Mostrando postagens com marcador Mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mundo. Mostrar todas as postagens

Para olhar o mundo de um jeito diferente

Capas das primeiras edições do Almanaque Brasil Socioambiental, publicadas 
respectivamente em 2005 e 2008

22/08/2016

O ISA lançou 27/6/16 a campanha para o financiamento coletivo da nova edição do Almanaque Brasil Socioambiental, participe e garanta seu exemplar! 

Está no ar a nova campanha de financiamento coletivo do Instituto Socioambiental (ISA). O objetivo: viabilizar a nova edição do Almanaque Brasil Socioambiental, principal publicação do ISA para fortalecer a perspectiva socioambiental sobre os desafios da humanidade para buscar uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Participe do projeto e garanta seu exemplar! Você pode contribuir inclusive via isenção fiscal, abatendo o valor do seu imposto de renda, graças à aprovação do projeto na Lei Rouanet. Ou seja, do seu imposto recolhido pelo governo você pode destinar uma fração para apoiar o Almanaque Brasil Socioambiental 2017! Saiba como.


O Almanaque do ISA não é coisa de museu. Pelo contrário: com mais de cem verbetes sobre temas como Mudanças Climáticas, Povos Indígenas, Cidades, Energia e Florestas, ensaios fotográficos, mapas exclusivos e infográficos, a publicação busca traduzir temas complexos para uma linguagem acessível e abrangente. Ideal para estudantes, pesquisadores e cidadãos interessados em olhar o mundo pela perspectiva que supera o embate entre homem versus natureza: a perspectiva socioambiental.

A nova edição do Almanaque Brasil Socioambiental vai ser lançado em 2017 graças a seu apoio! Compartilhe com seus amigos e vamos todos fortalecer a visão que integra o homem e a natureza. Afinal, socioambiental se escreve junto!

Apoie aqui: almanaque.socioambiental.org

Lançada nova parceria global para acabar com violência a crianças

Crianças em Juba, no Sudão do SUl. Foto: ONU/JC McIlwaine

13/07/2016

Para representante especial do secretário-geral sobre a questão, iniciativa é "promoção de grande aliança" entre governos nacionais, instituições da ONU, ONGs, centros de pesquisa"; em entrevista à Rádio ONU, Marta Santos Pais afirmou que 1 bilhão de crianças sofreram violência em 2015.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

Nesta terça-feira, nas Nações Unidas, crianças se uniram a líderes mundiais para lançar uma nova parceria global e um fundo para tornar o fim da violência a menores uma prioridade e uma responsabilidade coletiva. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, participou do evento.

"Fim da Violência a Crianças – A Parceria Global", em tradução livre, reúne  ONU, governos, fundações, sociedade civil, academia, setor privado e jovens. O objetivo é combater a exploração, tráfico e todas as formas de violência e tortura a crianças.

Parceria

A representante especial do secretário-geral sobre Violência a Crianças, Marta Santos Pais, falou à Rádio ONU sobre a nova iniciativa. Segundo ela, esta é a "promoção de uma grande aliança entre governos nacionais, instituições das Nações Unidas, ONGs, centros de pesquisa e de estudos".

"Que juntando as mãos poderão ajudar a tornar mais conhecidas as razões pelas quais as crianças continuam a ser vítimas de violência, que tem muitas vezes a ver com o fato de se pensar que bater na criança é uma forma de a educar, a disciplinar, ou porque não exista legislação que proiba a utilização dos maus-tratos contra a criança. É a oportunidade de criar uma prevenção alargada das situações de violência e ao mesmo tempo mecanismos de proteção para as crianças que possam sofrer esses mesmos maus-tratos."

Marta Santos Pais destacou ainda que a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável identifica como uma de suas metas a eliminação de todas as formas de violência a crianças.

1 Bilhão 

No ano passado, mais de 1 bilhão de crianças entre dois e 17 anos sofreram algum tipo de violência, seja física, psicológica ou sexual.

"Não é só um número alarmante. Não é só pensar em cada uma das histórias dramáticas, traumáticas, sofridas por cada uma dessas crianças, mas é também pensar que estamos a falar em metade das crianças do mundo (…) É importante pensar que muitas das situações de violência não são reportadas às autoridades e, portanto, o bilhão pode ser um número ainda mais elevado, mas, esse número não deve ser um fator que nos desencoraja. Deve ser um fator para nos fazer reconhecer que estamos pressionados pela urgência da intervenção." 

Estratégias 

De acordo com um estudo recente divulgado na publicação "Pediatrics", o homicídio está entre as cinco principais causas de morte para adolescentes. Uma em cada quatro crianças sofre de violência física e uma em cada cinco meninas é abusada sexualmente pelo menos uma vez em suas vidas.

A parceria também lançou um pacote de sete estratégias para evitar a violência a menores, conhecido como Inspire. Entre elas, estão a criação e aplicação de leis, mudança de comportamento e educação.

A atriz Lucy Liu, embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, também participou do lançamento da parceria global.

Fonte: Rádio ONU

Jordânia: MSF inaugura clínica para doenças crônicas

Foto: Ton Koene

07/04/2016

Próximo à fronteira com a Síria, a nova instalação responderá às necessidades de refugiados sírios e jordanianos vulneráveis

A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) inaugurou oficialmente um centro de saúde na cidade de Al Ramtha, no norte da Jordânia, para responder a algumas das necessidades de saúde crônicas de refugiados sírios e jordanianos vulneráveis na cidade.

A Jordânia abriga cerca de 660 mil refugiados registrados, e muitos outros que não possuem registro. Cerca de 100 mil sírios vivem em acampamentos, onde o acesso a cuidados de saúde é relativamente fácil. Mas para aqueles que vivem fora dos acampamentos, obter diagnóstico e tratamento para doenças crônicas, como diabetes, doenças cardiovasculares, asma e hipertensão, pode ser difícil por causa do custo do tratamento.

“O tratamento para doenças crônicas pode custar 40 JOD por mês para os refugiados, e, com muitos enfrentando enormes dificuldades financeiras, isso pode ser um fardo muito pesado para eles”, disse Manuel Lopez Iglesias, coordenador-geral de MSF na Jordânia.

Inaugurada mediante um acordo com o Ministério da Saúde jordaniano, a clínica visa aliviar um pouco a sobrecarga da oferta de cuidados de saúde para a população local.

A clínica em Al Ramtha – lar de aproximadamente 70 mil refugiados sírios – vai oferecer consultas médicas, testes laboratoriais básicos e tratamento para refugiados sírios e jordanianos que não estão cobertos por planos de saúde. A clínica ficará aberta cinco dias por semana, e todos os serviços são gratuitos.

MSF mantém outras duas clínicas de tratamento de doenças crônicas de refugiados sírios em Irbid, assim como uma maternidade e um projeto de saúde mental também para refugiados sírios. Além disso, MSF administra uma unidade emergencial de cirurgia de trauma no hospital de Al Ramtha, e um hospital regional que oferece cirurgia reconstrutiva para vítimas da guerra em Amã.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...