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PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL DE ARROZ É PRIORIDADE PARA AGÊNCIA DA ONU

Foto: FAO/Hoang Dinh Nam

01/01/2017

Ideia é melhorar segurança alimentar em países em desenvolvimento e beneficiar pequenos agricultores; FAO lembra que mundo enfrentará desafio para produzir alimentos para quase 10 bilhões de pessoas nas próximas décadas.

Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque.

A agência da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, e o Instituto Internacional de Pesquisa de Arroz, Irri (sigla em inglês), acabam de firmar uma parceria para apoiar a produção sustentável do cereal em países em desenvolvimento.

A ideia é melhorar a segurança alimentar e ao mesmo tempo, preservar os recursos naturais. Com o acordo, as duas entidades vão trocar experiências técnicas e intensificar os trabalhos.

Fim da fome

O foco da parceria é garantir a produção sustentável de arroz para agricultores de pequena escala, especialmente mulheres. A vice-diretora da FAO, Maria Helena Semedo, declarou que mais de 3 bilhões de pessoas comem arroz por dia no mundo, por isso o cereal é essencial para a segurança alimentar e para o fim da fome.

Ao anunciar a novidade, as duas entidades lembram os desafios para produzir comida nas próximas décadas, já que a população mundial deve chegar a 10 bilhões de habitantes.

Consumo

A FAO e o Irri explicam que a produção do arroz está vulnerável aos impactos da mudança climática, como secas e enchentes. Os produtores atendidos pelo projeto vão aprender como melhorar as colheitas de diversas variedades de arroz.

A parceria também vai focar em otimizar as propriedades nutricionais do cereal e promover práticas sustentáveis nas cadeias de produção, de marketing e de consumo.

Fonte: Rádio ONU

Aumento da produção agrícola é essencial para fim da fome, diz Banco Mundial

Agricultura é fonte de emprego e renda para 70% dos pobres do mundo. Foto: Banco Mundial

23/06/2016

Instituição afirma que é preciso aumentar o ritmo de combate à desnutrição para alcançar o segundo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável até 2030.

Mariana Ceratti, de Brasília para a Rádio ONU*.

O relatório Indicadores de Desenvolvimento Global 2016, do Banco Mundial, afirma que nos últimos 25 anos, o percentual de desnutrição caiu quase pela metade no mundo, de 19% para 11%. No entanto, ainda há 795 milhões de pessoas desnutridas no mundo hoje, a maior parte delas em países de baixa renda, como os da África Subsaariana.

O documento diz ainda que vai ser muito difícil acabar com a fome até 2030, cumprindo o segundo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU, se o ritmo atual de queda continuar o mesmo.

Produtividade

O relatório discute maneiras de alcançar os objetivos das Nações Unidas. Uma delas é elevar a produtividade das famílias rurais. Afinal, para 70% dos pobres do mundo que vivem no campo, a agricultura é a principal fonte de emprego e renda.

Além disso, em 2030, a população e a demanda por alimentos devem aumentar nos países mais pobres do mundo, onde a produtividade agrícola é menor e a vulnerabilidade às mudanças climáticas, mais alta.

Alterações na produtividade agrícola, principalmente na produção de cereais, influem nos números de pobreza e desnutrição, segundo o estudo do Banco Mundial.

Nanismo

Em períodos de estagnação na produtividade, como a ocorrida entre 1990 e 1999 nos países mais pobres do mundo, houve pouca melhora nos níveis de pobreza e saúde nutricional.

Já entre 2000 e 2012, quando o crescimento médio anual de produção de cereais nos países de baixa renda foi de 2,6%, a pobreza e a desnutrição caíram 2,7% ao ano.

O relatório do Banco Mundial também traz avanços nos indicadores de nanismo e desnutrição severa em crianças de até 5 anos, mas lembra que ainda há muito por fazer.

A prevalência de nanismo, por exemplo, diminuiu desde 1990, mas permanece perto de 40% nos países mais pobres do mundo. Até 2025, o segundo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável visa reduzir em 40% o número de crianças de até 5 anos com nanismo.

