Mostrando postagens com marcador Ministério da Defesa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ministério da Defesa. Mostrar todas as postagens

MINISTÉRIO DA DEFESA É PREMIADO POR DESEMPENHO NO PROGRAMA AGRICULTURA FAMILIAR



27/03/2018

O Ministério da Defesa (MD) foi homenageado na tarde da quinta-feira (22), pelo Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), por seu desempenho na promoção e execução da modalidade “Compra Institucional” do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A premiação aconteceu após avaliação de uma comissão técnica do MDS.

A entrega dos prêmios foi feita pelo ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, durante o Simpósio Nacional de Compras de Alimentos da Agricultura Familiar. De acordo com o ministro Terra, as homenagens promovidas pelo MDS são um reconhecimento do empenho de quem apoia os pequenos produtores e promove uma alimentação saudável. “A integração com as Forças Armadas por meio do Ministério da Defesa, proporciona sustentabilidade ao agricultor familiar e tem um impacto enorme. Cooperativas que eram pequenas e pouco estruturadas agora estão grandes e bem estruturadas, produzindo uma transformação no Brasil inteiro, pois as Forças Armadas estão em todo o País. O Ministério da Defesa está de parabéns”, acrescentou o ministro.

Representando o Secretário de Organização Institucional do Ministério da Defesa, o diretor do Departamento de Administração Interna (DEADI), Adriano Portella de Amorim, recebeu o prêmio em nome do Ministério: “A premiação é o resultado de um esforço coletivo e institucional com as Forças”. Segundo ele, com o amadurecimento e a ampliação que podem ser alcançados com a capilaridade das Forças, as iniciativas tendem a crescer e favorecer também a comunidade da agricultura familiar.

Adriano Portella representou o Ministério da Defesa

Premiação e reconhecimento

Além da Administração Central do Ministério da Defesa, foram premiados o Centro de Obtenção da Marinha no Rio de Janeiro (RJ); o 3º Batalhão de Suprimento do Exército (RS); e o Grupamento de Apoio da Aeronáutica (GO).

Na categoria “Inovação” foram destacadas personalidades que se destacaram pelo empenho pessoal e pela a contribuição para implementação das compras institucionais. Foi reconhecido, na oportunidade, o almirante Paulo Martino Zuccaro pela articulação entre o Programa Segundo Tempo – Forças no Esporte (PROFESP) e o Programa de Aquisição de Alimento da Agricultura Familiar (PAA). 

PROFESP e PAA: "parceria que veio para ficar"

O almirante afirmou que é uma parceria que deu certo e veio para ficar: “são dois Programas de forte caráter social. Diferentes entre si, mas que possuem uma imensa sinergia". Ele disse estar gratificado por ter participado da articulação da parceria. “Fica bastante claro que essa combinação de esforços tem um o efeito social multiplicado a partir do momento em que a gente atende a dezenas de milhares de crianças e também a milhares de agricultores que passam a ter clientes assíduos, bons pagadores e dispostos a aumentar ainda mais o seu consumo”, destacou.

Também foram homenageados o comandante Rui Alencar de Andrade, pela condução do projeto piloto de implementação da modalidade junto ao Ministério da Defesa; o brigadeiro Jair Gomes da Costa Santos, da Força Aérea Brasileira; e o general Antônio Manoel de Barros, do Exército Brasileiro.



Além destes, foi dado um destaque especial pela articulação junto às organizações militares participantes do Programa Forças no Esporte, ao comandante José Ferreira de Barros que lembrou a importância do reconhecimento e da ação do Governo Federal para reduzir a desigualdade. “Minha homenagem é um reconhecimento de uma instituição pública pelo trabalho que a gente tem, de alma, para combater a desigualdade do nosso país. Então, vejo este prêmio como um reconhecimento de alguém que trabalha em prol disso e do homem no campo”, disse.

