam e mostram o tamanho dos danos no ambiente marinho, mas, no dia a dia de uma pessoa comum, todo esse estrago corresponde a pouco mais de uma garrafinha plástica. Em escala global, o consumo diário de cada um de nós se torna uma ameaça gravíssima ao meio ambiente. E para onde vai todo esse lixo? A resposta está nessas imagens terríveis, publicadas pelo One Green Planet.



Os ursos polares estão cada vez mais ameaçados, principalmente pelas mudanças climáticas, mas também pelo lixo que invade seu habitat. Milhares de toneladas de plástico estão sendo jogadas no gelo do Ártico e este urso da foto é uma das suas vítimas.

Tragicamente, o urso polar não é o único animal a sofrer com o nosso lixo. Cerca de 700 espécies marinhas estão ameaçadas de extinção devido ao sufocamento por plástico, ingestão de resíduos ou exposição a toxinas do lixo humano. Quanto mais lixo é descartado nos oceanos, mais animais morrem.

Chegou o momento da humanidade reconhecer as consequências de suas ações e mudar com urgência. Esse urso polar preso em uma rede de pesca representa o impacto de cada atitude tomada no cotidiano, mostrando que já passou da hora dos seres humanos fazerem escolhas mais sensatas e éticas.

Proposta proíbe cortar a cauda de animais em Porto Alegre

Pinsher, poodle, pitbull, rottweiller e doberman são os maiores alvos | Foto: Mauro Schaefer

17/04/2016

Projeto de lei tramita na Câmara de Vereadores de Porto Alegre
    
Em pauta na Câmara Municipal de Porto Alegre, um projeto de lei proíbe que médicos veterinários cortem a cauda de animais, procedimento conhecido como caudectomia. De autoria do vereador Rodrigo Maroni (PR), a matéria também obriga clínicas, consultórios e hospitais veterinários a fixarem cartazes nos estabelecimentos para informar a proibição. A medida, no entanto, já é tema de resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária desde junho de 2013.

Maroni justifica sua proposta em âmbito municipal, porque diz que existe uma parcela significativa de animais sem cauda na Capital, o que comprovaria que ainda há clínicas realizando o procedimento. “Na caminhada que eu faço pela proteção dos animais, percebo um número grande de cães amputados. Basta fazer uma pesquisa para descobrir clínicas oferecendo o procedimento a R$ 50, R$ 60”, denuncia. “A amputação é fútil, desnecessária, medieval”, acrescenta. Raças como pinsher, Poodle, pitbull, rottweiller, doberman são os maiores alvos.

O parlamentar defende que os donos pensem no bem-estar dos animais. “As pessoas não se dão conta que os procedimentos, às vezes, são feitos sem anestesia”. A médica veterinária do Hospital de Clínicas Veterinárias do RS, Keila Grando Santos, enfatiza que a resolução federal já determina a proibição. “Todos os médicos deveriam estar cientes da lei federal, que tem que ser cumprida”. Keila acrescenta que a caudectomia só é indicada no caso de patologia ou lesão que seja irreversível. “A cauda é a continuação da coluna do animal”. O conselho também não permite a conchectomia (corte das orelhas) e cordectomia (das cordas vocais) e a onicectomia (retiradas das unhas nos felinos).

Morte pode dar folga ao dono

Além de apresentar o projeto de lei que proíbe o corte da cauda dos animais, o vereador Rodrigo Maroni (PR) de Porto Alegre espera apoio no plenário para outra matéria que sensibiliza as famílias donas de animais de estimação. O projeto de lei estipula o direito a um dia de falta no serviço aos trabalhadores que perderem seu animal de estimação.

“Lamentavelmente, isso é desconsiderado hoje pelas empresas e pelos órgãos públicos. As pessoas que perdem seus animais têm que ter o direito de se recompor antes de voltar ao trabalho”, defende.

Na justificativa do projeto de lei, Maroni destaca que é cada vez mais comum famílias terem cães, gatos e outros animais e os tratarem como um membro da família. “Muitas vezes, um cão ou um gato é a única companhia de uma pessoa. Eles estão muito presentes na vida das pessoas hoje e todo mundo fica muito abalado com a perda”, argumenta o vereador. “Sei que não posso obrigar o setor privado a garantir o direito a este dia de falta, mas tenho a expectativa que esta ideia se espalhe, que seja algo normal”, acrescenta. A matéria já está em tramitação na Câmara Municipal. 