*Reportagem do Banco Mundial no Brasil.

Fonte: Rádio ONU

Fome aumenta na América Central e Haiti em meio a seca agravada por El Niño

Na América Latina e no Caribe, cerca de 85 milhões de crianças recebem café da manhã, almoço e lanche em suas escolas diariamente. Refeições escolares são muitas vezes a única refeição regular e nutritiva que uma criança recebe. Foto: PMA/Mike Bloem

17/04/2016

A pedido dos governos, Programa Mundial de Alimentos da ONU ampliará ajuda para tentar alcançar 1,6 milhão de pessoas na Guatemala, Honduras, El Salvador e Haiti. Agência também busca reforçar resiliência contra futuros choques climáticos.

A agência de ajuda alimentar das Nações Unidas ajudará 1,6 milhão de pessoas atingidas por secas exacerbadas pelo fenômeno ‘El Niño’ na Guatemala, Honduras, El Salvador e Haiti, apoiando a capacitação de resiliência contra futuros choques climáticos.

Após visitar El Salvador e Guatemala para ver o impacto do El Niño, um dos mais fortes na última metade do século, a diretora executiva do Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), Ertharin Cousin, disse que a agência planejava aumentar sua ajuda para os mais vulneráveis nos quatro países até agosto.

“Ao mesmo tempo, trabalhando em estreita colaboração com os governos, estamos colocando a resiliência no centro da nossa resposta mais duradoura”, disse ela na Guatemala. “Temos de trabalhar para garantir que as pessoas vulneráveis não sejam repetidamente empurradas mais profundamente para a fome e possam construir estruturas mais duradouras que sobrevivam a potenciais desastres.”

“O PMA está empenhado em ajudar as pessoas a construir um mundo com Fome Zero”, acrescentou. “A chave para este objetivo global a ser alcançado na América Central e em outros lugares é que as comunidades sejam capazes de se adaptar melhor, garantindo que estejam mais preparadas para choques climáticos e possam se recuperar mais rapidamente.”

Pessoas atingidas pela seca em El Salvador e na Guatemala se beneficiam de programas financeiros, de vouchers e de transferências por meio de telefonia móvel para obter alimentos – incluindo produtos mais diversificados e frescos –, ao mesmo tempo em que as economias locais são beneficiadas. Além disso, o PMA e os seus parceiros oferecem treinamento de nutrição, bem como suporte para reflorestamento, irrigação e comunidades de jardins.

De acordo com avaliações do PMA e dos governos locais, mais de 2 milhões de pessoas na Guatemala, Honduras e El Salvador estão em insegurança alimentar. A maioria são agricultores familiares que colhem uma vez por ano e vivem no chamado ‘Corredor Seco’.

A pedido dos governos, o PMA forneceu ajuda alimentar em 2014 e 2015 para mais de 1,2 milhão de pessoas nos três países.

Nesta semana, a chefe do PMA visita o Haiti para conhecer comunidades vulneráveis que lutam contra o impacto do El Niño. Cerca de 3,6 milhões de pessoas estão em insegurança alimentar no país após três anos de seca severa.

O PMA inicialmente respondeu com a distribuição de alimentos por um período de dois meses para 120 mil pessoas. A agência pretende agora lançar uma operação de emergência para ajudar 1 milhão de pessoas, principalmente por transferências de dinheiro. Mais intervenções nutricionais são planejadas para evitar um aumento da desnutrição aguda.

O PMA precisa de 100 milhões de dólares para ajudar as 1,6 milhão de vítimas da seca até agosto, nos quatro países – Guatemala, Honduras, El Salvador e Haiti.

