Fundo para desenvolvimento agrícola da ONU apoia seminário sobre agricultura familiar no Piauí

Agricultores familiares no Rio de Janeiro. Foto: GERJ/Paulo Filgueiras

21/07/2016

A sexta edição do Fórum de Secretários de Agricultura Familiar do Nordeste e de Minas Gerais ocorreu na semana passada em Teresina, Piauí, para tratar do tema do financiamento das políticas de apoio à agricultura familiar.

A plataforma de diálogo político, apoiada pelo Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e outras organizações, tem como objetivo coordenar a troca de ideias entre os responsáveis pelas políticas agrícolas da região Nordeste do país, marcada pela presença do semiárido.

O evento tratou de estratégias de fortalecimento e ampliação das políticas sob o ponto de vista dos movimentos sociais, e teve a participação da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).

O seminário também abordou o tema da cooperação internacional como estratégia regional de financiamento. Houve ainda uma plenária em que representantes dos estados compartilharam suas experiências e boas práticas.

O FIDA apresentou suas experiências na área, assim como encaminhamentos e definição de prioridades com foco em financiamento das políticas de apoio à agricultura familiar.

Um dos objetivos do fórum, criado em 2015, é se firmar como um espaço permanente de reflexão e articulação política e técnica da agricultura familiar na região Nordeste e em Minas Gerais. Ele já foi realizado em Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), São Luis (MA), Belo Horizonte (MG) e Aracaju (SE).

A edição mais recente foi apoiada pelo FIDA, pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e pelo Programa Semear (FIDA/IICA/AECID), além do governo do Estado do Piauí por meio da Secretaria do Desenvolvimento Rural do Estado.



Ilhéus de Fernando de Noronha recebem bicicletas do Bike Noronha



21/07/2016

O projeto Bike Noronha dá mais um passo importante para a implantação do modal no arquipélago. Foram distribuídas as primeiras bicicletas da fase "Bike Ilhéu", que oferece gratuitamente os equipamentos aos moradores locais. O objetivo principal da iniciativa, promovida pela Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, com o apoio do Banco Itaú, é o de incentivar o transporte sustentável como principal ferramenta de locomoção na ilha.

Ao todo, serão entregues 400 bicicletas nesta primeira fase. A iniciativa faz parte do projeto Bike Noronha, que já alcançou bons resultados desde que começou a ser implantado, em dezembro de 2015. O projeto passou pelas vertentes do "Bike Escola", com entregas para estudantes da Escola Arquipélago Fernando de Noronha, "Bike Creche", para as creches locais, e "Bike Turista", com o oferecimento das "magrelas" para deslocamento dos turistas pela ilha a partir de 30 pousadas. Até o momento, já foram distribuídas 484 bicicletas de um universo de 1357 totais do projeto, que ainda conta com uma parte de melhoras nos espaços físicos do arquipélago para comportar o modal.

Para garantir o conforto dos ciclistas na ilha, o Bike Noronha também pensou na infraestrutura para dar apoio aos ciclistas. Os usuários terão à disposição 20 bicicletários instalados em pontos estratégicos da ilha (sete já estão prontos para uso), além de 58 placas de sinalização e indicativas na BR e nas vicinais do arquipélago. As 30 placas de sinalização servirão para informar aos motoristas a presença de ciclistas na BR. Já as 28 indicativas terão informações úteis, a exemplo da localização e nível de dificuldade da estrada para orientação do ciclista.

Para o secretário de Turismo, Esportes e Lazer do Estado, Felipe Carreras, o projeto Bike Noronha chega a uma fase importante. "A ideia de implementar as bicicletas como modais eficientes para os ilhéus é bastante significativa, pois reforça nossa tese de que as bikes são opções sustentáveis. Faremos a entrega do primeiro lote desses equipamentos para os moradores adultos, que também receberão capacitações sobre manutenção das bicicletas e educação no trânsito.”, comentou, ressaltando as diversas frentes do projeto. "Já entregamos bicicletas aos estudantes, promovemos a parceria com as pousadas para oferecer esse serviço aos turistas, além de termos diponibilizado bicicletas nas creches. Agora chegou o momento dos ilhéus e tenho certeza que, em breve, vamos crescer cada vez mais com a utilização das bikes como meios de transporte público eficientes.", finalizou Carreras.