ANIMAIS DA SEDA ABRIRAM O JOGO LANCE DE CRAQUE, NO BEIRA-RIO

Desfilaram no estádio 19 cães que integram o programa Me Adota?
Foto: Ricardo Giusti/PMPA
28/12/2015 

Aplaudidos pelo público que aguardava o início do jogo beneficente Lance de Craque, 19 cães que integram o programa Me Adota?, da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), desfilaram no Estádio Beira-Rio, na tarde deste domingo, 27, acompanhados de veterinários e manejadores, que levavam um faixa incentivando a adoção responsável de animais. Também participou do desfile a primeira-dama de Porto Alegre, Regina Becker Fortunati. Antes mesmo da entrada no estádio, as pessoas brincavam com os animais. A menina Júlia se encantou com o cãozinho que, mesmo amputado, não deixava de brincar.

A todos, os médicos veterinários Joice Perezzi e Franco Vicentini explicavam que os animais resgatados pela Seda haviam sido tratados e agora estavam prontos para um novo lar. “Mesmo os especiais, são carinhosos e brincalhões”, garantiu Franco, que mostrava a agitação do cão conduzido em cadeira de rodas.

As feiras do programa Me Adota?, da Seda, retornarão em março do próximo ano, mas os interessados em adotar podem procurar diretamente a Unidade de Medicina Veterinária (UMV), na Lomba do Pinheiro (estrada Bérico José Bernardes, 3489, parada 19), nos sábados e domingos pela manhã, das 9h às 12h, ou durante a semana, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.

Todos os animais são entregues microchipados, vacinados, castrados e com atendimento gratuito na UMV. São mais de 100 animais resgatados de maus tratos e abandono, prontos para adoção. Quem adotar um cão da Seda, tem assegurado atendimento gratuito na UMV.

OIE LANÇA SITE SOBRE BOAS PRÁTICAS NO USO DE ANTIBIÓTICOS EM ANIMAIS

14/11/2015

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) apresentou nesta sexta-feira uma série de instrumentos para informar sobre boas práticas no uso dos antibióticos em animais, já que o mau uso favorece o aparecimento de bactérias resistentes que podem ter efeitos muito prejudiciais aos humanos.

A organização criou um portal para explicar sobre a resistência dos agentes antimicrobianos e dirigido ao público em geral, mas mais especificamente aos responsáveis de saúde e da produção animal, explicou a OIE em comunicado.


Além do site, a organização apresentou um conjunto de pôsteres e infográficos para que autoridades públicas, veterinários, criadores de gado e proprietários de animais de companhia possam entender melhor o que chamou de "grande ameaça para a saúde pública que representa essa resistência".

De acordo com a OIE, poucas horas bastam para que uma bactéria resistente aos antibióticos se propagar por todo o planeta, e apenas alguns minutos para que uma colônia de milhares dessas bactérias seja formada. Ao todo, 60% dos agentes patógenos que atacam o ser humano são de origem animal, e as bactérias resistentes aos antibióticos "constituem uma grande ameaça para a luta contra as doenças, tanto dos animais quanto dos humanos".

A OIE lançou esta campanha às vésperas da realização da 1ª Semana Mundial de Conscientização sobre os Antibióticos, que acontecerá de 16 a 22 de novembro. O objetivo é advertir à comunidade internacional dos riscos médicos associados à resistência dos antibióticos e promover boas práticas para limitar a aparição e a propagação dessas bactérias resistentes.

