Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens

Google compra energia eólica na Finlândia em busca de alternativas renováveis


Energia eólica: serão construídas 3 fazendas eólicas, com capacidade combinada 
de 190 megawatts (Mimadeo/Thinkstock)

16/09/2018

O Google informou que assinou um contrato de 10 anos para comprar energia renovável de três novos parques eólicos que estão sendo construídos na Finlândia e que vão alimentar um de seus centros de dados.

As grandes empresas se apressaram para garantir energia renovável barata para gerenciar custos e reduzir a sua pegada de carbono através dos chamados contratos de compra de energia corporativos, que permitem que empresas como o Google, da Alphabet, Facebook e Microsoft comprem diretamente do gerador de energia.

O Google afirmou nesta terça-feira que o acordo finlandês é o primeiro em que está comprando energia de projetos europeus que não receberão nenhum subsídio do governo.

“Em um número crescente de locais, o custo de novas energias renováveis ​​é competitivo com o custo da energia da rede”, disse Marc Oman, chefe de energia do Google, no site da empresa.

Serão construídas três fazendas eólicas, com capacidade combinada de 190 megawatts. O projeto será realizado pelas empresas de energia renovável Neoen, da França, e pelas alemãs CPC e WPD.

Fonte: Reuter

ONU MEIO AMBIENTE E GOOGLE ANUNCIAM PARCERIA PARA MAPEAR ECOSSISTEMAS

Google produzirá mapas geoespaciais para monitorar impacto das atividades humanas 
sobre os ecossistemas. Foto: PEXELS

18/07/2018

A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram na segunda-feira (16) uma parceria que promete mudar a forma como vemos o nosso planeta. Combinando de maneira inédita ciência ambiental, big data e acessibilidade, as duas instituições criarão uma plataforma para mapear e visualizar os impactos da atividade humana nos ecossistemas. Iniciativa utilizará a computação em nuvem da empresa de tecnologia e os catálogos públicos de observação terrestre.

A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram na segunda-feira (16) uma parceria que promete mudar a forma como vemos o nosso planeta. Combinando de maneira inédita ciência ambiental, big data e acessibilidade, as duas instituições criarão uma plataforma para mapear e visualizar os impactos da atividade humana nos ecossistemas. Iniciativa utilizará a computação em nuvem da empresa de tecnologia e os catálogos públicos de observação terrestre.

Com a colaboração, pela primeira vez, governos, ONGs e a população em geral conseguirão acompanhar metas específicas de desenvolvimento relacionadas ao meio ambiente, através de uma interface fácil de usar. Frequentemente, quando um país procura implementar uma política ambiental, percebe que faltam dados para direcionar essas ações de forma segura e eficaz. Com as ferramentas de análise e visualização do Google Earth Engine, o mundo pode finalmente começar a preencher essas lacunas.

Inicialmente, o projeto terá como foco os ecossistemas de água doce, incluindo montanhas, florestas, pântanos, rios, aquíferos e lagos. Essas áreas representam 0,01% da água do mundo, mas são o habitat de quase 10% das espécies conhecidas – e as evidências sugerem uma rápida diminuição da sua biodiversidade.

O Google produzirá periodicamente mapas geoespaciais e dados sobre ecossistemas relacionados à água, empregando a tecnologia de computação em nuvem. Serão geradas imagens de satélite e estatísticas para avaliar a extensão da mudança que ocorre nos corpos d’água. As informações serão de livre acesso para garantir que as nações possam rastrear mudanças, prevenir e reverter a perda dos ecossistemas.

“Só seremos capazes de resolver os maiores desafios ambientais do nosso tempo se conseguirmos os dados certos”, disse o direto-executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim. Segundo o especialista, a agência das Nações Unidas “está entusiasmada com a parceria com o Google para disponibilizar ferramentas online mais sofisticadas para acompanhar o progresso, identificar áreas prioritárias e nos aproximar um pouco mais de um mundo sustentável”.

