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Patrimônio Imobiliário e Meio Ambiente é tema de palestras da Semana de aniversário da DPIMA



10/09/2016

Na quarta-feira, dia 31 de agosto, foi realizado, no auditório do Departamento de Engenharia e Construção (DEC), um ciclo de palestras com os temas “Patrimônio Imobiliário” e “Meio Ambiente”. A atividade, inserida na semana de aniversário da Diretoria de Patrimônio Imobiliário e Meio Ambiente (DPIMA), teve por objetivo conhecer as boas práticas de alguns órgãos públicos federais e de Exércitos de Nações Amigas na condução da gestão do patrimônio imobiliário e do meio ambiente.

Representantes da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), do Tribunal de Contas da União (TCU), do Exército dos Estados Unidos da América (EUA), do Exército da França e a Cooperação Alemã para Desenvolvimento Sustentável (GIZ) compartilharam seus conhecimentos acerca dos temas abordados.

A SPU foi representada pelo Diretor do Departamento de Caracterização e Incorporação da Secretaria do Patrimônio da União, Sr Washington Gultenberg de Moura Luke, que apresentou as ações da Secretaria no controle e fiscalização dos imóveis da União.

O Secretário de Agricultura e Meio Ambiente do TCU, Sr Junnius Marques Arifa, apresentou a palestra “O TCU e as licitações sustentáveis”, na qual foram abordados assuntos como processos de contratação, critérios de sustentabilidade e boas práticas do Tribunal.

O Exército dos EUA foi representado pelo Major Wallace Marquart Mattos, Engenheiro Civil e Adjunto do Centro de Operações de Engenharia, no 1º Grupamento de Engenharia em João Pessoa (PB), o Maj Wallace Mattos apresentou a estrutura do Exército Americano e o “Corpo de Engenheiros”, enfatizando como eles atuam na gestão do patrimônio imobiliário e do meio ambiente do Exército dos EUA em operações militares.

Também estiveram representados na atividade o Exército Francês, na pessoa do Tenente-Coronel Martinez, e a Cooperação Alemã para Desenvolvimento Sustentável (GIZ), pela Sra Luciana Alves.
        


MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE NEGOCIA R$ 134 MILHÕES PARA PROTEGER CAMADA DE OZÔNIO

Esponjas: gases aumentam efeito estufa
Paulo de Araújo/MMA

16/11/2015

Recursos do Fundo Multilateral para implementar Protocolo de Montreal vão para segunda etapa do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs

Por: Cristina Ávila - Editora: Luciene de Assis

Especialistas da Gerência de Proteção da Camada de Ozônio, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), participam, nesta segunda-feira (16/11), em Montreal, Canadá, da 75a Reunião do Comitê Executivo do Fundo Multilateral para Implementação do Protocolo de Montreal. A finalidade é negociar o repasse, para o Brasil, de aproximadamente R$ 134 milhões (US$ 35 milhões), a serem aplicados na segunda etapa do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), substâncias utilizadas pela indústria do setor de espumas de poliuretano e em equipamentos de refrigeração e ar-condicionado.

Durante cinco dias, representantes de 197 nações signatárias do Protocolo participam da reunião do Comitê Executivo, unidas com o objetivo de proteger a camada de ozônio. O Protocolo de Montreal determinou, em 1987, quando foi instituído, que os países em desenvolvimento chegassem a 2015 alcançando 10% de redução no consumo de HCFCs, comparados ao consumo médio de 2009 e 2010.

ESTRATÉGIA

O Brasil já eliminou 16,6%. “Agora, nesta segunda etapa, deve chegar a 35%, garantindo as metas do acordo até 2020”, relata a gerente de Proteção da Camada de Ozônio do MMA, Magna Luduvice.

A estratégia da segunda etapa do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs foi preparada durante dois anos, entre 2014 e 2015, pelo MMA em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) e a Agência de Cooperação Bilateral Alemã (GIZ), junto aos setores da iniciativa privada e com consulta pública à sociedade.

A delegação brasileira que negociará a segunda etapa será composta pela gerente Magna Luduvice, a analista ambiental Gabriela Lira, também do MMA, além de especialistas do Ministério das Relações Exteriores e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

HISTÓRICO 

O Brasil aderiu ao Protocolo de Montreal em 1990, e, em 2010, zerou o consumo dos clorofluorcarbonos (CFCs), que, até então, eram as principais substâncias que destruíam a camada de ozônio. No ano seguinte, o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs foi aprovado. Embora tenham menor potencial de destruição do ozônio, os hidroclorofluorcarbonos influenciam no efeito estufa, e, também por isso, devem ser substituídos na indústria por outros compostos químicos. A camada de ozônio é uma película natural que protege a vida na Terra contra radiações ultravioletas, que causam doenças como câncer de pele e danos à fauna e à flora.



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