ANP diz que há novo vazamento na região do Campo de Frade


Novo vazamento de petróleo na mesma região de incidente envolvendo 
a petroleira americana Chevron (Foto: Divulgação)
16/03/2012

Segundo a ANP, o vazamento deve estar vindo de fissuras no fundo do mar, não do poço da Chevron, que foi selado

Rio de Janeiro - A Agência Nacional do Petróleo informou nesta quinta-feira que há um novo vazamento de petróleo na mesma região do incidente envolvendo a petroleira norte-americana Chevron, no campo de Frade, na Bacia de Campos (RJ).

O vazamento deve estar vindo de fissuras no fundo do mar e não do poço da Chevron que foi abandonado após o acidente ocorrido em novembro, afirmou à Reuters assessoria de imprensa do órgão regulador brasileiro.

A ANP não informou imediatamente o volume do óleo que vazou no local, mas antecipou que deve ser uma pequena quantidade, dado o tamanho da mancha que surgiu na região.

Semanas após o vazamento que levou a ANP a proibir a Chevron de realizar perfurações, a então diretora do órgão regulador Magda Chambriard afirmou que a petroleira não havia selado o poço corretamente.

"Os perfis de cimentação ainda não mostram a perfeita aderência do cimento ao poço. Quer dizer que o abandono do poço ainda não está completo", disse Chambriard em 9 de dezembro.

A assessoria de imprensa da ANP informou que vai verificar se a Chevron cumpriu adequadamente todos os procedimentos de cimentação do poço onde houve vazamento.

Fonte: EXAME.com

Estrangeiros fazem arte haitiana renascer


Estrangeiros fazem arte haitiana renascer (Foto: BBC)

Da BBC

Enxurrada de visitantes estimulou pintores a retomar uma tradição artística que sofreu um duro golpe no terremoto de 2010.

Os efeitos da presença estrangeira na capital do Haiti, Porto Príncipe, vão além da filantropia.

Nos últimos anos, vários hotéis, restaurantes e supermercados foram inaugurados na cidade para atender à clientela internacional, formada sobretudo por missionários e membros das cerca de 10 mil ONGs que atuam no Haiti. Assista ao vídeo.

Esses estrangeiros também ajudaram a florescer uma tradição artística que sofreu um duro golpe no terremoto de 2010.

Desde 1947, quando o pintor haitiano Hector Hyppolite expôs em Paris, museus da Europa e dos Estados Unidos passaram a valorizar a arte do país caribenho, marcada por cores vivas e por cenas que retratam o cotidiano e a religiosidade de seus habitantes.

O interesse mundial provocou a abertura de várias galerias de arte em Porto Príncipe nas décadas seguintes. Porém, com o terremoto em 2010, muitas galerias ruíram, e vários artistas perderam seus acervos.
O artista plástico Ilmorin Verly conta que todos os quadros que armazenava em casa foram destruídos ou furtados após o sismo.

Mas a enxurrada de estrangeiros que veio acudir o país nos meses seguintes o estimulou a retomar a produção e a expor seus quadros na rua. Os preços das obras variam entre US$ 50 e US$ 120.

Aos poucos, galerias tradicionais também retomam as atividades. Mas elas reclamam da dificuldade em competir com os preços das ruas e da grande quantidade de obras falsificadas em circulação.

Seja como for, num aspecto artistas de rua e donos de galerias concordam: a presença estrangeira está ajudando a preservar uma das vertentes mais ricas da cultura haitiana e tornando Porto Príncipe mais colorida.

Fonte: G1.com



Exposição em São Paulo convida visitante a passeio pelo mundo dos insetos

04/03/2012

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Uma corrida de baratas em um circuito conhecido como Baratódromo. Um besouro gigante que chega a ter 22 centímetros de comprimento. Lagartas do bicho-da-seda produzindo o fio que vai resultar em vestimenta para humanos. Abelhas produzindo mel. Essas são algumas das atrações da exposição Planeta Inseto, instalada no Museu do Instituto Biológico, em São Paulo.