Fonte: Terra

CONHEÇA AS VOZES DOS ANIMAIS



abejaruco
palrar, pipiar, pipilar, pipilo

abelha
azoinar, bezoar, zoar, zonzonear, zumbar, zumbir, zunir, zunzunar, estridor, zumbido, zunido, zunzum, zunzunzum

abelhão
zumbir, zunir, zumbido, zunido

abelharuco
palrar, pipiar, pipilar, pipilo

abetarda
grasnar, grasnir, grasnada, grasnido

abutre
crocitar, grasnar, grasnir, gritar, crocito, grasnado, grasnido, grito

acauã
gemer, gritar, piar, gemido, grito, piado, pio

açor
crocitar, grasnar, grasnir, gritar, crocito, grasnada, grasnido, grito

águia
crocitar, grasnar, grasnir, gritar, guinchar, crocito, grasnada, grasnido, grito, guincho

airo
grasnar, grasnir, grasnado, grasnido

alcíone
gemer, piar, gemido, piado, pio

almalho
mugir, mugido

alvéloa
cochichar, gorjear, palrar, palrear, gorjeio, cochicho

andorinha
cantar, chalrar, chalrear, chiar, chilrar, chilrear, chirriar, gazear, gazilar, gazinar, gazular, gorjear, grinfar, guinchar, papear, piar, pipiar, pipilar, trinfar, trissar, zinzilular, canto, chalreio, chiado, chilrada, chilreada, chilreio, chilro, chirrio, gazeio, gorjeio, guincho, piado, pio, pipilo, trisso

andorinhão
crocitar, piar, crocito, piado, pio

anho
balar, balir, balado, balido

anhuma
cantar, estridular, gritar, canto, grito

anta
assobiar, assobio

anu
piar, piado, pio

ará
estrugir, gritar, grito

araçari
taralhar

aranha
mugir, mugido

araponga
gritar, martelar, retinir, serrar, soar, tinir, grito, martelada

arara
berrar, chalrar, chalrear, grasnar, grasnir, gritar, palrar, taramelar, taramelear, tartarear, berro, chalreio, grasnada, grasnido, grito

araracanga
gritar, grito

arganaz
chiar, chiado

ariranha
regougar, regougo

atiati
gritar, grito

ave
aflautar, agloterar, amiudar, apitar, arensar, arremedar, arrolar, arrulhar, assobiar, atitar, bufar, cacarejar, caquerejar, carcarear, carcarejar, chalrar, chalrear, chiar, chilrar, chilrear, chirrear, chirriar, clarinar, cocoriar, cocoricar, corruchiar, corujar, corvejar, crocitar, crujar, cuarlar, cucar, cucular, cucuricar, cucuritar, dobrar, engabrichar, estalar, estralhar, estribilhar, falar, fraquejar, gaguear, galhear, galrear, galrejar, ganizar, gargalhar, gargantear, garrir, garzear, gazear, gazilar, gazinar, gazular, gemer, gloterar, glotorar, gorgolejar, gorjear, gracitar, gralhar, gralhear, grasnar, grasnir, grassitar, grazinar, grinfar, gritar, grugrujar, grugrulejar, grugrulhar, grugrurejar, grugulejar, grugulhar, grugurejar, gruir, grulhar, guinchar, modular, palrar, papear, piar, picuinhar, pipiar, pipilar, pissitar, pistar, pupilar, redobrar, regorjear, remedar, restridular, retinir, rir, rouxinolar, rouxinolear, serrar, soar, suspirar, sussurrar, taralhar, taramelar, taramelear, tartarear, tentenar, tinir, trilar, trinar, trinfar, trissar, trucilar, turturejar, turturinar, turturinhar, ulular, vozear, zinzilular, arrulho, assobio, atito, bufo, cacarejo, chalreio, chiado, chilrada, chilreada, chilreio, chilro, cocoricó, cocoricô, cocorocó, cocorocô, crocito, gargalhada, garganteio, gazeio, gemido, gorgolejo, gorjeio, grasnada, grasnido, grito, grulhada, guincho, piado, pio, pipilo, redobre, regorjeio, risada, riso, suspiro, sussurro, trilado, trilo, trinado, trisso, ululação, ululo, vozeio

avestruz
grasnar, grasnir, roncar, rugir, grasnada, grasnido, ronco, rugido

azulão
cantar, gorjear, trinar, canto, gorjeio, trinado

bacorinho
bacorejar, bacoreio

bácoro
bacorejar, cochinar, coinchar, grunhir, guinchar, bacoreio, coincho, grunhido, guincho