O segundo lote das entregas do Bike Ilhéu, que contemplará 413 pessoas, está prevista para acontecer até o final deste ano.



Índia bate recorde mundial com o plantio de 50 milhões de árvores em apenas 24 horas



21/07/2016

A Índia é o país que mais cresce em todo o mundo. Com mais de um bilhão de habitantes, claro que ela deixa um rastro de poluição. No entanto, graças a  uma campanha de reflorestamento onde arrecadaram milhões de dólares, o país irá plantar mais de 50 milhões de árvores. A campanha vai ajudar a iniciar o plano ambiental para reduzir as emissões de carbono do país em 35% previsto  até 2030.

Em 24 horas mais de 800.000 voluntários da cidade de Uttar Pradesh plantaram milhões de árvores.  

O país quebrou o recorde de plantio anterior, estabelecido pelo Paquistão de apenas 847.275 árvores . 

O grupo de voluntários plantaram 80 espécies diferentes de árvores nos arredores de Uttar Pradesh. Todas as mudas foram adquiridas de viveiros locais.

“O mundo se deu conta de que são necessários sérios esforços para reduzir as emissões de carbono e assim minimizar os efeitos da mudança climática global. Uttar Pradesh tem dado o ponta pé inicial a respeito disso”. Disse um dos voluntários.





ANA disponibiliza página com informações sobre o PROGESTÃO

Clique na imagem e conheça o site.


21/07/2016

O site da ANA passa a ter um link no menu Projetos para a página do Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (PROGESTÃO) – http://progestao.ana.gov.br/. Nela é possível conhecer esta iniciativa da Agência, que busca incentivar o fortalecimento dos sistemas estaduais de gerenciamento de recursos hídricos através de ações que melhorem a implantação dos instrumentos de gestão previstos pela Política Nacional de Recursos Hídricos e pelas políticas estaduais do setor.

Na página os internautas também podem saber os antecedentes que motivaram a criação do Pacto, os normativos relacionados à ação, as metas de cooperação federativa e de gerenciamento em âmbito estadual, o Manual Operativo do PROGESTÃO e outros documentos relacionados ao Programa.

Também estão disponíveis documentos relativos à certificação do cumprimento das metas pelos órgãos gestores estaduais de recursos hídricos, além de informes periódicos sobre o andamento do PROGESTÃO. Na página o internauta pode, ainda, acompanhar o status da adesão de cada unidade da Federação, as metas a serem cumpridas e a situação do repasse e da aplicação de recursos. Os contatos dos profissionais da ANA e dos órgãos estaduais que atuam no âmbito do Programa também estão disponíveis.

O PROGESTÃO

No PROGESTÃO – após o cumprimento de metas fixadas pelos estados e aprovadas por seus respectivos conselhos estaduais de recursos hídricos – cada unidade da Federação pode receber até cinco parcelas de R$ 750 mil da ANA, totalizando R$ 101,25 milhões para os 26 estados e o DF. Todas as unidades da Federação já aderiram ao Programa e já houve aproximadamente R$ 41 milhões em repasses pela Agência.

Além de buscar fortalecer institucional e operacionalmente a gestão de recursos hídricos em âmbito estadual e melhorar a articulação entre o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e os sistemas estaduais, o Programa tem o objetivo de construir um sistema nacional para a governança eficaz que garanta a oferta de água em quantidade e qualidade para os brasileiros no presente e no futuro.

