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Time do MNCR presente nas Olimpíadas do Rio 2016



07/08/2016

Catadores conduziram a Tocha e prestam serviços durante os jogos.

Catadores de materiais recicláveis ligados ao MNCR de várias regiões do Brasil participaram do revezamento de condução da Tocha Olímpica. A celebração tradicional faz parte da abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A ultima etapa do trajeto aconteceu nesta sexta (05/08) na cidade do Rio de Janeiro onde Custódio Chaves, catador do Rio de Janeiro, Roseleide Nascimento, catadora do Rio Grande do Norte, Roberto Laureano, catador de São Paulo e Jeane do Santos, catadora da Bahia, participaram do revezamento.

Também conduziram a Tocha a catadora do Espirito Santo Maria do Carmo Cantilho, Claudete da Costa, catadora do Rio de Janeiro, e Severino Lima Junior, do Rio Grande do Norte nas etapa em que o revezamento se deu em seus Estados.

A participação dos catadores no revezamento é um reconhecimento da importância desses trabalhadores e trabalhadoras na sociedade.

Além da participação no revezamento da Tocha, os catadores também estão prestando serviço de coleta seletiva nos estádios e instalações das Olimpíadas nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Salvador (BA) e Manaus (AM). O objetivo é fortalecer essa política pública e concretizar um importante legado de sustentabilidade para o País.




Fonte: MMCR


Literatura, dança e meio ambiente no caminho da Tocha

Na quinta-feira, a Tocha Olímpica chega a Foz do Iguaçu, onde se localizam 
as famosas Cataratas do Iguaçu (Foto: Ministério do Turismo)

27/06/2016

Ao longo desta semana, entre 27 de junho e 3 de julho, a Tocha Olímpica segue caminho pelo Brasil, passando por 26 municípios de cinco estados. Serão duas cidades do Mato Grosso do Sul, quatro de São Paulo, 15 do Paraná, três de Santa Catarina e duas do Rio Grande do Sul (veja relação abaixo). O trajeto permite um olhar mais atento a importantes polos turísticos, educacionais e culturais brasileiros. 

Um dos pontos de destaque do percurso da tocha nesta semana é a passagem por Foz do Iguaçu, no Paraná, na quinta (30) e sexta-feira (1). A cidade é sede do Parque Nacional do Iguaçu, famoso por abrigar as cataratas e integrante do mais importante contínuo biológico do Centro-Sul da América do Sul, com mais de 600 mil hectares de áreas protegidas e outros 400 mil em florestas primitivas. Desde 1986, é Patrimônio Mundial da Natureza pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Outro município que receberá a chama olímpica, no dia 3 de julho (domingo), é Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. A cidade ganhou título de capital nacional da literatura por meio da Lei 11.264, sancionada em 2006. O mérito foi concedido em função de Passo Fundo promover diversas atividades voltadas para essa linguagem. O município é sede, por exemplo, de um dos maiores debates literários da América Latina, a Jornada Nacional de Literatura. Por lá, haverá apresentação de orquestras, de roda de capoeira e de danças tradicionais da região.

"Nós nos sentimos muito orgulhosos em receber a Tocha Olímpica com toda a nossa cultura e hospitalidade", afirma a coordenadora da sétima região tradicionalista do Rio Grande do Sul. Gilda Galeazzi. Ela é uma das responsáveis por organizar as apresentações tradicionais da cidade, como a chula, um desafio de sapateios realizado por homens. "A cultura gaúcha inclui diversos aspectos, entre eles, as danças tradicionais e as de salão, os ritmos fandangueiros, interpretações vocais baseadas em festas tradicionais e as vestimentas", exemplifica. 

O MinC e a tocha 

O percurso da tocha abre espaço para a exibição das mais diversas expressões culturais do País ao mundo. Atento a essa oportunidade, o Ministério da Cultura (MinC) realizou convênio com prefeituras de capitais do Brasil para apoiar atividades de promoção cultural durante a passagem da Tocha Olímpica.

O projeto Celebrações nas Cidades do Revezamento da Tocha Olímpica destinará de R$ 192 mil a R$ 250 mil para 17 capitais, das cinco regiões brasileiras, organizarem eventos que devem, preferencialmente, ser realizados em espaços públicos de grande circulação. As atividades ainda devem divulgar a cultura, a arte e a gastronomia locais.