bacurau
gemer, piar, gemido, piado, pio

badejo
azoinar, zumbir, zunir, zumbido, zunido

baleia
bufar

bauala
latir, latido

beija-flor
arrulhar, ruflar, trissar, trisso

bem-te-vi
assobiar, cantar, estridular, piar, assobio, canto, piado, pio

besouro
resmungar, zoar, zumbir, zunir, zumbido, zunido

besta
relinchar, rinchar, relincho, rincho

bezerro
berrar, mugir, berro, mugido

biguá
grasnar, grasnir, grasnado, grasnido

bisão
berrar, bramar, mugir, berro, bramido, mugido

bode
balar, balir, berrar, bodejar, gaguejar, balado, balido, berro, bodejo

boi
arruar, berrar, mugir, urrar, berro, mugido, urro

borracho
piar, piado, pio

borrego
balar, balir, balado, balido

borro
balar, balir, balado, balido

búbalo
berrar, bramar, bramir, mugir, berro, bramido, mugido

búfalo
berrar, bramar, bramir, mugir, berro, bramido, mugido

bugio
gritar, guinchar, roncar, grito, guincho, ronco

bulbul
gorjear, gorjeio

burro
azurrar, ornear, ornejar, rebusnar, relinchar, zornar, zurrar, orneio, ornejo, rebusno, relincho, zurro

cabra
balar, balir, barregar, berrar, berregar, bezoar, balado, balido, berro

cabrão
balar, balir, balado, balido

cabrito
balar, balir, berrar, vagir, balado, balido, berro

caburé
piar, rir, silvar, piado, pio, risada, riso, silvo

cachorro
acuar, balsar, barroar, cainhar, cuincar, ganir, ganizar, gemer, ladrar, latir, maticar, rosnar, uivar, ulular, barroada, gemido, ladrido, ladro, latido, uivo, ululação, ululo

caititu
grunhir, tatalar, roncar, grunhido, ronco

calhandra
grinfar

cambaxirra
chilrar, chilrear, chirrear, chirriar, chilreio, chilro

camelo
blaterar, blateração

canário
cantar, chilrar, chilrear, corruchiar, dobrar, estalar, estralar, estridular, grazinar, modular, piar, pipiar, pipilar, trilar, trinar, canto, chilreio, chilro, piado, pio, pipilo, trilado, trilo, trinado

cão
acuar, balsar, barroar, cainhar, cuincar, ganir, ganizar, gemer, ladrar, latir, maticar, rosnar, uivar, ulular, barroada, gemido, ladrido, ladro, latido, uivo, ululação, ululo

caracará
crocitar, piar, pipiar, pipilar, gritar, gruir, crocito, piado, pio, pipilo, grito

carneiro
balar, balir, barregar, berrar, berregar, balado, balido, berro

cascavel
silvar, silvo

cavalo
hinir, nitrir, relinchar, rinchar, trinir, nitrido, relincho, rincho

caxinguelê
piar, piado, pio

cegonha
gloterar, glotorar, grasnar, grasnir, grasnada, grasnido

chacal
gritar, ladrar, latir, uivar, grito, ladrido, ladro, latido, uivo

chibarro
balar, balir, balado, balido

chibato
balar, balir, balado, balido

chora-lua
chorar, gemer, piar, gemido, piado, pio

chupim
chilrear, chalrear, chilrar, chilrada, chilreio, chilro

cigana
piar, piado, pio

cigarra
cantar, cantarolar, ciciar, chiar, chichiar, chilrar, chilrear, chirrear, chirriar, cigarrear, estridular, estrilar, fretenir, grazinar, gritar, guizalhar, palrar, piar, ranger, rechinar, retinir, silvar, sussurrar, traquinar, trilar, trinar, zangarrear, zinir, ziziar, zumbir, zunir, canto, chiado, chilreio, estridor, grito, guizalhada, rangido, rechino, ruído, silvo, sussurro, trilado, trilo, trinado, zumbido, zunido

cisne
arensar, cantar, canto

cobra
assobiar, chocalhar, guizalhar, piar, sibilar, silvar, assobio, guizalhada, piado, pio, sibilo, silvo