Para que os visitantes vivenciem ainda mais experiências reais, na maior parte da exposição, os insetos estão vivos e as pessoas podem até mesmo tocá-los.

O Instituto Biológico é um órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo que tem a missão de fazer pesquisas na área de sanidade vegetal e animal, fazendo o controle de pragas e doenças dos animais e dos vegetais. E o museu, uma espécie de zoológico de insetos, foi instalado na sede do insituto.

“A exposição tem o objetivo de mostrar a vida dos insetos. Lá, pode-se encontrar, entre outras coisas, um bicho-da-seda vivo. Aliás, boa parte dos insetos é viva. Somos o único Jardim Zoológico de insetos do Brasil com cadastro e autorização do Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] e da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo”, explicou o diretor-geral do Instituto Biológico, Antonio Batista Filho.

No museu, há exemplares vivos de 25 espécies e exemplares mortos de outras 75 espécies. Estão expostos insetos cuja atividade resulta em produtos úteis ao homem, como as abelhas e o bicho-da-seda; os que vivem em sociedade, como as formigas; aqueles que se camuflam, como o bicho-pau; e exemplares gigantes, como a barata de Madagascar. “Tem também um besouro grande, que é considerado o maior besouro em termos de volume do planeta. Ele chega a pesar quase 70 gramas”, conta Batista Filho.

“A ideia do museu é desmitificar aquele medo [dos insetos] e mostrar que a grande maioria dos insetos traz benefícios ao homem, inclusive com a polinização, por exemplo. Mais de 50% das espécies de plantas são polinizados por insetos e isso é muito importante na produção de alimentos”, lembra o diretor do instituto.

Os insetos compõem o maior grupo de organismos existentes na Terra. Mais de 1 milhão de espécies de insetos são conhecidas, mas estima-se que há outras 7 milhões a serem descobertas.

A exposição é gratuita. O museu funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 16h. Mais informações podem ser encontradas no site http://www.biologico.sp.gov.br/museu.php.

Edição: Lana Cristina

Fonte: Agência Brasil

Empresa brasileira de biotecnologia está entre mais inovadoras do mundo

Com informações da Agência Fapesp - 27/02/2012

Inovação biotecnológica

Uma empresa localizada em Piracicaba, no interior de São Paulo, está entre as 50 companhias mais inovadoras do mundo de acordo com um ranking da revista norte-americana Fast Company.

Trata-se da Bug Agentes Biológicos, uma empresa de biotecnologia fundada por estudantes de pós-graduação da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), com apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).

A empresa de controle biológico foi apontada pela revista norte-americana como a 33ª mais inovadora mundialmente, na lista encabeçada pelos gigantes de tecnologia Apple, Facebook e Google. A Bug foi considerada pela publicação a mais inovadora do Brasil, à frente da Petrobras e da Embraer.

A Fast Company destaca que a Bug produz em massa vespas para combater larvas e percevejos que ameaçam lavouras de cana-de-açúcar e de soja, que representam as duas maiores e mais lucrativas culturas agrícolas do Brasil.

E que, em 2011, começou a aperfeiçoar uma maneira de liberar as vespas que produz em plantações de cana-de-açúcar da mesma forma como os inseticidas são pulverizados sobre lavouras da cultura por meio de aviões.

"O Brasil é o terceiro maior exportador agrícola do mundo (atrás dos Estados Unidos e da União Europeia) e ultrapassou recentemente os Estados Unidos como o maior consumidor de pesticidas. A Bug tem a única alternativa aos inseticidas aprovado pelos ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e Saúde", afirmou a revista.

Insetos transgênicos

A empresa desenvolve em grande escala insetos geneticamente programados para atingir e controlar seus inimigos naturais no campo, evitando infestações e danos às plantações.

