Fotos: Carlos Nascimento/Natureza e Paz
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Fórum Social Temático 2012
Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental
27/01/2012
O Fórum Social Temático (FST) se inscreve no processo do Fórum Social Mundial e será uma etapa preparatória a Cúpula dos Povos na Rio+20. O evento acontecerá do dia 24 a 29 de janeiro de 2012 e será sediado por Porto Alegre e cidades da região Metropolitana – Gravataí, Canoas, São Leopoldo, e Novo Hamburgo. Como um espaço aberto e plural, a programação do Fórum será fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”. Além disso, o Fórum acolherá também o encontro de redes internacionais, articuladas em torno de Grupos Temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao Fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático .
Por que “Crise capitalista, Justiça Social e Ambiental?
(baseado nos documentos Convocatória ; Metodologia)
Um nível inusitado de atividade de movimentos de massas atinge países conhecidos por sua estabilidade social. Protestos e mobilizações indígenas produzem uma grande efervescência na usualmente tempestuosa região andina. Estudantes em diversos países organizam atos com uma capacidade de mobilização há tempos não vista. Em 15 de outubro tivemos manifestações em quase mil cidades de 82 países.
A indignação com as desigualdades e injustiças políticas e sociais aparece como uma marca comum à maioria destes movimentos que questionam o “sistema” e o “poder”, se confronta com sua destrutividade e rompem com a passividade das décadas neoliberais. Estes movimentos nascem das necessidades e aspirações do presente, dos efeitos das políticas recessivas que se alastram entre países ricos e estagnados pela crise, de manifestações contra práticas opressivas, de povos, comunidades, setores da sociedade que não se sentem representados por seus governantes e almejam políticas mais justas e solidárias, que respeitem todas as formas de vida.
Três anos após a pior crise econômica mundial desde a de 1929, três anos depois da enorme alta nos preços das commodities e dos alimentos pela especulação pelos gigantes das finanças, quatro anos depois do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) ter alertado para a urgência na transição para uma economia de baixo carbono, todos os problemas se arrastam sem perspectivas de solução, com os poderes estabelecidos apenas preocupados em manter os negócios como sempre. Nenhuma lição foi aprendida, nenhuma mudança estrutural foi feita, agravando os impasses que se acumulam em uma lógica suicida.
Na aparente ausência de outro paradigma de civilização, que a confronte, a inércia impera, e a máquina move-se com a mesma lógica de sempre. Na medida em que centenas de milhões de pessoas adentram à sociedade de consumo de massa e perseguem para si o modo de vida que o capitalismo estadounidense exportou como ideal de felicidade, elas demandam uma quantidade crescente de bens ostentatórios, criados dentro da lógica da obsolescência planejada, uso privado, desperdício e descartabilidade. E consomem cada vez mais recursos: energia, matérias primas, alimentos e serviços ambientais. Este crescimento prepara novas e futuras crises de combustíveis, matérias primas e alimentos; acelera as emissões de gases do efeito estufa e o aquecimento global. Frente a elas, o capital apenas pode acenar com ilusórias promessas de que inovações tecnológicas resolverão todos os problemas. E para garantir que nenhuma ameaça ao sistema possa florescer, a democracia é corrompida pelo poder do dinheiro ou, quando necessário, suprimida.
Porto Alegre e Região metropolitana serão, em 2012 o ponto de encontro d@s indignad@s, das expressões dos povos originários e dos movimentos anti-sistêmicos de todos os quadrantes, capaz de afirmar uma saída para a crise, tirando daí as diretrizes e campanhas globais. Afirmar e transmitir um paradigma alternativo de sociedade, construir um vocabulário comum capaz de articular as demandas difusas de grande parcela das populações são imperativos para que sejamos bem sucedidos. Compreendendo a necessidade de ampliar a pauta oficial, determinada pela ONU, para a Rio+20, o Comitê Organizador espera que a sociedade civil organizada aproveite o advento deste Fórum para construir uma reflexão estratégica e programática, capaz também de ser apresentada na Cúpula dos Povos na Rio+20, em junho de 2012, atraindo multidões para o Rio de Janeiro.
