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Ilha da Reunião, um paraíso para a observação de baleias

© J.Akhoun/Studio Lumière

15/03/2015

Durante o inverno austral, de Junho a Setembro, é possível observar na ilha de Reunion, as baleias em namoro.

As primeiras baleias são normalmente vistas em torno de maio, mas é no coração do inverno austral que as chances de encontrá-las são maiores.

Chegando em linha reta da Antarctica, elas têm as melhores condições climáticas para o nascimento de seus filhotes que não teriam nenhuma chance de sobreviver no frio extremo. 

Esta é uma oportunidade de vivenciar momentos mágicos com esses "gigantes" de dezenas de toneladas.

Passeios para ver baleias, e shows fabulosos imperdíveis são oferecidos em temporada com vários profissionais, baseados principalmente em Saint-Gilles-les-Bains ou Porto.

Desfrutando de uma simpatia como nenhuma outra, as baleias jubarte são um símbolo poderoso, uma homenagem à natureza e patrimônio vivo, que são inegavelmente um dos tesouros da ilha de Reunião.

No entanto, estes mamíferos e seus recém-nascidos são especialmente vulneráveis durante este tempo e cuidados especiais devem ser tomados em sua serenidade.

Em 2010, uma carta de abordagens de baleia foi criada para desenvolver o "whale watching" num quadro sustentável.

Foi assinado por empresas náuticas, associações e profissionais do mar e litoral. Ao utilizar os seus serviços, você vai descobrir o comportamento correto de abordar as baleias sem prejudicar-lhes, uma oportunidade para você se tornar eco-responsável!

Duas mil moedas de ouro antigas no fundo do mar em Cesareia

Foto de Kobi Sharvit/Israel Antiquities Authority/AFP

19/02/2015

Mergulhadores acabam de encontrar no fundo do antigo porto de Cesareia, na costa mediterrânea, duas mil moedas de ouro de mil anos que constituem o tesouro numismático mais importante já encontrado em Israel, anunciou na terça-feira a autoridade nacional de antiguidades.

Os membros de um clube de mergulho fizeram a descoberta por acaso, depois que tempestades removeram o fundo do mar do antigo porto de Cesareia (noroeste de Israel).

"No início acreditaram que se tratava de uma ficha de jogo" e perceberam seu erro quando recolheram várias moedas, indicou a autoridade. Avisaram ao diretor do clube de mergulho, que, por sua vez, informou as autoridades das antiguidades.

Os mergulhadores da autoridade detectaram 2.000 moedas de dinares, meio dinar e um quarto de dinar, a mais antiga cunhada em Palermo (Sicília) na segunda metade do século IX. Muitas das moedas remontam a dois califas fatímidas que reinaram do fim do século X ao primeiro terço do século XI em um território que cobre grande parte da África do Norte, Sicília e parte do Oriente Médio.

Em excelente estado de conservação, apesar dos mil anos no fundo do mar, as moedas não precisaram de uma limpeza, indicou Robert Cole, especialista em numismática. Algumas têm marcas de mordidas, que mostram que seus donos comprovaram sua qualidade com os dentes. Outras parecem ter recebido batidas.

As peças podem ser provenientes do naufrágio de um barco que transportava a arrecadação de impostos destinada ao governo central no Egito, afirma Kobi Sharvit, diretor da unidade de arqueologia marinha da autoridade das antiguidades. Ou o dinheiro estava destinado a pagar os salários da equipe que defendia Cesaria. Ou ainda, pertencia a um rico mercador cujo barco negociava com os portos mediterrâneos antes de naufragar.

A autoridade espera que o estudo do contexto permita saber mais detalhes.

Fonte: Terra



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