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BRASIL PARTICIPA DE REUNIÕES PARA PROTEÇÃO DA ANTÁRTICA; NOVA ESTAÇÃO DE PESQUISA FICA PRONTA EM 2019

Pesquisadores da UnB embarcam rumo à à ilha Deception, na Antártica, 

em janeiro de 2018 (Foto: Marcelo Jatobá/UnB)

15/05/2018

Na Argentina, país vai apresentar retorno sobre controle de dejetos. Base de pesquisa brasileira na região funciona em módulos emergenciais desde que incêndio atingiu estação em 2012.

Até sexta-feira (18), o Brasil estará em Buenos Aires (Argentina) para apresentar um retorno sobre as ações feitas na Antártica para demais signatários do Protocolo de Madrid, tratado vigente desde 1998 com ações de proteção e pesquisa na região.

O Ministério do Meio Ambiente informa que o país deve apresentar resultados sobre o manejo ambiental da Estação Antártica Comandante Ferraz, que está em reconstrução desde incêndio em 2012 e deve ficar pronta em 2019 (veja abaixo).

Funcionando em módulos de emergência, a estação realiza tratamentos de dejetos de todo o lixo produzido.

Ainda, em conjunto com a Polônia, o Brasil apresentará proposta que considera a Baía de Almirantado, onde está localizada a estação brasileira, a primeira Área Antártica Especialmente Gerenciada (AAEG). Lá, também está localizada a estação Henryk Arctowski, de controle da Polônia.

De acordo com a pasta, o propósito da AAEG é assegurar o planejamento e coordenação das atividades em uma área especifica, tendo autonomia para redução do impacto ambiental.

O país é signatário do Protocolo de Madrid, vigente desde 1998, que estabelece ações de proteção na região que é a maior reguladora térmica do planeta e a maior em extensão em áreas silvestres.

Explicação da Marinha sobre a reconstrução da estação

Incêndio e nova estação

Em fevereiro de 2012, um incêndio afetou 70% das instalações da Estação Antártica Comandante Ferraz, base da pesquisa brasileira na Antártica, deixando dois mortos: os tenentes Carlos Alberto Vieira Figueiredo e Roberto Lopes dos Santos.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a nova estação de pesquisa brasileira deve ficar pronta em 2019.

A empresa chinesa Ceiec é a responsável pelas obras, que tem um custo de US$ 99,6 milhões. Pelas condições climáticas, o projeto foi montado na China e transportado por navio até a Antártica (veja vídeo acima)

Instalada em 1984, a estação faz parte do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criado em 1982 para desenvolver pesquisas em áreas como oceanografia, biologia, glaciologia e meteorologia.

Os pesquisadores brasileiros são levados à Antártica durante o verão da região (outubro a março) por meio de navios da Marinha e de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).

Pesquisadores enviados à base na Antártica

Marinha espera concluir reconstrução da estação em março de 2019

Fonte: Marinha

Na Antártica, o Brasil investiga reflexos das alterações ambientais globais percebidas na região, com estudos integrados da atmosfera, do gelo, do solo e do oceano e investigações sobre a variabilidade climática no passado.

O país ainda monitora parâmetros físicos, químicos e biológicos que caracterizam o ambiente atual, possibilitando a compreensão e o detalhamento do papel da região como controladora das condições ambientais no Hemisfério Sul.

Fonte: G1 Natureza


Coca-Cola quer 100% de PETs recicladas como legado da Copa

Coletores estão colocados em pontos estratégicos para evitar garrafas nas arquibancadas
Foto: Coca-Cola do Brasil / Divulgação

27/06/2014

A Coca-Cola do Brasil espera que a Copa do Mundo deixe como legado a ampliação do uso do PET reciclado para 100% de sua produção de garrafas. A empresa é parceira da Fifa em ações de sustentabilidade durante o torneio de futebol e desenvolve, pela primeira vez no evento, a reciclagem de todo resíduo descartado dentro dos estádios, nas 12 cidades-sede. "Trabalhamos três temas, que devem ficar de legado desta Copa do Mundo: vida ativa, desenvolvimento de comunidades e a reciclagem", explicou Victor Bicca, diretor de Sustentabilidade da Coca-Cola, ao Terra, durante a partida entre Argentina e Nigéria, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. 

A Coca-Cola é uma das patrocinadoras da Copa do Mundo Fifa
Foto: Reuters

A primeira iniciativa foi a Copa Coca-Cola, cujos vencedores foram selecionados para trabalhar como gandulas nos 64 jogos do torneio; a segunda foi o projeto Coletivo, que proporcionou o primeiro emprego a jovens de comunidades, que trabalham em ações da empresa e na gestão dos bares do evento; e a terceira é a ação dos catadores nos estádios. "É o maior dos temas. A Coca-Cola há muitos anos apoia cooperativas, discute iniciativas e ajuda o governo na questão da reciclagem", aponta o executivo. 