Qual a conexão deste Fórum com o processo do Fórum Social Mundial e das demais mobilizações em vistas à Rio+20?
O processo Fórum Social Mundial debateu em Belém, em 2009, e novamente em Dakar, em 2011, os grandes desafios de uma civilização global em crise (tanto no sentido de crise como de oportunidades) com o qual estamos confrontados. Discutiu também, de forma mais aprofundada, elementos da nova agenda política que os atores do processo FSM foram ressaltando ao longo do último período: a defesa dos bens comuns e do livre acesso ao conhecimento e à cultura, a centralidade da sustentabilidade social e ambiental em qualquer projeto alternativo, a economia do bem estar e da gratuidade, a busca do bem viver como propósito da vida, a organização do poder político em moldes plurinacionais e baseados na democracia participativa, a relação entre direitos e responsabilidades coletivas, o reordenamento geopolítico mundial e os problemas de governança que ele carrega, dentre outros elementos que formam uma agenda abrangente, mas não exaustiva, que foi acompanhada de inúmeros outros debates e diálogos com as propostas que com ela se cruzam.
Agora – frente a oportunidade representada pela Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental– consideramos que o processo FSM deve oferecer sua contribuição para impulsionar sua preparação e auxiliar a consolidação de sua agenda, organizando um Fórum Social Temático, em Porto Alegre e Região Metropolitana, entre 24 e 29 de janeiro de 2012. Um Fórum que discuta a crise e as medidas emergenciais que tem que ser tomadas para assegurar a sobrevivência e o bem-estar de centenas de milhões de pessoas. Um Fórum que explore os caminhos para a afirmação de paradigmas alternativos à civilização industrial, produtivista e consumista e da agenda da transformação social que lhe corresponde. Um Fórum que aprofunde os laços entre os atores e atrizes comprometidos com esta pauta, mobilize-os para a ação, estimule sua convergência e auxilie sua participação efetiva na Cúpula dos Povos.
Consideramos esta iniciativa – na seqüência dos protestos contra o G20 em novembro, em Paris, e das atividades programadas pela sociedade civil por ocasião da COP 17, em Durban, na África do Sul, em fins de 2011 – decisiva para acumular forças e reforçar a preparação da Cúpula dos Povos da Rio +20.
Então eu já posso participar? O que devo fazer?
Sim!
Além da possibilidade de trabalhar na organização do Fórum, participando das plenárias e de coletivos de trabalho – para saber a agenda de reuniões, entre em contato com fstematico2012@gmail.com – e de se voluntariar a trabalhar durante o evento do Fórum, como indivíduo – clique aqui para acessar o Formulário de inscrição de voluntários [http://www.fstematico2012.org.br/index.php?link=48] – existem ainda outras duas maneiras de participar:
1. Organizando uma atividade autogestionada durante o Fórum. Veja o texto a seguir.
2. Participando dos debates nos Grupos Temáticos, sobre assuntos relativos à temática em pauta. Veja o texto a seguir.
Para saber, acesse o documento sobre a Proposta Metodológica do Fórum Social Temático. [http://dialogos2012.org/?p=340]
O que são atividades autogestionadas? Quem as promove? Como posso inscrevê-las?