Texto:Raylton Alves / Banco de Imagens ANA

Fonte: ANA

Chefe do Ifad inicia visita oficial ao Brasil destacando agricultura familiar

Kanayo Nwanze. Foto: Ifad

19/07/2016

Ações apoiadas pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola estão beneficiando diretamente mais de 250 mil famílias na região semiárida do Nordeste brasileiro.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O Brasil tem muito a ensinar ao mundo sobre a importância dos agricultores familiares, segundo o chefe do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola, Ifad. Kanayo Nwanze começa nesta terça-feira uma visita oficial ao país.

Segundo Nwanze, "o papel dos agricultores familiares na alimentação do mundo é inegável", destacando que, no Brasil, eles são responsáveis por até 70% da produção.

Brasil

Para o chefe do Ifad, "o mundo tem muito a aprender sobre a forma como o Brasil apoia os agricultores familiares, fornecendo-lhes as ferramentas de que precisam para serem bem-sucedidos".
No país, ele visitará duas cooperativas financiadas na Bahia e se reunirá com o governador do estado, Rui Costa.

Nwanze destacou que “há mais de 30 anos, o Ifad colabora com o Brasil para reduzir a pobreza, transformar as áreas rurais e aumentar sustentavelmente a produtividade dos pequenos agricultores, sempre protegendo o meio ambiente".

Chamando a parceria de "exemplar", ele ressaltou ainda o trabalho conjunto para "assegurar que as inovações tecnológicas desenvolvidas no país sejam compartilhadas por todo o continente e outras regiões".

Investimento

Com uma carteira de investimento total de mais de US$ 450 milhões, as operações apoiadas pelo Ifad no Brasil são as maiores da agência na América Latina e Caribe. Aproximadamente US$ 300 milhões são contribuições das autoridades brasileiras e beneficiários.

Seis projetos com financiamento da agência da ONU atualmente implementados no Brasil estão beneficiando diretamente mais de 250 mil famílias na região semiárida do Nordeste.

Inovação

Segundo o Ifad, uma das principais características dos projetos apoiados no Brasil é a busca por inovações técnicas e práticas agrícolas que permitam aos agricultores familiares enfrentar os desafios apresentados pelo ambiente do semiárido do Nordeste.

Os exemplos incluem métodos de produção orgânica, coleta de água e tecnologias de conservação e metodologias de planejamento participativo para aproveitar as inovações e o conhecimento tradicional.

Sertão

Dois novos projetos em preparação vão expandir as operações financiadas pelo Ifad do sertão semiárido, onde atuou nos últimos 35 anos, à área de transição Amazônica no Maranhão e à mata atlântica e ao agreste de Pernambuco.

Com os dois projetos que devem entrar em operação até o fim de 2018, eleva-se acima de US$ 550 milhões o total de investimentos apoiados pelo Ifad no país, beneficiando mais de 300 mil famílias ou cerca de 1 milhão de pessoas.

Fonte: Rádio ONU

Aproveitamento da água da chuva passa a ser obrigatório em Florianópolis

Sistema de aproveitamento de água da chuva.

17/07/2016

Economia para o cidadão e menor risco de inundações no espaço urbano são algumas das vantagens do armazenamento da água

Florianópolis, capital de Santa Catarina, é mais uma das cidades brasileiras a se preocupar com o aproveitamento da água da chuva.

A Câmara Municipal da capital catarinense aprovou no início deste ano o projeto de lei 1.231/2013 que diz que todas as edificações comerciais e residenciais com área acima de 200 metros quadrados construídas a partir de agora deverão ter captação de água da chuva para reuso.

De acordo com o projeto, o sistema de captação e reúso de águas pluviais deve ser submetido a tratamento sanitário e a finalidade é para atividades que não exijam que a água seja potável, como para regar jardins ou para os vasos sanitários.

“É necessário estimular as pessoas para que tenham atitudes mais conscientes. Além de ser ecologicamente correto, este sistema de captação é viável financeiramente, pois custa em torno de 1% do valor total da obra”, considerou o vereador Pedro de Assis Silvestre, autor do projeto.

