Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens

Em extinção, arara da mesma espécie do filme 'Rio' é vista na Bahia

Ararinha Azul (Foto: Divulgação SAVE Brasil)

25/06/2016

Ararinha-azul está desaparecida desde 2000, diz organização. 
Vídeo da ave foi feito por moradora da comunidade.

Desaparecida e considerada em extinção há mais de 15 anos, um exemplar da ararinha-azul foi visto voando livre na Caatinga de Curaçá, na Bahia. A região é o único local de ocorrência comprovada da espécie, a mesma retratada no filme “Rio”, da Pixar.

Moradores do local viram a arara e levantaram durante a madrugada para tentar gravar o voo. As imagens acima foram feitas com o celular às 6h20 da manhã do último domingo (19), de acordo com a Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (Save Brasil) - organização que teve acesso ao registro.

No vídeo, é possível ver a ararinha-azul voando entre as árvores bem rápido e, inclusive, o grito que ela solta. Biólogos confirmaram que a gravação mostra um exemplar da espécie e organizaram uma  expedição ao local.

“Uma boa surpresa”, disse o biólogo e diretor da Save, Pedro Develey. Segundo ele, o projeto Ararinha na Natureza é feito desde que a espécie entrou em extinção na região. Indivíduos da ararinha-azul estão sendo criados em cativeiro para depois serem soltos na Caatinga de Curaçá. “A gente ia soltar as outras sozinhas. Agora, essa ararinha chegou e pode virar modelo para as outras aprenderem a viver na natureza”, disse.

O projeto também passou a conscientizar a comunidade de que era necessário proteger o animal.

A origem desse exemplar é incerta, segundo a Save. Desde domingo, a comunidade e os especialistas não têm mais notícias da ave. Na próxima semana, uma expedição liderada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) se juntará para procurar a ararinha.

No Brasil, existem três espécies da ave: a arara-azul-grande, do Pantanal; a arara-azul-de-lear, que vive na Caatinga; e a ararinha-azul, em extinção desde 2000, com cerca de 57 centímetros.

Além da Save Brasil e do ICMBio, são parceiros do projeto o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação das Aves Silvestres (CEMAVE), o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio – Carteira Fauna Brasil), a Vale, a Al-Wabra Wildlife Preservation, a ACTP - Association for the Conservation of Threatened Parrots e a Fazenda Cachoeira.

Assista ao trailer do filme Rio.


Animação 'Rio' foi lançada em 2011, pela Pixar (Foto: Reprodução/Pixar)
Fonte: G1 Natureza


Prorrogadas inscrições para o Tela Verde

Cena do documentário Peruaçu - Divulgação

24/04/2016

Espaços exibidores interessados em participar do circuito têm até 10 de maio para se inscrever. Neste ano, eles recebem 28 filmes.

As inscrições para os espaços interessados em exibir a 7ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente – Circuito Tela Verde (7º CTV) foram prorrogadas até 10 de maio. A mostra conta com 28 filmes sobre meio ambiente e tem a finalidade de promover debates socioambientais em todas as regiões do Brasil, motivados pelos filmes, além de ampliar a consciência sobre meio ambiente junto à população.

Podem ser espaços exibidores: instituições de ensino, organizações não governamentais (ONGs), cineclubes, empresas, coletivos educadores, pontos de cultura, bibliotecas, associações de bairro, cooperativas, núcleos da sociedade civil organizada e aldeias indígenas, entre outros. Para se inscrever, basta preencher este formulário.

Cada espaço selecionado receberá um kit composto por guia orientador da mostra, cartaz e adesivo para identificação do espaço, além, é claro, dos DVDs com os filmes. Terão prioridade instituições não-formais de ensino. O espaço exibidor tem autonomia para definir quais vídeos irá exibir e a instituição poderá realizar quantas mostras quiser com o kit do CTV.

Após a realização das mostras, os responsáveis pelo espaço deverão enviar uma avaliação ao Departamento de Educação Ambiental do MMA. Os relatos podem ser enriquecidos com fotos e vídeos.

OS FILMES

No final de fevereiro, o Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou o resultado da seleção dos filmes que serão exibidos no 7 º Circuito Tela Verde. Neste ano, os vídeos também serão exibidos no programa Documentação da TV NBR.

Confira abaixo a lista dos vídeos que compõem a mostra.