Atividades autogestionadas são as que constituem a maior parte da programação de um Fórum Social. Como seu nome identifica, são ações organizadas por aqueles que as promovem. O Comitê Organizador do Fórum é responsável apenas por receber suas inscrições e definir o local e horário onde acontecerão, porém a preparação, programação, metodologia, materiais e tudo mais que for necessário para sua realização é de responsabilidade daquele que a inscreveu no Fórum. Por valorizarmos a ação coletiva, de acordo com a Carta de Princípios do Fórum Social Mundial, as atividades deverão ser inscritas por grupos, e não por indivíduos. Coletivos, redes, instituições, organizações da sociedade civil organizada estão convidados a fazê-lo. A possibilidade de inscrição está aberta a todos, independente do grau de formalização do coletivo (pode ter ou não um CNPJ), ou de tempo de existência (podem ser coletivos formados com a finalidade de realizar uma atividade autogestionada). Ainda de acordo com a Carta, organizações que tenham finalidade lucrativa e/ou que sejam governamentais ou partidárias não poderão promover atividades. Seus integrantes podem participar como indivíduos apenas.
Sob a temática Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental, qualquer tipo de atividade pode ser realizada. O formato das atividades é aberto. Quem o definirá será seu proponente. Marchas, seminários, teatros, instalações, oficinas, aulas abertas... todas estas e outras mais já foram atividades autogestionadas e podem ser inscritas.
Para inscrever uma atividade, acesse o Formulário de Atividades Autorganizadas clicando aqui [http://www.fstematico2012.org.br/index.php?link=42].
O que são estes Grupos Temáticos de diálogo? Como posso acompanhar seus trabalhos e participar?
Os Grupos Temáticos são grupos virtuais de discussão acerca de assuntos relacionados ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”, que funcionarão por meio de um e-group, e de ferramentas e informações disponibilizadas na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático.
Os Grupos são um espaço para que organizações, redes, movimentos e intelectuais da sociedade civil organizada possam aprofundar reflexões, construir conexões e elaborar propostas de ação e de documentos. Esta interação contínua no espaço virtual alimentará e será fortalecida por momentos de encontro presencial entre os membros destes grupos, sendo o Fórum Social Temático (em janeiro de 2012) e a Cúpula dos Povos na Rio+20 (em julho de 2012) eventos chave neste processo.
No momento, estão abertas as inscrições para os seguintes Grupos Temáticos: Água; Bens Comuns; Cidades Sustentáveis; Ciência e Tecnologia; Clima; Consumo; Educação; Ética; Extrativismo e Mineração; Governança e Arquitetura de Poder; Territórios, Auto-Governo e Bem Viver.
Para saber mais sobre os trabalhos dos Grupos Temáticos, acesse o menu Grupos Temáticos [http://dialogos2012.org/?page_id=33], na página www.dialogos2012.org
Fonte: www.fstematico2012.org.br
Programa Cidades Sustentáveis será apresentado no Fórum Social Temático 2012, preparatório à Cúpula dos Povos na Rio+20
24/01/2012
Entre os dias 24 a 29 de janeiro de 2012, será realizado na região metropolitana de Porto Alegre (RS) o Fórum Social Temático (FST) 2012, evento que se inscreve no processo do Fórum Social Mundial http://www.forumsocialmundial.org.br/ e será uma etapa preparatória da Cúpula dos Povos na Rio+20 http://cupuladospovos.org.br/.
Sediado nas cidades de Porto Alegre, Canoas, Gravataí, São Leopoldo e Novo Hamburgo, o FST 2012 se caracteriza como um espaço aberto e plural, com uma programação fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema desta edição: “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”.
Assim, os participantes vão debater questões referentes à busca por justiça social e à crise capitalista que atinge principalmente a Europa. A proximidade da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que acontece em junho, no Rio de Janeiro, e a Cúpula dos Povos, reunião alternativa à Rio+20, colocam a pauta ambiental em evidência e motivam a formulação pelos movimentos sociais de propostas alternativas às que serão apresentadas pelos governos.
O FST acolherá também o encontro de redes internacionais articuladas em torno de grupos temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático http://dialogos2012.org/.