O objetivo da cooperação é garantir que gestores tenham o conhecimento para fazer os melhores investimentos em serviços ambientais. “Estamos empolgados em permitir que todos os países tenham acesso igualitário às mais recentes tecnologias e informações em apoio à ação climática global e ao desenvolvimento sustentável”, afirmou Rebecca Moore, diretora do Google Earth, Earth Engine e Earth Outreach.

A longo prazo, a parceria espera estabelecer uma plataforma para dados de código aberto e análise dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Outras áreas de colaboração incluem atividades de conscientização e capacitação, bem como o estabelecimento de parcerias com organizações como o Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia (JRC), a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA).

O projeto conjunto foi lançado durante o Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, onde líderes mundiais estão reunidos até a próxima quarta-feira (18) para analisar os avanços e desafios rumo à Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável.

Sobre a ONU Meio Ambiente

A ONU Meio Ambiente é a principal voz global em temas ambientais. A agência promove liderança e encoraja parcerias para cuidar do meio ambiente, inspirando, informando e capacitando nações e pessoas a melhorar a sua qualidade de vida sem comprometer a das futuras gerações. A ONU Meio Ambiente trabalha com governos, com o setor privado, com a sociedade civil e com outras instituições das Nações Unidas e organizações internacionais pelo mundo.


FAO e Google querem criar nova era de informações sobre o ambiente

Curso de formação da Google Earth. Foto: FAO

24/04/2016

Informações geoespaciais sobre florestas seriam o primeiro passo para manejo dos recursos naturais em tempo real; agência da ONU e companhia trabalham para popularizar imagens de satélite em alta resolução.

A empresa Google firmou uma parceria com a agência da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, para que dados de satélites de alta resolução sejam ferramenta diária para o manejo dos recursos naturais.

A iniciativa em prol do desenvolvimento sustentável foi firmada pelo diretor da FAO, José Graziano da Silva e a gerente de engenharia do Google Earth, Rebecca Moore.

Tempo Real

A colaboração permite a administradores de recursos e a investigadores avaliar mudanças no solo. O método oferece um salto de qualidade para melhorar a capacidade de armazenamento de carbono de uma floresta ou para uma nação planejar estratégias ligadas à emissão de gases de efeito estufa.

A FAO explica que dados de satélite que são facilmente acessíveis e atualizados rapidamente permitem mudanças na gestão florestal, que poderá ser feita praticamente em tempo real.

Mapeamento

Graziano da Silva declarou que a FAO e o Google estão criando um nível sem precedentes de informações ambientais. O foco inicial é o setor de florestas. Após treinamento, especialistas poderão utilizar o software da FAO e os dados de arquivo do Google Earth para conduzir, em poucas horas, o mapeamento ou classificação de floresta – trabalho que antes, poderia durar semanas ou meses.

O diretor da agência da ONU explica que "entender os efeitos da mudança climática, planejar melhorias na produção e distribuição de comida e medir progressos requer dados frequentes e precisos sobre o meio ambiente e possíveis mudanças".

O Google disponibiliza os dados e a FAO orienta sobre a melhor maneira de extrair informações úteis. Uma pesquisa sobre desertificação já está em andamento e os resultados serão publicados no final do ano. Já a unidade de controle de pragas da FAO utiliza os dados de satélite para melhorar as previsões e controlar surtos.

Fonte: Rádio ONU

MSF e Google implementarão sistema inovador de registro médico em projetos de combate à desnutrição na África

Foto: Nick Fortescue

11/09/2015

Profissionais já estão atuando remotamente e poderão ir à campo em setembro, como voluntários ou em cargos remunerados

Após ajudar na luta contra a epidemia de Ebola na África Ocidental, por meio de um tablet resistente ao cloro, o Project Buendia, sistema de registro médico voltado para ajuda humanitária, agora será implementado em projetos da organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) de combate à desnutrição no continente africano a partir de setembro. Para ajudar nesta nova etapa do projeto, foram recrutados engenheiros de software, desenvolvedores, agentes de saúde e nutricionistas, que estão atuando como voluntários ou contratados.