O texto da proposta também destaca que a elaboração e execução de leis neste sentido são fundamentais, principalmente, pelo fato de 80% da população brasileira viver em áreas urbanas, tornando assim urgente a implementação de condicionantes na esfera da construção civil favoráveis a um ambiente urbano mais harmonizado com as necessidades humanas, incluindo uma maior integração entre o meio ambiente e a qualidade de vida.

Fonte: INEAM


Perda de biodiversidade ameaça ecossistemas do planeta, diz estudo

Pradarias, savanas e tundras são ecossistemas mais afetados (Foto: Markus Schreiber/AP)

17/07/2016

Em 58% da superfície terrestre há perda substancial dos ecossistemas.
Estudo foi publicado na revista "Science" nesta quinta.

A dimensão da perda de biodiversidade no mundo todo ameaça o funcionamento dos ecossistemas da Terra e inclusive a sobrevivência dos seres humanos, segundo um estudo publicado na quinta-feira (14) na revista científica americana "Science".

Em 58% da superfície terrestre, onde vive 71% da população mundial, "o nível de perda de biodiversidade é substancial o suficiente para questionar a capacidade dos ecossistemas de suportar as sociedades humanas", alerta o estudo.

"É a primeira vez que quantificamos os efeitos da perda de biodiversidade a nível planetário de forma tão detalhada que agora podemos dizer que esta perda ultrapassou os limites considerados seguros pelos ecologistas", explica o líder da pesquisa, Tim Newbold, da University College London.

Nestas zonas, é cada vez mais incerta a possibilidade de assegurar funções essenciais dos ecossistemas como a reprodução e crescimento de seres vivos e a manutenção de ciclos de produção de nutrientes.

"Sabemos que as perdas de biodiversidade afetam o funcionamento dos ecossistemas, mas o processo ainda não está totalmente claro", acrescentam os pesquisadores.

"O que sim sabemos é que em várias partes do mundo nos aproximamos de uma situação na qual uma intervenção humana poderia ser necessária para manter as funções do ecossistema", afirmam.

"A utilização dos solos já levou a biodiversidade até os limites do que poderia ser considerado não arriscado", ressaltou o professor Andy Purvis, do Museu de História Natural de Londres, um dos coautores do estudo.

Para o estudo, foram analisados 2,38 milhões de relatórios sobre 39.123 espécies e 18.659 lugares, dados fornecidos por centenas de pesquisadores de várias partes do mundo.

Fonte: G1 Natureza


Floresta em pé, consciência em paz



17/07/2016

No Dia de Proteção às Florestas, Rede Natura destina parte das vendas a escola na Amazônia

O Dia de Proteção às Florestas é comemorado no dia 17 de julho, e a Natura preparou uma ação para reforçar o compromisso da empresa com a economia da floresta em pé e com a sustentabilidade.

Entre os dias 15 e 17 de julho, 5% do valor das vendas realizadas na Rede Natura, exceto frete, será destinado à escola de alternância Casa Familiar Rural de Cametá, situada às margens do Rio Tocantins, no Pará.

O valor arrecadado contribuirá para a construção do Centro de Formação Digital e beneficiará o aprendizado de mais de 60 jovens da Amazônia, valorizando o potencial da floresta e incentivando o desenvolvimento de toda a comunidade local.

“A cada iniciativa, reforçamos nosso compromisso com a sustentabilidade. E é um orgulho dizer que cada vez que um consumidor compra um produto Natura, além de experimentar uma sensação de beleza e bem-estar, ele também contribui para manter a floresta em pé.”, diz Murillo Boccia, diretor da Rede Natura.



