Projeto cria fundo para defesa de animais silvestres e domésticos


31/01/2012

Em análise na Câmara, o Projeto de Lei 2883/11 cria o Fundo Nacional de Defesa Animal, para financiar programas de proteção de animais silvestres e domésticos. Pela proposta, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), as pessoas jurídicas que doarem recursos ao fundo poderão descontar o valor do Imposto de Renda.

A legislação atual já permite a dedução de contribuições a dois tipos de fundos: os controlados por conselhos dos direitos da criança e do adolescente, e do idoso. A proposta inclui o fundo de defesa animal na lei, mas mantém o limite de desconto de 1% do Imposto de Renda devido.

Com isso, o deputado afirma que o novo instrumento não vai gerar nenhuma perda arrecadatória. “A proposta somente acrescenta o Fundo Nacional da Defesa Animal como mais uma opção de destinação dos recursos”, ressalta.

O projeto estabelece ainda que os recursos serão aplicados por órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, e por entidades privadas sem fins lucrativos. Izar afirma que o fundo financiará atividades como castração e campanhas de conscientização da população.

Tramitação

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Maria Neves 
Edição – Daniella Cronemberger

Cursos na área de Meio Ambiente

Bichos da seda geneticamente modificados produzem “teia do Homem Aranha”


31/01/2012

Por Natasha Romanzoti 

Você gostaria de viajar entre prédios e balançar entre os arranha-céus da cidade com sua super teia? Sim, você pode ser o novo Homem Aranha.

Pesquisadores da Universidade de Wyoming, nos EUA, criaram bichos da seda geneticamente modificados para tecer uma seda muito mais forte. Segundo os cientistas, o objetivo final é produzir uma seda que tenha a resistência da seda de aranha.

A seda da aranha é mais forte que o aço. Pesquisadores tentam reproduzir essa seda há décadas. Mas é inviável criar aranhas para a produção comercial de sua seda, porque os aracnídeos não produzem o suficiente – juntamente com sua propensão de comer uns aos outros.

Bicho da seda, no entanto, são fáceis de cultivar e produzem grandes quantidades de seda – mas o material é frágil.

Os cientistas buscavam obter o melhor dos dois mundos – uma sede super forte em quantidades industriais – através do transplante de genes de aranhas nos vermes. Mas os bichos resultantes, geneticamente modificados, não produziam seda de aranha o suficiente.

Agora, os novos vermes geneticamente modificados parecem produzir um composto de seda misturado do bicho da seda e da aranha em grandes quantidades, que os pesquisadores dizem ser tão dura quanto a seda de aranha.

Os pesquisadores conseguiram mostrar que este composto, que contém pedaços de seda de aranha e, principalmente, a seda do próprio bicho da seda, tem propriedades mecânicas melhoradas.
As principais aplicações da nova seda podem ser no setor de medicina, criando suturas, implantes e ligamentos mais fortes.

Ela também poderia ser usada como um substituto para o plástico endurecido, que requer muita energia para produzir.

A única preocupação sobre a criação de bichos geneticamente modificados para aplicações industriais é se eles escaparem para o meio selvagem.

Mas os cientistas garantem que eles não representam uma ameaça ambiental, e que os benefícios superam qualquer risco.[BBC]

Cursos na área de Meio Ambiente

Nasce espécie de macaco ameaçado de extinção em zoo de João Pessoa


                               Macaco-Prego Galego nasce em João Pessoa 
                               (Foto: Walter Paparazzo/G1 PB)
28/01/2012

Estima-se que exista apenas 150 animais da espécie no mundo.
Filhote nasceu na última quarta-feira (27) na capital paraibana.

Um macaco da espécie Cebus flavius, mais conhecido como Macaco -Prego Galego, nasceu na última quarta-feira (25) no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa. Atualmente, em todo o mundo existem apenas 8 grupos da espécie e cerca de 150 animais espalhados na natureza, zoológicos e centros de triagem.

                                          São apenas 150 "macaco galegos" no mundo todo
                                          (Foto: Rammom Monte / G1 PB)

O parque atualmente conta com quatro indivíduos da espécie, dois machos e duas fêmeas, todos vindos do Cetro de Triagem de Animais Selvagens (CETAS/IBAMA) na Paraíba, além do filhote que nasceu.

Além dos Macacos-Pregos Galegos, o parque conta com aproximadamente 50 animais ameaçados de extinção, dentre aves, felinos e mamíferos. Os destaques são para as aves conhecidas como Pinta-Silgo e para os Macacos-Pregos Galego. Ao todo, o parque conta com aproximadamente 540 animais.


Cursos na área de Meio Ambiente

Costa Concordia: "danos ambientais podem ser irreparáveis", diz biólogo


                                          Costa Concordia naufragou no dia 13 de janeiro
                                          Foto: AFP

28/01/12

ELOISA LOOSE

Conhecido por suas águas cristalinas e pela diversidade da vida marinha e dos corais, a região próxima à ilha de Giglio, na costa italiana da Toscana, vive momentos de aflição. Além das perdas humanas já registradas, o meio ambiente local já sofre impacto pelo naufrágio do Costa Concordia, no último dia 13. As consequências ainda não podem ser medidas e talvez levem anos para serem constatadas. Mas o ecossistema corre o risco de ser alterado gravemente.


Para além da emergência de possíveis vazamentos de combustível, os materiais contaminantes e a quantidade de lixo e entulhos do cruzeiro ameaçam a sobrevivência das espécies marinhas e de outros animais que dependem destes. A contaminação que já existe no local, que ainda não foi mensurada, pode ter efeito cumulativo na cadeia alimentar da região, fazendo com que a destruição de uma única espécie cause desequilíbrio na natureza, atingindo predadores, que ficariam sem alimento, e habituais presas que, sem o inimigo natural, se reproduziram em maior número.

