Mostrando postagens com marcador Consumo Consciente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Consumo Consciente. Mostrar todas as postagens

Meio ambiente é fator cada vez mais importante nas decisões de compra dos consumidores



22/07/2015

Pesquisa global realizada pela Tetra Pak com cerca de seis mil consumidores de 12 países aponta que mais de 75% do público entrevistado considera que o desempenho ambiental das embalagens tem influência sobre a marca de bebidas que compram 

O estudo revela ainda que há uma demanda crescente dos consumidores por produtos ambientalmente corretos. Quando perguntados sobre os hábitos de compra recentes, dois terços dos entrevistados disseram ter adquirido produtos ecológicos, mesmo quando eles custam mais. A mesma proporção também afirma ter evitado marcas ou itens específicos devido a preocupações ambientais.

Entre os países pesquisados, os fatores ambientais foram considerados uma forte influência na escolha das marcas de bebidas principalmente em mercados em desenvolvimento como o Brasil, a China, a Turquia e a Índia, em comparação com o Reino Unido, os Estados Unidos e o Japão. De fato, na Índia, China e Turquia, mais de 60% dos entrevistados disseram que sempre procuram informações ambientais sobre as bebidas que compram, em comparação com menos de 25% dos consumidores dos países desenvolvidos.

Acompanhando essa tendência, uma pesquisa paralela mostra que a maioria dos fabricantes de alimentos incluiu a questão “meio ambiente” em sua estratégia de negócios. Mais da metade estão agora focados na utilização de materiais de origem certificada e investindo em matérias-primas renováveis como diferenciação do produto. De acordo Mario Abreu, vice-presidente de Meio Ambiente da Tetra Pak, atualmente os consumidores esperam mais iniciativas ambientais das empresas e estão cada vez mais verificando as informações sobre dos produtos, antes de comprar.

Brasil
De acordo com a pesquisa, 61% das empresas brasileiras priorizam as questões ambientais na estratégia de negócios, uma média superior aos outros países pesquisados (46%). Os consumidores brasileiros também se destacaram em comparação aos demais: 51% dos entrevistados afirmaram que procuram informações nas embalagens se o produto é ecologicamente correto e 46% acreditam que as opções cartonadas são as melhores.

Entre os influenciadores, 86% deles acreditam que as embalagens com menos impacto ambiental agregam valor à marca. A maioria deles (59%) reconhece que os consumidores estão atentos aos rótulos das embalagens ecologicamente corretas. Eles também pagariam mais por equipamentos com menos impacto ambiental (67%) e 88% acham importante para o futuro ter estratégias ambientais. No Brasil 39% das empresas possuem a certificação FSC, um crescimento de 26% em apenas dois anos, se comparada à pesquisa de 2013, com 23% das empresas certificadas naquele ano, por exemplo.

Para baixar a pesquisa, clique aqui.

Sobre a pesquisa
Desde 2005, a Tetra Pak, empresa líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos, realiza  a pesquisa Tetra Pak Meio Ambiente a cada dois anos. A edição de 2015 entrevistou mais de 6000 consumidores e mais de 200 partes interessadas da indústria de alimentos em um total de 12 países, incluindo o Brasil, China, França, Alemanha, Japão, Índia, Rússia, Sul África, Suécia, Turquia, Reino Unido e EUA. A pesquisa deste ano foi realizada em parceria com a Millward Brown.



ONU destaca consumo consciente no Dia Mundial do Meio Ambiente

Foto: ONU/Olga Lavrushko

05/05/2015

Em mensagem sobre a data, celebrada nesta sexta-feira, secretário-geral afirmou que o objetivo do desenvolvimento sustentável é aumentar a qualidade de vida para todas as pessoas sem aumentar a degradação ambiental nem comprometer recursos para futuras gerações.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York

O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado nesta sexta-feira, 5 de junho. O tema da data este ano é: "Sete bilhões de sonhos. Um planeta. Consuma com cuidado".

O secretário-geral da ONU afirmou que o objetivo do desenvolvimento sustentável é aumentar a qualidade de vida para todas as pessoas sem aumentar a degradação ambiental nem comprometer os recursos necessários para futuras gerações.

Padrões de Consumo

Para Ban Ki-moon, é possível fazer isso desperdiçando menos comida e mudando padrões de consumo em direção a produtos que usem menos energia, água e outros recursos.

Para o biólogo e mestre em ecologia, Mário Moscatelli, "essa mudança de hábitos de consumo, "além de proteger o meio ambiente, é uma questão de sobrevivência da civilização".