A empresa se destaca no setor de controle biológico ao produzir parasitoides específicos para controlar ovos de pragas, o que não costuma ser feito pelos insetos produzidos pelas empresas do setor, em sua maioria estrangeiras.

"Geralmente, as outras empresas de controle biológico produzem parasitoides que controlam lagartas, insetos que já nasceram, que atacam a planta e que só então serão controlados. Nós produzimos parasitoides que controlam o ovo da lagarta ou do percevejo, impedindo que eles venham sequer nascer e causar prejuízos", disse Alexandre de Sene Pinto, um dos fundadores e sócio da empresa.

A empresa iniciou suas atividades produzindo microvespas Cotesia flavipes - que parasita lagartas (Diatraea saccharalis) de uma praga conhecida como broca da cana-de-açúcar, que ataca lavouras de cana - e Trichogramma galloi, que são parasitoides dos ovos da mesma praga.

Segundo Sene Pinto, utilizada no Brasil desde a década de 1970 no controle da broca de cana-de-açúcar, em um dos maiores programas de controle biológico do mundo, a Cotesia flavipes não estava funcionando bem em algumas áreas de cultivo da cultura no país nos últimos anos, o que levou à entrada de inseticidas no segmento.

"Isso nunca tinha ocorrido na cultura de cana-de-açúcar que, tradicionalmente, sempre utilizou controle biológico e não dava espaço para os agrotóxicos. Mas, de repente, os inseticidas começaram a ganhar espaço", disse.

Para tentar frear o avanço dos produtos químicos na cultura da cana-de-açúcar, a Bug começou a produzir e a utilizar nas plantações da cultura vespas Trichogramma galloi, que até então não eram utilizadas no cultivo da planta.

Hoje, de acordo com Sene Pinto, a área plantada com cana-de-açúcar controlada com o inseto no Brasil aumentou de forma exponencial, atingindo 500 mil hectares. "É um programa de controle biológico único que caminha para ser um dos maiores do mundo", disse.

Exportações biotecnológicas

Além dos insetos para controle de pragas da cana-de-açúcar, a empresa começou a produzir vespas Telenomus podisi e Trissolcus basalis, que parasitam ovos de percevejos que atacam a soja. O Brasil é o maior produtor mundial de soja, com a área plantada superior à da cana-de-açúcar.

Produzidos em pequenas quantidades desde 1980 pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Bug começou a criar em maior escala os insetos no país e a disponibilizá-los aos agricultores. "O pouco que produzimos no começo não foi suficiente para atender a demanda dos agricultores", disse Sene Pinto.

Segundo o pesquisador, a tecnologia de liberação dos insetos em campo, desenvolvida pela Bug, tem sido aprimorada com o passar dos anos pelo grupo de pesquisa que coordena na empresa.

O grupo estuda, entre outras questões, os efeitos do microclima e de microambientes na eficiência dos parasitoides, a quantidade de insetos por liberação, seus raios de dispersão, permanência em campo, associação com outros organismos e forma de liberação.

Além do Brasil, a empresa exporta insetos para Europa e Estados Unidos, onde ingressou comercializando ovos esterilizados com luz ultravioleta (UV) de uma traça inerte para multiplicação de Trichogramma.

"Hoje, a Bug conta com alguns investidores, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do Fundo Criatec, e se transformou de firma limitada em sociedade anônima", disse Sene Pinto.

Banco Mundial libera US$ 16 milhões para Amazônia


24/02/2012  

Da Redação

O Banco Mundial aprovou uma doação de US$ 15,9 milhões do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) para o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

Com a verba, a segunda fase do programa deve possibilitar a proteção de mais 13,5 milhões de hectares no bioma. O dinheiro também será usado para consolidar 32 milhões de hectares de áreas protegidas já existentes.