Para o diretor do Programa Marinho da Conservação Internacional (CI) no Brasil, Guilherme Dutra, os corais estão entre os organismos mais sensíveis aos impactos ambientais. Segundo ele, é difícil avaliar o tamanho do dano ambiental causado pelo Costa Concordia porque há vários fatores que são determinantes para a análise, como a quantidade de poluentes que estavam no navio, o movimento das correntes marítimas e a velocidade dos ventos.

No fundo do mar (que neste caso é raso), os efeitos do acidente são imediatos. O biólogo e instrutor de mergulhos em naufrágios Maurício Carvalho explica que há dois tipos de fauna marinha: a bentônica (organismos que vivem no fundo) e a composta pelo plâncton (os que ficam à deriva dos movimentos oceânicos) e pelo nécton (aqueles com capacidade natatória). "Quando ocorre um naufrágio, os primeiros afetados são os seres vivos bentônicos, pois seu habitat é imediatamente destruído. Os demais seres também são prejudicados, especialmente em função dos componentes contaminantes que estão no navio (como a tinta do casco, os óleos lubrificantes e de refrigeração das máquinas e motores e o material de revestimento da embarcação)", aponta.

Com o habitat modificado, há possibilidade de desaparecimento de espécies. "Apesar de se falar bastante na preocupação com o combustível do navio, a própria construção possui elementos que causam impactos ambientais, como o chumbo e o cobre da estrutura", alerta.

Embora o governo italiano esteja tomando cuidados para minimizar os estragos alguns danos podem não ser recuperados totalmente. "Se o impacto for crítico, o tempo de recuperação é lento. Algumas colônias de corais, por exemplo, demoram centenas de anos para se recuperar", esclarece Dutra.

Devido ao combustível ser um óleo pesado, o resultado de um vazamento pode equivaler a um derramamento de petróleo. "Mas a mancha de óleo diesel, como passa por tratamento, tem um efeito de toxidade ainda maior que o óleo cru", ressalta Dutra. Parte do óleo que entra em contato com o mar chega ao fundo e pode causar a mortandade da base da vida marinha; a outra, flutuante, acaba alastrando-se por quilômetros de distância, conforme as condições do mar e do tempo.

"As barreiras de contenção são importantes para que o óleo superficial não se espalhe, porém, para funcionar, o mar precisa estar tranquilo. Com a movimentação das ondas, o efeito das barreiras fica comprometido", assinala Dutra.

Carvalho cita o caso do impacto ambiental causado na costa do Alasca, que continua a apresentar problemas ambientais resultantes dos resíduos do derrame de um navio petroleiro em 1989. A recuperação é lenta e, mesmo assim, não é totalmente garantida.

Remoção do combustível

Segundo informações das agências internacionais, a extração do combustível pesado dos 15 tanques (equivalente a 2,3 t) do cruzeiro naufragado, que põe em risco o ecossistema da área, prejudicando a fauna e flora marinha e comprometendo o restante da cadeia alimentar que vive ou passa pelo local, será feita mediante perfuração no casco e posterior bombeamento do líquido para cisternas externas, enquanto através de uma segunda abertura o tanque será preenchido com água do mar para evitar o vazio que provocaria novos movimentos no barco.

A preocupação é maior neste momento com o combustível em função da quantidade (os tanques estavam cheios quando ocorreu o naufrágio) e o consequente potencial de desastre. A embarcação de 290 m de comprimento permanece sobre um banco de rochas submarinas, mas as equipes de resgate temem que ela deslize e caia de forma abrupta em águas muito mais profundas.

Uma mancha de 300 m por 200 m de hidrocarboneto já é vista no litoral de Giglio. Apesar de não haver confirmação se ela é decorrente do vazamento de combustível, materiais de contenção já estão sendo utilizados ao redor do cruzeiro. Esta é uma maneira de mitigar que os impactos sejam ainda maiores.
"Por mais que a remoção do combustível ocorra dentro do previsto, a fauna e flora do local já sofrem com o contato de contaminantes. A retirada busca minimizar os danos já que o volume de combustível do Costa Concordia é muito grande e, sem a remoção, o perigo de o desastre ser maior aumenta", destaca Carvalho.

Naufrágio do Costa Concordia

O cruzeiro Costa Concordia naufragou na sexta-feira, dia 13 de janeiro, após colidir em uma rocha nas proximidades da ilha de Giglio, na costa italiana da Toscana. Mais de 4,2 mil pessoas estavam a bordo. Até terça, dia 24, 16 mortes haviam sido confirmadas. Ainda há desaparecidos, e prosseguem os trabalhos de busca. O Itamaraty informou que 57 brasileiros estavam a bordo do navio, mas nenhum deles está entre as pessoas não encontradas.

O navio, que tem 290 metros de comprimento e 114,5 mil toneladas, margeava a ilha de Giglio quando houve a colisão. Houve pânico e reclamações de despreparo da tripulação. O comandante do Costa Concordia, Francesco Schettino, foi acusado de ter abandonado o navio. Ele disse que estava no comando, mas um áudio divulgado para a imprensa, em que há uma discussão entre ele e a Guarda Costeira, indica que o capitão já estava na costa no momento do resgate.

Veja no mapa o local onde aconteceu o acidente:

O navio, que tem 290 metros de comprimento e 114,5 mil toneladas, margeava a ilha de Giglio quando houve a colisão. Houve pânico e reclamações de despreparo da tripulação. O comandante do Costa Concordia, Francesco Schettino, foi acusado de ter abandonado o navio. Ele disse que estava no comando, mas um áudio divulgado para a imprensa, em que há uma discussão entre ele e a Guarda Costeira, indica que o capitão já estava na costa no momento do resgate.

