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ÁRVORES: JASMIM MANGA (PLUMERIA RUBRA)

 


13/12/2022

Árvore encantadora, com flores lindas e cheirosas, é muito exótica.  Planta perene que pode chegar até 6 metros de altura. Bastante ornamental, podendo ser cultivada isolada ou em grupos, em amplos espaços, preferencialmente longe de dormitórios devido ao forte perfume.

Nome popular: Jasmim Manga

Nome Ciêntífico: Plumeria rubra

Família: Apocynaceae

Origem: América Central, América do Norte, América do Sul

Ciclo de vida: perene

Folha: Perde folhas no inverno ou em época de estiagem prolongada, as folhas são grandes, brilhantes e com nervuras bem definidas, nascem na ponta dos galhos.

Crescimento da planta: O jasmim-manga é uma árvore encantadora, seu aspecto exótico e suas flores perfumadas envolvem a todos. Altura: 4.7 a 6.0 metros. Seu crescimento é considerado lento.

Frutos: não dÁ frutos

Quando da Flores? A floração inicia-se no fim do inverno e permanece pela primavera

Flores: A floração inicia-se com a sucessiva formação de flores de diversas cores e nuances entre o branco, o amarelo, o rosa, o salmão e o vinho. 

Como adubar essa planta?➜ No plantio recomenda-se usar 15 litros de esterco de curral ou de composto orgânico; ou 5 litros de esterco de galinha já curtido, mais 150 gramas de superfosfato misturados na terra retirada dos primeiros 20 centímetros da cova. Essa mistura deverá ir para o fundo da cova. Se preferir usar adubo mineral utilize NPK 4-14-8, cerca de 10 colheres na cova. ➜ Um ano após o plantio aplique de 3 a 4 vezes por ano NPK 4-14-8, começando com 3 colheres e ir aumentando conforme tamanho da planta. Aplicar o adubo na projeção da copa, nunca junto ao caule. 

Como regar essa planta? Quando jovem manter o solo ligeiramente úmido aplicando pouca água. Uma vez estabelecida, regar 1 vez por semana no caso de estiagens muito prolongada.

Vai em qual clima? Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical

Aceita poda? Quando jovem fazer poda de formação e condução, retirando brotações laterais e galhos com má formação; depois de adulta somente galhos secos. 

Vai na sombra? Sol Pleno

Planta de frio ou calor? Quente, não tolera geada.

Atrai pássaros? Atrai beija-flores

Quais pragas tem essa planta? O fungo Coleosporium plumeriae de coloração alaranjada, conhecido popularmente como “ferrugem”, encontra facilidade de propagação com a umidade. Pode ser eliminado com aplicação de fungicidas, corte de folhas e ramos infectados e queima dos mesmos.

Fonte: Sítio da Mata

COSTA RICA VAI FECHAR ZOOLÓGICOS E LIBERTAR ANIMAIS CATIVOS

Em uma década todos os parques e zoológicos do país vão ser fechados pelas autoridades

27/06/2016

O país tem uma das biodiversidades mais ricas do planeta, com 4% de todas as espécies conhecidas

Os animais vem ganhando cada vez mais o respeito dos humanos. Seja pelos pet cafés pelo mundo, pela inclusão dos bichinhos no roteiro das férias ou libertação de bichos que ainda vivem em cativeiro, a sociedade parece estar mudando, em grande parte, o pensamento sobre isso. Após a anunciação do fim de shows com animais no Sea World, que sempre exibiu baleias orca em espetáculos para o público, agora foi a vez da Costa Rica mostrar solidariedade com o reino animal e dar um exemplo de humanidade para os próprios seres humanos. As autoridades do país vão fechar todos os parques e zoológicos do país.

Não é a primeira vez que o destino da América Central mostra sua preocupação com os animais. O Instituto das Preguiças da Costa Rica, criado em 2013, cuida de mais de cem bichinhos que foram encontrados sob perigo na natureza. Além disso, o país tem uma das mais ricas biodiversidades do planeta, com 4% de todas as espécies conhecidas.