Comandante Barros foi destaque na premiação

O Simpósio

O Simpósio Nacional de Compras de Alimentos da Agricultura Familiar é uma ação promovida pelo Ministério de Desenvolvimento Social, Casa Civil da Presidência da República e Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. O objetivo foi fortalecer as aquisições de alimentos da agricultura familiar por parte dos órgãos da União, além de apresentar o balanço 2017 e a agenda de 2018 para os gestores públicos de órgãos do Governo Federal, técnicos das áreas de compras e técnicos e representantes de empreendimentos dos agricultores familiares.

Durante o evento, foram realizadas apresentações por militares das Forças. Representando o Ministério da Defesa, Maria Zenádia Rodrigues Brito França, coordenadora de licitação, fez um balanço dos resultados obtido durante o período de 2014 a 2017, que contabilizou 359 itens adquiridos e 35 Cooperativas beneficiadas, alcançando de um recurso aportado no valor de mais de 24 milhões.

Coordenadora de licitação mostrou a evolução na aquisição de itens da Agricultura Familiar

Maria Zenádia citou o empreendedor Steve Jobs para ressaltar o trabalho de todos: “coisas incríveis no mundo dos negócios nunca são feitas por uma única pessoa, e sim por uma equipe.”

Por comandante Cleber Ribeiro

Fotos: S1 Cobalchini/MD



APÓS 13 ANOS DE MISSÃO, BRASIL ENVIA ÚLTIMOS SOLDADOS AO HAITI

Missão de paz do Brasil no Haiti (Eduardo Munoz/Reuters)
31/05/2017

A ONU classificou a missão como um sucesso para as pretensões diplomáticas e militares do Brasil no cenário internacional

Rio de Janeiro – Treze anos depois de os primeiros brasileiros terem embarcado para liderar o braço militar da operação de paz da ONU no Haiti, as Forças Armadas enviam nesta quinta-feira seu último contingente para a missão, considerada um sucesso para as pretensões diplomáticas e militares do Brasil no cenário internacional.

Especialistas consultados pela Agência Efe fizeram um balanço sobre a participação brasileira na Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah, na sigla em francês), que teve início em junho de 2004, após a renúncia e o exílio do então presidente do país, Jean Bertrand-Aristide, e será encerrada oficialmente em 17 de outubro deste ano, por decisão do Conselho de Segurança da ONU.

À época governado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil assumiu o comando da Minustah como parte da estratégia de política externa “ativa e altiva” promovida pelo então chanceler Celso Amorim.

A ideia era projetar a imagem do país como capaz de se envolver em temas relevantes no plano internacional. Assim, a liderança de uma missão de paz era ideal pelos benefícios políticos e militares gerados em caso de êxito.

O mandato da Minustah, porém, se estendeu além do previsto por diversos fatores. O mais importante deles ocorreu em 2010, quando um forte terremoto destruiu o Haiti e matou mais de 220 mil pessoas.

O perfil da missão também mudou desde 2004. O combate às milícias que atuavam na capital Porto Príncipe deu lugar a um trabalho mais policial nos últimos anos.

Considerando o último contingente de 950 soldados que embarca para o Haiti nesta quinta-feira, o Brasil enviou 37.000 militares à Minustah ao longo dos 13 anos da missão, segundo o Ministério da Defesa.

Do total, a maior parte deles foi disponibilizada pelo Exército (29.627). Marinha e Aeronáutica contribuíram com 6.114 e 317, respectivamente.

A pesquisadora do Instituto Igarapé e especialista em relações internacionais, Adriana Erthal Abdenur, considera a Minustah a missão mais importante nos quase 70 anos de história da participação do país em operações da ONU.

“Foi a de maior duração, a que empregou o maior número de brasileiros e a que apresentou os maiores desafios logísticos e operacionais”, afirmou Adriana em entrevista à Agência Efe.

“A participação na Minsutah dá maior credibilidade ao pleito brasileiro de se tornar um ator mais relevante na segurança internacional, inclusive no seu próprio entorno estratégico. Isso é particularmente importante para a defesa que o Brasil faz com frequência da resolução pacífica de conflitos e da importância do multilateralismo”, analisou.

Para o professor do Instituto de Relações Interacionais da PUC-RJ e pesquisador do German Institute of Global and Area Studies (GIGA), Kai Michael Kenkel, o Brasil mostrou ter capacidades materiais e normativas para contribuir para assuntos centrais que diferem os atores importantes no cenário internacional.