Criado a partir de uma parceria entre MSF, o Google Crisis Response e a Escola de Medicina de Harvard, o Project Buendia visa envolver cada vez mais profissionais no contexto humanitário. “Nosso projeto precisará de vários contribuintes durante sua vida útil, tanto do mundo tecnológico quanto do universo médico-humanitário”, diz Ivan Gayton, consultor de inovações tecnológicas de MSF. Segundo ele, todas as vagas disponíveis para o momento já foram preenchidas, mas, no futuro, pode haver outras oportunidades.

A nova fase do Project Buendia modificará o software de uma ferramenta já existente, usada inicialmente em setembro do ano passado, durante o pico do surto de Ebola. Na época, com o intuito de melhorar a transferência de informações sobre pacientes, foi desenvolvido um tablet que pode ser mergulhado no cloro em até 10 minutos, tempo necessário para eliminar quaisquer indícios do vírus e, assim, evitar a contaminação. “A aplicação para o Ebola tinha um código muito difícil; não tínhamos tempo para construir algo geral e depois adaptá-lo para o Ebola”, explica Ivan Gayton, que afirma que projetos de desnutrição permitirão essa flexibilidade.

Segundo o consultor, tecnicamente, serão concentrados esforços no aprimoramento de mecanismos já utilizados por MSF, como o OpenMRS, um sistema de registro médico, mas que não é tão eficiente em dispositivos móveis; o OpenDataKit (ODK), este, sim, um sistema móvel, para coleta de dados; um aplicativo Android que mostra a ficha do paciente; e um servidor local implementado em um Intel Edison (um microcomputador), que consome pouquíssima energia e não precisa de conexão de internet. Assim, mesmo em locais remotos com recursos precários – cenário da maioria dos projetos de MSF –, seja pela perspectiva humanitária ou a partir do ponto de vista tecnológico ou elétrico, por meio do Project Buendia, os profissionais terão mais facilidade para coletar dados e realizar análises adequadas, a fim de monitorar o estado dos pacientes e da crise, neste caso, de desnutrição.

“A chave é fazer essas coisas funcionarem em um ambiente de profunda dificuldade”, diz Ivan Gayton. “A lan house mais próxima fica muito distante e o suporte técnico de Tecnologia da Informação é quase inexistente. Adicione a isso a exigência de extrema urgência com que os profissionais médicos precisam realizar seu trabalho”, acrescenta ele.

O Project Buendia pretende ainda generalizar seu sistema para que ele possa ser inserido em outros contextos humanitários com os quais MSF atua, como conflitos armados, desastres naturais e epidemias. Segundo Ivan Gayton, a desnutrição na África será o cenário dessa nova etapa, pois essa é uma condição frequentemente presente e que seria positivamente impactada por uma simples melhoria na oferta e no acesso a cuidados de saúde.

Informações

Para mais informações sobre o Project Buendia, acesse http://projectbuendia.org/

A desnutrição é uma das maiores causas de mortalidade infantil – estima-se que nove crianças morram a cada minuto devido à falta de nutrientes essenciais em suas dietas.

Para tratá-las, MSF estrutura centros de nutrição terapêutica, onde oferece cuidados médicos e distribui alimentos terapêuticos. Em lugares onde a desnutrição pode se tornar grave, a abordagem de MSF é preventiva, com a distribuição dos alimentos para crianças em situação de risco.

Em 2014, MSF tratou 217.900 casos de desnutrição grave em seus programas intensivos e ambulatoriais.

Fonte: MSF

Obama alerta EUA sobre mudança do clima ligando fenômeno a risco vital

O presidente dos EUA, Barack Obama, participa de discussão sobre os impactos da mudança climática na saúde pública em evento na Universidade Howard, em Washington (Foto: Gary Cameron/Reuters)

10/04/2015

Presidente informa que doenças podem aumentar com ar mais contaminado.
Casa Branca divulgou ainda medidas do governo e de empresas para o tema.