O evento é realizado por um grupo de movimentos e organizações sociais brasileiras e internacionais, com apoio do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial, as quais contam com o apoio do governo federal, do governo gaúcho, da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, das prefeituras das cidades anfitriãs e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Destacamos algumas atividades para as quais gostaríamos de contar com a colaboração de vocês na divulgação:
Encontro Nacional de Secretários de Meio Ambiente
Quando: 25 e 26 de janeiro, em Porto Alegre
Local: Salão Nobre do Ministério Público do Rio Grande do Sul
Endereço: Av. Aureliano de Figueiredo, 80.
No dia 25/1, das 10h40 às 11h20, será realizada a 1ª. Conferência, com o tema “Articulação Política pelas Cidades Sustentáveis” e a participação de Oded Grajew.
Também em 25/1, das 11h20 às 12h00, haverá a 2ª. Conferência, com o tema “Articulação Política pela Sustentabilidade – Desafios e Perspectivas para a Rio+20”, com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
No dia 27/1, às 11h00, Maurício Broinizi, coordenador da Rede Nossa São Paulo, irá apresentar o Programa Cidades Sustentáveis aos gestores públicos de meio ambiente.
O encontro será finalizado com a Carta de Porto Alegre, que terá os seguintes objetivos: criação de um fundo para implantar a Política Nacional de Resíduos Sólidos; deliberações dos secretários presentes para a Rio+20; e adesão ao Programa Cidades Sustentáveis.
Mais informações e inscrições: Pelo site www.abema.org.br/site/hotsites/ii-encontro-brasileiro-de-secretarios-do-meio-ambiente/inscricoes.htm
Diálogos CDES, Rio+20 e Desenvolvimento Sustentável
Quando: 25 de janeiro, das 10h30 às 13h30, em Porto Alegre
Local: Sede do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE)
Endereço: Rua Uruguai, 155, 14º. andar
Evento organizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) nacional e pela Secretaria Executiva do CDES-RS, tem como objetivo compartilhar visões, a partir do Acordo para o Desenvolvimento Sustentável e das diferentes representações da sociedade gaúcha, trabalhadores, empresários, ambientalistas e acadêmicos, e gerar propostas em torno do desenvolvimento sustentável, tendo como marco a Rio+20.
Na abertura, a Secretaria Executiva do CDES nacional apresentará o Acordo para o Desenvolvimento Sustentável e a Secretaria Executiva do CDES-RS introduzirá a Política Estadual de Meio Ambiente.
A partir das 11h30, Oded Grajew e Jorge Abrahão vão apresentar o Programa Cidades Sustentáveis e a Plataforma por uma Economia Inclusiva, Verde e Responsável.
A Rio+20 e a Construção de Cidades Sustentáveis
Quando: 25 de janeiro, das 14h00 às 18h00, em Porto Alegre
Local: Auditório da Faculdade de Direito da UFGRS
Endereço: Av. João Pessoa, 80
Nesta atividade, organizada pelo Grupo de Trabalho Cidades Sustentáveis, do qual a Rede Nossa São Paulo e o Instituto Ethos participam, pretende-se fazer uma reflexão sobre o papel transformador das cidades. A ideia é pensar os caminhos para avançar na busca da sustentabilidade social, econômica, ambiental, cultural e política nos territórios e centros urbanos, considerando a proposta “A Rio+20 e a Construção de Cidades Sustentáveis” http://www.uncsd2012.org/rio20/content/documents/339A%20Rio20%20e%20a%20construcao%20de%20cidades%20sustentavei.pdf, que foi enviada à ONU pelo grupo de trabalho, com o apoio de diversas empresas e organizações da sociedade civil.
Convidados confirmados: Boaventura de Souza Santos, Frei Betto, Jorge Abrahão, Ladislau Dowbor, Leonardo Boff, Marina Silva, Nabil Bonduki, Oded Grajew e Tasso Azevedo.
Obs.: Os Grupos Temáticos são grupos virtuais de discussão acerca de assuntos relacionados ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”, norteador do Fórum Social Temático, que acontecerá em janeiro de 2012, em Porto Alegre.
