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BRASIL AUMENTA PRODUÇÃO E PASSA PARA A OITAVA POSIÇÃO NO RANKING DA ENERGIA EÓLICA



17/02/2018

País ultrapassa o Canadá no levantamento da Global Wind Energy Council

Levantamento da Global Wind Energy Council (GWEC) divulgado nesta quinta-feira (15) coloca o Brasil entre os destaques na produção de energia eólica no mundo. Com a ampliação do parque, foi possível passar o Canadá e ocupar o oitavo lugar no ranking mundial de energia proveniente dos ventos.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), hoje o Brasil possui mais de 500 usinas eólicas que geram quase 13 gigawatts de energia elétrica. Conhecidamente uma região de ventos vigorosos, o Nordeste é responsável por 60% da produção. 

“O Brasil tem um dos melhores ventos do mundo do mundo para produção de energia eólica e nosso fator de capacidade, que é a medida de produtividade do setor, passa do dobro da média mundial. Além disso, temos uma cadeia produtiva 80% nacionalizada, que investe e gera empregos aqui”, afirma a presidente da entidade, Élbia Gannoum.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da ABEEeólica e GWEC


Suíça lidera Índice Global de Inovação; Brasil é o 69º da lista da Ompi

Capa do relatório da Ompi. Imagem: Reprodução


15/08/2016

Ranking da Organização Mundial de Propriedade Intelectual, Ompi, conta com 128 países; pela primeira vez, uma nação de renda média, China, fica entre os Top 25.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O Índice Global de Inovação 2016, lançado esta segunda-feira pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual, Ompi, mostrou que a Suíça lidera o ranking das economias mais inovadoras do mundo.

Logo depois aparecem Suécia, Reino Unido, Estados Unidos, Finlândia e Cingapura. Pela primeira vez, um país de renda média, a China, ficou entre os Top 25 da lista.

Brasil

O Brasil ficou em 69º entre os 128 países pesquisados pelo índice da Ompi. Essas economias representam 92,8% da população mundial e 97,9% do Produto Interno Bruto, o PIB global.

De Genebra, o economista sênior da agência da ONU, Júlio Raffo, falou à Rádio ONU sobre o desempenho do Brasil.

"O Brasil se saiu muito bem quanto à escala de mercado. É o número sete do mundo nesse ranking. Em porcentagem de transferência tecnológica, está em oitavo. Está relativamente bem, em 17º lugar, nos gastos de pesquisa e desenvolvimento das grandes empresas. O Brasil tem sido mais constante em relação aos insumos, tudo que é esforço para manter a inovação tem se mantido. O Brasil não perdeu posições nisso, o que não consegue ter é uma transformação disso em resultados."

Dos 100 pontos possíveis, o Brasil obteve 33,2. Os quatro primeiros colocados tiveram entre 61 e 66 pontos. O país ficou bem colocado entre as nações de média renda na questão de qualidade de inovação.

A edição deste ano do índice explora o impacto das políticas inovadoras sobre o crescimento econômico e o desenvolvimento.

Portugal e Moçambique

Julio Raffo falou ainda sobre os dois outros países lusófonos do ranking: Portugal e Moçambique.

"Portugal, desses três países certamente é o melhor sucedido. Portugal é o número 30 da lista e tem melhorado a eficiência. Moçambique, como boa parte da África, não aparece tão alto no ranking, sendo que Moçambique ficou em segundo lugar (no desempenho) entre os países de renda baixa. Ele não ficou tão mal assim, em termos absolutos. Ele está na posição 84."

O índice é a principal referência em termos de inovação e uma ferramenta valiosa para as autoridades. O relatório fornece o ranking anual das capacidades inovadoras e de desempenho dos países.

Segundo a Ompi, a inovação desempenha um papel chave para o crescimento e para a prosperidade econômica. O índice busca melhorar a forma como a inovação é medida e compreendida.

Fonte: Rádio ONU


ELETRICIDADE É O SETOR CAMPEÃO NA EMISSÃO DOS GASES DO EFEITO ESTUFA



14/12/2015

As emissões dos gases do efeito estufa colocam o mundo em risco e causam as mudanças climáticas que afetam toda a fauna e flora do planeta, além de gerar eventos de secas e chuvas mais drásticos. Mas você sabe quais são os setores econômicos que mais geram esses gases? Se você pensou na indústria, pense de novo.

No ranking mundial de atividades econômicas que produzem os gases do efeito estufa, a eletricidade e o aquecimento são os campeões. A queima de carvão, gás natural e petróleo para gerar eletricidade ou aquecer representam 25% das emissões de todo o mundo. É o seu banho, a geladeira, o wi-fi. Para gerar eletricidade, os países costumam usar termoelétricas. No Brasil, inclusive, o aumento do uso dessas usinas fez nossas emissões ficarem estáveis em 2014.