cochicho
cochichar, piar, piado, pio

cochino
grunhir, grunhido

codorniz
cantar, canto

coelho
chiar, guinchar, chiado, guincho

corcel
nitrir, relinchar, rinchar, nitrido, relincho, rincho

cordeiro
balar, balir, barregar, berregar, latir, balado, balido, latido

corrupião
cantar, gorjear, trinar, canto, gorjeio, trinado

coruja
arrolar, arrulhar, cantar, carpir, chalrar, chalrear, chiar, chirrear, chirriar, corujar, corvejar, crocitar, galrar, gargalhar, grasnar, grasnir, grazinar, gritar, guinchar, piar, pipiar, regougar, rir, soluçar, sussurrar, uivar, arrulho, canto, chalreio, chiado, crocito, galra, gargalhada, grasnada, grasnido, grasno, grito, guincho, piado, pio, pipilo, regougo, risada, riso, soluço, sussurro, uivo

corvo
corvejar, crocitar, grasnar, grasnir, gritar, resmungar, crás, crocito, grasnada, grasnido, grito

cotovia
cantar, chalrar, chalrear, chilrar, chilrear, gazear, gazilar, gazinar, gazular, gorjear, gritar, piar, trilar, trinar, canto, chilreio, chilro, gazeio, gorjeio, grito, piado, pio, trilado, trilo, trinado

crocodilo
bramar, bramir, chorar, soprar, bramido, choro

cuco
cantar, crocitar, cucar, cucular, palrar, piar, rir, crocito, piado, pio, risada, riso

cuíca
chiar, chiado

curiango
gemer, piar, gemido, piado, pio

curica
berrar, bramar, bramir, berro, bramido

cutia
bufar, gargalhar, gargalhada

doninha
chiar, guinchar, chiado, guincho

égua
ornear, ornejar, rebusnar, relinchar, rinchar, zurrar, orneio, ornejo, rebusno, relincho, rincho, zurro

elefante
barrir, berrar, bramar, bramir, grunhir, rugir, uivar, urrar, barrido, barrito, berro, bramado, bramido, grunhido, rugido, uivo, urro

ema
gemer, grasnar, grasnir, roncar, suspirar, gemido, grasnada, grasnido, ronco, suspiro

enxu
zumbir, zunir, zumbido, zunido

estorninho
assobiar, cantar, chuchurrear, gritar, palrar, pissitar, assobio, canto, grito

faisão
assobiar, assobio

falcão
crocitar, gritar, gruir, piar, pipiar, pipilar, crocito, grito, piado, pio, pipilo

felosa
chilrar, chilrear, chilreio

flamingo
roncar, ronco

foca
gritar, grito

frango
quiqueriqui, quiquiriqui

gafanhoto
chichiar, chirrear, chirriar, estrilar, ziziar, chirrio, zizio

gaio
berrar, chilrar, chilrear, crocitar, estridular, gralhar, gralhear, grasnar, grasnir, palrar, berro, chilreio, crocito, grasnada, grasnido

gaipapa
gemer, gemido

gaivota
cantar, chiar, crocitar, grasnar, grasnir, gritar, guinchar, piar, pipiar, canto, chiado, crocito, grasnada, grasnido, grito, guincho, piado, pio, pipilo, grito

galgo
ganir, latir, ganido, latido

galinha
cacarejar, caquerejar, carcarear, carcarejar, gaguear, piar, cacarejo, piado, pio

galinha-d’angola
fraquejar

galo
cacarejar, cantar, cantaricar, carcarear, carcarejar, charamelar, clarinar, cocoriar, cocoricar, cucuricar, cucuritar, cacarejo, canto, cocoricó, cocorocó, cocoricô, galicanto, galicínio, quiquiriqui

gambá
guinchar, regougar, guincho, regougo

gamo
bramir, bramar, bramido

garça
chirrear, chirriar, gazear, gazilar, gazinar, gazular, grasnar, grasnir, chirrio, gazeio, grasnada, grasnido

garrano
nitrir, relinchar, nitrido, relincho

gato
berrar, bufar, chorar, fungar, miar, rebusnar, regougar, roncar, ronronar, berro, bufido, bufo, choro, miada, miado, miau, mio, rebusno, regougo, ronco, ronrom