“A determinação se a Minustah foi positiva ou negativa para a imagem do Brasil sempre também foi atrelada ao sucesso da operação e à ausência de escândalos que colocariam o esforço sob outra luz. Como se evitaram manchetes negativas, a participação no Haiti foi um sucesso”, avaliou.

Quem também concorda com o balanço positivo da missão é Marcelo Valença, professor do Instituto de Relações Internacionais da UERJ.

“Foi um exercício de credibilidade e autoridade no plano internacional. Foi a primeira vez que o Brasil assumiu uma missão grande, espinhosa, do começo ao fim. Provamos que temos condições de realizar tarefas como essa”, afirmou.

Fora o reconhecimento internacional, a Minustah gerou diversos benefícios militares ao Brasil. Kenkel ressaltou que as Forças Armadas tiveram a oportunidade de participar de uma missão prestigiosa, ganhando experiência no terreno e usando a capacidade dos soldados para melhorar a situação desastrosa no Haiti.

Já Valença destacou a criação do Centro Conjunto de Operações de Paz em 2010, no Rio de Janeiro, que passou a oferecer uma estrutura de ponta para o treinamento de brasileiros e estrangeiros, além de cursos que integram militares e civis.

“O centro juntou todos os braços das Forças Armadas em um só lugar. É um polo de capacitação. Recebemos franceses, alemães, chilenos, argentinos. Essas pessoas estão vindo para cá tanto para ensinar como para aprender”, explicou.

“O Brasil não só enviou soldados para o Haiti. Levamos trabalho social, saúde, engenharia e preocupação com o bem-estar. Esse é um movimento que a ONU já vem fazendo desde 1990, mas a forma usada pelo Brasil quebrou a separação entre as forças armadas internacionais e a ajuda social”, comentou o professor.

Há também ganhos em termos de influência no plano regional. Segundo Adriana, o Brasil fez gestões diplomáticas desde as negociações sobre o primeiro mandato da Minustah para que houvesse maior participação de países latino-americanos em cargos de chefia e também no número de tropas enviadas ao Haiti.

O movimento da diplomacia brasileira buscava ocupar um “vazio” deixado pela retirada política de atores que tradicionalmente participavam de missões da ONU no Haiti, como os Estados Unidos, o Canadá e a França.

“A liderança brasileira foi explicitamente exercida por meio do comando militar, já que pela primeira vez na história não houve rodízio de nacionalidades do ‘force commander’ de uma missão. Mas também houve, e há, um forte componente político por trás da participação do Brasil como líder regional”, explicou a pesquisadora.

Apesar do consenso sobre o saldo positivo, a Minustah também é alvo de críticas. Ao longo dos últimos anos, questionou-se no Brasil os investimentos feitos pelo governo na missão e o número de soldados do país mortos no Haiti.

De acordo com o Ministério da Defesa, o Brasil investiu R$ 2,55 bilhões na Minustah. A ONU reembolsou o país em R$ 930,9 milhões até o momento, valores que são referentes ao emprego da tropa e não cobrem os gastos relativos ao preparo dos militares.

Quanto às perdas humanas no Haiti, o Ministério da Defesa esclareceu que não houve morte de brasileiros em confrontos armados. No total, 25 militares morreram na missão, 18 deles no terremoto de 2010. Além deles, dois comandantes da missão faleceram no exercício do cargo.

O general José Luiz Jaborandy Júnior, de 57 anos, morreu em setembro de 2015 a bordo de um avião que decolou no Haiti com destino a Manaus. Em janeiro de 2006, o general Urano Teixeira da Matta Bacellar foi encontrado morto no hotel em que estava hospedado em Porto Príncipe. Uma investigação posterior da ONU concluiu que o militar se suicidou.

Adriana ressaltou outro problema frequente em missões de manutenção de paz: a criação de uma “bolha de serviços” para atender à chamada “indústria da assistência”. “Esses espaços produzem não apenas ressentimento entre as populações locais, mas também tendem a nutrir um grau de dependência socioeconômica”, explicou.