Do Rio de Janeiro, em entrevista à Rádio ONU, ele disse que o Dia Mundial do Meio Ambiente é um "momento de reflexão".

"Muito se fala, de boas intenções o mundo está cheio, no Brasil também não é diferente, mas efetivamente a relação predatória do homem com os recursos naturais, ela continua imperando nessa relação, eu diria, quase que suicida de tirar muito mais do que o planeta tem a nos dar".

Clima

O biólogo também falou sobre expectativas para um acordo sobre o clima esperado para dezembro.

Moscatelli disse que o "meio ambiente não é um passivo, mas um ativo econômico e associado com a qualidade de vida e à saude da população".

O secretário-geral Ban Ki-moon pediu que neste ano de transformação, onde esperam-se grandes avanços em desenvolvimento sustentável e mudança climática, que o Dia Mundial do Meio Ambiente seja celebrado com as pessoas se tornando mais conscientes de seu impacto ecológico.

O chefe da ONU pediu ainda que todos pensem nas consequências ambientais de suas escolhas e sejam melhores gestores do planeta.

Fonte: Rádio ONU


Consumo consciente: como ensinar às crianças



19/03/2015

Como você está educando seu filho em relação ao dinheiro? Não é simples responder a essa pergunta, principalmente porque nós mesmos, muitas vezes, não sabemos lidar com o dinheiro de forma sustentável, já que esse tema não é ensinado na maioria das escolas e nem é cultural em nosso país.

O problema é que observo o crescimento de crianças consumistas, diante de tantas oportunidades e publicidades. As ferramentas comerciais fazem com que as crianças fiquem "hipnotizadas" e acabem querendo ter tudo o que vem pela frente, isso sem contar a influência de amigos.

Mas como saber quando uma criança realmente está se tornando consumista? É normal que elas sintam desejos pelas coisas, mas é importante que se tenha em mente que grande parte dessas vontades são imediatas, ou seja, passageiras.

A situação começa a ficar complicada quando o filho acha que tem a necessidade de tudo o que vê na televisão ou em vitrines e, quando não conseguem, fazem birra. Outro ponto que demonstra consumismo é quando as crianças recebem mesada e não conseguem passar o mês com o que ganham, passando a pedir mais dinheiro toda vez.

Outra situação que exemplifica uma criança consumista é quando elas ganham um presente e logo deixam de lado, quebram ou esquecem em algum lugar. Se isto está ocorrendo, já é a hora de os pais repensarem a educação financeira de seus filhos. 

O primeiro passo é encontrar a causa do problema. A maioria já irá rapidamente falar que a culpa é da TV ou do marketing publicitário, mas isso é um grande erro, pois, por mais que isso tenha uma parcela de culpa, os maiores responsáveis pelo comportamento dos filhos são os pais.

Então, é preciso combater o consumo não consciente, educando financeiramente primeira a si mesmo e depois aos filhos. Sem dúvidas, nós, adultos, temos que buscar pelo conhecimento do letramento financeiro. Além disso, é importante que os pais vejam com as escolas das crianças para inserirem em suas grades curriculares esse conteúdo (podendo ser na educação infantil, fundamental e/ou no ensino médio).

Felizmente, o número de instituições de com essa preocupação já chega a 1500 em todo o país, que utilizam a Coleção DSOP de Educação Financeira (didática) ou as coleções O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro (paradidáticas). Os pais também têm importância nas influências externas, nesse caso, devem limitar ou controlar o acesso das crianças às mensagem publicitárias e conversar com eles sobre os temas e desejos.

Se os hábitos e costumes da família forem positivos em relação ao uso do dinheiro, eles tendem a prevalecer na vida das crianças. Isso, certamente, evitará que elas façam parte de um grupo de pessoas endividadas na fase adulta.



Consumo e meio ambiente

12/02/2015

Pesquisa feita pelo Opinion Box na internet junto a 1.138 pessoas de todo o País constatou que 54% dos brasileiros preferem produtos de marcas reconhecidas como respeitadoras do meio ambiente e 45% afirmam que diminuíram a compra de supérfluos para reduzir o uso de recursos naturais e seu descarte, mostrando que já é elevado o nível de consciência no consumo por aqui.  Questionados sobre a troca ou compra de produtos usados como alternativa de preservação ao meio ambiente, 39% dizem fazê-lo sempre ou com frequência, 35% admitiram ter este comportamento às vezes e 26% nunca ou raramente. Além disso, 56% afirmaram procurar embalagens ou formas alternativas de transportar os produtos menos prejudiciais à natureza. 




