Mostrando postagens com marcador Conselhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Conselhos. Mostrar todas as postagens

Brasil é eleito para integrar o Conselho de Direitos Humanos

Saguão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré.

31/10/2016

Mandato de três anos começa em 1º de janeiro de 2017; foram 14 países escolhidos pela Assembleia Geral da ONU, incluindo Arábia Saudita, China, Cuba, Estados Unidos e Iraque.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York. 

Os países-membros da ONU decidiram nesta sexta-feira os novos integrantes do Conselho de Direitos Humanos, órgão que tem sede em Genebra. A votação aconteceu em Nova York, no saguão da Assembleia Geral.

Foram 18 países candidatos para 14 vagas, representando várias regiões do mundo. Eram duas cadeiras para candidatos da América Latina e do Caribe e os escolhidos foram Brasil e Cuba, país que conseguiu ser reeleito. Guatemala era o terceiro concorrente.

Escolhidos

O mandato começa no dia 1º de janeiro de 2017 e segue por três anos. Para o bloco da África, foram escolhidos Egito, Ruanda, África do Sul e Tunísia. Representando a Europa do Leste, Croácia e Hungria.

Já Reino Unido e Estados Unidos ficaram com as duas vagas para Europa Ocidental e Outros Países. Para Ásia-Pacífico, os novos membros do Conselho serão China, Iraque, Japão e Arábia Saudita.

Mandato

O Conselho de Direitos Humanos é formado por 47 países-membros, eleitos de forma individual e secreta pela Assembleia Geral. Fica com a vaga quem tem a maioria dos votos.

Neste ano, o Conselho de Direitos Humanos comemora uma década desde que foi criado, com o objetivo de reforçar a promoção e a proteção dos direitos humanos pelo mundo, debater violações e fazer recomendações aos países.

Fonte: Rádio ONU


Conselho de Segurança da ONU renova missão no Haiti

Tropa da ONU no Haiti. Foto: Minustah
16/10/2015

O Conselho de Segurança renovou por mais um ano o mandato da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti, Minustah. Também ficou decidido que as tropas devem continuar com mais de 2,3 mil soldados de paz e o componente policial deve ter mais de 2,6 mil agentes, pouco mais do que os atuais 2,2 mil policiais.

Ao aprovar a resolução esta quarta-feira, o Conselho afirmou que considera retirar a Minustah do Haiti a partir de 15 de outubro de 2016. Os Estados-membros destacam a intenção da ONU de continuar apoiando o governo e a Polícia Nacional Haitiana.

A Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti, Minustah, já está sob novo comando. O general Ajax Porto Pinheiro, do Brasil, tomou posse na noite de terça-feira.

O repórter da Rádio ONU, Edgard Júnior, falou sobre o assunto no Jornal da GloboNews. Assista ao vídeo.

Fonte: ONU

Uma lei para salvar os frágeis corais do Atlântico

Crédito: National Oceanic and Atmospheric Administration

17/02/2015

O Conselho que estabelece as regras para a pesca na Costa do Médio Atlântico se reunirá na quarta-feira (18) para decidir sobre a proteção dos ecossistemas frágeis e pouco conhecidos que abrigam corais de águas profundas em cerca de 15 zonas oceânicas. Grupos ambientais e pescadores esportivos têm pressionado o Conselho pela proteção desses cânions e de áreas similares, que vão do Cânion Block, perto de Nova York, ao Cânion Norfolk, na Virgínia, contra a pesca da lula. Eles também vêm fazendo lobby para ampliar as restrições à pesca em uma área muito maior.

Já os integrantes da indústria da pesca de lula se opõem às restrições mais amplas e sugeriram mais estudos e fronteiras mais limitadas em quatro dos cânions, assim como discussões mais aprofundadas sobre os outros cânions. Outro problema é que alguns dos corais também podem ser afetados pelas perfurações em busca de gás e óleo no Atlântico, depois que o presidente Barack Obama disse, no mês passado, que abriria a região para arrendamentos desse tipo. No entanto, órgãos diferentes estão envolvidos nesse processo.

Os cânions se distribuem entre Nova York e Virgínia, enquanto os arrendamentos para as perfurações seriam garantidos da Virgínia para o sul, uma área que incluiria o Cânion Norfolk e talvez parte de um outro.

Os cientistas e os pescadores conhecem os corais há pelo menos um século. Eles vivem centenas de metros sob a superfície dos oceanos e concentram comunidades diversificadas de vida. As regiões atraem todo tipo de animais marinhos em diferentes períodos do ano, incluindo as lulas.

Pesquisadores e os integrantes da indústria da pesca vêm aprendendo continuamente sobre os corais desde 1950, principalmente na última década, quando a Administração Nacional de Oceanos e da Atmosfera passou a usar submarinos e veículos operados remotamente para investigar as profundezas e capturar novas informações, imagens e vídeos.

O biólogo marinho Peter J. Auster, professor emérito da Universidade de Connecticut e principal pesquisador do Mystic Aquarium, tem estudado corais por 30 anos e conta que eles já foram encontrados em encostas íngremes de montes submarinos e em cânions cortados nas plataformas continentais. "Essas paisagens são cavalas, pâmpanos-manteiga e lulas.

A emenda inclui uma complexa variedade de cláusulas que cobrem a profundidade, o tipo de pesca e as fronteiras, mas os mais importantes itens em discussão são a proteção dos cânions e uma séries de restrições para uma zona mais ampla.

Brad Sewell, advogado sênior do programa de oceanos do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais, afirma: "Se essas duas zonas de proteção forem aprovadas e efetivadas, formariam a maior área protegida da costa do Atlântico".

Os pescadores de lula dizem que as restrições prejudicariam uma indústria que tem sido responsável e sustentável. Greg DiDomenico, diretor executivo da Garden State Seafood Association, que representa as empresas de pesca comercial de Nova Jersey, explica que seu grupo apoia a proteção de corais.

"Não há como negar que essas criaturas são extremamente importantes", diz ele. Mas DiDomenico afirma que a emenda proposta não tem base em evidências consistentes. "Não sabemos exatamente o que existe lá embaixo", explica ele. DiDomenico está pedindo mais estudos, e recentemente seu grupo enviou novas propostas ao Conselho. A perspectiva de demora perturba alguns dos que advogam por uma proteção mais severa, incluindo John McMurray, praticante de pesca esportiva e membro do Conselho de pesca. O Conselho vem trabalhando nessa emenda por quase três anos, avisa ele: "Tivemos vários períodos para comentários. O público claramente quer que esses corais sejam protegidos."

Fonte: UOL


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...