O aquecimento global não afeta apenas o clima, mas também ameaça a saúde dos norte-americanos, disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao anunciar medidas que várias empresas e o governo adotarão para entender o problema e agir para contê-lo.

Em visita nesta quarta-feira (7) à Escola de Medicina da Universidade Howard, em Washington, Obama divulgou que o Google, Microsoft e outras empresas vão ajudar o sistema de saúde do país a se preparar para um clima mais quente e incerto.

“Temos que melhorar a proteção a nossas famílias, que são vulneráveis”, disse ele, explicando que entre as ameaças climáticas estão os incêndios florestais que contaminam o ar, uma maior duração das temporadas de alergias e o provável aumento de enfermidades por picadas de insetos.

O presidente tem se concentrado em informar os perigos que o planeta enfrenta para tentar reduzir o ceticismo da população dos EUA sobre os investimentos feitos para reduzir a contaminação do ar.

Por causa disso é que o presidente tem alertado a respeito do impacto na saúde, por exemplo, como um provável aumento nos casos de asma, reações alérgicas e lesões provocadas pelo clima extremo.

Microsoft e Google vão desenvolver tecnologias para prevenir doenças infecciosas causadas pelo clima extremo e emitir alertas contra incêndios e lançamento de gases-estufa, como o metanoInvestimento privado

Segundo o governo, a Microsoft vai desenvolver um protótipo de drone que pode analisar mosquitos e, com isso, estudar seus agentes patógenos e genes. A ideia é criar um sistema que indique sinais sobre enfermidades infecciosas que possam surgir com a piora do clima.

O Google prometeu doar 10 milhões de horas de computação avançada em novas ferramentas para elaborar mapas de risco e alarmes de advertência precoce para incêndios usando a plataforma Google Earth. Com o Street View, imagens serão utilizadas para medir as emissões de metano e fugas de gás natural em algumas cidades a partir deste ano.

A administração Obama ainda pretende implantar várias medidas que vão melhorar a prevenção de emergências, como aumentar o acesso a dados sobre prevenção e redução dos efeitos da mudança do clima.

Os esforços do presidente em vincular a mudança do clima à saúde surgem em um momento de busca por apoio a medidas de corte nas emissões dos EUA, que incluem limitações ao uso de veículos e restrições em plantas elétricas.

Obama confia que essas atitudes para diminuir o lançamento de gases vão ajudar na contribuição dos EUA ao tratado climático, que deverá ser firmado no fim do ano na Conferência das Nações Unidas, a COP 21, em Paris. O objetivo do acordo global é limitar o aumento da temperatura do planeta em 2ºC até o fim deste século.

Fonte: G1 Natureza


Google Doodle celebra o Início da Primavera 2014

(Imagem: reprodução/Google)

23/09/2014

O Início da Primavera 2014 começou às 23:29 da última segunda-feira, dia 22 de setembro. Para celebrar o acontecimento, o Google inseriu em sua página principal um novo doodle animado bem bacana.

O doodle mostra um bonequinho plantando flores, que vão crescendo e formando a palavra “Google”. Ao final. o bonequinho rega sua própria cabeça e nela nascem flores.

Para aqueles que não sabem, o início da Primavera acontece no exato momento onde acontece o Equinócio de Primavera aqui no Hemisfério Sul, que neste caso acontecerá às 23:29 do dia 22 de setembro. Na primavera, podemos perceber que os dias e noites são divididos igualmente em 12 horas cada. Também é nesta época que a maioria das plantas florescem. Apesar de ser uma estação do ano com temperaturas bem agradáveis, a estação também é caracterizada pela frequente entrada de nuvens carregadas em nosso país (principalmente na Região Sul), com isso é comum que ocorra uma maior intensidade de chuvas, que deixam a umidade bastante elevada nesta época.

