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MICROSOFT E NATIONAL GEOGRAPHIC CRIAM FUNDO PARA PESQUISAS AMBIENTAIS COM AI

Acordo entre Microsoft e National Geographic. Foto de Devlin Gandy (National Geographic).

19/07/2018 

Um acordo firmado entre Microsoft e National Geographic vai incentivar a pesquisa de ameaças ao meio ambiente usando AI, através do programa Earth Innovation Grant. O uso da inteligência artificial e aprendizado de máquinas permite que se analise dados de forma muito mais precisa e rápida, acelerando não só a detecção de possíveis problemas ambientais, mas também as suas soluções.

O programa vai dar prêmios em dinheiro, além de acesso a nuvem e ferramentas de inteligência artificial da Microsoft, inclusão na comunidade da National Geographic Explorer e filiação ao National Geographic Labs. O objetivo das bolsas é criar modelos e algoritmos de código aberto que podem ser usados por outros pesquisadores, ampliando assim o seu potencial de forma exponencial.
Nas palavras de Jonathan Baillie, que é cientista-chefe e vice-presidente executivo da National Geographic Society: “a National Geographic é sinônimo de ciência e exploração, e encontramos na Microsoft um sócio bem posicionado para acelerar o ritmo da pesquisa científica e novas soluções para proteger nosso mundo natural.”

“Com o anúncio de hoje, vamos poder habilitar exploradores buscando soluções para um futuro sustentável com a nuvem e tecnologias AI que podem rapidamente acelerar, focar e redimensionar seu trabalho, além de dar apoio as atividades de tecnologia e inovação do National Geographic Labs.”
Lucas Joppa, cientista-chefe de meio ambiente na Microsoft diz: “acreditamos que humanos e computadores, trabalhando juntos através de AI, podem mudar a forma como a sociedade monitora, modela e administra os sistemas naturais da Terra. Acreditamos nisto pois nós vimos acontecer — estamos constantemente admirados pelos avanços que nossa inteligência artificial para colaboradores da Terra avançou nos últimos meses.”

“Colocar isto à disposição da rede mundial da National Geographic vai criar toda uma nova geração de exploradores que usam AI para criar um futuro mais sustentável para o planeta e todos os seus habitantes.”

O fundo de US$ 1 milhão da Microsoft e National Geographic vai agraciar de cinco a quinze projetos que usem inteligência artificial para pesquisa para um meio ambiente sustentável em cinco diferentes categorias: agricultura, preservação da biodiversidade, mudanças climáticas e água. Serão aceitas inscrições até o dia 8 de outubro, com os vencedores anunciados em dezembro deste ano.



Fonte: Meio Bit

MICROSOFT se preocupando com o Meio Ambiente



20/04/2015

Muitas das pessoas que observam as grandes empresas de tecnologia como a Microsoft, já tem como pensamento formado que por ser produtos tecnológicos elas tem um pouco impacto no meio ambiente e nem se preocupam com isso. De modo em que seus produtos são digitais, não há uma extração de recursos naturais para o seu desenvolvimento e distribuição, certo? Errado. Todas as empresas de tecnologia pode ter seus produtos com pouco ou nenhum auxílio natural, mas também têm inúmeros edifícios climatizados cheios de funcionários que utilizam eletricidade em excesso, e também poluem o planeta. Enquanto bens, arquivos e produtos digitais não necessitam de papel ou investimentos com o envio pessoalmente, eles necessitam da energia que é construída e conquistada através da natureza para efetuar o envio online de seus produtos.



Em vez de ignorar o seu impacto ambiental, a Microsoft optou por possuir e se responsabilizar por seu impacto em 2012, e a partir disso, se comprometeram a se tornar financeiramente responsáveis por seu impacto sobre o meio ambiente. Para buscar o equilíbrio de seu impacto diante a natureza, a Microsoft está envolvida em vários projetos diferentes, que visam reduzir a dependência d combustíveis fósseis, preservando os ecossistemas, e reconstruindo florestas. Internamente, cada divisão da empresa é responsável por seu impacto ambiental, que tem estimulado a criatividade e a inovação no sentido de tornar a empresa mais sustentável.

“A idéia é que, não só estamos reduzindo o carbono das nossas próprias operações, mas o ponto de investir em projetos comunitários de compensação de carbono é para fazer a diferença em países emergentes”, explica Tamara “TJ” – DiCaprio, diretor sênior de sustentabilidade ambiental na Microsoft.

