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ROCK IN RIO PROMOVE CAMPANHA PARA RESTAURAR AMAZÔNIA



06/04/2016

O Rock in Rio, maior festival de música e entretenimento do mundo, lançou o Amazônia Live, um projeto social da marca a ser realizado em edições do festival até 2019.

O objetivo da campanha é mobilizar a população a abraçar a causa do meio ambiente com o slogan “Mais do que Árvores, Vamos Plantar Esperança”.

De 1500 a 1977, cerca de 4,7% da Amazônia foi desmatada, segundo dados da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (Raisg). Nos últimos 36 anos, esse percentual subiu para 18%. O Brasil já perdeu, de acordo com dados coletados até 2013, 632 mil km2 de florestas, o que afeta o clima e o equilíbrio das chuvas e a vida de quem vive perto e, também, longe da floresta.

O Rock in Rio resolveu se engajar na questão por considerar a música uma linguagem universal capaz de emocionar as pessoas. O festival tem um pilar de sustentabilidade criado em 2011: “Por um mundo melhor”.

Objetivamente, a organização do evento inicia um movimento global de restauração da Amazônia chamando a atenção das pessoas para o consumo consciente dos recursos naturais e para a mudança de seu comportamento.

Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, explica que “pela primeira vez estamos adotando globalmente uma mesma causa que será promovida em todos os países onde o Rock in Rio está, e não só, e se estenderá por várias edições do evento. Estamos garantindo o plantio de um milhão de árvores e, com a ajuda de marcas parceiras e dos fãs do festival, queremos chegar a cerca de três milhões de novas árvores na região. Com esta ação, vamos chamar a atenção do mundo inteiro para um problema urgente e mostrar que é possível plantar, sobretudo, esperança. Para se ter uma ideia da importância disso, segundo dados do ISA, uma floresta com três milhões de árvores transpira a cada dia cerca de 48 milhões de litros de água. Outro dado importante e que merece a nossa atenção é que a Amazônia tem 20% de toda a água doce do planeta e isso não pode se perder”.

A ideia começou em 2015, quando a Prefeitura de Manaus procurou a equipe do Rock in Rio para ajudar a chamar atenção para a importância da floresta no equilíbrio do planeta.

Além da campanha publicitária sobre a importância da floresta, o Rock in Rio promoverá o plantio de árvores, contando já com parceiros, como Itaú, Manaus Luz, Manaus Ambiental, Banco Mundial, Universidade Estácio de Sá, e Gol. O festival garantiu o plantio de um milhão de árvores e os parceiros se comprometeram com a causa elevando este número para 2,1 milhões.

Segundo Claudia Romano, diretora de responsabilidade social e parcerias da Estácio, a universidade vai doar 100 mil árvores, além de trabalhar na mobilização de seus alunos e colaboradores para fazerem o mesmo. “Se cada um plantar uma árvore já será um grande feito. Nossa missão de educar para transformar se expressa também na formação de profissionais e cidadãos conscientes e comprometidos”, disse.

O Banco Mundial e o ARPA (Programa Áreas Protegidas da Amazônia) também se comprometeram com a causa. “Estamos construindo uma parceria com o Banco Mundial, no âmbito do Programa Áreas Protegidas da Amazônia – ARPA, onde serão plantadas, no mínimo, 1 milhão de árvores junto ao Amazônia Live em áreas protegidas da floresta Amazônica”, garante Adriana Moreira, que trabalha para ambos os grupos.

Para o plantio, será usado um mix de sementes através de uma técnica, desenvolvida pelo Instituto Socioambiental (ISA) com o objetivo de reproduzir o processo natural da floresta, que aproveita a experiência de plantadores de árvores do Xingu-Araguaia. Essa experiência comprova que o melhor método para as árvores é serem plantadas as suas sementes diretamente no chão, no seu local definitivo. Tal ação visa a recuperar as nascentes e matas às margens dos rios, além de gerar renda de forma colaborativa e inclusiva para as comunidades locais.