Durante sua primeira fase, o programa criou 24 milhões de hectares de áreas protegidas e consolidou 8,5 milhões. A estimativa do governo é que essa proteção ajudou a reduzir o Desmatamento na região em 37%, entre 2004 e 2006.Makhtar Diop, diretor do Banco Mundial para o Brasil, disse que a meta é atingir no futuro – sem dizer exatamente quando – um total de 100 milhões de hectares protegidos na Amazônia, “promovendo simultaneamente o crescimento econômico e serviços sociais através do uso sustentável de recursos”, diz.

O GEF é uma agência internacional criada após a conferência Rio-92 para reunir verbas e fundos de concessão para promover benefícios ambientais em seis áreas foco – Mudanças Climáticas, diversidade biológica, águas internacionais, poluentes orgânicos persistentes e destruição da camada de ozônio.

Fonte: Odocumento.com

Brasil será sede do Dia Mundial do Meio Ambiente de 2012

O anúncio oficial foi feito pelo Diretor Executivo do PNUMA e pela Ministra do Meio Ambiente do Brasil durante coletiva de imprensa realizada na sede do PNUMA em Nairóbi

Nairóbi (Quênia), 22 de fevereiro de 2012 – O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) anunciou hoje que o Brasil, dono de uma das economias que crescem mais rápido no mundo, será a sede das celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente (WED, na sigla em inglês), comemorado anualmente no dia 5 de junho.

O tema deste ano: “Economia Verde: Ela te inclui?” convida o mundo a avaliar onde a Economia Verde está no dia-a-dia de cada um e estimar se o desenvolvimento, pelo caminho da Economia Verde, abrange os resultados sociais, econômicos e ambientais necessários em um mundo de 7 bilhões de pessoas, que deve chegar a 9 bilhões de pessoas em 2050.

O Brasil foi sede do WED em 1992, durante a Cúpula da Terra, quando chefes de Estado, líderes mundiais, oficiais de governo e organizações internacionais se encontraram para reorientar, recalibrar e traçar um caminho rumo ao desenvolvimento sustentável.

“Ao celebrar o WED no Brasil em 2012, estamos voltando às raízes do desenvolvimento sustentável contemporâneo para criar um novo caminho que reflita as realidades, mas também as oportunidades do novo século”, declarou Achim Steiner, Subsecretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA.

“Três semanas após o WED, o Brasil receberá a Rio+20, onde líderes mundiais e nações se reencontrarão para desenhar um futuro que faça do desenvolvimento sustentável uma prática bem-sucedida – um futuro que pode fazer crescer economias e gerar trabalhos decentes sem pressionar os limites do planeta”, adicionou.

O Brasil tem o quinto maior território do mundo, com quase 8,5 milhões de Km2 onde vivem mais de 200 milhões de pessoas, o que o torna o quinto país mais populoso do mundo.

Em anos recentes, o Brasil deu grandes passos para resolver problemas como o desmatamento da Amazônia por meio do monitoramento da região.

Estimativas mostram que o Brasil alcançou uma redução significativa de gases causadores de efeito estufa como resultado da redução das taxas de desmatamento.

Segundo o relatório do PNUMA chamado Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza, o Brasil tem tido uma posição de destaque na construção de uma economia que inclui a reciclagem, a energia renovável e a geração de empregos verdes.

·      A indústria de reciclagem do Brasil gera um retorno de dois bilhões de dólares, ao passo que reduz as emissões de gases de efeito estufa em dez milhões de toneladas.

Só no Brasil, na China e nos Estados Unidos, a reciclagem, em todas as suas formas, já emprega doze milhões de pessoas.

O Brasil é também líder na produção sustentável de etanol como combustível de veículos e está se expandindo em outras formas de energia renovável como a eólica e solar.

·      Recentemente, a construção de 500.000 novas casas com instalações de paineis solares no Brasil gerou 300 mil novos empregos.

“Nós estamos muito felizes por sediar as celebrações globais pelo meio ambiente. O Dia Mundial do Meio Ambiente no Brasil será uma grande oportunidade para apresentar os aspectos ambientais do Desenvolvimento Sustentável nas semanas que antecedem a Conferência Rio+20”, declarou a Ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, que esta semana está participando da Sessão Especial do Conselho Administrativo do PNUMA em Nairóbi, Quênia.