Níger: situação é crítica em Diffa com a chegada dos períodos de fome e malária

Foto: MSF
15/07/2015

Conflito no sul do país também contribui para o agravamento das condições de vida da população

A situação já frágil da população em Diffa foi, recentemente, agravada pela escalada do conflito armado em andamento no sul do Níger, na fronteira com o norte da Nigéria. A região está enfrentando novas ondas de deslocados e refugiados escapando da violência ao redor do Lago Chade, especialmente desde o fim de fevereiro, quando o conflito chegou ao Níger. As condições de vida da população deslocada – com pouco acesso a cuidados de saúde e água limpa – são críticas.

A ampla maioria das pessoas buscando refúgio em Diffa estão abrigadas em assentamentos dispersos ou com famílias locais. Porém, a solidariedade e os mecanismos das pessoas para lidar com essa situação estão começando a fraquejar devido ao número crescente de deslocados e à situação já precária das famílias que os abrigam. Além disso, atualmente, cerca de 17 mil pessoas estão instaladas em dois acampamentos espontâneos de deslocados internos, nos distritos de Bosso e Nguigmi, após a evacuação do Lago Chade no fim de abril. São muito poucos os atores humanitários trabalhando na região.

“Muitas das pessoas às quais estamos prestando assistência tiveram experiências traumáticas que as forçaram a deixar suas casas. No entanto, em Diffa, elas estão passando por uma situação muito difícil, na medida em que suas necessidades básicas não são atendidas. Além do mais, elas também estão com medo de serem atacadas novamente”, explica Elmounzer Ag Jiddou, coordenador-geral de MSF no Níger.

A estação chuvosa e o período de fome estão próximos

Nas próximas semanas, Diffa enfrentará o habitual período de fome, quando o número de crianças afetadas por desnutrição aguda grave aumenta. Neste ano, a situação está especialmente crítica porque a violência está afetando o comércio usual da região e muitas das plantações não foram cultivadas.

Além disso, a chegada iminente da estação chuvosa trará consigo um número crescente de casos de malária que, combinados ao aumento da desnutrição, comporão um “coquetel letal”, especialmente para crianças mais novas. Ademais, a combinação das chuvas fortes e as condições de saneamento já precárias nos acampamentos de deslocados têm o potencial para deteriorar ainda mais a situação de saúde de uma população que se encontra enfraquecida pela crise em andamento na área da bacia no Lago Chade, onde a cólera é endêmica.

“As chuvas também tornam o acesso mais difícil, obstruindo ainda mais a chegada de ajuda humanitária. Agora, há muito poucas organizações na região, apesar das grandes necessidades, e estamos muito preocupados com a possibilidade de a situação se deteriorar ainda mais nos próximos meses”, diz Luis Encinas, gestor do programa de MSF no Níger. “Em resposta, nós começamos a diversificar nossas atividades, construindo latrinas e cuidando do abastecimento de água, na medida em que esses aspectos se tornaram prioridades e ainda não estão recebendo o nível de atenção que deveriam.”

MSF amplia atividades em Diffa para responder às necessidades crescentes da população

Para melhorar a oferta de cuidados de saúde para a população local e deslocada, MSF está trabalhando junto ao Ministério da Saúde no principal centro de saúde materna e pediátrica da cidade de Diffa e em seis centros de saúde nos distritos de Diffa, Nguigmi e Bosso. Para evitar o aumento do número de casos de malária nos próximos meses, MSF começará a distribuir 25 mil mosquiteiros impregnados com inseticida na região.

A organização também está prestando assistência por meio de clínicas móveis nos acampamentos de Nguigmi e Bosso, onde equipes ofereceram cuidados médicos a mais de 2.500 pessoas durante o mês de junho. No acampamento de Yebi, em Bosso, MSF também está conduzindo atividades de água e saneamento para garantir que cada pessoa tenha acesso a 20 litros de água por dia, a quantidade mínima recomendada em uma situação de emergência.