Todo o processo poderá ser acompanhado durante os três primeiros anos do plantio por meio de relatórios técnicos e notícias que avaliarão a situação das árvores e da recuperação da floresta.

A ação é celebrada pelo ISA e pelos plantadores de semente. Segundo Rodrigo Junqueira, do ISA, "as melhores soluções são criadas de maneira compartilhada e em Rede. Este é o aprendizado do nosso grande parceiro, a Rede de Sementes do Xingu. Nós do ISA e os mais de 420 coletores de sementes estamos animados com o desafio de plantar um milhão de árvores no coração do Brasil. Mas também muito empenhados em levar o alerta sobre os riscos que a Amazônia está enfrentando neste momento e o papel de cada pessoa nas questões socioambientais”.

A Amazônia é responsável pelo controle climático global e pela renovação atmosférica da poluição. Preservá-la é preservar várias espécies animais e vegetais – incluindo a espécie humana.

GreenMe

Ana Cristina Barros assume a Secretaria de Biodiversidade e Florestas

Ana Cristina e Izabella Teixeira: gestão participativa
Foto: Martim Garcia/MMA

28/04/2015

Na cerimônia de posse, ministra falou sobre os desafios para a gestão da secretária e anunciou novos nomes para o Ministério do Meio Ambiente  

Por Rafaela Ribeiro – Edição: Sérgio Maggio

Ana Cristina Barros tomou posse, nesta segunda-feira (27/04), como secretária de Biodiversidade e Florestas (SBF) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), com a missão de estabelecer novas prioridades dentro da agenda da Secretaria, que envolve patrimônio genético, espécies, sistema de áreas protegidas e ecossistemas brasileiros. Ouviu da ministra Izabella Teixeira os desafios da gestão que se inicia. Um deles: alcançar os 60 milhões de hectares de áreas protegidas do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) antes de 2020.

No discurso de boas-vindas, Izabella Teixeira ressaltou a importância da política pública que o MMA desenvolve neste momento histórico: “Essa nova narrativa política vai desde a abertura dos Parques Nacionais, que precisam de Plano de Manejo, até a condução desse trabalho de ‘formiguinha’, feito em nome da transparência e da boa gestão pública”.

Com formação em Ecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ana Cristina Barros respondeu, com entusiasmo, aos desafios de gestão. “Vamos produzir e mostrar nosso diferencial trabalhando juntos, como equipe articuladora do Ministério do Meio Ambiente, com suas autarquias e outros ministérios. Vamos mostrar uma visão de uma Secretaria que é articulada não só dentro do governo, mas também com a sociedade civil e as empresas”, projetou.

Entre as prioridades, a secretária destacou “a abertura das Unidades de Conservação e o estreitamento do contato entre a população e os parques, tanto para o uso dos produtos da biodiversidade como para o reconhecimento desses patrimônios”, projetou Ana Cristina.

NOMEAÇÕES

Durante a cerimônia de posse, a ministra Izabella Teixeira também anunciou novos nomes que vão compor o MMA. Carlos Guedes de Guedes vai assumir a Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEDRS), enquanto Cláudio Maretti será nomeado para a presidência do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

CARLOS GUEDES DE GUEDES (SEDR)

Ex-presidente e servidor de carreira do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). É economista pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atuou como delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no Pará, onde também foi secretário de Planejamento, Orçamento e Finanças do governo do Pará e superintendente Nacional de Desenvolvimento Agrário do INCRA. No MDA, foi secretário Extraordinário de Regularização Fundiária na Amazônia Legal e coordenador do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural.

CLÁUDIO MARETTI (ICMBIO)

É líder da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF. Foi superintendente de Conservação do WWF-Brasil com responsabilidade sobre programas regionais como Amazônia, Cerrado-Pantanal e Mata Atlântica (no Brasil). É doutor em Geografia Humana, com tese sobre “Gestão territorial comunitária no oeste africano, e mestre em Geotecnia, com dissertação sobre o “Planejamento ambiental no Litoral Sul de São Paulo”.