Consumidor Consciente

15/08/2014

O consumidor consciente é aquele que leva em conta, ao escolher os produtos que compra, o meio ambiente, a saúde humana e animal, as relações justas de trabalho, além de questões como preço e marca.

O consumidor consciente sabe que pode ser um agente transformador da sociedade por meio do seu ato de consumo. Sabe que os atos de consumo têm impacto e que, mesmo um único indivíduo, ao longo de sua vida, produzirá um impacto significativo na sociedade e no meio ambiente.

Por meio de cada ato de consumo, o consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a  sustentabilidade, maximizando as conseqüências positivas e minimizando as negativas de suas escolhas de consumo, não só para si mesmo, mas também para as relações sociais, a economia e a natureza.

O consumidor consciente também procura disseminar o conceito e a prática do consumo consciente, fazendo com que pequenos gestos realizados por um número muito grande de pessoas promovam grandes transformações.

Além disso, o consumidor consciente valoriza as iniciativas de responsabilidade sócioambiental das empresas, dando preferência às companhias que mais se empenham na construção da sustentabilidade por meio de suas práticas cotidianas.

O consumo consciente pode ser praticado no dia-a-dia, por meio de gestos simples que levem em conta os impactos da compra, uso ou descarte de produtos ou serviços, ou pela escolha das empresas da qual comprar, em função de seu compromisso com o desenvolvimento sócio-ambiental.

Assim, o consumo consciente é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir a sustentabilidade da vida no planeta.





OS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER COM O “VERDE MAQUIADO”

11/08/2014

Por Eder Granato

Os conceitos de sustentabilidade, o marketing sem fundamento e as distorções constantes das dimensões sustentáveis crescem a cada dia. 
Pesquisas técnicas demonstram recentemente que apenas 8% dos consumidores deixam de comprar produtos e ainda criticam a empresa para terceiros, disseminando informações negativas, caso insatisfeitos com o produto ou serviço oferecido.
Na Austrália, recente levantamento, identificou que 98% dos produtos oferecidos como verde são “maquiados”. No Brasil, desconhecemos estes números, sendo este mais um argumento para que as corporações não mudem e acelerem ainda mais a corrida maluca para o “verde maquiado”.
Temos a população do planeta mais preocupada com as mudanças climáticas e disposta a até pagar mais caro por produtos e serviços que possam contribuir para um mundo melhor.
Algumas empresas sabendo disso têm exagerado em sua comunicação e cometido erros que poderiam ser classificados como propaganda enganosa ou mesmo falsidade ideológica.
Esses comportamentos têm causado mais ceticismo e desconfiança no consumidor e dificultado o posicionamento de ações consistentes em sustentabilidade. 
Por falta de opção e informação correta, os consumidores brasileiros continuam levando para casa produtos que podem prejudicar a saúde de suas famílias propagandeados como “mais sustentáveis” porque têm rótulos e embalagens recicladas.
A falta de uma legislação adequada que proteja o interesse do consumidor tem feito com que seja possível se anunciar pão-de-queijo que não contém queijo, produtos como ecológicos que agridem a natureza e se estimular o uso de água sanitária como mais sustentável só porque sua embalagem é feita de material reciclado.
É interessante perceber que existem empresas multinacionais fazendo isso em nosso País, mas que não se atreveriam a fazê-lo nos EUA onde poderiam estar sujeitas a multas milionárias.
Logo precisamos nos alicerçar em leis que protejam os consumidores e nos proporcionem a devida segurança para quando adquirirmos produtos com rótulos que indiquem serem sustentáveis, realmente estejam cumprindo todos os requisitos necessários. 
Desta forma reforçamos a necessidade da Educação Ambiental, da ação embasada no Direito Ambiental.
Nós consumidores, unidos e conscientes de nossa importância somos fortes, conseguimos mudar o rumo das coisas e sem sombra de dúvida melhorar nossa qualidade de vida.



CONHEÇA 9 MUSEUS DEDICADOS AO TEMA MEIO AMBIENTE



08/08/2014
  
O Universo Jatobá sempre destaca a importância da reciclagem dos materiais. Nos Estados Unidos esse tema também tem muito destaque e inspira diversas exposições e museus.

Confira abaixo cinco instituições americanas que falam sobre reciclagem:

1. Delaware Resíduos Sólidos Autoridade Educação Ambiental, (Delaware Solid Waste Authority Environmental Education Building), New Castle, Delaware

Essa instituição aborda a reciclagem com diversas exposições sobre o tema. Os visitantes podem acompanhar a vida de uma bateria recarregável.