Agora a expectativa é que em até uma década todos os parques e zoológicos do território nacional sejam fechados pelas autoridades locais. O prazo é por conta dos contratos com as instalações, que têm mais dez anos de funcionamento garantido pela Justiça.

Os animais que não tenham condições de sobreviver sozinhos na natureza serão 
atendidos em instalações próprias para resgate e refúgio da vida silvestre

Segundo o ministro do Meio Ambiente da Costa Rica, René Castro, o país está conseguindo "desmontar as jaulas e reforçar a ideia de interação com a biodiversidade em parques botânicos, de uma maneira natural". Ele afirmou ainda que animais em cativeiro e encarcerados só serão permitidos no caso de resgate para protegê-los.

Com a mudança, os animais que estiverem em cativeiro e que não tenham condições de sobreviver sozinhos em um ambiente natural serão atendidos em instalações próprias para resgate e refúgio da vida silvestre.


Fome aumenta na América Central e Haiti em meio a seca agravada por El Niño

Na América Latina e no Caribe, cerca de 85 milhões de crianças recebem café da manhã, almoço e lanche em suas escolas diariamente. Refeições escolares são muitas vezes a única refeição regular e nutritiva que uma criança recebe. Foto: PMA/Mike Bloem

17/04/2016

A pedido dos governos, Programa Mundial de Alimentos da ONU ampliará ajuda para tentar alcançar 1,6 milhão de pessoas na Guatemala, Honduras, El Salvador e Haiti. Agência também busca reforçar resiliência contra futuros choques climáticos.

A agência de ajuda alimentar das Nações Unidas ajudará 1,6 milhão de pessoas atingidas por secas exacerbadas pelo fenômeno ‘El Niño’ na Guatemala, Honduras, El Salvador e Haiti, apoiando a capacitação de resiliência contra futuros choques climáticos.

Após visitar El Salvador e Guatemala para ver o impacto do El Niño, um dos mais fortes na última metade do século, a diretora executiva do Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), Ertharin Cousin, disse que a agência planejava aumentar sua ajuda para os mais vulneráveis nos quatro países até agosto.

“Ao mesmo tempo, trabalhando em estreita colaboração com os governos, estamos colocando a resiliência no centro da nossa resposta mais duradoura”, disse ela na Guatemala. “Temos de trabalhar para garantir que as pessoas vulneráveis não sejam repetidamente empurradas mais profundamente para a fome e possam construir estruturas mais duradouras que sobrevivam a potenciais desastres.”

“O PMA está empenhado em ajudar as pessoas a construir um mundo com Fome Zero”, acrescentou. “A chave para este objetivo global a ser alcançado na América Central e em outros lugares é que as comunidades sejam capazes de se adaptar melhor, garantindo que estejam mais preparadas para choques climáticos e possam se recuperar mais rapidamente.”

Pessoas atingidas pela seca em El Salvador e na Guatemala se beneficiam de programas financeiros, de vouchers e de transferências por meio de telefonia móvel para obter alimentos – incluindo produtos mais diversificados e frescos –, ao mesmo tempo em que as economias locais são beneficiadas. Além disso, o PMA e os seus parceiros oferecem treinamento de nutrição, bem como suporte para reflorestamento, irrigação e comunidades de jardins.

De acordo com avaliações do PMA e dos governos locais, mais de 2 milhões de pessoas na Guatemala, Honduras e El Salvador estão em insegurança alimentar. A maioria são agricultores familiares que colhem uma vez por ano e vivem no chamado ‘Corredor Seco’.

A pedido dos governos, o PMA forneceu ajuda alimentar em 2014 e 2015 para mais de 1,2 milhão de pessoas nos três países.

Nesta semana, a chefe do PMA visita o Haiti para conhecer comunidades vulneráveis que lutam contra o impacto do El Niño. Cerca de 3,6 milhões de pessoas estão em insegurança alimentar no país após três anos de seca severa.