“A história do Brasil, com a complexidade de sua economia diversa e dinâmica, a sua riqueza de recursos naturais e seu atual papel nas relações internacionais, oferece uma perspectiva única por meio da qual um resultado amplo e transformador se tornará possível na Rio+20”, adicionou Achim Steiner. “O forte comprometimento do Brasil com a equidade social e seu papel de destaque entre economias desenvolvidas e em desenvolvimento, pode guiar e moldar debates”.

“O conceito contemporâneo de desenvolvimento sustentável nasceu no Brasil e podemos considerar que o potencial que esse modelo apresenta para responder a desafios e oportunidades futuras será definido no Brasil daqui a quatro meses”, completou Steiner.

As celebrações do WED no Brasil, na semana do dia 5 de junho, é parte de milhares de eventos que acontecem no mundo todo. O WED 2012 vai enfatizar o modo como ações individuais podem ter um impacto exponencial, com uma variedade de atividades que vão desde uma maratona até mutirões de limpeza, competições entre blogueiros, exibições, seminários, campanhas nacionais e internacionais e muito mais.

A Kia Motors, a segunda maior produtora de carros da República da Coreia, doou cinco veículos ao PNUMA em resposta ao tema do WED 2012 – Economia Verde: Ela te inclui? --, marcando o comprometimento da Kia com a sustentabilidade ambiental.

Os carros incluem o Kia Rios e um Kia Optima Híbrido 2012, escolhidos pela comprovada eficiência de combustível.

“Ao participar de parcerias ambientais como esta com o PNUMA, temos o objetivo de apoiar esforços para solucionar os desafios ambientais globais”, disse Soon-Nam Lee, Diretor de Marketing Exterior da Kia Motors. “O tema deste ano ressoa os objetivos principais da nossa gerência ambiental de alcançar menores emissões de carbono e eficiência de recursos e colocar o meio ambiente à frente de todas as nossas atividades corporativas”.
Achim Steiner aproveitou a oportunidade para agradecer ao apoio da Kia e infomou que o PNUMA e a Kia lançarão uma competição mundial em que organizações e grupos de todos os setores da sociedade poderão ganhar um dos veículos.
O PNUMA anunciará maiores detalhes sobre a competição no próximo mês no site oficial.

Nota aos Editores

Dia Mundial do Meio Ambiente – WED 2012

Este ano, o PNUMA almeja promover a maior celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente da história, quebrando o record do ano passado, quando 112 países registraram mais de quatro mil atividades no site do WED.

O novo site do WED vai inspirar, informar e envolver as pessoas por meio de sua interatividade, dicas diárias, material informativo e estatísticas sobre Economia Verde. O site, que já está disponível em inglês e terá sua versão em português em breve, também oferece uma plataforma pela qual pessoas do mundo todo podem registrar suas atividades e campanhas. www.unep.org/WED

Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – Rio+20

Em 1992, foi realizada, no Rio de Janeiro, a histórica Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, conhecida popularmente como Cúpula da Terra. Em junho deste ano, também no Rio de Janeiro, um novo encontro reunirá países para discutir os progressos dos últimos 20 anos e futuros desafios a serem enfrentados pelo planeta: a Rio+20.