gaturamo
gemer, gorjear, gemido, gorjeio

gavião
crocitar, guinchar, crocito, guincho

gazela
balar, balir, balado, balido

girafa
relinchar, relincho

gralha
apupar, crocitar, gralhar, gralhear, grasnar, grasnir, palrar, vozear, crocito, grasnada, grasnido, vozeio

grilo
cantar, estridular, guizalhar, grilar, canto, guizalhada

grilo-toupeira
estridular

grou
grulhar, grulhada

guaxe
gralhar, gralhear

hacanéia
nitrir, relinchar, nitrido, relincho

hiena
cantar, chorar, gargalhar, gemer, regougar, rir, uivar, canto, choro, gargalhada, gemido, regougo, risada, riso, uivo

inhambu
piar, trilar, piado, pio, trilado, trilo, trinado

inhuma
estridular, piar, piado, pio

inseto
rechinar, ziziar, zoar, zumbir, zunir, rechino, zumbido, zunido

irapuã
azoinar, bezoar, zoar, zonzonear, zumbar, zumbir, zunir, zunzunar, estridor, zumbido, zunido, zunzum, zunzunzum

irara
suspirar, zunir, zunido

iraxim
zumbir, zunir, zumbido, zunido

jaburu
gritar, grito

jacaré
chorar, latir, choro, latido

jaçanã
gemer, gemido

jacu
grasnar, grasnir, gargalhar, grasnada, grasnido, gargalhada

jandaia
chalrar, chalrear, grasnar, grasnir, chalreio, grasnada, grasnido

jataí
zumbir, zunir, zumbido, zunido

javali
arruar, cuinchar, cuinhar, grunhir, roncar, rosnar, cuincho, grunhido, ronco

jerico
azurrar, ornejar, ornear, zurrar, azurro, orneio, ornejo, zurro

jibóia
assobiar, roncar, silvar, assobio, ronco, silvo

jumento
azurrar, ornear, ornejar, zurrar, azurro, orneio, ornejo, zurro

juriti
arrular, arrulhar, gemer, soluçar, arrulho, gemido

lagarto
farfalhar, farfalhada

láparo
chiar, chiado, chio

leão
rugir, urrar, rugido, urro

lebre
berrar, chiar, berro, chiado, chio

leitão
bacorejar, grunhir, bacoreio, grunhido

lobo
uivar, ulular, uivo, ululação, ululo

mabeco
ladrar, latir, ladrido, ladro, latido

macaco
assobiar, chiar, gritar, guinchar, assobio, chiado, chio, grito, guincho

maçarico
piar, piado, pio

macuco
piar, piado, pio

maguari
gritar, grito

maitaca
vozear, vozeio

mangusto
chiar, guinchar, chiado, chio, guincho

maracanã
gritar, grito

melro
assobiar, cantar, chalrar, chalrear, chilrar, chilrear, gargalhar, gargantear, gazear, gazilar, gazinar, gorjear, gritar, piar, rir, sibilar, silvar, trinar, assobio, canto, chalreio, chilreio, gargalhada, garganteio, gazeio, gorjeio, grito, piado, pio, risada, riso, sibilo, silvo, trilo, trinado

milhafre
crocitar, grasnar, grasnir, gritar, guinchar, crocito, grasnada, grasnido, grito, guincho

mocho
piar, piado, pio

mosca
zoar, zumbir, zunir, zoada, zumbido, zunido

mosquito
zoar, zumbir, zunir, zoada, zumbido, zunido

nebri
assobiar, assobio

novilho
berrar, mugir, berro, mugido

onagro
azurrar, ornear, ornejar, rebusnar, zurrar, azurro, orneio, ornejo, rebusno, zurro

onça
bramar, bramir, esturrar, miar, rugir, uivar, bramido, esturro, miada, miado, mio, rugido, uivo

onça-pintada
rugir, rugido

ovelha
balar, balir, balado, balido

paca
assobiar, assobio

palafrém
nitrir, relinchar, rinchar, zurrar, nitrido, relincho, rincho, zurro

palanca
mugir, mugido

pantera
miar, roncar, rosnar, rugir, miada, miado, ronco, rosnada, rugido

papa-figo
taralhar

papagaio
chalrar, chalrear, falar, palrar, taramelar, taramelear, tartarear, vozear, chalreio, palração, vozeio