Coleta seletiva
A ideia é usar a Copa para gerar conscientização de cidadãos e governos sobre a importância da reciclagem: "Cidades como Porto Alegre e Curitiba têm bons índices de coleta seletiva, mas São Paulo, por exemplo, que é uma das maiores cidades da América Latina, só tem 3% de coleta. É uma questão de cuidado com o ambiente e de inclusão social". 

O projeto nos estádios começou ainda na Copa das Confederações, em 2013, com 240 catadores, nos 16 jogos. Foram recolhidos 70 toneladas de resíduos, espalhados em 1,4 mil coletores. Essas lixeiras foram desenvolvidas especialmente com essa finalidade: estão em maior número nos estádios, são maiores e transparentes, por motivos de segurança. Na Copa do Mundo, são 840 catadores, 70 em cada cidade-sede, e eles recebem cerca de R$ 120/dia, entre diária e ajuda de custo. 

Catadores atuam nas cidades-sede durante todo o torneio
Foto: Coca-Cola do Brasil / Divulgação

Exemplo positivo 
A expectativa da Coca-Cola é recolher 400 toneladas de resíduos até o final da Copa. Até o momento, já foram cerca de 160. O material é distribuído a 300 cooperativas ligadas ao Movimento Nacional de Catadores, e o dinheiro da venda é revertido para as próprias organizações. Para aprimorar esses números, a empresa aposta em vídeos e cartazes educativos dentro dos estádios, protagonizados pelo mascote Fuleco. 

A própria companhia dá o exemplo, colocando apenas garrafas da Coca-Cola de PET reciclado à venda nos estádios. Os uniformes de suas equipes também contêm o material. "O Brasil ainda não tem uma indústria de reciclagem de PET, por isso não conseguimos produzir todas as embalagens com a tecnologia. A inciativa fica de estímulo. A ideia é estender para 100% da produção. Esse será o legado da Copa para a Coca-Cola." 

Os copos colecionáveis ajudam a evitar volume maior de resíduos
Foto: Letícia Heinzelmann / Terra

Copos colecionáveis
Os copos em que são servidas as bebidas nos estádios acabou sendo uma iniciativa involuntária contra o descarte irregular de garrafas. Os copos, personalizados a cada jogo, se tornaram colecionáveis e, ao guardá-lo, o torcedor não precisa de um descartável a cada consumo.

"Isso estimula a não ter um volume maior de resíduos, e facilita o descarte das garrafas, que podem ir para o lixo após serem servidas. Queríamos evitar garrafas nas arquibancadas, pela questão do descarte, mas também por segurança. Os copos viraram um sucesso", comemora Victor Bicca.

Fonte: Terra

Jogador é expulso na Argentina por jogar cachorro em alambrado


11/06/2013

José Jimenez agrediu o animal que havia entrado no gramado, em partida entre San Juan e Bella Vista

O jogador José Jimenez, do Bella Vista, da Argentina, foi expulso da partida contra o San Juan, pela liga regional de Tucumán, por maltratar um cachorro que invadiu o gramado durante a partida.

O cachorro não se machucou após o jogador jogá-lo contra o alambrado. Jimenez foi imediatamente cercado por jogadores do San Juan, indignados com sua atitude. De acordo com informações do jornal Olé, o contrato de Jimenez teria sido rescindido.

Fonte: ZERO HORA

Argentina, Venezuela e Cuba reforçam cooperação com o Haiti



Depois do terremoto que devastou o Haiti, a nação sofre com uma epidemia de cólera que ceifou mais de sete mil vidas

31/5/2012 

Por Redação, com Portal Vermelho - de Porto Principe

A Argentina, a Venezuela e Cuba fomentarão o desenvolvimento agrícola do Haiti e construirão um hospital de alta tecnologia, depois da assinatura dos acordos tripartites, informou a Presidência haitiana.

De acordo com o comunicado, o hospital, financiado pela Venezuela e Cuba, terá um valor de US$78 mil e será edificado na região de Corail, na capital Porto Príncipe, onde esteve a sede do primeiro-ministro, antes do terremoto de janeiro de 2010.

O documento acrescenta que a Argentina e a Venezuela se encarregarão de projetos para o desenvolvimento agrícola.

Os quatro países acordaram também em criar uma sociedade mista para administrar os fundos do projeto venezuelano Petrocaribe no Haiti, a construção de albergues, a doação de infraestrutura para a educação e a entrega de 300 bolsas a jovens pobres, indicou o texto.

No domingo passado, o primeiro-ministro lançou um programa de ajuda social que beneficiará mais de 100 mil mães haitianas. O projeto é dotado de cerca de US$13 milhões, procedentes também da Petrocaribe.
O Haiti vive uma situação de crise há mais de dois anos, quando o terremoto provocou mais de 300 mil mortos e dois milhões de desabrigados, dos quais mais de 400 mil ainda residem em acampamentos onde a situação é cada vez mais crítica.

A nação sofre também uma epidemia de cólera que ceifou mais de sete mil vidas e a Organização Panamericana da Saúde estima que este número pode ser triplicado a partir deste mês, este mês, quando começará a estação das chuvas e piorarão as condições de insalubridade.


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