O PMA inicialmente respondeu com a distribuição de alimentos por um período de dois meses para 120 mil pessoas. A agência pretende agora lançar uma operação de emergência para ajudar 1 milhão de pessoas, principalmente por transferências de dinheiro. Mais intervenções nutricionais são planejadas para evitar um aumento da desnutrição aguda.

O PMA precisa de 100 milhões de dólares para ajudar as 1,6 milhão de vítimas da seca até agosto, nos quatro países – Guatemala, Honduras, El Salvador e Haiti.

Pesquisa diz que cacau é originário da Amazônia, não da América Central

Fruto de cacau, com os grãos usados para fazer o chocolate em seu interior.
(Foto: USDA/Divulgação)
18/09/2013

Ele já era consumido na floresta há 5,5 mil anos, segundo cientista.
Arqueólogos encontraram cultura antiga no sudeste do Equador.

Diferentemente do que se imaginava, o cacau tem origem amazônica - e não centro-americana - e já era consumido há 5,5 mil anos, aponta uma pesquisa desenvolvida por vários arqueólogos equatorianos e franceses, que chegaram a encontrar restos de uma grande cultura no sudeste do Equador.

Este grupo encontrou evidências químicas e físicas de cacau da variedade "fino de aroma", muito apreciada atualmente pela indústria do chocolate, nos vestígios de recipientes encontrados na província de Zamora Chinchipe, na Amazônia equatoriana.

Francisco Valdez, que dirige a missão de pesquisa na jazida Santa Ana-La Florida, no cantão Palanda de Zamora Chinchipe, declarou à Agência Efe que o cacau foi criado na alta Amazônia e de lá, de alguma forma, foi levado à América Central.

"Na realidade, o cacau não é original dessa região, da América Central, como pensavámos até agora, pois se presume que, inclusive, há 7 mil anos ele já existia na bacia alta da Amazônia", diz. Seu uso social foi iniciado há 5,5 mil anos, segundo os testes de carbono 14 a que foram submetidos os vestígios encontrados na cultura Mayo-Chinchipe-Marañón, descoberta em 2002 na região e que aparentemente se estendeu pela floresta peruana até o maior afluente da parte alta do rio Amazonas.

Na América Central, existem dados do uso do cacau, por parte da cultura Olmeca, que nos remetem há 3 mil anos, quando obteve um desenvolvimento importante e se estendeu pela Guatemala, Honduras e Nicarágua, além do México e da América do Norte.

"O cacau é amazônico e, por algum mecanismo, foi levado a esta região da América Central, onde ganhou uma importância cultural muito grande", acrescentou Valdez, que lidera o projeto em Zamora Chinchipe, com o auspício dos institutos de Patrimônio Cultural (INPC) do Equador e de Investigação para o Desenvolvimento (IRD) da França.

Para ele, a descoberta arqueológica poderia transformar a história americana como a mesma é conhecida atualmente. Segundo suas pesquisas, a cultura Mayo-Chinchipe-Marañón teve uma organização sofisticada e, aparentemente, teve relação com culturas dos Andes e da costa do Equador.

Para o pesquisador, o achado de conchas marinhas na floresta dá conta da relação entre os povos amazônicos com os do litoral, com os quais, seguramente, trocavam produtos de cada região.

Além de outros vegetais, como a mandioca, os amazônicos também levavam cacau para o litoral, onde também floresceu a cultura Valdivia, uma das mais antigas da América do Sul e que habitou a zona tropical do Equador há cerca de 6 mil anos.

Segundo Valdez, esta e outras descobertas arqueológicas poderiam contrariar a história antiga, sobretudo a visão de que "a Amazônia era selvagem e que a floresta impedia o desenvolvimento de cultivos".

A Mayo-Chinchipe-Marañón é a cultura "mais antiga da Amazônia ocidental" e "apresenta sinais de uma sofisticação social" complexa, acrescentou Valdez. A arqueologia também foi alvo de muitos debates na semana passada na capital equatoriana, já que a cidade abrigou o 3º Encontro Internacional de Arqueologia Amazônica.

Fonte: G1 Natureza

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