MSF em Diffa

MSF começou a atuar em Diffa em dezembro do ano passado para responder a um surto de cólera, tratando um total de 271 pacientes. Desde janeiro de 2015, a organização começou a apoiar os centros de saúde de Ngarwa e Gueskerou (no distrito de Diffa) e Nguigmi (no distrito de Nguigmi). Após o ataque do Boko Haram em Diffa, no dia 6 de fevereiro, MSF ampliou suas atividades, apoiando o principal centro de saúde materna e pediátrica da cidade. No início de maio, MSF expandiu novamente suas atividades para prestar assistência à população deslocada que deixou o Lago Chade e vivia em condições precárias nos acampamentos de deslocados. Finalmente, desde o início de julho, MSF começou a apoiar três centros de saúde adicionais em Baroua, Toumour (no distrito de Bosso) e Ngalewa (no distrito de Nguigmi).

Desde o início dos trabalhos em Diffa, MSF realizou mais de 15 mil consultas médicas, sendo mais de 12 mil delas destinadas a crianças com menos de cinco anos, e mais de 450 pacientes foram admitidos no centro de saúde materna e pediátrica em Diffa.

Atualmente, há 122 profissionais de MSF atuando no país; 11 internacionais e 111 locais.



Crianças do Iêmen sob risco iminente de desnutrição severa

Crianças iemenitas sob risco de desnutrição. Foto: Unicef

10/05/2015

Unicef alerta para possibilidade de 120 mil menores sofrerem com a falta de comida, de serviços de saúde e de higiene nos próximos três meses; desde 19 de março, 1,4 mil pessoas foram mortas no país e 6 mil ficaram feridas.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

As crianças do Iêmen têm mais risco de morrer de fome do que atingidas por bombas ou balas, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef. O país árabe passa por um conflito desde 19 de março, que já causou a morte de 1,4 mil pessoas e deixou outras 6 mil feridas.

Nesta sexta-feira, o porta-voz do Unicef, Christophe Boulierac, alertou para a possibilidade de 120 mil crianças iemenitas enfrentarem desnutrição severa nos próximos três meses.

Combustível

Segundo ele, os serviços de saúde e de higiene precisam voltar a funcionar normalmente e outro problema são as restrições às importações de combustível e de comida.

O representante do Unicef afirmou que 2,5 milhões de crianças menores de cinco anos sofrem risco iminente de diarreia. E sem campanhas de vacinação adequadas, 1,2 milhão de menores podem contrair pneumonia ou sarampo.

Fuga

Em quase três meses de conflito, 300 mil civis fugiram de suas casas na nação do Golfo. Equipes internacionais de ajuda humanitária estão tendo problemas para entrar no país e ampliar a assistência à população.

Algumas agências parceiras da ONU confirmaram que precisaram suspender a distribuição de comida em vários distritos do Iêmen devido à falta de combustível.

Dengue

O Escritório da ONU para Coordenação de Assistência Humanitária, Ocha, destaca ser preciso aumentar as importações regulares de combustível. E 90% do país depende da importação de comida.
Além da desnutrição, a falta de saneamento é outro reflexo do conflito, sendo que quase 500 casos de dengue foram confirmados. A Organização Mundial da Saúde está distribuindo kits para o diagnóstico da dengue e da malária.

Nesta sexta-feira, o enviado especial da ONU para o Iêmen, Ismail Ould Cheikh Ahmed, encontrou-se com o presidente do Iêmen, Mansour Hadi e com o vice-presidente e primeiro-ministro Khaled Bahah.

As reuniões, na Arábia Saudita, fazem parte do esforço do enviado em ajudar a solucionar a crise no país.

Fonte: ONU


Fome e Crise humanitária na Somália

Menina somali aguarda pela sua vez para coletar água 

22/04/2015
  
Publicado por África Urgente, em 21 de março de 2014 

Somália é considerada um dos países mais pobres da África, lugar onde a fome e os conflitos crescem a cada dia que se passa. Devido à seca e a falta de ajuda alimentar cerca de 3,6 milhões de pessoas vivem sobre o risco de fome e algumas chegam até a morrer, a maioria delas são crianças que morrem devido à desnutrição, um problema que não se acaba, e ao passar dos anos vai ficando pior são centenas de somalis prejudicados com este problema, alguns deles vivem em acampamentos dentro e fora da capital de Mogadíscio. Por lá o  sofrimento e castidade são constantes um cenário de dor e muito sofrimento podemos ver todos os dias.