2 . Connecticut Pesquisas Autoridade do Museu do Lixo (Connecticut Resources Recovery Authority Trash Museum), Hartford, Connecticut

A visita começa no Templo do Lixo deste museu em um espaço de 6.500 metros quadros. Os visitantes vão conhecer formas erradas de descartar o lixo e na sequência seguirão para um espaço de reciclagem com soluções verdes e modernas. Também é possível ver como materiais como latas, garrafas e papel se transformam em outros produtos.

3 . Centro de Descoberta da Ciência (Discovery Science Center), Santa Ana, na Califórnia

Em uma das exposições desse museu, os visitantes aprendem as diferenças entre os materiais recicláveis, resíduos eletrônicos e produtos perigosos. E também tem um espaço exclusivo para as crianças.

4 . Museu da Criança do Brooklyn, (Brooklyn Children’s Museum,) Brooklyn, Nova York

Esse é o primeiro museu verde do estado de Nova York. Em uma das instalações, as crianças podem ver fotos de várias etapas da reciclagem. Os pequenos também descobrem quanta água é usada durante um banho e aprendem informações sobre a energia solar.

5 . Revolução Verde (Green Revolution), vários locais

Exposição virtual sobre reciclagem e compostagem. Essa mostra está percorrendo os Estados Unidos desde 2010 para que as pessoas possam interagir com a Revolução Verde.

Mas não é só os Estados Unidos que possuem exposições e museus voltados para o tema do meio ambiente. O Universo Jatobá separou algumas dicas de museus no Brasil com essa temática verde.



6 . Museu do Meio Ambiente, no Rio de Janeiro: É um espaço de exposição e debates localizado no Jardim Botânico. Foi inaugurado em julho de 2008 e passou por uma reforma geral entre 2010 e 2012. Mais informações em http://museudomeioambiente.jbrj.gov.br/

7 . Museu da Lâmpada, em São Paulo: Esse museu aborda a descoberta do fogo até as lâmpadas mais modernas. Foi inaugurado em 15 de abril de 2012 e conta com um grande acervo de pesquisa e materiais. Local: Avenida João Pedro Cardoso, 574 – Campo Belo, São Paulo. www.museudalampada.com



8 . Museu do Lixo, em Florianópolis: Foi inaugurado no dia 25 de setembro de 2003. É um espaço dedicado à educação ambiental, que conta com milhares de itens doados por visitantes. Está localizado no Centro de Transferência de Resíduos Sólidos da Comcap – Rodovia Admar Gonzaga, 71 – Itacorubi. As visitas podem ser agendadas pelo telefone (48) 3338-3031. museudolixocomcap.blogspot.com.br

9 . Museu da Limpeza Urbana, em Brasília: Nesse local você encontra videogames antigos, celulares velhos, fichas que eram utilizadas em orelhões, televisões antigas e máquinas de escrever que foram transformados em objetos de arte. O museu foi criado em 1996 e é coordenadora pelo Serviço de Limpeza Urbana. Entre as peças do museu estão TVs antigas que funcionavam à válvula, uma máquina de costura de 1930 e os celulares “tijolões” dos anos 90. Local: QNP 28, Usina de Lixo, Área Especial – Ceilândia



Conheça os 12 princípios do consumo consciente



Consumir com consciência é consumir diferente, tendo no consumo um instrumento de bem estar e não um fim em si mesmo 

1. Planeje suas compras 
Não seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor. 

2. Avalie os impactos de seu consumo 
Leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo. 

3. Consuma apenas o necessário 
Reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos. 

4. Reutilize produtos e embalagens 
Não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilizar. 

5. Separe seu lixo 
Recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos. 

6. Use crédito conscientemente 
Pense bem se o que você vai comprar a crédito não pode esperar e esteja certo de que poderá pagar as prestações. 

7. Conheça e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas 
Em suas escolhas de consumo, não olhe apenas preço e qualidade do produto. Valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente. 

8. Não compre produtos piratas ou contrabandeados 
Compre sempre do comércio legalizado e, dessa forma, contribua para gerar empregos estáveis e para combater o crime organizado e a violência. 

9. Contribua para a melhoria de produtos e serviços 
Adote uma postura ativa. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas sobre seus produtos e serviços. 

10. Divulgue o consumo consciente 
Seja um militante da causa: sensibilize outros consumidores e dissemine informações, valores e práticas do consumo consciente. Monte grupos para mobilizar seus familiares, amigos e pessoas mais próximas. 

11. Cobre dos políticos 
Exija de partidos, candidatos e governantes propostas e ações que viabilizem e aprofundem a prática de consumo consciente. 

12.  Reflita sobre seus valores 
Avalie constantemente os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos de consumo.



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...