Vale lembrar que a Primavera irá durar até o dia 21 de dezembro deste ano. Nesta data acontece o Solstício de Dezembro, fenômeno que determina o fim da estação e o início do Verão.



Solstício de Inverno – Google Doodle celebra o Início do Inverno

21/06/2013

O Solstício de Inverno está sendo celebrado pelo Google nesta sexta-feira, dia 21 de junho. Com o início do inverno  no dia de hoje, a gigante das buscas tratou de colocar em sua página inicial um doodle animado  celebrando a estação mais charmosa do ano.

No novo doodle é possível ver uma pessoa costurando uma luva multi-colorida.

Para aqueles que não sabem, o solstício de inverno é o fenômeno astronômico que marca o início do inverno. Este solstício, que acontece quando o Sol atinge a sua maior distância angular em relação a Linha do Equador, acontece duas vezes ao ano, uma no hemisfério sul (por volta do dia 21 de junho) e outra no hemisfério norte (por volta do dia 22 de dezembro).

O momento do solstício de inverno é celebrado em muitas culturas. Na China, a data é comemorada como uma passagem de ano. Já na Roma Antiga, a data marcava a Saturnália (festival em comemoração ao deus Saturno) e também o nascimento do deus persa Mitra  (também conhecido como deus solar). Por fim, na Europa a data marca a celebração do Sabbat Neopagão Yule, que revive antigas tradições religiosas dos europeus pré-cristãos.

Confira no vídeo abaixo mais informações sobre as estações do ano e o inverno:





Doodle homenageia bacteriologista Julius Richard Petri

Google faz homenagem ao inventor da placa de Petri (Reprodução)
31/05/2013

A homenagem arte na página inicial do Google de hoje é para o bacteriologista alemão Julius Richard Petri. Petri nasceu em 1852, recebeu o diploma de medicina em 1876 e morreu e 1921.

Ele é o inventor da placa de Petri, ou caixa de Petri, um vasilhame que pode ser de vidro, metal ou plástico, no formato de um cilindro, que os profissionais de laboratório utilizam para a cultura de micróbios. A invenção de 1877 serve para detectar e estudar infecções causadas por diversos microorganismos.

Além disso, a placa de Petri é utilizada também para observar a germinação das plantas e de grãos de pólen. Também serve como instrumento para estudar o comportamento de pequenos animais.

Petri trabalhou como assistente de Robert Koch, um dos fundadores da microbiologia, e responsável por muitos conhecimentos em epidemiologia de doenças transmissíveis.

Fonte: EBC

Dia das Mães é comemorado por Doodle do Google

Dia das Mães é comemorado por Doodle do Google (Foto: Reprodução/Ricardo Fraga)

12/05/2013

O Google está comemorando o Dia das Mães neste domingo (12) com um Doodle especial. Comemorada sempre no segundo domingo do mês de maio no Brasil, a data é utilizada para homenagear as mulheres e a maternidade, sendo a segunda data mais rentável para o comércio nacional.

Os primeiros movimentos com o intuito de se criar uma data para celebrar o Dia das Mães ocorreram nos Estados Unidos em 1958, quando a ativista Anna Maria Reeves Jarvis fundou o Mother’s Friendship Days (“Dias de Amizade para as Mães”, em português) com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças filhas de famílias de trabalhadores. Em 1865, Jarvis organizou outro evento para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão, que assolava os Estados Unidos na época. Cinco anos depois, foi a vez da escritora Julia Ward Howe publicar o manifesto Mother’s Day Proclamation, no qual pedia a paz e o desarmamento depois da Guerra.

Apesar de ter sido idealizado por Anna Maria Reeves Jarvis, a forma como atualmente a data é comemorada é tida como ideia da metodista Anna Jarvis, filha de Anna Maria. Dois anos após a morte de sua mãe, que ocorreu em 1905, Jarvis criou o memorial em homenagem à sua mãe no dia 12 de maio daquele ano, quando iniciou-se uma campanha para que o Dia das Mães fosse reconhecido como feriado. Em 8 de maio de 1914, o Congresso dos Estados Unidos aprovou a resolução em que proclamava o segundo domingo de maio como Dia das Mães.