• #Diretas Já? – de Liana Ébano e Lucas Barbosa
• 3ª Mostra de Curtas Ambiental – Nascentes - Weriton Azevedo Soroldoni
• 3ª Mostra de Curtas Ambiental - O Segredo - Weriton Azevedo Soroldoni
• 3ª Mostra de Vídeos Curtas Ambiental - D.O Alerta - Weriton Azevedo Soroldoni
• Amamos Butiá - Embrapa Clima Temperado, Universidade Federal de Pelotas, CEAMA e Flora Pelotensis
• Bailarina do Lagomar - Laboratório de Cinema Ambiental da UFRJ - Macaé
• Cerrado: berço das águas do Brasil - WWF Brasil
• De barriga cheia - Instituto Albatroz
• Documentário Peruaçu - Instituto Biotrópicos & Rupestre Imagens
• Educação para a redução de desastres associados a deslizamentos de terra - Marcos Barreto de Mendonça
• Enrolados - Instituto Albatroz
• Flash Mob, campanha Brasília Limpa Rodoviária - UnB TV / SLU / Núcleo de sustentabilidade – UnB / DEX
• Gruta do Salitre - Instituto Biotrópicos & Rupestre Imagens
• Lapinha para sempre - Guilherme Cunha Conrado, Lilian Stockler de Souza, Marli Resende, Tatiana Rodrigues de Jesus e Geraldo Tadeu Rezende Silveira
• Naturalmente Ambiental - Felipe Augusto Correia Monteiro
• O engenheiro da terra - Cauê Canabarro
• Paraíso Esgotado - Fernando Coelho, Filipe Barbosa e Kayo Pereira
• Parque Estadual do Sumidouro Agindo localmente... Memórias de colaboradores e moradores do entorno - Mirian Apoliana Lelis, Jucileide, Graciele Pereira Martins, Luísa Cunha Cota, Érica Aparecida de Oliveira e Rogério Tavares de Oliveira
• Prêmio Mandacaru. Projetos e Práticas Inovadoras em Acesso à Água e Convivência com o Semiárido - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS)
• Programa Animarte T2:E01 - Associação Cultural Animare
• PROGRAMA ANIMARE T2:E06 - Associação Cultural Animare
• Programa Cooperação Cisternas BRA 007-B - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS)
• Projeto de Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Sururu na Lagoa Mundaú em Maceió (AL) -Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS)
• Que se lixe o lixo! - Instituto SuperAÇÃO e Agente que Fez Animações
• Rodeio, de que lado você está? - Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal
• Terra do Meio -    Marcelo Salazar e Rafael Salazar
• Toriline: O espantalho marinho - Instituto Albatroz
• Você conhece o Cerrado? – WWF Brasil

Em filme, Asterix fica preocupado com o meio ambiente

Asterix e Obelix têm que defender a audeia da a influência dos romanos 
que construíram o Templo dos Deuses - Foto: Divulgação

07/04/2016

Novo longa do gaulês tem discurso ecológico e contra opressão

Rio - Criado em 1959, Asterix nasceu na França e se tornou o gaulês mais conhecido do mundo. São 36 álbuns, traduzidos em 112 línguas e dialetos, 335 milhões de quadrinhos vendidos e oito adaptações para o cinema. A última estreia hoje com ‘Asterix e o Domínio dos Deuses’, do diretor Louis Clichy.

Na trama, o Templo dos Deuses é instalado nos arredores da pequena aldeia. Encantados pela riqueza do novo condomínio, os gauleses não percebem a tentativa dos romanos de conquistarem a aldeia, e lentamente vão se acostumando ao estilo de vida ganancioso deles. Asterix e Obelix precisam então tomar uma atitude que impeça o crescimento do império de Júlio Cesar e seja prejudicial ao meio ambiente.

“Houve uma preocupação com temas ecológicos. O desmatamento e seus impactos são ilustrados através dos javalis que são expulsos da floresta através das construções. A temática da resistência à opressão tem um aspecto muito universal. A revista em quadrinhos foi lançada no final da Segunda Guerra Mundial e representa uma metáfora da resistência. Se trata de uma combinação de humor e sátira da sociedade”, diz o diretor Louis Clichy.

Quando foi publicada em 1961, a versão em quadrinhos de ‘O Domínio dos Deuses’ vendeu mais de um milhão de exemplares. O diretor acredita que, apesar de a história ter sido escrita no século passado, ela ainda é atual.

“Asterix fica preocupado com a invasão da cultura romana na aldeia gaulesa. É uma influência na forma de morar, comer, viver, etc. E, por isto, esta história de fato segue sendo uma das mais atuais da série. Aliás, ‘Asterix e o Domínio dos Deuses’ foi escrito na época do Plano Marshall, período em que a sociedade europeia era muito influenciada pelos valores norte-americanos, como o American Way Of Life”, analisa o diretor, referindo-se ao personagem como uma resistência francesa ao estilo americano. O filme chega aos cinemas em versões 2D e 3D, dublado e legendado e um circuito de 40 cidades em mais de 50 salas.

Cão de 'O Artista' morre aos 13 anos

(2012) O ator Jean Dujardin ganha um beijo de Uggie, no colo da atriz Missi Pyle, 
numa cerimônia em homenagem ao elenco de 'O Artista' em Hollywood 
AFP / Robyn Beck / STF

12/08/2015

Uggie, o Jack Russell terrier que conquistou o mundo ao protagonizar ao lado de Jean Dujardin o premiado filme "O Artista", morreu na semana passada, aos 13 anos, revelou nesta quarta-feira o site de celebridades TMZ.

Uggie foi sacrificado na sexta-feira em função de um câncer de próstata, afirma o TMZ.

O adorável cãozinho atuou em vários comerciais e filmes, mas seu papel na produção francesa "O Artista" o tornou conhecido mundialmente.