Veja no mapa o local onde aconteceu o acidente:

Cursos na área de Meio Ambiente

Fórum Social Temático 2012 em Porto Alegre




















Fotos: Carlos Nascimento/Natureza e Paz




Fórum Social Temático 2012


Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental

27/01/2012

O Fórum Social Temático (FST) se inscreve no processo do Fórum Social Mundial e será uma etapa preparatória a Cúpula dos Povos na Rio+20. O evento acontecerá do dia 24 a 29 de janeiro de 2012 e será sediado por Porto Alegre e cidades da região Metropolitana – Gravataí, Canoas, São Leopoldo, e Novo Hamburgo. Como um espaço aberto e plural, a programação do Fórum será fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”. Além disso, o Fórum acolherá também o encontro de redes internacionais, articuladas em torno de Grupos Temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao Fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático .

Por que “Crise capitalista, Justiça Social e Ambiental?

(baseado nos documentos Convocatória ; Metodologia)
Um nível inusitado de atividade de movimentos de massas atinge países conhecidos por sua estabilidade social. Protestos e mobilizações indígenas produzem uma grande efervescência  na  usualmente  tempestuosa região andina. Estudantes em diversos países organizam atos com uma capacidade de mobilização há tempos não vista. Em 15 de outubro tivemos manifestações em quase mil cidades de 82 países.

A indignação com as desigualdades e injustiças políticas e sociais aparece como uma marca comum à maioria destes movimentos que questionam o “sistema” e o “poder”, se confronta com sua destrutividade e rompem com a passividade das décadas neoliberais.  Estes movimentos nascem das necessidades e aspirações do presente, dos efeitos das políticas recessivas que se alastram entre países ricos e estagnados pela crise, de manifestações contra práticas opressivas, de povos, comunidades, setores da sociedade que não se sentem representados por seus governantes e almejam políticas mais justas e solidárias, que respeitem todas as formas de vida.

Três anos após a pior crise econômica mundial desde a de 1929, três anos depois da enorme alta nos preços das commodities e dos alimentos pela especulação pelos gigantes das finanças, quatro anos depois do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) ter alertado para a urgência na transição para uma economia de baixo carbono, todos os problemas se arrastam sem perspectivas de solução, com os poderes estabelecidos apenas preocupados em manter os negócios como sempre. Nenhuma lição foi aprendida, nenhuma mudança estrutural foi feita, agravando os impasses que se acumulam em uma lógica suicida.

Na aparente ausência de outro paradigma de civilização, que a confronte, a inércia impera, e a máquina move-se com a mesma lógica de sempre. Na medida em que centenas de milhões de pessoas adentram à sociedade de consumo de massa e perseguem para si o modo de vida que o capitalismo estadounidense exportou como ideal de felicidade, elas demandam uma quantidade crescente de bens ostentatórios, criados dentro da lógica da obsolescência planejada, uso privado, desperdício e descartabilidade. E consomem cada vez mais recursos: energia, matérias primas, alimentos e serviços ambientais. Este crescimento prepara novas e futuras crises de combustíveis, matérias primas e alimentos; acelera as emissões de gases do efeito estufa e o aquecimento global. Frente a elas, o capital apenas pode acenar com ilusórias promessas de que inovações tecnológicas resolverão todos os problemas. E para garantir que nenhuma ameaça ao sistema possa florescer, a democracia é corrompida pelo poder do dinheiro ou, quando necessário, suprimida.

Porto Alegre e Região metropolitana serão, em 2012 o ponto de encontro d@s indignad@s, das expressões dos povos originários e dos movimentos anti-sistêmicos de todos os quadrantes, capaz de afirmar uma saída para a crise, tirando daí as diretrizes e campanhas globais. Afirmar e transmitir um paradigma alternativo de sociedade, construir um vocabulário comum capaz de articular as demandas difusas de grande parcela das populações são imperativos para que sejamos bem sucedidos. Compreendendo a necessidade de ampliar a pauta oficial, determinada pela ONU, para a Rio+20, o Comitê Organizador espera que a sociedade civil organizada aproveite o advento deste Fórum para construir uma reflexão estratégica e programática, capaz também de ser apresentada na Cúpula dos Povos na Rio+20, em junho de 2012, atraindo multidões para o Rio de Janeiro.

Qual a conexão deste Fórum com o processo do Fórum Social Mundial e das demais mobilizações em vistas à Rio+20?

O processo Fórum Social Mundial debateu em Belém, em 2009, e novamente em Dakar, em 2011, os grandes desafios de uma civilização global em crise (tanto no sentido de crise como de oportunidades) com o qual estamos confrontados. Discutiu também, de forma mais aprofundada, elementos da nova agenda política que os atores do processo FSM foram ressaltando ao longo do último período: a defesa dos bens comuns e do livre acesso ao conhecimento e à cultura, a centralidade da sustentabilidade social e ambiental em qualquer projeto alternativo, a economia do bem estar e da gratuidade, a busca do bem viver como propósito da vida, a organização do poder político em moldes plurinacionais e baseados na democracia participativa, a relação entre direitos e responsabilidades coletivas, o reordenamento geopolítico mundial e os problemas de governança que ele carrega, dentre outros elementos que formam uma agenda abrangente, mas não exaustiva, que foi acompanhada de inúmeros outros debates e diálogos com as propostas que com ela se cruzam.