“Apesar disso, diria que a Minustah desempenhou um papel importante em evitar um colapso total da sociedade haitiana, possivelmente com reflexos para toda a região”, acrescentou a pesquisadora do Instituto Igarapé.

Outro ponto criticado da missão no Haiti são as 111 denúncias de abuso sexual feitas à ONU entre 2007 e 2017, nenhuma delas contra soldados brasileiros. O Ministério da Defesa afirmou que a conduta dos militares do país é considerada exemplar internacionalmente e que todos recebem instruções específicas sobre o tema antes de participar em operações brasileiras no exterior.

“O fato é que (os abusos sexuais) demoraram a ser reconhecidos como um problema grave para a ONU. No entanto, agora há praticamente um consenso sobre a necessidade de se criar novos mecanismos de prevenção e justiça. É preciso atuar para evitar novos casos, através de treinamento e conscientização, mas também assegurar que quem os comete não ficará impune e que alguma assistência será prestada às vítimas. Isso requer ação não apenas da ONU, mas principalmente dos países que enviam tropas e policiais”, afirmou Adriana.

Fonte: EXAME.com

Governo brasileiro anuncia envio de dez toneladas de donativos ao Haiti

Pessoas se reúnem à beira-mar em local atingido pelo furacão Matthew em Jeremie, 
no Haiti (Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters)

13/10/2016

Serão enviados alimentos, materiais de higiene pessoal e material escolar.
País foi atingido pelo furacão Matthew, que deixou pelo menos 473 mortos.

O Ministério da Defesa informou nesta quinta-feira (13) que enviará na próxima semana cerca de dez toneladas de donativos para ajudar as vítimas do furacão Matthew no Haiti. Segundo a pasta, os donativos foram arrecados pela Rede de Solidariedade ao Haiti. O ministério informou ainda que destacou 64 militares para levar os donativos ao país caribenho.

O furacão Matthew deixou pelo menos 473 mortos durante sua passagem pelo Haiti na semana passada, segundo um balanço provisório oficial, divulgado pela Defesa Civil haitiana.

O furacão é o mais forte a atingir o Caribe desde 2007, e foi justamente no Haiti que o Matthew causou mais destruição. O país mais pobre das Américas foi devastado por um terremoto em 2010 e até hoje ainda não se recuperou completamente.

De acordo com a Defesa, serão enviados ao Haiti alimentos, material de limpeza, de higiene pessoal, material escolar, roupas e outros itens de primeira necessidade.

"A iniciativa de arrecadação começou em abril para ser entregue no fim do ano, entretanto, em virtude da ocorrência do furacão, o Ministério da Defesa está envidando todos os esforços para antecipar o envio dos donativos utilizando-se de aeronaves da Força Aérea em voos de apoio logístico programados", informou o ministério.

Nesta quarta, o governo brasileiro havia anunciado o envio de 75 barracas, com área útil de 25 metros quadrados cada, para abrigar as vítimas do furacão. O envio das barracas deve ser feito nesta sexta (14).

Desastre

De acordo com autoridades haitianas, mais de de 1,4 milhão de pessoas necessitam de uma ajuda rápida no país.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, fez um apelo para que a comunidade internacional mostre solidariedade e trabalhe junta em uma resposta efetiva a esta emergência.

O mais forte furacão a atingir o Caribe desde 2007 destruiu reservas de comida, plantações e colheitas, segundo a France Presse. Alguns povoados e cidades foram dizimados.

Medo do cólera

Como é comum após os desastres naturais, a Organização Mundial de Saúde (OMS) teme o aumento no número de casos de cólera. Depois do terremoto de 2010, o país enfrentou a pior epidemia da doença na história mundial: foram registrados mais de 500 casos de contágio semanais e 10 mil pessoas morreram em decorrência de cólera.

No entanto, até o momento o representante da Organização Mundial de Saúde (OMS) no Haiti, Jean-Luc Poncelet, afirmou que há registros de dezenas de casos, mas que o número de ainda é considerado “baixo”.