Banco Mundial quer parceria ambiental com Brasil

Crédito: Divulgação / Portal Brasil

05/03/2015
    
A diretora-gerente e chefe de Operações do Banco Mundial, Sri Mulyani Indrawati este com ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, na última terça-feira (3), em Brasília (DF). Durante a visita, a diretora do Bird e a ministra trataram da parceria na pauta ambiental. Sri Mulyani falou da importância da agenda de desenvolvimento sustentável. A ministra citou, entre outras ações, o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), que tem o Banco Mundial como parceiro.

A iniciativa é considerada a maior iniciativa em conservação de florestas tropicais no mundo. Trata-se de uma ação na qual objetivo é de proteger cerca de 60 milhões de hectares da Amazônia brasileira.

Rio e Amazonas
Essa é a primeira visita de Sri Mulyani Indrawati ao Brasil desde que entrou para o Banco Mundial, em 2010. Ela já visitou o estado do Amazonas e do Rio de Janeiro para conhecer projetos locais, além de se reunir com autoridades do governo federal.

Participaram da reunião o secretário-executivo do MMA, Francisco Gaetani, o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, Carlos Klink, o assessor especial, Luiz Antônio Correia de Carvalho, o vice-presidente para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Jorge Familiar, a diretora do Banco Mundial para o Brasil, Deborah Wetzel, o diretor do International Finance Corporation (IFC) para o Brasil, Hector Gomez e o representante do governo brasileiro no Banco Mundial, Antonio Henrique Silveira.

Fonte: Portogente

RETROSPECTIVA: os destaques do WWF-Brasil em 2014

04/01/2015

O ano de 2014 foi de grandes desafios para o WWF-Brasil e para todas as organizações que lutam pela conservação do meio ambiente. Mas foi também um ano de conquistas importantes.

Todas essas vitórias só foram possíveis porque trabalhamos juntos com diversos atores da sociedade civil e tivemos o apoio de nossos afiliados, empresas parceiras, diversas intuições e muitas organizações e parceiros que acreditam na força e na relevância do nosso trabalho.

Listamos algumas ações mais importantes que realizamos em 2014, por ordem cronológica. Confira!

Personagem ajuda a transmitir noções de sustentabilidade e preservação ambiental. 
© Divulgação/MSP e WWF-Brasil

1. Chico Bento, embaixador das nascentes do Pantanal;

Em março, junto à Maurício de Souza Produções (MSP), nomeamos Chico Bento como o  “Embaixador da Proteção das Nascentes do Pantanal”. Produzimos uma animação sobre o assunto, que foi exibida em cinemas, metrôs, ônibus, emissoras de televisão e redes sociais.

Campanha “Chico Bento, Embaixador das Nascentes do Pantanal”: https://www.youtube.com/watch?v=GNYQGxThgtg

Hora do Planeta 2014 
© WWF-Brasil

2. Hora do Planeta;

Em 2014, 144 municípios brasileiros participaram da mobilização, apagando as luzes de 627 monumentos diferentes. Foi um número recorde, maior do que o registrado em anos anteriores. As notícias sobre o evento impactaram 32,6 milhões de brasileiros. No mundo todo, a Hora do Planeta 2014 mobilizou mais de 7 mil cidades em 162 países.

Veja como foi a Hora do Planeta 2014 em todo o mundo: https://www.youtube.com/watch?v=ZilSYaavMH4

Reserva Extrativista Mapuá é uma das UCs apoiadas pelo Arpa 
© Miguel von Behr

3. Arpa (Áreas protegidas da Amazônia);

Em maio de 2014, com forte articulação do WWF-Brasil, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) deu início à nova fase do Programa Arpa (Áreas Protegidas da Amazônia). 215 milhões de dólares serão depositados num fundo de transição que servirá para garantir, pelos próximos 25 anos, a manutenção permanente de 60 milhões de hectares em unidades de conservação. O WWF-Brasil participa de todas as discussões referentes ao Arpa, além de prestar apoio técnico e financeiro às suas ações.