Agora – frente a oportunidade representada pela Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental– consideramos que o processo FSM deve oferecer sua contribuição para impulsionar sua preparação e auxiliar a consolidação de sua agenda, organizando um Fórum Social Temático, em Porto Alegre e Região Metropolitana, entre 24 e 29 de janeiro de 2012. Um Fórum que discuta a crise e as medidas emergenciais que tem que ser tomadas para assegurar a sobrevivência e o bem-estar de centenas de milhões de pessoas. Um Fórum que explore os caminhos para a afirmação de paradigmas alternativos à civilização industrial, produtivista e consumista e da agenda da transformação social que lhe corresponde. Um Fórum que aprofunde os laços entre os atores e atrizes comprometidos com esta pauta, mobilize-os para a ação, estimule sua convergência e auxilie sua participação efetiva na Cúpula dos Povos.

Consideramos esta iniciativa – na seqüência dos protestos contra o G20 em novembro, em Paris, e das atividades programadas pela sociedade civil por ocasião da COP 17, em Durban, na África do Sul, em fins de 2011 – decisiva para acumular forças e reforçar a preparação da Cúpula dos Povos da Rio +20.

Então eu já posso participar? O que devo fazer?

Sim! 
Além da possibilidade de trabalhar na organização do Fórum, participando das plenárias e de coletivos de trabalho – para saber a agenda de reuniões, entre em contato com fstematico2012@gmail.com – e de se voluntariar a trabalhar durante o evento do Fórum, como indivíduo – clique aqui para acessar o Formulário de inscrição de voluntários [http://www.fstematico2012.org.br/index.php?link=48]  – existem ainda outras duas maneiras de participar:

       1. Organizando uma atividade autogestionada durante o Fórum. Veja o texto a seguir.
       2. Participando dos debates nos Grupos Temáticos, sobre assuntos relativos à temática em pauta. Veja o texto a seguir.

Para saber, acesse o documento sobre a Proposta Metodológica do Fórum Social Temático.  [http://dialogos2012.org/?p=340] 

O que são atividades autogestionadas? Quem as promove? Como posso inscrevê-las?

Atividades autogestionadas são as que constituem a maior parte da programação de um Fórum Social. Como seu nome identifica, são ações organizadas por aqueles que as promovem. O Comitê Organizador do Fórum é responsável apenas por receber suas inscrições e definir o local e horário onde acontecerão, porém a preparação, programação, metodologia, materiais e tudo mais que for necessário para sua realização é de responsabilidade daquele que a inscreveu no Fórum.  Por valorizarmos a ação coletiva, de acordo com a Carta de Princípios do Fórum Social Mundial, as atividades deverão ser inscritas por grupos, e não por indivíduos. Coletivos, redes, instituições, organizações da sociedade civil organizada estão convidados a fazê-lo. A possibilidade de inscrição está aberta a todos, independente do grau de formalização do coletivo (pode ter ou não um CNPJ), ou de tempo de existência (podem ser coletivos formados com a finalidade de realizar uma atividade autogestionada). Ainda de acordo com a Carta, organizações que tenham finalidade lucrativa e/ou que sejam governamentais ou partidárias não poderão promover atividades. Seus integrantes podem participar como indivíduos apenas.

Sob a temática Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental, qualquer tipo de atividade pode ser realizada. O formato das atividades é aberto. Quem o definirá será seu proponente. Marchas, seminários, teatros, instalações, oficinas, aulas abertas... todas estas e outras mais já foram atividades autogestionadas e podem ser inscritas.
Para inscrever uma atividade, acesse o Formulário de Atividades Autorganizadas clicando aqui [http://www.fstematico2012.org.br/index.php?link=42].

O que são estes Grupos Temáticos de diálogo? Como posso acompanhar seus trabalhos e participar?
Os Grupos Temáticos são grupos virtuais de discussão acerca de assuntos relacionados ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”, que funcionarão por meio de um e-group, e de ferramentas e informações disponibilizadas na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático. 
Os Grupos são um espaço para que organizações, redes, movimentos e intelectuais da sociedade civil organizada possam aprofundar reflexões, construir conexões e elaborar propostas de ação e de documentos. Esta interação contínua no espaço virtual alimentará e será fortalecida por momentos de encontro presencial entre os membros destes grupos, sendo o Fórum Social Temático (em janeiro de 2012) e a Cúpula dos Povos na Rio+20 (em julho de 2012) eventos chave neste processo.

No momento, estão abertas as inscrições para os seguintes Grupos Temáticos: Água; Bens Comuns; Cidades Sustentáveis; Ciência e Tecnologia; Clima; Consumo; Educação; Ética; Extrativismo e Mineração; Governança e Arquitetura de Poder; Territórios, Auto-Governo e Bem Viver.
Para saber mais sobre os trabalhos dos Grupos Temáticos, acesse o menu Grupos Temáticos [http://dialogos2012.org/?page_id=33], na página www.dialogos2012.org

Fonte: www.fstematico2012.org.br
Cursos na área de Meio Ambiente

Gato raro no Brasil é encontrado em Panambi, região noroeste do RS


Gato-mourisco foi encontrado no noroeste do Rio Grande do Sul (Foto: Reprodução/RBS TV)

26/01/2012

Gatos da raça Jaguarundi são comuns nos Estados Unidos e na Argentina.
Debilitado, animal foi encaminhado à clínica veterinária em Cruz Alta.

Leonardo Bonesso
Da RBS TV

Um animal raro no Brasil foi encontrado nesta quarta-feira (25) na cidade de Panambi, na região noroeste do Rio Grande do Sul. Um gato da raça Jaguarundi, também conhecido como gato-mourisco, foi localizado na área rural do município e encaminhado para uma clínica veterinária em Cruz Alta. Como estava muito debilitado, o bicho passou por uma transfusão de sangue.

Gatos desta raça são mais comuns nos Estados Unidos e no norte da Argentina. Eles medem cerca de 65 a 77 centímetros de corpo. Segundo a Patrulha Ambiental da Brigada Militar, o gato provalmente foi abandonado pelos pais. Com cerca de dois meses de vida, o animal deve permanecer sob cuidados de veterinários até que possa ser devolvido à natureza.