No Brasil, o Dia das Mães foi oficializado no segundo domingo de maio em 1932 pelo então Presidente Getúlio Vargas. Em 1947, a data entrou para o calendário oficial da igreja católica por determinação de Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro.

O Dia das Mães também foi comemorado com um Doodle animado pelo Google em 2012.


Fonte: Techtudo


Google compila imagens que mostram desmate da Amazônia

10/05/2013

Feitas do espaço, imagens mostram 30 anos de mudanças na Terra. 
Alguns exemplos são Las Vegas, as praias Dubai e as geleiras do Alasca.

Do crescimento urbano no entorno de Las Vegas (EUA) ao desmatamento da floresta Amazônica, no Brasil, a ação do homem sobre a natureza é a única constante na sequência de imagens aéreas feitas a partir do espaço compiladas pelo Google e divulgadas nesta quinta-feira (9).

Em um projeto em conjunto com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), a Agência Espacial dos Estados Unidos (NASA) e a revista “Time”, a ferramenta mostra a evolução de regiões como Dubai, Las Vegas, a floresta Amazônica e o lago Urmia.

São colocadas em sequência imagens aéreas desde 1984 até 2012. Dessa forma é possível ver a transformação das regiões, como o derretimento das geleiras de Columbia, no Alasca ou o recrudescimento do desmatamento na Amazônia brasileira.

Uma das mais surpreendentes é a criação das ilhas em forma de palmeira na costa de Dubai, no Oriente Médio (veja aqui algumas imagens).

Animação do derretimento das geleiras de Columbia, no Alaska, entre 1984 e 2011 
(Foto: Divulgação/Google)
Animação da mudança na floresta Amazônica entre 1984 e 2012 (Foto: Divulgação/Google)
Segundo o blog do Google, foram usados “milhões de satélites e trilhões de pixels” no desenvolvimento do projeto.

As imagens da Terra são coletadas do espaço desde os anos 1970 por uma parceria da USGS e a Nada, chamada Landsat. O Google começou a trabalhar com o serviço geológico em 2009 para disponibilizar esse serviço histórico on-line, por meio da tecnologia do Google EarthEngine.

Segundo o Google, foram reunidas mais de 2 milhões de imagens. O último passo foi trabalhar com o Create Lab, da Universidade Carnegie Mellon, para converter as imagens em uma animação que pudesse ser exibida em navegadores de internet.

A revista “Time” criou um hot site para mostrar os resultados do projeto. O Google fez o mesmo (veja o site aqui).

Fonte: G1

Com flores, Doodle celebra o Dia da Terra


22/04/2012

Em comemoração antecipada em prol da conscientização ecológica, o Google lançou em sua página inicial um Doodle pelo Dia da Terra. Antes mesmo do relógio marcar meia-noite, um logo verde que se transforma em flores já enfeitava o buscador, anunciando a próxima data que seria homenageada.

O Dia da Terra, comemorado em 22 de abril, surgiu nos Estados Unidos na década de 70, quando o senador Gaylord Nelson liderou a primeira manifestação contra a poluição.

Na década de 90, a data passou a ser celebrada também em outros paíse com a finalidade de conscientizar quanto à preservação dos recursos naturais do planeta, além de atentar para os problemas de contaminação, destruição da biodiversidade, desmatamento e outras preocupações ambientais que ameaçam a vida na Terra.

Curiosidades sobre a Terra:

Idade: em torno de 4,5 bilhões de anos
Área: 510,3 milhões de km²
População: mais de 6 bilhões
Aproximadamente 97% da superfície é composta por água.
O ponto mais alto da Terra é o Everest, com cerca de 8.800m, no Nepal (China).

Qual foi a sua contribuição pela Terra?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...