Motivo da construção desta Plataforma, os Grupos Temáticos serão um espaço para que organizações, redes, movimentos, intelectuais e cidadãos da sociedade civil organizada possam aprofundar reflexões, construir conexões e elaborar propostas de ação e de documentos. Esta interação contínua no espaço virtual alimentará e será fortalecida por momentos de encontro presencial entre os membros destes grupos, sendo o Fórum Social Temático (em janeiro de 2012) e a Cúpula dos Povos na Rio+20 (em julho de 2012) eventos chave neste processo. Mais informações: http://dialogos2012.org/grupos-tematicos/?lang=pt
Seminário Internacional de Cidades de Periferia
Quando: Dias 25 e 26 de janeiro, em Canoas, e dia 27 de janeiro, em São Leopoldo, no período da manhã
Locais: Em Canoas, Auditório do Unilasalle, na Av. Victor Barreto, 2288; em São Leopoldo, Centro de Eventos da Prefeitura Municipal, na Av. São Borja, 1860.
Organizado pela Prefeitura de Canoas, em parceria com a Rede Fórum de Autoridades Locais de Periferia (Rede Falp) e com a Prefeitura de São Leopoldo, este seminário reunirá prefeitos e autoridades locais de cidades da América Latina, Europa, África e Ásia, bem como representantes de organizações não governamentais, organismos internacionais, universidades e movimentos sociais.
No dia 26/1, às 8h30, Oded Grajew participa da mesa “Sustentabilidade e Soluções para as Periferias”, na qual apresentará o Programa Cidades Sustentáveis.
Mais informações: Pelo site www.canoas.rs.gov.br/site/noticia/visualizar/idDep/24/id/4176.
Jogos Limpos nas Cidades e Megaeventos
Quando: 26 de janeiro, das 9h00 às 12h00, em Porto Alegre
Local: Faculdade de Educação da UFGRS, sala 406
Endereço: Av. Paulo Gama, s/nº., Prédio 12201
Esta atividade é organizada pelo Instituto Ethos, Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Atletas pela Cidadania, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e Observatório de Metrópoles. Seu objetivo é reunir as várias iniciativas voltadas para o controle social das obras e dos investimentos na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016, para estruturar planos de ação conjunta.
Convidados confirmados até o momento: Ana Moser e Daniela Castro, da Atletas pela Cidadania, e Nabil Bonduki.
Oficina: Cidades Sustentáveis – o tema da sustentabilidade na agenda da sociedade, dos partidos políticos e dos candidatos
Quando: 26 de janeiro, às 15h30, em Porto Alegre
Local: Estacionamento da Usina do Gasômetro
Atividade organizada em parceria com a SOS Mata Atlântica
Assumindo Protagonismo na Governança Global: Construção de Convergências e Ações Comuns
Quando: 28 de janeiro, das 9h00 às 12h00, em Porto Alegre
Local: Faculdade de Engenharia da UFGRS (Nova), Sala 300
Endereço: Av. Osvaldo Aranha, 99
O objetivo desta atividade organizada pelo Instituto Ethos é iniciar o debate entre organizações da sociedade civil sobre os temas que serão tratados durante a Rio+20, como a nova estrutura de governança da Organização das Nações Unidas (ONU) e a construção de estratégias comuns para pressionar os Estados nacionais a assumir compromissos voltados para sustentabilidade.
O público-alvo desta atividade são representantes de todos os segmentos da sociedade, como trabalhadores, agricultores, jovens, mulheres, indígenas e comunidades tradicionais, comunidade científica, empresas e organizações da sociedade civil.
Mais informações sobre o fórum e a programação completa poderão ser acessadas pelo site www.fstematico.org.br
Contamos com o apoio de vocês na divulgação dessas atividades, via site, redes sociais e comunicado aos parceiros!
Zuleica Goulart
Coordenadora de Mobilização da Rede Nossa São Paulo
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