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Universidade para a Paz recebe inscrições para cursos acadêmicos de 2016-2017

Com sede na Costa Rica, Universidade para a Paz recebeu mandato da ONU em 1980. 
Foto: UPEACE

04/05/2016

Com sede na Costa Rica e mandatada da ONU, a Universidade para a Paz recebe nos próximos meses inscrições para seus cursos de mestrado acadêmico para o período de 2016 e 2017, em áreas como Meio Ambiente e Desenvolvimento, Estudos de Paz e Conflito, Lei Internacional e Direitos Humanos, entre outros.

Com sede na Costa Rica, a Universidade para a Paz recebe nos próximos meses inscrições para seus cursos de mestrado acadêmico para o período de 2016-2017, em áreas como Meio Ambiente e Desenvolvimento, Estudos de Paz e Conflito, Lei Internacional e Direitos Humanos, entre outros.

No caso dos cursos de mestrado, as inscrições serão recebidas até 27 de maio. Há ainda cursos online sobre Gênero em Operações de Paz e Assistência Humanitária, Educação e Direitos Humanos, Dimensões das Leis Internacionais para Paz e Conflito, cujas inscrições vão até 6 de junho.

Mandatada pelas Nações Unidas em 1980, a Universidade para a Paz tem como missão criar uma instituição internacional de educação superior para assuntos de paz e promover o “espírito da tolerância e da coexistência pacífica para estimular a cooperação entre povos e ajudar a diminuir as ameaçadas à paz mundial e ao progresso”, segundo o site da instituição.

Além dos cursos de mestrado nas áreas citadas, a universidade oferece curso de língua espanhola, além de programas de doutorado.

Apesar de ter sido criada por determinação da Assembleia Geral da ONU, a universidade não é alvo de regulações da ONU e é dirigida por seu próprio conselho formado por especialistas em temas relacionados à paz e à segurança.

“A missão mais ampla da universidade deve ser vista no contexto dos objetivos de paz e segurança mundial das Nações Unidas. O foco é a educação, o treinamento e a pesquisa em todos os seus aspectos para criar as bases da paz e do progresso”, diz texto de apresentação da universidade em seu site.

Financiada por governos, fundações e instituições, a universidade pretende se tornar uma rede colaborativa de centros de estudos e atividades em diferentes regiões, guiadas pela sede na Costa Rica e cooperando com um grande número de universidades, ONGs e outras parceiras na pesquisa e ensino para a paz.

Saiba mais em www.upeace.org

Cientistas desenvolvem exame para detectar câncer em 1 hora usando vermes

Um tipo específico de verme se sente atraído pelo cheiro da urina dos pacientes com câncer
Foto: Getty Images

18/02/2015

A multinacional japonesa Hitachi e a Universidade de Kyushu desenvolverão um novo exame de baixo custo para detectar o câncer em uma hora a partir da reação apresentada por um tipo específico de verme ao entrar em contato com a urina dos pacientes.

A partir de um estudo, ambas as entidades determinaram que este tipo específico de nematóide de reduzido tamanho (tem um comprimento aproximado de 1 milímetro) se sente atraído pelo cheiro da urina dos pacientes que desenvolveram a doença, segundo detalhou nesta sexta-feira o jornal econômico "Nikkei".

A pesquisa que foi realizada com cerca de 300 pessoas obteve resultados precisos em mais de 90% dos casos.

Com o apoio dos pesquisadores da universidade japonesa, Hitachi espera poder comercializar para 2018 um dispositivo que seja capaz de medir a reação de um grupo destes vermes e sirva para detectar um câncer em sua fase inicial.

A máquina examinaria os movimentos de uma centena de nematóides ao ser expostos à urina de um paciente empregando as tecnologias de macrodados da Hitachi para a análise das imagens.

Cada exame levaria apenas uma hora e teria um custo aproximado de 100 ienes (US$ 0,84). O projeto tem baixo custo, em parte, porque este tipo de verme é encontrado facilmente na terra e, além disso, é fácil de criar, segundo explicaram ao jornal representantes da Hitachi.

Estes também indicaram que o dispositivo não seria capaz de detectar os diferentes tipos de câncer, por isso que caso o resultado do teste seja positivo, seriam precisos novos exames convencionais adicionais.

O plano da empresa, uma das mais importantes no setor médico no Japão, passa por lançar primeiro o dispositivo no país asiático e depois em outros mercados.

Fonte: Info


Bactéria pode impedir mosquito de transmitir a malária


Zhiyong-Xi, do Departamento de Microbiologia e Genética Molecular (Universidade Estatal de Michigan)

14/05/2013

Uma equipa de investigadores dirigidos por Zhiyong-Xi (Universidade Estatal do Michigan) conseguiu alterar geneticamente o mosquito responsável pela transmissão da malária, tornando-o “resistente” ao parasita 'Plasmodium', que a provoca.

Os resultados dos ensaios, agora publicados na revista «Science», demonstram que uma boa estratégia a seguir contra esta doença tropical, que afecta mais de 500 milhões de pessoas todos os anos, seria 'atacar' os seus transmissores.

A chave desta estratégia é a bactéria 'Wolbachia' que está presente de forma natural em outras espécies de insectos. Nos testes, esta foi injectada no mosquito 'Anopheles stephensi', a variedade responsável pela maior parte dos casos de malária no sudeste asiático.

Um dos objectivos era conseguir que a infecção por 'Wolbachia' fosse transmitida de geração para geração. Os cientistas encontraram uma estirpe – wAlbB – que passa de mães para filhos. Além disso, conseguiram que a essa 'imunidade' fosse herdada por várias gerações, o que pode ser fundamental para impedir novos contágios a humanos.

A bactéria actua como se fosse uma “vacina” para mosquitos. Neutraliza o parasita tanto no intestino (local onde este amadurece), como nas glândulas salivares, através das quais chega ao ser humano (pela picada do insecto).

Apesar de não haver ainda conclusões definitivas, os autores do trabalho admitem que a estratégia, que também já foi testada em doenças como a dengue, pode ser muito importante para o controlo da malária.

No entanto, afirmam que deve haver cautela até que outras investigações venham confirmar esta. Um dos pontos mais importantes para investigações futuras será tentar perceber se a espécie 'Anopheles gambiae', responsável pela maior parte das infecções em África, se comporta da mesma forma com a bactéria.



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