Tornar o mundo um lugar melhor para todas as plantas e os animais não é fácil, mas a Microsoft está focada em fazer uma boa ação a longo prazo para o meio ambiente. No entanto, não é tudo sobre plantas e animais, ajudar as pessoas e melhorando as suas vidas também pode ajudá-los a reduzir as emissões de carbono. Um projeto da Microsoft estava envolvido com mineradoras, um projeto mais avançados para as famílias que anteriormente trabalhavam nos fogões de mineradoras de carvão.

“Os novos fogões são bons”, diz ela. “Eles mudaram nossas vidas. Eles fizeram-nos mais saudáveis, e também melhorou o meio ambiente. Nós não usamos tanto carvão. Não temos de cortar tantas árvores. “

Enquanto a Microsoft compete atenciosamente com a Apple e o Google para oferecer os melhores produtos aos clientes, eles também estão atentos nisso sem perder de vista o papel que desempenham na preservação deste planeta que é de todos. Não há nenhuma razão pela qual a Microsoft não seja capaz de entregar os melhores produtos para seus usuários e ter um impacto positivo na vida das pessoas e do meio ambiente.

Mais informações:
http://news.microsoft.com/features/3-years-in-microsofts-carbon-fee-is-improving-environments-creating-healthier-lives/

Fonte: Janela Tech


Obama alerta EUA sobre mudança do clima ligando fenômeno a risco vital

O presidente dos EUA, Barack Obama, participa de discussão sobre os impactos da mudança climática na saúde pública em evento na Universidade Howard, em Washington (Foto: Gary Cameron/Reuters)

10/04/2015

Presidente informa que doenças podem aumentar com ar mais contaminado.
Casa Branca divulgou ainda medidas do governo e de empresas para o tema.

O aquecimento global não afeta apenas o clima, mas também ameaça a saúde dos norte-americanos, disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao anunciar medidas que várias empresas e o governo adotarão para entender o problema e agir para contê-lo.

Em visita nesta quarta-feira (7) à Escola de Medicina da Universidade Howard, em Washington, Obama divulgou que o Google, Microsoft e outras empresas vão ajudar o sistema de saúde do país a se preparar para um clima mais quente e incerto.

“Temos que melhorar a proteção a nossas famílias, que são vulneráveis”, disse ele, explicando que entre as ameaças climáticas estão os incêndios florestais que contaminam o ar, uma maior duração das temporadas de alergias e o provável aumento de enfermidades por picadas de insetos.

O presidente tem se concentrado em informar os perigos que o planeta enfrenta para tentar reduzir o ceticismo da população dos EUA sobre os investimentos feitos para reduzir a contaminação do ar.

Por causa disso é que o presidente tem alertado a respeito do impacto na saúde, por exemplo, como um provável aumento nos casos de asma, reações alérgicas e lesões provocadas pelo clima extremo.

Microsoft e Google vão desenvolver tecnologias para prevenir doenças infecciosas causadas pelo clima extremo e emitir alertas contra incêndios e lançamento de gases-estufa, como o metanoInvestimento privado

Segundo o governo, a Microsoft vai desenvolver um protótipo de drone que pode analisar mosquitos e, com isso, estudar seus agentes patógenos e genes. A ideia é criar um sistema que indique sinais sobre enfermidades infecciosas que possam surgir com a piora do clima.

O Google prometeu doar 10 milhões de horas de computação avançada em novas ferramentas para elaborar mapas de risco e alarmes de advertência precoce para incêndios usando a plataforma Google Earth. Com o Street View, imagens serão utilizadas para medir as emissões de metano e fugas de gás natural em algumas cidades a partir deste ano.

A administração Obama ainda pretende implantar várias medidas que vão melhorar a prevenção de emergências, como aumentar o acesso a dados sobre prevenção e redução dos efeitos da mudança do clima.

Os esforços do presidente em vincular a mudança do clima à saúde surgem em um momento de busca por apoio a medidas de corte nas emissões dos EUA, que incluem limitações ao uso de veículos e restrições em plantas elétricas.

Obama confia que essas atitudes para diminuir o lançamento de gases vão ajudar na contribuição dos EUA ao tratado climático, que deverá ser firmado no fim do ano na Conferência das Nações Unidas, a COP 21, em Paris. O objetivo do acordo global é limitar o aumento da temperatura do planeta em 2ºC até o fim deste século.

Fonte: G1 Natureza


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