Site do WED: www.unep.org/wed

Site da 12a Sessão Especial do Conselho Administrativo do PNUMA: www.unep.org/GC

Detalhes sobre o aniversário de 40 anos do PNUMA: www.unep.org/40thanniversary

Relatório Economia Verde: www.unep.org/greeneconomy

Em português:

Para maiores informações, favor contatar:

Nick Nuttall, Porta-Voz e Diretor de Comunicação do PNUMA
Tel: +254 7623084 / Cel: +254 (0)733632755
E-mail: nick.nuttall@unep.org

Em português:
Amanda Talamonte, Assessora de Comunicação do PNUMA Brasil
Tel: +55 61 3038 9237/ Cel: +55 61 81752751
E-mail: comunicacao@pnuma.org

Fonte: PNUMA

Parece um porquinho-da-índia, mas é parente dos elefantes



16/02/2012

Embora os pequenos mamíferos retratados nas imagens abaixo possam parecer porquinhos-da-índia bem alimentados, os dois animais não são nem mesmo primos distantes. Conhecido como damão, dassie ou hirax, esse pequeno herbívoro (que mede entre 30 e 70 centímetros e pesa de 2 a 5 quilos) é um parente mais próximo, por incrível que pareça, dos elefantes. Há 40 milhões de anos os damões pré-históricos eram bem maiores, cresciam até o tamanho de um pequeno cavalo. Entre os descendentes do damão gigante, alguns diminuíram, dando origem aos animais encontrados hoje na África. Outros, acredita-se através de testes de DNA, deram origem à família dos elefantes.

Os filhotes das fotos nasceram no zoológico de Los Angeles há 10 dias.

Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com

Cursos na área de Meio Ambiente

Suíça apresenta projeto de satélite para limpar lixo espacial

O protótipo destruirá o lixeiro junto com o lixo, mas a ideia é ter novas ideias para evitar isso.
 [Imagem: Pascal Coderay/EPFL]

16/02/2012

Redação do Site Inovação Tecnológica

Satélite-gari

Engenheiros suíços apresentaram o conceito de um satélite-gari, um projeto para construir o primeiro protótipo de uma família de satélites artificiais capazes de capturar e "incinerar" o lixo espacial.

O CleanSpace One - algo como LimpaEspaço Um, em tradução livre - teria a missão de se aproximar de satélites desativados, ou outros detritos espaciais, agarrá-los e forçar sua queda, queimando-se ambos na reentrada na atmosfera.

Minúsculo, mais ou menos do tamanho de uma caixa de sapatos, o projeto se encaixa na categoria dos picossatélites.

Os idealizadores do projeto já escolheram até o alvo simbólico para o lançamento inicial do CleanSpace One: o primeiro objeto suíço a ir ao espaço, o picossatélite Swisscube, que foi colocado em órbita em 2009, ou o seu primo TIsat, lançado em julho de 2010.

Tecnologias para limpeza espacial

Antes que o sonho se torne realidade, contudo, os engenheiros suíços têm três grandes desafios a superar, cada um dos quais exigirá o desenvolvimento de novas tecnologias.

Após o seu lançamento, o satélite de limpeza terá que ajustar sua trajetória, a fim de fazê-la coincidir com o plano orbital do seu alvo.

Para fazer isso, afirmam seus idealizadores, ele poderia usar um novo tipo de motor ultra-compacto, projetado para aplicações espaciais, que está sendo desenvolvido nos laboratórios da Escola Politécnica Federal de Lausanne.

Quando chegar ao alcance do detrito espacial, o satélite-gari estará viajando a 28.000 km/h, a uma altitude entre 630 e 750 km.

Ele deverá então agarrar sua presa e estabilizá-la - uma missão nada simples nessas velocidades, particularmente se o satélite desativado estiver girando, como acontece normalmente.

Para realizar essa parte da tarefa, os cientistas estão planejando desenvolver um mecanismo de fixação inspirado em uma planta ou animal, embora ainda não saibam qual.

Antes que o sonho se torne realidade, os engenheiros 
suíços têm três grandes desafios a superar, cada um dos 
quais exigirá o desenvolvimento de novas tecnologias. [Imagem: EPFL]

Queda controlada

Uma vez acoplado com o satélite, o CleanSpace One mergulhará com o satélite indesejado rumo à atmosfera da Terra, onde os dois irão se queimar durante a reentrada.