Fonte: G1 - Rio Grande do Sul

Cursos na área de Meio Ambiente

Animais ganham picolé de frutas e até de carne para se refrescar no RS


No calor, animais se refrescam no zoológico de Gramado (Foto: Caroline Zanchi / Divulgação)

25/01/2012

Zoológicos buscam conforto e bem-estar dos bichos no calor.
Onças, por exemplo, ganham uma espécie de picolé de carne.

Do G1 RS, com informações da RBS TV

O calor do verão no Rio Grande do Sul não causa desconforto apenas nas pessoas. Segundo veterinários, os animais também sofrem com as altas temperaturas. E é em busca do bem-estar dos bichos que os zoológicos de Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e de Gramado, na Serra, tratam de refrescá-los com sorvete e ar-condicionado.

Filhote de puma se diverte com 'picolé' de
carne (Foto: Caroline Zanchi / Divulgação)
O zoológico de Sapucaia do Sul tem 160 hectares e abriga cerca de mil exemplares de animais. Dentro de um lago, o que parecem chafarizes aos olhos dos visitantes são, na verdade, aeradores. Eles ajudam na oxigenação da água e melhoram as condições do ambiente para os peixes.

Os chimpanzés gostam de brincar na água e receber algumas regalias, como picolés de uva. Já os rinocerontes preferem o lodo para se refrescar. Para comer, melancia bem gelada. Para se proteger do sol e dos insetos, eles têm um truque especial: "Eles atiram terra sobre o corpo", conta a veterinária Raquel von Hohendorff.

Lobo guará brinca com 'sorvete'
(Foto: Caroline Zanchi / Divulgação)
Na região da Serra costuma fazer frio, mas somente no inverno. No verão o calor também costuma ser forte. Por isso, os 1,5 mil animais do Gramado Zoo ganham tratamento especial para suportar as temperaturas acima dos 30ºC. Até chuva artificial é usada para as aves.

Os macacos também gostam de sorvete. São frutas inteiras dentro de blocos de gelo. "O que a gente busca é conforto e bem-estar aos animais, e como as temperaturas estão muito elevadas, a gente ameniza isso com mais sombra, sorvetes, ar condicionado. São táticas para melhorar o bem-estar dos animais", diz o veterinário Rafael Pagani.

Já as onças e os pumas preferem um sabor mais exótico de sorvete. Estes animais ganham uma espécie de picolé de carne e de sardinha, respectivamente.

Mas entre todos os animais do zoológico de Gramado, os que mais sofrem com as altas temperaturas são os pinguins. Um ar condicionado é ligado para refrescá-los. Quando a temperatura passa dos 25ºC na rua, o ambiente deles é refrigerado para ficar em torno dos 15ºC. "O importante, é oferecer a esses animais que vivem sob cuidados humanos o máximo de conforto e qualidade de vida. É sombra e água fresca, o que a gente gostaria de ter nesta época do ano", diz Pagani.

Pinguins de Gramado têm ar-condicionado para manter temperatura  (Foto: Caroline Zanchi / Divulgação)

saiba mais


Fonte: G1.com

Tempestade solar que atinge a Terra é mais forte do que se pensava



NOAA acredita que a erupção causará uma tempestade geomagnética moderada (G2) na Terra, 
mas que pode chegar a G3 em um índice que vai até G5
Foto: NOAA/Divulgação


25/01/2012

A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) afirmou por volta das 14h30 (24/01) que subestimou o poder da tempestade solar que atinge a Terra. A agência afirmou na segunda-feira que a tempestade era a maior desde maio de 2005, quando um evento parecido chegou a 3 mil pfu (sigla em inglês para unidades de fluxo de prótons, usadas para medir a energia da radiação desse tipo de evento). Contudo, nesta terça-feira, os instrumentos do NOAA já registravam 6300 pfu - a maior tempestade de radiação solar desde outubro de 2003.


A radiação solar intensa pode causar problemas aos satélites da Terra, além de ser um inconveniente para os astronautas. Esta é a temporada de tempestades mais intensa desde setembro de 2005. A erupção, que começou no domingo, deve enviar partículas até quarta-feira.

"Devido a este fenômeno, é quase certo que haverá uma tempestade geomagnética (perturbações no campo geomagnético da Terra causadas pela tempestade solar)", disse um comunicado da NOAA na segunda-feira. "A labareda solar associada alcançou sua máxima altura no dia 23 de janeiro", acrescentou. Um modelo informático feito pelo Centro de Previsões aponta que esta onda da tempestade terá seu maior efeito no campo magnético da Terra nesta terça-feira.

A tempestade ainda pode causar problemas na rede elétrica. Em 1972, uma erupção solar mais poderosa impediu as ligações de longa distância no Estado americano de Illinois. Em 1989, um evento parecido deixou 6 milhões de pessoas no escuro na província canadense do Quebec.

Com informações das agências EFE e BBC.

Fonte: Terra.com

Programa Cidades Sustentáveis será apresentado no Fórum Social Temático 2012, preparatório à Cúpula dos Povos na Rio+20


24/01/2012

Entre os dias 24 a 29 de janeiro de 2012, será realizado na região metropolitana de Porto Alegre (RS) o Fórum Social Temático (FST) 2012, evento que se inscreve no processo do Fórum Social Mundial http://www.forumsocialmundial.org.br/ e será uma etapa preparatória da Cúpula dos Povos na Rio+20 http://cupuladospovos.org.br/.

Sediado nas cidades de Porto Alegre, Canoas, Gravataí, São Leopoldo e Novo Hamburgo, o FST 2012 se caracteriza como um espaço aberto e plural, com uma programação fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema desta edição: “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”.