Cidades pelas quais a tocha passará nesta semana

Segunda-feira (27/6)
Nova Andradina (MS), Bataguassu (MS) e Presidente Prudente (SP)

Terça-feira (28/6)
Paraguaçu Paulista (SP), Marília (SP), Assis (SP) e Londrina (PR)

Quarta-feira (29/6)
Arapongas (PR), Maringá (PR), Campo Mourão (PR) e Cascavel (PR)

Quinta-feira (30/6)
Matelândia (PR), Medianeira (PR), São Miguel do Iguaçu (PR), Santa Terezinha de Itaipu (PR) e Foz do Iguaçu

Sexta-feira (1/7)
Foz do Iguaçu (PR)

Sábado (2/7)
Céu Azul (PR), Santa Tereza do Oeste (PR), Realeza (PR), Francisco Beltrão (PR) e Pato Branco (PR)

Domingo (3/7)
São Lourenço do Oeste (SC), Chapecó (SC), Concórdia (SC), Erechim (RS) e Passo Fundo (RS)


Símbolo de superação, jovem atleta paralímpica vai conduzir a tocha no Pará

23/06/2016

Indicada pelo UNICEF, em parceria com Rio 2016, Adriana já ganhou medalhas de ouro no salto a distância e prata no arremesso de peso

© UNICEF/BRZ/Fred Borba
Aos 15 anos, a paraense Adriana Almeida Santos, de Belém, comemora muitas vitórias. Ela foi diagnosticada com paralisia cerebral aos sete meses de vida, mas, com o apoio da mãe, se supera em tudo o que busca fazer. Cada pequeno passo é uma conquista, principalmente, para quem recebeu o prognóstico de que nunca poderia andar.

Na companhia de um amigo, Adriana caminha diariamente para a escola. E, de tanto treinar no Centro de Referência em Inclusão Educacional, acabou virando atleta paralímpica, conquistando três medalhas de ouro e uma de prata na corrida, entre 2014 e 2015. A jovem agora vive a expectativa de um novo sonho que será realizado no dia 15 de junho, quando ela vai carregar a tocha símbolo dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

“Quando eu soube que carregaria a Tocha fiquei muito feliz e surpreendida. Meu coração disparou. Sei que é uma oportunidade muito importante e vai fazer toda a diferença na minha vida”.

Aluna do 6º ano do ensino fundamental, Adriana tem uma rotina comum à das meninas da sua idade. Integrante da rede de adolescentes da Plataforma dos Centros Urbanos (PCU), iniciativa do UNICEF para redução das desigualdades intraurbanas, a jovem é testemunha dos benefícios do esporte para todas as crianças e todos os adolescentes.

“É importante a prática de esporte porque está me ajudando a aprender. Por causa do esporte, estou melhor na escola, brinco mais e sou mais ativa. Antes eu tinha muita dificuldade de andar, de aprender e, com o esporte, eu melhorei muito”.

Para o Fundo das Nações Unidas pela Infância (UNICEF), histórias como a de Adriana são um exemplo para mostrar o poder do esporte como ferramenta de inclusão.

“Quando falamos em inclusão social de crianças e adolescentes com deficiência, não basta colocá-las em sala de aula. É preciso criar condições reais para que possam aprender e se desenvolver de maneira integral. O esporte tem se mostrado como uma estratégia valiosa para essa conquista. Afinal, quando todos jogam juntos, todos saem ganhando”, comenta Fabio Morais, coordenador do Escritório do UNICEF em Belém.

UNICEF nos Jogos Olímpicos

Adriana faz parte de um grupo de seis jovens de diversas regiões do país que foram escolhidos, dentro da parceria do UNICEF com a Rio 2016, para conduzir a tocha olímpica. Eles terão a missão de representar os 2,2 bilhões de crianças e adolescentes dos cinco continentes e simbolizam a esperança de um mundo melhor, no qual os seus direitos e garantias fundamentais são respeitados.

Sobre o UNICEF – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Com seus parceiros, trabalha em 190 países e territórios para transformar esse compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente seus esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.

Mais informações:
Assessoria de Comunicação do UNICEF
Ida Pietricovsky de Oliveira
Telefone: (91) 3073 5700
E-mail: ipoliveira@unicef.org
Immaculada Prieto
Telefone: (21) 3147 5706
E-mail: iprieto@unicef.org
Pedro Ivo Alcantara
Telefone: (61) 3035 1947
E-mail: pialcantara@unicef.org

"Por um mundo melhor para as crianças", estudante de Sobral participa do revezamento da Tocha Olímpica



12/06/2016

Indicado pelo UNICEF, em parceria com Rio 2016, Edilson também acendeu a pira Olímpica e discursou para uma praça lotada

Rio de Janeiro/Brasília/Sobral, 8 de junho de 2016 – Na noite de quarta-feira 8 de junho, Edilson Freitas da Silva Filho, de 14 anos, assumiu o último trecho do revezamento da Tocha Olímpica em Sobral. Ele recebeu a chama de Juliana de Lima, paratleta tricampeã escolar em atletismo. Na caminhada até o palco, foi acolhido pelo carinho e entusiasmo da família, dos colegas e professores da escola. E teve a honra de acender a pira Olímpica de sua cidade.