Com as experiências recentes de quedas não controladas de satélites, em que pedaços sempre chegam à superfície, o mais adequado seria dirigir a queda para o Pacífico Sul, onde a NASA e outras agências espaciais sempre jogaram seus lixos espaciais, por ser uma área desabitada e sem rotas marítimas.

Os engenheiros suíços afirmam que, embora seu primeiro modelo, se chegar a ser fabricado, esteja destinado a ser destruído, a ideia é construir novas versões reaproveitáveis.

"Nós queremos oferecer e vender toda uma família de sistemas pré-fabricados, concebidos de forma tão sustentável quanto possível, que sejam capazes de tirar de órbita vários tipos diferente de satélites," imagina Volker Gass, diretor do Centro Espacial Suíço.

Pioneiros na limpeza espacial

Agora só falta o dinheiro.

A concepção e a construção do CleanSpace One, bem como a sua viagem inaugural, vai custar cerca de 10 milhões de francos suíços, o equivalente a R$18,5 milhões.

Segundo Gass, dependendo do financiamento e dos parceiros industriais, a estreia do satélite-gari poderia ocorrer dentro de três a cinco anos.

"As agências espaciais estão cada vez mais descobrindo que é necessário levar em consideração e se preparar para a eliminação do material que está sendo enviado para o espaço. Nós queremos ser os pioneiros nesta área," diz o engenheiro.

Talvez sejam pioneiros na construção, mas a ideia, que não é nova, parece vaga demais para se chamar de projeto.

No ano passado, um grupo de cientistas norte-americanos já havia apresentado uma proposta mais realística para um equipamento capaz de limpar múltiplos lixos espaciais, ficando no espaço em missões de sete anos.


Fonte: Inovação Tecnológica

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Macaco japonês relaxa em piscina de água quente


Macaco japonês relaxa em piscina quente 
Nick Ut/Associated Press
12/02/2012

Um macaco japonês, que vive em uma região bastante fria e com muita neve, foi flagrado relaxando em uma piscina natural de água quente.

Os bichos teriam aprendido com os humanos os benefícios dos banhos termais.

O macaco e seu bando frequentam a piscina no vale de Jigokudani, na região de Nagano, durante as manhãs. À tarde, eles retornam para a floresta.

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br
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Estudante mato-grossense cria tijolo de papel, em defesa do meio ambiente


11/02/2012

Blog da Sandra Carvalho

O acadêmico de administração Albanir oliveira da silva, de Campo Verde, a cerca de 150 km de Cuiabá (MT), criou um produto que pode fazer muita diferença na construção civil e contribuir com o futuro da humanidade: um tijolo. É isso mesmo. O jovem estudante produziu um tijolo tendo como matéria prima apenas papel e água.

A idéia surgiu quando ele teve que criar um produto sustentável, atendendo um dos módulos do seu curso. Como Albanir trabalha numa granja em Campo Verde, logo teve a idéia de utilizar as cartelas de ovos.

“Eu vi aquela grande quantidade de cartelas indo para o lixo e achei que poderia produzir algo com esse material”, relata com simplicidade.

Determinado, Albanir juntou um quantidade de cartelas e misturou com água. Em seguida colocou a massa numa forma de madeira e prensou para retirar o excesso de umidade. Depois retirou o bloco da forma e colocou pra secar no sol. Para sua alegria, o material endureceu. Estava criado o tijolo de papel.

Albanir fez algumas peças, colocou numa sacola de plástico e levou para a faculdade. Ao apresentar o seu “trabalho”, provocou surpresa entre colegas e professores. O tijolo de papel foi um sucesso.

Entusiasmado, Albanir decidiu patentear o produto e investir na sua criação. Inclusive engenheiros que trabalham na construção da Arena Pantanal já estão estudando o produto para ver se há a possibilidade de utilizá-lo na obra.

Naturalmente que o tijolo de papel não deve ser usado para a edificação de paredes de sustentação. Segundo Albanir, o tijolo poderá ser a base para a construção de divisórias e também na decoração de interiores e como elemento vazado.