Mais de 25 mil pessoas assinaram a petição da campanha SOS Juruena
© WWF-Brasil / Adriano Gambarini

4. Campanha SOS Juruena

Mais de 25 mil pessoas assinaram a petição da campanha SOS Juruena, organizada pelo WWF-Brasil para impedir a construção de duas hidrelétricas no interior do Parque Nacional do Juruena - uma unidade de conservação que faz parte do maior sistema de rios do país (Bacia do Tapajós) e possui a maior diversidade e produtividade de água doce do planeta, ocupando uma posição estratégica no chamado Arco do Desmatamento, capaz de garantir a conectividade ambiental das áreas protegidas vizinhas e entre a Amazônia e o Cerrado.


É a gota d’água: No Dia Mundial do Meio Ambiente, WWF-Brasil faz alerta 
sobre crise de abastecimento em São Paulo (SP) 
© Dino Almeida

5. “É a Gota d’Água!”

Em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, colocamos uma gota inflável, de 10 metros de altura, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). Nossa mensagem: “É a Gota D’água!”, teve o intuito de alertar a população brasileira para o melhor uso de nossos recursos hídricos frente a maior crise hídrica já enfrentada pelo Estado de São Paulo.

Making of da ação: “É a Gota DÁgua!”: https://www.youtube.com/watch?v=uF-e6UyMNd0

Pegada ecológica do acre 
© WWF-Brasil

6. Pegada Ecológica do Acre

O Acre é o mais recente Estado brasileiro a fazer o cálculo de sua Pegada Ecológica – a análise que mede a quantidade de recursos naturais necessária para sustentar determinado estilo de vida. Se todo mundo vivesse como os acreanos, seria necessário 1,3 planeta Terra para dar conta da demanda de recursos. Esta Pegada Ecológica é 20% menor que a do cidadão médio brasileiro e 13% menor que a do cidadão médio global. O estudo foi uma das entregas do Programa Água Brasil, parceria do WWF-Brasil com o Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil e Agência Nacional de Águas. 

Confira o estudo:  Pegada Ecológica do Estado do Acre

Fest Curteco 
© Divulgação/WWF-Brasil

7. Fest Curteco

Já pensou em fazer um painel solar a partir de sucata? Pois foi isso que fez o Raimundo Nonato Filho, do Piauí. Por conta desta ideia, ele foi eleito o vencedor do nosso primeiro Festival de Curtas-Metragens Ecológicos, o Curteco, e ganhou uma viagem para as Cataratas do Iguaçu, no Paraná. O Festival buscou conscientizar as pessoas sobre o impacto de nossos hábitos na saúde do planeta.

Assista aos cinco vídeos vencedores do Curteco: http://curteco.com.br/

Overshoot day 2014 
© WWF-Brasil

8. O “Dia da Sobrecarga da Terra” (“Overshoot Day”)

Em 2014, o “Overshoot Day”, ou “Dia da Sobrecarga da Terra”, ocorreu em 19 de agosto. Foi nesta data que terminamos de consumir os recursos naturais disponíveis para este ano. A partir de então, todos os recursos naturais que utilizamos “entraram no vermelho”, o que quer dizer que já estamos usando mais do que o Planeta pode repor. Se somado ao longo de um certo período, este fenômeno se converte em um cenário de perda de biodiversidade, escassez de recursos e mudanças climáticas – exatamente os grandes problemas ambientais que enfrentamos agora. O cálculo é feito anualmente pela Global Footprint Network, uma organização internacional pela sustentabilidade, parceira global da Rede WWF

Saiba mais sobre o Dia da Sobrecarga da Terra:



9. 18 anos de WWF-Brasil!