"É muita emoção estar aqui, representando as crianças de todo o mundo. Desejo um mundo melhor, mais justo, e que todas as crianças tenham o direito de ser o que sonharem", discursou o adolescente no palco, bastante emocionado. Ao reencontrar os amigos, foi disputado para fotos e abraços e reforçou o desejo expresso no palco: "Fui escolhido por causa da minha história de superação e quero que todos possam ter seus projetos de vida".

Edilson mora no assentamento Oiticica, no distrito de Aracatiaçu, localizado a 60 quilômetros de Sobral, no Semiárido cearense. Na área rural onde vive, a realidade de muitas crianças e adolescentes é marcada pela dificuldade em completar os estudos, seja pela distância da escola ou pela necessidade de apoiar o sustento da família. Edilson perdeu a mãe 12 dias após seu nascimento e foi criado pelos avós maternos, que vivem da agricultura familiar no Semiárido.

Os avós de Edilson não foram alfabetizados, mas sempre apoiaram os estudos dos netos. "Eu até queria muito estudar, mas tinha de ajudar a família. Sempre falo para eles que é importante, para ter uma vida diferente", conta a avó Aparecida Francisca dos Santos.

Edilson entrou na educação infantil aos 4 anos. Hoje, no 9º ano, estuda na escola de tempo integral Colégio Sobralense Maria de Lourdes de Vasconcelos, inaugurado em 2014 no próprio distrito. E ele planeja ser professor de matemática no local em que nasceu e cresceu.

O diretor do Colégio Sobralense, professor Sérgio Barbosa Alves, relata que o ensino integral tem permitido a esses meninos e meninas dar grandes saltos em seu desenvolvimento. E Edilson reconhece no esporte, uma de suas atividades preferidas, um dos diferenciais da escola: "Ajuda muito a me desenvolver, já que é preciso lidar com um time inteiro. Nunca é pegar bola e sair correndo sozinho". Como lembra o professor de educação física, Cícero Romão Tavares Ramos, o menino que chegou ao colégio bastante retraído, hoje fala à vontade da própria história, é louco por esportes e interage com os colegas.

As oportunidades que Edilson tem encontrado na educação são iniciativas que destacam a certificação do município de Sobral em seis edições do Selo UNICEF Município Aprovado. "Trabalhamos para que as crianças e adolescentes possam ter um horizonte independente do território em que vivem. E o UNICEF tem sido um importante parceiro nesse sentido, ajudando a construir conquistas que ninguém tira", destaca Carmen Soares de Sousa, articuladora do Selo UNICEF em Sobral.

Para o coordenador do escritório do UNICEF em Fortaleza, Rui Aguiar, "a participação de Edilson no revezamento da Tocha Olímpica ajuda a mostrar para o mundo que todos os meninos e todas as meninas estão cheios de possibilidades, desde que sejam protegidos e considerados integralmente".

UNICEF e Rio 2016 – Edilson faz parte de um grupo de seis adolescentes de diversas regiões do País que foram escolhidos, dentro da parceria do UNICEF com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, para conduzir a tocha olímpica. Com a missão de representar os 2,2 bilhões de crianças e adolescentes dos cinco continentes, eles simbolizam a construção de um mundo que garanta uma oportunidade justa para cada criança.

Selo UNICEF – O Selo UNICEF Município Aprovado é uma iniciativa para superar as desigualdades que afetam as crianças e os adolescentes que vivem no Semiárido e na Amazônia Legal Brasileira. Mais de 1.700 municípios brasileiros estão inscritos na atual edição dessa iniciativa. A Edição 2013-2016 é uma realização do UNICEF com o apoio da Petrobras, Coelce, Cemar e Fundação Telefônica.

Sobre o UNICEF – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Com seus parceiros, trabalha em 190 países e territórios para transformar esse compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente seus esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.

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Mais informações
Assessoria de Comunicação do UNICEF
Immaculada Prieto
Telefone: (21) 98237 0856
E-mail: iprieto@unicef.org


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