Ele recebeu a Palma Canina em Cannes, em 2011, e a Coleira de Ouro em Beverly Hills em 2012, e foi uma personagem-chave na campanha de divulgação e sedução do filme mudo e em preto e branco que levou todos os principais prêmios na ocasião, incluindo cinco Oscars.

Uggie também sofria de uma doença neurológica não diagnosticada.

O Jack Russel nasceu em 2002 e, como muitas estrelas em Hollywood, teve um início de vida e carreira difíceis.

(2012) Uggie participa de uma cerimônia na Calçada da Fama, 
em Hollywood - AFP / Getty / Kevork Djansezian

Como era muito travesso, foi rejeitado por vários donos e corria o risco de ser sacrificado até que o adestrador Omar von Muller resolveu encarar a tarefa de ensiná-lo a se comportar, a ponto de transformá-lo num modelo exemplar.

Ele começou a fazer comerciais e participou de alguns filmes, como "Água para Elefante". Mas foi com "O Artista" que ele virou um verdadeiro "dog star".

Em função de sua atuação, foi criada uma petição para que a Academia de Ciências Cinematográficas americana introduzisse um prêmio especial para interpretação de animais.

Além de ter uma biografia publicada, Uggie ganhou uma estrela na calçada da fama de Hollywood, um privilégio reservado a poucos artistas humanos.

Fonte: AFP.com


ESTREIA - Nachtergaele interage com natureza em "Na Quadrada das Águas Perdidas"


01/08/2013

SÃO PAULO, 1 Ago (Reuters) - Em meio à paisagem árida da caatinga nordestina, o sitiante Olegário (Matheus Nachtergaele) sai em busca de trocar os únicos animais que possui, duas cabrinhas, por alimentos na cidade. Único humano em cena, o protagonista torna-se um modesto herói, já que em sua trajetória se encerra a representação de um homem de seu tempo lidando com seus desafios.

No filme dirigido e roteirizado por Wagner Miranda e Marcos Carvalho, a coragem reside no retrato cru, mas não desprovido de certa ternura, dessa figura em uma jornada solitária, espreitada por um urubu à espera de que ele, suas cabras e o burrinho que o leva, sucumbam. Outros perigos espreitam, cobras, uma onça, falta d'água, entre eles.

Ao longo do caminho, o protagonista perde elementos que o compõem e se transforma. Conseguir ou não trocar os bichos pela comida, no final, seria apenas um detalhe, se disto não dependesse sua sobrevivência.

O clima documental ganha força pela atuação despojada de Nachtergaele. Ao mesmo tempo, a excelente trilha sonora, assinada por Elomar, Geraldo Azevedo e grupo Matingueiros, é fundamental na construção do clima do longa, que parece mimetizar a secura da região que retrata.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb



Cine EBX nas Escolas debate conscientização ambiental por meio da capacitação de professores e exibição de filme

Além de incentivar 4.600 alunos de escolas municipais do 4º ao 7º ano a produzirem curtas-metragens sobre a importância de preservar o meio ambiente, o projeto “Cine EBX nas Escolas”, do Grupo EBX, trabalha temas relacionados à conscientização ambiental por meio de exibições de filmes temáticos e capacitação de professores.

Enquanto cerca de 20 estudantes de cada um dos cinco colégios participantes do projeto terão oficinas práticas e teóricas sobre como fazer cinema, professores receberão material didático com orientações para trabalhar o tema de forma contínua em sala de aula. As apostilas sugerem diferentes tipos de atividades educativas com base nos filmes brasileiros “Tainá 2 – A aventura continua” e “A casa verde”, que serão exibidos em sessões fechadas para os alunos. Mais do que assimilar características da linguagem cinematográfica, o objetivo da capacitação é estimular que professores do ensino fundamental trabalhem temas como pluralidade cultural, ética e meio ambiente por meio de atividades pedagógicas, jogos e brincadeiras.

Ao final das oficinas, que têm carga de aproximadamente 15 horas e duração de uma semana, os alunos produzirão um curta-metragem que será exibido em dez sessões de cinema nas próprias unidades onde estudam. Todas as turmas da escola participarão do evento. Uma comissão vai avaliar o material e escolher os vencedores em diversas categorias, como melhor filme e melhor roteiro. Além de os primeiros lugares ganharem um troféu, a escola do grupo vencedor na categoria "melhor filme" receberá um laptop com programa para edição de filmes. Todos os colégios participantes também serão presenteados com uma câmera filmadora.

Lagoa Limpa

O “Cine EBX nas Escolas” faz parte do projeto Lagoa Limpa que, idealizado pelo Grupo EBX, foi iniciado em setembro de 2008 com o objetivo de colaborar com os órgãos responsáveis na recuperação ambiental da Lagoa Rodrigo de Freitas. O projeto é executado em parceria com o Governo do Estado e a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. A gestão ambiental da Lagoa é, atualmente, de responsabilidade da Fundação Instituto das Águas do Município do Rio de Janeiro (Rio-Águas). A Cedae responde pela questão do saneamento do entorno da Lagoa.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...