A taxa de mortalidade está crescendo a cada ano que se passa e a  grande e a  causadora de tudo isso é a fome. Entre maio de 2012 e agosto o número de mortes subiram para 258.000 pessoas somalis que morreram de fome, a mortalidade infantil da Somália  aumentou para 29 mil crianças e este numero tende a crescer todos estão vivendo em um estado de calamidade todos desnutridos fracos precisando de vitaminas e proteínas algumas desabrigadas sem ter onde ir, o maior numero de mortos estão de 133.000 todas  crianças com menos de 5 anos de idade.

Em media já morrem cerca de 300 crianças por dia, e 640 mil crianças somalis estão subnutridas, todas precisando de ajuda para sobreviver à fome na Somália foi provada por causa de uma grave seca no Chifre da África e foi piorando devido a falta de segurança no país que infelizmente está em guerra civil desde a queda do presidente Siad Barre em 1991 a cada ano que se passa a situação na Somália vai ficando pior milhares de famílias somalis estão doentes e desnutridas.



Eleições 2014: Marina fala de fome, Aécio de pesquisa e Dilma de micro e pequenas empresas

18/09/2014

Os três principais candidato que disputam a Presidência da República usaram o programa eleitoral nesta quinta-feira para abordar temas diversos


Em seus programas eleitorais no rádio na manhã desta quinta-feira, os três principais candidatos à Presidência da República focaram temas diferentes. Marina Silva garantiu que não vai acabar com o Bolsa Família, Aécio Neves ressaltou seu crescimento na última pesquisa Ibope e Dilma Rousseff dedicou o programa para falar de projetos para micro e pequenas empresas.

O programa do PSB reapresentou um discurso de Marina Silva feito em Fortaleza. Nele, ela fala da infância difícil e da fome e conta que os pais muitas vezes deixavam de comer para dar alimentos aos filhos. Ela garantiu que, por sua história, jamais acabará com o Bolsa Família. "Não é um discurso, é uma vida", afirma Marina. No início da fala, a candidata se dirigiu diretamente à principal adversária. "Dilma, não vou lhe combater com as suas armas, vou lhe combater com as nossas verdades", disse Marina.

O PSDB começou seu programa ressaltando o crescimento de Aécio Neves nas pesquisas, com os locutores dizendo que o mineiro foi "o único que subiu" e que "quem pode encarar de frente a Dilma no segundo turno é o Aécio". O programa ainda usou um canto, tradicionalmente usado por torcidas de futebol em estádios, dizendo que "o campeão voltou".

Em seguida, Aécio falou das dificuldades de se implantar projetos no governo federal. Sem citar o nome de Marina Silva, candidata que frequentemente é acusada de não ter força política, Aécio disse que o mundo político é duro, "até cruel". O tucano disse ainda que "no governo, ou você comanda ou é comandado". "Sonhar, todo mundo sonha. Agora quero ver mudar as coisas de verdade", disse Aécio.

A presidente Dilma ignorou seus adversários e falou sobre projetos para micro e pequenos empreendedores. A candidata do PT exaltou o Simples Nacional e disse que, na prática, ele é o início da "reforma tributária que todo o nosso País reivindica". A petista chamou a burocracia de "praga" e prometeu que o processo de abrir ou fechar uma pequena empresa vai demorar "apenas 5 dias". Hoje, segundo a própria Dilma, são necessários, em média, 107 dias.

Outra promessa feita por Dilma para um segundo mandato foi a criação do Pronatec Jovem Aprendiz. Nele, em vez de a empresa bancar um curso profissionalizante para o aprendiz contratado, o governo é quem vai oferecer o estudo. "A micro e pequena empresa só precisa contratar", disse Dilma.

Fonte: em.com.br





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