Ele ainda está criando um suporte de acrílico e alumínio para secar o tijolo mais rapidamente no sol. Além de usar somente material reciclável na produção do tijolo, ele observa que reutiliza várias vezes a água da mistura, porque a cada prensada, a massa libera líquido. “A idéia tem sido bem recebida e por isso estou estudando novos formatos do tijolo e estudando maneiras de melhorar a sua qualidade”, avisa o estudante.

Fonte: 24HorasNews
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Ambientalista brasileiro recebe prêmio da ONU no encerramento do Ano Internacional das Florestas


10/02/2012

Nova York (RV) - Um ambientalista brasileiro recebeu, nesta quinta-feira (09/02), em Nova York, o Prêmio “Herois da Floresta”. A cerimônia de entrega, na sede da Nações Unidas, marca o encerramento do Ano Internacional das Florestas.

Paulo Adario, diretor do Greenpeace, foi o escolhido na América Latina para o prêmio concedido por regiões. Ativistas do meio ambiente da África, da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos também estão sendo agraciados.

Paulo Adario lidera uma equipe de pesquisa e investigação sobre o trabalho da indústria madeireira na Floresta Amazônica. Ele é um dos defensores do programa de “desmatamento zero”.

Além de Paulo Adario receberam o Prêmio Herois da Floresta os ativistas Paul Nzegha Mzeka, do Camarões; Shigeatsu Hatakeyama, do Japão; Anatoly Lebedev, da Rússia, Rhiannon Tomtishen e Madison Vorva dos Estados Unidos.

Mais dois brasileiros foram homenageados na cerimônia, o casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo. Eles foram assassinados no Pará, no ano passado, após receberem ameaças de morte por causa do trabalho de proteção da floresta que faziam no estado.

Mais de 25% da população mundial depende da floresta para sobreviver. (ONU)

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Dilma é recebida com festa na chegada ao Haiti


Presidente foi recebida no aeroporto pelo presidente haitiano, Michel Martel
Foto: Ramon Espinosa / AP


Publicado em: 01/02/2012

Além de se reunir com militares brasileiros, a presidente discute a imigração haitiana para o Brasil e a cooperação na área da saúde

A presidente Dilma Rousseff chegou ao Haiti na manhã desta quarta-feira, dando início a sua primeira visita ao país mais pobre da América Latina.

Recebida no aeroporto pelo presidente Michel Martelly, Dilma terá um encontro e um almoço com seu colega e depois visitará os militares brasileiros que fazem parte do batalhão da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah). Dilma também se reunirá com empresários e diretores de organizações não-governamentais que atuam no país, como o ator americano Sean Penn.

A chegada da presidente teve ares de festa no aeroporto e na cidade. Na pequena base diplomática do governo haitiano no aeroporto internacional Toussaint Louverture, faixas com a foto da presidente e os dizeres "Bem-vinda, Dilma, essa é sua casa" em português e francês.

Ao longo do caminho até o Palácio Nacional - praticamente destruído no terremoto de 2010 — as mesmas faixas, além de bandeiras do Brasil e do Haiti, enfeitavam as ruas.

A imigração haitiana para o Brasil será um dos temas centrais da conversa entre os dois presidentes. Apesar das críticas no Brasil, a medida foi bem recebida no Haiti, que a viu como uma possibilidade de diminuir a rede ilegal de transporte para o Brasil via Equador e Peru.

Outros temas que deverão entrar na pauta são a cooperação em saúde - o Brasil financia a maior parte da reestruturação da área no país e levou médicos brasileiros para trabalhar com os cubanos nas medidas de implantação de um sistema comunitário de atendimento. O Brasil também ofereceu aos haitianos 100 vagas para treinamento de policiais pela Polícia Federal. A intenção é preparar a polícia haitiana para a gradual retirada das tropas da Minustah, que começa em março.

Fonte: Zero Hora
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