Assim, os participantes vão debater questões referentes à busca por justiça social e à crise capitalista que atinge principalmente a Europa. A proximidade da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que acontece em junho, no Rio de Janeiro, e a Cúpula dos Povos, reunião alternativa à Rio+20, colocam a pauta ambiental em evidência e motivam a formulação pelos movimentos sociais de propostas alternativas às que serão apresentadas pelos governos.

O FST acolherá também o encontro de redes internacionais articuladas em torno de grupos temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático http://dialogos2012.org/.

O evento é realizado por um grupo de movimentos e organizações sociais brasileiras e internacionais, com apoio do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial, as quais contam com o apoio do governo federal, do governo gaúcho, da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, das prefeituras das cidades anfitriãs e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Destacamos algumas atividades para as quais gostaríamos de contar com a colaboração de vocês na divulgação:

Encontro Nacional de Secretários de Meio Ambiente

Quando: 25 e 26 de janeiro, em Porto Alegre

Local: Salão Nobre do Ministério Público do Rio Grande do Sul

Endereço: Av. Aureliano de Figueiredo, 80.

No dia 25/1, das 10h40 às 11h20, será realizada a 1ª. Conferência, com o tema “Articulação Política pelas Cidades Sustentáveis” e a participação de Oded Grajew.

Também em 25/1, das 11h20 às 12h00, haverá a 2ª. Conferência, com o tema “Articulação Política pela Sustentabilidade – Desafios e Perspectivas para a Rio+20”, com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

No dia 27/1, às 11h00, Maurício Broinizi, coordenador da Rede Nossa São Paulo, irá apresentar o Programa Cidades Sustentáveis aos gestores públicos de meio ambiente.

O encontro será finalizado com a Carta de Porto Alegre, que terá os seguintes objetivos: criação de um fundo para implantar a Política Nacional de Resíduos Sólidos; deliberações dos secretários presentes para a Rio+20; e adesão ao Programa Cidades Sustentáveis.


Diálogos CDES, Rio+20 e Desenvolvimento Sustentável

Quando: 25 de janeiro, das 10h30 às 13h30, em Porto Alegre

Local: Sede do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE)

Endereço: Rua Uruguai, 155, 14º. andar

Evento organizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) nacional e pela Secretaria Executiva do CDES-RS, tem como objetivo compartilhar visões, a partir do Acordo para o Desenvolvimento Sustentável e das diferentes representações da sociedade gaúcha, trabalhadores, empresários, ambientalistas e acadêmicos, e gerar propostas em torno do desenvolvimento sustentável, tendo como marco a Rio+20.

Na abertura, a Secretaria Executiva do CDES nacional apresentará o Acordo para o Desenvolvimento Sustentável e a Secretaria Executiva do CDES-RS introduzirá a Política Estadual de Meio Ambiente.

A partir das 11h30, Oded Grajew e Jorge Abrahão vão apresentar o Programa Cidades Sustentáveis e a Plataforma por uma Economia Inclusiva, Verde e Responsável.

A Rio+20 e a Construção de Cidades Sustentáveis

Quando: 25 de janeiro, das 14h00 às 18h00, em Porto Alegre

Local: Auditório da Faculdade de Direito da UFGRS

Endereço: Av. João Pessoa, 80

Nesta atividade, organizada pelo Grupo de Trabalho Cidades Sustentáveis, do qual a Rede Nossa São Paulo e o Instituto Ethos participam, pretende-se fazer uma reflexão sobre o papel transformador das cidades. A ideia é pensar os caminhos para avançar na busca da sustentabilidade social, econômica, ambiental, cultural e política nos territórios e centros urbanos, considerando a proposta “A Rio+20 e a Construção de Cidades Sustentáveis” http://www.uncsd2012.org/rio20/content/documents/339A%20Rio20%20e%20a%20construcao%20de%20cidades%20sustentavei.pdf, que foi enviada à ONU pelo grupo de trabalho, com o apoio de diversas empresas e organizações da sociedade civil.

Convidados confirmados: Boaventura de Souza Santos, Frei Betto, Jorge Abrahão, Ladislau Dowbor, Leonardo Boff, Marina Silva, Nabil Bonduki, Oded Grajew e Tasso Azevedo.

Obs.: Os Grupos Temáticos são grupos virtuais de discussão acerca de assuntos relacionados ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”, norteador do Fórum Social Temático, que acontecerá em janeiro de 2012, em Porto Alegre.
Motivo da construção desta Plataforma, os Grupos Temáticos serão um espaço para que organizações, redes, movimentos, intelectuais e cidadãos da sociedade civil organizada possam aprofundar reflexões, construir conexões e elaborar propostas de ação e de documentos. Esta interação contínua no espaço virtual alimentará e será fortalecida por momentos de encontro presencial entre os membros destes grupos, sendo o Fórum Social Temático (em janeiro de 2012) e a Cúpula dos Povos na Rio+20 (em julho de 2012) eventos chave neste processo. Mais informações: http://dialogos2012.org/grupos-tematicos/?lang=pt

Seminário Internacional de Cidades de Periferia

Quando: Dias 25 e 26 de janeiro, em Canoas, e dia 27 de janeiro, em São Leopoldo, no período da manhã

Locais: Em Canoas, Auditório do Unilasalle, na Av. Victor Barreto, 2288; em São Leopoldo, Centro de Eventos da Prefeitura Municipal, na Av. São Borja, 1860.

Organizado pela Prefeitura de Canoas, em parceria com a Rede Fórum de Autoridades Locais de Periferia (Rede Falp) e com a Prefeitura de São Leopoldo, este seminário reunirá prefeitos e autoridades locais de cidades da América Latina, Europa, África e Ásia, bem como representantes de organizações não governamentais, organismos internacionais, universidades e movimentos sociais.