Em segundo lugar no pódio estão a agricultura, silvicultura e outros usos da terra, responsáveis por 24% das emissões globais dos gases, de acordo com pesquisa divulgada pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre as Ações Climáticas) em 2014, que usou como base dados colhidos em 2010. Os gases desse setor são provenientes do cultivo de culturas e da pecuária, além do desmatamento. Este ponto é o principal emissor no país.

A indústria é a terceira no ranking de emissões dos gases do efeito estufa. O setor envolve principalmente a queima de combustíveis fósseis, mas também inclui emissões químicas, metalúrgicas, processos de transformação mineral e as emissões de atividades de gestão de resíduos. Já as emissões que vem do uso de energia elétrica industrial foram contabilizadas no setor de eletricidade.

As emissões causadas pelos transportes representam 14% do total mundial. Como na indústria, a queima de combustíveis fósseis é a principal responsável pelo alto número, pois é usada nos meios de transporte rodoviários, ferroviários, aéreos e até marítimos. Cerca de 95% da energia de transporte do mundo vem dos combustíveis à base de petróleo, em grande parte a gasolina e o diesel.

As construções emitem os gases do efeito estufa com a geração local de energia e a queima de combustíveis para o aquecimento dos prédios, ou cozinhas nas casas, e englobam 6% do total mundial das emissões.

Em último lugar na relação de setores econômicos estão outras energias, o que se refere a todas as emissões do setor de energia que não estão diretamente associadas à produção de eletricidade ou aquecimento, como a extração de combustíveis, refino e processamento. Essas atividades somam 10% das emissões mundiais.

Quais são os gases do efeito estufa?
O principal gás emitido pelas atividades humanas que geram o efeito estufa é o dióxido de carbono (CO2). Ele tem diferentes origens, como o desmatamento e uso da terra, que representam 11% do total de gases do fenômeno, e a queima de combustíveis fósseis, responsável por 65% do total.

O metano (CH4) e o óxido nitroso (N20) também colaboram para efeito estufa e ambos podem ser originados de atividades agrícolas e queima de biomassa. O metano está ligado a gestão de resíduos, uso de energia e soma 16% do total de gases do fenômeno. Enquanto o óxido nitroso é liberado com o uso de fertilizantes e fica com 6% da parcela.

Além deles, os gases fluorados, que vêm de processos industriais e da refrigeração, colaboram para o efeito, mesmo representando apenas 2% do total de gases.

Fonte: UOL


Água em Jogo: jogador conquista 1º lugar no ranking e quebra liderança de mais de 1 ano


28/10/2015

Durante 13 meses, desde o lançamento do Água em Jogo (em agosto de 2014), o ranking geral do game era liderado pelo mesmo jogador. Em setembro, após 17 tentativas, o capixaba Vagner Nandorf quebrou o recorde em pontuação, conquistando o primeiro lugar.

Em outubro, Vagner foi convidado para fazer uma demonstração do jogo durante um evento e para a alegria e surpresa de todos presentes, Vagner quebrou o próprio recorde, aumentando sua pontuação.

Mais de 4.700 pessoas, de todos os estados brasileiros, já participaram do Água em Jogo. O game educativo simula os impactos das ações do homem sobre os recursos hídricos de uma cidade. O desafio ao jogador é garantir água em quantidade e qualidade para atender a atual demanda dos moradores, e as futuras gerações.

Vagner é membro dos comitês de bacias hidrográficas Doce e Santa Maria do Doce, no Espírito Santo. Conta que conheceu o jogo durante uma competição em São Paulo, que premiou os três primeiros colocados. Depois de conquistar a liderança do campeonato e garantir o seu prêmio, passou a auxiliar os demais concorrentes. “Foi fácil entender o game e criar estratégias para alcançar uma boa pontuação. Utilizei conceitos para administração de uma bacia hidrográfica”, comenta, deixando o desafio: “Lanço um desafio para ser ultrapassado – o que acho um pouco difícil”, provoca, em tom de brincadeira.

Uma dica para quem topar o desafio: no ranking só fica registrada a maior pontuação do competidor, ou seja, o jogador não será prejudicado se em uma segunda tentativa tiver um desempenho menor.

O jogo é uma iniciativa do Projeto Água: Conhecimento para Gestão, convênio entre a Agência Nacional de Águas e Fundação Parque Tecnológico Itaipu, com apoio da Itaipu Binacional. O jogo tem 30 minutos de duração, é gratuito e está disponível em www.aguaemjogo.com.br.



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