Esta ação soma-se às iniciativas de longo prazo que a Natura estabelece na Amazônia.  Há mais de 15 anos, desde o lançamento da linha Natura Ekos, a empresa adotou no processo de desenvolvimento de seus produtos o uso de ativos da biodiversidade brasileira, unindo ciência e conhecimento tradicional das comunidades extrativistas, em um novo modelo de negócios sustentável que valoriza a floresta em pé.

“Ao longo dos anos, aprendemos que é possível fazer uso sustentável das riquezas amazônicas em harmonia com a natureza e em oposição ao ciclo exploratório que tem colocado a floresta em risco. E essa certeza vem do relacionamento que mantemos com as comunidades e cooperativas fornecedoras de ativos como castanha, andiroba, ucuuba, açaí, entre outros”, diz Renata Puchala, gerente de sustentabilidade da Natura.

Conheça outros programas sustentáveis da Natura

Programa Amazônia

Lançado em 2011, o Programa Amazônia tem como objetivo aumentar a geração de negócios sustentáveis como alternativa econômica para a região amazônica, acolhendo seus habitantes e conservando a floresta.

Ele está dividido em três pilares:

Ciência, Tecnologia e Inovação no Programa Amazônia – Os projetos desse pilar geram e divulgam conhecimento sobre a região amazônica e são realizados pelo NINA – Núcleo de Inovação Natura na Amazônia. Entre eles podemos destacar a parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a organização do Prêmio Ingredientes Vegetais Amazônicos e a expansão de parcerias junto às comunidades extrativistas da região.

Cadeias Produtivas da Sociobiodiversidade – uma das ações dessa frente foi o lançamento do Ecoparque, em 2014. O parque industrial tem como objetivo atrair outras empresas e indústrias que queiram desenvolver negócios sustentáveis a partir da biodiversidade amazônica, aumentando assim a demanda pela economia da Floresta em Pé.

Fortalecimento Institucional - O apoio às Escolas de alternância faz parte dessa frente de atuação e contribui para a capacitação de jovens apresentando uma alternativa de geração de renda e evitando a necessidade do êxodo rural e florestal.       

Compensação de Carbono na Amazônia

A Natura também tem o Programa Carbono Neutro, que nasceu em 2007 com o objetivo de reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e apoiar projetos que contribuem para a manutenção das florestas em pé e sua regeneração na Amazônia - os benefícios climáticos destes projetos são convertidos em créditos de carbono que são adquiridos para neutralizar as emissões.

Quer conhecer outras ações que a Natura apoia? Acesse a página de Sustentabilidade.

Fonte: Natura



Curitiba foi escolhida para testar ciclovias que geram energia a partir do movimento

Imagem © Cesar Brustolim/SMCS

13/07/2016

Uma empresa japonesa de tecnologia, escolheu a cidade de Curitiba para um projeto inovador no mercado brasileiro. Até o final do ano, as ciclovias da cidade irão produzir energia para ajudar a abastecer um sistema de iluminação inteligente.

Funcionará da seguinte forma: Sensores serão instalados em todas ciclovias e produzirão a eletricidade através do som e da vibração provocados pelas bicicletas. Então, quanto mais pessoas pedalando, mais energia será produzida. A quantidade de energia gerada será suficiente para acionar a sinalização luminosa nos cruzamentos envolvendo ciclovias e vias, além de coletar dados sobre intensidade de fluxo que irão ajudar no planejamento e expansão das ciclovias.

O projeto piloto é uma parceria entre a empresa Japonesa Soundpower, a Prefeitura de Curitiba e o governo japonês, e faz parte de um plano de iluminação já existente na cidade. “Enxergamos a possibilidade de integrar o produto deles ao nosso projeto, tornando todo o sistema mais inteligente para os ciclistas de Curitiba”, disse Fábio Ribeiro de Camargo, diretor de Iluminação Pública da administração municipal da capital paranaense.

Os sensores, que além de sustentáveis ajudarão também na segurança dos ciclistas, serão implantados em 18,5 quilômetros de ciclovias.


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