Em 2014, o WWF-Brasil completou 18 anos de existência. São quase duas décadas lutando pela conservação da biodiversidade e dos recursos naturais brasileiros – contando com o apoio de muitos afiliados, sociedade civil, empresas e instituições que confiam na importância do nosso trabalho.

Saiba mais sobre a nossa história: http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/historia_wwf_brasil/

Cataratas do Iguaçu 
© ICMBIO/Parque Nacional do Iguaçu

10. Parceria pelas Cataratas do Iguaçu

Em agosto, fechamos uma parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)  e a Fundación Vida Silvestre Argentina (FVSA) para apoiar a gestão das Unidades de Conservação que ficam na fronteira entre o Brasil e a Argentina. Nosso trabalho terá como foco desenvolver novas oportunidades de negócios locais, por meio da valorização da biodiversidade para gerar impactos sociais e ambientais positivos.    

Saiba mais sobre a nossa parceria em prol das Cataratas do Iguaçu

Eleições 2014 
© WWF-Brasil

11. Eleições 2014 e os compromissos com o futuro do País

Com o objetivo de aperfeiçoar o debate eleitoral realizado este ano, no final de agosto lançamos um documento que trazia propostas para colocar a sustentabilidade no centro da agenda política brasileira. O documento, intitulado “Propostas do WWF-Brasil: compromissos com o futuro do País – Água, Alimentos, Energia e Florestas para sempre”, foi entregue aos comitês dos três principais candidatos à presidência e disponibilizado para download gratuito.


Salve o Cerrado 
© WWF-Brasil

12. “Salve o Cerrado!”

Para marcar o Dia Nacional do Cerrado, celebrado em 11 de setembro, promovemos a campanha “Salve o Cerrado!”. Lançamos vídeos sobre a região, realizamos plantio de mudas nativas em Brasília (DF) e apoiamos a exposição “Cerrado, uma janela para o planeta”. Nossa proposta foi alertar para a necessidade de conservar o segundo maior ecossistema do Brasil. 

Veja os vídeos da campanha “Salve o Cerrado!”

Relatório Planeta Vivo 2014 
© WWF
13. Relatório Planeta Vivo

Em setembro, a Rede WWF lançou a mais recente edição do Relatório Planeta Vivo (ou “Living Planet Report”, no original em inglês), um documento que mostra o ‘estado de saúde’ de nosso planeta. Segundo a publicação, de 1970 até hoje a biodiversidade existente no mundo diminuiu em 52%, demonstrando que metade da vida no planeta foi extinta nos últimos quarenta anos. O documento mostra as causas desse declínio e o que pode ser feito para reverter este cenário.

Confira aqui o sumário executivo do Relatório Planeta Vivo 2014:

Fonte: WWF-Brasil


Banco Mundial libera US$ 16 milhões para Amazônia


24/02/2012  

Da Redação

O Banco Mundial aprovou uma doação de US$ 15,9 milhões do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) para o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

Com a verba, a segunda fase do programa deve possibilitar a proteção de mais 13,5 milhões de hectares no bioma. O dinheiro também será usado para consolidar 32 milhões de hectares de áreas protegidas já existentes.

Durante sua primeira fase, o programa criou 24 milhões de hectares de áreas protegidas e consolidou 8,5 milhões. A estimativa do governo é que essa proteção ajudou a reduzir o Desmatamento na região em 37%, entre 2004 e 2006.Makhtar Diop, diretor do Banco Mundial para o Brasil, disse que a meta é atingir no futuro – sem dizer exatamente quando – um total de 100 milhões de hectares protegidos na Amazônia, “promovendo simultaneamente o crescimento econômico e serviços sociais através do uso sustentável de recursos”, diz.

O GEF é uma agência internacional criada após a conferência Rio-92 para reunir verbas e fundos de concessão para promover benefícios ambientais em seis áreas foco – Mudanças Climáticas, diversidade biológica, águas internacionais, poluentes orgânicos persistentes e destruição da camada de ozônio.

Fonte: Odocumento.com
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