No dia 26/1, às 8h30, Oded Grajew participa da mesa “Sustentabilidade e Soluções para as Periferias”, na qual apresentará o Programa Cidades Sustentáveis.


Jogos Limpos nas Cidades e Megaeventos

Quando: 26 de janeiro, das 9h00 às 12h00, em Porto Alegre

Local: Faculdade de Educação da UFGRS, sala 406

Endereço: Av. Paulo Gama, s/nº., Prédio 12201

Esta atividade é organizada pelo Instituto Ethos, Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Atletas pela Cidadania, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e Observatório de Metrópoles. Seu objetivo é reunir as várias iniciativas voltadas para o controle social das obras e dos investimentos na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016, para estruturar planos de ação conjunta.

Convidados confirmados até o momento: Ana Moser e Daniela Castro, da Atletas pela Cidadania, e Nabil Bonduki.

Oficina: Cidades Sustentáveis – o tema da sustentabilidade na agenda da sociedade, dos partidos políticos e dos candidatos

Quando: 26 de janeiro, às 15h30, em Porto Alegre

Local: Estacionamento da Usina do Gasômetro

Atividade organizada em parceria com a SOS Mata Atlântica

Assumindo Protagonismo na Governança Global: Construção de Convergências e Ações Comuns

Quando: 28 de janeiro, das 9h00 às 12h00, em Porto Alegre

Local: Faculdade de Engenharia da UFGRS (Nova), Sala 300

Endereço: Av. Osvaldo Aranha, 99

O objetivo desta atividade organizada pelo Instituto Ethos é iniciar o debate entre organizações da sociedade civil sobre os temas que serão tratados durante a Rio+20, como a nova estrutura de governança da Organização das Nações Unidas (ONU) e a construção de estratégias comuns para pressionar os Estados nacionais a assumir compromissos voltados para sustentabilidade.

O público-alvo desta atividade são representantes de todos os segmentos da sociedade, como trabalhadores, agricultores, jovens, mulheres, indígenas e comunidades tradicionais, comunidade científica, empresas e organizações da sociedade civil.

Mais informações sobre o fórum e a programação completa poderão ser acessadas pelo site www.fstematico.org.br

Contamos com o apoio de vocês na divulgação dessas atividades, via site, redes sociais e comunicado aos parceiros!

Zuleica Goulart
Coordenadora de Mobilização da Rede Nossa São Paulo   

Caminhada contra maus-tratos a animais reúne 400 em Porto Alegre


Protesto contra maus-tratos a animais reuniu
centenas em Porto Alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)

23/01/2012

Manifestação foi realizada no Parque Farroupilha neste domingo (22).
Apoiadores da causa carregaram faixas com mensagens.

Cerca de 400 pessoas participaram de uma caminhada contra maus-tratos a animais em Porto Alegre (RS), na manhã deste domingo (22), de acordo com a estimativa da Brigada Militar. A manifestação, que ocorreu de forma simultânea em diversas cidades do país, foi organizada por meio das redes sociais e levou o nome "Crueldade Nunca Mais".

A caminhada na capital gaúcha durou cerca de três horas, das 10h às 13h, do Parque Farroupilha até a Usina do Gasômetro, na região central.

Protetores, ONGs e entidades se juntaram para pedir leis com punições mais rigorosas para quem maltratar animais. A Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), da Prefeitura de Porto Alegre, esteve presente com a unidade móvel Bicho Amigo, fazendo a distribuição de folders contra o abandono e pela posse responsável.

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Pesquisa descobre espécies de superformigas


19/01/2012

Por Ed Yong, The New York Times News Service/Syndicate

O retorno das superformigas

Uma nova pesquisa descobriu que todo um gênero de formigas que abrange mais de mil espécies tem uma capacidade oculta de produzir "supersoldados" _ formigas-soldados maiores do que a média, que defendem os ninhos contra invasores. E basta um pouco de hormônio para elas surgirem.

Já se sabia que algumas poucas espécies de formiga do gênero Pheidole produzem superformigas-soldados capazes de deter formigas invasoras, bloqueando a entradas dos ninhos com suas cabeças enormes. Os cientistas haviam descoberto tais superformigas-soldados em apenas 8 das 1.100 espécies do gênero Pheidole. Agora, contudo, o novo estudo deixa claro que todo o gênero tem potencial para criar este subconjunto a partir da casta de operárias genéricas.

As oito espécies que produzem superformigas-soldados rotineiramente são encontradas apenas no sudoeste dos Estados Unidos e no norte do México. Mas o biólogo especializado em desenvolvimento Ehab Abouheif, da Universidade McGill, localizada em Montreal, Québec, no Canadá, que liderou o estudo, observou as mesmas formigas gigantes entre colônias de uma nona espécie, chamada Pheidole morrisi, encontrada em Nova York. "Eu venho coletando esses insetos há 15 anos. Certo dia, eu estava observando uma colônia selvagem e vi que havia essas formigas-soldados monstruosas no meio", diz ele. "Elas têm mandíbulas maiores. Quando picam entre os dedos, dói bastante".

Abouheif e seus colegas descobriram que a formação das superformigas-soldados é uma extensão dos mesmos eventos de desenvolvimento que diferenciam as formigas-soldados normais das operárias. Quando elas ainda são larvas, o seu destino como formigas adultas é definido por um hormônio chamado hormônio juvenil. Se os níveis desse hormônio forem baixos, as larvas vão se tornar pequenas formigas operárias; se os níveis do hormônio ultrapassarem um limite máximo, as larvas continuarão a crescer e, por fim, irão se transformar em formigas-soldados. Em algumas espécies, existe um outro momento de definição. Se os níveis de hormônio juvenil excederem esse segundo limite, a metamorfose das formigas durará mais tempo, fazendo com que elas cresçam ainda mais e se tornem superformigas-soldados.