Enquanto um grupo ainda tenta realizar uma avaliação precisa da situação de saúde dos haitianos, espera-se a chegada de mais provisões que sejam rapidamente distribuídas. "As pessoas estão muito ansiosas. Não tem vindo nenhum tipo de ajuda sistemática nos últimos dias", acrescentou Poncelet.




Fonte: G1 Mundo


Defesa organiza doações para o Haiti

27/08/2016

O Ministério da Defesa, em parceria com a Cruz Vermelha Brasileira, realiza a 2° Campanha de Solidariedade ao Haiti, que tem por objetivo arrecadar alimentos e roupas, entre outros itens, para doação a crianças haitianas. A campanha, que é coordenada pelo Institution Sacré Coeur Jésus do Haiti e pelo Ordinariado Militar do Brasil, teve início no dia 15 de junho e vai até 30 de setembro. Já foram arrecadados mais de 20 toneladas de alimentos não perecíveis, roupas e material de limpeza.

A campanha irá beneficiar crianças e suas famílias, totalizando cerca de mil pessoas.

A campanha irá beneficiar meninos e meninas, com idade entre 3 e 10 anos, e suas famílias, totalizando cerca de mil pessoas. Muitas destas crianças perderam seus pais no terremoto ocorrido em janeiro de 2010, e foram acolhidas por parentes ou vivem em orfanatos.

Freiras do Institution Sacré Coeur Jésus do Haiti com as doações recebidas.

A expectativa é recolher entre 60 e 70 toneladas até o final da campanha, que está organizada em 12 cidades: Brasília, São Paulo, Bauru (SP), Marília (SP), Adamantina (SP), Ribeirão Preto (SP), Anápolis (GO), Goiânia, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Florianópolis.

Preparativos

Para tratar dos procedimentos técnicos e o envio dos itens arrecadados, um grupo de trabalho reuniu-se na última terça-feira (23), na Cúria Militar do Ministério da Defesa. Na reunião, coordenada pelo arcebispo militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães e pelo assessor especial do Gabinete do Ministro, Demétrio Carneiro da Cunha Oliveira, foram definidas a logística de transporte nos pontos de coletas espalhados pelas cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, por exemplo, os itens serão estocados no 1º Depósito de Suprimento do Exército (1ºDSup), e posteriormente, passarão por desembaraçados alfandegários, colocados em container para só então o embarque em navio.

O transporte dentro do território nacional conta com o apoio de empresas e do Exército. Brasileiro. No trecho Rio de Janeiro-Porto Príncipe, o transporte será custeado pela Cruz Vermelha. A data de entrega das doações na capital haitiana está prevista para o dia 10 de dezembro.

O arcebispo militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães reuniu-se com o grupo de trabalho, no ministério da Defesa, para tratar dos procedimentos técnicos e o envio dos itens arrecadados.

O arcebispo militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães reuniu-se com o grupo de 
trabalho, no ministério da Defesa, para tratar dos procedimentos técnicos e o envio 
dos itens arrecadados.

Participaram ainda da reunião, o conselheiro nacional da Cruz Vermelha Brasileira (CVB), Fernando Antunes, o coordenador de Diplomacia Humanitária da CVB, André Camargo, a coordenadora da Campanha Nacional, Tânia Maria Borges e o ecônomo do Ordinariado Militar, coronel Gregoratto.

O que doar

Alimentos não perecíveis (leite em pó, arroz, açúcar, café, feijão, óleo, farinhas em geral, enlatados e macarrão), material de limpeza e escolar (exceto livros e cadernos), roupas, calçados, enxoval para bebê e tecidos.

Doações em Brasília (DF)

Local: Colégio Cor Jesu (Sagrado Coração de Jesus)
Endereço: Avenida L2 sul - Quadra 615 - Bloco G.

*Entrega na recepção da escola, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17 horas, e aos sábados, das 8h às 12 horas

(*) Favor informar que as doações são para a Campanha de Solidariedade às crianças do Haiti.
Mais informações com Tânia (61) 99213-1031 ou Sandra (61) 99214-5321.

Por Ten Fayga Soares



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...