papa-moscas
taralhar

pardal
chalrar, chalrear, chiar, chilrar, chilrear, piar, pipiar, pipilar, chalreio, chiado, chilreio, chilrada, piado, pio, pipilo

pato
grasnar, grasnir, grassitar, grasnada, grasnido

pavão
gritar, pupilar, grito

pega
galrar, galrear, palrar, galra

perdigão
gorgolejar, gorgolejo

perdiz
cacarejar, correxar, cacarejo

perereca
grasnar, grasnir, grasnada, grasnido

peru
gorgolejar, grugrujar, grugrulejar, grugrulhar, grugrurejar, grugujar, grugulejar, grugulhar, grugurejar, grulhar, gluglu, gorgolejo, grulhada

pintassilgo
cantar, cantarolar, chilrar, chilrear, dobrar, gemer, modular, trilar, trinar, canto, chilreio, dobrado, gemido, trilado, trilo, trinado

pinto
piar, pipiar, pipilar, piado, pio, pipilo

pomba
arrulhar, cantar, gemer, arrulho, canto, gemido

porco
cochinar, coinchar, grunhir, guinchar, roncar, coincho, grunhido, guincho, ronco

porco-espinho
grunhir, grunhido

potro
nitrir, relinchar, nitrido, relincho

poupa
arrulhar, chilrear, gemer, gritar, trinar, arrulho, chilreio, gemido, grito, trinado

quati
piar, piado, pio

coaxar, grasnar, grasnir, ralar, relar, coaxo, grasnada, grasnido

raposa
regougar, regougo

rato
chiar, chiado

rola
arrulhar, cantar, gemer, arrulho, canto, gemido

rouxinol
cantar, chilrar, chilrear, gorjear, trilar, trinar, canto, chilro, chilreio, gorjeio, trilado, trilo, trinado

sabiá
chilrar, piar, rir, trucilar, chilrada, chilro, piado, pio, risada, riso

sapo
coaxar, grasnar, grasnir, ralar, relar, coaxo, grasnada, grasnido

sendeiro
nitrir, ornear, ornejar, relinchar, rinchar, nitrido, orneio, ornejo, relincho, rincho

seriema
cacarejar, gargalhar, guinchar, cacarejo, gargalhada, guincho

serpente
assobiar, bufar, sibilar, silvar, assobio, sibilo, silvo

socó-grande
gritar, grito

sucuri
roncar, sibilar, silvar, ronco, sibilo, silvo

suindara
chilrear, chirrear, chirriar, chilreio, chilro, chirriada

suíno
cochinar, coinchar, grunhir, guinchar, roncar, coincho, grunhido, guincho, ronco

tanajura
zunir, zunido

taralhão
pipiar, pipilar, pistar, taralhar, pipilo

tataíra
zumbir, zunir, zumbido, zunido

tentilhão
chilrar, chilrear, chilrada, chilreada, chilro

tico-tico
cantar, gorjear, piar, trinar, canto, gorjeio, piado, pio, trinado

tigre
bramar, bramir, latir, miar, mugir, roncar, rugir, uivar, urrar, bramido, latido, miada, miado, mugido, ronco, rugido, uivo, urro

toupeira
chiar, chiado

touro
arruar, berrar, bramar, bramir, bufar, gaitear, mugir, rugir, urrar, berro, bramido, mugido, rugido, urro

toutinegra
cantar, chilrar, chilrear, gorjear, trilar, trinar, canto, chilreada, chilreio, chilro, gorjeio, trilado, trilo, trinado

tucano
berrar, chalrar, chalrear, berro, chalreio

tuim
chalrar, chalrear, chalreio

urso
bramar, bramir, roncar, rugir, bramido, ronco, rugido

urutau
chorar, gemer, piar, choro, gemido, piado, pio

vaca
mugir, mugido

veado
bramar, bramir, bramido

vespa
zumbir, zunir, zumbido, zunido

vitelo
berrar, berro

vorá
zumbir, zunir, zumbido, zunido

zebra
relinchar, rinchar, zurrar, relincho, rincho, zurro

Fonte: Meu dicionário Houaiss.


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