As espécies que produzem superformigas-soldados estão espalhadas por toda a árvore genealógica Pheidole. A subcasta é encontrada em espécies mais antigas, bem como naquelas que evoluíram mais recentemente. "Ao considerar isso, um biólogo evolutivo normal acharia que esses eventos são independentes", diz Abouheif.

Mas não é o caso. Ao passar metopreno _ um produto químico que simula o hormônio juvenil _ nas larvas, Abouheif e sua equipe conseguiram induzir o surgimento de superformigas-soldados em espécies que normalmente não as produzem. Em um artigo publicado na revista Science, a equipe demonstra isso em três espécies, entre as quais a P. morrisi. Abouheif diz que o mesmo ocorreu com muitas outras espécies de Pheidole.


Nascem os primeiros macacos quiméricos do mundo


Para criar os animais, cientistas uniram células de embriões de macacos rhesus separados e implantaram os embriões mistos em fêmeas
OHSU/Divulgação

08/01/2012

Animais foram criados em laboratório após uma mistura de células representando seis diferentes genomas; segundo pesquisadores, não existem intenções de produzir quimeras humanas

Pesquisadores produziram os primeiros macacos quiméricos do mundo. Os corpos dos animais, que são normais e saudáveis, são compostos de uma mistura de células representando seis diferentes genomas. O avanço mostra o potencial de pesquisas futuras já que animais quiméricos estavam restritos a ratos, dizem os autores. O achado, publicado no periódico Cell, também sugere os limites para o uso de células embrionárias cultivadas.

Os macacos quiméricos nasceram após os cientistas essencialmente unirem células de embriões de macacos rhesus separados e implantarem os embriões mistos em fêmeas. Para tanto, as células foram misturadas num estágio de desenvolvimento muito precoce, quando cada célula é totipotente, isto é, capaz de originar vários tecidos. Segundo os estudiosos, essa opção contrasta com as células pluripotentes, que podem se diferenciar em qualquer tipo de tecido no corpo, mas não em organismos inteiros.

Os esforços iniciais da equipe em produzir esses animais falharam. Ratos quiméricos têm sido extremamente importantes para a pesquisa biomédica, permitindo a produção de animais que carregam alterações em genes.

O novo estudo sugere que células-tronco cultivadas de primatas ou humanas podem não ser tão potentes quanto aquelas encontradas em embriões.

"Não podemos modelar tudo nos ratos", dizem os autores. "Se queremos migrar as terapias celulares do laboratório para a clínica e dos ratos para os humanos, precisamos entender que o que essas células de primatas podem e não podem fazer. Precisamos estudá-las em humanos, incluindo embriões".

Os autores enfatizam, no entanto, que não há uso prático nem nenhuma intenção de produzir quimeras humanas.

Fonte: Estadao.com

Cursos na área de Turismo e Hotelaria

Governo adota medidas de prevenção e controle de poluição veicular

Foto: Marcio Vieira / Secom
08/01/2012

A intenção é limitar a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) na atmosfera 

 O Programa Nacional de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) entrou na fase P-7, que propõe a redução de níveis de poluentes, a partir do primeiro dia do ano. O Governo do Estado, através da Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semades), junto às instituições parceiras, já está implantando a inspeção veicular e o monitoramento da qualidade do ar previstos nas diretrizes do Plano Estadual de Controle de Poluição Veicular (PCPV).

A perspectiva para 2012 é a execução das diretrizes adotadas no Plano Estadual, que prevê a inspeção de toda a frota tocantinense e o monitoramento da qualidade do ar nos três maiores municípios do Estado, Palmas, Araguaína e Gurupi. O Tocantins publicou o PCPV em julho de 2011 e vem avançando nas ações de implantação, ficando à frente de sete Estados da Federação, entre eles, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Santa Catarina, que possuem frotas maiores, mas que ainda não elaboraram ou não finalizaram seus planos.

De acordo com o Departamento Nacional de Transito (Denatran), em fevereiro de 2011, houve o registro de uma frota veicular de 400.853 veículos no Tocantins, o que correspondendo a apenas a 1% da frota do Brasil. Desse total, 50% são de motociclos (qualquer tipo de veículo automotor de duas rodas, incluídos os ciclomotores, motonetas e motocicletas), 30% de automóveis, 9% de caminhonetes, 6% de veículos pesados (caminhões, ônibus e microônibus), 3% de reboque e semi-reboque e 1% que são classificados como outros (triciclo, quadriciclo, caminhão e trator). Em Palmas, a frota era de 110.128 veículos, seguida por Araguaína com 68.237 e Gurupi com 37.109.

O Governo Federal negociou novas regras com a indústria e com os representantes da sociedade civil no Conama, que prometem reduzir drasticamente a poluição que sai do escapamento dos ônibus e caminhões. De acordo com o Proconve, está sendo ampliada, em todo o País, a oferta dos combustíveis menos poluentes nas bombas. A indústria já modificou totalmente a fabricação dos motores da nova frota de veículos pesados. E com a inspeção, passará a ser necessária a avaliação dos níveis de emissões de poluentes, nos carros da frota já existente, na hora de renovar a licença anual.

O Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV) do Governo do Estado Tocantins estabelece medidas para limitar a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) na atmosfera e foi elaborado pela Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semades), com a colaboração do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), das instituições membros do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) e das convidadas, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o Instituto Nacional de Avaliação Automotiva (Inaa), a Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes de Palmas (SMSTTP) e o Instituto Federal Tocantins (IFTO).

Fonte: Surgiu.com
Cursos na área de Concursos Públicos 
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